A mãe da minha namorada 2

A mãe da minha namorada 2


Realmente fiquei chocado, como se as cartas tivessem virado na hora de jogar, não pensei que minha sogra fosse assumir o controle da situação daquele jeito. A Lucía tava adorando a situação. Todas as tardes quando a gente chegava em casa, ela me enchia o saco.
—Você viu a mamãe hoje...?
-Não, não vi ela... você sempre me diz a mesma coisa, não vi ela de novo...
-Fica tranquilo que tu vai ver ela de novo em breve... ela pediu teu número de celular... com certeza vai te mandar um zap, disse que quer falar contigo.
-No dia seguinte, enquanto eu tava trabalhando na moto, recebi uma mensagem da minha sogra.
E aí, cachorro... te espero no café..." — e me mandava os dados do lugar — "às cinco... não atrasa...
Não sei por que, mas tava excitado, não sabia o que minha sogra queria, se ela tinha um plano ou algo. Às cinco em ponto entrei no café, ela não tava, sentei numa mesa perto da janela. Recebi uma mensagem dela.
—Chego às cinco e meia... toma alguma coisa enquanto isso...
Quando ela chegou, entrou no lugar andando feito uma rainha, os caras cumprimentavam ela com uma mistura de respeito e medo, ela exalava uma aura de autoridade forte, sentou e me encarou bem nos olhos. Ficou em silêncio até que trouxeram uma taça com uma bebida já servida, era óbvio que era cliente habitual.
-Bom, cachorro... te chamei aqui porque quero acertar uns bagulhos com você... -meu pau tava duro. - Muitas vezes antes eu tinha falado pra minha filha que queria conversar com você... ela ficava puta, me dizendo que eu não tinha que me meter nas paradas dela... como você liberou o jogo... consegui me meter...
Eu fiquei calado, percebi que ela não tava nem aí pra ouvir qualquer comentário meu.
—Bom... você já tá grandinho pra continuar andando por aí com a motinha fingindo que trabalha... tenho um monte de amigos que vão arrumar um trampo melhor pra você... mas obviamente sua conduta tem que mudar... — Senti uma raiva forte crescendo dentro de mim.
—E se eu não quiser... — falei desafiadoramente, notei um sorriso confiante no rosto dele.
Se não quiser, sem problema... também tenho um monte de amigos... que são excelentes candidatos pra Lucía... além de serem muito mais machos que você na cama... então se não te interessa o que eu posso te propor, pode vazar... você me devolveu a confiança da minha filha... isso é o que importa...
Ela pegou o celular e começou a me mostrar fotos de alguns que ela chamava de amigos, dizendo que eles eram muito disputados por várias mulheres, e que adorariam conhecer a filha dela.
-Além disso, são bem homens... muito mais que você...
Dava vontade de sair correndo daquele lugar, me sentia humilhado, ofendido, puto, todo o desaforo que sempre recebi daquela mulher, até antes de conhecê-la pessoalmente, mas ao mesmo tempo tava excitadíssimo. Ela desabotoou uns botões da blusa, deixando ver um pouco mais dos peitos lindos dela.
—Quer ir bater uma punheta pra pensar mais tranquilo?
Ei, cachorro...? — E de novo aquele cachorro estava carregado de uma mistura de ódio, desprezo, e me matava de tesão.
—Não preciso fazer nenhuma punheta...
—Tem certeza que tá durão... é, cachorro... você ia adorar estar dentro de mim de novo... e chupar meus peitos, é, cachorro... muita mulher pra você... — ela tava cada vez mais excitada, eu tava morrendo de vontade de comer ela de novo, sentia que não podia fazer nada, ainda mais naquele lugar, mas também não achava que ia conseguir lidar com a situação.
-Vai embora bater uma punheta... ou vai me ouvir assim... sem conseguir pensar direito... feito um cachorro obediente...
Bom... já que você não vai embora, vou te falar... você vai trabalhar pra uns amigos... obviamente que sua atitude tem que mudar... muito mais humilde e com vontade de mudar... tá claro... cachorro...
—Sim, senhora...
