Como todo mundo sabe, a quarentena não é fácil de levar... o tédio, a falta de vida social, não poder ir trabalhar, não poder fazer o que a gente faz todo dia, o que a gente tá programado pra fazer, mas... e o sexo?. Hoje a gente tem que ficar em casa, hoje... amanhã... e quem sabe até quando.
Nós somos uma família normal, mãe, pai, minha irmã e eu. Eu trabalho, ou trabalhava, quando não tinha uma pandemia ameaçando matar todo mundo, meus velhos recém-aposentados e minha irmã tá na faculdade, é a mimada da família.
A quarentena no geral tá indo bem, a gente tem uma casa grande, então não fica o tempo todo se olhando na cara, de vez em quando eu vou arrumar meu carro, jogar no xbox, ver uma série, minha irmã fica enrolando no celular fazendo vídeo pro tiktok, meus velhos lá andando por aí, a gente tenta levar isso da melhor forma possível. Mas tem uma coisa, uma coisa que me afeta pra caralho, que é a falta de sexo. Eu tenho uma vida sexual muito ativa, que foi drasticamente reduzida a zero porque minha namorada tá no apartamento dela sem poder sair.
Geralmente minha irmã vem de noite pro meu quarto e a gente conversa, faz algum vídeo, vê uma série na Netflix e depois ela vai pro quarto dela, e na outra noite ela confessou que tá passando pelo mesmo problema que eu com relação ao sexo, que não conseguia ver o namorado dela e a abstinência tava afetando ela. Me surpreendeu o comentário dela, porque a gente nunca tinha tido uma conversa sobre sexo, mas talvez guiados pelas nossas hormonas a gente começou a conversar, a contar coisas, a falar como era nossa vida sexual, como a gente gostava de sexo, como a gente se masturbava quando não tava na companhia dos nossos parceiros e pela primeira vez, descobri que minha irmãzinha já não era mais nenhuma menininha. Ela me contou que quase toda noite se masturba, que vê pornô no celular dela e até confessou que tem um vibrador pequeno, mas que nada é suficiente, que precisa de sexo, que precisa da pica do namorado dentro dela. Naquela noite, ela foi pro quarto dela e me disse que o celular, o vibrador e os dedos dela estavam esperando por ela, o que admito que me deixou bem excitado. Saber que do outro lado da parede minha irmã estava se masturbando me deixava louco de tesão. Essas situações começaram a se repetir: ela vinha, a gente falava de sexo, ela ia embora e a gente se masturbava, cada um no seu quarto, sabendo o que o outro tava fazendo.
Uma noite, vendo uma série, a gente dormiu na minha cama e ela me acordou umas 3 da manhã. Quando consegui me situar, ela me olhou envergonhada, perguntei o que foi e ela apontou pro meu pau... sim, eu tava de pau duro. Não aguentava mais, fazia 15 dias que eu não transava e tava dividindo a cama com uma mina de 23 anos, de mini short que marcava a tanga dela, e uma camiseta curta sem sutiã por baixo que deixava ver o formato dos bicos dos peitos. Falei pra ela que o melhor era a gente evitar essas situações, porque realmente me fazia mal.
Na noite seguinte, a gente continuou conversando no meu quarto, e mesmo ela não dando bola pro meu pedido de não vir com aquele pijama tão provocante, a gente se jogou na cama pra falar do único assunto que a gente tava falando ultimamente... sexo. Abro os olhos, minhas pálpebras tão pesadas, "que que houve? que horas são?" penso comigo. Quando me localizo no tempo e no espaço, não podia acreditar, a gente tinha dormido de novo! Mas dessa vez a gente tinha ido longe, tava de conchinha, eu abraçando ela por trás, com meu rosto na nuca dela, minha mão na cintura dela e a bunda dela firmemente encostada no meu pau, que tava durasso. Eu queria evitar, mas não conseguia. "Calma, não posso me mexer até ele baixar, porque se eu me mexer e acordar ela, ela vai perceber que eu tô com o pau todo duro enfiado entre as nádegas dela." Mas quanto mais eu pensava, mais duro ficava. Que que tá acontecendo comigo? É minha irmã! Mas aquele corpo tão gostoso, aquela figura, aquele short colado, aquela tanga, tô ficando maluco! Meu esforço mental tava funcionando, aos poucos meu pau começou a perder a firmeza, mas ainda estava grande, e sem deixar que amolecesse de vez, ela acorda. Percebo que a respiração dela muda, ela se mexe devagar e, para minha surpresa, empurra a bunda devagar, mas firme, para trás, fazendo pressão contra meu pau, cada vez mais castigado. "Mica... Mica, você tá acordada? A gente dormiu" – Mica: "Quero ficar aqui. Me abraça" – falou com voz de sono, enquanto pegava minha mão e passava pela cintura dela e pressionava a bunda contra meu pau, mantendo a posição de conchinha. Não entendo o que tá rolando, ela deve estar dormindo, com certeza acha que sou o namorado. "Mica, fala sério, acorda, sou eu, você tem que ir pro seu quarto". Ela se vira, ficando de frente pra mim, coloca o rosto bem perto do meu, tão perto que achei que fosse me beijar, e fala com voz sofrida: "Não aguento mais".
