Pois é, de todas as perversidades que essa minha cabeça já imaginou sexualmente falando, a que mais me deixa com tesão, a maior de todas as minhas fantasias, é a dupla penetração. Ajoelhar na frente de dois paus duros e chupar eles pra deixar ainda mais eretos. Endurecer eles bem com a minha boca. Ir experimentando o que cada um prefere. Todos são diferentes. O ritmo, a profundidade na boca, a pressão dos lábios. A sucção; com ou sem dentes. Cada homem reage diferente a cada estímulo. Se preferem muita sucção só na cabecinha ou o pau bem fundo na garganta.
E uma vez que os dois estejam bem duros, bem, bem excitados... É importante que os dois saibam se controlar. Não só o gozo, mas os impulsos. Isso é uma coisa que se faz aos poucos, sem perder o controle. Eu escolho o menor, o mais fino. A ideia é que a dilatação vá aumentando gradualmente. Eu sento, ou se der deito ele. E com o pau dele duro como uma lança, eu mesma vou sentando. Faço sinal pro pau grande se aproximar. Levo ele de novo pra minha boca, ainda duro. Sincronizo o ritmo da minha boca com o da minha cavalgada. Devagar, faço os dois paus aproveitarem meus buracos. Eu fodo os dois no meu ritmo, levo eles com a minha excitação. Levo eles pra minha voragem libidinosa, cavalgam junto comigo.
Me acalmo, relaxo. Afrouxo um pouco porque não é hora de gozar. Levanto com o grande na mão, e peço pro menor trocar de lugar. Uma vez deitado o maior, uma vez que sento nele e levo o menor pra minha boca... Vou aumentando o ritmo, primeiro devagar como antes. Mas dessa vez não paro. Enquanto cavalgo loucamente no pau maior, engulo o pau menor inteiro. Abro minha garganta, levo ele bem fundo. Não importam os engasgos, não importam as lágrimas. Começo a salivar muito e molho o pau todo. O cara ferve, mas se controla na base do ódio. Tiro ele da minha boca e com os olhos digo que tá na hora, que é o momento. Ele fica atrás de mim, tá muito excitado. O que tá embaixo diminui o ritmo, já sabe o que vem. A mais nova vai passar. Ela me enfia no cu, que reage imediatamente. Já estava quente, já estava pulsando. A expectativa de ser aberto o deixa louco. A mais nova continua me enfiando. Ele aproveita meus próprios fluidos para me lubrificar. A mais velha sai para dar espaço e ele pode se encharcar bem. Entra um dedo, entram dois. Meu cu primeiro se fecha e depois se abre, é uma flor. Os dedos entram e saem, entram e saem. Meu cu vai relaxando e se dilatando. Dá fome, quer rola. A mais nova percebe e se posiciona. Ela apoia a cabeça no meu cu e empurra um pouquinho, só um tiquinho. Entra metade da cabeça, meu cu fecha primeiro, mas está com tanta fome que imediatamente se abre para dar passagem. Entra a cabeça inteira, e eu começo a delirar. Pra isso eu preciso de dois que se controlem: porque eu não consigo. A rola espera quietinha que meus orgasmos terminem, que meus espasmos se acalmem. Quando eu relaxo num vale, ela segue seu caminho. Devagarinho mas sem parar, ela mete a rola toda dentro. Milímetro a milímetro, todo meu corpo recebe descargas de eletricidade que são ecos do prazer que meu cu está recebendo. Uma vez que entra toda, ela puxa e mete de novo várias vezes, adicionando com sua saliva um pouco mais de lubrificação, para evitar problemas futuros. Aí é quando a mais velha volta ao seu lugar e me penetra de novo. Sinto um puxão nos tecidos do meio, as duas picas estão puxando cada uma para seu lado e meu corpo não cede. Mas o prazer, meu Deus, é terrível. Muito mais do que senti na minha vida. Os caras me deixam me acostumar, e eu mergulho inteira nesse mar de estímulos que meu corpo recebe. Eu surfo em cada orgasmo, remonto como uma onda, desço com ele. E volto a começar. Alguém brinca com meus peitos. Alguém belisca meus mamilos. Alguém amassa minha bunda. A sensação das minhas nádegas se abrindo mais para que as picas entrem mais fundo é embriagante, muito mórbida. Meus peitos já estão meio torcidos nas mãos de um dos meus amantes. Um dos meus mamilos acaba preso. entre os dentes, ainda que eu não saiba de quem
