Aqui estamos de novo.
Terminamos de almoçar com a Cande e, antes dela ir embora, ela sentou em cima de mim e me montou até eu gozar enquanto a gente se beijava. Ela levantou, foi se trocar e saiu com a mesma saia da noite anterior, mas vestindo uma camiseta comprida da minha namorada, que ela costuma usar pra ficar em casa. Dava pra ver os peitos dela sem nada por baixo. Ela chegou perto de mim e me beijou enquanto a mão dela descia entre as pernas dela, tirou os dedos molhados com resto do meu gozo e do prazer dela, levou até minha boca e depois me beijou de novo.
E: Chega, por favor, você me deixou seco hoje.
C: Bom, espero que sua namorada não se importe de eu ter sugado todo o seu gozo e a camiseta dela.
E: Quem diria que você ia ser tão porquinha.
C: Só pra você.
Ela virou as costas e foi embora, me deixando com a imagem da bunda dela sem nada, marcando ainda mais, se é que era possível, naquela saia.
Fui pro quarto arrumar as coisas e encontrei o body em cima da cama, ainda com o cheiro dela. Tirei uma foto e mandei pelo WhatsApp, dizendo que ela tinha esquecido algo. Joguei o celular na cama e me deitei até pegar no sono. Acordei várias horas depois com o som insistente da campainha. Era minha namorada, que eu realmente tinha esquecido que viria naquele dia. Óbvio que ela reclamou porque fazia não sei quanto tempo que ela tava me ligando e tocando a campainha. Aí percebi que o celular tava sem bateria, deixei carregando, me troquei e fui pra piscina com ela.
Depois de um tempo, os meninos apareceram. A Cande, num biquíni que deixava pouco pra imaginação, cumprimentou a gente e sentou pra conversar um pouco. Quando eles se levantaram pra ir pra piscina, foi impossível não olhar pra bunda da Cande. Me deu uma vontade de morder que não consigo explicar. Tava nesses pensamentos quando minha namorada bateu no meu braço.
N: Você ouviu o que eu falei?
E: Não, o que foi?
N: Nossa, não sei o que tem com você hoje. Tava dizendo que acho que sua vizinha ganhou uma alegria de aniversário.
E: Por que você diz isso? – enquanto engolia seco. sofrendo como testemunha falsa –
N: ai vocês homens não percebem nada, tá na cara dela, tem um brilho diferente, o irmãozinho por outro lado, dá pra ver que a namorada não sabe fazer ele gozar
Y: bom, nem toda mulher pode ser que nem você
N: pfff pego o cara 10 minutos e tu sabe como eu deixo ele
Y: hahaha tá me pedindo permissão?
N: nah, ele é muito novinho, não saberia como me fazer gozar, mas tenho você
Naquele momento a campainha me salvou e o telefone dela tocou, ela começou a falar enquanto eu via os caras conversando cúmplices na piscina e olhando pra gente. Quando desligou, minha mina disse que tinha que ir por causa de um assunto de família, não prestei muita atenção, só conseguia pensar em levar a Cande de volta pra cama. Acompanhei ela no apto. pra trocar de roupa e desci rápido pra piscina, quando cheguei encontrei só o Mariano
Y: te deixaram sozinho?
M: sim, foram todos
Y: e a Cande?
M: foi no banheiro, passaram bem ontem à noite?
Y: bom, você disse que nos ouviu
M: o prédio inteiro deve ter ouvido, ainda bem que não gritaram nomes e que ninguém conhece sua namorada
Y: hahaha exagera
M: agora depois de tudo isso, ainda precisava me mandar aquela foto, queria me dar mais inveja?
Y: que foto?
M: a do body da minha irmã
Y: mandei pra você? – aí caiu a ficha de que mandei a mensagem sem prestar atenção e o último contato era o dele –
M: sim, agora me deixaram com vontade
C: do que tão falando – chegou a Cande na hora pra interromper a conversa –
M: de como vocês se divertiram ontem, e de como ele é ruim!
C: por que ruim?
