Serena, minha sobrinha parte 2

Levantou o rosto e me encarou com intensidade. Abriu aqueles lábios lindos e as palavras saíram como flores na primavera: Quero que você me coma, tio.Serena, minha sobrinha parte 2
gostosa
incestoNão era minha sobrinha. Não. A Serena, minha sobrinha, tinha desaparecido. Minha desejada sobrinha, e junto com ela, o peso da culpa que eu sentia por desejar possuí-la, sabendo que aquilo nunca poderia ser, que aquela garota nunca seria minha, que minha paixão por ela jamais se concretizaria, porque ela nunca me veria de outra forma senão como um tio querido, por quem só cabia um carinho sincero de sobrinha. Não. Essa jovem ao meu lado era uma mulher, muito nova pra mim, mas mulher, no fim das contas. Uma mulher que eu acabara de fazer gozar incrivelmente, segundo ela mesma me mostrou com suas palavras e gritos de prazer, sem nem ter levado pra cama ainda. E era isso que ela me pedia agora. Há pouco, minhas mãos tinham dado a ela um orgasmo como poucos, e ela estava eufórica com o prazer que recebeu. Me abraçou, apertando o corpo dela com força contra o meu, e me disse o quanto estava feliz: "Foi incrível, tio. Nunca gozei tanto assim." "É que você é uma gostosa, amor." "Você sabe fazer uma mulher gozar." "Não, isso não é verdade, vida." "Como não? Depois de tudo que eu gozei?" "É que isso não se compara ao que eu faria você gozar na cama." "Imagino." Eu a levantei e ficamos de pé, um de frente pro outro. Levei minhas mãos até a cintura dela e desabotoei a saia, que caiu aos pés dela. Depois veio a blusa, que ela tirou sem desviar o olhar de mim, com aquele sorriso lindo dançando nos lábios. E ali estava ela, minha desejada sobrinha Serena, com sua juventude maravilhosa, suas pernas longas e bem definidas, de carnes firmes, de pé na minha frente, seu tio, coberta só por um sutiã e uma calcinha fio-dental brancos, exceto pela mancha escura na peça íntima, resultado da ejaculação recente que eu provoquei nela. Com os braços na cintura, a cabeça inclinada, o olhar fixo em mim e um sorriso nos lábios, era a imagem perfeita do desejo. Tava tão apetitosa! Meu peito parecia que ia explodir ao pensar que aquele corpo seria finalmente meu, que ela estava esperando eu levá-la que ela estivesse debaixo do meu corpo, com as pernas abertas, recebendo meu pau dentro dela. A certeza de que logo, muito em breve, eu ia meter nela fez o sangue subir pra minha cabeça, que parecia que ia explodir de tesão. Me aproximei e abracei ela, sentindo no meu peito a dureza dos bicos dos peitos dela e a maciez das pernas dela contra as minhas, enquanto nossas bocas se encontravam de novo, num beijo suave, devagar.sobrinha
tio e sobrinhaSeus olhos fixos em mim enquanto seus lábios abertos se uniam aos meus, nos diziam que já não éramos tio e sobrinha, mas dois adultos que tinham construído uma ponte de amor e desejo, que estávamos ansiosos para atravessar. O laço familiar tinha desaparecido para dar lugar a duas pessoas que só queriam se amar, se entregar um ao outro, sem pensar em mais nada. Ele seria dela e ela seria dele. Nada mais importava. O passado não existia, era só o agora e pronto. Eu queria penetrá-la e ela queria ser penetrada por mim. As mãos dela desabotoaram minha camisa, sem parar de me beijar, enquanto eu tirava minha calça. O abraço ficou mais forte, mais intenso. Desabotoei o sutiã dela e deixei seus seios à mostra, que colidiram contra meu peito, me transmitindo toda a vitalidade que guardavam. Assim abraçados, empurrei ela sobre o sofá onde estávamos sentados e a deitei nele. Lá estava Serena, deitada no sofá, coberta só com a calcinha fio dental manchada com os sucos vaginais que ela me dera, os braços atrás da cabeça, um pé no chão, sorrindo pra mim, segura do efeito que tinha em mim contemplar seus seios empinados, túrgidos, coroados pelos mamilos completamente endurecidos pela excitação, as linhas do corpo dela emoldurando sua cintura fina e a redondeza das coxas. Uma verdadeira joia, me olhando com desejo nos olhos, esperando meu próximo passo. Parado na frente dela, que não tirava os olhos dos meus, com o sorriso sempre dançando nos lábios, tirei a última peça e deixei meu pau exposto na frente da minha sobrinha, que sem parar de sorrir, baixou o olhar para minha entreperna e, com um gesto de surpresa pelo tamanho da minha virilidade, se acomodou no sofá, ficando agora reclinada e sem tirar os olhos do meu instrumento, que logo receberia dentro dela. "Chega mais perto", ela disse sem levantar o olhar, enquanto meu mastro continuava apontando para ela, como uma homenagem à beleza do corpo dela, tão desejado por mim. Quando fiquei a Do lado dela, ela levantou o braço e tomou minha espada, que começou a acariciar com uma certa brusquidão, fruto da excitação. Pedi delicadeza