Como cuidei da irmãzinha dele

Meu nome não importa, mas pra me identificar, digamos que me chamam de Negro. Quando eu ainda tava na adolescência, com os hormônios a mil, vivia sendo um punheteiro compulsivo. Naquela época, tinha um melhor amigo dois anos mais velho que eu. Ele era um cara legal, com piscina no quintal, por isso no verão a gente sempre ia pra casa dele. O motivo de eu ser amigo dele era mais porque ele sempre trazia mulheres. Olha, sou um punheteiro compulsivo e tarado pra caralho, mas isso é segredo. No geral, costumo ser uma pessoa agradável e simpática, tinha muitas amigas, algumas eram minas que eu curtia, mas talvez por não ser muito bonito, nunca me deram bola e ficaram só como amigas.Como cuidei da irmãzinha deleUm dia, meu amigo, que vamos chamar de Gabriel, conseguiu, por coincidência, que uma das minhas amigas ligasse pra ele, porque tava com a casa vazia, justo num fim de semana em que íamos cuidar da casa dela porque os pais estavam viajando. Vocês já sabem o que significa aquela história de "casa vazia"...

O problema é que a irmã dela tem um probleminha de desenvolvimento, é tipo uma criança, e ele tinha que cuidar dela, mesmo ela já tendo seus vinte e poucos anos. Obviamente, como amigo dele, falei que não tinha problema, que eu cuidava dela. Até aí, sem drama nem putaria. Meu amigo foi embora naquela tarde e eu fiquei de boa jogando no PlayStation, enquanto passava a mão na pica pensando em como ele tava comendo minha amiga, até que a irmã dele chegou falando que tava com fome. Com ela, eu tinha uma amizade normal, digamos, a gente se cumprimentava, via desenhos e às vezes conversava sobre o que ela aprendia na escola. Fui fazer umas salsichas com macarrão, e enquanto comíamos, assistíamos Bob Esponja, tudo normal, mas num dado momento, talvez por ser a primeira vez que estávamos sozinhos, comecei a olhar pra aqueles peitões grandes e minha pica ficou dura quando percebi que ela não tava de sutiã e dava pra ver um pouco o bico do peito.piscinaPra esses momentos, já não aguentava mais o tesão enquanto ela comia, de ficar me tocando devagar na pica pra ela não perceber, mas não aguentava mais, então fui pro banheiro terminar de me masturbar sossegado. Já trancado, comecei a pensar nas coisas que a mãe dela tinha me contado, tipo que ela tomava pílula anticoncepcional porque não sabiam o que podia acontecer ou se alguém ia se aproveitar dela, e caralho, eu tava morrendo de vontade de me aproveitar dela. Gozei no vaso pensando nos bicos e nas tetonas dela e voltei tranquilo pra mesa.

