Desculpa se aparecem palavras grudadas, mas o editor do "P" é uma bosta e não dá pra corrigir. Espero que vocês gostem e, pra mais contos, não hesitem em visitar meu blog, lá vocês vão conseguir ler direitinho. Abraço pra todo mundo!
Meu nome é Sérgio, tenho 22 anos agora e quando aconteceu o que vou contar, eu tinha 18. Me considero um cara normal, nada fora do comum. Gosto de esporte, sou estudioso e responsável, talvez meio solitário. Meu pai trabalhava pra uma grande empresa de telecomunicações espanhola. Um dia, mandaram ele pra sede original fazer um treinamento e ele nunca mais voltou. A última coisa que soube é que ele formou outra família por lá. Por isso, desde muito novo, fui criado pela minha mãe e pelos meus avós maternos, na cidade de Córdoba, capital da província argentina de mesmo nome.
O nome da minha mãe é Sandra e desde que o filho da puta do meu pai nos abandonou, ela se matou de trabalhar pra tocar a casa pra frente. Ela é médica e, quando tinha consultório ou plantões longos no hospital, me deixava com meus avós, que também ajudavam financeiramente. Nem preciso dizer que ela sacrificou a vida social dela; nos poucos momentos livres que tinha, preferia passar comigo, me levando pra praça, pro cinema, pra caminhar, pra tomar algo ou comer. A gente sempre ia junto. Minha mãe teve uns namorados, mas nenhum homem parecia bom o suficiente pra formar uma família. Nunca nenhum desses caras dormiu em casa. Com uma visão mais adulta, acho que esses caras eram só uma válvula de escape sexual, não acredito que tenha sido algo sério.
Decidi estudiar engenharia igual meu avô, sonhava em ser um profissional pra retribuir pra minha mãe com juros tudo que ela investiu em mim, e não tô falando só de grana, mas das coisas que ela sacrificou, tipo viajar e conhecer lugares novos, se distrair sem ter que pensar em trampar. No ensino médio fui um aluno foda, passava tardes inteiras trancado na biblioteca pública estudando, graças à média alta com que me formei, ganhei uma bolsa pra estudar engenharia civil na Universidade Nacional Autônoma do México, a famosa UNAM.
Minha família, entre alegria e muito choro, comemorou a bolsa que consegui. Minha mãe vendeu o apartamento onde a gente morava e foi morar com meus avós pra poder me dar dinheiro pra sobreviver nos primeiros meses até eu arrumar um trampo pra me manter. No dia 6 de fevereiro de 2016, entrei no avião com mais medo do que esperança. Os primeiros meses foram muito fodas, sofri pra caralho pra me adaptar. Tava muito acostumado a ser o filhinho da mamãe, ter ela do meu lado pra qualquer coisa, contar com o apoio incondicional dos meus avós. Sentia falta dos meus amigos, do cuarteto, da Mona Giménez, do Ulises Bueno, do fernet... A comida mexicana era intragável pra mim, até a água tem pimenta. Quando me fizeram provar "alambre", um prato típico da região, bebi até a umidade das paredes, quase chamei os bombeiros.
Com a minha mãe, a gente conversava toda noite pelo Skype e ela me dava força pra continuar em frente e não desanimar. Por sorte, o Alfredo, meu colega de apartamento, me consolava. A gente tem a mesma idade, mas ele parece mais velho, tem mais de 1,80m, pele morena, cabelo curto, o corpo todo trabalhado na academia. Ele dava aulas de personal trainer e com isso pagava os estudos. É tão simpático quanto mulherengo, não sei como ele faz, mas toda semana tem uma mulher diferente do lado. Confesso que mais de uma vez senti inveja quando ele trazia as conquistas dele pro apê pra transar. Ele até me apresentava umas minas, mas por causa da minha timidez e da vontade de voltar pro meu país, elas não me davam bola. Pra minha raiva, quando ele se trancava no quarto com a conquista da vez, fazia as paredes tremerem. Meu consolo era bater uma punheta ouvindo o show de gemidos.
O melhor amigo do Alfredo era o Vicente, também estudava com a gente, mas dois anos mais avançado. Naquela época ele tinha 20 anos, a gente se dava bem e ele me ajudava com as matérias que eu não entendia, era tipo meu tutor. Como ele morava com os pais, passava o tempo todo no nosso apartamento. Não pagava aluguel, mas sempre trazia comida e bebida. O corpo do Vicente é muito parecido com o meu, a única diferença é que eu sou loiro de olhos claros e ele é moreno de olhos castanhos. De resto, muito parecidos, era comum a gente trocar de roupa.
Apesar dos meus dois amigos, a ideia de voltar pra minha Córdoba tava sempre presente, e ainda mais quando eu repeti a matéria de sistemas de representação gráfica. Foi aí que aconteceu o impensável, que acabou fazendo com que eu tivesse contando essa história pra vocês: minha mãe viajou pra me visitar e me ajudar a seguir em frente.
O Vicente me emprestou o Fusca dele pra ir buscar ela no aeroporto. Quando a gente se encontrou, ficamos abraçados por uns 15 minutos e choramos mais um pouco. Ela sempre teve pavor de avião, era a primeira vez que viajava num, e eu valorizei pra caramba o sofrimento dela de ficar trancada por mais de 10 horas dentro de um. Antes de ir pro apartamento, levei ela pra dar um rolê pela Cidade do México e comer alguma coisa.
Quando a gente tava em casa, apresentei elas pros meus amigos e a mamãe fez uns sanduíches com os salames de Colônia Caroya que conseguiu passar sem tomarem. Depois de comer, como toda mãe, limpou e arrumou o apartamento; quando terminou, a casa era outra. À noite, jantamos uns tacos com cerveja e batemos papo. No meio da conversa, rolou um:
Alfredo, você é muito bonito, meu filho me falou que você era gato, mas não um galã de novela mexicana kkkkkkkkkk
Bom, Sandratu, você não fica pra trás não, é muito gostosa. Em Córdova devem estar chorando porque os anjos estão escapando...
