Capítulo 1: https://m.poringa.net/posts/relatos/3567838/El-Trebol---El-comienzo.html
Capítulo 2: https://m.poringa.net/posts/relatos/3568900/El-Trebol---El-espejo.html
Depois daquela noite gloriosa no meu apê, nosso relacionamento, o trevo, tava no auge. Cada um tinha suas histórias e sua vida, mas mantínhamos nosso chat ativo e, de vez em quando, alguém pedia "Preciso de trevo essa semana" e já sabia que era pra sair e, provavelmente, nos curtir.
Uma semana depois daquela noite, fomos a um bar e depois a um pub onde minhas minas esquentaram geral, mas no fim voltaram comigo pro apê e, com a pouca energia que a gente tinha e a bebedeira... demos uma trepada decente que não vale tanto a pena contar, mas dá pra mencionar.
Fevereiro chegou e o gostinho de férias e verão tava sumindo. As gurias tinham que estudar pra uma matéria e, de vez em quando, saíamos pra elas se distraírem, mas não podíamos exagerar. Eu cuidava delas. Mas sabíamos que depois do dia 19 íamos poder dedicar uma boa noite de trevo. Naquele dia, elas iam fazer a prova e íamos comemorar ou afogar as mágoas em álcool, sexo e risadas.
Numa conversa de boa, surgiu o tema desse relato.
Sole: Pili, não sente falta dela? – perguntou no chat pra amiga
Pili: Hã? De quem? – Pili tava perdida. E eu também não entendia
Sole: Como de quem? Da nossa cock! – Que delícia foi ouvir isso. Minha cock começou a reagir
Pili: KKKKK Simmm... óbvio! O que eu não daria pra ter ela aqui agora
Eu: KKKK vocês são umas safadas. É sim, Pili, o que você faria com ela?
Pili: Mostraria o quanto sinto falta dela – Pili ainda não tava acostumada com as conversas quentes
Sole: Ia chupar ela inteira! É isso que você tem que falar, loirinha! – a morena se manifestou, mostrando como se faz
Pili: Tá bom, sim! Óbvio! 😉 😉
Sole: Fer. Prepara algo pra gente depois da prova? Vamos ser suas
Eu: Adorei a ideia! Quão minhas vocês vão ser? – Queria ver o plano
Pili: Muito suas!!
Eu: Mas vocês podem me dar um fim de semana? – Precisava saber até onde ia Tinha que montar algo. Queria fazer algo que relaxasse elas e também transar pra caralho
Sole: essa! eu adoraria. Mas a gente ia dormir no teu apê? tem que inventar alguma desculpa pros nossos pais
Pili: Sim! bora!
Eu: Sei não. Quero saber se vocês tão a fim praí eu montar algo.
Sole: Bom... eu diria que sim! vai nos surpreender? a gente vai precisar relaxar
Eu: Claro!! deixem tudo comigo. Vou preparar um fim de semana incrível pra vocês
Pili: Não esquece de criar uma brincadeira nova! — Adorei esse pedido da minha princesinha
Tinha passado um ano inteiro trampando pesado, pagando o preço de ser novato e sem um dia de folga. Então naquele mesmo dia decidi tirar a semana inteira pra pensar no que a gente ia fazer no fim de semana depois do dia 19.
Comecei a procurar cabanas na montanha. Em Mendoza tem milhares e de todos os preços, então fiz uma lista e busquei as que tinham piscina, vista bonita, só uma cama e o mais isoladas possível. Sem outras cabanas perto pra ninguém ouvir nossos gemidos nem nos ver se desse vontade de andar pelado ou transar ao ar livre (incluindo na piscina). Esses requisitos fizeram com que eu acabasse alugando algo muito caro, mas meu instinto dizia que valia a pena. Depois tinha que fazer as compras, comida e bebida pra três dias, e o resto dos dias passei pensando no jogo sexual. Nosso relacionamento já tava num ponto que a gente transava assim que começava a se divertir. Não precisávamos mais de jogos que nos levassem até o sexo. Então na minha cabeça só tinha ideia de role play. Sei que as duas já tinham se fantasiado alguma vez e também tinham contado sobre fantasias de sexo violento com estranhos. Procurei o histórico de conversas onde a gente falou de fantasias pra ver qual era a melhor opção e tava entre 4:
- As colegiais
- As secretárias
- Estupro
- As prostitutas
Analisei qual combinava melhor com cada um de nós, mas era difícil. Decidi então levar as 4 opções. Ia apresentar e elas teriam a chance de vetar uma. Depois a gente ia sortear o que faria... e na outra noite talvez escolher outra das que sobraram.
Comprei coisas pros atos (principalmente se a gente fizesse estupro) e até comprei roupa pra elas. Preparei mais ou menos a explicação caso tocasse cada um e esperei elas passarem na prova naquela quinta.
Eu: E aí??? como foi?? - Perguntei animado
Pili: Passamos!! - e um monte de emoji de festa
Sole: Siiim... tô feliz! preciso de trevo! preciso de festa!
Eu: Disso eu cuidei. Falei pra vocês que tirei a semana pra preparar o melhor fim de semana das nossas vidas
Pili: Sério??! como você pode ser tão fofo?! ou tão depravado. Tudo depende do que você bolou. Tenho que temer pelo meu corpo?
Eu: hahaha você não vai fazer nada que não queira. Como sempre.
Sole: Então Fer. O que a gente leva? qual é o plano
Eu: Amanhã umas 15 a gente sai pra uma cabana que aluguei na montanha. Tem piscina, então vão preparadas.
Pili: Sério?!?! você arrasou, gato! adorei a ideia!
Sole: Siiim. Que bom, nosso macho! 😛
Eu: Levem a roupa que quiserem, mas só um pedido especial meu... levem uma camisa e uma saia. A comida e a bebida já tão prontas.
Pili: Uma camisa e saia? de que cor? que tipo de saia - A puta mãe com Pili e a obsessão dela por roupa
Eu: Camisa branca se tiverem.. a saia vocês escolhem... pensem em me provocar. Não levem nada até o tornozelo
Sole: hahaha beleza. Então amiga! a gente se encontra amanhã cedo pra escolher a roupa? - Meu Deus! não acreditava quanto tempo elas conseguiam falar ou escolher roupa
Quando já tava me preparando pra sair da conversa e ir ver se tinha tudo no carro pra viajar, a Pili fala
Pili: Fer! A gente tem que comemorar seu aniversário que foi no fim de semana passado. Algum presentinho especial a gente tem que te dar 😉
Sole: Siiim! Você merece! Olha o que você organizou. Tô animada com sua surpresa
Eu: hahaha ok ok. A gente vê amanhã. Passo pra buscar vocês às 15!