– "Eu também não aguento mais, Mica, isso tá me matando"
– "E o que a gente faz?"
– "Nada, o que a gente vai fazer? Você tem que ir pro seu quarto"
– "Não podemos continuar assim"
– "Não, não podemos continuar assim, você tem que ir pro seu quarto, e não tenho problema se você voltar amanhã, mas te peço por favor que não faça isso com essa roupa e a gente mantenha distância"
– "Não era disso que eu tava falando, não podemos continuar assim, com essa abstinência, isso tá fazendo mal pra gente, mas também não podemos transar porque somos irmãos"
– "Não, não podemos, então, o que você sugere?"
Ela pegou minha mão e começou a passar pela barriga dela, devagar, pelo umbigo, pelos abdominais, pelas costelas...
– "Espera, Mica, o que a gente tá fazendo?"
– "Não vamos transar, fica tranquilo"
Meus dedos percorreram todas as costelas dela, o peito dela, começo a sentir a elevação de um dos peitos dela e meu pau já tava completamente duro, continuei avançando até chegar no mamilo dela, que tava bem durinho, presto atenção na respiração dela, que tava cada vez mais funda e acelerada, e não consigo evitar apertar ele. Nesse momento, ouvi o primeiro gemido, acabei de provocar um gemido de prazer na minha irmã! Sabia que isso tava errado, muito errado. Ruim, mas ao mesmo tempo era incrivelmente excitante. Não conseguia soltar os peitos dela, enquanto olhava pra cara de prazer dela e sentia a respiração, e notei a mão dela no meu peito, e ela começou a descer, cada vez mais, até chegar no meu pau e segurou firme, por cima do meu short. "Irmãozinho! Olha o que você tinha guardado..." automaticamente ela enfia a mão por baixo do meu short e da minha cueca, pega na minha rola e começa a me bater uma, estávamos super excitados os dois, eu soltei os bicos dos peitos dela e comecei a descer minha mão, a barriga dela de novo, o umbigo, e cheguei no short dela, sem perder tempo enfio a mão por baixo da calcinha fio dental dela até chegar direto no clitóris, notando a área toda recém-depilada. Aí notei um gemido mais forte, o prazer de sentir algo depois de tanto tempo, comecei a esfregar cada vez mais rápido conforme a respiração dela acelerava, ela já estava toda molhada e não demorei pra enfiar meu dedo.
— "O que a gente tá fazendo?" — ela diz, ofegante, excitada e preocupada
— "Eu te ajudo, e você me ajuda, que tal? Mas em silêncio." — Embora tivéssemos aumentado o volume da TV pra abafar qualquer som acidental.