Com aquele elogio, a mãe ficou vermelha, mas a coisa ficou por ali, ninguém deu muita importância.
É um bom momento pra contar que a mamãe tinha 41 anos, loira e de olhos claros como eu, mede 1,74m de altura, tem um corpo magro e com curvas bem definidas, um peitão grande e redondo, barriga chapada, uma raba empinada e pernas longas e torneadas. Ela sempre anda na cara limpa, não usa nem um pingo de maquiagem e se veste com roupas largadas.
Como eu tinha que estudar pra recuperar a matéria que repeti, nos primeiros dias meus amigos fizeram de guia turístico e levaram ela pra conhecer todos os lugares históricos e pontos turísticos. Depois ela já se virava sozinha, fazia as compras e preparava comida caseira pra gente. Quando meus estudos e meu trampo de garçom deixavam, a gente saía pra passear só eu e a mamãe.
Já tinha passado uma semana e faltava um pouco mais de outra semana pra ela ter que voltar. Um dia, Vicente falou pra gente que os pais dele iam visitar parentes em outra província e que ele ia ficar com a casa só pra ele por 3 dias, e que no sábado ia fazer uma festa, pra qual a gente foi convidado. Minha mãe aceitou na hora, toda feliz.
Alfredo e Vicente compraram um monte de bebidas pra festa, como bons mexicanos, não podia faltar as caguamas Carta Blanca e XX, as latas de Tecate, garrafas de mezcal e tequila, e vários sucos pros drinks.
Chegou o sábado e já de tarde, quando a gente chegou, a festa tava começando bem gostosa, com música de Bronco, La Voz de Mando, El Grupo La Firma, Selena, Los Ángeles Azuis, etc.. Já tinha umas 12 pessoas e o povo continuava chegando. Quando o Alfredo viu minha mãe vestida com um vestido preto de alcinha, meio justinho com um decote solto e saia plissada curta que batia no meio das coxas dela, mostrando as pernas bem torneadas, com os pés lindos calçados em sandálias prateadas de salto alto, ele veio na hora cumprimentar a gente e puxou minha mãe pra dançar bem na hora que tava tocando nas caixas "Sergio El Bailador" do Bronco, enquanto ele pegava ela pela cintura e fazia ela girar, pra depois dançar um pouco coladinhos, olhando pra mim e me zoando, como se fosse uma brincadeira, toda vez que a música mencionava meu nome.
Vicente morava em Lomas de Chapultepec, o melhor bairro da Cidade do México, num casarão enorme de dois andares. No térreo, uma sala imensa, uma biblioteca (a do pai dele), uma sala menor para encontros íntimos, o banheiro, a cozinha e o salão de jantar. No andar de cima ficavam os quartos.
Em poucas horas, a festa já tinha mais de 20 convidados e não parava de entrar gente. Passei a noite tirando as amigas do Vicente e do Alfredo pra dançar, mas depois de dançar com todas, fiquei sozinho. Aí a noite me pegou com vários "olhos vermelhos" pra dentro, tentando afogar as mágoas, mas as malditas sabiam nadar. Quando o mundo começou a girar ao meu redor, pra não passar vergonha, fui pro quarto do meu amigo deitar até passar a bebedeira.
Até onde eu sabia, a mamãe tava se divertindo pra caralho, bebia cerveja leve e dançava com meus amigos, com outros caras e até com mulheres. Ela dançava, ria e bebia. Fazia anos que a felicidade não se desenhava naquele rostinho lindo dela. Faziam rodas e batiam palmas, incentivando ela a não parar de dançar. Foi fantástico pra ela se desligar de tanto trabalho e da vida tão rotineira, e curtir sem pensar no amanhã, deixando pra trás a monotonia da vida comum dela.
Quando acordei, tava com dor de cabeça e a boca pastosa. Enquanto descia as escadas, ouvia “Cumbia Coqueta” ao fundo. Na sala grande, tinha um monte de gente conversando, sentada nos sofões largos. Me juntei ao grupo e tentei entrar na conversa, mas não consegui. Falavam de coisas que eu não conhecia e, quando eu metia um comentário, todo mundo me olhava estranho, como se eu fosse o Mr. Bean.
Levantei, comi uns sanduíches, fui no banheiro lavar o rosto, dei uma volta pelo lugar querendo pegar qualquer mina, mas não consegui. Voltei pra sala, comi um burrito e na primeira mordida já queimei o céu da boca. Pra matar o dragão, bebi o primeiro que tava na mão e, sem querer, fiz um fundo branco de mezcal.
Como em nenhum momento cruzei com a minha mãe, decidi ir procurá-la. Quando passei pela sala pequena, ouvi a voz dela. Tentei entrar, mas a porta estava trancada. Bati e a chamei:
Mamãe, sou o Sérgio. Você tá aí?
Voltei a bater e depois de um tempo ouvi ela me responder.
Sim, filho. Espera um pouquinho que já vou abrir pra você...
Tive que esperar quase um minuto pra ela abrir a porra da porta, quando fez isso, me surpreendi ao encontrá-la descalça e com as alças do vestido caídas, a roupa só se segurava graças aos peitões dela, que eram tipo um muro de contenção. Os olhos dela tinham um olhar estranho, o rosto tava corado e os lábios brilhavam como se estivessem molhados.
O que aconteceu com seu vestido?
Ah... as alças se romperam de tanto dançar, mas ainda bem que não deu nada... o vestido tem onde segurar hahaha...
Na salinha estavam sentados Alfredo, Vicente e duas minas muito gostosas, todos me olhando como se tivessem aprontado alguma e não quisessem que eu descobrisse.
Mãe, já está muito tarde. Quer voltar pro apartamento?
Mas se é cedo, a festa ainda não acabou, tô me divertindo pra caramba com eles, a gente tá batendo um papo gostoso...
Vicente comentou:
Cara, não se preocupa com o horário, quando a festa acabar você pode usar meu carro pra levar a Sandra...
Viu, filho? Não se preocupa com o horário, volta pra festa que tem um monte de mina gostosa...
