A mãe da minha namorada 3
Quando cheguei em casa, a Lucía tava dormindo toda pelada na cama, ela não costuma dormir assim, e me chamou a atenção. Eu tava cansado, deitei do lado dela e apaguei na hora.
Quando acordei, ela não estava na cama. Fui até a cozinha, ela estava tomando mate, cara fechada.
-Que foi, gatinha...?
-Nada...
-E por que essa cara de raiva...
-Não sei o que aconteceu... mas não consegui lidar... acabei fazendo com o Marcos e na nossa cama... que vergonha...
—Senti minha ereção crescer... —não podia acreditar, morria de ciúmes, mas me irritava mais que minha sogra tivesse razão. Lúcia continuou
- Chegamos em casa... eu pensei que você já ia estar... e então... a gente se beijou um pouco... e depois, o que tinha que acontecer, aconteceu...
Eu queria mais detalhes, mas sabia que ela tava envergonhada e que nunca ia me contar os detalhes do que rolou. Daí a pouco minha sogra ligou no celular dela, e elas falaram um tempão.
Mamãe disse que fez uma aposta com você...
-Mmmm... sim...
-E...? o que apostaram...
—Tua mãe me falou que tu ia dar praquele Marcos...
Pela primeira vez ela relaxou um pouco.
Então tu sabia que isso podia acontecer... e não fez nada pra evitar...
—Não foi bom... na verdade... eu pensei... — e perdi o embalo.
-E o que você perdeu...
—Por um mês não posso transar com você...
—E eu...? Um mês é muito tempo...
-Não sei o que te dizer... não tinha pensado nisso quando sua mãe me falou...
-Talvez a mamãe achou que eu podia ver o Marcos... conhecer ele um pouco mais...
Meu pau ficou duro e ela percebeu.
- Você não comeu a mamãe ontem à noite, tá tão tarado...
—Se a gente fez...
—E aí...
—Não acho certo você ficar vendo o Marcos nem ninguém...
- E o que eu faço o mês inteiro... se você gosta de se masturbar...
Sua mãe falou pra não fazer isso com você...
O rosto dela se transformou e a voz dela ficou com um tom de raiva.
—E aí, você vai comer qualquer puta por aí porque fez uma aposta... é...!!!
-Posso me masturbar...
—Tá bom... mas vou perguntar pra mamãe como a gente resolve isso... já que foi ela quem criou...
Senti um arrepio só de pensar em incluir a minha sogra na solução.
—Não precisa, a gente dá conta disso...
—Vamos falar com ela hoje mesmo... se ela conseguiu fazer você aceitar um trampo bom... ela sabe mais do que a gente...
Fomos de tarde na casa da minha sogra, ela tava nos esperando feliz, deu um sorriso pra Lucía.
-Como está meu bombom... como tá a noite...
A noite foi boa... mas você faz apostas com minha parceira e eu tenho que aguentar as consequências...
—Se você tem que pedir permissão pra sua parceira pra fazer o que você tá a fim, é um problema seu, não meu.
-Mas ele... vai ficar se esfregando por aí...
—Ele não vai fazer nada disso... porque tá crescendo... virando homem... e quando perde, sabe perder uma aposta... —A Lucía tava de costas, minha sogra passou do meu lado e falou no meu ouvido,
-É verdade, mano...?
Igual... como ele é um garoto novo... e os hormônios tão a mil nele... ele precisa da sua ajuda... vocês podem escolher... colocar um brinquedinho de castidade daqueles modernos... que não incomodam muito... ou se não quiserem... eu, no seu lugar, faria uma punheta nele de manhã e outra à noite... se você não tiver vontade, deixa ele fazer como tarefa... na sua frente... se quiser, eu posso ajudar vocês... adoraria ver ele bater uma na minha frente de vez em quando... talvez quando ele sair do trabalho, possa vir aqui em casa...
—Você é uma gênia... — disse Luci e deu um beijo na mãe dela.
Quando a gente voltava no carro, ela tava dirigindo.
-Que gênia, mãe... qual opção você prefere...
—Não sei o que você acha... mas trecos assim, prefiro que não...
