Rio Gallegos é uma cidade com um clima de merda... ainda mais quando você tem que trampar, dia chuvoso, andar não é negócio. Naquele dia, tava caminhando com um colega de trampo, falando as merdas clássicas pra passar o tempo, às vezes silêncios estranhos, às vezes risadas. Meu celular toca, uma mensagem: "Vero... preciso que você venha pra casa, tô muito bêbada, briguei feio com meu ex, quero te ver nem que seja um pouquinho." Já de saber que era ela quem escreveu, meu pau acordou na hora. Vero tinha e ainda tem um jeito de chupar seu pau que é de louco, ela passa a língua em cada canto, massageia seus ovos com uma delicadeza excepcional e te olha... sempre te olha com aqueles olhos verdes e profundos pra te excitar mais ou pra ela se excitar mais... nunca soube... mas ela não engole o leite nem gosta que gozem na boca dela.
Como me livrar do meu colega se a gente tem que voltar junto pro trampo? Como explicar sem ter intimidade que a filha do nosso chefe quer me ver e que eu já tinha comido ela antes? Entre mensagem e mensagem... Vero é muito tarada... vai me esquentando cada vez mais... a ponto de que só na minha cabeça passava a imagem dela chupando ele e segurando aqueles peitos pequenos e rosados que ela tem, como sempre faz. O plano foi uma idiotice... não acho que meu colega tenha acreditado, mas pelo menos serviu pro propósito. Falei que a gente ia ver um amigo cuja mulher tinha largado ele, que ele tava bêbado e pensando em se matar... por isso minha pressa pra vê-lo. Na real, a única pressa era ver a Vero bêbada e com tesão e esperar comer ela. Contada a mentira, a gente andou um pouco mais rápido até a casa dela. Ao chegar, um complexo de apartamentos, falei pro meu colega esperar fora que era um assunto particular. Cheguei na porta do apartamento dela, bati, ela abriu, me fez entrar e, assim que entrei, me abraçou forte. O cheiro de cerveja dela tava fortíssimo, ela tinha bebido a tarde toda. Isso não me importou. Depois do abraço, ela me deu um beijo. Beijo profundo e me encosto na parede, ela se virou e começou a esfregar a bunda no meu pau. Com minhas mãos, comecei a acariciar os peitos dela enquanto beijava seu pescoço... ela dizia que era exatamente o que precisava naquele momento. Desabotoei a calça dela e comecei a massagear a buceta dela, primeiro um dedo, depois dois, ela sempre pedia dois dedos. Ela tirou minhas mãos do corpo dela e abaixou a calça, ficando só de calcinha vermelha que ficava linda nela. Ela se ajoelhou na minha frente, abriu minha calça, puxou minha cueca e começou a lamber meu pau devagar com a língua. Quando já estava completamente duro, ela engoliu ele inteiro, chupava tudo enquanto me olhava e perguntava se eu tava gostando, "você gosta que eu te olhe e te chupe?", "quer que eu coma tudo?" E continuava enfiando e tirando meu pau da boca dela... enquanto fazia isso, começou a se masturbar com a mão, gemendo com meu pau na boca. Eu disse que meu colega tava lá fora e que eu tinha que ir, ela não ligava e em certo ponto eu também não ligava mais. Levantei ela e coloquei em cima da mesa da sala, deitei ela com as pernas bem abertas e quis penetrar ela, ela me afastou com as mãos e pediu pra eu chupar bem a pussy dela, que já tava bem molhada. Enfiei a língua de cima pra baixo, chupei o clitóris dela, enfiei dois dedos enquanto ela me punhetava com a mão e eu com a outra mão apertava os peitos dela. Num momento, ela se levantou na beirada da mesa e se curvou, me perguntou: "quer enfiar o pau no meu cu?" Respondi que sim, ela disse: "não!... se você quer, vai ter que vir quando sair do trabalho." Me arrumei, tinha que ir, meu colega tava me ligando porque nosso chefe tinha ligado perguntando por que a gente tava demorando tanto, tínhamos que ir. Ajeitei minha roupa, meu pau cheio da saliva da Vero, os fluidos dela nos meus lábios e o cheiro dela nos meus dedos... mas o mais triste: com toda a porra no pau e mais tesudo do que antes. Saí do apartamento, meu colega me esperava lá fora, perguntou como eu tava. amigo, falei que tava melhor, que ele foi dormir... na real, meu amigo tava cheio de porra... Chegamos no trampo e a Vero continuava mandando mensagem, completamente bêbada, dizendo que ainda tava com tesão, que naquela noite a bunda dela tava me esperando, nunca consegui comer o cu dela antes daquela noite, segundo ela, aquele era o presente que o marido pediu na noite de núpcias, e só pra ele ela deu... Eu ri por dentro, impossível que ninguém quisesse comer aquele cu gostoso que ela tinha. As horas passavam devagar no trampo, ainda mais tendo na cabeça o cu da Vero que eu queria meter há tempos e ela sempre negou, e agora eu sabia por