Já fazia vários dias que eu tava todo travado. Meu trampo é uma bosta, daqueles que você fica na correria o dia inteiro. Numa terça-feira, acordei e falei pra minha mina: "neguinha, não aguento mais, a cervical tá me matando!" Ela respondeu: "você devia ir num massagista." Aí lembrei ela que não tinha tempo, que ultimamente vivia na correria.
No outro dia, quando acordo, ela me fala: "amor, às 9 vem um massagista que achei no face, assim você economiza tempo de ir". Agradeci com um beijo e fomos tomar café. Um pouco antes das 9, ela foi tomar banho.
9 da manhã toca a campainha e vejo pela janela que o massagista tinha chegado, e que estava descendo de uma perua uma maca daquelas que se dobram. Decidi que o melhor lugar pra colocar a maca era a sala, já que minha esposa tava tomando banho e com certeza ia se trocar no nosso quarto.
O massagista tinha um sotaque venezuelano, era um cara magro, alto, simples, comum.
Enquanto o massagista me explicava umas paradas cheias de termos técnicos, ele olhou espantado quando minha mulher, enrolada numa toalha, se aproximou e cumprimentou o massagista, ao mesmo tempo que me disse que ia se trocar.
Pouco tempo depois, enquanto ela tá me fazendo massagem, ela volta e senta no sofá.
Tinha vestido uma regata preta, com uma legging branca, daquelas curtinhas que mostram tudo e que ela sempre usa em casa.
Ela me disse que ia aproveitar pra ganhar uma massagem também. Achei justo ela relaxar um pouco.
Quando chegou a vez dela, fui tomar um banho rápido pra tirar aqueles óleos chatos que usam nas massagens. Quando voltei, tudo normal, minha patroa de bruços, com o sutiã desabotoado e o venezuelano fazendo o serviço dele. Sentei no sofá e coloquei uma série na Netflix, claro que com o volume baixo pra não atrapalhar.
Mas não conseguia me concentrar na TV, meu olhar desviava pra aquela cena: minha patroa deitada de bruços com o sutiã desabotoado, as rabetas dela se mexendo no ritmo das mãos do massagista, a legging branca deixando transparecer uma tanga preta bem enfiada na bunda. Por um momento pensei em arrancar todos os dentes do venezuelano se a mão dele deslizasse meio centímetro a mais.
Nisso, escuto a bruxa dizer que queria massagens completas, que as pernas estavam cansadas — claro que o massagista esclareceu que era outro preço e continuou.
Ele pede pra minha senhora cobrir a raba com a toalha e abaixar um pouco a legging, que ele tinha que massagear onde nasce não sei que nervo. Ela topa na boa e ele continua trabalhando.
Eu sei que as massagens na bunda enlouquecem ela, na minha mente tava a imagem de como a buceta dela ia ficando molhada quando eu massageava a rabeta naqueles jogos que a gente fazia de preliminar.
Pensei que era uma oportunidade boa pra brincar um pouco com ela e deixá-la no ponto pra quando o venezuelano fosse embora. Então me aproximo e peço pra ela me ensinar como é o movimento das mãos e se tinha algum segredo.
Ela explicou que era percorrer os músculos de ponta a ponta, tentando correr não sei o quê lá dentro (hahaha). Comecei minhas práticas naquele exato momento, massageando as pernas da minha mulher enquanto o venezuelano continuava massageando a cintura dela.
Aos poucos fui subindo minhas mãos, até sentir a legging dela por baixo da toalha.
Aí pedi pra ela tirar a legging e ficar só com a toalha. Ela meio que não gostou, mas como sempre foi muito boazinha comigo, fez.
Continuei massageando as pernas dela, cada vez mais perto da bunda dela, dava pra ver que o massagista tava meio desconfortável, mas nunca parou o trabalho dele.
Peguei mais óleo e lambuzei minhas mãos, a toalha já tava na beirada da bunda, cobrindo muito pouco do corpo dela.
Minhas mãos deslizavam suavemente, com a pressão certa, nem muito leve nem muito forte. Dava pra ver que ela tava relaxada, curtindo as quatro mãos massageando ela.
Senti aquele diabinho pecador cochichando no meu ouvido, me pedindo pra massagear a bunda dela.
Foda-se! pensei. É minha mulher e eu posso sim.
Minhas mãos começaram a subir devagar, roçando a ponta dos meus dedos na buceta dela, as palmas percorrendo toda a superfície das nádegas.
