Capítulo 1:O ComeçoCapítulo 2:O espelhoCapítulo 3A cabanaCapítulo 4:A cabana 2 - O presente
Depois de relaxarmos na piscina por várias horas, começamos a planejar a noite. Na minha cabeça, ainda tava rodando o comentário da Sole sobre as dúvidas da Pili. Então tentei encontrar um momento pra falar sobre isso com ela.
Ela tinha começado a preparar a comida e eu cheguei por trás dela.
EuOi, gostosa" — falei, beijando o pescoço dela — "como você tá passando esse fim de semana? Conseguiu relaxar?
PiliHaha, sim óbvio. Mas já teve uns momentos bem intensos – ela me disse rindo – minhas pernas tão doendo de tanto foder.
EuJaja, acho que você é bem gostosa comparada com sua amiga - falei pra ela, me referindo àquela transa da tarde.
Pili: e semané.Ficou com a buceta toda aberta!" - disse ela arregalando os olhos - "mas mesmo assim você se saiu muito bem. Eu pensei que ia sofrer.
EuÓbvio! Eu cuido delas antes de tudo. Se nós três não curtimos, não faz sentido.
PiliFalando nisso... Tô com medo de vocês escolherem estupro essa noite.
EuMedo? Se a gente vai ficar brincando, princesa — falei acariciando o rosto dela — vi que você curte muito atuação. Isso seria a mesma coisa.
PiliVocê quer me convencer!!! Não é a mesma coisa. Sinto que se me forçarem, não fico excitada e não quero estragar o jogo. Já vi vídeos pornô onde as gostosas acabam sangrando - boa dica. Vê pornô.
Eunão vou te forçar a nada. Não vai ter sangue.
Algo me dizia que eu precisava de motivação... Cheguei perto dela e puxei um pouquinho o cabelo dela. Beijei ela, me aproximei do ouvido dela.
Eu:pra mim, parece que sempre te trataram como uma bonequinha. Não é? - ela concordou - e que às vezes você quer ser tratada como uma puta. É assim? - a respiração dela acelerava. Eu estava atrás dela. Apoiei a rola e levei minha mão até a buceta - e eu sou quem mais te tratou como uma puta - ela continuava concordando - vocês são minhas putinhas e eu cuido de vocês.
Soltei o cabelo dela. Fiquei na frente dela e falei
EuEu vou te apoiar. O que você escolher é o que a gente vai fazer. Quero que todos fiquem excitados — provoquei um sorriso e me virei pra ir lá fora com a Sole.
Pilimas você, qual prefere?
EuO que você acha? - E saí de lá. Sabia que tinha deixado ela pensando. Agora sim sentia que tinha uma chance com ela.
Pili saiu de salto alto pra varandinha. A Sole tinha levado um narguilé e botou rum nele. Aí a gente experimentou vários sabores de tabaco. Pili se amarrou numa playlist de cumbia dos anos 90. A gente dançou e bebeu por um tempão. Os beijos, as agarradas e as amassos eram bem frequentes. Pili era a mais bebada. Acho que por causa do nervosismo.
SozinhaBom, chega!! Vamos jogar nosso jogo!!!!
EuEssa morena gostosa!! Vai nessa. Vou pegar as paradas aqui.
Tinha pensado em dar uma reviravolta na escolha do jogo. Como a gente tinha conversado durante o dia, senti que tava faltando aquele elemento surpresa que tanto excita a gente três. Cheguei perto com um lápis e três pedaços de papel e contei pra elas sobre a mudança.
EuCada um vai escrever no papel o que escolheu. Mas a gente só vai saber depois que eles saírem de se trocar.
PiliNão entendi. A gente se veste de colegial, então?
EuSim. E se for a outra opção, quero deixar umas coisas bem claras. É tudo encenação. Eu vou ser um completo estranho. A resistência assim parece mais real. Se quiserem sair da fantasia, é só falar a palavra "espantalho" que eu paro na hora. Tá bom pra vocês? — As duas concordaram com a cabeça.
Passamos os papeizinhos e fiquei com eles. Mandei elas se trocarem, mas uma pro quarto e a outra pro banheiro pra evitar que se contassem. Chegou a hora de eu abrir os papeizinhos porque tinha que preparar o cenário. Abri o da Sole...
Estupro!!!" Sim... Com três pontos de exclamação. Minha morena gostosa não me decepcionou.
Chegou a hora de abrir o Pili. Disso dependia o resto da noite... Confesso pra vocês que abri com muita ansiedade...
Violamos... (Valeu)
Na hora, meu pau subiu na mesma. Eu tinha que preparar tudo pra estuprar essas duas gostosas. Tava muito nervoso. Nunca tinha feito aquilo. Já tinha transado forte com umas putinhas, mas nunca simulando um estupro. Também tava com medo de passar do ponto e a Pili querer sair fora. E pior... Que a nossa relação fosse pro saco. A puta da mãe. Tava me enrolando todo e num momento pensei em desistir e ficar com as colegiais. Criei coragem. Coloquei um boné e um lenço no rosto pra parecer um estuprador. Fiquei do lado da cozinha esperando elas saírem pra pegar de surpresa. Aqueles minutos foram uma eternidade. Quando ouvi a Sole perguntar se podia sair, a loira repetiu a pergunta e disse que tava pronta. Eu não respondi nada. Continuei escondido. As luzes tavam bem baixas e praticamente só dava pra enxergar com a claridade de fora. Ouvi os saltos no corredor. Elas estavam chegando.
SozinhaFer!!? Será que ela tá lá fora?
PiliNão sai... Aiiiiiiihhhh!!
Saí de trás das duas e tampei a boca delas com força. Elas sabiam o que vinha.
Eu:shhhh. vadias. Fiquem quietinhas e vocês vão pegar. Senão vou acabar com vocês. Entenderam?? - as duas assentiram - Olha só que putinhas andando na rua. Vocês tão procurando uma boa rola, né? - Pili negou com a cabeça. Ela tava entrando no personagem.
Eu: Quietinhas, hein! Vou abrir a boca de vocês. Se gritarem, levam - tirei as mãos de vocês.
Peguei os dois pares de algemas que tinha trazido e, com um pouco de resistência delas, algemei as mãos delas nas costas. Amordacei elas pra não gritarem e fiquei observando. Com toda a adrenalina, nem tinha reparado como elas estavam vestidas. As duas estavam com a camisa branca que eu tinha pedido, mas tinham dado um jeito de mostrar a barriguinha. Típico de fantasia de colegial. A Sole estava com a mesma saia de ontem à noite e tinha feito duas maria-chiquinhas no cabelo. Salto alto. A Pili estava com uma saia estilo colegial, mas sem as cores. Era azul claro. Mais puxada pras cuties que dançam nos programas de cumbia. Ela tinha feito um rabo de cavalo bem alto. As duas tinham se pintado de um jeito provocante.
Tinha as duas de joelhos. Peguei elas pelos cabelos. E arrastei até o sofá. Elas reclamavam e resistiam aos meus movimentos. Dava pra ouvir a Pili gritando por baixo do lenço que a amordaçava: "Não, por favor... não. Deixa a gente.
EuCala a boca, vadia!!" — falei bem perto do rosto dela, todo agressivo.
