Foderam minha mãe na piscina

Foderam minha mãe na piscinaEssa história aconteceu quando eu tinha uns 13 anos.
Minha mãe devia ter uns 35 na época, e causava admiração genuína entre os homens e inveja entre as mulheres, porque não só tinha uma cabeleira castanho-escura, olhos pretos, nariz empinado e lábios carnudos, mas também era dotada de um corpo esplêndido, com medidas de 105x60x95 em menos de um metro e sessenta e cinco de altura, coroado por um belo par de peitos redondos, grandes e empinados, uma bunda firme, alta e arrebitada, e um par de pernas longas e torneadas.

Era um dia quente e ensolarado de verão, e minha mãe aproveitou para ir comigo passar o dia num parque aquático que tinham acabado de abrir naquele ano perto de onde a gente morava.

Embora minha mãe nunca tenha sido gorda, nem de longe, naquele verão eu me lembro dela um pouco mais cheinha do que de costume.
Ela não deve ter percebido ou tava pouco se lixando pras curvas mais volumosas que o normal, mas o fato é que naquele dia ela escolheu vestir um biquíni vermelho de um tecido bem fininho, que ficava bem justo, justo demais pra passar despercebido, marcando cada detalhe do corpo voluptuoso dela.

Não falei nada, mas, quando ela não tava olhando, eu não parava de reparar nos quadris dela, na bunda, nos peitões, nos bicos dos peitos e até nas auréolas que também apareciam por baixo do biquíni. Sem dizer nada, também reparava na xereca dela, onde dava pra ver a moitinha de pelos que cobria, além da entrada da racha, da "sorrisinha vertical" dela.

