Depois de 2 anos sem notícias deles, um dia me contatei com o Juan. A gente tinha tido um encontro com ele e a parceira dele, ambos héteros. Embora a ideia original fosse fazer um ménage, eles começaram a se beijar e, quando eu me aproximei e beijei ela, ele se afastou e ficou nos olhando, dando espaço. Na verdade, por um bom tempo ele foi pra sacada e, enquanto fumava, ficava nos vendo pela janela, que tinha umas cortinas bem leves, dando pra ver tudo, mesmo que sem nitidez.
Ela curtiu pra caralho, gozou umas duas vezes, não quis que eu fizesse booty nem gozasse no corpo dela, mas na conversa depois, os dois disseram que tinham adorado, combinando de repetir o encontro e prometendo se soltar mais e realizar umas fantasias que tinham pendentes. Mas, por ser a primeira vez deles, falaram que já tinha sido mais que bom.
Não sei o que rolou depois, acho que a gente deve ter conversado sobre como se sentiram, mas parou por ali. E eu não sou de encher o saco se do outro lado não tem clima, então perdemos contato até semana passada.
Ele me mandou um WhatsApp e disse: "Nico, sou o Juan e a Kari, lembra da gente?" Entre mensagens de ida e volta, pra resumir, ele me contou que passaram por vários problemas de família, nunca fizeram mais nada, e que há um tempo voltaram com as fantasias na cama, sempre lembrando daquela noite e que muita coisa mudou depois daquele dia.
Por causa da atitude dele de se afastar e entregar ela daquele jeito, ela assumiu um papel mais dominante e ele de submissão a ela. A fantasia deles era que eu tivesse um papel mais dominante com os dois. Sabiam que isso não seria problema pra mim, e ele disse que ela me ligaria depois, que ele só precisava me contatar e saber se eu topava.
No dia seguinte, a Kari me liga e me conta todas as fantasias dela, as coisas que ferviam na cabeça dela. Perguntei se eles tinham algum limite pra não forçar nem chegar a situações desconfortáveis naquele dia, mas que pensasse bem no que ia falar, porque na hora eu iria até aquele limite sem me importar com nada.
Deixamos isso bem claro. Ele seria um cuck obediente e ela uma puta submisa comigo.
Antes do dia do encontro, os dois tiveram que fazer a tarefa que eu tinha mandado.
Nos 4 dias antes do encontro, ele não podia tocar nela sexualmente e ela tinha que bater uma pra ele contando o que queria que eu fizesse com ela, deixando claro que eu era o macho dela, que os dois tinham que ser obedientes comigo e que ela batia uma por meu pedido. Foi uma semana que deixou os dois excitados o tempo todo, até liguei pra ele no trabalho e mandei ele ir bater uma no banheiro enquanto a gente fazia videochamada. Depois contei pra Kari e ela adorou que o Juan tivesse sido tão obediente.
Juan comprou uma lingerie linda pra ela estrear comigo e eu disse como queria que a Kari estivesse vestida.
Chegou sexta-feira, fui jogar futebol e às 22h já tava tocando a campainha da casa deles.
Ele veio me abrir, cumprimentei cordialmente e entrei.
Chegando na sala, vejo ela parada só de lingerie, salto alto e um roupão de seda aberto, deixando o corpo todo à mostra. Fui direto nela pra beijar a boca dela, sob o olhar atento e ansioso dele.
Depois do beijo, sentamos no sofá e ela subiu em cima de mim de frente, com as pernas abertas, esfregando a buceta no meu pau ainda de calça. Continuamos nos pegando e aí falei pro Juan tirar a roupa e ficar só de cueca, ir pra cozinha vestir um avental e trazer uma cerveja e algo pra petiscar. Enquanto isso, a gente continuava se pegando, eu já sem roupa e ela com o roupão e os peitos pra fora do sutiã. Quando ele voltou da cozinha de avental e com a cerveja, a Kari soltou uma gargalhada. Ele deixou a bandeja na mesinha de centro e eu falei: "Muito bem, cuckhold, agora dá uma voltinha e mostra como ficou teu look novo". Falei que algo não tava certo, mandei ele virar e enfiei a cueca no rabo dele. Ficou entalado e aí gostei mais, e falei que enquanto eu tivesse ali, ele tinha que ficar sempre assim.
Continuamos nos pegando e ela esfregava a buceta molhada em mim. Mete no pelo.