Aí todo o tesão sumiu, até que fomos pro sofá e ela começou a me abraçar, então ela me disse:-Não conta isso pros meus pais.
-O quê?
—Que eu te abracei, elas não gostam, mas eu adoro te abraçar, negão.Naquele momento me deu muita ternura, mas era verão e tava um calorão.-Vamos pra piscina?
Sim, vamos.Na hora eu nem pensei nisso, mas quando a gente foi lá pra fora, pra mim era tão fácil quanto tirar a camiseta, mas ela tirou a calça e a camiseta sem nenhum pudor, entrou de peitos nus na piscina. Claro que meu pau ficou duro igual a um pau, aquele corpo de mulher quase completamente nu, nós dois sozinhos na piscina. Eu queria esfregar minha ereção entre as nádegas dela, agarrar bem forte aqueles peitos e me mexer até gozar nela, mas claro, não podia.peitaoEntão, enquanto olhava pra ela, me encostei na piscina pra bater uma punheta vendo o corpo dela, aí parei senão ela ia perceber, porque ela tava se aproximando pra entrar na água e logo me abraça de novo. Enquanto sinto os peitos nus dela no meu peito, sinto a buceta quentinha dela bem em cima do meu pau, que tava gritando pra escapar da prisão que era minha calça.—Você sempre vem com suas amigas pra jogar com meu irmão, tem namorada?
— Namorada? Não, nunca tive, acho que é porque sou feio.Ela ri e me dá um beijinho, isso já é óbvio, ela tava afim daquela mina com corpo de mulher e mente de menina, essas insinuações me deixaram mais e mais excitado, então simplesmente esqueci de tudo e parei de me comportar, segurando ela pelas nádegas, que gostoso era aquilo na água.—Você não gostaria de ser minha namorada só por hoje?
—Sim, o que a gente faz?
Vamos nos abraçar e nos beijar.Já desesperado, enfio a língua na boca dela e ela, meio sem jeito, se deixa levar. Depois de um tempo de amasso e língua, ela parece pegar o jeito, sentia como beijar ela ficava cada vez mais natural e meu pau finalmente se libertou da calça, já totalmente solto entre as coxas carnudas dela e com o tesão da buceta dela fiquei louco, apertei o máximo que pude as nádegas dela.- Vamos ter um filho?
—Por que você tá dizendo isso?
Na escola me ensinaram que o pau fica duro pra transar e fazer bebês
-Isso é legal, mas também tem gente que faz só pra se sentir bem, quer experimentar?Nesse momento, acho que minha cara se desfigurou porque ela se virou na hora e cobriu o rosto, deixando aquela raba na minha frente, enquanto ela dizia:—É… sei lá… Minha mãe não me deixa.Eu com minha primeira fantasia se realizando, colocando meu pau entre as bundas dela e com as mãos nos peitos dela.-igual que os abraços, não contamos nada pra ela
Beleza, vamos pra cozinha? A gente não comeu sobremesa.Ela continuou falando que tinha sobremesa de chocolate, enquanto eu gozava na bunda e nas costas dela. A gente se beijou e foi pra cozinha.Porra

—Vamos comer como namorados?

-Como é que faz?Comecei a passar o mousse de chocolate no meu dedo, ela chupava meu dedo toda feliz, enquanto meu pau já tava durasso, não é um pau monstruoso, era mais pequeno mas bem duro, tanto tesão me fez passar o mousse no meu pau e mandar ela chupar, ela não hesitou, lambeu e depois enfiou tudo na boca pra limpar, levei ela pra cama e pedi pra deitar, porque eu também ia comer, passei o mousse nos peitos dela e chupei eles, acho que quase gozei só de fazer isso, mas ainda faltava, não decidia se ia meter ou enfiar meu pau entre aqueles peitões, mas ela decidiu por mim.-Vamos transar?
—Sabe como faz isso?
—Se minha professora me ensinouIsso me pareceu um pouco estranho, quando ela disse aquilo, comecei a tocar a buceta dela finalmente e, pela minha falta de experiência na época, não conseguia perceber, mas agora sei que estava bem molhada e que já tinham comido ela antes, porque com muita facilidade consegui enfiar meus dedos.—Tá doendo?
-Não, minha professora me curou pra eu não sangrar.
-“Você comeu” a sua professora?
—Não posso te contar.
Tá bom, meu amor, não conto pra ninguém.Isso deve ter feito clique, porque ela me contou tudo. As histórias dela sobre como ele comia ela de manhã me deixaram desesperado. O velho filho da puta pegava na bunda dela pra levar pra uma sala onde abaixava a calça dela e enfiava a pica do jeito que queria. Mas agora a gente tava de férias e ela tava há um mês sem transar, por isso tava tão tarada e a buceta dela tão molhada, morrendo de vontade de fazer.

Comecei a comer ela enquanto ela tava deitada de barriga pra cima, era minha terceira vez e gozei quase na hora, com um certo ódio do professor que comeu ela antes de mim e há tempos. Enfiei bem fundo e joguei a pouca porra que me restava de reserva o mais fundo que pude. Pensei que tinha acabado tudo, porque meu amigo ia voltar daqui a pouco, mas ele me liga.—Acha que consegue cuidar da casa e da minha irmã hoje à noite? Te empresto o videogame por uma semana se fizer isso.
—De uma vez, vão ficar a noite toda?
—Os pais dela só voltam amanhã à noite, então tenho a tarde toda livre.
—Que foda, mano, termina de comer ela por mim.
-Não deixa sem camisinha
- Se faz de besta, bota ela de quatro e em vez de gozar na camisinha, goza ali
-Jajajaja, filho da puta, amanhã te conto, tem grana na geladeira pra pedir pizza, beleza, já sabe onde, falou.Pronto, pelo menos até o meio-dia do dia seguinte eu poderia comer a irmã dela tranquilo. A gente tomou banho, pediu pizza, jantou e eu já me sentia recarregado naquela noite, dessa vez não ia usar desculpas, só estávamos vendo TV e comecei a apalpar ela de novo.