Mamãe me deu um beijo e fechou a porta na minha cara. Fiquei parado um tempão sem me mexer, tentando ouvir o que tava rolando atrás daquela porta, mas dessa vez falavam baixo e eu não entendia nada.
Fui pra parte da casa onde tinha mais gente e comecei a dançar, comer e beber, até que passei mal de novo e subi pro quarto do Vicente pra vomitar. Fiquei mais de meia hora abraçado com o vaso sanitário, pálido, todo suado. Quando me levantei, percebi que minha camisa estava manchada de vômito. Lavei ela na pia do banheiro e aproveitei pra me limpar. Procurei no armário do meu amigo e peguei uma camiseta dele, me joguei na cama pra descansar um pouco e acabei dormindo de novo.
Quando acordei, o relógio marcava 2 da madrugada, desci pra sala e já não tinha ninguém, só restos de garrafas, copos vazios, latas amassadas e um silêncio de cemitério.
Cadê todo mundo? Será que aconteceu alguma coisa? Já foram todos embora? E cadê minha mãe?
Eu me perguntava em voz baixa.
Sentei um tempão no sofá até meus olhos se acostumarem com a escuridão. De longe, ouvia um murmúrio de pessoas, fiquei na dúvida se aquele som vinha da rua ou era da casa. Caminhei até a salinha, a porta estava aberta e era o único lugar da casa com as luzes acesas. Lá dentro estavam os mesmos de antes: Vicente e as duas gostosonas sentadas no sofá, Alfredo e minha mãe num sofá de dois lugares, rindo e bebendo tequila.
Com muito custo conseguia andar reto, me apoiei como pude na porta, mamãe ao me ver, se separou na hora dizendo:
Filho, você tá um bagaço...
Sim... não tô me sentindo bem...
Tá bêbado!.. nem consegue falar direito, a língua tá travando...
Tô bem, Vicente, me dá as chaves pra gente ir pro apartamento...
Nesse estado, tu não pode ir pra lugar nenhum, olha como tu tá...
Enquanto minha mãe me xingava, as garotas caíam na gargalhada.
Cuatacho, descansa na biblioteca, que tem um sofá enorme, dorme um pouco e quando melhorar te levo... vai lá, Alfredo, você que é forte, leva ele.
O Vicente não terminou de me dizer isso, porque mamãe e o Alfredo me pegaram cada um de um braço e me levaram até aquele lugar, me deitaram, mamãe me acariciou e pediu pra eu descansar depois de me beijar na testa.
A biblioteca ficava atravessando a sala grande, mas de frente pra sala pequena.
Cochilava de vez em quando, até que a vontade de vomitar me acordava. Como tava com sede, me levantei pra procurar uma garrafa d'água ou suco. Lá no fundo ainda dava pra ver gente, mas sem fazer barulho. Como não achei nada "bebível", fui pra cozinha. Quando voltei, me joguei no sofá. A tontura não deixava eu andar direito, esbarrava em tudo.
Eu dormia por uns intervalos curtos de alguns minutos, percebi pelos pulos nas conversas que eles tinham. Num momento da madrugada, ouvi a voz da mamãe que, entre risadas, tava contando alguma coisa. Os outros também estavam conversando, e isso dificultou entender o que ela dizia. Eu tava com uma ressaca que me matava, mas os outros estavam bêbados e desinibidos.
Tavam jogando verdade ou consequência, uma das minas perguntou pra minha mãe:
Quanto tempo faz que você não transa com um homem?
Todos se calaram e olharam pra minha mãe. Como ela não respondia, incentivaram ela a fazer isso.
Vamos, Sandra, fala!.. é só uma pergunta, a consequência pode ser bem gostosa kkkk
Mmm... vão rir de mim...
Qual é... vai, Sandra, conta pra gente...
Não levo a conta, mas o Sergito tinha uns 12 anos quando tava com meu último namorado... isso dá... deixa ver... 6 anos...
Todo mundo ficou chocado, ninguém se atrevia a soltar uma palavra. Uma das minas falou:
Isso não é possível...
Eu, se passo três dias sem dar alegria pra minha bucetinha, eu morro kkkk
Respondeu a outra.
Voltei a dormir. Quando acordei, não estavam nem o Vicente nem as duas garotas, só o Alfredo e a mamãe deitados no sofá, bem juntinhos um do outro, se beijando com paixão. O bater acelerado do meu coração me mantinha acordado.
Alfredo desceu com seus beijos molhados pelo pescoço da mãe, depois de um tempo os beijos viraram mordidas, chupões, ela gemia e inclinava a cabeça pra trás pra dar mais espaço da pele dela pra ser colonizada pela boca dele...
Minhas pálpebras se fecharam de novo, quando se abriram quase tive um infarto, mamãe estava parada completamente pelada com o vestido aos pés, não podia acreditar nas tetas enormes que ela tinha, eram fantásticas, duras, redondas, com mamilos longos e rosados, a raba dela simplesmente majestosa, na frente dela sentado estava Alfredo com seu corpo musculoso e o pau apontando pro teto, não era muito comprido mas extremamente grosso, parecia um barril em miniatura, ela se ajoelhou e mal conseguia enfiar na boca, passava a língua por todos os lados, especialmente na cabeça, ela tentava envolver o pau com a mão mas a grossura era descomunal, os dedos não davam conta de cobrir a circunferência, olhando fixamente praquele pau extraordinário, ela fez uma punheta numa velocidade bestial.
Para você, vou gozar meu leite...
Disse segurando a cabeça dela com as duas mãos e forçando-a a se levantar até ficar na altura dela e a beijou.
Senta em cima que eu vou regar essa secura...
hahahahahahaha
Ela estava ansiosa, mas decidida. Abriu as pernas e, apoiando os joelhos nos almofadões de cada lado dele, foi descendo devagar a pélvis até que a buceta dela engoliu como pôde aquele monstro. Quando a bunda dela encostou nas bolas dele, ficou parada um bom tempo pra buceta dela se acostumar com a grossura daquela pica, tempo que Alfredo aproveitou pra chupar os peitos dela. Devorava com fome, apertava com as duas mãos e dava sugões sonoros.
