Minha mulher tava grávida de 5 meses e por isso não podia trabalhar, eu fazia um mês que tinha ficado desempregado e não tinha direito a seguro-desemprego, a situação tava muito ruim e faltavam poucas horas pro Seu Antônio, nosso senhorio, passar aqui em casa pra cobrar o aluguel. A casa não era nada demais, era um apartamento de uns 70 metros quadrados numa área operária da cidade, era o melhor que até então a gente tinha conseguido pagar, já que naquele momento nem aquele apê a gente conseguia bancar. Nosso senhorio, Seu Antônio, era um homem ranzinza e desagradável, tinha uma barriga grande e um pouco de calvície, e uma maldade desgraçada pra um viúvo de 64 anos como ele. Além disso, era um cara sem vergonha e mal-educado, que sempre que passava por aqui olhava de um jeito safado pra minha esposa Daniela. Tanto eu quanto minha esposa temos 35 anos e estamos esperando nosso primeiro filho, a gente se conheceu com 19 e casou com 23, ela ainda mantinha a beleza dela, que a gravidez não tinha tirado nada. Era de noite quando a campainha tocou, eu sabia quem era, então falei pra Daniela não fazer barulho pra ele ir embora, mas Seu Antônio continuou batendo na porta. PUM PUM PUM "Vai, porra, vi luz da rua, vocês são surdos ou o que caralhos tá acontecendo?" Pra minha desgraça, ele sabia que a gente tava em casa e não tive outra escolha senão abrir a porta. Seu Antônio entrou como se fosse na casa dele e me perguntou por que caralhos eu não abria a porta, tentei dizer que a gente tava na cozinha e não ouviu. "Vim cobrar o aluguel, vocês tão 3 dias atrasados e isso eu não posso permitir." Tentei explicar o que tinha acontecido, pedir mais uma semana, mas entre as virtudes do Seu Antônio, se é que ele tinha alguma, com certeza não estavam a compaixão nem a clemência. "Chega de desculpas, ou vocês me dão o dinheiro amanhã mesmo ou pegam a porta e vão pra puta que pariu, não tem alternativa." Eu tentei falar que dava pra fazer alguma coisa, que... Podia nos dar outra saída, e isso foi um dos piores erros da minha vida. Dom Antônio ficou pensativo, olhando fixamente para Daniela, que estava no hall vestida com uma camisola comprida. Após alguns minutos de silêncio: "Bom, talvez, tudo nesta casa me pertence, seus móveis são meus, sua casa é minha, seus quadros são meus, tudo me pertence. Se você deixar sua mulher ser minha amanhã, considerarei este mês pago e não vou cobrar pelos dias de atraso." Aquelas palavras gelaram meu sangue. Daniela fez uma careta de nojo que não conseguia segurar, e Dom Antônio começou a rir. "Agora tenho que ir. Deixo vocês esta noite para pensar. Amanhã volto, e ou me dão os 400 euros do aluguel, ou deixam eu foder sua mulher, ou vão pra puta que pariu. Espero ter sido claro o suficiente." Dom Antônio fechou a porta e me deixou ali no meio da sala, pensando em como sair daquela situação. Minha mulher disse que a gente podia fazer alguma coisa, mas eu sabia que nenhum de nós dois tinha família, nem amigos que pudessem nos emprestar aquela grana. Conseguir o dinheiro pra pagar Dom Antônio em tão pouco tempo era impossível, e eu sabia disso. Durante a noite, fiquei calado, pensando em como sair daquela enrascada, até que Daniela, farta do meu silêncio, explodiu. "Que porra é essa? Por que você não fala nada? Tá pensando em aceitar que aquele velho nojento me foda?" Eu olhei nos olhos dela e não tive escolha a não ser dizer que de jeito nenhum, que amanhã a gente pegava as coisas e vazava dali. Mas a resposta de Daniela me surpreendeu quase tanto quanto a proposta de Dom Antônio. "Nada disso. Só porque você é um banana que não sabe sustentar a família não quer dizer que eu vou deixar meu filho nascer debaixo de uma ponte. E se pra dar um teto pra ele eu tiver que deixar aquele velho me possuir, então vou fazer isso." Fiquei sem palavras e não respondi Daniela. Sabia que, com toda a dor do meu coração, ela se deitar com Dom Antônio era a nossa única saída. única saída. No dia seguinte, por volta do meio-dia, Seu Antônio apareceu em casa. Dessa vez nem bateu na porta, pois, para