Não sei se era o óleo ou o êxtase dela, mas senti o calor úmido escorrendo entre as pernas a cada toque dos meus dedos na intimidade dela.
Percebi que o massagista já não tava mais tão ereto, igual a mim, e entendi que ele também tava se acabando.
Não era esse o plano, o plano era deixar ela no ponto pra quando ele fosse embora. Mas entendi que a parada do massagista era só um efeito colateral.
Não sei o que deu em mim, mas minha ereção já estava incontrolável.
Nesse momento, o venezuelano pede pra minha mulher fechar o sutiã e virar, deixando ela de barriga pra cima.
Ele continuou trabalhando nos braços dela e eu nas pernas. Ela me olhou e acho que notou minha ereção, porque sorriu de um jeito safado. Isso me deixou ainda mais louco, e sem me importar com nada, comecei a massagear a buceta dela.
Ela simplesmente pegou a toalha e cobriu o rosto. Como se não quisesse que a gente visse suas caras de prazer.
O venezuelano já tava duro. Dava pra perceber bem. Aí ele me disse que precisava continuar com os pés, como era o trabalho dele, não falei nada e eu me dirigi ao tronco da minha mulher.
Peguei o óleo de novo, espalhei nos ombros dela e lentamente comecei a levar minhas mãos até os peitos dela.
Senti eles inchados, com os bicos durinhos. Levantei o sutiã dela, deixando os seios à mostra. Ela imóvel, submissa, complacente, mas com o rosto coberto.
Naquele momento, olhei pro massagista e fiz um sinal pra ele se aproximar em silêncio. Peguei as mãos dele e coloquei sobre os peitos da minha mulher.
Como vocês já sabem, os peitos da minha mulher são encantadores. Não são gigantes, mas com os 95 deles são mais que apetitosos.
O venezuelano tava vermelho, roxo ou bordô, sei lá. Mas nunca parava de apertar os peitos daquela mulher submissa foda que a gente tinha largada na maca.
Minhas mãos começaram a massagear os pés da minha senhora, igual o venezuelano tava fazendo antes, só que eu comecei a subir devagar até acariciar de novo a buceta da entregada.
Sentia como a respiração dela ficava mais profunda, o movimento suave da barriga, a umidade quente entre os lábios dela.
Num instante a gente tava parado dos dois lados da minha patroa, e ela começou a procurar nossos volumes com as mãos. Concordei com a cabeça, e o venezuelano deixou a rola dele ser massageada pela minha patroa, enquanto com a outra mão ela me batia uma punheta.
Tirei a toalha que cobria o rosto dela... a cara de puta suada que a minha patroa tava naquele momento era impressionante! E assim que tirei a toalha do rosto dela, ela virou o corpo, começou a chupar minha rola e deixou a bunda dela apontando pro venezuelano.
Ele continuou acariciando ela, acho que esperava minha permissão pra dar o próximo passo.
Aquela situação de controle me agradava e eu curtia que minha patroa tava me chupando na frente dele, e ele só brincando até ali, sem poder dar o próximo passo.
Acho que enlouqueci de prazer e peguei com minhas mãos a cabeça da minha patroa, comecei a foder a boca dela, cada vez com mais e mais força. Sentia ela se engasgando, tirava pra deixar ela respirar um segundo e voltava a meter na boca dela.
Ela tem o dom de que quando chupa minha pica, me faz sentir o calor dela na pica toda, da cabeça até onde começa o tronco. Não aguentei, tava muito extasiado, enquanto o venezuelano já tinha separado as pernas da minha mulher e tava massageando o clitóris dela.
Explodi! Explodi violentamente dentro da boca dela, e com cada jato de porra que soltava, eu enfiava mais fundo na garganta dela.
Foi muito prazeroso saber que ela tinha engolido tudo, que eu tinha comido a boca dela de um jeito que várias vezes ela teve ânsia de vômito.
Pra quem não sabe, minha mina é uma puta boqueteira, mas não engole a porra toda porque engasga (se alguém tiver uma dica pra fazer ela engolir a porra de boa, agradeço).
Voltando àquele momento..
Eu tinha estourado o sininho dela na base da porrada e gozado na boca dela, aí passei um guardanapo pra ela cuspir o que sobrou de porra, ao mesmo tempo que tirei ela da maca e deitei de novo, mas dessa vez de bruços, com as pernas penduradas pra mim e a cara dela apontando bem pra murcha do venezuelano.
Ela me olha por cima dos ombros e, admirada, me pergunta se eu tinha certeza. Aceno com a cabeça para os dois, e ela, sem hesitar, começa a brincar com a piroca do venezuelano por cima do avental azul que ela estava usando.
