Beleza, só esclarecendo que essa saga não é minha, eu li e gostei tanto que resolvi postar ela...
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Domingo às 9 da manhã, a campainha tocou. Era minha putinha.
Eu – Fala, Eva, não tínhamos combinado pra hora da sesta? Não quero que seus pais...
Eva – Eles foram pra cidade, pegar umas coisas que esqueceram. Só voltam à noite. Ouvi você combinando com seus amigos. Falei que tinha que estudar. Só preciso ir na missa do meio-dia, caso o padre pergunte.
Eu – Haha, parece que tá ansiosa. E o que você quer fazer nesse horário? – Ela me olhou com cara de safada.
Eva – Foder?
Eu – Haha, isso, é assim que se fala. – Ela ainda estava na porta, vestindo um shortinho verde e uma camiseta com um decote. Dava pra ver os bicos duros, sem sutiã. Tirei uma foto com o celular pra minha coleção.
Eu – Beleza, vamos. Tenho que ir comprar umas coisas. – Ela me olhou contrariada.
Eva – Tá, espera eu subir pra trocar de roupa.
Eu – Não, quero ver como você esquenta os caras.
Eva – Mas no bairro...
Eu – Relaxa, vamos no shopping da Callao. Ninguém vai te reconhecer.
Mandei ela entrar por um minuto, sentei no sofá e chamei ela pra perto. Abaixei o shortinho dela até ver a buceta, dava pra sentir o calor que saía. Peguei um marcador e escrevi "puta" bem em cima da buceta dela. Levantei o short de novo, peguei as chaves do carro e saímos. Ela tava nervosa.
Eva – Nunca saí na rua sem suti...
Eu – Vai ter que se acostumar. Quero que você descubra o poder que tem sobre os homens.
Chegamos no shopping, subimos pela escada rolante até a seção jovem. Ela me olhou estranho. Eram nove e meia, quase não tinha ninguém. Os vendedores não demoraram nem dois minutos pra notar minha acompanhante jovem e vieram correndo, olhando disfarçadamente pros peitos dela que balançavam no menor movimento.
Vendedor – Oi, posso ajudar?
Eu – Sim, queria umas roupas de verão pra menina. Você sabe como elas crescem nessa idade, as roupas vão ficando pequenas de um ano pro outro. – O vendedor sorriu, segurando vários comentários, todos eles inadequados. Seguro. Eva tava cada vez mais vermelha, tentando não se mexer, tinha notado que quando as tetinhas jovens dela balançavam, todos os olhos iam direto pra elas sem nenhum pudor.
Vendedor – Que tipo de roupa?
Eu – Camisetas e shorts desses curtinhos que usam agora, ela tem um corpo bonito, gosta de mostrar com o calor. – O vendedor nos levou pra uma área onde tinha montes de cabides com o que eu tinha falado. Agradeci o vendedor e falei que a gente chamava ele.
Eva – Acho que meu pai não vai gostar dessa roupa...
Eu – Nem que você me chupe a pica, mas a gente não vai contar, né?
Ela sorriu, escolheu umas paradas. Eram do tipo meio elástico. Me olhou esperando minha aprovação.
Eu – Não, putinha, sabe o que vai acontecer se você vestir isso?
Eva – Que vai marcar muito.
Eu – O quê?
Eva – Meu corpo.
Eu – O quê?
Ela me olhou sabendo o que eu esperava.
Eva – Minhas tetas.
Eu – E mais o quê?
Eva – Minha buceta.
Eu – Beleza, já sabe como eu gosto que você fale.
Eva – Tô muito molhada, vamos pra sua casa, por favor.
Eu – Ainda não. – Escolhi umas duas ou três coisas pra ela e fomos pros provadores enquanto eu falava...
Eu – A ideia, putinha, é insinuar, esquentar, nunca mostrar, é muito melhor que imaginem do que vejam sua racha marcada. Isso é coisa de puta.
Eva – E não é o que eu sou?
Eu – Não, você é uma mulherzinha, você ser uma putinha pra mim não quer dizer que seja pros outros, pelo menos nesse sentido, embora você vá aprender a esquentar mas com uma certa elegância, já vai ver. Mandei ela parar no corredor e tirei mais umas fotos dela. Dentro do provador, mandei ela se despir devagar enquanto eu tirava mais fotos, quando ela tirou a camiseta quase não me segurei, os peitos dela me deixavam louco. Continuei brincando com ela vestindo os modelitos... posando pra mim com o melhor dos sorrisos, empinando o peito, brincando com os biquinhos... Quando terminou, mandei ela ficar nua, peguei a roupa, incluindo a dela, e fiz menção de sair.
Eva – Minha roupa, por favor.