Naquela sexta acordei com uma ansiedade do caralho. Preparei tudo e Tava pronto às 13h. Revisei uns detalhes dos jogos e quando chegou a hora, fui buscar elas. Saíram da casa da Pili com look de praia. Shorts e por baixo, biquínis. Pra arrebentar elas ali mesmo. Me cumprimentaram com um abraço e falaram o quanto estavam felizes com o que eu tinha organizado. A viagem foi mais ou menos 1 hora, e fomos tomando mate e conversando. Eu tinha ido pegar as chaves no dia anterior, então fomos direto pra cabana.
Chegamos e o lugar era melhor que as fotos.
Sole: boluda, olha que dahora isso aqui!! Vamos ver por dentro! – E pegou a Pili pela mão.
A cabana ficava no meio de um parque. Toda rodeada por um deck de madeira que levava até a piscina e... tchan tchan tchannn..
Sole: Uma Jacuzzi!!! E é enorme! Filha da puta, pensou em tudo. As coisas que você quer fazer com a gente – Ela disse num tom acusador, mas simpático.
Eu: hahaha não... a Jacuzzi foi um extra. O que eu procurei foi que tivesse piscina e a gente ficasse isolado. Pra ninguém ver a gente.
Pili: bem escolhido, Fer! – E veio me dar um selinho. Sole também agradeceu com outro. Por três dias, eu ia realizar a fantasia de viver a três. Tava louco. A pica já tava começando a subir.
Cur ti a piscina com essas duas gostosas. A Pili tava com um biquíni preto que arrebentava. Os dois melões dela mal seguros pela parte de cima. A Sole, por sua vez, tava com um rosa choque e uma rabeta incrível. Ela sabia como exibir a bunda e dessa vez era pra mim. Entramos na água, preparei uns drinks e fomos ficando no clima. Tentei que fossem refrescantes, mas sem muito álcool pra não chegar moído à noite. Elas se penduravam no meu pescoço, me beijavam. Me abraçaram. Eu tava no paraíso.
Sole: Tem algum motivo pra não ficar de topless e me queimar sem marquinha? – Sole perguntou pro grupo.
Eu: Aqui a gente é totalmente livre. Se quiser andar pelada, pode. Se quiser transar aqui fora, pode também ;)
Pili: Não nos tenta que a gente tava com saudade – e soltou uma risada. um olhar pro meu pau
Tipo umas 8 da noite comecei a preparar a comida. Fiz umas pizzas na churrasqueira. Depois disso a gente tinha cerveja, vinho, fernet pra tomar. Sempre do lado de fora.
Sole: eu, Pili, cê percebeu que só tem uma cama, né?
Pili: Sim! Não vai ter jeito, vamos ter que nos amassar os três – Já estavam mais soltinhas
Sole: Fer! cê sabe que a gente tá esperando cê contar sobre o jogo, né? Ainda nos perguntamos pra que é a roupa – Falou ansiosa
Eu: haha sim! Imagino. Vou pegar o material agora – E fui pra dentro buscar minha mochila
Quando voltei, elas estavam dançando coladinhas. Me olharam e se deram um beijinho. Se beijaram no pescoço.
Eu: Vejo que começaram sem mim! Assim que eu gosto! – E comecei a explicar
Falei pra elas se prepararem pra atuar e tirei as 4 cartas com opções e expliquei as regras.
Eu: Esses são 4 tipos diferentes de role play. Temos...
Colegial! – risadas das duas e cara de safadas
Secretárias! – A que mais animou elas. Teve comemoração
Estupro! – Me olharam com cara de filha da puta e não falaram muito
e Prostitutas! – Elas seguraram o rosto e balançaram a cabeça negando
Eu: Esse é um jogo de decisões e de atuação
Pili: Como assim decisões? – Perguntou confusa
Eu: Sim. Primeiro a gente vai vetar uma das opções. Quer dizer que não vamos fazer ela. Depois, hoje à noite a gente vai sortear qual vamos atuar e amanhã escolhemos uma pra fazer das duas que sobrarem. O que acham?
Sole: Você é um gênio dos jogos sexuais! como caralho você pensa nessas coisas! tô muito nervosa. Nós duas que decidimos?
Eu: na verdade entre os três, mas se vocês duas entrarem em acordo, eu não tenho chance
Pili: ou vocês dois pervertidos!
Elas fizeram perguntas sobre o que cada coisa envolvia. Como tinham que se vestir (claro!) mas eu não quis dar muita explicação. Queria manter a surpresa.
A primeira decisão era entre vetar Estupro ou Prostitutas. Eu já sabia quando falei as opções. Sabia que estupro assustava elas. Principalmente a Pili. Mas a Sole... Eu disse a elas que precisavam confiar em mim. Prostitutas não pintavam pela roupa e não sei mais o quê. Elas sentiam que iam ter que fazer o que eu queria, mas sem o tesão da violação. Então a vetada foi prostitutas.
Lá estavam nossas 3 opções na mesa. Eu percebia que elas estavam nervosas. Principalmente a Pili. Começamos a beber, nos beijar, nos tocar e logo pediram pra começar o jogo. O método pra escolher foi jogar as cartas pro alto e a que caísse ímpar seria a escolhida. A Pili quis ser a lançadora... Ela jogou do deck pro jardim. As três voaram e nós três seguimos a trajetória daqueles papelinhos, igual quando você tá no campo e um jogador chuta de longe e parece que vai entrar. Duas caíram com a cara pra baixo e uma com a cara pra cima, bem clarinho... A Pili comemorou: Secretárias!
Expliquei o roteiro:
Eu: Vocês se vestem com a roupa que pedi. Têm 20 minutos pra se preparar – elas comemoraram a consideração – vocês são duas secretárias que ficaram de experiência no meu escritório por três meses. Uma em cada turno. Mas o período de teste acabou e eu tenho que escolher quem fica efetiva. Vocês estão muito parecidas e têm que me convencer a ficar com uma ou com a outra.
Pili: Impecável! Adorei! – gritou animada. Dava pra ver que a Pili curtia a parada de atuar.
Sole: Então quer dizer que eu tenho que competir com essa puta? Tô ferrada! – disse empurrando a amiga.
Dei sinal verde pra elas irem se trocar e elas saíram correndo que nem participantes do MasterChef. Pra mim, aqueles minutos foram uma eternidade. Eu tinha que entrar no personagem e fazer tudo ser convincente sem rir. Um baita desafio!
Depois de 20 minutos, elas saíram duas gostosuras. A Pili tava com uma camisa branca bem decotada. Os botões pareciam que iam estourar a qualquer momento. Ela tinha uma minissaia preta tão curta que se mexesse muito, dava pra ver a calcinha fio-dental toda. Já a Sole, por outro lado, vestia mais profissional. A camisa dela não era tão decotada e a saia não mostrava tanto, escondendo melhor arma.
Eu tinha montado uma simulação de escritório na sala da cabana, com uma cadeira do meu lado e duas do lado delas.
Eu: Beleza. Podem entrar. – Tentei não rir e entrei no personagem – Como vocês estão?
