Manuel, com quem trabalhamos no passado na mesma empresa, tem uma esposa gostosa, Lorena, 35 anos, 1,75m de altura, morena, olhos bem brilhantes e vivos, narizinho empinado, lábios carnudos, um par de tetas estupendas, rabo empinado pra cima, pernas de tirar o fôlego.
Eu também fico admirado e com tesão por ela, claro, embora nunca tivesse dado em cima dela.
Nós quatro, Manolo, Lorena, Maru, minha esposa, e eu, não somos amigos no sentido estrito da palavra, mantemos uma relação cordial (eles dois não sabiam que a gente é um casal assumidamente infiel) e de vez em quando nos reunimos, tomando um café, pra jantar, em casa ou em restaurante, ou pra algum evento de família (festas, aniversários, etc.).
Aconteceu que, justamente, Lorena veio sozinha, porque o marido estava viajando, na nossa casa pra um desses eventos e, no final, eu levei ela de volta pra casa dela. Minha esposa, que devia ir junto no carro, se desculpou por um mal-estar repentino e real, lipotimia (por pressão baixa).
Quando ela se sentou no banco do carona, por causa da saia curta e de um descuido, deixou à mostra uma generosa porção das suas pernas fabulosas. Foi o "tiro de largada" pra minha excitação:
— Seu marido é ciumento?
— Bastante, nem me fala! Quando não tô com ele, me liga de vez em quando pra saber onde tô e o que tô fazendo.
— Ele tem razão! Com esses olhos e essas pernas... Qualquer um...
Ela corou.
Liguei o motor e saímos pra rua.
— O que cê tá me dizendo?
— Que você é uma gostosa!
— Ah... obrigada! Mas... é melhor você não continuar...
— Somos adultos, né?
— E daí? — ela sorriu de um jeito safado.
O som de uma chamada no celular dela cortou a conversa.
— Oi, meu amor! Tô num remix a caminho de casa. — mentiu.
— Não... a Maru passou mal e não puderam me acompanhar... Sua mãe tá indo pra casa pra deixar as meninas comigo.
Eu virei numa... Rua lateral na penumbra e parei o carro, mas não desliguei o motor, na frente de um portão fechado. Ela me olhou, estranhando, mas continuou falando com o marido.
Estendi uma mão sobre uma das coxas dela. Ela fechou as pernas com força.
Com a mão livre, tentou afastar a minha. Ouvi a voz do Manolo que continuava falando. Ela respondia com monossílabos.
Acelerei um pouco o motor, supondo que o som chegaria ao outro lado da conversa telefônica.
Com a outra mão, apalpei os peitos dela. Ela tentou impedir, mas deixou as pernas indefesas.
Minha mão direita deslizou, apalpando a meia, até a borda da saia. Pra me parar, me deixou acesso livre aos peitos. Enfiei a mão por baixo da blusa.
— Não, não, nada… Tem bastante trânsito… O reme para e segue… — ela diz.
Com meus carinhos nos peitos, a respiração dela acelera um pouco. Ela queria desligar, mas ele não deixa. Não pode se entregar.
Larguei os peitos e voltei pras pernas. Pareceu se render, me deixou avançar, de olhos fechados, enquanto tentava falar naturalmente.
— Não, eu mesma falo com sua mãe, não se preocupa, love… —
Cheguei na calcinha. Senti a umidade e o calor que saía da buceta. As pernas dela estavam abertas. Um dedo entrou por baixo do elástico e roçou os grandes lábios. Tava encharcada.
O marido do outro lado continuava falando. Ela respondia sim e não… e também alguns… claro…
— Daqui a pouco, tenho que descer… te deixo… te ligo de casa… sim, até logo, love, um beijo… te amo… —
Ela desliga.
— Você é um atrevido… um porco de mãos longas… não sei como consegui disfarçar com o Manolo… —
Continuei apalpando a entreperna dela, sem delicadeza. Ela fechou um pouco a boca, mas no fim aceitou que eu beijasse.