Tirei a pica da calça. Tomei um gole de rum com a Booty que ela tinha preparado pra mim. Dei dois tapas na cara de cada uma. A Sole me olhou na cara com cara de puta. Eu continuei no personagem.
EuTá me olhando o quê, puta!?" — fiz cara de mau. Era a primeira vez que ela me via com o lenço e o boné. "Vocês, vadias metidas a besta, só aprendem quando levam uma boa roçada pra ter o que tão procurando todo santo dia.
Joguei elas no sofá pra ficarem com a bunda virada pra mim. Levantei a saia delas e dei dois tapas bem fortes na raba.
PiliAyyy, tá doendo. Para!
Eu sabia que vocês ainda estavam no personagem. Não tinha dito a palavra-chave.
Eu: Que tal, sua puta gostosa?! Olha como você se veste. Você gosta de ser tratada assim — abaixei meu rosto até a sua buceta — olha como você tá molhada, sua puta! Não vem com esse "chega" se você adora isso.
PiliNão... Deixa a gente - e ela se mexia como se quisesse desviar o meu rosto com a bunda dela.
Eu agarrei ela com força por trás, puxei a tanga dela e mergulhei minha cara ali.
Euolha como você tá molhada, sua puta.
Sole ficou olhando como ele tratava a amiga dela. Ela tava muito excitada. Dava pra perceber. Cheguei perto dela e levantei a saia até a cintura, já que era justa.
Eu:olha essa bunda que tu tem, puta - eu enfiava minhas mãos na buceta dela e sentia ela gemer. A Sole tava adorando. Eu puxei a tanga dela pra olhar a bunda dela - olha como tu tá vermelha e aberta!! Tu gosta de dar? garota de bunda arrombada? - A Sole sorriu porque lembrou da foda da tarde.
Levantei a morena pelos cabelos com tanta força que ela perdeu os óculos. Assim, em pé, levei ela até uma cadeira que estava a um metro. Virei a Pili e joguei ela em cima do sofá.
Eu:agora você vai ver como eu como sua amiga - eu disse. Ela estava prestando muita atenção nos meus movimentos. Era curiosidade.
De pelos, pus a Sole de joelhos.
EuVai, vagabunda. De joelhos que vou te meter o pau – dei várias porradas na sua cara – abre a boca que vou encher ela de pica.
Sole abriu a boca pra eu meter e até tentava chupar. Eu não queria ajuda. Queria era resistência. Então resolvi ficar mais agressivo. Agarrei ela pelos rabinhos de cavalo que ela tinha feito e enfiei a pica até a garganta. Tirei e ela deu uns engasgos.
Sole: devagar! — ela reclamou. Era exatamente o que eu queria.
Eu:que devagar, vagabunda!? Abre a boca de novo - mais porrada na cara
Segurei bem forte nas tranças dela e meti na boca dela com agressividade. Dava pra ouvir
Glô Glô Glô Glô
Quando eu a separava, ela puxava o ar fundo. Tinha chorado e a maquiagem estava escorrendo. Aproveitei pra incluir a Pili.
Euolha como sua amiga tá ficando - pelo cabelo mostrei a cara dela
Deixei a Sole sentada e fui na direção da Pili, que estava tímida, largada no sofá. Coloquei um pé no sofá na altura do ombro dela. Minha pica tava a 30 cm da cara dela.
EuChegou sua vez, gostosa.
Ela esperava que eu fizesse ela chupar a pica porque eu destampei a boca dela.
PiliTira essa pica suja daqui, filho da puta! - De novo mostrando seus dotes de atriz. Me deixou mais duro.
Agarrei as pernas dela e levantei bem alto até os joelhos encostarem no rosto dela. A saia que ela tava fazia a buceta dela ficar toda exposta. E tinha ficado perfeita pra arrebentar ela. Enfiei a mão por baixo da calcinha fio dental e ela tava molhada.
PiliSai!! Me solta!!
EuCala a boca, puta! – puxei a tanga dela pra cima com tanta força que deve ter violado a bunda dela – olha como você tá molhada – dois dedos enfiaram na buceta dela
Agarré meu pau com a outra mão que tava livre e levei ela forte pra dentro da buceta dela. Meti com força. Dando tapas na raba dela.
PiliAi não! Saí, filho da puta! Você tá me comendo sem camisinha!! - era verdade. Só na piscina. A gente sempre usava camisinha.
Soltou ela e ela ficou toda largada no sofá. Levantei, peguei a fita que tava na bolsa e trouxe a Sole pra uma das pontas da mesa. Amarrei os dois tornozelos dela nas pernas da mesa pra ela ficar aberta e com a cara apoiada na mesa.
Procurei a Pili, que se resistia e dava socos. Tive que desviar de vários e fazer muita força pra arrastar ela até aquele lugar. Amarrei os tornozelos dela junto com a outra.
A imagem era foda. As duas estavam amarradas pelos pés, os corpos estirados na mesa e as mãos presas nas costas. O mais excitante era ver a Pili se debatendo e a Sole com a maquiagem toda borrada. As cabeças delas ficavam uma do lado da outra, no comprimento da mesa.
Cheguei pelo lado da Pili. Peguei ela pelo rabinho de cavalo que ela tinha feito no cabelo.
Eu:olha a cara de chefe que você tem. Agora você vai chupar minha pica
Pili:«Nem fodendo. Tira ela daqui!! Nojento!!» – ela resistiu.
Desci pra falar mais perto e agressivo. Comi a boca dela e mordi o lábio.
EuChupa minha pica, loira! - e deixou esse estupro ainda mais real ao cuspir na minha cara.
PiliSaí daqui, filho da puta!!
A cusparada me surpreendeu. Mas me deixou mais excitado ainda. Se ela ia resistir, eu ia forçar. Levei minha mão até o cu dela.
EuSe não chupar minha pica, vou arrebentar essa buceta fechada que você tem! - Meu dedo fez força no buraquinho dela.
PiliNão! Minha bunda não! - e ela se mexeu o máximo que pôde com as amarras.
Enfiei a pica na cara dela de novo e, com um choro simulado que ajudava na cena, ela abriu a boca e eu meti. Com a Pili fui mais suave ao enfiar a pica, mas falava mais sujo pra ela. Sabia que tava dando certo.
EuAssim, loira. Muito bem... Olha só a princesinha chupando pica — trouxe a conversa que convenceu ela a fazer isso — você tem que ser tratada mais como uma puta! — minha mão tinha passado do cu dela pra buceta e dava pra sentir o quanto ela tava molhada.
A loira continuava fingindo que tava chorando, mas colocava a língua pra fora e me chupava. Tava funcionando. Olhei pra Sole, que assistia a cena e mordia os lábios. Tive que ir saciar aquela vontade dela de ser estuprada. Tirei meu pedaço da boca da Pili e fui pra trás da morena.
Eu—Parece que você tá gostando disso — encaixei meu pau entre as bundas dela. Agarrei ela pelo cabelo e aproximei a orelha dela da minha boca. — Cê gosta de ser estuprada? — Ela balançou a cabeça pra dizer que sim, mas logo lembrou da atuação e falou que não.
Pili tinha se virado pra observar a cena.
PiliSolta ela!" — ele gritou pra mim, botando realismo na parada.
Eu:Você se cala, que já é sua vez. Não vê que sua amiga gosta? — e meu pau começava a procurar entrar na buceta dela.