Pili: Bem, senhor Parrici (meu sobrenome), atolada de trabalho, mas tentando dar conta das suas coisas até o fim do dia. – Pili sabia atuar, dava pra perceber. Por isso ela gostou tanto da ideia. Até me deixou sem graça. Com aquela frase, ela tomou a liderança do jogo que a gente tava fazendo. Sole olhou pra ela como quem diz "e isso saiu de onde?"
Sole: Tudo bem. – Foi bem seca. Talvez estivesse tão inibida quanto eu.
Eu: Bom... Pilar, Soledad, não sei se vocês perceberam o tempo passando, mas já fazem três meses que tão me ajudando. – Essa parte eu tinha escrito e ensaiado – Tô muito satisfeito com o trabalho de vocês e acho que falo por todo o escritório quando digo que vocês são mais que capacitadas pro cargo. Mas infelizmente o orçamento que a gente tem só me permite manter uma secretária, e depois do período de experiência, preciso tomar uma decisão e escolher uma de vocês duas.
Pili: Isso quer dizer que a outra vai ficar sem emprego? – Ela era foda. Fazia parecer super real. Botava expressão de preocupação e tudo.
Eu: Bom, sim. Mas vocês teriam minhas referências pra outros escritórios.
Pili: Mas com base em que o senhor vai decidir, senhor Parrici? – E se inclinou, mostrando os peitos.
Sole: É, eu também queria saber como a gente vai ser avaliada. – Cruzou as pernas pra eu ver a calcinha fio dental. Sole tava entrando no jogo.
Eu: É que essa é a parte difícil. Não tenho certeza e não consegui decidir. Por isso chamei vocês pra conversar. Queria que cada uma me dissesse por que eu deveria escolhê-la. Quis que as duas estivessem aqui pra ser transparente.
Pili: O senhor sabe o quanto sou eficiente, e nem preciso dizer que tô à sua disposição pro que precisar. – Tentou fazer sexy, mas saiu muito profissional.
Sole: No meu caso, o senhor sabe que sempre estive atenta às suas necessidades e te garanto que qualquer coisa que me pedir, eu vou fazer. Qualquer uma — e piscou o olho.
Eu: É? Soledad: pode dar exemplos concretos das necessidades que você tá atenta?
Sole: Claro. Além das minhas tarefas administrativas. Num dia estressante, eu posso te relaxar com tratamentos especiais —
Eu: Tipo quais? — Eu me fazia de quem tava anotando.
Sole: Massagens, por exemplo — Sole sabia que tinha que começar devagar pra manter o esquema.
Eu: Pilar. O que te faz diferente como secretária?
Pili: Bom. Cê sabe que eu não sou só uma secretária, mas também um atrativo pro seu escritório. Não é só que eu me visto chamativa pra você esquecer os problemas, mas também pros clientes voltarem — e ajeitou o decote — Lembra daquele dono do supermercado que só vinha pra olhar minhas tetas, né? Sempre marcava ele no meu turno.
Eu: É verdade. Mas aqui a Soledad também se veste atraente pra mim e pros clientes. O que você faria por mim num dia de muito estresse? — E continuei fingindo que anotava.
Pili: Não só faria massagens, mas também te deitaria, vendava seus olhos e passaria minha boca pelo seu pescoço. Tá comprovado que a excitação libera o estresse nos homens.
Eu: Mas você não acha que isso ia me deixar excitado pelo resto do dia?
Pili: Sim, mas eu poderia cuidar disso. Posso falar sem rodeios, Senhor Parrici? — Eu assenti. Tava encantado com o talento dela pra atuar — Comigo, você poderia desestressar qualquer dia. Me chama pelo interfone e eu entro pra fazer uma punheta na hora — Excelente, eu dizia e anotava.
Eu: Soledad. O que você acha?
Sole: Uma punheta. Sério? Eu sei que um homem como você não se contentaria com isso. Comigo, você vai me indicar o que quer dependendo do tempo. Se apontar pra minha mão, eu faço uma punheta; se apontar pras tetas, um Boobs fuck; e se apontar pra boca... eu chupo.
Eu: Aham. Vejo que é uma proposta melhor. O que você acha, Pilar?
Pili: Eu sei que de escolher umas tetas pra uma Boobs fuck, eu escolheria essas - e ela desabotoou a camisa - e eu tô disponível todo dia pra fazer isso. E também pode contar com um blow job
Sole: O que eu garanto é o final, Senhor. Pelo histórico dos seus vídeos, sei que você fica muito excitado quando gozam na boca de uma mulher. Eu garanto que engulo tudo sem problema nenhum - Sole tava levando isso pra um terreno desconfortável pra Pili
Eu: Muito bem. Vejo que pesquisou as preferências do seu chefe. Pilar?
Pili: Eu vou deixar você gozar onde o senhor pedir. Na boca, nessa cara de modelo (peguei minhas palavras), nessas tetas tão desejadas
Eu: Vejo que é uma competição bem equilibrada nessa área. Como posso ter certeza de que escolho a melhor chupando?
Sole: Deixa eu te mostrar - e ela se levantou pra se aproximar de mim.
Com movimentos bem suaves, foi se ajoelhando pra ficar entre minhas pernas. Tirou meu pau da calça e passou a explicar
Sole: eu posso ficar aqui embaixo chupando enquanto você trabalha - e enfiou na boca. Eu olhava pra Pili pra ver como ela reagia. A loira se levantou pra ficar do lado da Sole e pedir a vez. Virei pro lado dela. Ela tirou o sutiã e começou a explicar
Pili: O senhor pode imaginar, Sr. Parrici, ter todo dia seu pau entre minhas tetas? - e encaixou ele entre aquelas duas boobs
Pili começou a se mexer e quando o pau aparecia entre as tetas, ela dava um beijo nele. Agarrou com as mãos, colocou a língua pra fora e brincou com a cabeça do meu pau. Como essa mina tinha melhorado desde aquele blow job na montanha.
Lembrei que tinha que continuar atuando
Eu: Beleza. Podem voltar pros seus lugares. Acho que posso avaliar as habilidades vocais de vocês 😉 - falei fazendo cara de sério. - agora quero saber até onde iriam. O que tão dispostas a dar
Sole tava na cadeira dela com as pernas abertas e se tocava me olhando com cara de puta.
Sole: eu fodo você, posso usar a palavra: buceta. O tempo todo. Pode comer ou meter quantas vezes quiser por dia
Pili era competitiva. Sabia disso bem. Mas confirmei mais quando ela pegou uma camisinha, chegou perto de mim, colocou em mim e levantou a saia. Enfiou tudo na pussy.
Pili: em vez de contar, vou mostrar, chefe - ela disse com voz de puta - viu como eu te fuck you? Agora chupa meus peitos - ela estava alucinada. Eu olhava pra Sole, que claramente fervia de tesão vendo a amiga daquele jeito.
Pili continuou cavalgando um pouco enquanto a morena se afastava em direção à parede. Apoiou as duas mãos e arqueou as costas.
Sole: Chefe. O senhor gostaria de comer isso todo dia? - disse com voz de gata e levantou a saia pra revelar aquela booty enorme com uma tanga branca que mal dava pra ver.