minha surpresa, ele tinha outras chaves com as quais abriu. "Bom, já fizeram as malas ou pensaram na outra alternativa?" Dessa vez não tive tempo de responder, pois Daniela se adiantou: "Tá bom, seu velho nojento, se quer me foder, pode me foder, mas toma cuidado pra não machucar o filho que eu tô esperando." "Hahaha, não se preocupe, mocinha, meu pau, embora grande, acho que não chega tão fundo a ponto de acertar a cabeça do seu filho. Fico feliz que tenham aceitado, mas lembre-se: isso só paga este mês e os atrasados. Se no mês que vem vocês estiverem na mesma situação, vai ter que me fazer gozar de outro jeito completo." Minha esposa pegou ele pela mão e o levou para o nosso quarto, fechou a porta, e eu fiquei sozinho na sala. Pensei em entrar no quarto e parar tudo, mas sabia que não tínhamos alternativa. Em vez disso, eu tinha que ver o que aquele porco fazia com a minha mulher. Então fui para a varanda, subi em cima de uma cadeira e, de lá, olhei pela janela que dava para o quarto. Embora fosse alta e pequena, imaginei que poderiam me ver, mas isso não me importava. Eu não conseguia deixar de saber o que estava acontecendo naquele quarto. Seu Antônio se despiu até ficar só de cueca. A barriga dele era mais proeminente do que parecia quando vestido, a pele enrugada pelos anos e cheia de várias tatuagens que, pelo conteúdo, deviam ser do tempo do exército. Minha esposa, que só estava de camisola, ajoelhou-se na frente de Seu Antônio sem dizer uma palavra e começou a beliscar o pau dele e as bolas gordas por baixo da cueca, enquanto ele tirava a única peça de roupa que ela vestia e babava ao ver as tetas enormes da minha esposa ficarem à mostra, com seus mamilos grandes e rosados. Minha esposa não estava muito participativa, mas Seu Antônio disse que ou ela se comportava como uma puta ou o acordo não teria validade, então minha mulher pegou nos peitos e os balançou na cara de Dom Antonio, que se atirou para chupá-los enquanto a jogava na minha cama de casal e seus dedos se enfiavam impunemente nos buracos da minha mulher. Ajoelhado diante da cama, foi descendo até chegar na buceta da minha esposa, que estava depilada, deixando só uma fina linha de pelo, do jeito que eu gostava. "Puxa, Daniela, tá com a bucetinha bem cuidada, hahaha" Dom Antonio começou a chupar a buceta da minha esposa, como um cachorro bebe do seu pote, Dom Antonio dava lambidas na racha da minha mulher, que tentava não soltar nenhum gemido. Depois Dom Antonio se levantou e baixou a cueca, deixando a pica enorme cair na frente do rosto da minha esposa, ela mudou a expressão de nojo para uma de surpresa, a mesma que quase me fez cair da cadeira onde eu estava subido, porque embora o corpo e a aparência de Dom Antonio fossem de um velho bem desagradável de se ver, ele parecia ter pelo menos uma virtude, uma pica de tamanho considerável e bem grossa, pelo menos o dobro da minha e, pra minha vergonha, uns 5 ou 6 cm mais comprida também. A cabeça da pica dele era enorme e grossa como o tronco, que segurava um belo par de bolas. Dom Antonio estava excitadíssimo e, pra minha surpresa, minha esposa não demorou pra pegar na pica dele e acariciá-la devagarzinho enquanto ia metendo na boca, e a mão de Dom Antonio na cabeça da minha mulher a empurrava ainda mais pra frente, fazendo ela engolir centímetro por centímetro até chegar nas bolas. Nesse momento, minha esposa empurrou um pouco mais até que deve ter sentido a cabeça quase no fundo da garganta e os lábios dela apertaram um pouco as bolas dele. Dom Antonio gemia e segurava a cabeça dela com as duas mãos, enquanto Daniela, com o rosto colado na barriga dele, sentia a vara ficar ainda mais dura na garganta dela. Daniela então parou pra lamber as bolas dele, deixando ele louco, depois puxei a pele um pouco mais pra trás pra deixar a cabeça vermelha bem à mostra e engoli de novo, mas até a metade, chupando devagar sobre a língua. Daniela chupava sem parar até que Dom Antonio resolveu ir mais longe depois de uns 10 minutos que pra mim pareceram uma eternidade, só de boa vendo minha