Y: você deixou o body em casa, tirei uma foto e mandei pra você, mas mandei pra ele por engano
C: ahhh safado, ficou com inveja?
M: demais!
Y: vocês dois?
C: por que não dá a chave do apto. pra ele ir buscar? – me interrompeu de novo pra ele se livrar da inveja
Y: vai lá então – por dentro pensei que era uma boa oportunidade pra ficar curtindo a Cande – mas limpa tudo depois, hein!
Mariano saiu correndo da Piscina, peguei minhas chaves e fui direto pro meu apê. Fiquei batendo papo com a Cande.
Y: Ué, não falou que vocês dois tavam juntos?
C: Que foi, tá com ciúme?
Y: Me dá um tesão.
C: Já se imaginou chupando o pau do meu irmãozinho?
Y: Acho que você não fez isso, e sei que eu fiz mais com você do que ele.
C: Mas você não sabe das coisas que eu fiz com ele?
Y: Que fez? Bateu uma?
C: Quer mesmo saber?
Y: Sim.
C: Beleza, mas aqui não.
Ela pegou na minha mão e me levou pra fora da piscina, pegamos as coisas e entramos no elevador. Assim que a porta fechou, ela começou a me beijar e eu não consegui evitar de passar a mão no corpo todo dela. O biquíni dela tava molhado, mas dava pra ver na buceta dela que tava molhada não por causa da água, mas de tesão. Afastei ela pro lado e meti meus dedos enquanto continuávamos nos beijando, e consegui fazer ela gozar bem na hora que as portas do elevador abriram. Só aí percebi que estávamos no meu andar. A Cande bateu na porta e o que vi do outro lado não dava pra acreditar. O Mariano tava com o rosto maquiado e só de body que a irmã dele tinha usado na noite anterior. Dava pra ver o volume do pau dele duro, enquanto eu tentava processar, os dois me empurraram pra dentro do apê. Aí pude ver o Mariano por trás, ele tinha uma raba melhor até que a da irmã.
Y: Que porra é essa? Uma zoeira?
C: Não, te apresento a Mariana.
Y: Não tô entendendo nada.
M: Esse é meu verdadeiro eu – com uma voz tão feminina quanto a da irmã – sou bi e gosto de usar as roupas dela.
Y: E sua namorada?
M: Ela sabe, e costumo me vestir pra ela, e a gente faz troca de papéis.
Y: Tipo, ela te come?
C: E eu também.
Y: Você também?
C: Sim, um dia descobri a Mariana com umas calcinhas minhas e quando encarei ela, me contou tudo, e me mostrou o cintaralho que costuma usar com a namorada. Verdade, me deu um tesão danado e quis experimentar, e então comi ele.
M: Desde aquele dia, a Cande começou a dividir as roupas dela comigo, mas minha namorada não sabe de nada entre nós.
Y: E você, nunca fez nada com ele?
C: Não, eu não queria que minha primeira vez fosse com ele. agora entendi
a mensagem dessa manhã e a parada da inveja
C: não, idiota, não entendeu nada
M: tenho inveja dela, nós duas fantasiemos com você mil vezes, eu falei pra ela vestir esse body ontem à noite porque sempre te imaginei me comendo com ele
Y: vocês me deixam sem palavras
C: sim, embora a Marian não seja virgem, ela nunca experimentou com uma de verdade, e adoraria, e eu adoraria estar presente
Y: vocês querem
M: sim – me interrompendo – quero que você me coma e me deixe chupar seu pau na frente da Cande e dividir com ela
C: e eu quero que você me coma enquanto você come ele
Y: galera, vocês me deixam sem palavras
C: garotas, e pelo que vejo seu amigo não se opõe
Não tinha me ligado, mas tava completamente duro, e antes que eu percebesse as duas "garotas" estavam ajoelhadas na minha frente, a Cande abaixou meu short e meu pau pulou pra fora, totalmente ereto, ela pegou a mão da Mariana e levou até meu pau pra ela segurar, a cara de prazer da Cande quando a Marian segurou meu pau era linda, e o nervosismo no rosto da Marian também. Ela começou a me bater uma bem devagar enquanto via a irmã tocando o próprio pau por cima do body, e no exato momento em que a Cande tirou o pau da irmãzinha do body, ela levou a língua ao meu pau, percorreu das bolas até a ponta e quando chegou lá deu um beijinho pra depois