Pili soltou um "que filha da puta" com um sorriso.
Eu: Não sei. Tería que experimentar - falei com voz séria - Me dá licença, Pilar? - e Pili saiu de cima de mim.
Fui decidido até onde Sole estava. Arqueei um pouco mais as costas dela e ela se afastou mais da parede. Fui acariciando toda a costa dela até chegar no cabelo. Puxei com um pouco de força pra trazê-la até mim e poder falar no ouvido dela.
Eu: a verdade é que é irresistível
Deslizei a tanga pra fora do caminho e enfiei. A cena era inesquecível. Parecia uma transa num escritório com uma secretária, porque ela estava com a camisa desabotoada, a saia na cintura, a tanga puxada pro lado. Dava pra ver como meu cock batia nas nádegas dela e comecei a me concentrar no cu dela. Aproximei meu polegar e, enquanto continuava metendo, comecei a explorar.
Eu: Soledade. A senhora está disposta a dar tudo pelo cargo? - enquanto empurrava um pouco o dedo no buraco dela. Ela reagiu com um grito.
Sole: mmmm não. Não me interessa tanto o trabalho. Se tiver alguém que dê o que o senhor quer, com certeza me ganha. - ela era esperta. Sabia que Pili não ia entrar nessa. Tinha o cu virgem.
Pili já estava impaciente porque sentia que estava perdendo. Me agarrou por trás e me puxou até a mesa. Subiu e abriu as pernas. Pili: mete em mim, chefia — ela adorava o papel
Eu falo pra vocês que tô sendo modesto ao descrever o quanto minhas minas são gostosas. Pili tava me esperando com os peitos de fora e a saia levantada. Queria meter com força até gozar na barriguinha dela. Mas me segurei porque senti que a gente tinha que continuar no jogo. Pedi pra elas sentarem de novo.
Eu: uma coisa que pode me ajudar a decidir é a ajuda com os clientes. Vocês sabem que a gente tem reuniões com clientes que duram horas, mas depois viram contratos milionários — falei, fazendo o sério — como vocês poderiam ajudar com os serviços de vocês? — as duas riram do novo cenário.
Pili: o senhor pode montar a agenda com o cliente com um intervalo de meia hora, onde eu vou atender ele pra ele voltar bem descansado e decidido a nos escolher
Sole: eu acho que pro cliente entender que o senhor é de confiança, tem que me dividir com ele — adorei a Sole, ela tava metendo um menage de fantasia — imagina o seu cliente me comendo enquanto eu chupo o senhor? Ou se o contrato for milionário e ele me oferecer uma comissão. A gente podia fazer dupla penetração. O senhor decide o que entregar pra ele
Meu pau não aguentava mais! Já queria as duas me comendo! Tinha que levar a trama pra isso.
Eu: e se for um cliente muito exigente. Vocês topariam trabalhar em equipe?
Sole: claro — e se aproximou da amiga pra pegar nos peitos dela — o cliente ficaria de pau duro se eu beijar essa loira nos peitos? — começou a chupar os peitos da Pili
Pili se deixou levar e pediu pra eu chegar perto. Eu agarrei a Sole por trás pra meter bem forte nela. Ela tava a mil e em poucos minutos gozou com um grito no meio dos peitos da Pili. Sabia que agora tinha que saciar a minha loira. Levantei ela da cadeira e ergui. Ela se agarrou em mim, enroscando as pernas. No ar, tentei encaixar pra enfiar o pau. Sole ajudou a gente a acertar. Levei ela até a mesa pra voltar àquela posição que ela tinha me oferecido mais cedo e eu tinha recusado. Meti nela. duro enquanto Sole nos acariciava. A morena deitou a Pili na mesa pra poder beijar os peitos dela e a boca enquanto eu a perfurava do outro lado da mesa. Pili acabou puxando o rosto da amiga pra beijá-la. Eu tava com a pica super inchada. Via as duas se beijando e queria gozar. Pedi pra elas se ajoelharem, mas de frente uma pra outra. Falei pra se beijarem com gosto e comecei a bater uma apontando pro beijo delas.
Elas olharam de canto minha pica super inchada prestes a explodir e meteram mais energia no beijo.
O primeiro jato saiu torto e acertou a bochecha da Pili. Depois mirei melhor e todo o leite foi parar na junção das duas bocas. Dava pra ver que Sole tava voando de tesão. Saboreava o leite, colocava a língua pra fora pra trazer de volta pro beijo com a amiga. Pili tava com uma atitude de concentração no beijo pra não sentir nojo. Aproximei a pica pra que as últimas gotas caíssem ali. Elas pararam de se beijar.
Pili limpou o resto de leite que tinha na bochecha com os dedos (mas não levou à boca).
Sole continuava ajoelhada de olhos fechados.
Eu: Filho da puta!!! Que tesão que eu tô!! — disse como se sussurrasse.
Percebi que tinha que sentar ela na cadeira e chupar a buceta dela até ela gozar. Foi o que fiz.
Terminamos os três cansados, mas satisfeitos. Nos abraçamos. E Pili não segurou a língua.
Pili: E então, senhor Parrici. Quem fica com o cargo? — passava a mão por todo o meu corpo. Como ela adorava atuar!!
Eu: Acho que vou falar com meus sócios pra ficarem as duas — não ia escolher nenhuma — acho que o que vocês entregam juntas pode trazer muitos benefícios.
Sole: Que otário. Deixa a gente feliz e não se arrisca por nenhuma. Te aviso que fiquei com muito tesão e ainda é cedo. Nem fodendo que é só isso por hoje.
Rimos do comentário da Sole, que tava com uma cara de prazer incrível. Toda manchada de leite, até nos óculos, e com uma cara de felicidade incrível. Nos revezamos no banheiro. Pili foi Primeiro rápido e depois a gente. Quando a Sole tava saindo com a toalha na cabeça e eu entrando, a gente ouviu um grito lá de fora.
Pili: ahhh, por favor! Que prazer!!
A loira já tava na jacuzzi.
Pili: dá pra trazer champanhe quando vocês vierem?? Sempre quis fazer isso.
Eram 11 da noite. Nosso roleplay tinha sido mais curto que os outros. Preparei uma tábua de frios e a Sole levou o champanhe com as taças.
Comemos os três ali e rimos pra caralho das atuações. Quando o champanhe começou a bater, ficamos os três pelados. As minas me chuparam enquanto eu tava na borda da jacuzzi e depois eu comi elas, revezando de quatro. Gozei dentro da camisinha comendo a Sole.
Aquela transa na jacuzzi foi muito boa, mas resolvi resumir porque esse fim de semana teve partes incríveis que a gente pensou em dividir em 3.
Esperamos que vocês tenham gostado. Em breve vêm as outras duas partes desse fim de semana.
PS: as minhas me contaram que leem os comentários de vocês e eu mostro os privados pra elas. Decidimos contar a história, mas não mostrar fotos porque temos medo de sermos identificados (principalmente a Pili, que acham que dá pra reconhecer até por uma pinta 😛).