Não era só eu que percebia; teria que ser muito cego pra não ver o que era totalmente visível.
Não só olhavam, como também comentavam, e muito do que comentavam chegava aos meus ouvidos e com certeza aos da minha mãe também, que fazia de conta que não ouvia e só sorria ou fingia rir comigo. Eu tinha a impressão de que ela tava curtindo a experiência de se sentir desejada, de ser vista e não tocada, mas ela devia perceber ao longo do dia de quão longe estava sua previsão.
Os comentários eram do tipo "falta de vergonha de sair assim", que as mulheres faziam para seus maridos ou entre elas, "olha as tetonas que essa mina tem", que os adolescentes faziam, "essa mina tá procurando é pica e vai achar, a muito gostosa", que os homens faziam. Também havia olhares silenciosos, carregados de desejo, que a seguiam, e a despiam e comiam.
O problema surgiu quando minha mãe quis que descêssemos por um escorregador longo de uns 40 metros de comprimento que terminava numa piscina pequena.
Para chegar ao topo do escorregador, era preciso subir uma escada de uns 15 metros de altura, que tinha uma fila de pessoas para subir.
Ela começou a subir primeiro e eu atrás, sem parar de olhar como, ao subir cada degrau, suas nádegas se contraíam e seus quadris se mexiam, mas nem por isso deixei de reparar nos olhares que ela recebia e nos comentários que faziam.
Quando já tínhamos subido um bom pedaço, fiquei com vergonha de continuar subindo com ela e disse que ia descer. Ela insistiu para eu não ir, que seria divertido, mas me deixou esperá-la embaixo enquanto ela descia deslizando pelo escorregador.
Assim que cheguei lá embaixo, vi que minha mãe acabava de chegar à plataforma superior de onde as pessoas se jogavam.
Ela se preparou para começar a descida, sentando no chão e, assim que deslizou escorregador abaixo, seu biquíni prendeu em algo ou alguém puxou ele.
Minha mãe sentiu por um instante sua descida interrompida, mas, na hora, com um barulho inequívoco que foi ouvido por todos, seu biquíni rasgou totalmente, de cima a baixo, ficando lá em cima enquanto minha mãe, completamente nua, continuou descendo diante dos olhos atônitos de todo mundo, incluindo os meus.
Ouviram-se exclamações de espanto por suas tetas enormes que se mantinham eretas, quicando como bolas de basquete.
Ela tentou fechar as pernas para não deixar totalmente exposta sua buceta, assim como tapar com as mãos os melões dela, mas o corpo dela inclinava pra um lado e dava pra ver a porra descendo de cabeça, então ela teve que abrir bem as pernas e colocar as mãos no tobogã, mostrando as tetonas e a periquita depilada pros olhares ansiosos de todo mundo.
Tiraram fotos e ouviram-se aplausos e gritos, enquanto minha mãe deslizava, não tão rápido quanto eu queria, até cair na água da piscina que esperava lá embaixo.
Assim que mergulhou, um monte de moleques e nem tão moleques assim pularam rapidamente na água e vieram correndo pra onde minha mãe tava.
Quando minha mãe tirou a cabeça, já tinha um monte de caras rodeando ela, passando a mão no corpo inteiro.
Ouvi ela gritar, mas os moleques gritavam mais. Vi ela se mexer, tentar se soltar sem sucesso.
Ela tentou se levantar, e as tetas dela quase nem dava pra ver de tanta mão que tava cobrindo, passando a mão.
Ela tentou tirar as mãos mexendo os braços, mas meteu eles rapidinho debaixo d'água pra tirar as mãos que tavam passando a mão na periquita e na bunda dela.
E no meio dessa bagunça de mãos, ouviu-se um apito!
Um homem, sem parar de soprar o apito, entrou na piscina, gritou pros moleques se afastarem e foi até minha mãe. Era um funcionário do parque.
Os caras foram se afastando aos poucos da minha mãe, sem parar de reclamar, principalmente porque o homem empurrava e puxava eles pra longe.
Ouviram-se vozes, principalmente de mulheres, falando coisas que ela merecia por ser uma puta, que era uma vagabunda, uma slut. Outros preferiam chamar ela de gostosa, que queriam mais, entre risadas.
Minha mãe, toda digna, tapava os bicos mais do que as tetas com as mãos, já que não dava pra cobrir tudo.
Ela se levantou e foi até a borda da piscina, onde tinha outro funcionário do parque esperando com uma toalha grande na mão.
Uns caras queriam chegar perto da minha mãe de novo pra continuar passando a mão, mas o homem xingou eles e se Começaram a discutir aos berros.
Minha mãe começou a subir na borda da piscina e estava saindo toda digna, quando um moleque mais velho, uns dezessete anos, se aproximou rápido dela, agarrou ela por trás da cintura e puxou ela pra ele.
Minha mãe deu um grito e caiu pra trás, mostrando de novo aquelas tetonas com bicos escuros, caindo de bunda dentro da água, colada no moleque.
Naquele caos de espuma que se formou, minha mãe gritou.
Ela estava com os olhos bem abertos, assim como a boca.
O garoto, colado nas costas dela, se mexia rápido pra frente e pra trás, com os braços debaixo d'água, segurando ela pra não escapar.
Ele estava comendo ela por trás! na frente de todo mundo!
Todo mundo ficou paralisado por um instante, mas logo todos os caras voltaram correndo pra minha mãe, sem parar de gritar.
Todas as mãos se puseram nela, por cima e por baixo da água, e agora não encontraram resistência, apalparam ela à vontade.
O homem do apito reagiu e, aos berros, correu rápido dentro da água até minha mãe pra empurrar e puxar os moleques de novo, tirando eles de cima dela.
O último a sair foi o garoto que estava comendo minha mãe, que, com cara de satisfeito e um sorriso de orelha a orelha, saiu da água puxando a sunga pra cima. Ele foi despedido com aplausos e gritos de "Bravo, bravo!", "Campeão, campeão!", enquanto ele levantava as mãos fazendo o sinal de vitória. Muitos bateram nas costas dele chamando ele de "machão".