Minha bunda recebe tapas esporádicos, que vão aumentando em frequência e potência
Já estão me comendo pra valer; metem em mim como na pornografia mais barata
Os dois ficam desesperados, querem me encher de porra
Percebo claramente que consegui despertar o lado animal daqueles dois espécimes de macho que estão dentro de mim, e eu adoro
Enquanto continuo gozando, aproveito ser o centro de tanta atenção; assim minha mente também se sente cuidada, satisfeita
O menor fica duro igual pedra, consigo sentir que está prestes a explodir na minha bunda
Esse pensamento me faz apertar tudo, a porra que está por vir me deixa muito excitada
Aperto também a buceta, e o maior sente e fica ainda mais duro
Parece que nós três vamos gozar juntos. Num momento de lucidez, me levanto de um salto, saio da posição em que estávamos
Os dois paus me encaram como ciclopes, irritados
Parecem me desafiar com seus olhares de um olho só
Me dá vontade de rir, não reprimo a gargalhada
Os caras não entendem, então eu guio eles
Pego na mão do maior e ajudo ele a se levantar
Fico com vontade, então chupo os dois paus, não pra excitar
Acho que acaba ajudando a relaxar, porque as sobrancelhas deixam de estar franzidas, e os sorrisos voltam aos rostos deles
Me levanto e me posiciono entre os dois, o maior na frente, o menor atrás
Abraço o da frente, que entende na hora, e passando os braços por baixo das minhas nádegas, ele me levanta enquanto enlaço minhas pernas na cintura dele
O menor se aproxima de novo da minha bunda
Ouço ele salivar e cuspir na mão; como isso me excita, mesmo sem estar vendo
Ele me penetra de novo, outra vez todas aquelas sensações maravilhosas explodem na minha bunda
Dessa vez entra mais fundo?, mais torto?, mais o quê? Não sei, mas está uma delícia
O de trás segura minhas pernas e me sustenta no ar
O da frente me penetra de novo
Estou suspensa por dois mastros de carne, lindos, deliciosos... Me enchem por completo, adoro isso
Eles sincronizam seus ritmos e me elevam a um êxtase indescritível
Orgásmo atrás de orgásmo, eu gozo com força pelos meus dois buracos
Encharco o pauzão todo, e continuo gozando
Sinto minha umidade nas pernas de ambos
Meu monte de Vênus, a barriga dos dois
Não paro de gozar e eles não param de me comer
Um tremor atrás do outro percorre meu corpo
E me fazem gemer alto, já sem controle
Apoio minha cabeça no ombro do que está atrás, estou totalmente entregue
Suas enfiadas estão cada vez mais selvagens, mais brutais
Sinto elas cada vez mais duras, de novo
Mas dessa vez não me mexo, deixo que façam
A gozada está chegando e eu sei, quase consigo sentir subindo pelos dois paus
Como se tivessem sincronizado, e é exatamente isso que me enlouquece
Quero que me encham toda agora!
E eu deixo que saibam. Digo quando, e digo onde quero minha oferenda
Eles me dão bombadas que meu corpo mal aguenta, e eu perco o controle
Meu corpo já não me obedece
E nesse êxtase em que me encontro, eles bufam, respiram forte, e até gemem
Se movem dentro de mim, até gozarem dentro, misturando-se em meu interior os três elixires do prazer
Me comem com força, até brotar a última gota
Me abraço forte no da frente, gosto de sentir eles murchando dentro de mim
Delicadamente, quando minha respiração vai se acalmando, me baixam no chão
Me seguram um pouquinho entre os dois; minhas pernas tremem sem controle
Com muito cuidado, me deitam na cama
Estou derretida, meu corpo não aguenta nem o mínimo estímulo
Mas a maior quer provar meu cu, e eu entendo, porque quando se deitou atrás de mim, o magro começou a masturbar ela para levantar
E como vou recusar, depois do serviço prestado?