Eu – Não, você vai ficar aqui nua por um tempo, assim vai aprender a confiar. em mim.
Eva — Mas não pode fazer isso, nua numa loja sem celular, no centro de Madri, e com isso escrito sobre...
Eu — Sobre o quê?
Eva — Sobre minha buceta.
Eu — Claro que posso — Saí e deixei ela lá, ouvi ela colocar o trinco. Dei uma volta na seção de roupas jovens por 15 minutos. O vendedor me olhava estranho, olhando pros provadores, pensando em entrar, com certeza. Peguei mais umas peças e fui até a Eva.
Ela me abriu, muito nervosa.
Eva — Achei que não voltasse.
Eu — Hahaha, putinha, como ia te deixar aqui? Quer sua roupa?
Eva — Sim.
Eu — Certo, de agora em diante, sempre que quiser algo de mim, vai ter que fazer alguma sacanagem ou se oferecer pra fazer.
Eva — Quer me foder aqui?
Eu — Não, isso depois. Quero que você chupe minha pica, e faz direito, porque depois vou limpar minha pica na sua camiseta. Se deixar o menor resquício de porra, você sai daqui com a camiseta manchada e passa a manhã no shopping pra todo mundo ver o quão putinha você é. Ela se ajoelhou e enfiou minha pica na boca. Mandei ela ficar de lado pro espelho. Dava pra ver os peitos dela balançando, a carinha de menina boa com minha pica na boca, a bunda um pouco levantada...
Eu — Olha no que você está se transformando — Ela se viu no reflexo, parou de chupar por um instante, mas continuou enquanto se olhava... começou a brincar com os peitos, apertando eles.
Eu — Umm, que puta você é, adoro isso. — Ela chupava e chupava... eu comecei a tirar fotos dela. Assim que viu o celular, parou de chupar e sorriu pra câmera, com a pica a dois centímetros da boca.
Eu — Você gosta, hein?
Eva — Adoro, goza pra mim, por favor, quero seu leite...
Eu — Com prazer, chupa mais forte e acaricia bem de leve minhas bolas que sai mais...
Não aguentei muito mais, comecei a gozar, ela literalmente sugava minha pica. Quando terminei, ela apertou de leve minha pica pra sair as últimas gotas...
Eu — Boa, putinha, agora lambe toda minha pica e minhas bolas, deixa tudo bem limpinho.
Deixei ela assim uns cinco minutos, era uma delícia ver. A língua rosada dela nas minhas bolas e no meu pau, comecei a ficar duro de novo, então parei.
Eu – Chega.
Dei dinheiro pra ela na saída do provador e mandei ela pagar sozinha, já tinha três vendedores juntos, sem dúvida sabiam o que tinha rolado, a gente tinha passado mais de 45 minutos pra duas calças e duas camisetas. Ela já não se intimidava, foi andando na direção deles toda natural enquanto eles olhavam pras tetas dela quando se aproximou, pagou com aquele sorrisinho de menina boazinha. Depois veio até mim.
Eu – Já tomou café, putinha?
Eva – Mais ou menos – piscando o olho.
Eu – Haha, não, tô falando do outro café.
Fomos pra cafeteria, eu precisava de um café, enquanto comíamos a gente conversava como dois bons amigos.
Eva – Tô amando tudo isso.
Eu – Gostou do leite?
Eva – É estranho, é forte mas eu gosto, antes achava que ia ter nojo quando via nas fotos, mas agora tô doida pra chupar você de novo.
Eu – Bom, porque assim que você começar as aulas, vai falar pros seus pais que entra uma hora antes, desce lá em casa e me acorda com um boquete bem dado, quero gozar nessa boquinha toda manhã enquanto tomo meu café, que aliás, você vai preparar.
Eva – Vai ser um prazer, sem problema com o horário, eles saem de casa umas oito menos pouco, dá tempo.
Eu – Beleza, e tira uma cópia das chaves da sua casa.
Eva – Pra quê?
Eu – Confiança, putinha, já te falei que você teria que confiar em mim 100%. Você é minha putinha, minha putinha, suas tetas e sua buceta são minha propriedade, ainda não entendeu?
Eva – Cada vez que você fala essas coisas eu fico mais molhada ainda.
Eu – Agora vou foder essa bucetinha virgem, mas antes vamos num lugar. Mandei ela ir num banheiro se limpar daquela porra de putinha, demorou um pouco mas no fim saiu.
Eva – Não tinha quem tirasse.
Levei ela num centro de depilação que ficava uns andares abaixo, mandei depilar a buceta completamente, queria ela lisinha que nem de menina, dei dinheiro e marquei de encontrar ela uma hora depois.
