Entrevista a un cuckold arrepentido

A seguir, vou compartilhar a primeira parte da tradução de uma entrevista com um grande personagem, que, com muita confiança, nos conta sobre sua primeira experiência de troca com a esposa.

Espero que curtam tanto quanto eu.

A versão dele.

Eu: Queria que a gente começasse devagar com sua visão da história que vamos desenvolver, me conta onde você estava, quantos anos você e sua esposa tinham na época.

Bruno: Naquele momento, eu tinha 35 e ela 32, já morávamos juntos há 5 anos, mas de nos conhecermos e estarmos namorando já somávamos 7 anos.

Eu: Você é do Uruguai e ela da Argentina, né?

Eu: Como vocês se conheceram?

Bruno: Sim, exatamente, nos conhecemos quando eu estudava em Buenos Aires e começamos a morar juntos por lá.

Eu: Essa experiência com sua parceira foi nos Estados Unidos, certo?

Bruno: Sim, foi mais ou menos 2 anos depois de virmos morar em Miami.

Eu: Bom, que tal se você me contar sua versão de tudo que aconteceu? Vou tentar te interromper o mínimo possível. OK?

Bruno: OK.

Bruno: Minha esposa e eu viemos pra Miami porque me ofereceram um trampo como programador numa empresa do irmão de um dos meus ex-chefes. Mas a maior parte do meu trabalho eu fazia de casa, e minha esposa rapidinho arrumou um emprego numa imobiliária. Então, em poucos meses, a gente já tava estabilizado profissionalmente. Só que a gente morava nos arredores da cidade, num subúrbio longe de quase tudo, então foi difícil fazer amizades pra compartilhar nosso tempo.

Eu: Conta um pouco sobre sua esposa.

Bruno: Romina é uma mulher foda, daquelas que sempre consegue o que quer. A verdade é que desde que a conheci pela primeira vez, nem um minuto deixei de ser apaixonado por ela. Sempre foi uma fantasia realizada pra mim.

Eu: Pode descrever ela fisicamente?