Dessa vez minha mãe conseguiu sair da água, toda vermelha, incluindo as tetonas enormes, a bunda e a virilha, e outro funcionário do parque, exibindo uma ereção enorme debaixo da sunga, cobriu ela com uma toalha entre aplausos, vivas e gritos pedindo mais. Mais de uma câmera imortalizou o momento.
Ela foi escoltada pelos dois funcionários do parque, o do apito e o que cobriu ela com a toalha, até um prédio pequeno de um andar perto da piscina, onde entraram. Fecharam a porta.
O tumulto, assim como começou, terminou, mas deixou um sorriso de satisfação na maioria que assistiu ao espetáculo.
Me aproximei do prédio onde minha mãe tinha entrado.
Tentei entrar, mas a porta estava trancada por dentro, então me afastei um pouco sem tirar os olhos da porta e me preparei para esperar ela sair.
Num lado do prédio, vi uns caras subidos em uns tambores, olhando por uma janelinha meio fechada, a uns três metros do chão.
Cheguei perto e, vendo que tinha espaço pra mim, também subi com cuidado nos tambores e olhei pela janelinha.
O que vi fez meu coração disparar.
Lá embaixo, minha mãe estava deitada de costas, com os melões à mostra, em cima de uma mesa de escritório, completamente nua, sobre a toalha que a cobria.
As tetonas dela balançavam pra frente e pra trás!, pra frente e pra trás!
Ela tinha as pernas levantadas, apoiadas nos ombros de um dos trabalhadores do parque, que, com a calça arriada até os pés, segurava ela pela cintura e se movia pra frente e pra trás, metendo nela uma vez atrás da outra.
Ele tava fodendo ela!.
Tinha o pau enfiado na buceta da minha mãe, entrando e saindo sem parar.
A cada entrada e saída, minha mãe gemia.
Os braços dela, dobrados acima da cabeça, deixavam ver melhor as tetas, com as auréolas escuras e os bicos empinados.
Ela estava com os olhos semicerrados e a ponta vermelha da língua aparecendo entre os lábios, mostrando dentes brancos e alinhados.
O homem esticou um dos braços e agarrou uma das tetas dela, amassava sem parar de foder e beliscava os bicos, cada vez maiores.
Minha mãe gemia cada vez mais alto e mais rápido, assim como o corpo dela balançava mais rápido com as estocadas do homem.
De repente, o homem parou, deixou de foder ela, rugiu, tinha acabado de gozar, respirou fundo e tirou o pau enfiado na camisinha. camisinha que tinha uma bolsa enorme cheia de esperma.
Aí entrou em cena o outro cara, completamente pelado, com um pau enorme e duro coberto por uma camisinha.
Ele chegou perto da minha mãe, levantou ela da mesa, colocou uma das mãos na bunda dela e com a outra pegou uma das tetonas, começou a acariciar, a amassar. Depois começou a beijar a outra, a chupar, a lamber os bicos, enquanto ela se contorcia de tesão.
De repente ele parou e virou ela de costas pra ele, empurrando ela pra se apoiar na mesa, com a bunda empinada.
Agora eu tinha uma visão completa da bunda dela, e me lembrou um pêssego enorme pedindo pra ser aproveitado, pra ser devorado.
O cara deu um tapa numa das nádegas dela, soou como um chicote, ela deu um gritinho. Depois outro e mais outro. A cada tapa minha mãe soltava um gritinho que fazia o pau do cara ficar cada vez mais duro e maior.
As nádegas da minha mãe começavam a ficar cada vez mais vermelhas.
Ele abriu as pernas dela e se aproximou com o pau apontando direto pra bocetinha dela, ia foder ela por trás!
Eu ouvi minha mãe implorar: "Não, por favor, não. Não me machuca!", mas o cara, ajudado pela mão dele, enfiou o pau na bocetinha dela, enquanto com a outra mão segurava os quadris dela pra ela não se mexer.
Minha mãe gritou de novo, acho que de prazer, e o cara começou a bombar, com força, pra frente e pra trás, pra frente e pra trás.
Tavam fodendo ela de novo!
A bunda da minha mãe se mexia a cada empurrada, assim como a do cara, que, quando enfiava, soltava ar ruidosamente e puxava quando tirava.
Ele deu outro tapa numa nádega que soou como um chicote, e continuou fodendo ela.
Ele repetiu várias vezes os tapas na bunda enquanto fodía ela.
O cara tirou o pau dele pra apoiar uma das pernas na mesa onde minha mãe estava, e enfiou de novo.
Minha mãe agora estava em cima da mesa, com a bunda empinada e o cara Agora ele empurrava com mais força, bombando sem parar!, até que deu um suspiro forte e parou, tinha gozado!.
Ele tirou a pica e, como despedida, deu um baita tapa na bunda dela. Soou como um tambor! Devia ter batido com a mão oca!.

De repente, ouvi alguém gritar lá fora. Me virei e era o primeiro trabalhador que tinha visto comendo minha mãe, gritando perguntando o que a gente tava fazendo ali, mandando a gente descer.

Os dois caras que estavam vendo comigo como eles comiam minha mãe pularam no chão, eu fiz o mesmo, e saímos correndo fugindo do homem.

Assim que ficamos longe do cara, voltei pra entrada do prédio, esperando minha mãe sair. E ela saiu meia hora depois, já vestida com a roupa dela.

Fui até ela, ela tava séria, com o rosto vermelho, como se tivesse chorado, e juntos saímos o mais rápido que pudemos, sem mais problemas, do parque aquático.

Nunca recuperamos o biquíni da minha mãe, mas guardo dele uma lembrança muito gostosa.
Com certeza alguém guarda ele como troféu.
Ainda me masturbo pensando naquele biquíni e em tudo que curti naquele dia.

Voltamos mais de uma vez a um parque aquático e tivemos outras experiências excitantes, mas essas são outras histórias.

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