Sorrio para a mais novinha, porque minha boca pode fazer muito mais do que já fez
E tudo começa de novo.
E uma vez que os dois estejam bem duros, bem, bem excitados... É importante que os dois saibam se controlar. Não só o gozo, mas os impulsos. Isso é uma coisa que se faz aos poucos, sem perder o controle. Eu escolho o menor, o mais fino. A ideia é que a dilatação vá aumentando gradualmente. Eu sento, ou se der deito ele. E com o pau dele duro como uma lança, eu mesma vou sentando. Faço sinal pro pau grande se aproximar. Levo ele de novo pra minha boca, ainda duro. Sincronizo o ritmo da minha boca com o da minha cavalgada. Devagar, faço os dois paus aproveitarem meus buracos. Eu fodo os dois no meu ritmo, levo eles com a minha excitação. Levo eles pra minha voragem libidinosa, cavalgam junto comigo.
Me acalmo, relaxo. Afrouxo um pouco porque não é hora de gozar. Levanto com o grande na mão, e peço pro menor trocar de lugar. Uma vez deitado o maior, uma vez que sento nele e levo o menor pra minha boca... Vou aumentando o ritmo, primeiro devagar como antes. Mas dessa vez não paro. Enquanto cavalgo loucamente no pau maior, engulo o pau menor inteiro. Abro minha garganta, levo ele bem fundo. Não importam os engasgos, não importam as lágrimas. Começo a salivar muito e molho o pau todo. O cara ferve, mas se controla na base do ódio. Tiro ele da minha boca e com os olhos digo que tá na hora, que é o momento. Ele fica atrás de mim, tá muito excitado. O que tá embaixo diminui o ritmo, já sabe o que vem. A mais nova vai passar. Ela me enfia no cu, que reage imediatamente. Já estava quente, já estava pulsando. A expectativa de ser aberto o deixa louco. A mais nova continua me enfiando. Ele aproveita meus próprios fluidos para me lubrificar. A mais velha sai para dar espaço e ele pode se encharcar bem. Entra um dedo, entram dois. Meu cu primeiro se fecha e depois se abre, é uma flor. Os dedos entram e saem, entram e saem. Meu cu vai relaxando e se dilatando. Dá fome, quer rola. A mais nova percebe e se posiciona. Ela apoia a cabeça no meu cu e empurra um pouquinho, só um tiquinho. Entra metade da cabeça, meu cu fecha primeiro, mas está com tanta fome que imediatamente se abre para dar passagem. Entra a cabeça inteira, e eu começo a delirar. Pra isso eu preciso de dois que se controlem: porque eu não consigo. A rola espera quietinha que meus orgasmos terminem, que meus espasmos se acalmem. Quando eu relaxo num vale, ela segue seu caminho. Devagarinho mas sem parar, ela mete a rola toda dentro. Milímetro a milímetro, todo meu corpo recebe descargas de eletricidade que são ecos do prazer que meu cu está recebendo. Uma vez que entra toda, ela puxa e mete de novo várias vezes, adicionando com sua saliva um pouco mais de lubrificação, para evitar problemas futuros. Aí é quando a mais velha volta ao seu lugar e me penetra de novo. Sinto um puxão nos tecidos do meio, as duas picas estão puxando cada uma para seu lado e meu corpo não cede. Mas o prazer, meu Deus, é terrível. Muito mais do que senti na minha vida. Os caras me deixam me acostumar, e eu mergulho inteira nesse mar de estímulos que meu corpo recebe. Eu surfo em cada orgasmo, remonto como uma onda, desço com ele. E volto a começar. Alguém brinca com meus peitos. Alguém belisca meus mamilos. Alguém amassa minha bunda. A sensação das minhas nádegas se abrindo mais para que as picas entrem mais fundo é embriagante, muito mórbida. Meus peitos já estão meio torcidos nas mãos de um dos meus amantes. Um dos meus mamilos acaba preso. entre os dentes, ainda que eu não saiba de quem
Minha bunda recebe tapas esporádicos, que vão aumentando em frequência e potência