Bruno: Sim, é uma mulher de uns 1,68m de altura, cabelo liso e castanho, por normal, não muito comprido, ela sempre usa na altura dos ombros, a pele dela é branca e bem delicada, os olhos são castanhos. Se eu pudesse te dar uma imagem pra você ter uma ideia, acho que ela é o protótipo de quem sempre transborda aquela beleza natural que precisa de pouca maquiagem e que está sempre vestida com elegância.
Eu: O que você mais gostava nela?
Bruno: Tudo. Ela tem uns olhos grandes bem expressivos, com lábios pequenos e delicados, o rosto dela é realmente lindo e o corpo… nem se fala. É de peitos médios e redondos que têm uma caída como uma gota d’água, os biquinhos são cor-de-rosa, acho que são os peitos mais lindos que já vi. Ela tem uma cintura curvilínea que realça o quadril, com uma bunda que tem o tamanho certo pra altura dela, o contorno dela parece os desenhos da Betty Boop, hehe.
Eu: Você diria que foi a beleza dela que te levou a querer compartilhá-la com outro homem?
Bruno: Não, na verdade, um tempo antes de tudo acontecer, a gente começou a brincar e a fantasiar que ela estava com outro homem ou eu com outra mulher, acho que esse jogo aumentou nossa vida sexual por muito tempo, mas sempre foi só isso, uma fantasia…
Eu: Me conta como era o sexo entre vocês.
Bruno: Sempre foi muito bom, eu tive algumas parceiras antes dela e com nenhuma me senti tão bem quanto com ela.
Eu: O que você diria que ela mais gostava que você fizesse nela e o que você mais gostava que ela fizesse em você?
Bruno: Acho que o que a Romina mais gostava que eu fizesse nela era sexo oral, e o que eu mais gostava que ela fizesse em mim era que ela montasse em mim e me fizesse gozar assim.
Eu: Como foi que essa fantasia que você falou foi se tornando realidade?
Bruno: Eu tinha muito tempo livre em casa e enquanto ela não estava, eu visitava muitos sites na Internet e uma das coisas que parecia estar ficando na moda eram os swingers e os cuckold, o que, claro, foi me chamando cada vez mais a atenção. A intenção era essa, e fui buscando mais informações sobre o assunto, até que um dia entrei num clube de Miami pra casais que curtiam essas práticas. Não posso negar que entrei mais pelo fato de olhar e ler as experiências de outros usuários do que pra tentar realizá-las eu mesmo.
Bruno: Um dia, vários usuários estavam comentando sobre um Bull que recomendavam e mostravam algumas fotos. Descreviam ele como um jovem respeitoso, ideal pra casais que estavam começando e queriam passar um tempo agradável. Era um cara moreno, uns 24 anos, o rosto denunciava a juventude e o corpo era daqueles que dá pra ver que nunca saem da academia — não tinha um músculo sem trabalhar.
Bruno: Não sei te dizer o que me levou um dia a contatá-lo e perguntar sobre os serviços dele.
Eu: E o que ele te disse?
Bruno: Na real, de um jeito muito educado, ele me pediu pra ligar e conversarmos por telefone. Isso quebrou a barreira do e-mail, então liguei e ele explicou que os serviços dele eram ajudar casais que queriam viver novas experiências. Disse que a ideia era passar um tempo agradável e que sempre precisava da aprovação dos três pra tudo, sempre usando proteção e sem drogas.
Eu: Que moço educado, e como você fez pra convencer sua esposa a topar?
Bruno: Bom, acho que foi aí que tudo começou a dar errado.
Eu: Por que você diz isso?
Bruno: Porque eu não tinha certeza se conseguiria convencê-la a ficar com outra pessoa, então comecei a bolar um plano pra tornar isso realidade.
Eu: E qual era o seu plano?
Bruno: Na verdade, eu tinha decidido que a melhor opção era ele chegar de surpresa na nossa casa e as coisas irem rolando. O problema é que tinha que ser no momento exato, porque normalmente a Romina ficava muito mais tesuda uns dois dias depois que a menstruação dela tinha passado. Sempre tínhamos uns dias no mês em que ela só... queria fazer amor o tempo todo, geralmente naqueles dias a gente transava duas ou três vezes, sempre tínhamos o melhor sexo nesses dias e ela sempre cedia aos meus desejos durante esses momentos.
Eu: Como assim, cedia aos seus desejos?
Bruno: Por exemplo, sexo anal, não era comum ela aceitar que a gente fizesse por trás, mas muitas vezes naqueles dias ela ficava tão excitada que a gente fazia por trás e ela curtia, mas era do único jeito.
Eu: Vamos ao momento crucial, como você chegou lá?
Bruno: Na verdade, uns dias antes eu tinha perguntado pra Romi quando a visita dela ia embora e ela disse que na quarta já devia ter ido, então pelos meus cálculos o sábado seria o dia ideal. Aí liguei pro cara, que por sinal se chamava Mike, e perguntei se ele estaria livre naquele dia e, claro, quanto ia me custar.
Eu: Me deixa te perguntar uma coisa, quanto custou?
Bruno: Me deixa te contar que o rolé custou 500 dólares pra passar o tempo.
Bruno: O fato é que combinamos que ele estaria na minha casa a partir das 7:30 da noite, o que pra mim foi perfeito. Eu continuei com meu plano e nos dias seguintes só fiz foi esquentar minha esposa, mas não dava nada pra ela.
Eu: Como você esquentava ela?
Bruno: Passei os dias dando beijos no pescoço dela, acariciando, brincando com ela, não sei se você conhece o clima de Miami no verão, é bem pegajoso, então ela costumava ficar em casa de vestido e sem sutiã, e eu aproveitava pra beijar os peitos dela sempre que podia, mas quando ela já tava quase lá, eu inventava alguma desculpa e não terminava o que tinha começado.