Capítulo 2: https://m.poringa.net/posts/relatos/3568900/El-Trebol---El-espejo.html
Depois daquela noite gloriosa no meu apê, nosso relacionamento, o trevo, tava no auge. Cada um tinha suas histórias e sua vida, mas mantínhamos nosso chat ativo e, de vez em quando, alguém pedia "Preciso de trevo essa semana" e já sabia que era pra sair e, provavelmente, nos curtir.
Uma semana depois daquela noite, fomos a um bar e depois a um pub onde minhas minas esquentaram geral, mas no fim voltaram comigo pro apê e, com a pouca energia que a gente tinha e a bebedeira... demos uma trepada decente que não vale tanto a pena contar, mas dá pra mencionar.
Fevereiro chegou e o gostinho de férias e verão tava sumindo. As gurias tinham que estudar pra uma matéria e, de vez em quando, saíamos pra elas se distraírem, mas não podíamos exagerar. Eu cuidava delas. Mas sabíamos que depois do dia 19 íamos poder dedicar uma boa noite de trevo. Naquele dia, elas iam fazer a prova e íamos comemorar ou afogar as mágoas em álcool, sexo e risadas.
Numa conversa de boa, surgiu o tema desse relato.
Sole: Pili, não sente falta dela? – perguntou no chat pra amiga
Pili: Hã? De quem? – Pili tava perdida. E eu também não entendia
Sole: Como de quem? Da nossa cock! – Que delícia foi ouvir isso. Minha cock começou a reagir
Pili: KKKKK Simmm... óbvio! O que eu não daria pra ter ela aqui agora
Eu: KKKK vocês são umas safadas. É sim, Pili, o que você faria com ela?
Pili: Mostraria o quanto sinto falta dela – Pili ainda não tava acostumada com as conversas quentes
Sole: Ia chupar ela inteira! É isso que você tem que falar, loirinha! – a morena se manifestou, mostrando como se faz
Pili: Tá bom, sim! Óbvio! 😉 😉
Sole: Fer. Prepara algo pra gente depois da prova? Vamos ser suas
Eu: Adorei a ideia! Quão minhas vocês vão ser? – Queria ver o plano
Pili: Muito suas!!
Eu: Mas vocês podem me dar um fim de semana? – Precisava saber até onde ia Tinha que montar algo. Queria fazer algo que relaxasse elas e também transar pra caralho
Sole: essa! eu adoraria. Mas a gente ia dormir no teu apê? tem que inventar alguma desculpa pros nossos pais
Pili: Sim! bora!
Eu: Sei não. Quero saber se vocês tão a fim praí eu montar algo.
Sole: Bom... eu diria que sim! vai nos surpreender? a gente vai precisar relaxar
Eu: Claro!! deixem tudo comigo. Vou preparar um fim de semana incrível pra vocês
Pili: Não esquece de criar uma brincadeira nova! — Adorei esse pedido da minha princesinha
Tinha passado um ano inteiro trampando pesado, pagando o preço de ser novato e sem um dia de folga. Então naquele mesmo dia decidi tirar a semana inteira pra pensar no que a gente ia fazer no fim de semana depois do dia 19.
Comecei a procurar cabanas na montanha. Em Mendoza tem milhares e de todos os preços, então fiz uma lista e busquei as que tinham piscina, vista bonita, só uma cama e o mais isoladas possível. Sem outras cabanas perto pra ninguém ouvir nossos gemidos nem nos ver se desse vontade de andar pelado ou transar ao ar livre (incluindo na piscina). Esses requisitos fizeram com que eu acabasse alugando algo muito caro, mas meu instinto dizia que valia a pena. Depois tinha que fazer as compras, comida e bebida pra três dias, e o resto dos dias passei pensando no jogo sexual. Nosso relacionamento já tava num ponto que a gente transava assim que começava a se divertir. Não precisávamos mais de jogos que nos levassem até o sexo. Então na minha cabeça só tinha ideia de role play. Sei que as duas já tinham se fantasiado alguma vez e também tinham contado sobre fantasias de sexo violento com estranhos. Procurei o histórico de conversas onde a gente falou de fantasias pra ver qual era a melhor opção e tava entre 4:
- As colegiais
- As secretárias
- Estupro
- As prostitutas
Analisei qual combinava melhor com cada um de nós, mas era difícil. Decidi então levar as 4 opções. Ia apresentar e elas teriam a chance de vetar uma. Depois a gente ia sortear o que faria... e na outra noite talvez escolher outra das que sobraram.
Comprei coisas pros atos (principalmente se a gente fizesse estupro) e até comprei roupa pra elas. Preparei mais ou menos a explicação caso tocasse cada um e esperei elas passarem na prova naquela quinta.
Eu: E aí??? como foi?? - Perguntei animado
Pili: Passamos!! - e um monte de emoji de festa
Sole: Siiim... tô feliz! preciso de trevo! preciso de festa!
Eu: Disso eu cuidei. Falei pra vocês que tirei a semana pra preparar o melhor fim de semana das nossas vidas
Pili: Sério??! como você pode ser tão fofo?! ou tão depravado. Tudo depende do que você bolou. Tenho que temer pelo meu corpo?
Eu: hahaha você não vai fazer nada que não queira. Como sempre.
Sole: Então Fer. O que a gente leva? qual é o plano
Eu: Amanhã umas 15 a gente sai pra uma cabana que aluguei na montanha. Tem piscina, então vão preparadas.
Pili: Sério?!?! você arrasou, gato! adorei a ideia!
Sole: Siiim. Que bom, nosso macho! 😛
Eu: Levem a roupa que quiserem, mas só um pedido especial meu... levem uma camisa e uma saia. A comida e a bebida já tão prontas.
Pili: Uma camisa e saia? de que cor? que tipo de saia - A puta mãe com Pili e a obsessão dela por roupa
Eu: Camisa branca se tiverem.. a saia vocês escolhem... pensem em me provocar. Não levem nada até o tornozelo
Sole: hahaha beleza. Então amiga! a gente se encontra amanhã cedo pra escolher a roupa? - Meu Deus! não acreditava quanto tempo elas conseguiam falar ou escolher roupa
Quando já tava me preparando pra sair da conversa e ir ver se tinha tudo no carro pra viajar, a Pili fala
Pili: Fer! A gente tem que comemorar seu aniversário que foi no fim de semana passado. Algum presentinho especial a gente tem que te dar 😉
Sole: Siiim! Você merece! Olha o que você organizou. Tô animada com sua surpresa
Eu: hahaha ok ok. A gente vê amanhã. Passo pra buscar vocês às 15!
Naquela sexta acordei com uma ansiedade do caralho. Preparei tudo e Tava pronto às 13h. Revisei uns detalhes dos jogos e quando chegou a hora, fui buscar elas. Saíram da casa da Pili com look de praia. Shorts e por baixo, biquínis. Pra arrebentar elas ali mesmo. Me cumprimentaram com um abraço e falaram o quanto estavam felizes com o que eu tinha organizado. A viagem foi mais ou menos 1 hora, e fomos tomando mate e conversando. Eu tinha ido pegar as chaves no dia anterior, então fomos direto pra cabana.
