- Quero que você me cheire toda. Começa pelo meu cabelo, meu rosto... vai logo – insistiu em tom de ordem. Me aproximei e comecei a cheirar o cabelo dela todo bagunçado, e ela me puxou pra franja dela que tava "suja - Que filho da puta – ela afirmava e ria – olha como ele deixou minha franja… isso é cheirar bem e cheirar minha cara, não lavei. A que cheira o cabelo? —Mistura de perfume, suor, um pouco de tudo… - Beleza, e o rosto? - E... dá pra perceber que passei na sua cara... tem cheiro de pica, Ceci, de que mais ia ter? Dá pra sentir bem, é forte. Você foi tomar café assim? O garçom deve ter percebido – falei tentando me vingar e deixá-la desconfortável. - O garçom não sabe o que eu tava fazendo. Já você, corno, sabe. Quero que a gente avance, corno, quero ir aos poucos indo mais longe, ok? — A que você tá se referindo? - Ajoelha-te – ordenou enquanto se sentava na beirada da cadeira, levantava sua saia e abaixava sua calcinha fio dental branca de renda, minúscula, delicada, linda – Quero que você cheire bem a minha buceta, mas faz direito. De ponta a ponta, suave, devagar, toma seu tempo. Sua ordem me excitou desde o primeiro momento, gosto do tom da Ceci entre doce e sério, decidido. Me ajoelhei e comecei a cheirá-la suavemente. Olhava para ela e a via gemer baixinho e fechar os olhos. Da minha parte, curtia a linda buceta dela, bem depilada, com lábios compridos e meio carnudos, nada exagerados, mas com relevo, toda a região rosadinha pra mim, depois de vários dias de novo na minha boca. Passei meu nariz de ponta a ponta e senti a mão dela apertando de leve minha nuca. - O que você tá sentindo? A que cheiro você sente? - Sinto cheiro de látex, de buceta depois de mijar, cheiro forte, teu cheiro… -Mmm, cheiro de látex da camisinha do Claudio, cheiro de buceta que mijou naquela pica que eu levei agora pouco e ele me comeu tão gostoso, cheiro forte porque gozei pra caralho e misturou tudo, e porque não tomei banho porque você vai cuidar de limpar ela. Chupa ela, vai, tá com fome? Minha excitação multiplicou por 1000 e, sem dizer uma palavra e sentindo agora uma pressão na minha nuca que me "obrigava", comecei a lamber ela suavemente de ponta a ponta. A mão dela acompanhava meu movimento e eu sentia o corpo dela se arrepiar, desejando mais. -Mmmm assim, chupa ela, limpa toda essa buceta que vem de receber o que merece, um pau grande, grosso, que me abriu toda. Olha ela agora, como você tá vendo? —Tô vendo ela linda como sempre, meio inchada talvez, aberta pra minha língua. -Errada, aberta pela foda que me deram. Vai, continua limpando, corno manso, quero que deixe ela impecável. Enquanto eu chupava e sugava o clitóris dela, sentia o fluxo grosso da Ceci, que gemia cada vez mais excitada. Agora ela me apertava com as duas mãos e apoiava os pés nas minhas costas, como se estivesse me abraçando com eles. -Continua, não para, te garanto que comigo você vai se formar em cuck com todas as letras aiiii sim…Mmmm sim assim eze, vai cuck, vai me mostra o quanto você gosta da minha buceta. Vai, se você tava com muita fome, come ela toda…Mmmm lembra que essa buceta é pra machos agora, aproveita, limpa ela toda vai continua simmm Sentia minha ereção cada vez mais forte e não parava de lamber, chupar e aproveitar. Uns segundos depois, a Ceci começou a se esfregar na minha cara, passava por todos os lados e eu sentia o fluxo dela grudando. O cheiro era realmente forte, uma mistura de tudo. Depois que minha cara ficou bem molhada, ela agarrou meu cabelo com força com as duas mãos e, apertando contra o corpo dela, começou a se mexer freneticamente, esfregando o clitóris no meu nariz sem parar. -Ayyyy simmmmm assimmmmm assiiiiim, vou gozar, siiiim, quero que chupe tudo, siiiiiim siiiiiim, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, ahhhhhhhhhhhh –um orgasmo forte gritado e sentido ecoou pelo apartamento- Por uns segundos, ela não soltou meu cabelo e tremia de vez em quando com os olhos fechados e o corpo arqueado no ar. -Ayyyy que