— O que a gente tá fazendo? Isso não pode… Me leva logo pra casa… minha sogra deve ter chegado com as meninas… não quero confusão… com ela nem com o filho dela —
Eu também tava que voltar pra minha casa, sem muita demora, porque tinha deixado minha esposa toda quebrada.
Nos poucos minutos que levamos pra chegar, confessei “sem anestesia”:
— Você é fantástica… quero continuar… quero, preciso… misturar minha carne com a sua…
— Filho da puta… Se fosse sua esposa, te matava…
Ela esperneou, só pra fingir, e no fim a gente combinou de se encontrar no dia seguinte, depois de ligar, no horário em que as meninas estariam na escola.
Minutos depois das 14h, com um ramo de rosas brancas na mão, parado na frente do portão do prédio, liguei no celular dela.
— Oi!
— Oi, Friné! Tô na porta da rua!
— Quem é?
— A gente combinou de se ver hoje.
— Juããão?
Sugeri subir. Veio um “não”, “sim”, até que ela aceitou descer pra abrir o portão. Ela tava vestida com um shortinho branco justo, blusa meio transparente e sandália de salto.
Senti uma primeira agitação de espermatozoides lá embaixo.
Entreguei o buquê, que ela elogiou e agradeceu, um beijo na bochecha, e subimos no elevador:
— Isso não era o que a gente tinha combinado ontem. Tava esperando você ligar pra eu me trocar e sair… apareceu sem avisar…
— Isso não é verdade, avisei pelo celular…
— É, na porta! Falando nisso, como você me chamou quando atendi?
— Friné.
— Quê?
— Friné, a cortesã da Grécia Antiga, famosa pela beleza incrível dela.
Ela riu, satisfeita, e balançou a cabeça, naquele gesto clássico de dizer “que louco” sem palavras.
Entramos no apartamento. A primeira coisa que ela fez foi arrumar o buquê num vaso. Enquanto ela tava nessa, cheguei perto dela e, sem falar nada, apoiei minha mão na bunda dela por trás. Ela virou o rosto e a gente se olhou por uns segundos enquanto minha mão continuava acariciando a raba dela. Ela se virou pra me encarar, e a gente se beijou. No começo foram só uns selinhos, mas logo os dois foram abrindo a boca, e acabamos enroscando as línguas num beijo muito apaixonado e safado. Subi uma mão pros peitos, ela soltou um geme, se separou e
—Pelo amor de Deus, Juannn!, o que a gente tá fazendo? Não…—
Então segurei o rosto dela com as duas mãos e beijei ela de novo, enfiando minha língua na boca dela, que me recebia com uma suposta raiva. Ela começou a gemer e a respirar forte enquanto a gente se beijava. A resistência dela acabou ali.
Ela me abraçou e eu aproveitei pra enfiar as mãos por baixo da blusa dela, soltar o sutiã e acariciar o peito esquerdo primeiro, e depois o outro. Ela não parava de gemer com meus carinhos.
A gente foi pro quarto e deitou na cama, e eu abri a blusa dela, deixando os peitos dela de fora. Lambi eles, brinquei com minha língua nos bicos, e logo eles ficaram durinhos que nem grão-de-bico.
Soltei ela com a intenção de tirar minha roupa, mas ela “me passou a perna”, se ajoelhou na cama, tirou a blusa e baixou o short até os joelhos. Eu fiquei parado admirando ela. Tinha um corpo “do caralho”, os peitos empinados com os bicos apontando pra frente, desafiadores. Ela parou e ficou me olhando.
—Não fica aí me olhando assim, que você vai me inibir. Não tô te agradando?—
Não respondi. Levantei do lado da cama e tirei a calça. Meu pau já fazia um volume bonito na cueca. Ela olhou com desejo, mas continuou parada. Tirei também a camisa que tava usando e joguei no chão. Ela me olhava de cima a baixo, mas o olhar dela parava no volume. Ela se aproximou da borda da cama e puxou minha cueca pra baixo, meu pau saltou pra frente. A cueca caiu até os tornozelos e, com um movimento rápido dos pés, deixei ela no chão. Finalmente, subi na cama de joelhos, igual ela tava, me aproximei e a gente se fundiu num novo beijo, dessa vez ainda mais carregado de desejo que os anteriores. Depois, deitei ela, tirei o shortinho e a calcinha fio dental.