esposa grávida comer o pau dele na minha própria casa. Aí Dom Antonio colocou Daniela de quatro na cama com cuidado e abriu a buceta dela com uma mão enquanto com a outra enfiou vários dedos grossos que foram penetrando um por um até entrar de dois e até de três, levando os sucos dela pra passar no meu cu, que já tava cedendo quase sem esforço. Finalmente, o cu dela também foi invadido por aqueles dedos que enchiam entrando e saindo. Quando Dom Antonio colocou o pau no cu da minha mulher, ela se virou e perguntou se ele tinha ficado louco, mas com um sorriso debochado e olhando pra janela ele disse: "Já te falei, tudo nesta casa me pertence, até o cu da sua mulher me pertence, haha". Minha esposa então olhou pra janela e me viu ali vendo tudo, deve ter se sentido muito humilhada porque umas lágrimas escorreram pelo rosto dela enquanto pedia perdão com o olhar, mas pra minha desgraça, o fato de Dom Antonio ter me visto teve efeitos piores. "Então você gosta de ver eu foder sua mulher, olha só, então tenho um inquilino meio corno, pois agora você vai vir pro quarto e ver tudo muito melhor." Eu recusei, mas Dom Antonio gritou que pela porra dos colhões dele eu ia ficar na frente enquanto ele fodava a Daniela ou senão ele nos expulsava de casa agora mesmo. Depois do que ela tinha feito, eu não podia deixar isso acontecer, então não tive escolha a não ser ir pro nosso quarto e sentar no chão onde Dom Antonio mandou, pra ver como ele se preparava pra comer o cu da minha esposa. "Primeiro vou provar esse seu cu, gostosa, com certeza esse otário que você tem de marido... Meu marido nunca experimentou esse caminho, hahaha. Empurrando sem parar, foi abrindo à força e enterrando o pau no cu da minha mulher. Com dores e um pouco de esforço. As exclamações do Dom Antônio por ter enfiado até as entranhas da Daniela eram das mais variadas, misturadas com comentários obscenos sobre como ele adorava abrir com o pau o até então apertado cu da minha esposa. Dom Antônio ficou parado uns minutos, empalando minha esposa com o pau todo cravado no fundo do ser dela, até fazê-la sentir as bolas na virilha, pra depois se acomodar sobre os quadris dela e, segurando na cintura, começar a montar. Com a vara enorme dentro dela e já cedendo às investidas, a Daniela apoiou melhor o corpo e os peitos na cama e abriu as pernas, separando as nádegas com as mãos, indicando que já tava pronta pra cavalgada. Não podia acreditar na atitude da minha mulher, que parecia começar a gostar daquilo. Dom Antônio enfiou ainda mais fundo; bem até pressionar o fundo do cu, e depois de se sentir satisfeito, começou a bombar num ritmo constante. Tirou o pau do cu da minha mulher e deitou de barriga pra cima com a vara prestes a explodir e as bolas vermelhas, e minha esposa sentou de costas nele, pegando a pica e guiando até o buraco aberto e bem vermelho que agora era o cu da minha esposa. Ela sentou no pau do Dom Antônio até ele ficar enterrado dentro do cu dela e ela ficar sentada em cima das bolas do nosso caseiro. Nessa posição, de repente vi que na soleira da porta tinha outro homem, outro velho igual ao Dom Antônio, pelado e com o pau na mão. Antes de me recuperar do susto, o homem falou: "Porra, Antônio, então essa é a gostosa que você vai usar pra me pagar? Pois ela é mais gostosa do que eu esperava, apesar da barriga que a desgraçada tem." Minha esposa gritou, mas com o cu empalado pelo pau do Dom Antônio, ele agarrou os peitos dela, machucando um pouco. disse. "Isso é uma surpresa. Esse homem se chama Agustín e é meu amigo. Devo dinheiro pra ele e pensei que, se você aceitasse meu acordo, tanto faz pra você mais um pau ou menos. Assim, eu pago minha dívida e vocês pagam a de vocês. Além disso, desse jeito, eu perdôo o mês que vem." Eu recusei terminantemente e comecei a xingar Dom Antonio, mas minha esposa me surpreendeu ao dizer: "Tá bom, deixa pra lá, querido. Que diferença faz esse outro velho me foder também, se já tô sendo fodida na sua cara? Assim a gente paga mais um mês de aluguel. Deixa ele ser rápido e a gente acaba logo com