Bruno: O fato é que no sábado tudo foi muito tranquilo, fiz café da manhã e no almoço fiz uma churrasqueira estilo americano e passamos o dia todo bebendo cerveja Corona, enquanto eu continuava com meu plano. Romina me procurava cada vez mais e até me encurralou na cozinha com uns beijos muito apaixonados, aos quais eu respondi apoiando ela na barreira da cozinha e afastei as calcinhas dela e, pelo lado, passei minha língua. Aí percebi que ela estava muito molhada.
Bruno: Tê-la tão excitada me deixou a mil também, principalmente porque uma das coisas que mais gosto nela é exatamente a buceta dela. É pequena, mas carnuda, com uns lábios pequenos que, quando estão bem úmidos, deixam ver uns fiozinhos que saem do ser dela. E quando abro, tem um clitóris pequeno e rosado, sempre pronto pra receber prazer.
Eu: Você fez ela gozar fazendo sexo oral?
Bruno: Claro que não. Parei no momento exato e fui pra sala continuar tomando minha cerveja e vendo o filme que estávamos assistindo.
Eu: Então como foi o resto da tarde?
Bruno: Depois ficamos vendo TV, e ela se deitou no sofá onde estávamos e apoiou a cabeça nas minhas pernas. Claramente estava me provocando, porque começou a acariciar minhas pernas até chegar no meu garoto, que, como você pode imaginar, já não aguentava mais. Aí, num momento, eu tirei ele pra fora pra ela brincar com ele.
Bruno: Agora que me lembro, Romina sempre foi boa no sexo oral, mas naquela tarde, naquele sofá, ela estava me fazendo um dos boquetes mais longos que já me fez, e tudo enquanto assistíamos TV. Simplesmente não queria tirar ele da boca, enquanto beijava a glande e passava a língua pelo tronco, e com uma mão acariciava minhas bolas. Eu estava muito molhado!
Eu: Quanto tempo ela te fez sexo oral?
Bruno: Não sei ao certo, mas pelo menos uns 30 ou 40 minutos, porque, como te falei, não era daquelas vezes que fazem oral pra te fazer gozar. A gente estava vendo TV, ela só queria ter ele na boca.
Eu: Ela te fez gozar assim?
Bruno: Não. Exatamente quando eu já estava acariciando ela e a gente ia passar pro próximo nível, tocaram a campainha, e eu sabia que era nosso convidado.
Eu: E como você se sentiu naquele momento? Qual era sua sensação?
Bruno: Eu senti o coração... Eu ia explodir, o caminho do sofá até a porta pareceu uma eternidade, em um momento pensei em não abrir.
Eu: Mas você abriu?
Bruno: Sim, infelizmente abri.
Eu: Me conta o que aconteceu depois.
Bruno: Abri a porta e cumprimentei o Mike, e aí percebi que o cara era enorme, um moreno de uns 1,86m de altura, troncudo pra caralho, meio intimidador, mas ao mesmo tempo tão educado que fazia a gente baixar a guarda um pouco. Ele tava com uma camisa preta justa no corpo, uma calça jeans azul e um tênis branco.
Bruno: Ele entrou em casa e quando chegamos na sala, a Romina já tava de pé lá. Eu me aproximei e apresentei os dois, falei que era o Mike e que ele tinha vindo buscar uma coisa que eu precisava entregar. Quando ela se aproximou pra cumprimentar ele, percebi que ela mal chegava no ombro dele.
Eu: E como você lidou com a ansiedade naquele momento?
Bruno: Primeiro ofereci algo pra beber, ele pediu um pouco d'água, então fui na cozinha, peguei e aproveitei pra pedir pra Romi me acompanhar até o quarto pra pegar uma coisa. Eu sabia que se quisesse que algo rolasse, tinha que agir rápido. Quando chegamos no quarto, abracei ela por trás, comecei a beijar o pescoço dela e acariciar os peitos, ela respondeu com um sorriso e falou: "O que você tá fazendo, a gente tem visita."
Bruno: Não liguei, deitei ela na cama, levantei um pouco o vestido dela e passei a língua por cima da calcinha, que já tava encharcada com o cheiro da excitação dela.
Bruno: Ela tentou se levantar, pedindo pra gente voltar, então resolvi confessar que o cara lá embaixo tinha vindo pra realizar nossa fantasia, que eu queria que ela ficasse com ele.
Eu: E ela aceitou?
Bruno: Não, de jeito nenhum. Levei quase 40 minutos, entre beijos, súplicas, umas esquentadas rápidas, até ela aceitar. Enquanto isso, o Mike esperava lá embaixo e eu tive que ir explicar que a gente tava se preparando, que ele ficasse à vontade pra pegar o que quisesse. o que deseasse da cozinha e da adega de bebidas, ao que aceito e aguardo gentilmente.
Eu: E depois que sua esposa aceitou, o que aconteceu?
Bruno: Então, enquanto a Romina tomava um banho, eu convidei ele pro nosso quarto e quando a Romina saiu, ele pediu pra tomar um banho também pra ficar em melhores condições, eu não vi problema nisso, então a Romina e eu continuamos na cama nos beijando e conversando, ela tinha saído do banho com uma camisola pra dormir muito sensual, cor creme.
Eu: Você lembra como era a atitude da Romina naquele momento?
Bruno: Ela tava nervosa, me perguntava direto se eu tinha certeza de que era aquilo que eu queria, me perguntava se eu amava ela. E eu sempre respondia que sim pras duas coisas.
Eu: Você acha que ela também queria?
Bruno: Na hora, eu pensei que como uma das fantasias dela era ficar com um moreno tipo o garoto dos filmes de Velozes e Furiosos, com o que a gente tinha fantasiado um monte de vezes e que nas últimas vezes nossa fantasia mais recorrente era ela ficar com outro homem, eu imaginava que ela também queria realizar essa fantasia, mas com o tempo percebi que ela fez só porque eu pressionei muito ela pra ceder.