Chegamos e o lugar era melhor que as fotos.
Sole: boluda, olha que dahora isso aqui!! Vamos ver por dentro! – E pegou a Pili pela mão.
A cabana ficava no meio de um parque. Toda rodeada por um deck de madeira que levava até a piscina e... tchan tchan tchannn..
Sole: Uma Jacuzzi!!! E é enorme! Filha da puta, pensou em tudo. As coisas que você quer fazer com a gente – Ela disse num tom acusador, mas simpático.
Eu: hahaha não... a Jacuzzi foi um extra. O que eu procurei foi que tivesse piscina e a gente ficasse isolado. Pra ninguém ver a gente.
Pili: bem escolhido, Fer! – E veio me dar um selinho. Sole também agradeceu com outro. Por três dias, eu ia realizar a fantasia de viver a três. Tava louco. A pica já tava começando a subir.
Cur ti a piscina com essas duas gostosas. A Pili tava com um biquíni preto que arrebentava. Os dois melões dela mal seguros pela parte de cima. A Sole, por sua vez, tava com um rosa choque e uma rabeta incrível. Ela sabia como exibir a bunda e dessa vez era pra mim. Entramos na água, preparei uns drinks e fomos ficando no clima. Tentei que fossem refrescantes, mas sem muito álcool pra não chegar moído à noite. Elas se penduravam no meu pescoço, me beijavam. Me abraçaram. Eu tava no paraíso.
Sole: Tem algum motivo pra não ficar de topless e me queimar sem marquinha? – Sole perguntou pro grupo.
Eu: Aqui a gente é totalmente livre. Se quiser andar pelada, pode. Se quiser transar aqui fora, pode também ;)
Pili: Não nos tenta que a gente tava com saudade – e soltou uma risada. um olhar pro meu pau
Tipo umas 8 da noite comecei a preparar a comida. Fiz umas pizzas na churrasqueira. Depois disso a gente tinha cerveja, vinho, fernet pra tomar. Sempre do lado de fora.
Sole: eu, Pili, cê percebeu que só tem uma cama, né?
Pili: Sim! Não vai ter jeito, vamos ter que nos amassar os três – Já estavam mais soltinhas
Sole: Fer! cê sabe que a gente tá esperando cê contar sobre o jogo, né? Ainda nos perguntamos pra que é a roupa – Falou ansiosa
Eu: haha sim! Imagino. Vou pegar o material agora – E fui pra dentro buscar minha mochila
Quando voltei, elas estavam dançando coladinhas. Me olharam e se deram um beijinho. Se beijaram no pescoço.
Eu: Vejo que começaram sem mim! Assim que eu gosto! – E comecei a explicar
Falei pra elas se prepararem pra atuar e tirei as 4 cartas com opções e expliquei as regras.
Eu: Esses são 4 tipos diferentes de role play. Temos...
Colegial! – risadas das duas e cara de safadas
Secretárias! – A que mais animou elas. Teve comemoração
Estupro! – Me olharam com cara de filha da puta e não falaram muito
e Prostitutas! – Elas seguraram o rosto e balançaram a cabeça negando
Eu: Esse é um jogo de decisões e de atuação
Pili: Como assim decisões? – Perguntou confusa
Eu: Sim. Primeiro a gente vai vetar uma das opções. Quer dizer que não vamos fazer ela. Depois, hoje à noite a gente vai sortear qual vamos atuar e amanhã escolhemos uma pra fazer das duas que sobrarem. O que acham?
Sole: Você é um gênio dos jogos sexuais! como caralho você pensa nessas coisas! tô muito nervosa. Nós duas que decidimos?
Eu: na verdade entre os três, mas se vocês duas entrarem em acordo, eu não tenho chance
Pili: ou vocês dois pervertidos!
Elas fizeram perguntas sobre o que cada coisa envolvia. Como tinham que se vestir (claro!) mas eu não quis dar muita explicação. Queria manter a surpresa.
A primeira decisão era entre vetar Estupro ou Prostitutas. Eu já sabia quando falei as opções. Sabia que estupro assustava elas. Principalmente a Pili. Mas a Sole... Eu disse a elas que precisavam confiar em mim. Prostitutas não pintavam pela roupa e não sei mais o quê. Elas sentiam que iam ter que fazer o que eu queria, mas sem o tesão da violação. Então a vetada foi prostitutas.
Lá estavam nossas 3 opções na mesa. Eu percebia que elas estavam nervosas. Principalmente a Pili. Começamos a beber, nos beijar, nos tocar e logo pediram pra começar o jogo. O método pra escolher foi jogar as cartas pro alto e a que caísse ímpar seria a escolhida. A Pili quis ser a lançadora... Ela jogou do deck pro jardim. As três voaram e nós três seguimos a trajetória daqueles papelinhos, igual quando você tá no campo e um jogador chuta de longe e parece que vai entrar. Duas caíram com a cara pra baixo e uma com a cara pra cima, bem clarinho... A Pili comemorou: Secretárias!
Expliquei o roteiro:
Eu: Vocês se vestem com a roupa que pedi. Têm 20 minutos pra se preparar – elas comemoraram a consideração – vocês são duas secretárias que ficaram de experiência no meu escritório por três meses. Uma em cada turno. Mas o período de teste acabou e eu tenho que escolher quem fica efetiva. Vocês estão muito parecidas e têm que me convencer a ficar com uma ou com a outra.
Pili: Impecável! Adorei! – gritou animada. Dava pra ver que a Pili curtia a parada de atuar.
Sole: Então quer dizer que eu tenho que competir com essa puta? Tô ferrada! – disse empurrando a amiga.
Dei sinal verde pra elas irem se trocar e elas saíram correndo que nem participantes do MasterChef. Pra mim, aqueles minutos foram uma eternidade. Eu tinha que entrar no personagem e fazer tudo ser convincente sem rir. Um baita desafio!
Depois de 20 minutos, elas saíram duas gostosuras. A Pili tava com uma camisa branca bem decotada. Os botões pareciam que iam estourar a qualquer momento. Ela tinha uma minissaia preta tão curta que se mexesse muito, dava pra ver a calcinha fio-dental toda. Já a Sole, por outro lado, vestia mais profissional. A camisa dela não era tão decotada e a saia não mostrava tanto, escondendo melhor arma.
Eu tinha montado uma simulação de escritório na sala da cabana, com uma cadeira do meu lado e duas do lado delas.
Eu: Beleza. Podem entrar. – Tentei não rir e entrei no personagem – Como vocês estão?
Pili: Bem, senhor Parrici (meu sobrenome), atolada de trabalho, mas tentando dar conta das suas coisas até o fim do dia. – Pili sabia atuar, dava pra perceber. Por isso ela gostou tanto da ideia. Até me deixou sem graça. Com aquela frase, ela tomou a liderança do jogo que a gente tava fazendo. Sole olhou pra ela como quem diz "e isso saiu de onde?"