isso." "Jojo, já ouviu sua mulher, hein? A patroa mandou", disse Agustín. Eu não conseguia acreditar no que minha mulher tinha dito, mas já não tinha mais forças pra nada e me sentei de novo no chão, totalmente humilhado. Quando já tinha o pau bem enfiado no cu dela, do jeito que ele queria, Daniela se recostou pra trás e, olhando na cara de Agustín, abriu as pernas grotescamente, oferecendo o espetáculo obsceno do cu empalado e da buceta dela totalmente aberta. Agora era ela quem se mexia, em vez de Dom Antonio foder ela. Subia e descia gritando freneticamente enquanto o pau duro dele se cravava em Daniela uma vez atrás da outra, e ele agarrava os peitos dela como podia com as mãos, que pulavam com os movimentos dela. Eu já não reconhecia minha mulher. E naquele exato momento, Agustín subiu na cama e, parando de lado, agarrou a cabeça da minha mulher com uma mão e com a outra enfiou o pau na boca dela. Quando já tinha ela cheia, segurou a cabeça dela com as duas mãos e começou uma leve bombada. Aqueles dois velhos aproveitavam nojento o corpo da minha esposa. Não ficaram muito tempo assim; só um momento, até Dom Antonio começar a gritar e, dando um forte empurrão pra cima, agarrou minha mulher com as mãos fortes na cintura, puxando ela pra baixo bem na hora que ela descia. Deixando ela de boca e olhos abertos com uma estocada daquelas, deixou o pau entalado bem fundo na minha mulher pra gritar ainda mais forte. enquanto ele terminava. Ele estava gozando dentro do cu da minha mulher e ela devia sentir a porra grossa e quente escorrendo dentro dela, cada vez mais. Dom Antônio começou a respirar normalmente, quando Agustin, apressado, pediu pra Daniela abrir a boca. Na hora eu soube o que ia rolar e achei que Daniela ia recusar, mas parecia que ela já sabia direitinho o que fazer e obedeceu. Depois de agarrar ela pelo cabelo e levar a cabeça dela perto do pau dele, começou a se masturbar, mostrando a cabecinha vermelha, com a rola toda dura prestes a explodir bem na frente da boca aberta da minha esposa. Um jato enorme de porra saiu do pau dele direto na boca da minha mulher, e enquanto ele continuava se tocando, saíram mais dois, que mesmo ela tendo engolido parte do primeiro, encheram a boca dela. Minha esposa se levantou, tirando o pau de Dom Antônio do cu, achando que tudo tinha acabado, mas Dom Antônio disse pra ela ficar paradinha ali. "Onde cê vai, meu anjo? Em troca de não tocar na sua buceta pra que o filho que cê espera não sofra nenhum dano, seu cu tem que ser usado mais uma vez." Minha esposa não recusou, parecia que pra ela bastava que Dom Antônio não fodesse ela pela buceta e assim pudesse machucar nosso filho. "Senta de novo em cima de mim, meu anjo, quero te enrabar de novo. Minha falecida esposa nunca deixou, e quero aproveitar essa sua bundinha gostosa uma última vez." Com mais vontade do que antes, ela subiu em cima dele e se enfiou de novo no pau dele, mas dessa vez de frente pra ele, deixando os peitos caírem quase na cara dele. Quando Daniela começou a se mexer, Dom Antônio respondeu agarrando a cintura dela e deu um tapa forte e barulhento em cada nádega, e ela respondeu com um gemido. Eles transavam sem parar e num ritmo bom, mas de repente ele agarrou os peitos dela e, puxando ela pra perto, fez ela parar. Eu não entendi por que ele fez isso, mas quando ela ficou sobre o peito dele, ele a envolveu com os braços, segurando firme a nuca dela e a de costas para deixá-la imóvel. Naquele momento, vi como Agustin cuspia no cu penetrado da Daniela e espalhava a saliva em volta da pica do Dom Antonio. Tava claro que Agustin não ia se sentir pago com um boquete da minha esposa e também queria provar a bunda dela. Segundos depois, Daniela ouvia ele se ajeitar em cima dela e até tremeu pelo que ia acontecer. Mesmo já estando penetrada, ele tinha trabalhado o esfíncter dela e já apoiava a cabeça da vara pra meter também, quando minha esposa fazia sinal com a mão e pedia pra ele não fazer, mas já era tarde: ele começou a empurrar pra enfiar no espaço que tinha entre o cu e a pica do