Bruno: Depois, enquanto a gente tava se beijando, o Mike parou bem na porta do quarto, de novo te digo que o cara era imponente, e ali parado na nossa frente, só de cueca branca de marca que ele tava usando, parecia ainda mais, eu virei a cabeça pra ver a expressão da Romina e…
Eu: O que ela tava fazendo naquele momento, o que você lembra?
Bruno: Ela segurou minha mão com força e o olhar dela era de medo, como se não tivesse certeza do que podia rolar ou como ia ser com ele.
Eu: Como foi rolando tudo depois?
Bruno: Eu achei adequado dar algo pra eles beberem e aliviar um pouco a tensão entre eles, então perguntei o que queriam tomar, a Romina me pediu pra fazer uma Margarita pra ela e enfatizou pra eu Ele queria forte, ele me indicou que ia tomar o mesmo que ela.
Eu desci pra cozinha e tomei tudo com a maior calma do mundo, devo ter demorado pelo menos uns 10 minutos antes de subir e quando cheguei pra entregar, eles estavam conversando em inglês, ela estava sentada encostada na cabeceira da cama e ele estava esticado de lado ao longo da cama, me pareceu que o clima estava bem mais calmo, então decidi ir preparar um drink pra mim e deixar eles continuarem conversando. Aí falei: "I'm going for my drink, feel free."
Voltei pra cozinha, tomei uns dois tragos, também devo ter demorado mais uns 10 minutos e quando voltei, me surpreendi que os dois tinham se coberto com os lençóis e estavam um do lado do outro, eu tinha levado uns shots de álcool pra eles e ofereci, mas foi maior ainda minha surpresa ao ver que quando ela se aproximou pra pegar o shot, percebi que a outra mão dela estava na virilha dele, então falei sorrindo que via que já estavam se conhecendo, e os dois concordaram com a cabeça e a Romina riu. Eu me sentei num sofá que temos na frente da cama e a gente conversava dali, enquanto eu podia ver como por baixo do lençol ela continuava acariciando ele, então chegou um momento em que me atrevi a levantar e tirar o lençol pra ver o que estava rolando.
Com certeza, Mike já não estava mais de cueca e a Romina estava acariciando o pau dele que já tava duro naquele momento, o que sinceramente me surpreendeu, porque sempre considerei que meu tamanho é bem respeitável, uns 20cm de comprimento por 5cm de largura, mas o desse cara era outro nível, tipo uns 25cm de comprimento e uns 6cm e meio de largura. Ao ver isso, só consegui falar pra Romina o que ela achava, e ela me respondeu no meio de um sorriso nervoso enquanto olhava pra ele, que achava muito grande.
Eu: Você pode descrever a conversa que estavam tendo?
Bruno: E aí, o que você acha?
Romina: Jeje uff, é bem grande!
Bruno: . Gostou do que vê?
Romina: Sim, é bonito, nunca pensei em ver um assim.