De onde eu estava, via a bunda magnífica, começando a subir e descer devagar, curtindo a cavalgada que ia ganhando velocidade.
Ahhhhhhhhhhh....que picaaaa... uffffffff... é maravilhosa...
Ela gemia sem controle, pulando naquela pica, não sei quanto tempo passou, mas pareceu interminável.
Uma das minas apareceu pra pegar uma camisinha na bolsa, quando viu o auê, chegou na minha mãe e deu um tapão forte na bunda dela. Quando a mamãe reclamou, a mina enfiou a língua na boca dela enquanto acariciava um peito, e pra minha surpresa, aquele beijo foi correspondido.
Aproveita, Sandra, você merece uma buceta boa como a do Alfredo, é sensacional, já experimentei.
Logo em seguida, ela foi embora do mesmo jeito que veio e subiu as escadas. Alfredo só soltava as tetas gostosas dela pra abraçá-la por trás e apertá-la contra ele, ela tentava segurar os gemidos sem sucesso e de vez em quando olhava pra onde eu tava, mas a penumbra da biblioteca me protegia. Alfredo jogou o corpo dele por cima dela e conseguiu deitá-la de costas no sofá, se ajeitou melhor e meteu nela feito um selvagem, amassando as tetas dela o tempo todo.
A buceta tinha uma fina tira de pelos loiros que contrastava com o tom cobre da vara invasora. Quando ele esmagou o corpo contra o dela, a mãe o envolveu com as pernas, cruzando os tornozelos por cima do quadril de Alfredo, o ritmo aumentava, os dedos dos pés dela se fechavam, as penetrações eram profundas, até o fundo da concha dela, uma vez e outra.
Brrrrrrrr...auughhhhhhhhhhh...
Ele gemeu, indicando que tinha gozado dentro dela. Naquele instante, me senti flutuar e apaguei pela enésima vez. Quando acordei, já era de manhã e o sol entrava pelas janelas. Uma dor de cabeça forte ainda me atormentava, meu corpo todo doía, a boca estava seca e o estômago embrulhado. Minhas pernas mal tinham força para me manter em pé. Me levantei, rezando para que tudo não passasse de um pesadelo nojento. Meu coração batia acelerado. Tinha roupa pra todo lado, de homem e de mulher. No sofá da sala pequena, Alfredo e mamãe dormiam, completamente pelados. Ela estava meio de lado, recostada nele. Do lado da bunda gostosa, estava o pau imponente, até em repouso dava medo. Me aproximei com cuidado, sem fazer barulho pra não acordá-los. Parei do lado do sofá e observei que a buceta estava avermelhada, inflamada, bem aberta e escorrendo porra.
Mamãe dormia com cara de satisfação, pelo corpo todo tinha hematomas, marcas roxas causadas pelos chupões fortes, principalmente no pescoço e nos peitos. Do chão peguei a calcinha fio dental e o sutiã dela, levei até meu nariz pra encher os pulmões com aquele cheiro gostoso. Como uma pequena vingança, escondi o sutiã atrás de uns livros e guardei a calcinha no bolso da calça.
Não quis continuar olhando, virei o rosto com os olhos cheios de lágrimas e enjoado com a cena e a ressaca, subi as escadas e num dos quartos o Vicente estava com as duas minas transando, não tive outra opção senão voltar pra biblioteca antes de alertar todo mundo que eu tava acordado e passar vergonha, o único que não conseguiu comer ninguém e pra piorar ainda meteram na minha mãe.
Por sorte, assim que deitei no sofá, apaguei na hora. Um grito de mulher me acordou; quando abri os olhos, deviam ser umas 10 da manhã. Minha mãe tava de quatro, apoiada no encosto do sofá, e estavam arrombando a buceta dela. Mas tinha algo estranho. Esfreguei os olhos e levantei a cabeça pra ver melhor: quem tava atrás da minha mãe não era o Alfredo, era o Vicente, metendo nela sem parar. As tetas dela balançavam no ritmo das porradas, igual sino chamando pra missa. O Alfredo devia estar com as duas garotas. Ela gritava, mas não fazia nada pra evitar a enrabada; pelo contrário, levantava ainda mais a bunda pra receber melhor a pica. As mãos do Vicente amassavam as tetas dela.
Do México você vai voltar comida como uma mulher como você sempre deveria estar...
Siiiiiiiiiiiiiiiiiii...
Você volta pra mim com os buracos bem abertos... e quem sabe com um moleque de brinde hahaha...
Preferi não continuar olhando. Ao meio-dia, quando levantei, minha cabeça estava explodindo. Andei pela casa e na cozinha encontrei a mamãe, sorrindo, exultante. Ao me ver, acenou com a mão e disse.
Não te dá vergonha ter ficado bêbada... vem sentar com a gente que eu preparo um café da manhã pra você, assim melhora essa cara...
Sentadas à mesa, estavam as duas garotas vestidas só com uma camiseta do Vicente, meus dois "amigos" de short e a mãe com o vestido bem judiado e os peitos balançando, sem sutiã pra segurar. Um sorriso safado estava no rosto de todo mundo, menos de quem tá escrevendo.
Amorzinho da mamãe, toma o café assim pra você despertar...
Vamos pra casa, já é muito tarde... ou cedo... já nem sei que merda tô falando...
Mas, mano, qual é a pressa se meus pais só vêm daqui a dois dias?
É que eu tenho muito que estudar...
Sem problema, então eu fico esses dias aqui assim a gente te deixa o apê só pra estudar sossegado...
Não quis nem que me levassem, saí quase correndo e peguei um ônibus. Passei os dias seguintes lembrando de tudo que tinha visto, sem entender a mudança da minha mãe e a traição daqueles que se diziam meus amigos.