Dom Antonio, forçando pra abrir até doer. Daniela começou a sentir as pontadas do estiramento e, diante da recusa do Agustin em parar, tentou se soltar mas não conseguiu, o Dom Antonio segurava ela firme com os braços, minha esposa olhou pra mim como pedindo ajuda, mas eu não levantei do chão. Minha mulher não pôde fazer nada além de se agarrar nos lençóis e gritar de dor, enquanto sentia a segunda cabeça entrando no cu dela, e atrás dela o resto daquela pica terrível e dura. Os gritos de dor e os pedidos dela não adiantaram nada, só serviram pra excitar eles e fazerem continuar, abusando da elasticidade do cu da minha mulher nessa dupla penetração que ela sofreu. Ele terminou de enfiar até onde deu e começou a bombar devagar, curtindo aquela tensão que podia rasgar o cu da Daniela a qualquer momento. Aos poucos, minha mulher foi trocando os gritos de dor por gemidos de prazer, e ao ouvir isso, o Dom Antonio soltou ela pra poder curtir as picas juntas. Um mantinha o cu dela aberto enquanto o outro comia devagar mas fundo, e eles se revezavam pra meter assim enquanto ela só fazia gozar cada vez mais. Enquanto minha mulher gemia e gritava, o Dom Antonio continuava sem parar e bombava cada vez mais forte. Depois Ele ficou parado, mas com o pau todo dentro, pra abrir a bunda dela e o Agustin começar a foder minha mulher. Assim foram trocando um pouco cada um, até que ela não aguentou mais e começou a gritar de tesão igual uma louca. Com isso, ficou claro que aquilo não tinha desagradado minha mulher tanto quanto parecia no começo. Aquela sensação de prazer extremo inundava ela da bunda até os peitos, deixando os bicos durinhos e rijos como pedra. Quentes pra caralho, os dois começaram a comer ela com força, aumentando o prazer dela até explodir a bunda dela num orgasmo que ela gritou igual uma porca. SIIIIIIIIIIM, ASSIM, ARREBENTA MINHA BUNDA, FILHOS DA PUTA; ME FODE SEM PENA!! Essa era minha mulher, pra minha humilhação aquela gostosa era minha esposa. No auge do tesão, o Agustin apertava os peitos dela e os dois continuavam destruindo a bunda dela até arrebentar. Terminou com os dois paus dentro, bem duros, que ainda se mexiam freneticamente dentro da minha esposa, entrando e saindo, até que o Agustin não aguentou mais e gozou também. Sem dar tempo pra Daniela respirar, ela sentiu o esperma quente saindo do pau duro, cuspindo gotas grossas que ficavam lá dentro e que já não saíam por causa do vai e vem constante do Don Antonio, que também tava perto de gozar. Apressado, ele fez minha mulher sair de cima do Agustin pra terminar de comer ela sozinho. Afastando o Agustin, minha esposa se colocou de novo de quatro pra ser montada de novo, enfiando logo o pau prestes a explodir na buceta gulosa da minha mulher sem nenhuma dificuldade. Agarrando os peitos dela com força, ele bombou rápido e fundo entre os gritos dos dois, até enfiar bem até o fundo e encher a bunda dela de porra. Jatos grossos e quentes saíram de novo, se misturando dentro da minha mulher com o esperma do Agustin. Don Antonio gritou e gozou no cu da minha esposa com toda satisfação, deixando o pau lá dentro uns minutos antes de sair de cima da cintura dela. Por fim, minha esposa desabou na cama, morta de cansaço e com o cu arrombado, mas imensamente feliz. Eu olhei eles se vestirem e se despediram da gente, Dom Antonio disse que voltaria pelo dinheiro em 2 meses. E claro que voltou, e a gente tinha o dinheiro, mas a Daniela não conseguia viver sem aquela pica e até hoje, 10 anos depois, Dom Antonio continua vindo cobrar o cheque, mas minha esposa não paga com dinheiro. Quando ele vem, não tenho escolha a não ser levar nosso filho ao parque, eles costumam demorar uma hora e agora minha esposa não coloca mais nenhum impedimento pra ele foder ela também na buceta. Daniela diz que a culpa é minha, eu não consegui pagar Dom Antonio na época e ela teve que pagar com o corpo, ela diz que não é culpa dela que desde aquele dia ela se viciou na pica do Dom Antonio e talvez ela tenha razão.
2 comentários - El culo de mi mujer le pertenece
van 10