Eva – Que vergonha, acho que a moça Ela era lésbica, chamei uma amiga pra me ajudar. Depois me passaram um creme pra não irritar e as duas me aplicaram de vez em quando, acho que gozei.
Eu — Haha, vamos lá, onde você quer perder a inocência?
Eva — Acho que já perdi.
Eu — É, me conta.
Eva — Na cama dos meus pais.
Eu — Que puta você é, onde seu pai deixa sua mãe mal comida?
Eva — Era a cama da minha avó, acho que ela perdeu a virgindade nela, e minha mãe também, é justo, né?
Eu — Sim, com certeza seu pai concorda que a princesinha dele seja comida na mesma cama, ligamos pra ele e perguntamos?
Eva — Melhor não — disse rindo.
Chegamos em casa, subi no meu apartamento pra pegar minha câmera de vídeo, queria imortalizar o momento.
Mandei ela se despir completamente e sentar na frente da câmera, indiquei o que ela devia dizer.
"Oi mãe, hoje é o dia, eu sei que você esperava que eu fosse virgem até casar, mas depois de ler seu diário decidi que não queria a mesma coisa, foder escondido, com roupa... sim, eu li, desculpa, você não escondeu muito bem. O diário não está mais, você já deve ter descoberto, eu dei pro Carlos, sim, o vizinho. Aquele que você e papai gentilmente convidaram pra casa, aliás, obrigada. Essa fita vai estar no lugar dela, quando você ver pode mostrar pro papai, ou descer pra pedir seu diário, a partir daí é problema seu. Vou indo, preciso da pica dele, desde ontem ele me usa como quer e eu não consigo parar, já aprendi um monte de coisas e ele me deixa escorrendo o dia inteiro, me faz falar putaria, chupar ele, engolir o leite dele, e hoje, hoje ele vai meter a pica enorme dele na minha bucetinha, olha, me fez depilar ela toda."
Ela se levantou mostrando o corpo nu, até aquele momento eu só focava no rostinho dela, aumentei o enquadramento pra pegar a cama toda. Ela se deitou de lado pra câmera, os peitos se espalharam pelo corpo... a bucetinha dela tava toda molhada, me abaixei e dei umas lambidas... Ela agarrou minha cabeça e afastou da boceta dela.
Eva — Por favor, isso depois, preciso da sua pica, agora, dentro. de mim.
Coloquei meu pau na buceta dela, molhada, deslizando a ponta da cabecinha pela frestinha dela até achar o buraquinho. Ela fechou os olhos, ofegando um pouco.
Eu — Não, abre os olhos, quero que veja quem tá te fodendo, quem mete o pau na sua buceta pela primeira vez...
Ela abriu os olhos, eu empurrei um pouco sentindo a cabeça do meu pau entrar, ela arregalou os olhos e me olhou... continuei empurrando, ela tava encharcada... sentia a buceta dela abrindo caminho pro meu pau, tava apertado mas dava pra sentir cedendo, não parecia nervosa, cheguei no hímem dela, intacto, que delícia, não parei... empurrei mais um pouco e ela arregalou ainda mais os olhos, a boca soltando um gemido e cravou as unhas nas minhas costas, continuei... meu pau entrou até o fundo, senti minhas bolas encostando na buceta dela. Fiquei parado um minuto. Comecei um vai e vem bem devagar, tirava tudo e metia de novo, ela cada vez gemia mais, fui aumentando o ritmo, metendo cada vez mais forte, peguei ela pelos joelhos e levantei até a altura dos ombros pra meu pau entrar mais fundo. Ela começou a gozar, continuamos assim por um tempo. Ela gozou várias vezes entre gemidos, e um "sim, sim, mais... por favor... não para... que pau..." Eu gozei, como não gozava há anos, senti meu saindo lá do fundo das minhas bolas pra dentro da buceta dela, como se inundasse ela, como a buceta dela já bem molhada ficava ainda mais molhada com meu gozo... caímos exaustos na cama, ela procurou minha boca e me beijou com força, nos abraçamos... sentia a respiração dela ofegante, os peitos dela contra os meus...
Eva — Obrigada — sussurrou no meu ouvido.
Tirei meu pau e ela se abaixou pra lamber, foi deixando ele completamente limpo...
O telefone na mesinha tocou.
Eva — Alô?
— Papai? ah, oi!.
Nada, fiquei um pouco dormindo estudando.
Enquanto ela falava, me aproximei e peguei nos peitos dela, brincando com os dois de leve
— Não, ainda não fui, vou na da uma.
— Sim, sem falta,
Te amo, um beijo.
Desligou, e eu vendo ela falando com o papai fiquei duro de novo vez.
Eva – E agora?
Eu – Você sabe.