Ela aceitou e tirou meu short e minha cueca e, sem disfarçar, começou a me bater uma, admirando o tamanho da minha rola e se deliciando, passava a mão nas minhas bolas, me masturbava como se nunca tivesse visto uma rola daquela. Sinto que vou gozar e seguro ela, deito ela de barriga pra cima, tiro o short e a calcinha fio dental e começo a descer, a beijar a região baixa, ao redor da buceta, de um lado, depois do outro, depois em cima, ia me aproximando cada vez mais e a respiração dela ficava mais ofegante, até que passei minha língua lenta e firmemente por ali, pelo clitóris dela, esse foi o terceiro gemido dela, cada um mais gostoso que o anterior. Comecei com a língua, depois adicionei um dedo e depois outro, ela estava nas nuvens, tinha meus dois dedos e minha língua trabalhando pra ela, que percebe que não vai aguentar muito mais e me puxa, rapidamente olho nos olhos dela e digo "Quero que Acaba, quero que você goze pra mim", ela, depois de um breve contato visual, relaxa e solta minha mão, me deixando continuar trabalhando ali embaixo, cada vez com mais energia, até que percebo sua rigidez, ela começa a tremer, para de respirar e morde o travesseiro, e acaba se molhando como poucas mulheres fazem, seus fluidos inundaram minha mão e eu tentei engolir tudo que saía, enquanto a buceta dela ficava cada vez mais apertada, deixando ela limpinha. Quando consegue recuperar a capacidade de prestar atenção no que estava acontecendo, ela me olha, enquanto eu beijava tudo ao redor, surpresa com o orgasmo que acabei de dar a ela, e me diz que o Nico (o namorado dela) nunca conseguiu fazê-la gozar assim e que era incrível. Começo a subir enquanto beijava cada centímetro que me movia, e depois de um tempo chupando os peitos dela, ela pega meu pau de novo, pra terminar o que tinha deixado, e depois de bater uma por um tempo e acariciar minhas bolas, não hesito em enfiar na boca dela. Naquele momento, não conseguia evitar pensar que a saliva que escorria pelo meu pau e passava pelas minhas bolas era da minha irmã, e isso me excitava cada vez mais. Estávamos super excitados os dois, ela cada vez mais animada me dando o boquete mais gostoso que já senti na vida, até que eu digo que não aguento mais, mas ela continuou, sem ter certeza se ela tinha entendido o que significava, eu falei "Vou gozar", mas mesmo assim ela não parou e eu relaxei, me dediquei a aproveitar e quando não aguentei mais, chegou minha vez de gozar, de encher a boquinha doce dela com todo o meu esperma, que, dado o tempo de abstinência e a excitação da situação, era muito, tanto que ela se surpreendeu, mas conseguiu engolir tudo, até a última gota, e continuou ali embaixo enquanto me olhava, gostava de me ver sentindo prazer, e me deixou o pau completamente limpo. Eram só 2h da manhã, era cedo e nós dois queríamos mais, mas não quisemos viciar, então nos vestimos e ela foi pro quarto dela, com a certeza de que naquela noite não ia ser necessário o vídeo xxx e a masturbação, pra nenhum dos dois.
Nós somos uma família normal, mãe, pai, minha irmã e eu. Eu trabalho, ou trabalhava, quando não tinha uma pandemia ameaçando matar todo mundo, meus velhos recém-aposentados e minha irmã tá na faculdade, é a mimada da família.
A quarentena no geral tá indo bem, a gente tem uma casa grande, então não fica o tempo todo se olhando na cara, de vez em quando eu vou arrumar meu carro, jogar no xbox, ver uma série, minha irmã fica enrolando no celular fazendo vídeo pro tiktok, meus velhos lá andando por aí, a gente tenta levar isso da melhor forma possível. Mas tem uma coisa, uma coisa que me afeta pra caralho, que é a falta de sexo. Eu tenho uma vida sexual muito ativa, que foi drasticamente reduzida a zero porque minha namorada tá no apartamento dela sem poder sair.
Geralmente minha irmã vem de noite pro meu quarto e a gente conversa, faz algum vídeo, vê uma série na Netflix e depois ela vai pro quarto dela, e na outra noite ela confessou que tá passando pelo mesmo problema que eu com relação ao sexo, que não conseguia ver o namorado dela e a abstinência tava afetando ela. Me surpreendeu o comentário dela, porque a gente nunca tinha tido uma conversa sobre sexo, mas talvez guiados pelas nossas hormonas a gente começou a conversar, a contar coisas, a falar como era nossa vida sexual, como a gente gostava de sexo, como a gente se masturbava quando não tava na companhia dos nossos parceiros e pela primeira vez, descobri que minha irmãzinha já não era mais nenhuma menininha. Ela me contou que quase toda noite se masturba, que vê pornô no celular dela e até confessou que tem um vibrador pequeno, mas que nada é suficiente, que precisa de sexo, que precisa da pica do namorado dentro dela. Naquela noite, ela foi pro quarto dela e me disse que o celular, o vibrador e os dedos dela estavam esperando por ela, o que admito que me deixou bem excitado. Saber que do outro lado da parede minha irmã estava se masturbando me deixava louco de tesão. Essas situações começaram a se repetir: ela vinha, a gente falava de sexo, ela ia embora e a gente se masturbava, cada um no seu quarto, sabendo o que o outro tava fazendo.