Me joguei por cima da buceta dela, igual um felino pronto pra devorar a presa. Brinquei com o clitóris dela, mordisquei, percorri, chupei. Daí a pouco ela explodiu num orgasmo intenso, sem disfarçar. Gemeu bem alto e apertou minha cara com as coxas. pernas quando já não aguentava mais o prazer.
— Para, vagabundo, que você vai me matar!... não aguento mais... vem me foder—
— Com ou sem camisinha?—
— Sem. Tomo anticoncepcional... Tô limpinha... E você, casado, suponho que não tá metendo em qualquer buraco que mexe... né?—
Deitei sobre ela e nos fundimos em outro beijo super apaixonado. Apertava meu pau contra a entrepernas dela e ela empinava a buceta buscando o roçar no clitóris. Esticou uma mão e agarrou meu pau como pra posicionar na entrada dela, mas eu não empurrei. Começou, então, a brincar com ele, esfregando a cabeça contra a buceta, molhando bem com os sucos dela e se masturbando. Tudo sem parar de nos beijar com fúria..
Finalmente posicionou de novo na entrada dela e de um empurrão meti inteiro.
— Ahhhhh! .... Finalmente, filho da puta, se fez de rogado!—
Fiquei parado e esperei ela se impacientar de só ter ele dentro. Prendeu a respiração um momento, empinou a buceta e começou a esfregar contra a minha com vontade.
— Ahhhh!... Safado.... vai.... Fode, devagar no começo, mas fode!!—
Comecei a me mexer, tirando o pau quase todo e metendo de novo até o fundo. No começo devagar, ela gemia de um jeito que me excitava demais pra aguentar ritmo lento, e comecei a acelerar, e a empurrar, "sem dó", quando chegava no fundo.
Ela cada vez gemia mais forte. Me envolveu com as pernas e cruzou atrás da minha bunda, e agarrou minha bunda com as mãos e puxava forte pra ela. Tava como louca, gritava e puxava pedindo mais
— Sim,... sim,.... siiiimmmm.... assimmm.... !!—
De repente começou a gozar, a gritar e a cravar as unhas na minha bunda. Logo veio meu orgasmo, como uma explosão.
Terminou de gozar e ficou como adormecida, com os olhos fechados, ofegante, me abraçando e apertando com as pernas.
Com o pau murcho ainda dentro dela, eu beijava ela no rosto, nos olhos, no nariz, no pescoço... lambia o pescoço, as orelhas, mordia elas, continuava beijando.
Tocou o telefone fixo. Lorena, de relaxada, ficou elétrica e saiu de baixo de mim às pressas.
Nua, com a bunda empinada apontando pra mim e o fone no ouvido, eu ouvi:
-….. Ainda bem que ligou aqui, meu amorrr..!... Não sabe o que me aconteceu… o carregador do celular faz saltar o disjuntor… fiquei sem bateria…
……….
as meninas bem, na escola, eu, bem também, sentindo sua falta….. sim, meu love... agora vou desligar… até mais tarde… um beijo… tchau, tchau… sim… te amo… beijo-
Desligou e, rebolando, voltou pra cama do meu lado.
-Que merda esse seu carregador. Vai ter que comprar um novo- falei
-Siiim! É isso, vou comprar e guardar bem guardado esse, senão capaz que o Manolo saca que eu tava com o phone desligado….. pra ele não encher o saco-
Que mina, tinha desligado o celular, pra transar sossegada!
Uns minutos mais de conversa e voltamos a nos esfregar, apalpar com safadeza.