Levantei ela com as duas mãos no pescoço e ela começou a resistir. Fazia força pra fingir, mas eu sabia que ela adorava. Dei um tapa na bunda dela que ecoou no quarto inteiro.
SozinhaAi!! Bruto! - disse ela, reclamando com sinceridade
Eu olhei pra bunda dela e minha mão tinha ficado marcada na bunda direita dela. Pela primeira vez, a morena tava desconfortável. Ela tava resistindo um pouco.
EuShhh… fica quietinha que você vai levar - Desci minhas mãos do pescoço dela pros peitos e ela se mexia e pedia pra eu sair.
O próximo passo era arriscado, mas eu tinha que dar. Coloquei minhas mãos entre os peitos dela e abri a força. Os botões voaram pra todo lado, menos o último. Com a força do movimento, a Sole caiu em cima da mesa. Ouvi o primeiro gemido sincero dela.
SozinhaNãoooo, filho da puta! - Eu sabia que aquela história da camisa tinha doído -. Como é que vou voltar pra casa com a roupa desse jeito?
EuNão se preocupa, a roupa é o de menos. Posso quebrar outras coisas em você. Além disso, com certeza o papai te compra outra - De alguma forma queria dizer pra elas que já tinha comprado uma camisa e mais uma coisinha. Mas sem perder o personagem.
Pili olhava pasma. Alguns botões tinham caído perto do rosto dela. Ela levantava a pêra da mesa pra nos olhar. Eu puxei de novo pra arrancar o último botão e tirei a camisa dela. Só chegou até os pulsos por causa das algemas. Corri a calcinha fio-dental e enfiei meu pau com força. Pili tentava defendê-la.
PiliDeixa ela, animal! Tira essa pica! - Esses gritos me excitavam pra caralho e faziam eu meter com mais força na amiga dela.
EuQuer consolar ela? Beija ela pra ela ficar tranquila - Puxei pelos cabelos o rosto da Sole na direção da amiga dela e elas se uniram num beijo muito quente. Dava pra ver que as duas estavam loucas de tesão.
Saí de dentro da Sole e joguei ela na mesa. Ela respirava rápido. Totalmente excitada. Fui buscar a loira que eu sabia que queria pica.
EuAgora é sua vez, vagabunda" — falei por trás.
PiliNão sou uma puta! Sai daqui!" — Ela se mexia e tentava se soltar, mas sem sucesso.
EuQue você não vai ser uma putinha! Olha essa fio dental, olha essa saia. Cê acha certo sair na rua com essa cara de vagabunda? - Agarrou ela pelo cabelo com força. A Sólia ficava olhando pra gente. Pela força que eu tava fazendo e o calor, minhas veias e músculos dos braços tavam saltando. Ela não parava de olhar pra eles. Joguei o boné e o lenço pro caralho porque não tava aguentando respirar de tanto calor e tesão.
Comecei a brigar com a Pili. Ela me xingava e gritava pra eu parar. Rasguei a camisa dela com tanta força que não só os botões voaram, mas também abriu na altura do ombro. Eu tava possesso… comecei a rasgar a camisa dela por todo lado, ouvindo os gritos dela e desviando dos movimentos. Rasguei desde a altura das costas pra cima e as mangas. Ficou um desastre total. Ela tava deitada com aquelas tetonas apoiadas na mesa e pedaços de pano pra todo lado.
PiliFilho da puta. Como você vai rasgar minha roupa assim! — Gritei com um choro sincero.
Eu:Eu rasgo o que eu quiser, puta - Desci minhas mãos até a calcinha fio dental dela, agarrei dos dois lados e puxei com força para os lados.
Ainda não consigo tirar da cabeça aquela calcinha fio-dental branca se rasgando por cima. Ela gritava e se mexia, dificultando meus movimentos. Dei dois ou três puxões pra rasgar de vez e conseguir tirar. Aí eu vi a bunda pequena dela, fechadinha... toda minha. Ela continuava gritando. Meti meu pau com força e com a calcinha dela tapei a boca dela. Mal dava, porque era pequena e ela gritava muito. Tava possuído e muito tarado.
Só nos olhava e mordia os lábios. Pili estava um bagaço. Era o retrato de um estupro… a buceta dela escorria e, depois de várias estocadas com força, agarrando aqueles peitos, Pili começou a tremer… ela estava gozando como nunca tinha gozado comigo. Dei um tapa na raba dela.
EuOlha como você tá chegando, putinha - falei puxando o cabelo dela - Tá vendo que você gosta de ser putinha?
Ela balançava a cabeça… eu saí de dentro dela e soltei os tornozelos dela das pernas da mesa. Puxei ela pelos cabelos. Ela ainda tremia do orgasmo e se mexia mais feito zumbi. Eu beijava ela com força e descobri os peitos dela pra chupar, e dei uma mordida. Aí ela saiu do transe.
PiliEi! Devagar!
Levei ela pelos cabelos até o lado da amiga pra poder tirar a morena da mesa também. Levantei as duas pelos cabelos e levei pro sofá. Sabia que tinha chegado a hora da Sole. Joguei a Pili no sofá. Ela ficou de barriga pra cima, toda acabada, com os peitos pra fora do sutiã. Não deixava ela se arrumar porque tinha as mãos amarradas. Baixei a morena pelos cabelos pra ela se ajoelhar e dei uns tapas na cara dela com a pica.
EuOi, puta... vou te arrebentar" — falei no ouvido dela e ela soltou um gemido.
Tirei as algemas dela pra poder comer ela de quatro. Dei uma olhada nelas. Tava tudo marcado. Os pulsos da Sole vermelhos das algemas. Os tornozelos da Pili todos marcados pela força que eu fiz com a fita. A Sole tinha a marca de uma mão na bunda. Coloquei a Sole de quatro olhando pra amiga dela. E comecei a meter com força.
SozinhaAi, ai, ai — dizia ela, tentando fingir que não tava gostando.
Eu peguei a fio dental da Pili na mão e levei até a boca. Segurei ela firme por ali. Batia na bunda dela e falava
EuOlha como você tá comendo a fio dental da sua amiga!
Sentia que a Sole tava curtindo a cena e não era essa a ideia. Peguei ela pelo cabelo e puxei pra frente. Ela ficou estirada no chão. Eu esfregava a cara dela no chão e enfiava minha rola com força.
Levantei ela de novo e me sentei na cadeira… Levantei ela com força e enfiei a pica nela. A gente tava dando um show pra Pili. Eu fazia a Sole se mexer, mas com uma mão nos peitos dela e a outra enforcando. Ela tava com dificuldade pra respirar e adorava. Tirei o sutiã dela, mas deixei a camisa. Os peitos dela ficaram de fora… eu dava tapas nos peitos dela e mandava
EuMexe essa buceta, vagabunda.
Quando levantei o olhar, vi a Pili no sofá toda desajeitada, com as pernas abertas e se tocando na buceta. Impressionante! A loira tava adorando. Queria mais!
Me livrei da Sole, joguei ela no chão. Peguei o cinto da minha calça e enrolei no pescoço dela.
EuGateia! - Eu mandei e ela começou a fazer. Pili aumentava a punheta dela - Vai, gateia! - eu bati com a ponta do cinto na bunda dela.
Fui levando ela até a amiga dela.