- A conversa com Mike sempre rola em inglês, mas traduzo pra facilitar.
Bruno: Mike, e você, o que acha da minha esposa?
Mike: Ela é maravilhosa, chefe, você é um cara de sorte.
Bruno: Quer ver ela pelada?
Mike: O que você mandar, chefe, você é quem dá as ordens hehe, mas claro, eu adoraria.
Bruno: Romi, quer que eu tire sua camisola?
Romina: Não, mas tudo bem, você pode tirar, Mike hehe
Naquele momento, Mike levantou a camisola por cima da cabeça dela e tirou, deixando Romina só de calcinha e sutiã, enquanto Mike começou a beijar o pescoço dela e acariciar a barriga, com a cabeça se aproximando cada vez mais dos peitos dela, que naquela hora estavam durinhos, esperando atenção.
Romina estava de olhos fechados, deitada na cama, se entregando pro Mike, enquanto ele continuava percorrendo o corpo dela e descendo cada vez mais, até chegar na virilha dela, momento em que virou o olhar e disse:
Mike: Chefe, posso?
Bruno: Pergunta pra ela, respondi. O que você diz, Romina?
Romina: Já foi... sim, se é o que você quer, amor, pode fazer
Bruno: Já ouviu, Mike, tira
Quando Mike tirou a calcinha de Romina, um fio de umidade ficou pendurado no tanguinha dela, enquanto tiravam, o que me mostrava que a situação não era estranha pra ela e que naquela hora ela já tava excitada também.
Parecia que eu tava vendo um sonho, ver ela assim, com a pele de porcelana, totalmente entregue recebendo prazer.
Enquanto Mike começava a fazer sexo oral nela, Romina soltou uns gemidinhos baixos, que pareciam mais de alívio, como quando a gente precisa se soltar, enquanto isso eu me aproximei pra beijar os seios dela, os seios e a boca, cheguei perto do ouvido dela e sussurrei: Tá gostando, meu amor? E ela respondeu com a cabeça, fazendo um sinal de aprovação.
Não muito tempo depois, entreguei uma camisinha pro Mike pra ele partir pra penetração. o qual ele recebeu de bom grado, dava pra ver que ele tava gostando do que via na Romina.
Bruno:. Tá gostando do que vê, Mike, tá gostando da minha esposa?
Mike:. Ela é muito gostosa, chefe!
Bruno:. O que você gosta nela?
Mike:. Você tem uma buceta muito linda, Romina, gosto do sabor e ela tá bem molhada, quero te comer!
Romina: Mike, que delícia, gosto do jeito que você faz.
Bruno:. Depois que Mike colocou a camisinha, a verdade é que eu fiquei um pouco nervoso, não que eu tivesse me arrependendo, mas tava pensando se não tinha me enganado.
Bruno:. Quando Mike começou a penetrar a Romina, foi como se o mundo desabasse, senti uma dor no peito que nem consigo descrever.