—Nem eu também... tomara que não acabem te machucando... embora em algum momento eu goste da ideia...
—Mas eu tô preocupado com o que vai ser de você...
—Olha... mamãe foi bem clara... se você fez uma aposta, não tem direito de me enfiar nas suas decisões...
-Então...
—Nada... Marcos me parece um cavalheiro... e enquanto você estiver fora de jogo... bem...
Tentei disfarçar minha ereção.
Lucía tava cozinhando e recebeu uma mensagem no celular, me pediu pra ver quem era, era uma mensagem do Marcos, me pediu pra ler.
-É assim... Noite linda... espero que se repita logo... beijos...
-Que lindo... fala pra ele que eu também...
-Como vocês também...?
-Ai, papai... não vou ficar um mês em jejum não...
Não podia acreditar, a Lucía não era assim, não a Lucía que eu conhecia. Tava furioso, não sabia com quem me irritar — a puta da minha sogra, pensei — mas ela foi me levando no jogo dela, eu só tinha decidido. Jantamos numa boa, antes de dormir a Lucía falou:
- Bom, tá na hora de você bater uma, né...?
—Me ajuda...?
—Se quiser... — me fez parar junto à mesa da cozinha, no meio da cozinha, se posicionou atrás de mim. E começou a acariciar meu pau bem devagar, bem suave. — Mas me excita muito ficar te punhetando... e depois eu não vou me masturbar... não sei se é bom ficar me esquentando à toa, né...?
—Por quê...?
—E isso vai me dar mais vontade de que alguém me ajude a baixar esse tesão... — ela dizia isso falando bem baixinho no meu ouvido, me fazia lembrar da minha sogra, sentia que não conseguia parar.
—Sim...? E você vai procurar alguém pra te ajudar...
-Bom... já tenho alguém muuuuuito perto, não é...?
Ela parou de me punhetar, meu pau pulava no ar o tempo todo.
—E você vai comer o Marcos de novo...?
- Cê acha...? Quer...?
—Não, quem quer te comer sou eu... —meu pau continuava pulando no ar.
—Mas tu tá em abstinência... por escolha tua...
—Mas sua mãe não precisa ficar sabendo...
—Não acho certo você sugerir enganar ela... depois de tudo que fez por nós... te arrumou um trampo... você comeu ela...
Fiquei em silêncio, me sentindo preso entre duas forças: uma suprema, a mãe; a outra em crescimento, em pleno desenvolvimento e sob a orientação de uma mãe perversa.
- Você tem que gozar... -disse ele pegando na minha pica de novo- senão vai ficar todo excitado e vai acabar comendo qualquer puta por aí...
Você sabe que não..." — ela começou a me bater uma sem parar.
-Esvazia essas bolas... como a mamãe disse...!!!
Gozei pra caralho de novo, Lucía, depois limpo a porra toda.
Na segunda-feira seguinte, comecei meu novo trabalho. À tarde, a Lucía tinha combinado com a mãe dela que eu fosse até a casa dela me masturbar. Eu me sentia excitado e envergonhado. Quando cheguei na casa dela, ela abriu a porta e me fez entrar.
Tira essa roupa, já volto..." — e saiu pro quarto.
Quando ela voltou, eu estava parado no meio da sala, com o pau bem duro apontando pro teto. Ela saiu vestida só com uma calcinha super sensual. Minha sogra deu uma volta ao redor de mim, me avaliando.
—Lembra quando eu tava pelada na primeira vez e você me avaliou como um pedaço de carne... é... cachorro? —senti de novo aquele tom de desprezo e humilhação. —dando uma volta ao meu redor... começa a bater punheta... devagar... bem devagar... não goza até eu autorizar... —sentou numa poltrona na minha frente, tinha uma taça preparada do lado da poltrona.
-Que vista gostosa... é, punheteiro... cachorro punheteiro...
-Pedi ao Marcos se ele podia levar a Lucía na quarta-feira até a plata... que ela precisa resolver uns tramites...
—Que filha da puta... —Parei de me tocar porque estava muito perto de gozar.
—Não vai dar em nada... só mais um pouco de sexo... se conhecer um pouco melhor...