EuOlha sua amiga como ela gosta que eu te trate mal. Agora vamos fazer ela gozar - eu falei - Bate na buceta dela.
Pili tava anestesiada. Ficou de pernas abertas sem reagir. Sole começou a tocar ela bem devagar. Mas destoava da cena e empurrei a cabeça dela.
EuBeija a buceta dela - eu ordenei. Só avançou com dúvidas.
PiliNão! Sai pra lá! — Ela disse, recuando e fingindo que ia fechar as pernas.
Cheguei perto da loira e forcei ela a abrir as pernas. Beijei ela com força e chupei as tetas dela.
EuBeija a buceta dela, eu te disse! - Falei com voz firme.
Sole encostou os lábios na buceta da amiga e a loira se arrepiou. Eu agarrei as duas maria-chiquinhas dela, que já estavam bem bagunçadas, e enfiei a cara. Fui pra trás da morena pra poder controlar ela dali. A Pili tinha jogado a cabeça pra trás como se não quisesse ver a amiga, mas tava adorando a chupada de buceta que ela tava dando.
Segurei a Sole pelos quadris e comecei a meter com muita força. Eu sabia que faltava pouco para eu gozar. Minhas estocadas faziam com que ela batesse contra a buceta da Pili.
EuMexe a língua com força - ordenei. O tesão me fazia querer que a Pili chegasse de novo com a chupada de buceta da amiga dela.
Me aproximei e mostrei com minha língua como e onde chupar ela. Ela obedeceu.
Eu voltei a meter nela, mas dessa vez mais devagar pra ela poder chupar. Em poucos minutos, a Pili gritou e fechou os olhos bem forte. Tinha gozado de novo. A Sole tirou a buceta dela e ficou se lambendo toda. Tava esperando eu terminar com ela.
Segurei ela pelo cinto e meti com força umas quantas vezes. Olhei pra baixo vendo meu pau enterrado na buceta dela. Fiquei olhando o buraco dela, ainda vermelho, e lambi meu polegar pra brincar com ele.
Eu:Quer que eu faça de você uma puta de rabeta? — falei endemoniado enquanto continuava comendo ela. Ela balançou a cabeça pra dizer que não queria. Sole gozou e desabou no chão.
Eu tava quase gozando, então perdoei ela. Saí de dentro dela e fui até o sofá. No caminho, arrastei a morena pelos cabelos e joguei ela em cima da Pili, que ainda tava deitada e com as mãos amarradas pra trás.
Coloquei meu pé na poltrona e comecei a bater uma por cima dos peitos da Pili. Tava alucinado, pegava a Sole pelos cabelos e puxava ela pra cima das tetas da loira.
EuAgora vou te encher de porra, sua putinha! Vão voltar pra casa com a roupa toda cagada, a buceta arrombada e cheia de porra — falei isso pra ela, e parecia que ela tava adorando.
Nunca tinha saído tanta porra de mim na minha vida. Os peitos da Pili estavam todos melados também, mirei na cara dela e uns jatos acertaram a testa e o queixo.
No meu último ato de violência, peguei a Solé pelos cabelos e enfiei a cara dela nas tetas da Pili.
Me levantei e observei como elas tinham ficado no sofá. Todas desalinhadas, a maquiagem borrada, a roupa rasgada e cheias de porra. Pra cumprir o papel do estuprador, fui embora do lugar deixando elas largadas.
Fui pegar minha roupa. Me vesti e fui pegar minha bolsa. Levei ela até onde elas estavam e falei;
Espantalho
Sabia que tinha que voltar ao normal e cuidar delas. Sentei as duas e cobri elas com umas toalhas, fazendo carinho. Trouxe algo gelado pra beber. Perguntei como elas estavam se sentindo.
Pili: destruída. Nunca tinham me comido assim. Olha como a gente ficou, estamos um bagaço — disse ela, apontando pro corpo, a roupa rasgada, os peitos.
EuMas será que elas passaram mal?
Sozinha:Eu me sinto mal por ter gostado tanto. Tô com medo de querer ditar esse tipo de sexo de novo - falou um pouco melhor, tentando lembrar o que tinha acontecido.
Abri a bolsa que tinha trazido e tirei uns presentinhos pra elas. Eram duas camisas brancas iguais às que eu tinha estragado e duas calcinhas fio dental vermelhas.
As caras de surpresa misturada com ternura que elas fizeram me devolveram a tranquilidade. Eu tinha medo de que elas ficassem com medo de mim daqui pra frente. Aquele que tinha violado elas era eu e não era eu ao mesmo tempo. Mais de uma vez eu me senti mal depois de transar com alguém. Porque quando a tesão passa, você lembra das coisas que falou ou foi bruto. Mas dessa vez foi um extremo.
Pili:morro de fofura que você comprou presentes pra gente! Bom... preeeesentes nada. Você tá me devolvendo o que quebrou - falou com cara de cobrança - ei, para!! Ela tem a calcinha fio dental dela inteira! Não merece uma nova!
SozinhaCala a boca, invejosa. Eu ganhei porque participei.
PiliNão vale!! Exijo que você rasgue a calcinha fio dental dela! - disse ela se cagando de rir.
Eu:Um dia a gente vai cobrar aquela fio dental. Não se preocupa — ele disse com cara de tarado.
Nós três estávamos mortos de cansados. Elas pararam pra se limpar e trocar de roupa. Daí a pouco escuto os gritos vindo do banheiro.
PiliFernando!!!!!
Corri pra ver o que tava rolando. Cheguei e vi as duas peladas na frente do espelho.
PiliOlha como você nos deixou!!! - ela me mostrava as pernas marcadas, os peitos com chupões, os pulsos vermelhos...
SozinhaNão vou poder usar biquíni por um mês com essa mão marcada na bunda!!! — ela ria.
Eu:Eu??? Aquele cara era estranho. Onde será que vocês andaram metidos — falei me fazendo de besta.
Fomos pra cama. Vimos um pouco de Animal Planet. Voltamos a falar sobre o estupro porque eu me sentia inseguro. Mas elas acabaram me tranquilizando de vez.
SozinhaNão se enrosca. Acho que não é a última vez que a gente se vê. - me deu um beijo - né, Pili?
PiliValeu por me convencer. Aproveitei pra caralho - outro beijo - apesar das marcas que você deixou em mim. E de não ter conseguido fazer de colegial.
A gente ficou um tempão vendo TV. E, meio tentado, perguntei pra Pili.
EuMas você não me contou se gostou?
PiliQue coisa, neném. Já não te falei que sim?
EuMas a chupada de buceta da sua amiga, digo
Ela ficou vermelha e começou a me bater com o travesseiro. Sole entrou no ataque pra defender ela. A gente dormiu às 4 da manhã.
No outro dia acordamos e tentamos aproveitar o pouco que restava da piscina. Em Mendoza, você tem que descer cedo da montanha, senão pega um trânsito do caralho. Não teve nada de sexo no domingo. Naquela noite, cada um na sua casa, a gente conversou no chat e riu do que tinha feito. Elas me culpavam por ter que andar todas cobertas pra não mostrar as marcas.
Assim fechamos aquele fim de semana foda. Ia demorar um tempo pra viver algo parecido. Mas essas são histórias que vamos contar nos próximos contos.
Esperamos que vocês tenham gostado. Comentem aí.