Sole: Tudo bem. – Foi bem seca. Talvez estivesse tão inibida quanto eu.
Eu: Bom... Pilar, Soledad, não sei se vocês perceberam o tempo passando, mas já fazem três meses que tão me ajudando. – Essa parte eu tinha escrito e ensaiado – Tô muito satisfeito com o trabalho de vocês e acho que falo por todo o escritório quando digo que vocês são mais que capacitadas pro cargo. Mas infelizmente o orçamento que a gente tem só me permite manter uma secretária, e depois do período de experiência, preciso tomar uma decisão e escolher uma de vocês duas.
Pili: Isso quer dizer que a outra vai ficar sem emprego? – Ela era foda. Fazia parecer super real. Botava expressão de preocupação e tudo.
Eu: Bom, sim. Mas vocês teriam minhas referências pra outros escritórios.
Pili: Mas com base em que o senhor vai decidir, senhor Parrici? – E se inclinou, mostrando os peitos.
Sole: É, eu também queria saber como a gente vai ser avaliada. – Cruzou as pernas pra eu ver a calcinha fio dental. Sole tava entrando no jogo.
Eu: É que essa é a parte difícil. Não tenho certeza e não consegui decidir. Por isso chamei vocês pra conversar. Queria que cada uma me dissesse por que eu deveria escolhê-la. Quis que as duas estivessem aqui pra ser transparente.
Pili: O senhor sabe o quanto sou eficiente, e nem preciso dizer que tô à sua disposição pro que precisar. – Tentou fazer sexy, mas saiu muito profissional.
Sole: No meu caso, o senhor sabe que sempre estive atenta às suas necessidades e te garanto que qualquer coisa que me pedir, eu vou fazer. Qualquer uma — e piscou o olho.
Eu: É? Soledad: pode dar exemplos concretos das necessidades que você tá atenta?
Sole: Claro. Além das minhas tarefas administrativas. Num dia estressante, eu posso te relaxar com tratamentos especiais —
Eu: Tipo quais? — Eu me fazia de quem tava anotando.
Sole: Massagens, por exemplo — Sole sabia que tinha que começar devagar pra manter o esquema.
Eu: Pilar. O que te faz diferente como secretária?
Pili: Bom. Cê sabe que eu não sou só uma secretária, mas também um atrativo pro seu escritório. Não é só que eu me visto chamativa pra você esquecer os problemas, mas também pros clientes voltarem — e ajeitou o decote — Lembra daquele dono do supermercado que só vinha pra olhar minhas tetas, né? Sempre marcava ele no meu turno.
Eu: É verdade. Mas aqui a Soledad também se veste atraente pra mim e pros clientes. O que você faria por mim num dia de muito estresse? — E continuei fingindo que anotava.
Pili: Não só faria massagens, mas também te deitaria, vendava seus olhos e passaria minha boca pelo seu pescoço. Tá comprovado que a excitação libera o estresse nos homens.
Eu: Mas você não acha que isso ia me deixar excitado pelo resto do dia?
Pili: Sim, mas eu poderia cuidar disso. Posso falar sem rodeios, Senhor Parrici? — Eu assenti. Tava encantado com o talento dela pra atuar — Comigo, você poderia desestressar qualquer dia. Me chama pelo interfone e eu entro pra fazer uma punheta na hora — Excelente, eu dizia e anotava.
Eu: Soledad. O que você acha?
Sole: Uma punheta. Sério? Eu sei que um homem como você não se contentaria com isso. Comigo, você vai me indicar o que quer dependendo do tempo. Se apontar pra minha mão, eu faço uma punheta; se apontar pras tetas, um Boobs fuck; e se apontar pra boca... eu chupo.
Eu: Aham. Vejo que é uma proposta melhor. O que você acha, Pilar?
Pili: Eu sei que de escolher umas tetas pra uma Boobs fuck, eu escolheria essas - e ela desabotoou a camisa - e eu tô disponível todo dia pra fazer isso. E também pode contar com um blow job
Sole: O que eu garanto é o final, Senhor. Pelo histórico dos seus vídeos, sei que você fica muito excitado quando gozam na boca de uma mulher. Eu garanto que engulo tudo sem problema nenhum - Sole tava levando isso pra um terreno desconfortável pra Pili
Eu: Muito bem. Vejo que pesquisou as preferências do seu chefe. Pilar?
Pili: Eu vou deixar você gozar onde o senhor pedir. Na boca, nessa cara de modelo (peguei minhas palavras), nessas tetas tão desejadas
Eu: Vejo que é uma competição bem equilibrada nessa área. Como posso ter certeza de que escolho a melhor chupando?
Sole: Deixa eu te mostrar - e ela se levantou pra se aproximar de mim.
Com movimentos bem suaves, foi se ajoelhando pra ficar entre minhas pernas. Tirou meu pau da calça e passou a explicar
Sole: eu posso ficar aqui embaixo chupando enquanto você trabalha - e enfiou na boca. Eu olhava pra Pili pra ver como ela reagia. A loira se levantou pra ficar do lado da Sole e pedir a vez. Virei pro lado dela. Ela tirou o sutiã e começou a explicar
Pili: O senhor pode imaginar, Sr. Parrici, ter todo dia seu pau entre minhas tetas? - e encaixou ele entre aquelas duas boobs
Pili começou a se mexer e quando o pau aparecia entre as tetas, ela dava um beijo nele. Agarrou com as mãos, colocou a língua pra fora e brincou com a cabeça do meu pau. Como essa mina tinha melhorado desde aquele blow job na montanha.
Lembrei que tinha que continuar atuando
Eu: Beleza. Podem voltar pros seus lugares. Acho que posso avaliar as habilidades vocais de vocês 😉 - falei fazendo cara de sério. - agora quero saber até onde iriam. O que tão dispostas a dar
Sole tava na cadeira dela com as pernas abertas e se tocava me olhando com cara de puta.
Sole: eu fodo você, posso usar a palavra: buceta. O tempo todo. Pode comer ou meter quantas vezes quiser por dia
Pili era competitiva. Sabia disso bem. Mas confirmei mais quando ela pegou uma camisinha, chegou perto de mim, colocou em mim e levantou a saia. Enfiou tudo na pussy.
Pili: em vez de contar, vou mostrar, chefe - ela disse com voz de puta - viu como eu te fuck you? Agora chupa meus peitos - ela estava alucinada. Eu olhava pra Sole, que claramente fervia de tesão vendo a amiga daquele jeito.
Pili continuou cavalgando um pouco enquanto a morena se afastava em direção à parede. Apoiou as duas mãos e arqueou as costas.
Sole: Chefe. O senhor gostaria de comer isso todo dia? - disse com voz de gata e levantou a saia pra revelar aquela booty enorme com uma tanga branca que mal dava pra ver.
Pili soltou um "que filha da puta" com um sorriso.