Já estão me comendo pra valer; metem em mim como na pornografia mais barata
Os dois ficam desesperados, querem me encher de porra
Percebo claramente que consegui despertar o lado animal daqueles dois espécimes de macho que estão dentro de mim, e eu adoro
Enquanto continuo gozando, aproveito ser o centro de tanta atenção; assim minha mente também se sente cuidada, satisfeita
O menor fica duro igual pedra, consigo sentir que está prestes a explodir na minha bunda
Esse pensamento me faz apertar tudo, a porra que está por vir me deixa muito excitada
Aperto também a buceta, e o maior sente e fica ainda mais duro
Parece que nós três vamos gozar juntos. Num momento de lucidez, me levanto de um salto, saio da posição em que estávamos
Os dois paus me encaram como ciclopes, irritados
Parecem me desafiar com seus olhares de um olho só
Me dá vontade de rir, não reprimo a gargalhada
Os caras não entendem, então eu guio eles
Pego na mão do maior e ajudo ele a se levantar
Fico com vontade, então chupo os dois paus, não pra excitar
Acho que acaba ajudando a relaxar, porque as sobrancelhas deixam de estar franzidas, e os sorrisos voltam aos rostos deles
Me levanto e me posiciono entre os dois, o maior na frente, o menor atrás
Abraço o da frente, que entende na hora, e passando os braços por baixo das minhas nádegas, ele me levanta enquanto enlaço minhas pernas na cintura dele
O menor se aproxima de novo da minha bunda
Ouço ele salivar e cuspir na mão; como isso me excita, mesmo sem estar vendo
Ele me penetra de novo, outra vez todas aquelas sensações maravilhosas explodem na minha bunda
Dessa vez entra mais fundo?, mais torto?, mais o quê? Não sei, mas está uma delícia
O de trás segura minhas pernas e me sustenta no ar
O da frente me penetra de novo
Estou suspensa por dois mastros de carne, lindos, deliciosos... Me enchem por completo, adoro isso
Eles sincronizam seus ritmos e me elevam a um êxtase indescritível
Orgásmo atrás de orgásmo, eu gozo com força pelos meus dois buracos
Encharco o pauzão todo, e continuo gozando
Sinto minha umidade nas pernas de ambos
Meu monte de Vênus, a barriga dos dois
Não paro de gozar e eles não param de me comer
Um tremor atrás do outro percorre meu corpo
E me fazem gemer alto, já sem controle
Apoio minha cabeça no ombro do que está atrás, estou totalmente entregue
Suas enfiadas estão cada vez mais selvagens, mais brutais
Sinto elas cada vez mais duras, de novo
Mas dessa vez não me mexo, deixo que façam
A gozada está chegando e eu sei, quase consigo sentir subindo pelos dois paus
Como se tivessem sincronizado, e é exatamente isso que me enlouquece
Quero que me encham toda agora!
E eu deixo que saibam. Digo quando, e digo onde quero minha oferenda
Eles me dão bombadas que meu corpo mal aguenta, e eu perco o controle
Meu corpo já não me obedece
E nesse êxtase em que me encontro, eles bufam, respiram forte, e até gemem
Se movem dentro de mim, até gozarem dentro, misturando-se em meu interior os três elixires do prazer
Me comem com força, até brotar a última gota
Me abraço forte no da frente, gosto de sentir eles murchando dentro de mim
Delicadamente, quando minha respiração vai se acalmando, me baixam no chão
Me seguram um pouquinho entre os dois; minhas pernas tremem sem controle
Com muito cuidado, me deitam na cama
Estou derretida, meu corpo não aguenta nem o mínimo estímulo
Mas a maior quer provar meu cu, e eu entendo, porque quando se deitou atrás de mim, o magro começou a masturbar ela para levantar
E como vou recusar, depois do serviço prestado?
Sorrio para a mais novinha, porque minha boca pode fazer muito mais do que já fez
E tudo começa de novo.
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