Meu pau ficou duro de novo. Lorena apalpou e apertou várias vezes e:
-Deixa que eu te como agora, deita de barriga pra cima-
Deitei, ela subiu em cima de mim, de pernas abertas montada, sentou, apoiou as mãos no meu peito e começou a cavalgar, devagar, mexendo o corpo pra cima e pra baixo, pra frente e pra trás, fazendo círculos com meu pau dentro, acelerava o ritmo, voltava a fazer devagar. Ela curtia gemendo, eu adorando o prazer e o espetáculo que ela tava me dando. Passei a mão nos peitos dela enquanto ela continuava me montando e desci minha mão até o clitóris dela, e comecei a masturbar. Ela arregalou os olhos, gemeu alto e me olhou:
-Que filho da puta você é! Sabe como me deixar louca!-
-Você é uma puta divina! Tá comendo o marido da sua amiga-
-E você a esposa do seu amigo! Agora vai ver como eu sou puta-
E continuou me montando, violentamente, sem parar. O tesão era, pra mim, super intenso e se continuasse assim não ia durar muito. Comecei a gemer também, e a falar um monte
-Ahhh sim! Putona do caralho você é,… Que jeito de me comer,..-
Dei uma Palmada na bunda.
E dei um tapa na bunda dela. Ela se soltou de vez e, em poucos segundos, começou a gozar de novo. Gritou e se jogou por cima de mim. Os movimentos dela viraram só um vai e vem leve, e eu sentia todos os músculos internos apertando meu pau. Não aguentei mais e gozei dentro dela. O orgasmo veio como uma explosão, abracei ela enquanto gozava.
Depois dos dois orgasmos, nos acariciando, caímos na cama lado a lado. Ficamos um tempão sem falar, depois nos beijamos e conversamos mais um pouco, bem relaxados.
Não dava pra mais nada. Ela tinha que buscar as filhas na escola.
Tomei um banho rápido pra tirar o cheiro de sexo, descemos até a porta da rua e nos despedimos com um beijo. Combinamos de repetir logo.
— Não esquece que o Manolo vai demorar uns dias pra voltar, então não demora pra ligar.
— Você não vai poder desligar o celular de novo.
— Vão ser “coitus interruptus”, mas vão ser bons do mesmo jeito.
Eu também fico admirado e com tesão por ela, claro, embora nunca tivesse dado em cima dela.
Nós quatro, Manolo, Lorena, Maru, minha esposa, e eu, não somos amigos no sentido estrito da palavra, mantemos uma relação cordial (eles dois não sabiam que a gente é um casal assumidamente infiel) e de vez em quando nos reunimos, tomando um café, pra jantar, em casa ou em restaurante, ou pra algum evento de família (festas, aniversários, etc.).
Aconteceu que, justamente, Lorena veio sozinha, porque o marido estava viajando, na nossa casa pra um desses eventos e, no final, eu levei ela de volta pra casa dela. Minha esposa, que devia ir junto no carro, se desculpou por um mal-estar repentino e real, lipotimia (por pressão baixa).
Quando ela se sentou no banco do carona, por causa da saia curta e de um descuido, deixou à mostra uma generosa porção das suas pernas fabulosas. Foi o "tiro de largada" pra minha excitação:
— Seu marido é ciumento?
— Bastante, nem me fala! Quando não tô com ele, me liga de vez em quando pra saber onde tô e o que tô fazendo.
— Ele tem razão! Com esses olhos e essas pernas... Qualquer um...
Ela corou.
Liguei o motor e saímos pra rua.
— O que cê tá me dizendo?
— Que você é uma gostosa!
— Ah... obrigada! Mas... é melhor você não continuar...
— Somos adultos, né?
— E daí? — ela sorriu de um jeito safado.
O som de uma chamada no celular dela cortou a conversa.
— Oi, meu amor! Tô num remix a caminho de casa. — mentiu.
— Não... a Maru passou mal e não puderam me acompanhar... Sua mãe tá indo pra casa pra deixar as meninas comigo.