Eva – Minha bunda – disse ela, me olhando com medo.
Eu – Exato.
Eva – Vai doer?
Eu – Não, só um pouco. Você está bem relaxada, percebi quando te desvirginei.
Eva – É, não sei por quê, tô bem tranquila.
Eu – Ótimo, então vamos mostrar pra mamãe como a filhinha dela recebe pica no cu.
Ela olhou pra câmera surpresa, tinha esquecido dela. Sorriu.
Eva – Beleza, o que eu faço?
Eu – Fica de quatro, olhando pra câmera. Prende o cabelo num rabo de cavalo pra você se segurar. Depois quero ver sua cara e seus peitos balançando.
Eva – Tem algum lubrificante?
Eu – Do jeito que sua buceta tá escorrendo, isso já basta.
Comecei a enfiar dois dedos na buceta dela, pegando os sucos, e meti primeiro um dedo no cu, depois dois. Tive que dar um tapa pra ela relaxar o rabo...
Eu – Beleza, putinha, sabe o que vem agora?
Eva – Sim.
Eu – O quê?
Eva – Vai desvirginar meu cu?
Eu – Com o quê?
Eva – Essa pica que eu adoro.
Me coloquei atrás dela e enfiei a pica na buceta pra lubrificar bem...
Eu – Quem ligou antes?
Ela me olhou.
Eu – Quero que você fale enquanto eu te como. Eu gosto, vai te fazer sentir mais puta. Além de estar fodendo na cama do teu pai, você tá gravando, e agora quero que você converse com minha pica no teu cu.
Eva – Meu pai.
Coloquei a pica na entrada do cu dela e empurrei um pouco. Custou a entrar, mas no final meti a ponta.
Eva – Ai, dói um pouco.
Ignorei e continuei empurrando.
Eu – E o que o pai queria da filhinha dele?
Eva – Que eu fosse à missa.
Eu – Ah, claro, isso é bom. E o que vocês fazem lá?
Eva – Rezar, ouvir o padre. – A voz dela tremia.
Eu – Ah, então não vamos decepcionar o papai. Reza alguma coisa, um Pai-Nosso.
Eva – Como???
Eu – Olha, começa. Se parar, vou enfiar a pica de uma vez e vai doer bem mais. Enquanto você continuar rezando, vou fazendo devagar.
Ela começou...
Eva – Pai nosso...
Continuei enfiando devagar. Ela seguia com a voz trêmula... às vezes parava e eu apertava os peitos dela, tirando a pica um pouco, como se fosse enfiar tudo de uma vez, e ela logo continuava...
Quando já Estavam três quartos pra dentro, caiu, apertei os peitos dela... ela se virou e me olhou...
Eva — Clávamela, vamos!! até o fundo!!
Eu ri, e com um empurrão forte fiz o que ela pedia. Ela uivou, eu tirei rapidinho e enfiei de novo até o fundo, ela uivou de novo, eu tirei outra vez...
Eva — Deus!! como dói!! não para!!! fode meu cu, seu filho da puta!!! você é um puta pervertido, aqui enrabando uma pobre menina!!, porra que gostoso!!! que pau!! eu amo!! mais!! mais forte!!! arrebenta ele, seu filho da puta!!!! — ela se remexia — Uivava sem parar de falar — Filho da puta, meu cu, você vai arrebentar ele!!! continua!!! fode ele, pra eu não conseguir sentar por uma semana!!! — Continuei enrabando ela mais e mais até não aguentar mais e gozei. Ela se deixou cair na cama, tirou devagar o pau do cu e ficou um tempo quieta...
Eva — Porra, que transa.
Eu — Sim, você é uma puta completa.
Eva — E agora?
Eu — Agora você vai limpar meu pau como sempre.
Eva — Do meu cu? me dá um pouco de nojo.
Eu — Não tô nem aí.
Ela se abaixou e lambendo deixou ele impecável de novo.
Eu — Beleza, agora pra missa, sua puta.
Eva — Vou tomar um banho.
Eu — Não, quero que você vá com todos os seus buracos transbordando de porra. E coloca uma daquelas calcinhas grandes da sua mãe, pra ficarem bem encharcadas com seus sucos e meu sêmen.
Ela foi até uma gaveta, pegou umas que me pareceram enormes...
Eva — Acho que não vai ser suficiente, vai escorrer pelas minhas pernas.
Eu — Beleza, coloca uma saia longa.
Eva — Ok
Ela foi pro quarto dela e depois de um tempo apareceu vestida como uma menina recatada, se abaixou e me deu um beijo no pau.
