Escravo sexual da Laura

Fala, meus amigos! Hoje trouxe uma série de histórias que encontrei navegando por aí. Vou compartilhá-las com vocês, só se curtirem. Deixem nos comentários e não esqueçam de dar aquela estrelinha se a história agradar.

Faz um tempo, fui pro México a trabalho. Eu sou o Hector, nasci no México, mas meus pais são americanos, e vivi minha vida toda no exterior. Não sou muito alto, tenho 1,80m, corpo forte, olho castanho claro. Cheguei numa cidade no norte do país, bem na época em que o calor tava um inferno. Não liguei, ia ficar só uns dias no hotel.

Lá pela meia-noite, resolvi dar um rolê pra conhecer a cidade. Sabia da criminalidade no país, mas não fazia ideia do que podia rolar. Não andei nem um quarteirão do hotel quando umas caminhonetes pararam do meu lado. Desceu um bando de gente, enfiaram um saco na minha cabeça, senti um choque elétrico e apaguei.

Quando acordei, tava numa das caminhonetes, sei lá pra onde. Mesmo se pudesse ver, não saberia onde tava. Senti frio e percebi que tava pelado. O carro parou, abriram a porta e me jogaram na estrada sem roupa, de mãos e pés amarrados e com a cabeça coberta. Me levantei como pude e saí correndo até cair numa vala e desmaiar.

Acordei num estábulo, sem amarras e com roupa. Um homem se aproxima, aponta uma espingarda pra mim e pergunta se sou de algum cartel. Falo que não, conto o que aconteceu, e ele abaixa a arma. Aí ele estende a mão e me ajuda a levantar. "Me chamo Gregorio, e ali está minha esposa, Laura. Moramos nesse rancho. E ultimamente os cartéis tão com muito movimento. Ir pra polícia não vai adiantar. Te recomendo pegar o que tem e vazar daqui."

Nisso, a Laura se aproxima. Uma mulher de uns 34 a 36 anos, cabelo preto comprido, pele branca, um jeans que mostrava umas pernas enormes e uma blusa bem discreta que marcava a silhueta daquelas tetonas. Ela me dá um copo de leite, um pão e sussurra. Valeu, BURRO. Não tava entendendo o que tava rolando. Gregório me ofereceu hospedagem e trampo, e eu aceitei na hora. Naquele momento, só tinha a roupa que me emprestaram — e, prestando mais atenção, era uma calça velha e uma camisa. De noite, enquanto eu dormia no estábulo, ouvi uns barulhos se aproximando. Achei que fossem os bichos. A porta se abre e vejo alguém entrando.Escravo sexual da LauraEra Laura vinha com um roupão bem solto, se aproxima e me diz: — Oi, papai, vim terminar o que a gente começou ontem. Quando te encontrei, não consegui evitar de ver teu pedaço e comecei a chupar ele. Você tem que entender que meu marido vive pro trabalho, faz mais de 7 meses que ele não me toca, e todos os homens daqui são iguais, vivem pro trabalho. Ela abriu o roupão e soltou a longa cabeleira, se aproximou de mim e passou a mão no meu pau já duro por baixo da calça. — Agora vou te comer mesmo. Ela baixou minha calça e chupou meu pau como ninguém nunca tinha feito. Essa mulher tava louca por uma pica. E eu ia dar pra ela. Ver como ela tava necessitada me fez tratar ela como uma puta. Peguei ela pelo cabelo com força. Ela só soltou um grito misturado com prazer. Joguei ela contra a cama, ela ficou de bruços.AnalSepara essas nádegas pálidas e, apontando meu pau, deixei cair todo o meu peso de uma vez. JUUMMMM — foi o que se ouviu. Eu tinha enfiado 23 cm de pica. Comecei uma metida e tirada brutal. Depois de 10 minutos, a Laura terminou num orgasmo selvagem e molhado. Eu ainda não tinha gozado, então coloquei ela de barriga pra cima. Levantei as pernonas dela nos meus ombros e apontei meu pedaço pra aquela bunda pálida linda.
L: — Você vai me matar.
Y: — Relaxa, se você conseguiu chupar, vai entrar nesse cu.
Coloquei a ponta na entrada do cu dela e comecei a empurrar. A bunda dela foi cedendo, os olhos dela revirando, e um gemido digno de tal empalamento. Finalmente entrou. Deixei ela descansar um pouco enquanto lambia aqueles mamilos rosados. Sem pressa, comecei a empurrar até bater nas minhas bolas. Entrava e saía devagar, mas firme. A cada estocada vinha um gemido e um fluxo escorria da buceta dela. Comecei a aumentar o ritmo, os gemidos ficaram abafados, parecia um animal moribundo. Até que descarreguei todo o meu gozo dentro do cu agora avermelhado dela.prazerNo dia seguinte, Gregório veio me acordar e pediu pra eu levar a mulher dele na casa dos compadres. Parece que ela se machucou caindo do cavalo e não conseguia andar. Quando chegamos na fazenda dos compadres, que ficava a 12 horas de carro, a Laura me diz: — Minha comadre vai ficar louca por você. Ela adora levar no cu. O nome dela é Noélia. Amigos, essa é a primeira parte das aventuras do Héctor. Deixem seus comentários aí pra mim.

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