de novo pra essa parte tão sensível da minha anatomia, e ela, com um olhar safado e aquele sorriso ainda nos lábios, suavizou os carinhos e se entreteve em percorrer a extensão do meu apêndice carnal, enquanto a boca dela secava de desejo e o sorriso sumia do rosto, que se aproximou da minha rola pra examinar de pertinho. "É grande", disse séria. "E é todo seu, gostosa", respondi acariciando a cabeça dela, puxando pro objeto do desejo. Mas ela recusou o convite com um movimento da cabeça pra se soltar da minha pressão, sem largar minha rola, que nas mãos dela continuava crescendo. Minha mão desceu até tocar os peitos dela, que acariciei com delicadeza, sentindo o tesão da minha sobrinha pela dureza dos bicos. Me aproximei e beijei eles, enquanto minha mão continuava descendo até chegar de novo na buceta dela. A gruta da minha sobrinha, sensível aos toques depois do primeiro orgasmo, sentiu o efeito dos meus carinhos e se rendeu de novo, me presenteando com mais uma vez os sucos dela, que agora foram recebidos pela minha mão, que se inundou com aquele líquido pegajoso.Serena, minha sobrinha parte 2
gostosaCom minha boca nos peitos dela, a mão dela acariciando meu pau e minha mão na buceta dela, o desejo explodiu de novo nela e pela segunda vez ela se rendeu, explodindo num clímax mais intenso que o primeiro, porque o corpo dela agora se mexia descontrolado, enquanto a mão dela começava uma punheta sem freio no meu instrumento e uns gritinhos de prazer enchiam o ambiente. Eu continuei chupando os peitos dela e acariciando a buceta dela, com um dedo por baixo da calcinha fio dental explorando a intimidade dela, no meio dos sucos que escorriam da buceta da minha sobrinha. E sem que os efeitos do segundo gozo dela tivessem acabado, ela sentiu o desejo renascer e se entregou de vez ao terceiro orgasmo nas mãos do tio dela, no meio de uma troca de frases de desejo sem limites. Riiiiicoooo, tasty. Você gosta, love? Siiiiiiii. Que yummy seus peitos, que yummy. São seus, chupa eles. Quero meter o pau na sua buceta, cariñito. Mete em mim, por favor. O tesão que as nossas palavras causavam nela provocou uma explosão maior que as anteriores, me deixando num estado de satisfação incrível pelo efeito que eu tinha conseguido causar na minha desejada sobrinha, que eu ainda não tinha penetrado e já tinha feito gozar quatro vezes. Recuperada a respiração normal, ela pegou meu pau e levou até a boca dela, que abriu pra receber ele, mas só conseguiu cobrir três quartos do pedaço de carne, por causa do tamanho que ela mesma tinha feito ele ficar. Dava pra ver que meu instrumento não era o primeiro que ela saboreava, porque ela mostrava uma delicadeza e suavidade pra chupar ele incomuns pra alguém com tão pouca prática nas paradas do sexo. Ela tirava a boca e deixava ele exposto pra observar por um instante e de novo enfiava ele na boca, que engolia ele aos poucos, tentando abranger o máximo que a garganta dela permitia. As paredes da boca dela apertavam e faziam as vezes das laterais de uma buceta molhada que não se cansavam de acariciar o visitante, e depois de um tempo aliviar a pressão e soltar ele de novo, repetindo essa operação uma vez e outra. Fazia com tanto prazer que provocou em mim uma reação inevitável e, mais cedo do que eu gostaria, me vi jorrando sêmen que inundou a boca dela, que ela fez questão de não desperdiçar, enquanto meus pés se dobravam e quase caí de tão forte que foi a gozada que minha querida sobrinha recebia na boca linda dela. Depois de um instante, recuperei o equilíbrio. E ali estávamos nós dois: pelados, exaustos, mas felizes. Ela com meu pau na mão, sem querer soltar, e eu acariciando os peitos dela. E nós dois nos olhávamos com uma mistura de satisfação e curiosidade. A satisfação se explica pelo que a gente tinha conseguido, mas a curiosidade vinha de sentimentos confusos, porque ela e eu tínhamos gozado num nível incrível, como nunca tínhamos gozado antes, talvez pelo proibido da nossa relação, talvez pela coisa ter sido tão repentina, começando sem malícia e terminando por revelar a profundidade do nosso desejo sexual. Mas a gente se perguntava se ia sentir a mesma coisa quando estivéssemos na cama, e os dois tinham certeza de que sim. Depois do que aconteceu, a gente sabia que o prazer que a gente conheceu só ia aumentar quando a gente se entregasse completamente um ao outro, quando ela fosse totalmente minha. E finalmente o momento tinha chegado. Agora o corpo dela seria meu, a buceta dela ia receber meu pau finalmente, e meu sêmen ia saciar o apetite sexual dela. Finalmente...incesto
sobrinha
tio e sobrinha

1 comentários - Serena, minha sobrinha parte 2

Buenísima historia seguiré con las demás,eres excelente me encantan tus relatos los leeré todos gracias,un beso 💋💋💋