Cuckold, me implora pra eu comer sua mulher. Fiz direito, agora me passa as camisinhas. Peguei uma e dei pra ele. Você escolhe: ou eu meto no pelo ou coloca a camisinha em mim. Ele não esperava, nunca tinha tocado no pau de outro, mas fez com bastante decisão. Ela continuava por cima de mim e, assim que ele colocou, falo: "Segura minha pica e enfia na Kari." Ele fez, entrou de uma vez, e ela sentou de uma vez, cravando até o fundo. Muito bem, promíscua. Vai pegar alguma coisa pra petiscar enquanto isso. Tive que parar ela porque não parava de rebolar em cima de mim. Ele foi pra cozinha ouvir como Kari gemia pulando em cima de mim. Não quis gozar, então ficamos um tempinho. Mandei ele sair e chupar. Tirei a camisinha e, deitada no sofá, ela começou a chupar com gosto. Quando ele voltou com o petisco, mandei ele me passar a taça e perguntei se ele gostava de ver ela me chupando. Ele disse que sim. "Chega aqui e guia a cabeça dela pra ela engolir tudo." Ele fez até ela engasgar, enquanto observava a centímetros. "Ajuda ela a chupar, não vê que ela tá engasgando?" Ele me olhou sem saber o que fazer, e eu falo: "Chupa meu pau, porra. Mostra como se faz e aproveita também." Sem hesitar, começou a chupar meu pau. Mandou bem pra primeira pica que ele chupava. E se alternavam, os dois me chupando enquanto eu tomava minha cerveja. "Bom, vamos pra cama." Deitei ele de barriga pra cima com a cabeça na borda da cama e ela de quatro em cima dele. Assim, meti nela enquanto ele chupava a buceta dela, lambendo meu pau. De vez em quando eu tirava e metia na boca dele. Ficamos um tempo assim até que eu saio e falo pra Kari se levantar e abrir a raba pra ele chupar o cu dela pra lubrificar, enquanto eu beijava Kari. Ele fez por um tempinho e, enquanto ele chupava a pussy dela de novo, enfiei uns dedos no cu dela até deixar no ponto. Bem devagar fui enfiando. Antes de entrar tudo, Kari já tava gozando, molhando a cara do Juan, que continuava grudado na buceta dela. Buceta, deixei ela tremer e aproveitar o orgasmo e, antes que acabasse, enfiei até o fundo. Foi uma sensação muito estranha pra Kari, entre o orgasmo e a dor de ter ela toda dentro, mas não parei e comecei a bombar devagar, até o fundo, sem parar por um bom tempo. Emendei outro orgasmo, ela já tava de ressaca e eu cada vez metia mais forte. Ela gemia e reclamava, mas não tava nem aí. Não aguentei aquela situação e não quis cortar a transa, então, quando vi que ia gozar, tirei a camisinha e joguei toda a porra na bunda aberta dela. Enquanto ia caindo, o Juan ia pegando como podia. Ela ficou caída com a raba empinada. Falei: "Beija o promíscuo que tá se comportando bem e compartilha a porra do macho de vocês". Ela se virou e se beijaram, se limpando a porra que tinham na cara.
Vou parar por aqui que tá ficando muito longo. Depois continuo contando como a noite seguiu, que tava só começando.
Ela curtiu pra caralho, gozou umas duas vezes, não quis que eu fizesse booty nem gozasse no corpo dela, mas na conversa depois, os dois disseram que tinham adorado, combinando de repetir o encontro e prometendo se soltar mais e realizar umas fantasias que tinham pendentes. Mas, por ser a primeira vez deles, falaram que já tinha sido mais que bom.
Não sei o que rolou depois, acho que a gente deve ter conversado sobre como se sentiram, mas parou por ali. E eu não sou de encher o saco se do outro lado não tem clima, então perdemos contato até semana passada.
Ele me mandou um WhatsApp e disse: "Nico, sou o Juan e a Kari, lembra da gente?" Entre mensagens de ida e volta, pra resumir, ele me contou que passaram por vários problemas de família, nunca fizeram mais nada, e que há um tempo voltaram com as fantasias na cama, sempre lembrando daquela noite e que muita coisa mudou depois daquele dia.
Por causa da atitude dele de se afastar e entregar ela daquele jeito, ela assumiu um papel mais dominante e ele de submissão a ela. A fantasia deles era que eu tivesse um papel mais dominante com os dois. Sabiam que isso não seria problema pra mim, e ele disse que ela me ligaria depois, que ele só precisava me contatar e saber se eu topava.
No dia seguinte, a Kari me liga e me conta todas as fantasias dela, as coisas que ferviam na cabeça dela. Perguntei se eles tinham algum limite pra não forçar nem chegar a situações desconfortáveis naquele dia, mas que pensasse bem no que ia falar, porque na hora eu iria até aquele limite sem me importar com nada.
Deixamos isso bem claro. Ele seria um cuck obediente e ela uma puta submisa comigo.
Antes do dia do encontro, os dois tiveram que fazer a tarefa que eu tinha mandado.
Nos 4 dias antes do encontro, ele não podia tocar nela sexualmente e ela tinha que bater uma pra ele contando o que queria que eu fizesse com ela, deixando claro que eu era o macho dela, que os dois tinham que ser obedientes comigo e que ela batia uma por meu pedido. Foi uma semana que deixou os dois excitados o tempo todo, até liguei pra ele no trabalho e mandei ele ir bater uma no banheiro enquanto a gente fazia videochamada. Depois contei pra Kari e ela adorou que o Juan tivesse sido tão obediente.