Eu: Que imagem você lembra desse momento?
Bruno:. Mike tava por cima dela e a Romina tinha os pés levantados, formando um “L”, lembro dos dedos dela pintados de vermelho, se mexendo pra trás e pra frente, enquanto Mike ia penetrando devagar. Quando levantei o olhar, vi que ela tava realmente curtindo, então naquela hora tive um ataque de ciúme e pedi pra eles pararem.

Mike:. Aconteceu alguma coisa, chefe?
Bruno:. Acho que não foi uma boa ideia, Romi.
Romina: Não era isso que você queria? Não para, Mike!
Bruno:. Naquele instante entendi que era o jeito dela de se vingar de mim pelo que eu fiz.

Eu: O que você decidiu fazer naquele momento?
Bruno:. Eu saí do quarto e daí começou uma das brigas que sempre tenho com a Romina, que trancou a porta pra eu não poder entrar de novo. Ela sempre discute que fui eu mesmo que saí, mas tenho certeza que foi assim.
Eu: Pra onde você foi?
Bruno:. Pra cozinha, pegar um pouco de água e clarear a mente, mas quando voltei, só ouvia os sons do outro lado do quarto.
Eu: O que você ouvia?
Bruno:. No começo, só a cama se mexendo e uns gemidinhos da Romina, mas depois de alguns minutos, ela começou a gemer cada vez mais alto, então meu desespero foi aumentando. Aí decidi dar a volta em direção ao jardim, onde com certeza eu poderia ver pela janela do quarto.
Eu: E foi assim?
Bruno: Infelizmente sim, consegui ver com toda clareza o que o Mike estava fazendo com a minha esposa.
Eu: Me conta o que você viu
Bruno: O Mike tinha ela de quatro bem na beirada da cama, dava pra ver como ela levantava a bunda pra receber ele, e de onde eu estava dava pra ver como ele entrava e saía dela com força pra caralho, algo que comigo ela parecia não curtir, mas ali ela só segurava os lençóis, gemendo enquanto o Mike metia cada vez mais forte.
Bruno: A verdade é que foi um momento muito pesado pra mim, não conseguia acreditar que aquele cara tava comendo minha esposa e ela parecia louca de prazer
Eu: Você só ficou parado lá olhando ou o que fez depois?
Bruno: Como não aguentei a imagem que tava na minha frente, fui pra cozinha preparar uma bebida e fiquei lá uns 5 minutos antes de voltar pro quarto pra ver o que eles estavam fazendo.
Eu: E com o que você se deparou? Pode ser o mais específico possível?
Bruno: Dava pra ouvir ela enquanto eu me aproximava do quarto, sentia os gemidos dela “Ahh, Ahh, assim, assim, assim. Ahh, Ahh, Meu Deus que gostoso! Ahh, Ahh”. E quanto mais perto eu chegava, mais os gemidos dela ecoavam na minha cabeça, quando finalmente cheguei na porta, tentei ver o que rolava por uma das frestas e percebi que agora ela tava montando nele, me sentei na beira da porta com uma sensação de tesão e raiva como nunca tinha sentido na vida.
Eu: O que você fez?
Bruno: Fiquei deitado encostado na porta, não aguentava mais, não conseguia pensar, só queria me masturbar, então tirei meu pau, que nessa hora já tava bem molhado, e fiz isso, acho que não durei nem um minuto, gozei na hora que me toquei, deixando todo meu esperma na entrada do quarto.
Bruno: Assim que terminei, minha mente clareou um pouco e quis ir pra janela continuar olhando, só ouvir ela já não bastava, então virei Eu me posicionei perto da janela. Posso te dizer que nessa altura minha percepção já tinha mudado e eu tava curtindo o que via.
Eu: O que você via?
Bruno: A Romina tava no controle total da situação, montada em cima do Mike com as mãos no peito dele, enquanto ele com uma mão acariciava os peitos dela e com a outra apertava forte a bunda dela. Nunca tinha visto ela assim, tava suando, dava pra ver que tava se esforçando pra satisfazer o Mike, podia ver a testa dela cheia de suor, enquanto não parava o ritmo.