Na segunda-feira de manhã, quando voltaram, chegaram sorrindo e felizes, mas essa animação durou pouco quando me viram com as malas prontas e eu disse que ia voltar pra Córdoba.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.AutorDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Gus Becker
https://gusbeckerelatos.blogspot.com

Meu nome é Sérgio, tenho 22 anos agora e quando aconteceu o que vou contar, eu tinha 18. Me considero um cara normal, nada fora do comum. Gosto de esporte, sou estudioso e responsável, talvez meio solitário. Meu pai trabalhava pra uma grande empresa de telecomunicações espanhola. Um dia, mandaram ele pra sede original fazer um treinamento e ele nunca mais voltou. A última coisa que soube é que ele formou outra família por lá. Por isso, desde muito novo, fui criado pela minha mãe e pelos meus avós maternos, na cidade de Córdoba, capital da província argentina de mesmo nome.
O nome da minha mãe é Sandra e desde que o filho da puta do meu pai nos abandonou, ela se matou de trabalhar pra tocar a casa pra frente. Ela é médica e, quando tinha consultório ou plantões longos no hospital, me deixava com meus avós, que também ajudavam financeiramente. Nem preciso dizer que ela sacrificou a vida social dela; nos poucos momentos livres que tinha, preferia passar comigo, me levando pra praça, pro cinema, pra caminhar, pra tomar algo ou comer. A gente sempre ia junto. Minha mãe teve uns namorados, mas nenhum homem parecia bom o suficiente pra formar uma família. Nunca nenhum desses caras dormiu em casa. Com uma visão mais adulta, acho que esses caras eram só uma válvula de escape sexual, não acredito que tenha sido algo sério.
Decidi estudiar engenharia igual meu avô, sonhava em ser um profissional pra retribuir pra minha mãe com juros tudo que ela investiu em mim, e não tô falando só de grana, mas das coisas que ela sacrificou, tipo viajar e conhecer lugares novos, se distrair sem ter que pensar em trampar. No ensino médio fui um aluno foda, passava tardes inteiras trancado na biblioteca pública estudando, graças à média alta com que me formei, ganhei uma bolsa pra estudar engenharia civil na Universidade Nacional Autônoma do México, a famosa UNAM.
Minha família, entre alegria e muito choro, comemorou a bolsa que consegui. Minha mãe vendeu o apartamento onde a gente morava e foi morar com meus avós pra poder me dar dinheiro pra sobreviver nos primeiros meses até eu arrumar um trampo pra me manter. No dia 6 de fevereiro de 2016, entrei no avião com mais medo do que esperança. Os primeiros meses foram muito fodas, sofri pra caralho pra me adaptar. Tava muito acostumado a ser o filhinho da mamãe, ter ela do meu lado pra qualquer coisa, contar com o apoio incondicional dos meus avós. Sentia falta dos meus amigos, do cuarteto, da Mona Giménez, do Ulises Bueno, do fernet... A comida mexicana era intragável pra mim, até a água tem pimenta. Quando me fizeram provar "alambre", um prato típico da região, bebi até a umidade das paredes, quase chamei os bombeiros.
Com a minha mãe, a gente conversava toda noite pelo Skype e ela me dava força pra continuar em frente e não desanimar. Por sorte, o Alfredo, meu colega de apartamento, me consolava. A gente tem a mesma idade, mas ele parece mais velho, tem mais de 1,80m, pele morena, cabelo curto, o corpo todo trabalhado na academia. Ele dava aulas de personal trainer e com isso pagava os estudos. É tão simpático quanto mulherengo, não sei como ele faz, mas toda semana tem uma mulher diferente do lado. Confesso que mais de uma vez senti inveja quando ele trazia as conquistas dele pro apê pra transar. Ele até me apresentava umas minas, mas por causa da minha timidez e da vontade de voltar pro meu país, elas não me davam bola. Pra minha raiva, quando ele se trancava no quarto com a conquista da vez, fazia as paredes tremerem. Meu consolo era bater uma punheta ouvindo o show de gemidos.
O melhor amigo do Alfredo era o Vicente, também estudava com a gente, mas dois anos mais avançado. Naquela época ele tinha 20 anos, a gente se dava bem e ele me ajudava com as matérias que eu não entendia, era tipo meu tutor. Como ele morava com os pais, passava o tempo todo no nosso apartamento. Não pagava aluguel, mas sempre trazia comida e bebida. O corpo do Vicente é muito parecido com o meu, a única diferença é que eu sou loiro de olhos claros e ele é moreno de olhos castanhos. De resto, muito parecidos, era comum a gente trocar de roupa.
Apesar dos meus dois amigos, a ideia de voltar pra minha Córdoba tava sempre presente, e ainda mais quando eu repeti a matéria de sistemas de representação gráfica. Foi aí que aconteceu o impensável, que acabou fazendo com que eu tivesse contando essa história pra vocês: minha mãe viajou pra me visitar e me ajudar a seguir em frente.
O Vicente me emprestou o Fusca dele pra ir buscar ela no aeroporto. Quando a gente se encontrou, ficamos abraçados por uns 15 minutos e choramos mais um pouco. Ela sempre teve pavor de avião, era a primeira vez que viajava num, e eu valorizei pra caramba o sofrimento dela de ficar trancada por mais de 10 horas dentro de um. Antes de ir pro apartamento, levei ela pra dar um rolê pela Cidade do México e comer alguma coisa.
Quando a gente tava em casa, apresentei elas pros meus amigos e a mamãe fez uns sanduíches com os salames de Colônia Caroya que conseguiu passar sem tomarem. Depois de comer, como toda mãe, limpou e arrumou o apartamento; quando terminou, a casa era outra. À noite, jantamos uns tacos com cerveja e batemos papo. No meio da conversa, rolou um:
Alfredo, você é muito bonito, meu filho me falou que você era gato, mas não um galã de novela mexicana kkkkkkkkkk
Bom, Sandratu, você não fica pra trás não, é muito gostosa. Em Córdova devem estar chorando porque os anjos estão escapando...
Com aquele elogio, a mãe ficou vermelha, mas a coisa ficou por ali, ninguém deu muita importância.