Juan comprou uma lingerie linda pra ela estrear comigo e eu disse como queria que a Kari estivesse vestida.
Chegou sexta-feira, fui jogar futebol e às 22h já tava tocando a campainha da casa deles.
Ele veio me abrir, cumprimentei cordialmente e entrei.
Chegando na sala, vejo ela parada só de lingerie, salto alto e um roupão de seda aberto, deixando o corpo todo à mostra. Fui direto nela pra beijar a boca dela, sob o olhar atento e ansioso dele.
Depois do beijo, sentamos no sofá e ela subiu em cima de mim de frente, com as pernas abertas, esfregando a buceta no meu pau ainda de calça. Continuamos nos pegando e aí falei pro Juan tirar a roupa e ficar só de cueca, ir pra cozinha vestir um avental e trazer uma cerveja e algo pra petiscar. Enquanto isso, a gente continuava se pegando, eu já sem roupa e ela com o roupão e os peitos pra fora do sutiã. Quando ele voltou da cozinha de avental e com a cerveja, a Kari soltou uma gargalhada. Ele deixou a bandeja na mesinha de centro e eu falei: "Muito bem, cuckhold, agora dá uma voltinha e mostra como ficou teu look novo". Falei que algo não tava certo, mandei ele virar e enfiei a cueca no rabo dele. Ficou entalado e aí gostei mais, e falei que enquanto eu tivesse ali, ele tinha que ficar sempre assim.
Continuamos nos pegando e ela esfregava a buceta molhada em mim. Mete no pelo.
Cuckold, me implora pra eu comer sua mulher. Fiz direito, agora me passa as camisinhas. Peguei uma e dei pra ele. Você escolhe: ou eu meto no pelo ou coloca a camisinha em mim. Ele não esperava, nunca tinha tocado no pau de outro, mas fez com bastante decisão. Ela continuava por cima de mim e, assim que ele colocou, falo: "Segura minha pica e enfia na Kari." Ele fez, entrou de uma vez, e ela sentou de uma vez, cravando até o fundo. Muito bem, promíscua. Vai pegar alguma coisa pra petiscar enquanto isso. Tive que parar ela porque não parava de rebolar em cima de mim. Ele foi pra cozinha ouvir como Kari gemia pulando em cima de mim. Não quis gozar, então ficamos um tempinho. Mandei ele sair e chupar. Tirei a camisinha e, deitada no sofá, ela começou a chupar com gosto. Quando ele voltou com o petisco, mandei ele me passar a taça e perguntei se ele gostava de ver ela me chupando. Ele disse que sim. "Chega aqui e guia a cabeça dela pra ela engolir tudo." Ele fez até ela engasgar, enquanto observava a centímetros. "Ajuda ela a chupar, não vê que ela tá engasgando?" Ele me olhou sem saber o que fazer, e eu falo: "Chupa meu pau, porra. Mostra como se faz e aproveita também." Sem hesitar, começou a chupar meu pau. Mandou bem pra primeira pica que ele chupava. E se alternavam, os dois me chupando enquanto eu tomava minha cerveja. "Bom, vamos pra cama." Deitei ele de barriga pra cima com a cabeça na borda da cama e ela de quatro em cima dele. Assim, meti nela enquanto ele chupava a buceta dela, lambendo meu pau. De vez em quando eu tirava e metia na boca dele. Ficamos um tempo assim até que eu saio e falo pra Kari se levantar e abrir a raba pra ele chupar o cu dela pra lubrificar, enquanto eu beijava Kari. Ele fez por um tempinho e, enquanto ele chupava a pussy dela de novo, enfiei uns dedos no cu dela até deixar no ponto. Bem devagar fui enfiando. Antes de entrar tudo, Kari já tava gozando, molhando a cara do Juan, que continuava grudado na buceta dela. Buceta, deixei ela tremer e aproveitar o orgasmo e, antes que acabasse, enfiei até o fundo. Foi uma sensação muito estranha pra Kari, entre o orgasmo e a dor de ter ela toda dentro, mas não parei e comecei a bombar devagar, até o fundo, sem parar por um bom tempo. Emendei outro orgasmo, ela já tava de ressaca e eu cada vez metia mais forte. Ela gemia e reclamava, mas não tava nem aí. Não aguentei aquela situação e não quis cortar a transa, então, quando vi que ia gozar, tirei a camisinha e joguei toda a porra na bunda aberta dela. Enquanto ia caindo, o Juan ia pegando como podia. Ela ficou caída com a raba empinada. Falei: "Beija o promíscuo que tá se comportando bem e compartilha a porra do macho de vocês". Ela se virou e se beijaram, se limpando a porra que tinham na cara.
Vou parar por aqui que tá ficando muito longo. Depois continuo contando como a noite seguiu, que tava só começando.
5 comentários - Voltei a ver a Kari e o Juan