A prima gostosa

Oi, moro na Argentina, minha prima também, mas no interior. Desde muito novo, eu desejava minha prima Patrícia. Uma morena magra, de peitos pequenos, cintura fina, dona de uma bunda redonda e bem empinada. Lembro que eu tinha uns 18 anos e ela 15, e eu já batia punheta pensando nela. Me excitava o rosto dela, o corpo, imaginava comendo ela e me masturbava toda vez que os pais dela vinham visitar a gente ou a gente visitava eles. Mas nunca rolou nada. Cada um seguiu sua vida e, quando nossos pais morreram, perdemos total contato. Eu nunca soube nada dela. Até ter 50 anos. Hoje tenho 51... Fiquei sabendo que ela também me desejava quando era jovem. Vou contar porque isso não posso contar pra ninguém, já que sou casado e tenho 3 filhos. Ela tem 2 filhas e é divorciada. Tudo aconteceu quando tive uma discussão com minha esposa e, puto, peguei uma bolsa com umas roupas e fui pra casa da minha irmã. No segundo dia morando lá, escuto minha irmã falando no telefone com alguém e diz: "Sim, meu irmão tá aqui em casa comigo..." Depois escuto: "Vem, te espero." Pergunto pra minha irmã quem vem, ela disse: "Sua prima Patrícia, chega daqui a pouco." "Uau", respondi, "faz tantos anos que não vejo ela..." E fui tomar banho e me arrumar pra ocasião. Ficava me perguntando como ela estaria, se antes era tão gostosa... Me deu uma ereção e eu me toquei um pouco, lembrando do tesão que aquela bunda linda me dava. Lá pelas 20h, minha prima chega. Vi ela entrar, tão lindaaaaa, estava ainda melhor do que quando jovem. Toda uma mulher... Que gostosa, com a calça jeans apertada dividindo uns lábios vaginais carnudos. Que delícia de buceta, pensei... A gente se cumprimentou e, quando ela virou pra dar um beijo na minha irmã, eu olhei praquele pedaço de bunda. Que delícia! Que bunda! Que rabo! Me controlei e retomei a sanidade, sem parar de olhar pra ela. Os movimentos dela eram tão sensuais que dava vontade de comer ela. Eu já tava muito excitado. Entre conversa e conversa. Foi então que o relógio marcou 23h e um carro parou na frente, e desceu dele o namorado da minha irmã. Qual foi, disseram que vinham me buscar pra ir dançar. E aí responderam: querem vir com a gente? A Patrícia se adiantou e falou: "Beleza, a gente acompanha." E eu não tive escolha a não ser aceitar. Chegando na balada, falei: "Prima, você é livre pra dançar e ficar com quem quiser, não se sinta presa a mim." E ela respondeu: "De jeito nenhum, só quero ficar com meu primo favorito e recuperar todos esses anos que nos afastaram." Nossa, fiquei a mil! Me perguntava se aquilo podia ser real. Ela falou de um jeito que até tremeu a pica. O tempo passou entre dança e drinks. E num momento a gente dançava bem coladinho. Peguei ela pela cintura e fiz sentir minha ereção. Ela sorriu e disse: "Não parece que somos primos?" Não aguentei mais e, sem pensar, beijei ela na boca. Ela respondeu, acompanhando com a língua. A gente se olhou, e ela falou: "Desde que soube onde você tava, vim pronta pra tudo... Além disso, vi como você me olhava toda vez que eu me virava." Me beijou. Falei: "E você achava que seu primo ia te olhar desse jeito?" Ela respondeu: "Me excitava..." Beijei ela, e ela disse: "Aqui não, sua irmã pode ver a gente. Vamos lá fora." Respondi. Saímos de mãos dadas feito namorados e procuramos um lugar escuro. A gente se beijou... Comecei a percorrer aquele corpo pelo qual, quando jovem, eu tanto me masturbava... Tocava os peitos dela, a bunda e finalmente cheguei na pussy dela... Que gostosa! Não aguentei mais, desabotoei a calça, meti a mão e, pra minha surpresa, ela não tava de calcinha. Não consegui me segurar e falei: "Filha da puta, tá peladassa e toda depilada!" Ela respondeu: "Vim pronta pra você..." Enfiei os dedos e ela já tava toda molhada. Com a outra mão, tirei