Eu — Vem depois na minha casa, vou deixar o CD pronto pra você colocar no esconderijo da sua mãe junto com as calcinhas dela.Autor:LuckmMadrid
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Domingo às 9 da manhã, a campainha tocou. Era minha putinha.
Eu – Fala, Eva, não tínhamos combinado pra hora da sesta? Não quero que seus pais...
Eva – Eles foram pra cidade, pegar umas coisas que esqueceram. Só voltam à noite. Ouvi você combinando com seus amigos. Falei que tinha que estudar. Só preciso ir na missa do meio-dia, caso o padre pergunte.
Eu – Haha, parece que tá ansiosa. E o que você quer fazer nesse horário? – Ela me olhou com cara de safada.
Eva – Foder?
Eu – Haha, isso, é assim que se fala. – Ela ainda estava na porta, vestindo um shortinho verde e uma camiseta com um decote. Dava pra ver os bicos duros, sem sutiã. Tirei uma foto com o celular pra minha coleção.
Eu – Beleza, vamos. Tenho que ir comprar umas coisas. – Ela me olhou contrariada.
Eva – Tá, espera eu subir pra trocar de roupa.
Eu – Não, quero ver como você esquenta os caras.
Eva – Mas no bairro...
Eu – Relaxa, vamos no shopping da Callao. Ninguém vai te reconhecer.
Mandei ela entrar por um minuto, sentei no sofá e chamei ela pra perto. Abaixei o shortinho dela até ver a buceta, dava pra sentir o calor que saía. Peguei um marcador e escrevi "puta" bem em cima da buceta dela. Levantei o short de novo, peguei as chaves do carro e saímos. Ela tava nervosa.
Eva – Nunca saí na rua sem suti...
Eu – Vai ter que se acostumar. Quero que você descubra o poder que tem sobre os homens.
Chegamos no shopping, subimos pela escada rolante até a seção jovem. Ela me olhou estranho. Eram nove e meia, quase não tinha ninguém. Os vendedores não demoraram nem dois minutos pra notar minha acompanhante jovem e vieram correndo, olhando disfarçadamente pros peitos dela que balançavam no menor movimento.
Vendedor – Oi, posso ajudar?
Eu – Sim, queria umas roupas de verão pra menina. Você sabe como elas crescem nessa idade, as roupas vão ficando pequenas de um ano pro outro. – O vendedor sorriu, segurando vários comentários, todos eles inadequados. Seguro. Eva tava cada vez mais vermelha, tentando não se mexer, tinha notado que quando as tetinhas jovens dela balançavam, todos os olhos iam direto pra elas sem nenhum pudor.
Vendedor – Que tipo de roupa?
Eu – Camisetas e shorts desses curtinhos que usam agora, ela tem um corpo bonito, gosta de mostrar com o calor. – O vendedor nos levou pra uma área onde tinha montes de cabides com o que eu tinha falado. Agradeci o vendedor e falei que a gente chamava ele.
Eva – Acho que meu pai não vai gostar dessa roupa...
Eu – Nem que você me chupe a pica, mas a gente não vai contar, né?
Ela sorriu, escolheu umas paradas. Eram do tipo meio elástico. Me olhou esperando minha aprovação.
Eu – Não, putinha, sabe o que vai acontecer se você vestir isso?
Eva – Que vai marcar muito.
Eu – O quê?
Eva – Meu corpo.
Eu – O quê?
Ela me olhou sabendo o que eu esperava.
Eva – Minhas tetas.
Eu – E mais o quê?
Eva – Minha buceta.
Eu – Beleza, já sabe como eu gosto que você fale.
Eva – Tô muito molhada, vamos pra sua casa, por favor.
Eu – Ainda não. – Escolhi umas duas ou três coisas pra ela e fomos pros provadores enquanto eu falava...
Eu – A ideia, putinha, é insinuar, esquentar, nunca mostrar, é muito melhor que imaginem do que vejam sua racha marcada. Isso é coisa de puta.
Eva – E não é o que eu sou?
Eu – Não, você é uma mulherzinha, você ser uma putinha pra mim não quer dizer que seja pros outros, pelo menos nesse sentido, embora você vá aprender a esquentar mas com uma certa elegância, já vai ver. Mandei ela parar no corredor e tirei mais umas fotos dela. Dentro do provador, mandei ela se despir devagar enquanto eu tirava mais fotos, quando ela tirou a camiseta quase não me segurei, os peitos dela me deixavam louco. Continuei brincando com ela vestindo os modelitos... posando pra mim com o melhor dos sorrisos, empinando o peito, brincando com os biquinhos... Quando terminou, mandei ela ficar nua, peguei a roupa, incluindo a dela, e fiz menção de sair.
Eva – Minha roupa, por favor.
Eu – Não, você vai ficar aqui nua por um tempo, assim vai aprender a confiar. em mim.