enfiar tudo bem devagar na boca, verdade seja dita, ela fazia muito melhor que a irmã e toda aquela situação tava me deixando louco de tesão, ver a Cande batendo uma pra ela enquanto eu era chupado era incrível, o pau da Marian era bem parecido com o meu, não muito comprido mas gordinho e dava pra ver que, assim como o resto do corpo dela, não tinha um único pelo. Me ajeitei de um jeito que a Cande pudesse chupar o dela também e ela entendeu na hora e enfiou o pau da irmãzinha na boca, o que fez a Marian acelerar ainda mais a chupada e de vez em quando soltar uns gemidos. Não demorou muito pra Marian tirar o pau da boca e avisar a irmãzinha que ia gozar mas ela, em vez de parar, aumentou o ritmo. Dava pra ver que um dos dedinhos dela brincava na buceta da Marian, que sem soltar meu pau um segundo, acabou gozando na boca da irmãzinha. Quando terminou, a Cande chegou perto da boca da Marian e beijou ela, dava pra ver a porra escapando entre os lábios dela e caindo sobre eles. Imagino que por causa de tudo que tinha rolado na noite anterior e de manhã, eu não gozei naquele momento. Quando se separaram, sorriram uma pra outra e me olharam, tinha prazer nos rostos delas.
C: espera, não goza ainda, já volto
Y: não sei quanto mais vou aguentar
C: faz o seguinte, deixa ela te mostrar a bunda dela, você vai saber o que fazer com ela, mas não goza
A Candela saiu correndo do apartamento e a Marian se parou na minha frente e se inclinou, deixando eu ver a bunda dela. Dava pra ver o cuzinho dela, nunca tinha sentido isso, mas cheirava a rosas. Instintivamente comecei a brincar com minha língua e meus dedos, da boca dela só saíam gemidos. Não sei quanto tempo passou, só ouvi a porta fechar e quando levantei a vista, vi a Cande, já completamente nua, só com o arnês que ela tinha vestido. Não era daqueles tipo cinto, era tipo um consolo com uma parte dentro da buceta dela e outra grande saindo, rosa. A Marian entendeu na hora e se colocou de novo de quatro no chão, levando meu pau pra boca enquanto a Cande se posicionava atrás dela.
C: que bom que vi que você deixou ela bem preparadinha pra mim
Y: toda sua
M: come sua irmã, come ela enquanto eu chupo o pau dele
Não disse mais nenhuma palavra e a Cande enterrou o brinquedo inteiro dentro da irmã, que soltou um gemido forte abrindo a boca, que foi rapidamente tapada pelo meu pau. Era uma sinfonia de gemidos, os da Cande, os meus e os da Marian abafados pelo meu pau. Não aguentei muito mais tempo, falei que ia gozar, mas como a irmã dela não soltou meu pau e levou ele até o fundo da garganta dela, bem na hora que eu vi a Cande gozar. Já conhecia a cara dela, não aguentei mais e enchi a boca da Marian. que não tirou a pica da boca dela até engolir a última gota, e só aí saiu da posição
C: maluca, não deixou nada pra mim
M: você já teve o suficiente
C: mas agora quero mais da sua
Cande se deitou no sofá e o irmão dela, com a pica toda dura, se aproximou e começou a penetrar ela, a imagem era por demais excitante, ver a Cande toda pelada sendo penetrada pelo Marian com aquele body era algo incrível, não demorou muito pra minha pica começar a reagir, no começo só fiquei olhando, mas curtindo os gemidos deles e o barulho dos corpos. Depois de um tempo decidi me juntar, aproximei minha pica dos rostos deles, e enquanto transavam os dois começaram a chupar minha pica
C: acho, irmãzinha, que já é hora do seu tiny ass provar uma pica de verdade
M: sim, por favor, preciso disso
Em seguida, Cande empurrou o irmão, que parou de penetrar ela, e se ajoelhou de quatro no chão, e começou a chupar a buceta dele. Entendi meu papel e fiquei atrás do Marian, afastei o body de lado e encostei a ponta da minha pica no cuzinho dele, esperava apertado, mas praticamente me chupou, engoliu a pica toda de uma vez soltando um gemido
C: tá gostando, irmãzinha?