Foi aí que lembrei de uma conversa com outro Poringa boy sobre experiências, ele tava me falando de cuckold ou algo assim, que é quando a gente vê outro comendo a própria mulher. Pensei: "será que é bom?" e fui pro sofá, sentei e fiquei vendo aquela cena.
A verdade é que é estranho, é uma mistura de sensações, de sentimentos.
A primeira coisa que senti foi ciúme e espanto, ao ver ela chupando a pica daquele desconhecido com tanta doçura, como se estivesse curtindo cada centímetro de pica que tinha na frente dela. Também fiquei preocupado dela ser tão puta com outro, mas entendi que fui eu quem levei a gente pra essa situação e que eu concordei que ele apalpasse ela e que ela chupasse ele. Mas no final senti um certo tesão, e comecei a ficar excitado de novo, minha pica começou a endurecer.
Lembrei de como a gente tinha começado o ano no sítio, junto com a Sheila e o Oscar. Pensei que era justo que, assim como eu comi a Sheila, ela sentisse outra pica dentro dela.
Fui pro quarto e peguei uma camisinha.
Voltei e ela continuava lá, com aquele rabo pelado apontado pra mim, os lábios da buceta inchados e molhados, enquanto batia uma punheta pro venezuelano.
Parei na frente dela e, sem nem olhar pra mim, ela pegou as duas pirocas com as mãos e começou a chupar, alternando, batendo uma enquanto chupava a outra.
Pensei em pegar o celular e tirar aquela foto que a gente tanto falou, de duas picas enfiadas na boca dela, mas ia quebrar o clima.
Olho pro venezuelano e entrego a camisinha, ele entendeu que tinha chegado a hora de fuder ela!
Ele foi direto pra bunda da minha mulher, se ajoelhou, colocou as mãos nos glúteos e separou, enfiando o rosto na raba dela, metendo a língua fundo!!
Dava pra ouvir os gemidos da minha submissa, enquanto ela não parava de me chupar!
Ele se levantou e já tava com a camisinha colocada, segurou ela pela cintura e começou a se abrir caminho devagar dentro dela, senti como ela tava curtindo aquele momento porque parou de me mamar, concentrando todos os sentidos na sensação de ser penetrada por um desconhecido.
Ele começou a aumentar o ritmo, com um movimento sensual, metendo e rebolando ao mesmo tempo. Nas costas da minha mulher dava pra ver como o suor aumentava, como ela tava chegando no ponto de explodir. Ao mesmo tempo, a língua dela envolvia meu pau.
Sinto ela apertar meu pau com força e soltar aquele gemido forte de prazer.
A filha da puta tinha explodido com outro pau, tinha sido possuída por um desconhecido que conheceu no Facebook, e tinha terminado com o pau dele dentro dela.
Ela ficou imóvel por um instante, se levantou e com a voz ofegante disse: venham, se ajoelhando no chão.
Pegou os dois paus e começou a bater punheta e chupar feito uma louca.
Quando percebeu que o venezuelano tava prestes a explodir, juntou os peitos e ele soltou um jorro forte e abundante de porra sobre os seios dela. Minha mulher tava toda puta, e aquela imagem me fez perder o controle, jorrando violentamente todo o meu esperma no rosto dela, enquanto o venezuelano ainda não tinha terminado de gozar. Foi tanta porra que eu gozei e tão fundo, que banhei o rosto e o cabelo dela de leite.
Fez-se um breve silêncio.
Ela se levantou e, sem dizer nada, foi pro banheiro, andando de um jeito sensual, devagar, sabendo que nós dois estávamos de olho no rebolado da bunda dela enquanto caminhava.
Foi estranho, foi uma situação desconfortável. Nós dois parados ali, com o pau morrendo lentamente, e na frente um desconhecido que tinha comido minha mulher e ainda por cima a putinha gostou.
Não soube o que dizer, então, puxando a calça pra cima, ele me fala: só vou te cobrar suas massagens, qualquer coisa tem meu site na internet.
Em silêncio, dei o dinheiro pra ele e ele foi embora, como se nada tivesse acontecido.
Levanto a toalha que tinha caído no chão e vou pro banheiro. E lá estava ela, minha patroa debaixo do chuveiro, com uma das mãos nos peitos, o olhar fixo na parede, toda vermelha, a veia da testa inchada, a boca aberta, parada, e a outra mão se mexendo freneticamente no clitóris.