É um bom momento pra contar que a mamãe tinha 41 anos, loira e de olhos claros como eu, mede 1,74m de altura, tem um corpo magro e com curvas bem definidas, um peitão grande e redondo, barriga chapada, uma raba empinada e pernas longas e torneadas. Ela sempre anda na cara limpa, não usa nem um pingo de maquiagem e se veste com roupas largadas.
Como eu tinha que estudar pra recuperar a matéria que repeti, nos primeiros dias meus amigos fizeram de guia turístico e levaram ela pra conhecer todos os lugares históricos e pontos turísticos. Depois ela já se virava sozinha, fazia as compras e preparava comida caseira pra gente. Quando meus estudos e meu trampo de garçom deixavam, a gente saía pra passear só eu e a mamãe.
Já tinha passado uma semana e faltava um pouco mais de outra semana pra ela ter que voltar. Um dia, Vicente falou pra gente que os pais dele iam visitar parentes em outra província e que ele ia ficar com a casa só pra ele por 3 dias, e que no sábado ia fazer uma festa, pra qual a gente foi convidado. Minha mãe aceitou na hora, toda feliz.
Alfredo e Vicente compraram um monte de bebidas pra festa, como bons mexicanos, não podia faltar as caguamas Carta Blanca e XX, as latas de Tecate, garrafas de mezcal e tequila, e vários sucos pros drinks.
Chegou o sábado e já de tarde, quando a gente chegou, a festa tava começando bem gostosa, com música de Bronco, La Voz de Mando, El Grupo La Firma, Selena, Los Ángeles Azuis, etc.. Já tinha umas 12 pessoas e o povo continuava chegando. Quando o Alfredo viu minha mãe vestida com um vestido preto de alcinha, meio justinho com um decote solto e saia plissada curta que batia no meio das coxas dela, mostrando as pernas bem torneadas, com os pés lindos calçados em sandálias prateadas de salto alto, ele veio na hora cumprimentar a gente e puxou minha mãe pra dançar bem na hora que tava tocando nas caixas "Sergio El Bailador" do Bronco, enquanto ele pegava ela pela cintura e fazia ela girar, pra depois dançar um pouco coladinhos, olhando pra mim e me zoando, como se fosse uma brincadeira, toda vez que a música mencionava meu nome.
Vicente morava em Lomas de Chapultepec, o melhor bairro da Cidade do México, num casarão enorme de dois andares. No térreo, uma sala imensa, uma biblioteca (a do pai dele), uma sala menor para encontros íntimos, o banheiro, a cozinha e o salão de jantar. No andar de cima ficavam os quartos.
Em poucas horas, a festa já tinha mais de 20 convidados e não parava de entrar gente. Passei a noite tirando as amigas do Vicente e do Alfredo pra dançar, mas depois de dançar com todas, fiquei sozinho. Aí a noite me pegou com vários "olhos vermelhos" pra dentro, tentando afogar as mágoas, mas as malditas sabiam nadar. Quando o mundo começou a girar ao meu redor, pra não passar vergonha, fui pro quarto do meu amigo deitar até passar a bebedeira.
Até onde eu sabia, a mamãe tava se divertindo pra caralho, bebia cerveja leve e dançava com meus amigos, com outros caras e até com mulheres. Ela dançava, ria e bebia. Fazia anos que a felicidade não se desenhava naquele rostinho lindo dela. Faziam rodas e batiam palmas, incentivando ela a não parar de dançar. Foi fantástico pra ela se desligar de tanto trabalho e da vida tão rotineira, e curtir sem pensar no amanhã, deixando pra trás a monotonia da vida comum dela.
Quando acordei, tava com dor de cabeça e a boca pastosa. Enquanto descia as escadas, ouvia “Cumbia Coqueta” ao fundo. Na sala grande, tinha um monte de gente conversando, sentada nos sofões largos. Me juntei ao grupo e tentei entrar na conversa, mas não consegui. Falavam de coisas que eu não conhecia e, quando eu metia um comentário, todo mundo me olhava estranho, como se eu fosse o Mr. Bean.
Levantei, comi uns sanduíches, fui no banheiro lavar o rosto, dei uma volta pelo lugar querendo pegar qualquer mina, mas não consegui. Voltei pra sala, comi um burrito e na primeira mordida já queimei o céu da boca. Pra matar o dragão, bebi o primeiro que tava na mão e, sem querer, fiz um fundo branco de mezcal.
Como em nenhum momento cruzei com a minha mãe, decidi ir procurá-la. Quando passei pela sala pequena, ouvi a voz dela. Tentei entrar, mas a porta estava trancada. Bati e a chamei:
Mamãe, sou o Sérgio. Você tá aí?
Voltei a bater e depois de um tempo ouvi ela me responder.
Sim, filho. Espera um pouquinho que já vou abrir pra você...
Tive que esperar quase um minuto pra ela abrir a porra da porta, quando fez isso, me surpreendi ao encontrá-la descalça e com as alças do vestido caídas, a roupa só se segurava graças aos peitões dela, que eram tipo um muro de contenção. Os olhos dela tinham um olhar estranho, o rosto tava corado e os lábios brilhavam como se estivessem molhados.
O que aconteceu com seu vestido?
Ah... as alças se romperam de tanto dançar, mas ainda bem que não deu nada... o vestido tem onde segurar hahaha...
Na salinha estavam sentados Alfredo, Vicente e duas minas muito gostosas, todos me olhando como se tivessem aprontado alguma e não quisessem que eu descobrisse.
Mãe, já está muito tarde. Quer voltar pro apartamento?
Mas se é cedo, a festa ainda não acabou, tô me divertindo pra caramba com eles, a gente tá batendo um papo gostoso...
Vicente comentou:
Cara, não se preocupa com o horário, quando a festa acabar você pode usar meu carro pra levar a Sandra...
Viu, filho? Não se preocupa com o horário, volta pra festa que tem um monte de mina gostosa...