Uma noite, vendo uma série, a gente dormiu na minha cama e ela me acordou umas 3 da manhã. Quando consegui me situar, ela me olhou envergonhada, perguntei o que foi e ela apontou pro meu pau... sim, eu tava de pau duro. Não aguentava mais, fazia 15 dias que eu não transava e tava dividindo a cama com uma mina de 23 anos, de mini short que marcava a tanga dela, e uma camiseta curta sem sutiã por baixo que deixava ver o formato dos bicos dos peitos. Falei pra ela que o melhor era a gente evitar essas situações, porque realmente me fazia mal.
Na noite seguinte, a gente continuou conversando no meu quarto, e mesmo ela não dando bola pro meu pedido de não vir com aquele pijama tão provocante, a gente se jogou na cama pra falar do único assunto que a gente tava falando ultimamente... sexo. Abro os olhos, minhas pálpebras tão pesadas, "que que houve? que horas são?" penso comigo. Quando me localizo no tempo e no espaço, não podia acreditar, a gente tinha dormido de novo! Mas dessa vez a gente tinha ido longe, tava de conchinha, eu abraçando ela por trás, com meu rosto na nuca dela, minha mão na cintura dela e a bunda dela firmemente encostada no meu pau, que tava durasso. Eu queria evitar, mas não conseguia. "Calma, não posso me mexer até ele baixar, porque se eu me mexer e acordar ela, ela vai perceber que eu tô com o pau todo duro enfiado entre as nádegas dela." Mas quanto mais eu pensava, mais duro ficava. Que que tá acontecendo comigo? É minha irmã! Mas aquele corpo tão gostoso, aquela figura, aquele short colado, aquela tanga, tô ficando maluco! Meu esforço mental tava funcionando, aos poucos meu pau começou a perder a firmeza, mas ainda estava grande, e sem deixar que amolecesse de vez, ela acorda. Percebo que a respiração dela muda, ela se mexe devagar e, para minha surpresa, empurra a bunda devagar, mas firme, para trás, fazendo pressão contra meu pau, cada vez mais castigado. "Mica... Mica, você tá acordada? A gente dormiu" – Mica: "Quero ficar aqui. Me abraça" – falou com voz de sono, enquanto pegava minha mão e passava pela cintura dela e pressionava a bunda contra meu pau, mantendo a posição de conchinha. Não entendo o que tá rolando, ela deve estar dormindo, com certeza acha que sou o namorado. "Mica, fala sério, acorda, sou eu, você tem que ir pro seu quarto". Ela se vira, ficando de frente pra mim, coloca o rosto bem perto do meu, tão perto que achei que fosse me beijar, e fala com voz sofrida: "Não aguento mais".
– "Eu também não aguento mais, Mica, isso tá me matando"
– "E o que a gente faz?"
– "Nada, o que a gente vai fazer? Você tem que ir pro seu quarto"
– "Não podemos continuar assim"
– "Não, não podemos continuar assim, você tem que ir pro seu quarto, e não tenho problema se você voltar amanhã, mas te peço por favor que não faça isso com essa roupa e a gente mantenha distância"
– "Não era disso que eu tava falando, não podemos continuar assim, com essa abstinência, isso tá fazendo mal pra gente, mas também não podemos transar porque somos irmãos"
– "Não, não podemos, então, o que você sugere?"
Ela pegou minha mão e começou a passar pela barriga dela, devagar, pelo umbigo, pelos abdominais, pelas costelas...
– "Espera, Mica, o que a gente tá fazendo?"