M: adoro, é muito melhor
C: te falei, aproveita
Comecei a penetrar cada vez mais forte a bunda do Marian, nunca tinha sentido um cu assim, era quase como comer uma buceta, mas com mais pressão, tava curtindo pra caralho, peguei o cabelo do Marian e levantei o corpo dele, até chegar no pescoço e começar a beijar, uns segundos depois senti algo nas minhas bolas, até que percebi que era a língua da Cande brincando com minhas bolas e a pica do irmão dela, pra depois subir e beijar nós dois, ela se virou e, de costas pro Marian, levou a pica até a buceta dela e fez ele penetrar, era a primeira vez que fazia um trenzinho e tava adorando, os gemidos dos três enchiam o quarto. Não sei quanto tempo ficamos assim, mas percebi quando o Marian gozou Um gemido abafado e as contrações da bunda pequenininha dela foram demais pra mim e fizeram com que eu também gozasse, até cairmos os três exaustos no chão. Não teve palavra alguma, simplesmente apaguei.
Quando acordei já era quase noite, estávamos do mesmo jeito que tínhamos ficado, praticamente de conchinha os três. Levantei sem fazer barulho e fui comprar algo pra gente jantar. Naquela noite, jantamos os três juntos. A Marian foi no apartamento dela buscar roupa da irmãzinha e passou a noite como se fosse mais uma menina. Antes disso, as garotas tinham dito pros pais que uma ia dormir na casa de uma amiga e a outra na casa da namorada, mas as duas passaram a noite comigo, fazendo todo tipo de putaria que eu já vou contar mais pra frente.
Terminamos de almoçar com a Cande e, antes dela ir embora, ela sentou em cima de mim e me montou até eu gozar enquanto a gente se beijava. Ela levantou, foi se trocar e saiu com a mesma saia da noite anterior, mas vestindo uma camiseta comprida da minha namorada, que ela costuma usar pra ficar em casa. Dava pra ver os peitos dela sem nada por baixo. Ela chegou perto de mim e me beijou enquanto a mão dela descia entre as pernas dela, tirou os dedos molhados com resto do meu gozo e do prazer dela, levou até minha boca e depois me beijou de novo.
E: Chega, por favor, você me deixou seco hoje.
C: Bom, espero que sua namorada não se importe de eu ter sugado todo o seu gozo e a camiseta dela.
E: Quem diria que você ia ser tão porquinha.
C: Só pra você.
Ela virou as costas e foi embora, me deixando com a imagem da bunda dela sem nada, marcando ainda mais, se é que era possível, naquela saia.
Fui pro quarto arrumar as coisas e encontrei o body em cima da cama, ainda com o cheiro dela. Tirei uma foto e mandei pelo WhatsApp, dizendo que ela tinha esquecido algo. Joguei o celular na cama e me deitei até pegar no sono. Acordei várias horas depois com o som insistente da campainha. Era minha namorada, que eu realmente tinha esquecido que viria naquele dia. Óbvio que ela reclamou porque fazia não sei quanto tempo que ela tava me ligando e tocando a campainha. Aí percebi que o celular tava sem bateria, deixei carregando, me troquei e fui pra piscina com ela.
Depois de um tempo, os meninos apareceram. A Cande, num biquíni que deixava pouco pra imaginação, cumprimentou a gente e sentou pra conversar um pouco. Quando eles se levantaram pra ir pra piscina, foi impossível não olhar pra bunda da Cande. Me deu uma vontade de morder que não consigo explicar. Tava nesses pensamentos quando minha namorada bateu no meu braço.
N: Você ouviu o que eu falei?