- Bom, agora vai embora que tô esperando um dos meus amantes de verdade... não uns cachorros baratos que nem você...
Me levantei, dava pra ver minha pica bem dura, ela olhou pra ela.
Aproveita essa dureza e faz um amorzinho na minha filha... tenta ser carinhoso... é muita mulher pra um cachorro igual você...
Eu ia sair e ela me disse.
-Fica perto da janela... quero que veja como é um dos meus amantes... um homem de verdade... não um pobre cachorro igual você...
Fiquei perto da janela, ela me olhava de vez em quando, parecia se divertir com a situação. Entrou um cara grisalho, uns cinquenta anos, bem vestido, foi até a mesa e eles se deram um beijo profundo. Ele sentou e começaram a conversar, ela fez um sinal pra eu vazar. Pouco depois, recebi uma mensagem da minha sogra.
-Isso é um homem... e você não sabe como ele me come bem... a bunda eu nunca negaria pra ele...
Entrei num bar, tava com um tesão do caralho, fui pro banheiro e bati uma punheta de cinema, sentia que ia vazar toda a porra pela pica, como se as bolas fossem esvaziar, acho que até soltei uns gemidos enquanto gozava.
Já em casa, a Lucía tava de shortinho curto, marcando a rabetão dela, a gente se apertou por um tempão.
Mamãe me contou que você viu ela... mas não disse que vocês conversaram... ela falou pra eu perguntar pra você...
Conseguiu um trampo melhor pra mim... bom, agora tenho que me vestir um pouco melhor... cumprir horário... essas coisas...
—E aí, o que você disse pra ela...?
- Ainda não respondi pra ela...
—Aposto que vai dizer não pra ele... não vai abrir mão da sua liberdade...
—Vou pensar nisso... talvez uma mudança seja boa... quem sabe a gente possa ficar melhor... — ela me olhou sorrindo, entre surpresa e divertida.
No dia seguinte, recebi uma mensagem da minha sogra com os dados do lugar e da pessoa que eu tinha que ver, parecia que ela não tinha dúvida nenhuma. Pra comemorar o sábado, a gente ia sair pra dançar, a Lucía tava toda feliz, minha sogra tava arrasadora, um vestido que marcava aquele rabão dela. Num momento da noite, ela foi até o balcão, esperando alguém, um cara chegou pra cumprimentar ela, ela trouxe ele até a mesa onde a gente tava, a cara dele me parecia conhecida, ela apresentou, ele convidou a Lucía pra dançar e foram pra pista.
—É um dos caras que te mostrei a foto outro dia... — me pegou pela mão e fomos dançar, me levou pra um lugar escuro, encostou a cabeça no meu ombro e me apertou contra ela, falou baixinho no meu ouvido — aqueles caras que eu falei que gostaria pra Lucía...
—Mas a Lucía tá comigo...
-Que pena... porque eu queria te levar pra casa... e te dar uma boa fodida... -disse sensualmente no meu ouvido- e chupar ela que nem outro dia... ou você não gostou... a gente acha que a Lucía não vai fazer nada com ele... ou você tem dúvida... ele é muito bom amante... você não ia querer comer sua sogrinha... -pegou minhas mãos e levou até a rabuda dela.- passa a mão bem, cachorro... não vai me deixar na vontade, né...
-Não, senhora...
-Vou avisar a Lucía que a gente vai embora... até porque ela tem o carro dela... e o Marcos também...
Caminhamos até o carro, ele me empurrou contra ele e enfiou a língua até minha garganta, a mão direita apertando bem forte minha rola.
Comecei a apalpar os peitos dela, já não pensava em nada, nem na Lúcia, nem em mais nada.
Já em casa, ela de novo tirou minha calça e cueca tudo de uma vez, ajoelhada na minha frente, me deu uma daquelas chupadas maravilhosas. Do nada ela parou e me disse:
—Tira tudo e vai pra cama, seu cachorro...
Ela veio totalmente pelada, tinha um corpo impressionante.
—Cê curte sua sogra, hein, cachorro... muita mulher pra você...
—Sim, senhora...
-Vou te comer, mas nem pense em gozar dentro...