-Que maldita...
—Quem é o cachorro... é... não era você o machão dominante... bate uma até gozar... do mesmo jeito, o Marcos não vai ser o único, é o primeiro que escolhi... mas cada um vai ser um pouco melhor... financeiramente e como amante...
Meu pau cuspiu jatos de porra e eu não consegui evitar gemer.
—Você gosta de sofrer, cachorro... que bom... limpa tudo antes de ir embora... — disse e foi pro quarto.
Na quarta, a Lucía foi com o Marcos, voltou lá pela meia-noite, tava meio bebida, então eu esperava conseguir arrancar dela o que tinha rolado.
-Que tal, amor...?
-Bárbaro... os homens são tão criativos...
—Porque... —falei, colocando um tom simpático, como se a surpresa me agradasse.
- Me jogou na cama só de fio dental... a bunda pequena pra cima, ela ficava brincando de se enfiar entre minhas nádegas como se tivesse me chupando... me balançava pra fazer minha bunda mexer... óbvio que a gente tava se esquentando... depois ela tirou meu fio dental e começou a acariciar meus glúteos, e ficou mexendo neles de novo, dando uns tapinhas de leve... -fez uma pausa.- Não, se eu te contar, você vai bater uma... e não vai parar. Quando você gozar, a história acaba...
Me despi e comecei a bater uma, tentava fazer devagar porque tava muito tesuda, mesmo assim não gostava nada de ficar excitada com a Lucía me contando como tinha transado com outro.
—Levantei bem a raba quando tirei a fio dental... senti a excitação dele... depois comecei a rebolar sozinha... ele ficou encantado... a gente riu junto... aí ele gozou em cima de mim, me virou e já meteu... com as mãos eu acariciava as costas dele enquanto a gente se beijava de língua...
-aaaaaaa... tô gozando... ahhh... filha da puta...
—Mas... não consegui te contar nada... bom, fica pra próxima... — disse e me deu um beijo suave nos lábios. — Limpa a sua gozada aí... — e senti meu pau ficar duro de novo.
Quando cheguei em casa, a Lucía tava dormindo toda pelada na cama, ela não costuma dormir assim, e me chamou a atenção. Eu tava cansado, deitei do lado dela e apaguei na hora.
Quando acordei, ela não estava na cama. Fui até a cozinha, ela estava tomando mate, cara fechada.
-Que foi, gatinha...?
-Nada...
-E por que essa cara de raiva...
-Não sei o que aconteceu... mas não consegui lidar... acabei fazendo com o Marcos e na nossa cama... que vergonha...
—Senti minha ereção crescer... —não podia acreditar, morria de ciúmes, mas me irritava mais que minha sogra tivesse razão. Lúcia continuou
- Chegamos em casa... eu pensei que você já ia estar... e então... a gente se beijou um pouco... e depois, o que tinha que acontecer, aconteceu...
Eu queria mais detalhes, mas sabia que ela tava envergonhada e que nunca ia me contar os detalhes do que rolou. Daí a pouco minha sogra ligou no celular dela, e elas falaram um tempão.
Mamãe disse que fez uma aposta com você...
-Mmmm... sim...
-E...? o que apostaram...
—Tua mãe me falou que tu ia dar praquele Marcos...
Pela primeira vez ela relaxou um pouco.
Então tu sabia que isso podia acontecer... e não fez nada pra evitar...
—Não foi bom... na verdade... eu pensei... — e perdi o embalo.
-E o que você perdeu...
—Por um mês não posso transar com você...
—E eu...? Um mês é muito tempo...
-Não sei o que te dizer... não tinha pensado nisso quando sua mãe me falou...
-Talvez a mamãe achou que eu podia ver o Marcos... conhecer ele um pouco mais...
Meu pau ficou duro e ela percebeu.
- Você não comeu a mamãe ontem à noite, tá tão tarado...
—Se a gente fez...
—E aí...
—Não acho certo você ficar vendo o Marcos nem ninguém...
- E o que eu faço o mês inteiro... se você gosta de se masturbar...
Sua mãe falou pra não fazer isso com você...