E: Não, o que foi?
N: Nossa, não sei o que tem com você hoje. Tava dizendo que acho que sua vizinha ganhou uma alegria de aniversário.
E: Por que você diz isso? – enquanto engolia seco. sofrendo como testemunha falsa –
N: ai vocês homens não percebem nada, tá na cara dela, tem um brilho diferente, o irmãozinho por outro lado, dá pra ver que a namorada não sabe fazer ele gozar
Y: bom, nem toda mulher pode ser que nem você
N: pfff pego o cara 10 minutos e tu sabe como eu deixo ele
Y: hahaha tá me pedindo permissão?
N: nah, ele é muito novinho, não saberia como me fazer gozar, mas tenho você
Naquele momento a campainha me salvou e o telefone dela tocou, ela começou a falar enquanto eu via os caras conversando cúmplices na piscina e olhando pra gente. Quando desligou, minha mina disse que tinha que ir por causa de um assunto de família, não prestei muita atenção, só conseguia pensar em levar a Cande de volta pra cama. Acompanhei ela no apto. pra trocar de roupa e desci rápido pra piscina, quando cheguei encontrei só o Mariano
Y: te deixaram sozinho?
M: sim, foram todos
Y: e a Cande?
M: foi no banheiro, passaram bem ontem à noite?
Y: bom, você disse que nos ouviu
M: o prédio inteiro deve ter ouvido, ainda bem que não gritaram nomes e que ninguém conhece sua namorada
Y: hahaha exagera
M: agora depois de tudo isso, ainda precisava me mandar aquela foto, queria me dar mais inveja?
Y: que foto?
M: a do body da minha irmã
Y: mandei pra você? – aí caiu a ficha de que mandei a mensagem sem prestar atenção e o último contato era o dele –
M: sim, agora me deixaram com vontade
C: do que tão falando – chegou a Cande na hora pra interromper a conversa –
M: de como vocês se divertiram ontem, e de como ele é ruim!
C: por que ruim?
Y: você deixou o body em casa, tirei uma foto e mandei pra você, mas mandei pra ele por engano
C: ahhh safado, ficou com inveja?
M: demais!
Y: vocês dois?
C: por que não dá a chave do apto. pra ele ir buscar? – me interrompeu de novo pra ele se livrar da inveja
Y: vai lá então – por dentro pensei que era uma boa oportunidade pra ficar curtindo a Cande – mas limpa tudo depois, hein!
Mariano saiu correndo da Piscina, peguei minhas chaves e fui direto pro meu apê. Fiquei batendo papo com a Cande.
Y: Ué, não falou que vocês dois tavam juntos?
C: Que foi, tá com ciúme?
Y: Me dá um tesão.
C: Já se imaginou chupando o pau do meu irmãozinho?
Y: Acho que você não fez isso, e sei que eu fiz mais com você do que ele.
C: Mas você não sabe das coisas que eu fiz com ele?
Y: Que fez? Bateu uma?
C: Quer mesmo saber?
Y: Sim.
C: Beleza, mas aqui não.
Ela pegou na minha mão e me levou pra fora da piscina, pegamos as coisas e entramos no elevador. Assim que a porta fechou, ela começou a me beijar e eu não consegui evitar de passar a mão no corpo todo dela. O biquíni dela tava molhado, mas dava pra ver na buceta dela que tava molhada não por causa da água, mas de tesão. Afastei ela pro lado e meti meus dedos enquanto continuávamos nos beijando, e consegui fazer ela gozar bem na hora que as portas do elevador abriram. Só aí percebi que estávamos no meu andar. A Cande bateu na porta e o que vi do outro lado não dava pra acreditar. O Mariano tava com o rosto maquiado e só de body que a irmã dele tinha usado na noite anterior. Dava pra ver o volume do pau dele duro, enquanto eu tentava processar, os dois me empurraram pra dentro do apê. Aí pude ver o Mariano por trás, ele tinha uma raba melhor até que a da irmã.
Y: Que porra é essa? Uma zoeira?
C: Não, te apresento a Mariana.