Depois de relaxarmos na piscina por várias horas, começamos a planejar a noite. Na minha cabeça, ainda tava rodando o comentário da Sole sobre as dúvidas da Pili. Então tentei encontrar um momento pra falar sobre isso com ela.
Ela tinha começado a preparar a comida e eu cheguei por trás dela.
EuOi, gostosa" — falei, beijando o pescoço dela — "como você tá passando esse fim de semana? Conseguiu relaxar?
PiliHaha, sim óbvio. Mas já teve uns momentos bem intensos – ela me disse rindo – minhas pernas tão doendo de tanto foder.
EuJaja, acho que você é bem gostosa comparada com sua amiga - falei pra ela, me referindo àquela transa da tarde.
Pili: e semané.Ficou com a buceta toda aberta!" - disse ela arregalando os olhos - "mas mesmo assim você se saiu muito bem. Eu pensei que ia sofrer.
EuÓbvio! Eu cuido delas antes de tudo. Se nós três não curtimos, não faz sentido.
PiliFalando nisso... Tô com medo de vocês escolherem estupro essa noite.
EuMedo? Se a gente vai ficar brincando, princesa — falei acariciando o rosto dela — vi que você curte muito atuação. Isso seria a mesma coisa.
PiliVocê quer me convencer!!! Não é a mesma coisa. Sinto que se me forçarem, não fico excitada e não quero estragar o jogo. Já vi vídeos pornô onde as gostosas acabam sangrando - boa dica. Vê pornô.
Eunão vou te forçar a nada. Não vai ter sangue.
Algo me dizia que eu precisava de motivação... Cheguei perto dela e puxei um pouquinho o cabelo dela. Beijei ela, me aproximei do ouvido dela.
Eu:pra mim, parece que sempre te trataram como uma bonequinha. Não é? - ela concordou - e que às vezes você quer ser tratada como uma puta. É assim? - a respiração dela acelerava. Eu estava atrás dela. Apoiei a rola e levei minha mão até a buceta - e eu sou quem mais te tratou como uma puta - ela continuava concordando - vocês são minhas putinhas e eu cuido de vocês.
Soltei o cabelo dela. Fiquei na frente dela e falei
EuEu vou te apoiar. O que você escolher é o que a gente vai fazer. Quero que todos fiquem excitados — provoquei um sorriso e me virei pra ir lá fora com a Sole.
Pilimas você, qual prefere?
EuO que você acha? - E saí de lá. Sabia que tinha deixado ela pensando. Agora sim sentia que tinha uma chance com ela.
Pili saiu de salto alto pra varandinha. A Sole tinha levado um narguilé e botou rum nele. Aí a gente experimentou vários sabores de tabaco. Pili se amarrou numa playlist de cumbia dos anos 90. A gente dançou e bebeu por um tempão. Os beijos, as agarradas e as amassos eram bem frequentes. Pili era a mais bebada. Acho que por causa do nervosismo.
SozinhaBom, chega!! Vamos jogar nosso jogo!!!!
EuEssa morena gostosa!! Vai nessa. Vou pegar as paradas aqui.
Tinha pensado em dar uma reviravolta na escolha do jogo. Como a gente tinha conversado durante o dia, senti que tava faltando aquele elemento surpresa que tanto excita a gente três. Cheguei perto com um lápis e três pedaços de papel e contei pra elas sobre a mudança.
EuCada um vai escrever no papel o que escolheu. Mas a gente só vai saber depois que eles saírem de se trocar.
PiliNão entendi. A gente se veste de colegial, então?
EuSim. E se for a outra opção, quero deixar umas coisas bem claras. É tudo encenação. Eu vou ser um completo estranho. A resistência assim parece mais real. Se quiserem sair da fantasia, é só falar a palavra "espantalho" que eu paro na hora. Tá bom pra vocês? — As duas concordaram com a cabeça.
Passamos os papeizinhos e fiquei com eles. Mandei elas se trocarem, mas uma pro quarto e a outra pro banheiro pra evitar que se contassem. Chegou a hora de eu abrir os papeizinhos porque tinha que preparar o cenário. Abri o da Sole...
Estupro!!!" Sim... Com três pontos de exclamação. Minha morena gostosa não me decepcionou.
Chegou a hora de abrir o Pili. Disso dependia o resto da noite... Confesso pra vocês que abri com muita ansiedade...
Violamos... (Valeu)
Na hora, meu pau subiu na mesma. Eu tinha que preparar tudo pra estuprar essas duas gostosas. Tava muito nervoso. Nunca tinha feito aquilo. Já tinha transado forte com umas putinhas, mas nunca simulando um estupro. Também tava com medo de passar do ponto e a Pili querer sair fora. E pior... Que a nossa relação fosse pro saco. A puta da mãe. Tava me enrolando todo e num momento pensei em desistir e ficar com as colegiais. Criei coragem. Coloquei um boné e um lenço no rosto pra parecer um estuprador. Fiquei do lado da cozinha esperando elas saírem pra pegar de surpresa. Aqueles minutos foram uma eternidade. Quando ouvi a Sole perguntar se podia sair, a loira repetiu a pergunta e disse que tava pronta. Eu não respondi nada. Continuei escondido. As luzes tavam bem baixas e praticamente só dava pra enxergar com a claridade de fora. Ouvi os saltos no corredor. Elas estavam chegando.
SozinhaFer!!? Será que ela tá lá fora?
PiliNão sai... Aiiiiiiihhhh!!
Saí de trás das duas e tampei a boca delas com força. Elas sabiam o que vinha.
Eu:shhhh. vadias. Fiquem quietinhas e vocês vão pegar. Senão vou acabar com vocês. Entenderam?? - as duas assentiram - Olha só que putinhas andando na rua. Vocês tão procurando uma boa rola, né? - Pili negou com a cabeça. Ela tava entrando no personagem.
Eu: Quietinhas, hein! Vou abrir a boca de vocês. Se gritarem, levam - tirei as mãos de vocês.
Peguei os dois pares de algemas que tinha trazido e, com um pouco de resistência delas, algemei as mãos delas nas costas. Amordacei elas pra não gritarem e fiquei observando. Com toda a adrenalina, nem tinha reparado como elas estavam vestidas. As duas estavam com a camisa branca que eu tinha pedido, mas tinham dado um jeito de mostrar a barriguinha. Típico de fantasia de colegial. A Sole estava com a mesma saia de ontem à noite e tinha feito duas maria-chiquinhas no cabelo. Salto alto. A Pili estava com uma saia estilo colegial, mas sem as cores. Era azul claro. Mais puxada pras cuties que dançam nos programas de cumbia. Ela tinha feito um rabo de cavalo bem alto. As duas tinham se pintado de um jeito provocante.
Tinha as duas de joelhos. Peguei elas pelos cabelos. E arrastei até o sofá. Elas reclamavam e resistiam aos meus movimentos. Dava pra ouvir a Pili gritando por baixo do lenço que a amordaçava: "Não, por favor... não. Deixa a gente.
EuCala a boca, vadia!!" — falei bem perto do rosto dela, todo agressivo.
Tirei a pica da calça. Tomei um gole de rum com a Booty que ela tinha preparado pra mim. Dei dois tapas na cara de cada uma. A Sole me olhou na cara com cara de puta. Eu continuei no personagem.