Eu: Não sei. Tería que experimentar - falei com voz séria - Me dá licença, Pilar? - e Pili saiu de cima de mim.
Fui decidido até onde Sole estava. Arqueei um pouco mais as costas dela e ela se afastou mais da parede. Fui acariciando toda a costa dela até chegar no cabelo. Puxei com um pouco de força pra trazê-la até mim e poder falar no ouvido dela.
Eu: a verdade é que é irresistível
Deslizei a tanga pra fora do caminho e enfiei. A cena era inesquecível. Parecia uma transa num escritório com uma secretária, porque ela estava com a camisa desabotoada, a saia na cintura, a tanga puxada pro lado. Dava pra ver como meu cock batia nas nádegas dela e comecei a me concentrar no cu dela. Aproximei meu polegar e, enquanto continuava metendo, comecei a explorar.
Eu: Soledade. A senhora está disposta a dar tudo pelo cargo? - enquanto empurrava um pouco o dedo no buraco dela. Ela reagiu com um grito.
Sole: mmmm não. Não me interessa tanto o trabalho. Se tiver alguém que dê o que o senhor quer, com certeza me ganha. - ela era esperta. Sabia que Pili não ia entrar nessa. Tinha o cu virgem.
Pili já estava impaciente porque sentia que estava perdendo. Me agarrou por trás e me puxou até a mesa. Subiu e abriu as pernas. Pili: mete em mim, chefia — ela adorava o papel
Eu falo pra vocês que tô sendo modesto ao descrever o quanto minhas minas são gostosas. Pili tava me esperando com os peitos de fora e a saia levantada. Queria meter com força até gozar na barriguinha dela. Mas me segurei porque senti que a gente tinha que continuar no jogo. Pedi pra elas sentarem de novo.
Eu: uma coisa que pode me ajudar a decidir é a ajuda com os clientes. Vocês sabem que a gente tem reuniões com clientes que duram horas, mas depois viram contratos milionários — falei, fazendo o sério — como vocês poderiam ajudar com os serviços de vocês? — as duas riram do novo cenário.
Pili: o senhor pode montar a agenda com o cliente com um intervalo de meia hora, onde eu vou atender ele pra ele voltar bem descansado e decidido a nos escolher
Sole: eu acho que pro cliente entender que o senhor é de confiança, tem que me dividir com ele — adorei a Sole, ela tava metendo um menage de fantasia — imagina o seu cliente me comendo enquanto eu chupo o senhor? Ou se o contrato for milionário e ele me oferecer uma comissão. A gente podia fazer dupla penetração. O senhor decide o que entregar pra ele
Meu pau não aguentava mais! Já queria as duas me comendo! Tinha que levar a trama pra isso.
Eu: e se for um cliente muito exigente. Vocês topariam trabalhar em equipe?
Sole: claro — e se aproximou da amiga pra pegar nos peitos dela — o cliente ficaria de pau duro se eu beijar essa loira nos peitos? — começou a chupar os peitos da Pili
Pili se deixou levar e pediu pra eu chegar perto. Eu agarrei a Sole por trás pra meter bem forte nela. Ela tava a mil e em poucos minutos gozou com um grito no meio dos peitos da Pili. Sabia que agora tinha que saciar a minha loira. Levantei ela da cadeira e ergui. Ela se agarrou em mim, enroscando as pernas. No ar, tentei encaixar pra enfiar o pau. Sole ajudou a gente a acertar. Levei ela até a mesa pra voltar àquela posição que ela tinha me oferecido mais cedo e eu tinha recusado. Meti nela. duro enquanto Sole nos acariciava. A morena deitou a Pili na mesa pra poder beijar os peitos dela e a boca enquanto eu a perfurava do outro lado da mesa. Pili acabou puxando o rosto da amiga pra beijá-la. Eu tava com a pica super inchada. Via as duas se beijando e queria gozar. Pedi pra elas se ajoelharem, mas de frente uma pra outra. Falei pra se beijarem com gosto e comecei a bater uma apontando pro beijo delas.
Elas olharam de canto minha pica super inchada prestes a explodir e meteram mais energia no beijo.
O primeiro jato saiu torto e acertou a bochecha da Pili. Depois mirei melhor e todo o leite foi parar na junção das duas bocas. Dava pra ver que Sole tava voando de tesão. Saboreava o leite, colocava a língua pra fora pra trazer de volta pro beijo com a amiga. Pili tava com uma atitude de concentração no beijo pra não sentir nojo. Aproximei a pica pra que as últimas gotas caíssem ali. Elas pararam de se beijar.
Pili limpou o resto de leite que tinha na bochecha com os dedos (mas não levou à boca).
Sole continuava ajoelhada de olhos fechados.
Eu: Filho da puta!!! Que tesão que eu tô!! — disse como se sussurrasse.
Percebi que tinha que sentar ela na cadeira e chupar a buceta dela até ela gozar. Foi o que fiz.
Terminamos os três cansados, mas satisfeitos. Nos abraçamos. E Pili não segurou a língua.
Pili: E então, senhor Parrici. Quem fica com o cargo? — passava a mão por todo o meu corpo. Como ela adorava atuar!!
Eu: Acho que vou falar com meus sócios pra ficarem as duas — não ia escolher nenhuma — acho que o que vocês entregam juntas pode trazer muitos benefícios.
Sole: Que otário. Deixa a gente feliz e não se arrisca por nenhuma. Te aviso que fiquei com muito tesão e ainda é cedo. Nem fodendo que é só isso por hoje.
Rimos do comentário da Sole, que tava com uma cara de prazer incrível. Toda manchada de leite, até nos óculos, e com uma cara de felicidade incrível. Nos revezamos no banheiro. Pili foi Primeiro rápido e depois a gente. Quando a Sole tava saindo com a toalha na cabeça e eu entrando, a gente ouviu um grito lá de fora.
Pili: ahhh, por favor! Que prazer!!
A loira já tava na jacuzzi.
Pili: dá pra trazer champanhe quando vocês vierem?? Sempre quis fazer isso.
Eram 11 da noite. Nosso roleplay tinha sido mais curto que os outros. Preparei uma tábua de frios e a Sole levou o champanhe com as taças.
Comemos os três ali e rimos pra caralho das atuações. Quando o champanhe começou a bater, ficamos os três pelados. As minas me chuparam enquanto eu tava na borda da jacuzzi e depois eu comi elas, revezando de quatro. Gozei dentro da camisinha comendo a Sole.
Aquela transa na jacuzzi foi muito boa, mas resolvi resumir porque esse fim de semana teve partes incríveis que a gente pensou em dividir em 3.
Esperamos que vocês tenham gostado. Em breve vêm as outras duas partes desse fim de semana.
PS: as minhas me contaram que leem os comentários de vocês e eu mostro os privados pra elas. Decidimos contar a história, mas não mostrar fotos porque temos medo de sermos identificados (principalmente a Pili, que acham que dá pra reconhecer até por uma pinta 😛).
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