Meu pau pulava no ar o tempo todo, ela se ajeitou em cima de mim e foi enfiando devagar, nós dois gememos.
-Você vai ser um bom cachorro...
—Sou seu cachorro, senhora...
De novo, ela apoiou os peitões no meu peito e chegou perto do meu ouvido, chupando e falando comigo de vez em quando.
—Tenho certeza que o Marcos vai comer a Luci hoje...
Meu pau deu uma cabeçada, tava com uma mistura de ciúme e tesão, tinha esquecido da situação. — Cê acha que ela vai dizer não pra ele...?
—Não sei, Luci não é de ficar trocando de homem direto... ela não curte...
Riu perversamente no meu ouvido.
— O Marcos é muito persuasivo... e sabe tratar uma mulher como a Lucía...
-Que filha da puta...
—Tô te sentindo quente igual cachorra...
-Sim, senhora, tô bem pertinho...
Ela saiu de cima de mim e foi servir algo pra beber, se afastando rebolando a bunda de um jeito gostoso.
Quando ela voltou pro quarto, deixou as bebidas em cima do criado-mudo, joguei ela na cama e virei ela de novo de bruços, enfiei na buceta dela e brincava com meu dedão no cu dela, tava louca de tesão.
—Nem pense em tentar enfiar essa pica no meu cu, seu cachorro... quando você estiver perto de gozar, deixo você jogar essa porra no meu rabo... só isso... já é demais pra um cachorro igual você...
Saí dela, jorrando porra no cu dela e gritando.
—Sim, senhora...!!!!
Meu pau continuava bem duro.
Ela me chupou de novo e de novo montou em mim.
-Que linda a juventude... amanhã nada de ciúmes com a Luci... tá claro, né...?
-Sim, senhora... mas acho que não vai dar nada...
—Aposto um mês sem transar com ela... topa...?
Eu sabia que a Lucía não gostava de ficar com alguém logo de cara, que precisava conhecer as pessoas um pouco mais, mas a segurança da minha sogra me assustava.
—Você tem medo... eu conheço minha filha... mas conheço o Marcos ainda mais...
—Não vão fazer nada... — falei pra ela.
- Aposta então... se tá tão seguro assim, seu cachorro... - disse minha sogra enquanto se movia em cima de mim, enfiando fundo no meu pau.
- Se apostar, deixo você me comer como uma putinha... não devia deixar um cachorro igual você... é humilhante pra mim...
E aí se ajeitou toda putinha na cama, rebolando aquele rabão, montei nela por trás, na buceta dela óbvio, e ela jogava a bunda pra trás o tempo todo, buscando a profundidade da penetração.
—E você, o que aposta... — falei pra ela.
- Se não fizeram nada... eu deixo você me comer a bunda...
—Feito então...
- Olha só, um mês sem tocar na Lucía... é... nada de nada... e ela vai precisar de sexo...
Tirei minha pica pra fora e de novo lambuzei a bunda e as costas dela toda com meu leite, um jato chegou até no cabelo dela de tanta tesão que eu tava.
Descansamos um pouco, e ela me deu mais uma daquelas chupadas que me deixam louco. Quando eu tava bem duro, ela montou em mim, levou minhas mãos pros peitos dela e fez eu apertar bem forte. Agora era ela quem comandava, foi marcando o ritmo até que teve um orgasmo, e eu senti a buceta dela se contrair toda. Parecia que ia arrancar minha pica fora. Ela me deu um beijão e disse: "vamos descansar um pouco".
Acordei com os raios de luz entrando pela janela e minha sogra me dando um boquete. Quando sentiu que eu ia gozar, tirou da boca e apertou contra minha barriga.
—Pra acabar com meus males levou a cumê... mas você é um filho da puta, um cachorro... — disse naquele tom misturado de desprezo e humilhação.
Depois eu tomei banho, ela ficou na cama, quando eu tava saindo ela me disse.
—Boa sorte com sua aposta...

5 comentários - A mãe da minha namorada 2

que deseos de conocer a esa perra de tu suegra y hacerle de todo en una cama como se merece