EuTá me olhando o quê, puta!?" — fiz cara de mau. Era a primeira vez que ela me via com o lenço e o boné. "Vocês, vadias metidas a besta, só aprendem quando levam uma boa roçada pra ter o que tão procurando todo santo dia.
Joguei elas no sofá pra ficarem com a bunda virada pra mim. Levantei a saia delas e dei dois tapas bem fortes na raba.
PiliAyyy, tá doendo. Para!
Eu sabia que vocês ainda estavam no personagem. Não tinha dito a palavra-chave.
Eu: Que tal, sua puta gostosa?! Olha como você se veste. Você gosta de ser tratada assim — abaixei meu rosto até a sua buceta — olha como você tá molhada, sua puta! Não vem com esse "chega" se você adora isso.
PiliNão... Deixa a gente - e ela se mexia como se quisesse desviar o meu rosto com a bunda dela.
Eu agarrei ela com força por trás, puxei a tanga dela e mergulhei minha cara ali.
Euolha como você tá molhada, sua puta.
Sole ficou olhando como ele tratava a amiga dela. Ela tava muito excitada. Dava pra perceber. Cheguei perto dela e levantei a saia até a cintura, já que era justa.
Eu:olha essa bunda que tu tem, puta - eu enfiava minhas mãos na buceta dela e sentia ela gemer. A Sole tava adorando. Eu puxei a tanga dela pra olhar a bunda dela - olha como tu tá vermelha e aberta!! Tu gosta de dar? garota de bunda arrombada? - A Sole sorriu porque lembrou da foda da tarde.
Levantei a morena pelos cabelos com tanta força que ela perdeu os óculos. Assim, em pé, levei ela até uma cadeira que estava a um metro. Virei a Pili e joguei ela em cima do sofá.
Eu:agora você vai ver como eu como sua amiga - eu disse. Ela estava prestando muita atenção nos meus movimentos. Era curiosidade.
De pelos, pus a Sole de joelhos.
EuVai, vagabunda. De joelhos que vou te meter o pau – dei várias porradas na sua cara – abre a boca que vou encher ela de pica.
Sole abriu a boca pra eu meter e até tentava chupar. Eu não queria ajuda. Queria era resistência. Então resolvi ficar mais agressivo. Agarrei ela pelos rabinhos de cavalo que ela tinha feito e enfiei a pica até a garganta. Tirei e ela deu uns engasgos.
Sole: devagar! — ela reclamou. Era exatamente o que eu queria.
Eu:que devagar, vagabunda!? Abre a boca de novo - mais porrada na cara
Segurei bem forte nas tranças dela e meti na boca dela com agressividade. Dava pra ouvir
Glô Glô Glô Glô
Quando eu a separava, ela puxava o ar fundo. Tinha chorado e a maquiagem estava escorrendo. Aproveitei pra incluir a Pili.
Euolha como sua amiga tá ficando - pelo cabelo mostrei a cara dela
Deixei a Sole sentada e fui na direção da Pili, que estava tímida, largada no sofá. Coloquei um pé no sofá na altura do ombro dela. Minha pica tava a 30 cm da cara dela.
EuChegou sua vez, gostosa.
Ela esperava que eu fizesse ela chupar a pica porque eu destampei a boca dela.
PiliTira essa pica suja daqui, filho da puta! - De novo mostrando seus dotes de atriz. Me deixou mais duro.
Agarrei as pernas dela e levantei bem alto até os joelhos encostarem no rosto dela. A saia que ela tava fazia a buceta dela ficar toda exposta. E tinha ficado perfeita pra arrebentar ela. Enfiei a mão por baixo da calcinha fio dental e ela tava molhada.
PiliSai!! Me solta!!
EuCala a boca, puta! – puxei a tanga dela pra cima com tanta força que deve ter violado a bunda dela – olha como você tá molhada – dois dedos enfiaram na buceta dela
Agarré meu pau com a outra mão que tava livre e levei ela forte pra dentro da buceta dela. Meti com força. Dando tapas na raba dela.
PiliAi não! Saí, filho da puta! Você tá me comendo sem camisinha!! - era verdade. Só na piscina. A gente sempre usava camisinha.
Soltou ela e ela ficou toda largada no sofá. Levantei, peguei a fita que tava na bolsa e trouxe a Sole pra uma das pontas da mesa. Amarrei os dois tornozelos dela nas pernas da mesa pra ela ficar aberta e com a cara apoiada na mesa.
Procurei a Pili, que se resistia e dava socos. Tive que desviar de vários e fazer muita força pra arrastar ela até aquele lugar. Amarrei os tornozelos dela junto com a outra.
A imagem era foda. As duas estavam amarradas pelos pés, os corpos estirados na mesa e as mãos presas nas costas. O mais excitante era ver a Pili se debatendo e a Sole com a maquiagem toda borrada. As cabeças delas ficavam uma do lado da outra, no comprimento da mesa.
Cheguei pelo lado da Pili. Peguei ela pelo rabinho de cavalo que ela tinha feito no cabelo.
Eu:olha a cara de chefe que você tem. Agora você vai chupar minha pica
Pili:«Nem fodendo. Tira ela daqui!! Nojento!!» – ela resistiu.
Desci pra falar mais perto e agressivo. Comi a boca dela e mordi o lábio.
EuChupa minha pica, loira! - e deixou esse estupro ainda mais real ao cuspir na minha cara.
PiliSaí daqui, filho da puta!!
A cusparada me surpreendeu. Mas me deixou mais excitado ainda. Se ela ia resistir, eu ia forçar. Levei minha mão até o cu dela.
EuSe não chupar minha pica, vou arrebentar essa buceta fechada que você tem! - Meu dedo fez força no buraquinho dela.
PiliNão! Minha bunda não! - e ela se mexeu o máximo que pôde com as amarras.
Enfiei a pica na cara dela de novo e, com um choro simulado que ajudava na cena, ela abriu a boca e eu meti. Com a Pili fui mais suave ao enfiar a pica, mas falava mais sujo pra ela. Sabia que tava dando certo.
EuAssim, loira. Muito bem... Olha só a princesinha chupando pica — trouxe a conversa que convenceu ela a fazer isso — você tem que ser tratada mais como uma puta! — minha mão tinha passado do cu dela pra buceta e dava pra sentir o quanto ela tava molhada.
A loira continuava fingindo que tava chorando, mas colocava a língua pra fora e me chupava. Tava funcionando. Olhei pra Sole, que assistia a cena e mordia os lábios. Tive que ir saciar aquela vontade dela de ser estuprada. Tirei meu pedaço da boca da Pili e fui pra trás da morena.
Eu—Parece que você tá gostando disso — encaixei meu pau entre as bundas dela. Agarrei ela pelo cabelo e aproximei a orelha dela da minha boca. — Cê gosta de ser estuprada? — Ela balançou a cabeça pra dizer que sim, mas logo lembrou da atuação e falou que não.
Pili tinha se virado pra observar a cena.
PiliSolta ela!" — ele gritou pra mim, botando realismo na parada.
Eu:Você se cala, que já é sua vez. Não vê que sua amiga gosta? — e meu pau começava a procurar entrar na buceta dela.
Levantei ela com as duas mãos no pescoço e ela começou a resistir. Fazia força pra fingir, mas eu sabia que ela adorava. Dei um tapa na bunda dela que ecoou no quarto inteiro.