Eu virei numa... Rua lateral na penumbra e parei o carro, mas não desliguei o motor, na frente de um portão fechado. Ela me olhou, estranhando, mas continuou falando com o marido.
Estendi uma mão sobre uma das coxas dela. Ela fechou as pernas com força.
Com a mão livre, tentou afastar a minha. Ouvi a voz do Manolo que continuava falando. Ela respondia com monossílabos.
Acelerei um pouco o motor, supondo que o som chegaria ao outro lado da conversa telefônica.
Com a outra mão, apalpei os peitos dela. Ela tentou impedir, mas deixou as pernas indefesas.
Minha mão direita deslizou, apalpando a meia, até a borda da saia. Pra me parar, me deixou acesso livre aos peitos. Enfiei a mão por baixo da blusa.
— Não, não, nada… Tem bastante trânsito… O reme para e segue… — ela diz.
Com meus carinhos nos peitos, a respiração dela acelera um pouco. Ela queria desligar, mas ele não deixa. Não pode se entregar.
Larguei os peitos e voltei pras pernas. Pareceu se render, me deixou avançar, de olhos fechados, enquanto tentava falar naturalmente.
— Não, eu mesma falo com sua mãe, não se preocupa, love… —
Cheguei na calcinha. Senti a umidade e o calor que saía da buceta. As pernas dela estavam abertas. Um dedo entrou por baixo do elástico e roçou os grandes lábios. Tava encharcada.
O marido do outro lado continuava falando. Ela respondia sim e não… e também alguns… claro…
— Daqui a pouco, tenho que descer… te deixo… te ligo de casa… sim, até logo, love, um beijo… te amo… —
Ela desliga.
— Você é um atrevido… um porco de mãos longas… não sei como consegui disfarçar com o Manolo… —
Continuei apalpando a entreperna dela, sem delicadeza. Ela fechou um pouco a boca, mas no fim aceitou que eu beijasse.
— O que a gente tá fazendo? Isso não pode… Me leva logo pra casa… minha sogra deve ter chegado com as meninas… não quero confusão… com ela nem com o filho dela —
Eu também tava que voltar pra minha casa, sem muita demora, porque tinha deixado minha esposa toda quebrada.
Nos poucos minutos que levamos pra chegar, confessei “sem anestesia”:
— Você é fantástica… quero continuar… quero, preciso… misturar minha carne com a sua…
— Filho da puta… Se fosse sua esposa, te matava…
Ela esperneou, só pra fingir, e no fim a gente combinou de se encontrar no dia seguinte, depois de ligar, no horário em que as meninas estariam na escola.
Minutos depois das 14h, com um ramo de rosas brancas na mão, parado na frente do portão do prédio, liguei no celular dela.
— Oi!
— Oi, Friné! Tô na porta da rua!
— Quem é?
— A gente combinou de se ver hoje.
— Juããão?
Sugeri subir. Veio um “não”, “sim”, até que ela aceitou descer pra abrir o portão. Ela tava vestida com um shortinho branco justo, blusa meio transparente e sandália de salto.
Senti uma primeira agitação de espermatozoides lá embaixo.
Entreguei o buquê, que ela elogiou e agradeceu, um beijo na bochecha, e subimos no elevador:
— Isso não era o que a gente tinha combinado ontem. Tava esperando você ligar pra eu me trocar e sair… apareceu sem avisar…
— Isso não é verdade, avisei pelo celular…
— É, na porta! Falando nisso, como você me chamou quando atendi?
— Friné.
— Quê?
— Friné, a cortesã da Grécia Antiga, famosa pela beleza incrível dela.
Ela riu, satisfeita, e balançou a cabeça, naquele gesto clássico de dizer “que louco” sem palavras.