Ela percebe que eu tô ali, me encara e naquele exato momento um puta orgasmo explode no corpo dela.
E eu ali, paralisado, besta com aquela situação toda!
No outro dia, quando acordo, ela me fala: "amor, às 9 vem um massagista que achei no face, assim você economiza tempo de ir". Agradeci com um beijo e fomos tomar café. Um pouco antes das 9, ela foi tomar banho.
9 da manhã toca a campainha e vejo pela janela que o massagista tinha chegado, e que estava descendo de uma perua uma maca daquelas que se dobram. Decidi que o melhor lugar pra colocar a maca era a sala, já que minha esposa tava tomando banho e com certeza ia se trocar no nosso quarto.
O massagista tinha um sotaque venezuelano, era um cara magro, alto, simples, comum.
Enquanto o massagista me explicava umas paradas cheias de termos técnicos, ele olhou espantado quando minha mulher, enrolada numa toalha, se aproximou e cumprimentou o massagista, ao mesmo tempo que me disse que ia se trocar.
Pouco tempo depois, enquanto ela tá me fazendo massagem, ela volta e senta no sofá.
Tinha vestido uma regata preta, com uma legging branca, daquelas curtinhas que mostram tudo e que ela sempre usa em casa.
Ela me disse que ia aproveitar pra ganhar uma massagem também. Achei justo ela relaxar um pouco.
Quando chegou a vez dela, fui tomar um banho rápido pra tirar aqueles óleos chatos que usam nas massagens. Quando voltei, tudo normal, minha patroa de bruços, com o sutiã desabotoado e o venezuelano fazendo o serviço dele. Sentei no sofá e coloquei uma série na Netflix, claro que com o volume baixo pra não atrapalhar.
Mas não conseguia me concentrar na TV, meu olhar desviava pra aquela cena: minha patroa deitada de bruços com o sutiã desabotoado, as rabetas dela se mexendo no ritmo das mãos do massagista, a legging branca deixando transparecer uma tanga preta bem enfiada na bunda. Por um momento pensei em arrancar todos os dentes do venezuelano se a mão dele deslizasse meio centímetro a mais.
Nisso, escuto a bruxa dizer que queria massagens completas, que as pernas estavam cansadas — claro que o massagista esclareceu que era outro preço e continuou.
Ele pede pra minha senhora cobrir a raba com a toalha e abaixar um pouco a legging, que ele tinha que massagear onde nasce não sei que nervo. Ela topa na boa e ele continua trabalhando.
Eu sei que as massagens na bunda enlouquecem ela, na minha mente tava a imagem de como a buceta dela ia ficando molhada quando eu massageava a rabeta naqueles jogos que a gente fazia de preliminar.
Pensei que era uma oportunidade boa pra brincar um pouco com ela e deixá-la no ponto pra quando o venezuelano fosse embora. Então me aproximo e peço pra ela me ensinar como é o movimento das mãos e se tinha algum segredo.
Ela explicou que era percorrer os músculos de ponta a ponta, tentando correr não sei o quê lá dentro (hahaha). Comecei minhas práticas naquele exato momento, massageando as pernas da minha mulher enquanto o venezuelano continuava massageando a cintura dela.
Aos poucos fui subindo minhas mãos, até sentir a legging dela por baixo da toalha.
Aí pedi pra ela tirar a legging e ficar só com a toalha. Ela meio que não gostou, mas como sempre foi muito boazinha comigo, fez.
Continuei massageando as pernas dela, cada vez mais perto da bunda dela, dava pra ver que o massagista tava meio desconfortável, mas nunca parou o trabalho dele.
Peguei mais óleo e lambuzei minhas mãos, a toalha já tava na beirada da bunda, cobrindo muito pouco do corpo dela.
Minhas mãos deslizavam suavemente, com a pressão certa, nem muito leve nem muito forte. Dava pra ver que ela tava relaxada, curtindo as quatro mãos massageando ela.
Senti aquele diabinho pecador cochichando no meu ouvido, me pedindo pra massagear a bunda dela.
Foda-se! pensei. É minha mulher e eu posso sim.
Minhas mãos começaram a subir devagar, roçando a ponta dos meus dedos na buceta dela, as palmas percorrendo toda a superfície das nádegas.
Não sei se era o óleo ou o êxtase dela, mas senti o calor úmido escorrendo entre as pernas a cada toque dos meus dedos na intimidade dela.
Percebi que o massagista já não tava mais tão ereto, igual a mim, e entendi que ele também tava se acabando.
