Quero continuar compartilhando o que rolou comigo há um tempo atrás com a Constanza, minha prima.
Eu já era casado na época, mas ela ainda tava com uma vontade danada desse peito aqui, então às vezes a gente fazia umas ligações meio quentes pra época, onde combinava de se ver de novo e dar vazão aos desejos reprimidos que ainda tínhamos.
Chegou o dia que finalmente a gente se encontrou num bar perto do depósito onde eu tinha uma pequena empresa na época. A gente tomou umas cervejas (várias, pra ser sincero), então começamos a nos soltar e fomos dançar na pista, onde começamos a nos beijar, metendo a língua na boca um do outro. Comecei a apertar aquela bunda, e depois meti a mão dentro da calça dela, apalpando a buceta dela. Fiz isso e notei o quanto ela tava molhada. Pedi pra gente ir pra outro lugar, mas ela disse que não podia demorar muito e que na verdade não queria ir pra um motel da região. Então pedi pra ela me acompanhar até o depósito pra fechar a empresa e armar o alarme, já que o turno dos funcionários tinha acabado.
Ela topou, com a condição de que eu levasse ela em casa assim que terminasse, e eu falei que com todo gosto levaria ela.
Entramos no depósito, onde não tinha mais nenhum funcionário. Pedi pra ela me acompanhar até o escritório pra pegar um dinheiro e uns papéis que eu precisava levar pra casa pra fazer um trabalho — o que, claro, era mentira — e ela topou na hora pra não demorar mais. Já no escritório, peguei ela pelos braços e comecei a beijar ela. Beijava o pescoço dela, as orelhas, que eu sabia que deixavam ela muito excitada. Comecei a abrir a blusa dela até poder chupar aqueles peitões enormes. Ela começou a gemer, então soube que podia continuar. Continuei beijando ela e encostando ela num sofá que tinha no escritório, onde me sentei, ficando de frente pra ela, pros peitos dela, que continuei beijando. Comecei a desabotoar a calça dela, que num momento ela tentou impedir, mas A excitação tomou conta dela, desabotoei ele e comecei a descer, fazendo o mesmo com a calcinha dela, deixando a barriga dela na altura do meu rosto, que continuei beijando e descendo até chegar na buceta dela. Comecei a beijar ela dos lados, ela segurou minha cabeça e me guiou até o clitóris dela, que comecei a lamber devagar e acelerando cada vez mais até arrancar um grito que, se os trabalhadores estivessem por perto, iam achar que eu tava matando ela. Ela teve o orgasmo mais molhado que já vi, e por isso me pediu pra deixar ela agora, que era a vez dela. Levantei, baixei minha calça e cueca juntas, deixando meu pau totalmente duro e na altura da buceta dela, mas ela se agachou e começou a fazer um boquete que eu realmente não esperava. Ficamos assim um tempo até que eu falei que queria estar dentro dela. Ela parou, tirou o resto da roupa e eu fiz o mesmo. Me acomodei no sofá e mandei ela subir em mim, e descer se agachando até meu pau entrar totalmente na buceta dela, começando a subir e descer segurando no encosto do sofá, acelerando de novo até que senti que ela tinha outro orgasmo. Ela falava coisas tipo "ai meu deus" ou "que gostoso", nunca tinha falado nada, mas eu tava animado com essa nova fase. Não sei se era por causa das cervejas, mas eu ainda não tinha gozado. Pedi pra ela virar e ficar de quatro, deixando aquela bunda linda na minha vista. Comecei a dar beijos e ela não me deixou continuar na raba dela, mas falou que queria que eu metesse assim mesmo, o que fiz, e comecei a bombar cada vez mais rápido até sentir que ia gozar. Avisei ela e ela disse pra gozar dentro, que queria me sentir, que não me preocupasse porque tava se cuidando. Então continuei até gozar dentro da minha prima. Deitei um pouco em cima dela, mas ela falou pra deixar ela se limpar que já era tarde e a gente tinha pouco tempo pra chegar na casa dela, que felizmente era relativamente perto de onde estávamos. Fomos pro banheiro, nos limpamos com uma toalha úmida, nos vestimos e saímos rumo à casa dela. Na casa dela, quando chegamos bem perto, ela me pediu pra deixar ela ali. A gente se beijou e se despediu, ficamos de nos ver de novo...