quê. Meu chefe falava não sei do que caralho, eu não entendia nada, só pensava no cu da Vero, só isso na minha cabeça. Chegou a hora de sair... umas 00:00, quase saí correndo do trampo, mandei mensagem pra Vero e ela ainda tava acordada, tinha acabado de sair do banho, ela disse: "deixo a porta aberta, entra, já sabe o que te espera". Liguei o carro, fui rápido pro apartamento dela, entrei já com a pica dura só de pensar naquele cu lindo que só me deixava tocar e não meter, sempre foi uma tortura pra mim as vezes que comi ela e ela não deixava eu fazer. Tirei metade da roupa na sala e fui pro quarto, ela tava na cama completamente nua, se masturbando com as mãos na posição de quatro, essa era a posição favorita dela pra se masturbar. Tirei a calça e comecei a amassar a pica, ela me olhava e se masturbava, e dava pra ver que ela gostou porque gozou na hora. Fiquei no pé da cama, ela veio engatinhando, rebolando a cintura bem gatinha, o que me deixou mais tesudo. Ela sentou na beira da cama e começou a chupar minha pica, devagar enquanto enfiava os dedos, e eu segurava a cabeça dela pra ela engolir toda a minha pica. Deitei ela na cama e comecei a chupar a buceta rosada dela, tava yummy! Sentia o calor que emanava, língua e dedo, e a Vero feliz. Mudamos pra um tasty 69, ela por cima de mim, então aproveitei e de vez em quando eu chupava a buceta dela, ela levantava os quadris, eu pedia pra ela relaxar, que queria saborear bem aquela bunda linda com um asterisco rosado que há tempos eu tava de olho, eu lambia de cima a baixo, metendo a língua na pussy e na bunda dela, aos poucos consegui enfiar um dedo, ela gemia... tava bem apertado, capaz que ela não mentiu quando disse que o ex-marido foi o único que tinha feito aquilo... ou talvez não tinha dado há muito tempo, aos poucos consegui fazer ela relaxar, ela se deixou levar, montou em cima do meu cock de costas, adorava ver ela assim, porque via a bunda rosada e linda dela subindo e descendo, ela se virou depois de um tempo ficando de frente pra mim, ela cavalgava e eu apertava os peitos dela e lambia enquanto com o quadril dela se mexia até chegar num orgasmo... ela desceu de cima de mim e se deitou de lado, e me pediu pra penetrar ela pelo cu, a hora tinha chegado, finalmente aquela bunda que tanto desejei era minha! peguei meu cock e apontei pro asterisco rosado dela, só de roçar já tava na glória!!!, aos poucos fui empurrando meu cock dentro dela, ela pedia pra eu meter devagar, respirava forte e parecia que doía um pouco, na mesa de cabeceira ela tinha um creme de mãos, pedi pra ela, tirei a cabeça do meu cock do cu dela e passei bastante, no cock todo, e um pouco no cu dela, na falta de lubrificante, creme serve... tava com o cock cheirando a cocô kkkk, encostei de novo na entrada e aos poucos foi entrando, quando tava na metade do cock ela pediu pra parar, o cu dela tava se acostumando com o tamanho... Continuamos? ela disse? ... claro que sim... aos poucos enfiei todo meu cock no cu dela e comecei a me mover devagar, ela parecia que não tava curtindo muito, comecei a me mover mais rápido e ela empurrava mais o cu, se aproximava mais. começou a gemer, pedia mais, que tava yummy, que doía um pouco mas gostava, comi ela assim por um tempo até que sugeri que ela ficasse de bruços, subi em cima dela e comecei a comer o cu dela com mais força, segurando pelos ombros, ela sozinha sob as mãos dele até a bunda pra agarrar e abrir bem, o que ela fez me deixou ainda mais tesudo e continuei bombando até encher o cu dela de porra entre gemidos e pedidos pra eu encher... gozei pra caralho! A tarde tinha me deixado puto de tesão e agora só de foder o cu dela piorou! , deixei ela cheia de porra, deitei do lado dela e ela me olhou e disse: valeu a espera, meu cu? ..respondi que sim, valeu a espera.. naquela noite continuamos transando o máximo que podia, tinha que aproveitar que ela tava sozinha no apê dela, claro que naquela noite também teve um anal com as pernas no ombro que a gente curtiu pra caralho.. o sol começou a nascer, eu tinha que voltar pra casa, me vesti, me despedi da Vero com um beijo agradecendo por uma noite linda de sexo... ela respondeu que aquilo não era nada.. ainda faltava mais pra descobrir. Subi no carro, acendi um cigarro, enquanto dirigia ouvia Cradle of Filth... cheguei em casa, tomei um banho e quando fui deitar li uma mensagem da Vero que dizia assim: meu cu agora é seu, quando quiser usar, usa, amei essa noite, na próxima vou te pedir uma coisa e é melhor você cumprir, descansa, a gente se vê. O que será que a Vero queria que eu cumprisse? ...dormi pensando nisso... mas é foda, se ela pede... ela vai ter...