SozinhaAi!! Bruto! - disse ela, reclamando com sinceridade
Eu olhei pra bunda dela e minha mão tinha ficado marcada na bunda direita dela. Pela primeira vez, a morena tava desconfortável. Ela tava resistindo um pouco.
EuShhh… fica quietinha que você vai levar - Desci minhas mãos do pescoço dela pros peitos e ela se mexia e pedia pra eu sair.
O próximo passo era arriscado, mas eu tinha que dar. Coloquei minhas mãos entre os peitos dela e abri a força. Os botões voaram pra todo lado, menos o último. Com a força do movimento, a Sole caiu em cima da mesa. Ouvi o primeiro gemido sincero dela.
SozinhaNãoooo, filho da puta! - Eu sabia que aquela história da camisa tinha doído -. Como é que vou voltar pra casa com a roupa desse jeito?
EuNão se preocupa, a roupa é o de menos. Posso quebrar outras coisas em você. Além disso, com certeza o papai te compra outra - De alguma forma queria dizer pra elas que já tinha comprado uma camisa e mais uma coisinha. Mas sem perder o personagem.
Pili olhava pasma. Alguns botões tinham caído perto do rosto dela. Ela levantava a pêra da mesa pra nos olhar. Eu puxei de novo pra arrancar o último botão e tirei a camisa dela. Só chegou até os pulsos por causa das algemas. Corri a calcinha fio-dental e enfiei meu pau com força. Pili tentava defendê-la.
PiliDeixa ela, animal! Tira essa pica! - Esses gritos me excitavam pra caralho e faziam eu meter com mais força na amiga dela.
EuQuer consolar ela? Beija ela pra ela ficar tranquila - Puxei pelos cabelos o rosto da Sole na direção da amiga dela e elas se uniram num beijo muito quente. Dava pra ver que as duas estavam loucas de tesão.
Saí de dentro da Sole e joguei ela na mesa. Ela respirava rápido. Totalmente excitada. Fui buscar a loira que eu sabia que queria pica.
EuAgora é sua vez, vagabunda" — falei por trás.
PiliNão sou uma puta! Sai daqui!" — Ela se mexia e tentava se soltar, mas sem sucesso.
EuQue você não vai ser uma putinha! Olha essa fio dental, olha essa saia. Cê acha certo sair na rua com essa cara de vagabunda? - Agarrou ela pelo cabelo com força. A Sólia ficava olhando pra gente. Pela força que eu tava fazendo e o calor, minhas veias e músculos dos braços tavam saltando. Ela não parava de olhar pra eles. Joguei o boné e o lenço pro caralho porque não tava aguentando respirar de tanto calor e tesão.
Comecei a brigar com a Pili. Ela me xingava e gritava pra eu parar. Rasguei a camisa dela com tanta força que não só os botões voaram, mas também abriu na altura do ombro. Eu tava possesso… comecei a rasgar a camisa dela por todo lado, ouvindo os gritos dela e desviando dos movimentos. Rasguei desde a altura das costas pra cima e as mangas. Ficou um desastre total. Ela tava deitada com aquelas tetonas apoiadas na mesa e pedaços de pano pra todo lado.
PiliFilho da puta. Como você vai rasgar minha roupa assim! — Gritei com um choro sincero.
Eu:Eu rasgo o que eu quiser, puta - Desci minhas mãos até a calcinha fio dental dela, agarrei dos dois lados e puxei com força para os lados.
Ainda não consigo tirar da cabeça aquela calcinha fio-dental branca se rasgando por cima. Ela gritava e se mexia, dificultando meus movimentos. Dei dois ou três puxões pra rasgar de vez e conseguir tirar. Aí eu vi a bunda pequena dela, fechadinha... toda minha. Ela continuava gritando. Meti meu pau com força e com a calcinha dela tapei a boca dela. Mal dava, porque era pequena e ela gritava muito. Tava possuído e muito tarado.
Só nos olhava e mordia os lábios. Pili estava um bagaço. Era o retrato de um estupro… a buceta dela escorria e, depois de várias estocadas com força, agarrando aqueles peitos, Pili começou a tremer… ela estava gozando como nunca tinha gozado comigo. Dei um tapa na raba dela.
EuOlha como você tá chegando, putinha - falei puxando o cabelo dela - Tá vendo que você gosta de ser putinha?
Ela balançava a cabeça… eu saí de dentro dela e soltei os tornozelos dela das pernas da mesa. Puxei ela pelos cabelos. Ela ainda tremia do orgasmo e se mexia mais feito zumbi. Eu beijava ela com força e descobri os peitos dela pra chupar, e dei uma mordida. Aí ela saiu do transe.
PiliEi! Devagar!
Levei ela pelos cabelos até o lado da amiga pra poder tirar a morena da mesa também. Levantei as duas pelos cabelos e levei pro sofá. Sabia que tinha chegado a hora da Sole. Joguei a Pili no sofá. Ela ficou de barriga pra cima, toda acabada, com os peitos pra fora do sutiã. Não deixava ela se arrumar porque tinha as mãos amarradas. Baixei a morena pelos cabelos pra ela se ajoelhar e dei uns tapas na cara dela com a pica.
EuOi, puta... vou te arrebentar" — falei no ouvido dela e ela soltou um gemido.
Tirei as algemas dela pra poder comer ela de quatro. Dei uma olhada nelas. Tava tudo marcado. Os pulsos da Sole vermelhos das algemas. Os tornozelos da Pili todos marcados pela força que eu fiz com a fita. A Sole tinha a marca de uma mão na bunda. Coloquei a Sole de quatro olhando pra amiga dela. E comecei a meter com força.
SozinhaAi, ai, ai — dizia ela, tentando fingir que não tava gostando.
Eu peguei a fio dental da Pili na mão e levei até a boca. Segurei ela firme por ali. Batia na bunda dela e falava
EuOlha como você tá comendo a fio dental da sua amiga!
Sentia que a Sole tava curtindo a cena e não era essa a ideia. Peguei ela pelo cabelo e puxei pra frente. Ela ficou estirada no chão. Eu esfregava a cara dela no chão e enfiava minha rola com força.
Levantei ela de novo e me sentei na cadeira… Levantei ela com força e enfiei a pica nela. A gente tava dando um show pra Pili. Eu fazia a Sole se mexer, mas com uma mão nos peitos dela e a outra enforcando. Ela tava com dificuldade pra respirar e adorava. Tirei o sutiã dela, mas deixei a camisa. Os peitos dela ficaram de fora… eu dava tapas nos peitos dela e mandava
EuMexe essa buceta, vagabunda.
Quando levantei o olhar, vi a Pili no sofá toda desajeitada, com as pernas abertas e se tocando na buceta. Impressionante! A loira tava adorando. Queria mais!
Me livrei da Sole, joguei ela no chão. Peguei o cinto da minha calça e enrolei no pescoço dela.
EuGateia! - Eu mandei e ela começou a fazer. Pili aumentava a punheta dela - Vai, gateia! - eu bati com a ponta do cinto na bunda dela.
Fui levando ela até a amiga dela.
EuOlha sua amiga como ela gosta que eu te trate mal. Agora vamos fazer ela gozar - eu falei - Bate na buceta dela.