Eu: Quanto tempo sua esposa ficou nessa posição?
Bruno: Desde que eu tava olhando, não muito. Daí o Mike levantou ela como se fosse uma boneca que não pesa nada, ficou de pé e meteu nela assim, enquanto as pernas da Romina balançavam penduradas nos braços dele.
Bruno: Eu simplesmente não conseguia acreditar no que tava vendo, a Romina tava levando umas metidas brutais enquanto quicava na pélvis do Mike, lembro de ver o pau do Mike entrando e saindo da minha esposa, enquanto ela tinha uma cara como se estivesse num transe e só soltava suspiros profundos cada vez que o pau do Mike entrava completamente nela, seguido pelo som do impacto, algo tipo “Ahhh-Tas, Ahh-Tas, Ahh-Tas”.
Bruno: Daí aconteceu uma coisa que até hoje me dói, porque sei que vai ser muito difícil ela repetir isso comigo!
Eu: E o que foi?
Bruno: O Mike começou a acelerar o ritmo nessa posição, claramente o pau dele tava preenchendo ela toda, tava metendo até o fundo, chegou num ponto que a Romina abraçou ele forte, o torso dela tava totalmente rígido, enquanto os movimentos do Mike ficavam cada vez mais longos. A Romina começou a tremer e enquanto tremia soltou um longo “Ahhhhhhhhhhh, Ayyyyy, Ayyyyy, Ouhh, ufff, ufff ufff” e de repente foi como se ela quisesse subir nos ombros do Mike, tentava levantar os quadris como se quisesse tirar ele de dentro dela, mas ele não deixava e continuava. entrando e saindo da buceta da minha esposa. Foi aí que eu vi como saía líquido pra caralho da buceta da Romina. Ela tava tendo o primeiro squirt dela com um completo estranho.
Eu: uau, isso deve ter sido bem impactante, e como você reagiu àquela cena?
Bruno:. Depois, Romina ficou deitada na cama, toda exausta, então eu dei a volta no quarto de novo e bati na porta pra me deixarem entrar.
Bruno:. O Mike abriu a porta, me surpreendeu ver que ele ainda tava de pau duro, eu passei reto e fui admirar a Romina, que tava na cama encharcada de suor e ainda respirando pesado pela agitação. Deitei do lado dela e comecei a beijá-la com muito carinho, como quem tá acordando devagar, ela respondeu o beijo como se nada tivesse acontecido.
Bruno:. De repente, me senti interrompido pelo Mike, que tava inclinado na beira da cama, e pedindo minha aprovação, ele disse – May I – “Posso?”
Bruno:. A Romina levantou um pouco a cabeça, como pra entender a situação, me agarrou pela cabeça, me olhou fixo e falou – Por favor! É uma delícia! –
Bruno:. Eu só consegui concordar com a cabeça, enquanto o Mike começava a fazer sexo oral na minha esposa.
Eu: O que você pensou naquele momento?
Bruno:. Sei lá, só me deixei levar pela situação, então só pedi pra ele não fechar mais a porta, enquanto ia preparar uns drinques pra continuar a noite com nosso amigo.
Eu: E quando você voltou da cozinha, com o que se deparou?
Bruno: O Mike tava por cima da Romina, eles tinham começado de novo, era o segundo round, não dava pra acreditar, a Romina tava insaciável.
Eu: Terminamos por hoje, a gente continua o resto da entrevista na próxima vez.

7 comentários - Entrevista a un cuckold arrepentido

Creo que estuvo bien para su mujer, aunque creo que el se sintió muy arrepentido en ese momento y no pudo disfrutar del sexo como lo tuvo que disfrutar, lógico el temor. Pero se perdió el goce de su mujer y pudo haber participado tranquilamente. Espero que no me pase eso, tengo muchas ganas de hacer un trío con mi mujer
Estoy en la misma!
Muuy bien contado, excelente la redacción y ni hablar siendo traducida. Espero la continuidad. Slds, van 10 p.
excelente!!! muy buena redacción, cuando se viene la segunda parte?