Y: Não tô entendendo nada.
M: Esse é meu verdadeiro eu – com uma voz tão feminina quanto a da irmã – sou bi e gosto de usar as roupas dela.
Y: E sua namorada?
M: Ela sabe, e costumo me vestir pra ela, e a gente faz troca de papéis.
Y: Tipo, ela te come?
C: E eu também.
Y: Você também?
C: Sim, um dia descobri a Mariana com umas calcinhas minhas e quando encarei ela, me contou tudo, e me mostrou o cintaralho que costuma usar com a namorada. Verdade, me deu um tesão danado e quis experimentar, e então comi ele.
M: Desde aquele dia, a Cande começou a dividir as roupas dela comigo, mas minha namorada não sabe de nada entre nós.
Y: E você, nunca fez nada com ele?
C: Não, eu não queria que minha primeira vez fosse com ele. agora entendi
a mensagem dessa manhã e a parada da inveja
C: não, idiota, não entendeu nada
M: tenho inveja dela, nós duas fantasiemos com você mil vezes, eu falei pra ela vestir esse body ontem à noite porque sempre te imaginei me comendo com ele
Y: vocês me deixam sem palavras
C: sim, embora a Marian não seja virgem, ela nunca experimentou com uma de verdade, e adoraria, e eu adoraria estar presente
Y: vocês querem
M: sim – me interrompendo – quero que você me coma e me deixe chupar seu pau na frente da Cande e dividir com ela
C: e eu quero que você me coma enquanto você come ele
Y: galera, vocês me deixam sem palavras
C: garotas, e pelo que vejo seu amigo não se opõe
Não tinha me ligado, mas tava completamente duro, e antes que eu percebesse as duas "garotas" estavam ajoelhadas na minha frente, a Cande abaixou meu short e meu pau pulou pra fora, totalmente ereto, ela pegou a mão da Mariana e levou até meu pau pra ela segurar, a cara de prazer da Cande quando a Marian segurou meu pau era linda, e o nervosismo no rosto da Marian também. Ela começou a me bater uma bem devagar enquanto via a irmã tocando o próprio pau por cima do body, e no exato momento em que a Cande tirou o pau da irmãzinha do body, ela levou a língua ao meu pau, percorreu das bolas até a ponta e quando chegou lá deu um beijinho pra depois enfiar tudo bem devagar na boca, verdade seja dita, ela fazia muito melhor que a irmã e toda aquela situação tava me deixando louco de tesão, ver a Cande batendo uma pra ela enquanto eu era chupado era incrível, o pau da Marian era bem parecido com o meu, não muito comprido mas gordinho e dava pra ver que, assim como o resto do corpo dela, não tinha um único pelo. Me ajeitei de um jeito que a Cande pudesse chupar o dela também e ela entendeu na hora e enfiou o pau da irmãzinha na boca, o que fez a Marian acelerar ainda mais a chupada e de vez em quando soltar uns gemidos. Não demorou muito pra Marian tirar o pau da boca e avisar a irmãzinha que ia gozar mas ela, em vez de parar, aumentou o ritmo. Dava pra ver que um dos dedinhos dela brincava na buceta da Marian, que sem soltar meu pau um segundo, acabou gozando na boca da irmãzinha. Quando terminou, a Cande chegou perto da boca da Marian e beijou ela, dava pra ver a porra escapando entre os lábios dela e caindo sobre eles. Imagino que por causa de tudo que tinha rolado na noite anterior e de manhã, eu não gozei naquele momento. Quando se separaram, sorriram uma pra outra e me olharam, tinha prazer nos rostos delas.