Eu já era casado na época, mas ela ainda tava com uma vontade danada desse peito aqui, então às vezes a gente fazia umas ligações meio quentes pra época, onde combinava de se ver de novo e dar vazão aos desejos reprimidos que ainda tínhamos.
Chegou o dia que finalmente a gente se encontrou num bar perto do depósito onde eu tinha uma pequena empresa na época. A gente tomou umas cervejas (várias, pra ser sincero), então começamos a nos soltar e fomos dançar na pista, onde começamos a nos beijar, metendo a língua na boca um do outro. Comecei a apertar aquela bunda, e depois meti a mão dentro da calça dela, apalpando a buceta dela. Fiz isso e notei o quanto ela tava molhada. Pedi pra gente ir pra outro lugar, mas ela disse que não podia demorar muito e que na verdade não queria ir pra um motel da região. Então pedi pra ela me acompanhar até o depósito pra fechar a empresa e armar o alarme, já que o turno dos funcionários tinha acabado.
Ela topou, com a condição de que eu levasse ela em casa assim que terminasse, e eu falei que com todo gosto levaria ela.
Entramos no depósito, onde não tinha mais nenhum funcionário. Pedi pra ela me acompanhar até o escritório pra pegar um dinheiro e uns papéis que eu precisava levar pra casa pra fazer um trabalho — o que, claro, era mentira — e ela topou na hora pra não demorar mais. Já no escritório, peguei ela pelos braços e comecei a beijar ela. Beijava o pescoço dela, as orelhas, que eu sabia que deixavam ela muito excitada. Comecei a abrir a blusa dela até poder chupar aqueles peitões enormes. Ela começou a gemer, então soube que podia continuar. Continuei beijando ela e encostando ela num sofá que tinha no escritório, onde me sentei, ficando de frente pra ela, pros peitos dela, que continuei beijando. Comecei a desabotoar a calça dela, que num momento ela tentou impedir, mas A excitação tomou conta dela, desabotoei ele e comecei a descer, fazendo o mesmo com a calcinha dela, deixando a barriga dela na altura do meu rosto, que continuei beijando e descendo até chegar na buceta dela. Comecei a beijar ela dos lados, ela segurou minha cabeça e me guiou até o clitóris dela, que comecei a lamber devagar e acelerando cada vez mais até arrancar um grito que, se os trabalhadores estivessem por perto, iam achar que eu tava matando ela. Ela teve o orgasmo mais molhado que já vi, e por isso me pediu pra deixar ela agora, que era a vez dela. Levantei, baixei minha calça e cueca juntas, deixando meu pau totalmente duro e na altura da buceta dela, mas ela se agachou e começou a fazer um boquete que eu realmente não esperava. Ficamos assim um tempo até que eu falei que queria estar dentro dela. Ela parou, tirou o resto da roupa e eu fiz o mesmo. Me acomodei no sofá e mandei ela subir em mim, e descer se agachando até meu pau entrar totalmente na buceta dela, começando a subir e descer segurando no encosto do sofá, acelerando de novo até que senti que ela tinha outro orgasmo. Ela falava coisas tipo "ai meu deus" ou "que gostoso", nunca tinha falado nada, mas eu tava animado com essa nova fase. Não sei se era por causa das cervejas, mas eu ainda não tinha gozado. Pedi pra ela virar e ficar de quatro, deixando aquela bunda linda na minha vista. Comecei a dar beijos e ela não me deixou continuar na raba dela, mas falou que queria que eu metesse assim mesmo, o que fiz, e comecei a bombar cada vez mais rápido até sentir que ia gozar. Avisei ela e ela disse pra gozar dentro, que queria me sentir, que não me preocupasse porque tava se cuidando. Então continuei até gozar dentro da minha prima. Deitei um pouco em cima dela, mas ela falou pra deixar ela se limpar que já era tarde e a gente tinha pouco tempo pra chegar na casa dela, que felizmente era relativamente perto de onde estávamos. Fomos pro banheiro, nos limpamos com uma toalha úmida, nos vestimos e saímos rumo à casa dela. Na casa dela, quando chegamos bem perto, ela me pediu pra deixar ela ali. A gente se beijou e se despediu, ficamos de nos ver de novo...
1 comentários - Encontro com minha prima gostosa