Ela se deixou, e a gente se beijava enquanto eu tirava a camiseta dela pra descobrir aqueles peitos, chupava eles enquanto ela gemia de prazer, comecei a acariciar a virilha dela e tava molhada, por cima da calça, tava muito molhada, sério, ela esquentava fácil. Levantei e comecei a bater uma nos peitos dela e perguntei.—Você já chupou a pica do professor?
-É, às vezes eu faço, quando ele tá com pressa antes de sair.
-Vamos ver como você faz isso?Aproximei a pica na boca dela e ela meteu de novo, como se fosse nada, mas dessa vez entrava e saía muito gostoso da boca dela, aquela maneira de chupar pau era como se ela tivesse me comendo pela boca. Comecei a fazer cada vez mais rápido, até que gozei em uns dois minutos.

Ela engoliu meu leite e não sei por que, beijei ela e levei de volta pra cama, dessa vez na cama da mãe dela. Lá tem espelhos atrás e na frente que com certeza ela usa pra se ver enquanto transa. Coloquei um lençol extra que trouxe de casa pra esconder qualquer fluido, revirei as gavetas e fiz ela usar uma tanga e um micro sutiã da mãe dela. Ver ela vestida de puta deixou minha pica dura de novo. Deitei e mandei ela subir em cima, e porra, como ela sabia montar. O que mais me excitava era que ela gemia feito atriz pornô, com certeza o professor dela ensinava isso, mas nesse ponto eu tava grato por aquele velho, porque deixava o trabalho de comer ela mais fácil. Em certo momento ela cansou de cavalgar, então coloquei ela deitada na cama e continuei penetrando, igual da primeira vez, mas agora aguentei mais e meti fundo e furioso, porque queria repetir a sensação, gozar dentro dela com força e encher a buceta de leite. Comi ela furiosamente, peguei as pernas dela e levantei sobre meus ombros pra entrar o mais fundo possível, então gozei e porra, essa foi a melhor gozada da minha vida. O leite escorria da buceta dela junto com os próprios fluidos, exatamente como eu queria. Fiquei olhando pra ela pra nunca esquecer enquanto continuava batendo uma pra minha pica mole e sensível. Aí me deu na telha pedir pra ela chupar minhas bolas, ela fez sem problemas... ohhh que coisa mais gostosa, mas naquela idade tudo era novo pra mim, até aquele momento, só punheta vendo pornô. Mesmo com a pica ainda meio mole, senti que ia gozar de novo, então comecei a bater uma entre os peitos dela enquanto pedia pra ela abrir a boca. Joguei meu leite na boca e nos peitos dela, aquela cena digna de pornô nunca vai sair da minha cabeça.GordinhaDepois a gente dormiu e, como se nada tivesse acontecido, no dia seguinte eu escondi toda a evidência e limpei a bagunça. Assistimos TV como se nada tivesse rolado. Gabriel voltou feliz e grato por ter comido minha amiga.

Bom, com isso encerro a história. Me inspirei numa que li há anos em algum site, sobre um cara que comia a irmã de uma amiga da irmã mais nova dele. Obviamente, isso é ficção e só uma putaria que me veio à mente vendo uns vídeos. Espero que tenham curtido, tanto quanto o preto protagonista dessa história 😉

3 comentários - Como cuidei da irmãzinha dele

No me gusto una mierda. un asco de relato, no llegue a la mitad que me dio ganas de vomitar.
Ok... Es válido, supongo...
No mms que buena historia. Me estoy pajeando mientras lo leo. Algo muy bizarro pero muy cachondo