Eva — Mas não pode fazer isso, nua numa loja sem celular, no centro de Madri, e com isso escrito sobre...
Eu — Sobre o quê?
Eva — Sobre minha buceta.
Eu — Claro que posso — Saí e deixei ela lá, ouvi ela colocar o trinco. Dei uma volta na seção de roupas jovens por 15 minutos. O vendedor me olhava estranho, olhando pros provadores, pensando em entrar, com certeza. Peguei mais umas peças e fui até a Eva.
Ela me abriu, muito nervosa.
Eva — Achei que não voltasse.
Eu — Hahaha, putinha, como ia te deixar aqui? Quer sua roupa?
Eva — Sim.
Eu — Certo, de agora em diante, sempre que quiser algo de mim, vai ter que fazer alguma sacanagem ou se oferecer pra fazer.
Eva — Quer me foder aqui?
Eu — Não, isso depois. Quero que você chupe minha pica, e faz direito, porque depois vou limpar minha pica na sua camiseta. Se deixar o menor resquício de porra, você sai daqui com a camiseta manchada e passa a manhã no shopping pra todo mundo ver o quão putinha você é. Ela se ajoelhou e enfiou minha pica na boca. Mandei ela ficar de lado pro espelho. Dava pra ver os peitos dela balançando, a carinha de menina boa com minha pica na boca, a bunda um pouco levantada...
Eu — Olha no que você está se transformando — Ela se viu no reflexo, parou de chupar por um instante, mas continuou enquanto se olhava... começou a brincar com os peitos, apertando eles.
Eu — Umm, que puta você é, adoro isso. — Ela chupava e chupava... eu comecei a tirar fotos dela. Assim que viu o celular, parou de chupar e sorriu pra câmera, com a pica a dois centímetros da boca.
Eu — Você gosta, hein?
Eva — Adoro, goza pra mim, por favor, quero seu leite...
Eu — Com prazer, chupa mais forte e acaricia bem de leve minhas bolas que sai mais...
Não aguentei muito mais, comecei a gozar, ela literalmente sugava minha pica. Quando terminei, ela apertou de leve minha pica pra sair as últimas gotas...
Eu — Boa, putinha, agora lambe toda minha pica e minhas bolas, deixa tudo bem limpinho.
Deixei ela assim uns cinco minutos, era uma delícia ver. A língua rosada dela nas minhas bolas e no meu pau, comecei a ficar duro de novo, então parei.
Eu – Chega.
Dei dinheiro pra ela na saída do provador e mandei ela pagar sozinha, já tinha três vendedores juntos, sem dúvida sabiam o que tinha rolado, a gente tinha passado mais de 45 minutos pra duas calças e duas camisetas. Ela já não se intimidava, foi andando na direção deles toda natural enquanto eles olhavam pras tetas dela quando se aproximou, pagou com aquele sorrisinho de menina boazinha. Depois veio até mim.
Eu – Já tomou café, putinha?
Eva – Mais ou menos – piscando o olho.
Eu – Haha, não, tô falando do outro café.
Fomos pra cafeteria, eu precisava de um café, enquanto comíamos a gente conversava como dois bons amigos.
Eva – Tô amando tudo isso.
Eu – Gostou do leite?
Eva – É estranho, é forte mas eu gosto, antes achava que ia ter nojo quando via nas fotos, mas agora tô doida pra chupar você de novo.
Eu – Bom, porque assim que você começar as aulas, vai falar pros seus pais que entra uma hora antes, desce lá em casa e me acorda com um boquete bem dado, quero gozar nessa boquinha toda manhã enquanto tomo meu café, que aliás, você vai preparar.
Eva – Vai ser um prazer, sem problema com o horário, eles saem de casa umas oito menos pouco, dá tempo.
Eu – Beleza, e tira uma cópia das chaves da sua casa.
Eva – Pra quê?
Eu – Confiança, putinha, já te falei que você teria que confiar em mim 100%. Você é minha putinha, minha putinha, suas tetas e sua buceta são minha propriedade, ainda não entendeu?
Eva – Cada vez que você fala essas coisas eu fico mais molhada ainda.
Eu – Agora vou foder essa bucetinha virgem, mas antes vamos num lugar. Mandei ela ir num banheiro se limpar daquela porra de putinha, demorou um pouco mas no fim saiu.
Eva – Não tinha quem tirasse.
Levei ela num centro de depilação que ficava uns andares abaixo, mandei depilar a buceta completamente, queria ela lisinha que nem de menina, dei dinheiro e marquei de encontrar ela uma hora depois.