Não era esse o plano, o plano era deixar ela no ponto pra quando ele fosse embora. Mas entendi que a parada do massagista era só um efeito colateral.
Não sei o que deu em mim, mas minha ereção já estava incontrolável.
Nesse momento, o venezuelano pede pra minha mulher fechar o sutiã e virar, deixando ela de barriga pra cima.
Ele continuou trabalhando nos braços dela e eu nas pernas. Ela me olhou e acho que notou minha ereção, porque sorriu de um jeito safado. Isso me deixou ainda mais louco, e sem me importar com nada, comecei a massagear a buceta dela.
Ela simplesmente pegou a toalha e cobriu o rosto. Como se não quisesse que a gente visse suas caras de prazer.
O venezuelano já tava duro. Dava pra perceber bem. Aí ele me disse que precisava continuar com os pés, como era o trabalho dele, não falei nada e eu me dirigi ao tronco da minha mulher.
Peguei o óleo de novo, espalhei nos ombros dela e lentamente comecei a levar minhas mãos até os peitos dela.
Senti eles inchados, com os bicos durinhos. Levantei o sutiã dela, deixando os seios à mostra. Ela imóvel, submissa, complacente, mas com o rosto coberto.
Naquele momento, olhei pro massagista e fiz um sinal pra ele se aproximar em silêncio. Peguei as mãos dele e coloquei sobre os peitos da minha mulher.
Como vocês já sabem, os peitos da minha mulher são encantadores. Não são gigantes, mas com os 95 deles são mais que apetitosos.
O venezuelano tava vermelho, roxo ou bordô, sei lá. Mas nunca parava de apertar os peitos daquela mulher submissa foda que a gente tinha largada na maca.
Minhas mãos começaram a massagear os pés da minha senhora, igual o venezuelano tava fazendo antes, só que eu comecei a subir devagar até acariciar de novo a buceta da entregada.
Sentia como a respiração dela ficava mais profunda, o movimento suave da barriga, a umidade quente entre os lábios dela.
Num instante a gente tava parado dos dois lados da minha patroa, e ela começou a procurar nossos volumes com as mãos. Concordei com a cabeça, e o venezuelano deixou a rola dele ser massageada pela minha patroa, enquanto com a outra mão ela me batia uma punheta.
Tirei a toalha que cobria o rosto dela... a cara de puta suada que a minha patroa tava naquele momento era impressionante! E assim que tirei a toalha do rosto dela, ela virou o corpo, começou a chupar minha rola e deixou a bunda dela apontando pro venezuelano.
Ele continuou acariciando ela, acho que esperava minha permissão pra dar o próximo passo.
Aquela situação de controle me agradava e eu curtia que minha patroa tava me chupando na frente dele, e ele só brincando até ali, sem poder dar o próximo passo.
Acho que enlouqueci de prazer e peguei com minhas mãos a cabeça da minha patroa, comecei a foder a boca dela, cada vez com mais e mais força. Sentia ela se engasgando, tirava pra deixar ela respirar um segundo e voltava a meter na boca dela.
Ela tem o dom de que quando chupa minha pica, me faz sentir o calor dela na pica toda, da cabeça até onde começa o tronco. Não aguentei, tava muito extasiado, enquanto o venezuelano já tinha separado as pernas da minha mulher e tava massageando o clitóris dela.
Explodi! Explodi violentamente dentro da boca dela, e com cada jato de porra que soltava, eu enfiava mais fundo na garganta dela.
Foi muito prazeroso saber que ela tinha engolido tudo, que eu tinha comido a boca dela de um jeito que várias vezes ela teve ânsia de vômito.
Pra quem não sabe, minha mina é uma puta boqueteira, mas não engole a porra toda porque engasga (se alguém tiver uma dica pra fazer ela engolir a porra de boa, agradeço).
Voltando àquele momento..
Eu tinha estourado o sininho dela na base da porrada e gozado na boca dela, aí passei um guardanapo pra ela cuspir o que sobrou de porra, ao mesmo tempo que tirei ela da maca e deitei de novo, mas dessa vez de bruços, com as pernas penduradas pra mim e a cara dela apontando bem pra murcha do venezuelano.
Ela me olha por cima dos ombros e, admirada, me pergunta se eu tinha certeza. Aceno com a cabeça para os dois, e ela, sem hesitar, começa a brincar com a piroca do venezuelano por cima do avental azul que ela estava usando.