Como me livrar do meu colega se a gente tem que voltar junto pro trampo? Como explicar sem ter intimidade que a filha do nosso chefe quer me ver e que eu já tinha comido ela antes? Entre mensagem e mensagem... Vero é muito tarada... vai me esquentando cada vez mais... a ponto de que só na minha cabeça passava a imagem dela chupando ele e segurando aqueles peitos pequenos e rosados que ela tem, como sempre faz. O plano foi uma idiotice... não acho que meu colega tenha acreditado, mas pelo menos serviu pro propósito. Falei que a gente ia ver um amigo cuja mulher tinha largado ele, que ele tava bêbado e pensando em se matar... por isso minha pressa pra vê-lo. Na real, a única pressa era ver a Vero bêbada e com tesão e esperar comer ela. Contada a mentira, a gente andou um pouco mais rápido até a casa dela. Ao chegar, um complexo de apartamentos, falei pro meu colega esperar fora que era um assunto particular. Cheguei na porta do apartamento dela, bati, ela abriu, me fez entrar e, assim que entrei, me abraçou forte. O cheiro de cerveja dela tava fortíssimo, ela tinha bebido a tarde toda. Isso não me importou. Depois do abraço, ela me deu um beijo. Beijo profundo e me encosto na parede, ela se virou e começou a esfregar a bunda no meu pau. Com minhas mãos, comecei a acariciar os peitos dela enquanto beijava seu pescoço... ela dizia que era exatamente o que precisava naquele momento. Desabotoei a calça dela e comecei a massagear a buceta dela, primeiro um dedo, depois dois, ela sempre pedia dois dedos. Ela tirou minhas mãos do corpo dela e abaixou a calça, ficando só de calcinha vermelha que ficava linda nela. Ela se ajoelhou na minha frente, abriu minha calça, puxou minha cueca e começou a lamber meu pau devagar com a língua. Quando já estava completamente duro, ela engoliu ele inteiro, chupava tudo enquanto me olhava e perguntava se eu tava gostando, "você gosta que eu te olhe e te chupe?", "quer que eu coma tudo?" E continuava enfiando e tirando meu pau da boca dela... enquanto fazia isso, começou a se masturbar com a mão, gemendo com meu pau na boca. Eu disse que meu colega tava lá fora e que eu tinha que ir, ela não ligava e em certo ponto eu também não ligava mais. Levantei ela e coloquei em cima da mesa da sala, deitei ela com as pernas bem abertas e quis penetrar ela, ela me afastou com as mãos e pediu pra eu chupar bem a pussy dela, que já tava bem molhada. Enfiei a língua de cima pra baixo, chupei o clitóris dela, enfiei dois dedos enquanto ela me punhetava com a mão e eu com a outra mão apertava os peitos dela. Num momento, ela se levantou na beirada da mesa e se curvou, me perguntou: "quer enfiar o pau no meu cu?" Respondi que sim, ela disse: "não!... se você quer, vai ter que vir quando sair do trabalho." Me arrumei, tinha que ir, meu colega tava me ligando porque nosso chefe tinha ligado perguntando por que a gente tava demorando tanto, tínhamos que ir. Ajeitei minha roupa, meu pau cheio da saliva da Vero, os fluidos dela nos meus lábios e o cheiro dela nos meus dedos... mas o mais triste: com toda a porra no pau e mais tesudo do que antes. Saí do apartamento, meu colega me esperava lá fora, perguntou como eu tava. amigo, falei que tava melhor, que ele foi dormir... na real, meu amigo tava cheio de porra... Chegamos no trampo e a Vero continuava mandando mensagem, completamente bêbada, dizendo que ainda tava com tesão, que naquela noite a bunda dela tava me esperando, nunca consegui comer o cu dela antes daquela noite, segundo ela, aquele era o presente que o marido pediu na noite de núpcias, e só pra ele ela deu... Eu ri por dentro, impossível que ninguém quisesse comer aquele cu gostoso que ela tinha. As horas passavam devagar no trampo, ainda mais tendo na cabeça o cu da Vero que eu queria meter há tempos e ela sempre negou, e agora eu sabia por quê. Meu chefe falava não sei do que caralho, eu não entendia nada, só pensava no cu da Vero, só isso na minha cabeça. Chegou a hora de sair... umas 00:00, quase saí correndo do trampo, mandei mensagem pra Vero e ela ainda tava acordada, tinha acabado de sair do banho, ela disse: "deixo a porta aberta, entra, já sabe o que te espera". Liguei o carro, fui rápido pro apartamento dela, entrei já com a pica dura só de pensar naquele cu lindo