O rosto dela se transformou e a voz dela ficou com um tom de raiva.
—E aí, você vai comer qualquer puta por aí porque fez uma aposta... é...!!!
-Posso me masturbar...
—Tá bom... mas vou perguntar pra mamãe como a gente resolve isso... já que foi ela quem criou...
Senti um arrepio só de pensar em incluir a minha sogra na solução.
—Não precisa, a gente dá conta disso...
—Vamos falar com ela hoje mesmo... se ela conseguiu fazer você aceitar um trampo bom... ela sabe mais do que a gente...
Fomos de tarde na casa da minha sogra, ela tava nos esperando feliz, deu um sorriso pra Lucía.
-Como está meu bombom... como tá a noite...
A noite foi boa... mas você faz apostas com minha parceira e eu tenho que aguentar as consequências...
—Se você tem que pedir permissão pra sua parceira pra fazer o que você tá a fim, é um problema seu, não meu.
-Mas ele... vai ficar se esfregando por aí...
—Ele não vai fazer nada disso... porque tá crescendo... virando homem... e quando perde, sabe perder uma aposta... —A Lucía tava de costas, minha sogra passou do meu lado e falou no meu ouvido,
-É verdade, mano...?
Igual... como ele é um garoto novo... e os hormônios tão a mil nele... ele precisa da sua ajuda... vocês podem escolher... colocar um brinquedinho de castidade daqueles modernos... que não incomodam muito... ou se não quiserem... eu, no seu lugar, faria uma punheta nele de manhã e outra à noite... se você não tiver vontade, deixa ele fazer como tarefa... na sua frente... se quiser, eu posso ajudar vocês... adoraria ver ele bater uma na minha frente de vez em quando... talvez quando ele sair do trabalho, possa vir aqui em casa...
—Você é uma gênia... — disse Luci e deu um beijo na mãe dela.
Quando a gente voltava no carro, ela tava dirigindo.
-Que gênia, mãe... qual opção você prefere...
—Não sei o que você acha... mas trecos assim, prefiro que não...
—Nem eu também... tomara que não acabem te machucando... embora em algum momento eu goste da ideia...
—Mas eu tô preocupado com o que vai ser de você...
—Olha... mamãe foi bem clara... se você fez uma aposta, não tem direito de me enfiar nas suas decisões...
-Então...
—Nada... Marcos me parece um cavalheiro... e enquanto você estiver fora de jogo... bem...
Tentei disfarçar minha ereção.
Lucía tava cozinhando e recebeu uma mensagem no celular, me pediu pra ver quem era, era uma mensagem do Marcos, me pediu pra ler.
-É assim... Noite linda... espero que se repita logo... beijos...
-Que lindo... fala pra ele que eu também...
-Como vocês também...?
-Ai, papai... não vou ficar um mês em jejum não...
Não podia acreditar, a Lucía não era assim, não a Lucía que eu conhecia. Tava furioso, não sabia com quem me irritar — a puta da minha sogra, pensei — mas ela foi me levando no jogo dela, eu só tinha decidido. Jantamos numa boa, antes de dormir a Lucía falou:
- Bom, tá na hora de você bater uma, né...?
—Me ajuda...?
—Se quiser... — me fez parar junto à mesa da cozinha, no meio da cozinha, se posicionou atrás de mim. E começou a acariciar meu pau bem devagar, bem suave. — Mas me excita muito ficar te punhetando... e depois eu não vou me masturbar... não sei se é bom ficar me esquentando à toa, né...?
—Por quê...?
—E isso vai me dar mais vontade de que alguém me ajude a baixar esse tesão... — ela dizia isso falando bem baixinho no meu ouvido, me fazia lembrar da minha sogra, sentia que não conseguia parar.
—Sim...? E você vai procurar alguém pra te ajudar...
-Bom... já tenho alguém muuuuuito perto, não é...?
Ela parou de me punhetar, meu pau pulava no ar o tempo todo.
—E você vai comer o Marcos de novo...?
- Cê acha...? Quer...?
—Não, quem quer te comer sou eu... —meu pau continuava pulando no ar.