Pili tava anestesiada. Ficou de pernas abertas sem reagir. Sole começou a tocar ela bem devagar. Mas destoava da cena e empurrei a cabeça dela.
EuBeija a buceta dela - eu ordenei. Só avançou com dúvidas.
PiliNão! Sai pra lá! — Ela disse, recuando e fingindo que ia fechar as pernas.
Cheguei perto da loira e forcei ela a abrir as pernas. Beijei ela com força e chupei as tetas dela.
EuBeija a buceta dela, eu te disse! - Falei com voz firme.
Sole encostou os lábios na buceta da amiga e a loira se arrepiou. Eu agarrei as duas maria-chiquinhas dela, que já estavam bem bagunçadas, e enfiei a cara. Fui pra trás da morena pra poder controlar ela dali. A Pili tinha jogado a cabeça pra trás como se não quisesse ver a amiga, mas tava adorando a chupada de buceta que ela tava dando.
Segurei a Sole pelos quadris e comecei a meter com muita força. Eu sabia que faltava pouco para eu gozar. Minhas estocadas faziam com que ela batesse contra a buceta da Pili.
EuMexe a língua com força - ordenei. O tesão me fazia querer que a Pili chegasse de novo com a chupada de buceta da amiga dela.
Me aproximei e mostrei com minha língua como e onde chupar ela. Ela obedeceu.
Eu voltei a meter nela, mas dessa vez mais devagar pra ela poder chupar. Em poucos minutos, a Pili gritou e fechou os olhos bem forte. Tinha gozado de novo. A Sole tirou a buceta dela e ficou se lambendo toda. Tava esperando eu terminar com ela.
Segurei ela pelo cinto e meti com força umas quantas vezes. Olhei pra baixo vendo meu pau enterrado na buceta dela. Fiquei olhando o buraco dela, ainda vermelho, e lambi meu polegar pra brincar com ele.
Eu:Quer que eu faça de você uma puta de rabeta? — falei endemoniado enquanto continuava comendo ela. Ela balançou a cabeça pra dizer que não queria. Sole gozou e desabou no chão.
Eu tava quase gozando, então perdoei ela. Saí de dentro dela e fui até o sofá. No caminho, arrastei a morena pelos cabelos e joguei ela em cima da Pili, que ainda tava deitada e com as mãos amarradas pra trás.
Coloquei meu pé na poltrona e comecei a bater uma por cima dos peitos da Pili. Tava alucinado, pegava a Sole pelos cabelos e puxava ela pra cima das tetas da loira.
EuAgora vou te encher de porra, sua putinha! Vão voltar pra casa com a roupa toda cagada, a buceta arrombada e cheia de porra — falei isso pra ela, e parecia que ela tava adorando.
Nunca tinha saído tanta porra de mim na minha vida. Os peitos da Pili estavam todos melados também, mirei na cara dela e uns jatos acertaram a testa e o queixo.
No meu último ato de violência, peguei a Solé pelos cabelos e enfiei a cara dela nas tetas da Pili.
Me levantei e observei como elas tinham ficado no sofá. Todas desalinhadas, a maquiagem borrada, a roupa rasgada e cheias de porra. Pra cumprir o papel do estuprador, fui embora do lugar deixando elas largadas.
Fui pegar minha roupa. Me vesti e fui pegar minha bolsa. Levei ela até onde elas estavam e falei;
Espantalho
Sabia que tinha que voltar ao normal e cuidar delas. Sentei as duas e cobri elas com umas toalhas, fazendo carinho. Trouxe algo gelado pra beber. Perguntei como elas estavam se sentindo.
Pili: destruída. Nunca tinham me comido assim. Olha como a gente ficou, estamos um bagaço — disse ela, apontando pro corpo, a roupa rasgada, os peitos.
EuMas será que elas passaram mal?
Sozinha:Eu me sinto mal por ter gostado tanto. Tô com medo de querer ditar esse tipo de sexo de novo - falou um pouco melhor, tentando lembrar o que tinha acontecido.
Abri a bolsa que tinha trazido e tirei uns presentinhos pra elas. Eram duas camisas brancas iguais às que eu tinha estragado e duas calcinhas fio dental vermelhas.
As caras de surpresa misturada com ternura que elas fizeram me devolveram a tranquilidade. Eu tinha medo de que elas ficassem com medo de mim daqui pra frente. Aquele que tinha violado elas era eu e não era eu ao mesmo tempo. Mais de uma vez eu me senti mal depois de transar com alguém. Porque quando a tesão passa, você lembra das coisas que falou ou foi bruto. Mas dessa vez foi um extremo.
Pili:morro de fofura que você comprou presentes pra gente! Bom... preeeesentes nada. Você tá me devolvendo o que quebrou - falou com cara de cobrança - ei, para!! Ela tem a calcinha fio dental dela inteira! Não merece uma nova!
SozinhaCala a boca, invejosa. Eu ganhei porque participei.
PiliNão vale!! Exijo que você rasgue a calcinha fio dental dela! - disse ela se cagando de rir.
Eu:Um dia a gente vai cobrar aquela fio dental. Não se preocupa — ele disse com cara de tarado.
Nós três estávamos mortos de cansados. Elas pararam pra se limpar e trocar de roupa. Daí a pouco escuto os gritos vindo do banheiro.
PiliFernando!!!!!
Corri pra ver o que tava rolando. Cheguei e vi as duas peladas na frente do espelho.
PiliOlha como você nos deixou!!! - ela me mostrava as pernas marcadas, os peitos com chupões, os pulsos vermelhos...
SozinhaNão vou poder usar biquíni por um mês com essa mão marcada na bunda!!! — ela ria.
Eu:Eu??? Aquele cara era estranho. Onde será que vocês andaram metidos — falei me fazendo de besta.
Fomos pra cama. Vimos um pouco de Animal Planet. Voltamos a falar sobre o estupro porque eu me sentia inseguro. Mas elas acabaram me tranquilizando de vez.
SozinhaNão se enrosca. Acho que não é a última vez que a gente se vê. - me deu um beijo - né, Pili?
PiliValeu por me convencer. Aproveitei pra caralho - outro beijo - apesar das marcas que você deixou em mim. E de não ter conseguido fazer de colegial.
A gente ficou um tempão vendo TV. E, meio tentado, perguntei pra Pili.
EuMas você não me contou se gostou?
PiliQue coisa, neném. Já não te falei que sim?
EuMas a chupada de buceta da sua amiga, digo
Ela ficou vermelha e começou a me bater com o travesseiro. Sole entrou no ataque pra defender ela. A gente dormiu às 4 da manhã.
No outro dia acordamos e tentamos aproveitar o pouco que restava da piscina. Em Mendoza, você tem que descer cedo da montanha, senão pega um trânsito do caralho. Não teve nada de sexo no domingo. Naquela noite, cada um na sua casa, a gente conversou no chat e riu do que tinha feito. Elas me culpavam por ter que andar todas cobertas pra não mostrar as marcas.
Assim fechamos aquele fim de semana foda. Ia demorar um tempo pra viver algo parecido. Mas essas são histórias que vamos contar nos próximos contos.
Esperamos que vocês tenham gostado. Comentem aí.
5 comentários - O Trevo - Cabana 3 - Espantalho Gostoso
Estoy yendo a leer el resto, dejo puntos