Entramos no apartamento. A primeira coisa que ela fez foi arrumar o buquê num vaso. Enquanto ela tava nessa, cheguei perto dela e, sem falar nada, apoiei minha mão na bunda dela por trás. Ela virou o rosto e a gente se olhou por uns segundos enquanto minha mão continuava acariciando a raba dela. Ela se virou pra me encarar, e a gente se beijou. No começo foram só uns selinhos, mas logo os dois foram abrindo a boca, e acabamos enroscando as línguas num beijo muito apaixonado e safado. Subi uma mão pros peitos, ela soltou um geme, se separou e
—Pelo amor de Deus, Juannn!, o que a gente tá fazendo? Não…—
Então segurei o rosto dela com as duas mãos e beijei ela de novo, enfiando minha língua na boca dela, que me recebia com uma suposta raiva. Ela começou a gemer e a respirar forte enquanto a gente se beijava. A resistência dela acabou ali.
Ela me abraçou e eu aproveitei pra enfiar as mãos por baixo da blusa dela, soltar o sutiã e acariciar o peito esquerdo primeiro, e depois o outro. Ela não parava de gemer com meus carinhos.
A gente foi pro quarto e deitou na cama, e eu abri a blusa dela, deixando os peitos dela de fora. Lambi eles, brinquei com minha língua nos bicos, e logo eles ficaram durinhos que nem grão-de-bico.
Soltei ela com a intenção de tirar minha roupa, mas ela “me passou a perna”, se ajoelhou na cama, tirou a blusa e baixou o short até os joelhos. Eu fiquei parado admirando ela. Tinha um corpo “do caralho”, os peitos empinados com os bicos apontando pra frente, desafiadores. Ela parou e ficou me olhando.
—Não fica aí me olhando assim, que você vai me inibir. Não tô te agradando?—
Não respondi. Levantei do lado da cama e tirei a calça. Meu pau já fazia um volume bonito na cueca. Ela olhou com desejo, mas continuou parada. Tirei também a camisa que tava usando e joguei no chão. Ela me olhava de cima a baixo, mas o olhar dela parava no volume. Ela se aproximou da borda da cama e puxou minha cueca pra baixo, meu pau saltou pra frente. A cueca caiu até os tornozelos e, com um movimento rápido dos pés, deixei ela no chão. Finalmente, subi na cama de joelhos, igual ela tava, me aproximei e a gente se fundiu num novo beijo, dessa vez ainda mais carregado de desejo que os anteriores. Depois, deitei ela, tirei o shortinho e a calcinha fio dental.
Me joguei por cima da buceta dela, igual um felino pronto pra devorar a presa. Brinquei com o clitóris dela, mordisquei, percorri, chupei. Daí a pouco ela explodiu num orgasmo intenso, sem disfarçar. Gemeu bem alto e apertou minha cara com as coxas. pernas quando já não aguentava mais o prazer.
— Para, vagabundo, que você vai me matar!... não aguento mais... vem me foder—
— Com ou sem camisinha?—
— Sem. Tomo anticoncepcional... Tô limpinha... E você, casado, suponho que não tá metendo em qualquer buraco que mexe... né?—
Deitei sobre ela e nos fundimos em outro beijo super apaixonado. Apertava meu pau contra a entrepernas dela e ela empinava a buceta buscando o roçar no clitóris. Esticou uma mão e agarrou meu pau como pra posicionar na entrada dela, mas eu não empurrei. Começou, então, a brincar com ele, esfregando a cabeça contra a buceta, molhando bem com os sucos dela e se masturbando. Tudo sem parar de nos beijar com fúria..
Finalmente posicionou de novo na entrada dela e de um empurrão meti inteiro.
— Ahhhhh! .... Finalmente, filho da puta, se fez de rogado!—
Fiquei parado e esperei ela se impacientar de só ter ele dentro. Prendeu a respiração um momento, empinou a buceta e começou a esfregar contra a minha com vontade.
— Ahhhh!... Safado.... vai.... Fode, devagar no começo, mas fode!!—
Comecei a me mexer, tirando o pau quase todo e metendo de novo até o fundo. No começo devagar, ela gemia de um jeito que me excitava demais pra aguentar ritmo lento, e comecei a acelerar, e a empurrar, "sem dó", quando chegava no fundo.