que só me deixava tocar e não meter, sempre foi uma tortura pra mim as vezes que comi ela e ela não deixava eu fazer. Tirei metade da roupa na sala e fui pro quarto, ela tava na cama completamente nua, se masturbando com as mãos na posição de quatro, essa era a posição favorita dela pra se masturbar. Tirei a calça e comecei a amassar a pica, ela me olhava e se masturbava, e dava pra ver que ela gostou porque gozou na hora. Fiquei no pé da cama, ela veio engatinhando, rebolando a cintura bem gatinha, o que me deixou mais tesudo. Ela sentou na beira da cama e começou a chupar minha pica, devagar enquanto enfiava os dedos, e eu segurava a cabeça dela pra ela engolir toda a minha pica. Deitei ela na cama e comecei a chupar a buceta rosada dela, tava yummy! Sentia o calor que emanava, língua e dedo, e a Vero feliz. Mudamos pra um tasty 69, ela por cima de mim, então aproveitei e de vez em quando eu chupava a buceta dela, ela levantava os quadris, eu pedia pra ela relaxar, que queria saborear bem aquela bunda linda com um asterisco rosado que há tempos eu tava de olho, eu lambia de cima a baixo, metendo a língua na pussy e na bunda dela, aos poucos consegui enfiar um dedo, ela gemia... tava bem apertado, capaz que ela não mentiu quando disse que o ex-marido foi o único que tinha feito aquilo... ou talvez não tinha dado há muito tempo, aos poucos consegui fazer ela relaxar, ela se deixou levar, montou em cima do meu cock de costas, adorava ver ela assim, porque via a bunda rosada e linda dela subindo e descendo, ela se virou depois de um tempo ficando de frente pra mim, ela cavalgava e eu apertava os peitos dela e lambia enquanto com o quadril dela se mexia até chegar num orgasmo... ela desceu de cima de mim e se deitou de lado, e me pediu pra penetrar ela pelo cu, a hora tinha chegado, finalmente aquela bunda que tanto desejei era minha! peguei meu cock e apontei pro asterisco rosado dela, só de roçar já tava na glória!!!, aos poucos fui empurrando meu cock dentro dela, ela pedia pra eu meter devagar, respirava forte e parecia que doía um pouco, na mesa de cabeceira ela tinha um creme de mãos, pedi pra ela, tirei a cabeça do meu cock do cu dela e passei bastante, no cock todo, e um pouco no cu dela, na falta de lubrificante, creme serve... tava com o cock cheirando a cocô kkkk, encostei de novo na entrada e aos poucos foi entrando, quando tava na metade do cock ela pediu pra parar, o cu dela tava se acostumando com o tamanho... Continuamos? ela disse? ... claro que sim... aos poucos enfiei todo meu cock no cu dela e comecei a me mover devagar, ela parecia que não tava curtindo muito, comecei a me mover mais rápido e ela empurrava mais o cu, se aproximava mais. começou a gemer, pedia mais, que tava yummy, que doía um pouco mas gostava, comi ela assim por um tempo até que sugeri que ela ficasse de bruços, subi em cima dela e comecei a comer o cu dela com mais força, segurando pelos ombros, ela sozinha sob as mãos dele até a bunda pra agarrar e abrir bem, o que ela fez me deixou ainda mais tesudo e continuei bombando até encher o cu dela de porra entre gemidos e pedidos pra eu encher... gozei pra caralho! A tarde tinha me deixado puto de tesão e agora só de foder o cu dela piorou! , deixei ela cheia de porra, deitei do lado dela e ela me olhou e disse: valeu a espera, meu cu? ..respondi que sim, valeu a espera.. naquela noite continuamos transando o máximo que podia, tinha que aproveitar que ela tava sozinha no apê dela, claro que naquela noite também teve um anal com as pernas no ombro que a gente curtiu pra caralho.. o sol começou a nascer, eu tinha que voltar pra casa, me vesti, me despedi da Vero com um beijo agradecendo por uma noite linda de sexo... ela respondeu que aquilo não era nada.. ainda faltava mais pra descobrir. Subi no carro, acendi um cigarro, enquanto dirigia ouvia Cradle of Filth... cheguei em casa, tomei um banho e quando fui deitar li uma mensagem da Vero que dizia assim: meu cu agora é seu, quando quiser usar, usa, amei essa noite, na próxima vou te pedir uma coisa e é melhor você cumprir, descansa, a gente se vê. O que será que a Vero queria que eu cumprisse? ...dormi pensando nisso... mas é foda, se ela pede... ela vai ter...
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