lindo, precisava ter você aí. Ahhhhh que lindo. Chupa e engole tudo, Eze, quero que você deixe bem limpinha – ela me disse, me olhando cansada e docemente. - Como você quiser, meu amor. Lambi toda a buceta dela, sugando e engolindo todos os fluidos até não sentir mais nada. O cheiro de sexo era intenso na minha cara, na minha boca, na minha língua. Quando consegui me levantar, ela se levantou e tirou a camiseta e o sutiã. Me olhou sorrindo sadicamente e apontou para os peitos dela. —Agora falta elas pra elas. Tu adora, então vem. Primeiro cheira elas bem, sente o cheiro de buceta, aqui não tem látex… haha Tava me levando pra cheirar as tetas dela, claro que ali tinha acabado umas horas antes o amante da vez e quando cheguei perto confirmei, principalmente sentia no meio dos dois peitos dela. - Viu, aqui no meio eu apoiei aquela cabeça grossa, e enquanto eu batia uma pra ele, ele gozou uns jatos de porra. Chupa todos os meus peitos, e quero que você desça pela minha barriga. Quero tudo limpo, corno, vai logo!! Olhei pra ela com desconfiança. Esse é o meu corpo, são meus peitos, não me despreza, cê tem a chance hoje e eu não gosto que cê duvide. Sem pensar mais, com mais dúvidas do que certezas, me aproximei e me entreguei ao sorriso satisfeito dela. Enquanto ela acariciava minha cabeça e olhava com atenção, lambi os peitos dela guiado pela mão dela. A Ceci desceu a outra mão e começou a se masturbar. - Continua chupando elas. Fiquei um tempinho focando nos biquinhos dos peitos dela, enquanto ela gemia baixinho de novo e curtia o momento. Do nada, ela parou de se masturbar, separou os peitos e me encarou: - Viu, aqui tá faltando, aqui caiu toda a porra e tá sujo. Não quero carinhas, vem cá – ele me disse me puxando pro peito dele – e desce, chupa bem até embaixo, a barriga toda, quero ela limpa. Novamente, ela se ajeitou e continuou se masturbando. O cheiro mais forte e o gosto confirmavam que ela não mentia em nada do que contou. Só fiz o que ela pediu/mandou, me mentalizando que estava lambendo o corpo da minha mulher, da minha love, e que ela tinha razão: não posso desprezar o corpo dela. Em poucos segundos, quando minha língua chegou no final da barriga dela, a Ceci gozou de novo e se recostou no encosto da cadeira. -Ahhh, excelente corno manso meu, te amo! Valeu! - Te amo, Ceci! -Bom, agora vem cá, tu merece uma coisa. Ele baixou minha calça e começou a me masturbar. Em poucos segundos minha ereção, que estava pela metade naquele momento, ficou total. —Que seca tá —disse ele e cuspiu, me lubrificando—, aos poucos a gente vai avançando. Hoje você vai gozar só na masturbação. Em poucos segundos, e sem nenhuma interrupção no meio, a Ceci me fez gozar. Ela fez aquilo como se fosse uma obrigação, sem parar e tentando que eu terminasse rápido. Apontou pro chão e uma boa quantidade de porra saiu em várias gotas, molhando o chão do apê. Ela me olhou sorrindo: -Isso é tipo "tirar a porra de você", rápido como um trâmite. Como se eu tivesse indo pagar a TV a cabo kkk, tá satisfeito? —Poderia dizer que sim, ha —falei com um sorrisinho, de boa mas até aí, claro— - Bom, como venho te dizendo, aproveita. Tenho planos pra você no futuro e um deles é regular um pouco as vezes que você goza, do jeito que goza, e outras coisas mais. Mas vamos devagar, enquanto isso aproveita porque você não sabe quando vou cortar o teu barato haha. Ela ia revelando seus desejos aos poucos, e eu ia percebendo pra onde podia ir. Afinal, já tinha lido pra caralho sobre submissão, e o controle do orgasmo do homem é uma das práticas mais comuns. Ficava pensando se realmente conseguiria, se aguentaria ficar na castidade como ela dava a entender que queria. -Eze: hoje é sábado, vamos ficar aqui pelo menos até a tarde. Não quero que você lave o rosto até as 22h. Adoro saber que você está com cheiro de "buceta comida de sexta-feira". Te amo! Ah, e pega um pano e limpa o chão que vou tomar um banho. CONTINUARÁ
9 comentários - Cuck com a Cecília pela 1ª vez (05 - Pós-encontro)
van 10