Ela cada vez gemia mais forte. Me envolveu com as pernas e cruzou atrás da minha bunda, e agarrou minha bunda com as mãos e puxava forte pra ela. Tava como louca, gritava e puxava pedindo mais
— Sim,... sim,.... siiiimmmm.... assimmm.... !!—
De repente começou a gozar, a gritar e a cravar as unhas na minha bunda. Logo veio meu orgasmo, como uma explosão.
Terminou de gozar e ficou como adormecida, com os olhos fechados, ofegante, me abraçando e apertando com as pernas.
Com o pau murcho ainda dentro dela, eu beijava ela no rosto, nos olhos, no nariz, no pescoço... lambia o pescoço, as orelhas, mordia elas, continuava beijando.
Tocou o telefone fixo. Lorena, de relaxada, ficou elétrica e saiu de baixo de mim às pressas.
Nua, com a bunda empinada apontando pra mim e o fone no ouvido, eu ouvi:
-….. Ainda bem que ligou aqui, meu amorrr..!... Não sabe o que me aconteceu… o carregador do celular faz saltar o disjuntor… fiquei sem bateria…
……….
as meninas bem, na escola, eu, bem também, sentindo sua falta….. sim, meu love... agora vou desligar… até mais tarde… um beijo… tchau, tchau… sim… te amo… beijo-
Desligou e, rebolando, voltou pra cama do meu lado.
-Que merda esse seu carregador. Vai ter que comprar um novo- falei
-Siiim! É isso, vou comprar e guardar bem guardado esse, senão capaz que o Manolo saca que eu tava com o phone desligado….. pra ele não encher o saco-
Que mina, tinha desligado o celular, pra transar sossegada!
Uns minutos mais de conversa e voltamos a nos esfregar, apalpar com safadeza.
Meu pau ficou duro de novo. Lorena apalpou e apertou várias vezes e:
-Deixa que eu te como agora, deita de barriga pra cima-
Deitei, ela subiu em cima de mim, de pernas abertas montada, sentou, apoiou as mãos no meu peito e começou a cavalgar, devagar, mexendo o corpo pra cima e pra baixo, pra frente e pra trás, fazendo círculos com meu pau dentro, acelerava o ritmo, voltava a fazer devagar. Ela curtia gemendo, eu adorando o prazer e o espetáculo que ela tava me dando. Passei a mão nos peitos dela enquanto ela continuava me montando e desci minha mão até o clitóris dela, e comecei a masturbar. Ela arregalou os olhos, gemeu alto e me olhou:
-Que filho da puta você é! Sabe como me deixar louca!-
-Você é uma puta divina! Tá comendo o marido da sua amiga-
-E você a esposa do seu amigo! Agora vai ver como eu sou puta-
E continuou me montando, violentamente, sem parar. O tesão era, pra mim, super intenso e se continuasse assim não ia durar muito. Comecei a gemer também, e a falar um monte
-Ahhh sim! Putona do caralho você é,… Que jeito de me comer,..-
Dei uma Palmada na bunda.
E dei um tapa na bunda dela. Ela se soltou de vez e, em poucos segundos, começou a gozar de novo. Gritou e se jogou por cima de mim. Os movimentos dela viraram só um vai e vem leve, e eu sentia todos os músculos internos apertando meu pau. Não aguentei mais e gozei dentro dela. O orgasmo veio como uma explosão, abracei ela enquanto gozava.
Depois dos dois orgasmos, nos acariciando, caímos na cama lado a lado. Ficamos um tempão sem falar, depois nos beijamos e conversamos mais um pouco, bem relaxados.
Não dava pra mais nada. Ela tinha que buscar as filhas na escola.
Tomei um banho rápido pra tirar o cheiro de sexo, descemos até a porta da rua e nos despedimos com um beijo. Combinamos de repetir logo.
— Não esquece que o Manolo vai demorar uns dias pra voltar, então não demora pra ligar.
— Você não vai poder desligar o celular de novo.
— Vão ser “coitus interruptus”, mas vão ser bons do mesmo jeito.
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