Mamãe me deu um beijo e fechou a porta na minha cara. Fiquei parado um tempão sem me mexer, tentando ouvir o que tava rolando atrás daquela porta, mas dessa vez falavam baixo e eu não entendia nada.
Fui pra parte da casa onde tinha mais gente e comecei a dançar, comer e beber, até que passei mal de novo e subi pro quarto do Vicente pra vomitar. Fiquei mais de meia hora abraçado com o vaso sanitário, pálido, todo suado. Quando me levantei, percebi que minha camisa estava manchada de vômito. Lavei ela na pia do banheiro e aproveitei pra me limpar. Procurei no armário do meu amigo e peguei uma camiseta dele, me joguei na cama pra descansar um pouco e acabei dormindo de novo.
Quando acordei, o relógio marcava 2 da madrugada, desci pra sala e já não tinha ninguém, só restos de garrafas, copos vazios, latas amassadas e um silêncio de cemitério.
Cadê todo mundo? Será que aconteceu alguma coisa? Já foram todos embora? E cadê minha mãe?
Eu me perguntava em voz baixa.
Sentei um tempão no sofá até meus olhos se acostumarem com a escuridão. De longe, ouvia um murmúrio de pessoas, fiquei na dúvida se aquele som vinha da rua ou era da casa. Caminhei até a salinha, a porta estava aberta e era o único lugar da casa com as luzes acesas. Lá dentro estavam os mesmos de antes: Vicente e as duas gostosonas sentadas no sofá, Alfredo e minha mãe num sofá de dois lugares, rindo e bebendo tequila.
Com muito custo conseguia andar reto, me apoiei como pude na porta, mamãe ao me ver, se separou na hora dizendo:
Filho, você tá um bagaço...
Sim... não tô me sentindo bem...
Tá bêbado!.. nem consegue falar direito, a língua tá travando...
Tô bem, Vicente, me dá as chaves pra gente ir pro apartamento...
Nesse estado, tu não pode ir pra lugar nenhum, olha como tu tá...
Enquanto minha mãe me xingava, as garotas caíam na gargalhada.
Cuatacho, descansa na biblioteca, que tem um sofá enorme, dorme um pouco e quando melhorar te levo... vai lá, Alfredo, você que é forte, leva ele.
O Vicente não terminou de me dizer isso, porque mamãe e o Alfredo me pegaram cada um de um braço e me levaram até aquele lugar, me deitaram, mamãe me acariciou e pediu pra eu descansar depois de me beijar na testa.
A biblioteca ficava atravessando a sala grande, mas de frente pra sala pequena.
Cochilava de vez em quando, até que a vontade de vomitar me acordava. Como tava com sede, me levantei pra procurar uma garrafa d'água ou suco. Lá no fundo ainda dava pra ver gente, mas sem fazer barulho. Como não achei nada "bebível", fui pra cozinha. Quando voltei, me joguei no sofá. A tontura não deixava eu andar direito, esbarrava em tudo.
Eu dormia por uns intervalos curtos de alguns minutos, percebi pelos pulos nas conversas que eles tinham. Num momento da madrugada, ouvi a voz da mamãe que, entre risadas, tava contando alguma coisa. Os outros também estavam conversando, e isso dificultou entender o que ela dizia. Eu tava com uma ressaca que me matava, mas os outros estavam bêbados e desinibidos.
Tavam jogando verdade ou consequência, uma das minas perguntou pra minha mãe:
Quanto tempo faz que você não transa com um homem?
Todos se calaram e olharam pra minha mãe. Como ela não respondia, incentivaram ela a fazer isso.
Vamos, Sandra, fala!.. é só uma pergunta, a consequência pode ser bem gostosa kkkk
Mmm... vão rir de mim...
Qual é... vai, Sandra, conta pra gente...
Não levo a conta, mas o Sergito tinha uns 12 anos quando tava com meu último namorado... isso dá... deixa ver... 6 anos...
Todo mundo ficou chocado, ninguém se atrevia a soltar uma palavra. Uma das minas falou:
Isso não é possível...
Eu, se passo três dias sem dar alegria pra minha bucetinha, eu morro kkkk
Respondeu a outra.
Voltei a dormir. Quando acordei, não estavam nem o Vicente nem as duas garotas, só o Alfredo e a mamãe deitados no sofá, bem juntinhos um do outro, se beijando com paixão. O bater acelerado do meu coração me mantinha acordado.
Alfredo desceu com seus beijos molhados pelo pescoço da mãe, depois de um tempo os beijos viraram mordidas, chupões, ela gemia e inclinava a cabeça pra trás pra dar mais espaço da pele dela pra ser colonizada pela boca dele...
Minhas pálpebras se fecharam de novo, quando se abriram quase tive um infarto, mamãe estava parada completamente pelada com o vestido aos pés, não podia acreditar nas tetas enormes que ela tinha, eram fantásticas, duras, redondas, com mamilos longos e rosados, a raba dela simplesmente majestosa, na frente dela sentado estava Alfredo com seu corpo musculoso e o pau apontando pro teto, não era muito comprido mas extremamente grosso, parecia um barril em miniatura, ela se ajoelhou e mal conseguia enfiar na boca, passava a língua por todos os lados, especialmente na cabeça, ela tentava envolver o pau com a mão mas a grossura era descomunal, os dedos não davam conta de cobrir a circunferência, olhando fixamente praquele pau extraordinário, ela fez uma punheta numa velocidade bestial.
Para você, vou gozar meu leite...
Disse segurando a cabeça dela com as duas mãos e forçando-a a se levantar até ficar na altura dela e a beijou.
Senta em cima que eu vou regar essa secura...
hahahahahahaha
Ela estava ansiosa, mas decidida. Abriu as pernas e, apoiando os joelhos nos almofadões de cada lado dele, foi descendo devagar a pélvis até que a buceta dela engoliu como pôde aquele monstro. Quando a bunda dela encostou nas bolas dele, ficou parada um bom tempo pra buceta dela se acostumar com a grossura daquela pica, tempo que Alfredo aproveitou pra chupar os peitos dela. Devorava com fome, apertava com as duas mãos e dava sugões sonoros.