C: espera, não goza ainda, já volto
Y: não sei quanto mais vou aguentar
C: faz o seguinte, deixa ela te mostrar a bunda dela, você vai saber o que fazer com ela, mas não goza
A Candela saiu correndo do apartamento e a Marian se parou na minha frente e se inclinou, deixando eu ver a bunda dela. Dava pra ver o cuzinho dela, nunca tinha sentido isso, mas cheirava a rosas. Instintivamente comecei a brincar com minha língua e meus dedos, da boca dela só saíam gemidos. Não sei quanto tempo passou, só ouvi a porta fechar e quando levantei a vista, vi a Cande, já completamente nua, só com o arnês que ela tinha vestido. Não era daqueles tipo cinto, era tipo um consolo com uma parte dentro da buceta dela e outra grande saindo, rosa. A Marian entendeu na hora e se colocou de novo de quatro no chão, levando meu pau pra boca enquanto a Cande se posicionava atrás dela.
C: que bom que vi que você deixou ela bem preparadinha pra mim
Y: toda sua
M: come sua irmã, come ela enquanto eu chupo o pau dele
Não disse mais nenhuma palavra e a Cande enterrou o brinquedo inteiro dentro da irmã, que soltou um gemido forte abrindo a boca, que foi rapidamente tapada pelo meu pau. Era uma sinfonia de gemidos, os da Cande, os meus e os da Marian abafados pelo meu pau. Não aguentei muito mais tempo, falei que ia gozar, mas como a irmã dela não soltou meu pau e levou ele até o fundo da garganta dela, bem na hora que eu vi a Cande gozar. Já conhecia a cara dela, não aguentei mais e enchi a boca da Marian. que não tirou a pica da boca dela até engolir a última gota, e só aí saiu da posição
C: maluca, não deixou nada pra mim
M: você já teve o suficiente
C: mas agora quero mais da sua
Cande se deitou no sofá e o irmão dela, com a pica toda dura, se aproximou e começou a penetrar ela, a imagem era por demais excitante, ver a Cande toda pelada sendo penetrada pelo Marian com aquele body era algo incrível, não demorou muito pra minha pica começar a reagir, no começo só fiquei olhando, mas curtindo os gemidos deles e o barulho dos corpos. Depois de um tempo decidi me juntar, aproximei minha pica dos rostos deles, e enquanto transavam os dois começaram a chupar minha pica
C: acho, irmãzinha, que já é hora do seu tiny ass provar uma pica de verdade
M: sim, por favor, preciso disso
Em seguida, Cande empurrou o irmão, que parou de penetrar ela, e se ajoelhou de quatro no chão, e começou a chupar a buceta dele. Entendi meu papel e fiquei atrás do Marian, afastei o body de lado e encostei a ponta da minha pica no cuzinho dele, esperava apertado, mas praticamente me chupou, engoliu a pica toda de uma vez soltando um gemido
C: tá gostando, irmãzinha?
M: adoro, é muito melhor
C: te falei, aproveita
Comecei a penetrar cada vez mais forte a bunda do Marian, nunca tinha sentido um cu assim, era quase como comer uma buceta, mas com mais pressão, tava curtindo pra caralho, peguei o cabelo do Marian e levantei o corpo dele, até chegar no pescoço e começar a beijar, uns segundos depois senti algo nas minhas bolas, até que percebi que era a língua da Cande brincando com minhas bolas e a pica do irmão dela, pra depois subir e beijar nós dois, ela se virou e, de costas pro Marian, levou a pica até a buceta dela e fez ele penetrar, era a primeira vez que fazia um trenzinho e tava adorando, os gemidos dos três enchiam o quarto. Não sei quanto tempo ficamos assim, mas percebi quando o Marian gozou Um gemido abafado e as contrações da bunda pequenininha dela foram demais pra mim e fizeram com que eu também gozasse, até cairmos os três exaustos no chão. Não teve palavra alguma, simplesmente apaguei.
Quando acordei já era quase noite, estávamos do mesmo jeito que tínhamos ficado, praticamente de conchinha os três. Levantei sem fazer barulho e fui comprar algo pra gente jantar. Naquela noite, jantamos os três juntos. A Marian foi no apartamento dela buscar roupa da irmãzinha e passou a noite como se fosse mais uma menina. Antes disso, as garotas tinham dito pros pais que uma ia dormir na casa de uma amiga e a outra na casa da namorada, mas as duas passaram a noite comigo, fazendo todo tipo de putaria que eu já vou contar mais pra frente.
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