Eva – Que vergonha, acho que a moça Ela era lésbica, chamei uma amiga pra me ajudar. Depois me passaram um creme pra não irritar e as duas me aplicaram de vez em quando, acho que gozei.
Eu — Haha, vamos lá, onde você quer perder a inocência?
Eva — Acho que já perdi.
Eu — É, me conta.
Eva — Na cama dos meus pais.
Eu — Que puta você é, onde seu pai deixa sua mãe mal comida?
Eva — Era a cama da minha avó, acho que ela perdeu a virgindade nela, e minha mãe também, é justo, né?
Eu — Sim, com certeza seu pai concorda que a princesinha dele seja comida na mesma cama, ligamos pra ele e perguntamos?
Eva — Melhor não — disse rindo.
Chegamos em casa, subi no meu apartamento pra pegar minha câmera de vídeo, queria imortalizar o momento.
Mandei ela se despir completamente e sentar na frente da câmera, indiquei o que ela devia dizer.
"Oi mãe, hoje é o dia, eu sei que você esperava que eu fosse virgem até casar, mas depois de ler seu diário decidi que não queria a mesma coisa, foder escondido, com roupa... sim, eu li, desculpa, você não escondeu muito bem. O diário não está mais, você já deve ter descoberto, eu dei pro Carlos, sim, o vizinho. Aquele que você e papai gentilmente convidaram pra casa, aliás, obrigada. Essa fita vai estar no lugar dela, quando você ver pode mostrar pro papai, ou descer pra pedir seu diário, a partir daí é problema seu. Vou indo, preciso da pica dele, desde ontem ele me usa como quer e eu não consigo parar, já aprendi um monte de coisas e ele me deixa escorrendo o dia inteiro, me faz falar putaria, chupar ele, engolir o leite dele, e hoje, hoje ele vai meter a pica enorme dele na minha bucetinha, olha, me fez depilar ela toda."
Ela se levantou mostrando o corpo nu, até aquele momento eu só focava no rostinho dela, aumentei o enquadramento pra pegar a cama toda. Ela se deitou de lado pra câmera, os peitos se espalharam pelo corpo... a bucetinha dela tava toda molhada, me abaixei e dei umas lambidas... Ela agarrou minha cabeça e afastou da boceta dela.
Eva — Por favor, isso depois, preciso da sua pica, agora, dentro. de mim.
Coloquei meu pau na buceta dela, molhada, deslizando a ponta da cabecinha pela frestinha dela até achar o buraquinho. Ela fechou os olhos, ofegando um pouco.
Eu — Não, abre os olhos, quero que veja quem tá te fodendo, quem mete o pau na sua buceta pela primeira vez...
Ela abriu os olhos, eu empurrei um pouco sentindo a cabeça do meu pau entrar, ela arregalou os olhos e me olhou... continuei empurrando, ela tava encharcada... sentia a buceta dela abrindo caminho pro meu pau, tava apertado mas dava pra sentir cedendo, não parecia nervosa, cheguei no hímem dela, intacto, que delícia, não parei... empurrei mais um pouco e ela arregalou ainda mais os olhos, a boca soltando um gemido e cravou as unhas nas minhas costas, continuei... meu pau entrou até o fundo, senti minhas bolas encostando na buceta dela. Fiquei parado um minuto. Comecei um vai e vem bem devagar, tirava tudo e metia de novo, ela cada vez gemia mais, fui aumentando o ritmo, metendo cada vez mais forte, peguei ela pelos joelhos e levantei até a altura dos ombros pra meu pau entrar mais fundo. Ela começou a gozar, continuamos assim por um tempo. Ela gozou várias vezes entre gemidos, e um "sim, sim, mais... por favor... não para... que pau..." Eu gozei, como não gozava há anos, senti meu saindo lá do fundo das minhas bolas pra dentro da buceta dela, como se inundasse ela, como a buceta dela já bem molhada ficava ainda mais molhada com meu gozo... caímos exaustos na cama, ela procurou minha boca e me beijou com força, nos abraçamos... sentia a respiração dela ofegante, os peitos dela contra os meus...
Eva — Obrigada — sussurrou no meu ouvido.
Tirei meu pau e ela se abaixou pra lamber, foi deixando ele completamente limpo...
O telefone na mesinha tocou.
Eva — Alô?
— Papai? ah, oi!.
Nada, fiquei um pouco dormindo estudando.
Enquanto ela falava, me aproximei e peguei nos peitos dela, brincando com os dois de leve
— Não, ainda não fui, vou na da uma.
— Sim, sem falta,
Te amo, um beijo.
Desligou, e eu vendo ela falando com o papai fiquei duro de novo vez.
Eva – E agora?
Eu – Você sabe.
Eva – Minha bunda – disse ela, me olhando com medo.