Foi aí que lembrei de uma conversa com outro Poringa boy sobre experiências, ele tava me falando de cuckold ou algo assim, que é quando a gente vê outro comendo a própria mulher. Pensei: "será que é bom?" e fui pro sofá, sentei e fiquei vendo aquela cena.
A verdade é que é estranho, é uma mistura de sensações, de sentimentos.
A primeira coisa que senti foi ciúme e espanto, ao ver ela chupando a pica daquele desconhecido com tanta doçura, como se estivesse curtindo cada centímetro de pica que tinha na frente dela. Também fiquei preocupado dela ser tão puta com outro, mas entendi que fui eu quem levei a gente pra essa situação e que eu concordei que ele apalpasse ela e que ela chupasse ele. Mas no final senti um certo tesão, e comecei a ficar excitado de novo, minha pica começou a endurecer.
Lembrei de como a gente tinha começado o ano no sítio, junto com a Sheila e o Oscar. Pensei que era justo que, assim como eu comi a Sheila, ela sentisse outra pica dentro dela.
Fui pro quarto e peguei uma camisinha.
Voltei e ela continuava lá, com aquele rabo pelado apontado pra mim, os lábios da buceta inchados e molhados, enquanto batia uma punheta pro venezuelano.
Parei na frente dela e, sem nem olhar pra mim, ela pegou as duas pirocas com as mãos e começou a chupar, alternando, batendo uma enquanto chupava a outra.
Pensei em pegar o celular e tirar aquela foto que a gente tanto falou, de duas picas enfiadas na boca dela, mas ia quebrar o clima.
Olho pro venezuelano e entrego a camisinha, ele entendeu que tinha chegado a hora de fuder ela!
Ele foi direto pra bunda da minha mulher, se ajoelhou, colocou as mãos nos glúteos e separou, enfiando o rosto na raba dela, metendo a língua fundo!!
Dava pra ouvir os gemidos da minha submissa, enquanto ela não parava de me chupar!
Ele se levantou e já tava com a camisinha colocada, segurou ela pela cintura e começou a se abrir caminho devagar dentro dela, senti como ela tava curtindo aquele momento porque parou de me mamar, concentrando todos os sentidos na sensação de ser penetrada por um desconhecido.
Ele começou a aumentar o ritmo, com um movimento sensual, metendo e rebolando ao mesmo tempo. Nas costas da minha mulher dava pra ver como o suor aumentava, como ela tava chegando no ponto de explodir. Ao mesmo tempo, a língua dela envolvia meu pau.
Sinto ela apertar meu pau com força e soltar aquele gemido forte de prazer.
A filha da puta tinha explodido com outro pau, tinha sido possuída por um desconhecido que conheceu no Facebook, e tinha terminado com o pau dele dentro dela.
Ela ficou imóvel por um instante, se levantou e com a voz ofegante disse: venham, se ajoelhando no chão.
Pegou os dois paus e começou a bater punheta e chupar feito uma louca.
Quando percebeu que o venezuelano tava prestes a explodir, juntou os peitos e ele soltou um jorro forte e abundante de porra sobre os seios dela. Minha mulher tava toda puta, e aquela imagem me fez perder o controle, jorrando violentamente todo o meu esperma no rosto dela, enquanto o venezuelano ainda não tinha terminado de gozar. Foi tanta porra que eu gozei e tão fundo, que banhei o rosto e o cabelo dela de leite.
Fez-se um breve silêncio.
Ela se levantou e, sem dizer nada, foi pro banheiro, andando de um jeito sensual, devagar, sabendo que nós dois estávamos de olho no rebolado da bunda dela enquanto caminhava.
Foi estranho, foi uma situação desconfortável. Nós dois parados ali, com o pau morrendo lentamente, e na frente um desconhecido que tinha comido minha mulher e ainda por cima a putinha gostou.
Não soube o que dizer, então, puxando a calça pra cima, ele me fala: só vou te cobrar suas massagens, qualquer coisa tem meu site na internet.
Em silêncio, dei o dinheiro pra ele e ele foi embora, como se nada tivesse acontecido.
Levanto a toalha que tinha caído no chão e vou pro banheiro. E lá estava ela, minha patroa debaixo do chuveiro, com uma das mãos nos peitos, o olhar fixo na parede, toda vermelha, a veia da testa inchada, a boca aberta, parada, e a outra mão se mexendo freneticamente no clitóris.
Ela percebe que eu tô ali, me encara e naquele exato momento um puta orgasmo explode no corpo dela.
E eu ali, paralisado, besta com aquela situação toda!
11 comentários - Mi mujer, el masajista y mi asombro
Grandioso!!😘😍