a pica, que tava durona, e ela pegou e começou a me masturbar. Eu já tinha três dedos na pussy dela. Depois de uns minutos, ela disse: "Vamos voltar, sua irmã vai perceber." Eu já não tava nem aí, só queria comer ela. Mesmo assim, ajeitamos a roupa e voltamos. A noite foi assim, entre beijos escondidos e apalpadas discretas. Quando voltamos pra casa da minha irmã, a Patrícia pediu pra ficar, por causa do horário e do perigo. Andar sozinha na rua... minha irmã disse... sim... não tem mais quartos, mas você pode ficar nesse sofá, até vocês dois podem ficar na sala, um em cada sofá... Foi um olhar cúmplice ao ver a inocência da minha irmã... que foi dormir porque o parceiro dela estava meio bêbado... Apagamos a luz e as primeiras luzes do dia entravam pela janela e iluminavam aquela mulher gostosa de pé ao meu lado. Nós nos olhamos... e eu falei... Prima, quero estar dentro de você. Ela sorriu... e começou a se despir devagar. Peça por peça. Minha pika já estava dura só de olhar com a luz natural aquele corpão. Peitos lindos com mamilos escuros e durinhos. Ela tirou tudo, a buceta depilada mostrava os lábios apertados. Eu me despi rápido... ela virou e me mostrou aquele rabo. Que coisa mais gostosa! Nádegas duronas que terminavam em umas pernas perfeitas. Eu estava sentado no sofá olhando aquele corpo que se entregava pra mim. Não aguentei mais e peguei ela pela cintura de costas, jogando no sofá, agarrando os peitos dela e beijando ombros e pescoço. Começamos a nos curtir. Ela chupou minha pika e virou o corpo, oferecendo na minha cara a buceta molhada pra eu chupar. Passei a língua por toda a extensão até chegar no clitóris dela, enquanto ela fazia eu sentir a boca dela na minha pika, chupava deliciosamente, devorava. Depois ficamos de frente e nos beijamos, e começou o show de palavras... falei: Prima, há tanto tempo queria te comer. E ela disse: Sou sua, me come. Respondi enquanto penetrava: Quer minha pika? ...Sim, disse. Toma minha rola e enfiei... Filha da puta, você tá comendo sua prima. Sim, come toda minha pika, prima puta. Sim, sou sua puta, arrebenta minha buceta, enfia forte... Toma, puta. Sim, sim, sou sua puta... Me levantei e fiquei atrás dela, meti na buceta dela de conchinha, que gostoso sentir bater os ovos naquelas nádegas gostosas... Prima, prima, minha puta, você gosta? ...Sim, sim, me dá tudo... tudo... Eu gozei com força e ela disse... Me dá no cu... quero ela no meu rabo... Não podia acreditar, ela tava me oferecendo o cu dela... Como me deixou louco ouvir ela pedir pau no cu. Não aguentei... só tive que levantar ela um pouco e empurrei com força. Fui muito bruto de tão tesudo que tava. Senti como se algo se rompesse, dando passagem inteira pro meu pau até bater nas bolas. Ela gritou, abafando o grito, afundando a cabeça no sofá... e começou a rebolar a bunda pra ajudar meus movimentos. Era tão gostoso e apertado... Ela começou a falar: "que gostoso, que gostoso, me come toda. Assim, come essa puta da sua prima, assim, assim, me come assim, assim, siiiim, siiiim, siiiiiim..." E gozou num orgasmo anal tremendo. As palavras dela e o gozo dela aceleraram meu orgasmo. Enchi o cu dela de porra, escorrendo pelos lados... e eu senti que enchi o intestino dela com meu esperma grosso, que vazava quando meu pau saía pra lubrificar ainda mais quando eu voltava a penetrar devagar, até parar. Muito gostoso. Quando caímos em si, o sol entrava pela janela, já eram 10 da manhã. Nos vestimos correndo e cada um pro seu sofá. Felizes por termos realizado a vontade de transar, já que não tivemos coragem quando éramos jovens. Não nos vimos mais, já faz um ano disso. Eu voltei pra minha família e isso tinha que ficar guardado só entre nós, mas foi tão lindo que quis compartilhar.

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