—Mas tu tá em abstinência... por escolha tua...
—Mas sua mãe não precisa ficar sabendo...
—Não acho certo você sugerir enganar ela... depois de tudo que fez por nós... te arrumou um trampo... você comeu ela...
Fiquei em silêncio, me sentindo preso entre duas forças: uma suprema, a mãe; a outra em crescimento, em pleno desenvolvimento e sob a orientação de uma mãe perversa.
- Você tem que gozar... -disse ele pegando na minha pica de novo- senão vai ficar todo excitado e vai acabar comendo qualquer puta por aí...
Você sabe que não..." — ela começou a me bater uma sem parar.
-Esvazia essas bolas... como a mamãe disse...!!!
Gozei pra caralho de novo, Lucía, depois limpo a porra toda.
Na segunda-feira seguinte, comecei meu novo trabalho. À tarde, a Lucía tinha combinado com a mãe dela que eu fosse até a casa dela me masturbar. Eu me sentia excitado e envergonhado. Quando cheguei na casa dela, ela abriu a porta e me fez entrar.
Tira essa roupa, já volto..." — e saiu pro quarto.
Quando ela voltou, eu estava parado no meio da sala, com o pau bem duro apontando pro teto. Ela saiu vestida só com uma calcinha super sensual. Minha sogra deu uma volta ao redor de mim, me avaliando.
—Lembra quando eu tava pelada na primeira vez e você me avaliou como um pedaço de carne... é... cachorro? —senti de novo aquele tom de desprezo e humilhação. —dando uma volta ao meu redor... começa a bater punheta... devagar... bem devagar... não goza até eu autorizar... —sentou numa poltrona na minha frente, tinha uma taça preparada do lado da poltrona.
-Que vista gostosa... é, punheteiro... cachorro punheteiro...
-Pedi ao Marcos se ele podia levar a Lucía na quarta-feira até a plata... que ela precisa resolver uns tramites...
—Que filha da puta... —Parei de me tocar porque estava muito perto de gozar.
—Não vai dar em nada... só mais um pouco de sexo... se conhecer um pouco melhor...
-Que maldita...
—Quem é o cachorro... é... não era você o machão dominante... bate uma até gozar... do mesmo jeito, o Marcos não vai ser o único, é o primeiro que escolhi... mas cada um vai ser um pouco melhor... financeiramente e como amante...
Meu pau cuspiu jatos de porra e eu não consegui evitar gemer.
—Você gosta de sofrer, cachorro... que bom... limpa tudo antes de ir embora... — disse e foi pro quarto.
Na quarta, a Lucía foi com o Marcos, voltou lá pela meia-noite, tava meio bebida, então eu esperava conseguir arrancar dela o que tinha rolado.
-Que tal, amor...?
-Bárbaro... os homens são tão criativos...
—Porque... —falei, colocando um tom simpático, como se a surpresa me agradasse.
- Me jogou na cama só de fio dental... a bunda pequena pra cima, ela ficava brincando de se enfiar entre minhas nádegas como se tivesse me chupando... me balançava pra fazer minha bunda mexer... óbvio que a gente tava se esquentando... depois ela tirou meu fio dental e começou a acariciar meus glúteos, e ficou mexendo neles de novo, dando uns tapinhas de leve... -fez uma pausa.- Não, se eu te contar, você vai bater uma... e não vai parar. Quando você gozar, a história acaba...
Me despi e comecei a bater uma, tentava fazer devagar porque tava muito tesuda, mesmo assim não gostava nada de ficar excitada com a Lucía me contando como tinha transado com outro.
—Levantei bem a raba quando tirei a fio dental... senti a excitação dele... depois comecei a rebolar sozinha... ele ficou encantado... a gente riu junto... aí ele gozou em cima de mim, me virou e já meteu... com as mãos eu acariciava as costas dele enquanto a gente se beijava de língua...
-aaaaaaa... tô gozando... ahhh... filha da puta...
—Mas... não consegui te contar nada... bom, fica pra próxima... — disse e me deu um beijo suave nos lábios. — Limpa a sua gozada aí... — e senti meu pau ficar duro de novo.
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