Eu – Exato.
Eva – Vai doer?
Eu – Não, só um pouco. Você está bem relaxada, percebi quando te desvirginei.
Eva – É, não sei por quê, tô bem tranquila.
Eu – Ótimo, então vamos mostrar pra mamãe como a filhinha dela recebe pica no cu.
Ela olhou pra câmera surpresa, tinha esquecido dela. Sorriu.
Eva – Beleza, o que eu faço?
Eu – Fica de quatro, olhando pra câmera. Prende o cabelo num rabo de cavalo pra você se segurar. Depois quero ver sua cara e seus peitos balançando.
Eva – Tem algum lubrificante?
Eu – Do jeito que sua buceta tá escorrendo, isso já basta.
Comecei a enfiar dois dedos na buceta dela, pegando os sucos, e meti primeiro um dedo no cu, depois dois. Tive que dar um tapa pra ela relaxar o rabo...
Eu – Beleza, putinha, sabe o que vem agora?
Eva – Sim.
Eu – O quê?
Eva – Vai desvirginar meu cu?
Eu – Com o quê?
Eva – Essa pica que eu adoro.
Me coloquei atrás dela e enfiei a pica na buceta pra lubrificar bem...
Eu – Quem ligou antes?
Ela me olhou.
Eu – Quero que você fale enquanto eu te como. Eu gosto, vai te fazer sentir mais puta. Além de estar fodendo na cama do teu pai, você tá gravando, e agora quero que você converse com minha pica no teu cu.
Eva – Meu pai.
Coloquei a pica na entrada do cu dela e empurrei um pouco. Custou a entrar, mas no final meti a ponta.
Eva – Ai, dói um pouco.
Ignorei e continuei empurrando.
Eu – E o que o pai queria da filhinha dele?
Eva – Que eu fosse à missa.
Eu – Ah, claro, isso é bom. E o que vocês fazem lá?
Eva – Rezar, ouvir o padre. – A voz dela tremia.
Eu – Ah, então não vamos decepcionar o papai. Reza alguma coisa, um Pai-Nosso.
Eva – Como???
Eu – Olha, começa. Se parar, vou enfiar a pica de uma vez e vai doer bem mais. Enquanto você continuar rezando, vou fazendo devagar.
Ela começou...
Eva – Pai nosso...
Continuei enfiando devagar. Ela seguia com a voz trêmula... às vezes parava e eu apertava os peitos dela, tirando a pica um pouco, como se fosse enfiar tudo de uma vez, e ela logo continuava...
Quando já Estavam três quartos pra dentro, caiu, apertei os peitos dela... ela se virou e me olhou...
Eva — Clávamela, vamos!! até o fundo!!
Eu ri, e com um empurrão forte fiz o que ela pedia. Ela uivou, eu tirei rapidinho e enfiei de novo até o fundo, ela uivou de novo, eu tirei outra vez...
Eva — Deus!! como dói!! não para!!! fode meu cu, seu filho da puta!!! você é um puta pervertido, aqui enrabando uma pobre menina!!, porra que gostoso!!! que pau!! eu amo!! mais!! mais forte!!! arrebenta ele, seu filho da puta!!!! — ela se remexia — Uivava sem parar de falar — Filho da puta, meu cu, você vai arrebentar ele!!! continua!!! fode ele, pra eu não conseguir sentar por uma semana!!! — Continuei enrabando ela mais e mais até não aguentar mais e gozei. Ela se deixou cair na cama, tirou devagar o pau do cu e ficou um tempo quieta...
Eva — Porra, que transa.
Eu — Sim, você é uma puta completa.
Eva — E agora?
Eu — Agora você vai limpar meu pau como sempre.
Eva — Do meu cu? me dá um pouco de nojo.
Eu — Não tô nem aí.
Ela se abaixou e lambendo deixou ele impecável de novo.
Eu — Beleza, agora pra missa, sua puta.
Eva — Vou tomar um banho.
Eu — Não, quero que você vá com todos os seus buracos transbordando de porra. E coloca uma daquelas calcinhas grandes da sua mãe, pra ficarem bem encharcadas com seus sucos e meu sêmen.
Ela foi até uma gaveta, pegou umas que me pareceram enormes...
Eva — Acho que não vai ser suficiente, vai escorrer pelas minhas pernas.
Eu — Beleza, coloca uma saia longa.
Eva — Ok
Ela foi pro quarto dela e depois de um tempo apareceu vestida como uma menina recatada, se abaixou e me deu um beijo no pau.
Eu — Vem depois na minha casa, vou deixar o CD pronto pra você colocar no esconderijo da sua mãe junto com as calcinhas dela.Autor:LuckmMadrid
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