De onde eu estava, via a bunda magnífica, começando a subir e descer devagar, curtindo a cavalgada que ia ganhando velocidade.
Ahhhhhhhhhhh....que picaaaa... uffffffff... é maravilhosa...
Ela gemia sem controle, pulando naquela pica, não sei quanto tempo passou, mas pareceu interminável.
Uma das minas apareceu pra pegar uma camisinha na bolsa, quando viu o auê, chegou na minha mãe e deu um tapão forte na bunda dela. Quando a mamãe reclamou, a mina enfiou a língua na boca dela enquanto acariciava um peito, e pra minha surpresa, aquele beijo foi correspondido.
Aproveita, Sandra, você merece uma buceta boa como a do Alfredo, é sensacional, já experimentei.
Logo em seguida, ela foi embora do mesmo jeito que veio e subiu as escadas. Alfredo só soltava as tetas gostosas dela pra abraçá-la por trás e apertá-la contra ele, ela tentava segurar os gemidos sem sucesso e de vez em quando olhava pra onde eu tava, mas a penumbra da biblioteca me protegia. Alfredo jogou o corpo dele por cima dela e conseguiu deitá-la de costas no sofá, se ajeitou melhor e meteu nela feito um selvagem, amassando as tetas dela o tempo todo.
A buceta tinha uma fina tira de pelos loiros que contrastava com o tom cobre da vara invasora. Quando ele esmagou o corpo contra o dela, a mãe o envolveu com as pernas, cruzando os tornozelos por cima do quadril de Alfredo, o ritmo aumentava, os dedos dos pés dela se fechavam, as penetrações eram profundas, até o fundo da concha dela, uma vez e outra.
Brrrrrrrr...auughhhhhhhhhhh...
Ele gemeu, indicando que tinha gozado dentro dela. Naquele instante, me senti flutuar e apaguei pela enésima vez. Quando acordei, já era de manhã e o sol entrava pelas janelas. Uma dor de cabeça forte ainda me atormentava, meu corpo todo doía, a boca estava seca e o estômago embrulhado. Minhas pernas mal tinham força para me manter em pé. Me levantei, rezando para que tudo não passasse de um pesadelo nojento. Meu coração batia acelerado. Tinha roupa pra todo lado, de homem e de mulher. No sofá da sala pequena, Alfredo e mamãe dormiam, completamente pelados. Ela estava meio de lado, recostada nele. Do lado da bunda gostosa, estava o pau imponente, até em repouso dava medo. Me aproximei com cuidado, sem fazer barulho pra não acordá-los. Parei do lado do sofá e observei que a buceta estava avermelhada, inflamada, bem aberta e escorrendo porra.
Mamãe dormia com cara de satisfação, pelo corpo todo tinha hematomas, marcas roxas causadas pelos chupões fortes, principalmente no pescoço e nos peitos. Do chão peguei a calcinha fio dental e o sutiã dela, levei até meu nariz pra encher os pulmões com aquele cheiro gostoso. Como uma pequena vingança, escondi o sutiã atrás de uns livros e guardei a calcinha no bolso da calça.
Não quis continuar olhando, virei o rosto com os olhos cheios de lágrimas e enjoado com a cena e a ressaca, subi as escadas e num dos quartos o Vicente estava com as duas minas transando, não tive outra opção senão voltar pra biblioteca antes de alertar todo mundo que eu tava acordado e passar vergonha, o único que não conseguiu comer ninguém e pra piorar ainda meteram na minha mãe.
Por sorte, assim que deitei no sofá, apaguei na hora. Um grito de mulher me acordou; quando abri os olhos, deviam ser umas 10 da manhã. Minha mãe tava de quatro, apoiada no encosto do sofá, e estavam arrombando a buceta dela. Mas tinha algo estranho. Esfreguei os olhos e levantei a cabeça pra ver melhor: quem tava atrás da minha mãe não era o Alfredo, era o Vicente, metendo nela sem parar. As tetas dela balançavam no ritmo das porradas, igual sino chamando pra missa. O Alfredo devia estar com as duas garotas. Ela gritava, mas não fazia nada pra evitar a enrabada; pelo contrário, levantava ainda mais a bunda pra receber melhor a pica. As mãos do Vicente amassavam as tetas dela.
Do México você vai voltar comida como uma mulher como você sempre deveria estar...
Siiiiiiiiiiiiiiiiiii...
Você volta pra mim com os buracos bem abertos... e quem sabe com um moleque de brinde hahaha...
Preferi não continuar olhando. Ao meio-dia, quando levantei, minha cabeça estava explodindo. Andei pela casa e na cozinha encontrei a mamãe, sorrindo, exultante. Ao me ver, acenou com a mão e disse.
Não te dá vergonha ter ficado bêbada... vem sentar com a gente que eu preparo um café da manhã pra você, assim melhora essa cara...
Sentadas à mesa, estavam as duas garotas vestidas só com uma camiseta do Vicente, meus dois "amigos" de short e a mãe com o vestido bem judiado e os peitos balançando, sem sutiã pra segurar. Um sorriso safado estava no rosto de todo mundo, menos de quem tá escrevendo.
Amorzinho da mamãe, toma o café assim pra você despertar...
Vamos pra casa, já é muito tarde... ou cedo... já nem sei que merda tô falando...
Mas, mano, qual é a pressa se meus pais só vêm daqui a dois dias?
É que eu tenho muito que estudar...
Sem problema, então eu fico esses dias aqui assim a gente te deixa o apê só pra estudar sossegado...
Não quis nem que me levassem, saí quase correndo e peguei um ônibus. Passei os dias seguintes lembrando de tudo que tinha visto, sem entender a mudança da minha mãe e a traição daqueles que se diziam meus amigos.
Na segunda-feira de manhã, quando voltaram, chegaram sorrindo e felizes, mas essa animação durou pouco quando me viram com as malas prontas e eu disse que ia voltar pra Córdoba.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.AutorDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Gus Becker
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3 comentários - Bolsista Gostoso