– "Não vamos transar, fica tranquilo"
Meus dedos percorreram todas as costelas dela, o peito dela, começo a sentir a elevação de um dos peitos dela e meu pau já tava completamente duro, continuei avançando até chegar no mamilo dela, que tava bem durinho, presto atenção na respiração dela, que tava cada vez mais funda e acelerada, e não consigo evitar apertar ele. Nesse momento, ouvi o primeiro gemido, acabei de provocar um gemido de prazer na minha irmã! Sabia que isso tava errado, muito errado. Ruim, mas ao mesmo tempo era incrivelmente excitante. Não conseguia soltar os peitos dela, enquanto olhava pra cara de prazer dela e sentia a respiração, e notei a mão dela no meu peito, e ela começou a descer, cada vez mais, até chegar no meu pau e segurou firme, por cima do meu short. "Irmãozinho! Olha o que você tinha guardado..." automaticamente ela enfia a mão por baixo do meu short e da minha cueca, pega na minha rola e começa a me bater uma, estávamos super excitados os dois, eu soltei os bicos dos peitos dela e comecei a descer minha mão, a barriga dela de novo, o umbigo, e cheguei no short dela, sem perder tempo enfio a mão por baixo da calcinha fio dental dela até chegar direto no clitóris, notando a área toda recém-depilada. Aí notei um gemido mais forte, o prazer de sentir algo depois de tanto tempo, comecei a esfregar cada vez mais rápido conforme a respiração dela acelerava, ela já estava toda molhada e não demorei pra enfiar meu dedo.
— "O que a gente tá fazendo?" — ela diz, ofegante, excitada e preocupada
— "Eu te ajudo, e você me ajuda, que tal? Mas em silêncio." — Embora tivéssemos aumentado o volume da TV pra abafar qualquer som acidental.
Ela aceitou e tirou meu short e minha cueca e, sem disfarçar, começou a me bater uma, admirando o tamanho da minha rola e se deliciando, passava a mão nas minhas bolas, me masturbava como se nunca tivesse visto uma rola daquela. Sinto que vou gozar e seguro ela, deito ela de barriga pra cima, tiro o short e a calcinha fio dental e começo a descer, a beijar a região baixa, ao redor da buceta, de um lado, depois do outro, depois em cima, ia me aproximando cada vez mais e a respiração dela ficava mais ofegante, até que passei minha língua lenta e firmemente por ali, pelo clitóris dela, esse foi o terceiro gemido dela, cada um mais gostoso que o anterior. Comecei com a língua, depois adicionei um dedo e depois outro, ela estava nas nuvens, tinha meus dois dedos e minha língua trabalhando pra ela, que percebe que não vai aguentar muito mais e me puxa, rapidamente olho nos olhos dela e digo "Quero que Acaba, quero que você goze pra mim", ela, depois de um breve contato visual, relaxa e solta minha mão, me deixando continuar trabalhando ali embaixo, cada vez com mais energia, até que percebo sua rigidez, ela começa a tremer, para de respirar e morde o travesseiro, e acaba se molhando como poucas mulheres fazem, seus fluidos inundaram minha mão e eu tentei engolir tudo que saía, enquanto a buceta dela ficava cada vez mais apertada, deixando ela limpinha. Quando consegue recuperar a capacidade de prestar atenção no que estava acontecendo, ela me olha, enquanto eu beijava tudo ao redor, surpresa com o orgasmo que acabei de dar a ela, e me diz que o Nico (o namorado dela) nunca conseguiu fazê-la gozar assim e que era incrível. Começo a subir enquanto beijava cada centímetro que me movia, e depois de um tempo chupando os peitos dela, ela pega meu pau de novo, pra terminar o que tinha deixado, e depois de bater uma por um tempo e acariciar minhas bolas, não hesito em enfiar na boca dela. Naquele momento, não conseguia evitar pensar que a saliva que escorria pelo meu pau e passava pelas minhas bolas era da minha irmã, e isso me excitava cada vez mais. Estávamos super excitados os dois, ela cada vez mais animada me dando o boquete mais gostoso que já senti na vida, até que eu digo que não aguento mais, mas ela continuou, sem ter certeza se ela tinha entendido o que significava, eu falei "Vou gozar", mas mesmo assim ela não parou e eu relaxei, me dediquei a aproveitar e quando não aguentei mais, chegou minha vez de gozar, de encher a boquinha doce dela com todo o meu esperma, que, dado o tempo de abstinência e a excitação da situação, era muito, tanto que ela se surpreendeu, mas conseguiu engolir tudo, até a última gota, e continuou ali embaixo enquanto me olhava, gostava de me ver sentindo prazer, e me deixou o pau completamente limpo. Eram só 2h da manhã, era cedo e nós dois queríamos mais, mas não quisemos viciar, então nos vestimos e ela foi pro quarto dela, com a certeza de que naquela noite não ia ser necessário o vídeo xxx e a masturbação, pra nenhum dos dois.
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