Ellos lo dieron todo😈

Ellos lo dieron todo😈Terça-feira, onze da noite, e começava a última sessão no cinema do Aquaman em 4D. A verdade é que não tinha muita gente na sala, então sentamos na última fileira, sozinhos. Começou uma experiência maravilhosa, com movimentos, cheiros, vento e chuva que acompanhavam o filme perfeitamente. Eu sempre tive a fantasia de transar no cinema e vi aquela oportunidade como a melhor, então comecei a tocar a perna dele e, no momento em que ele me olhou, beijei ele, sem aviso prévio. Eu queria ser o mais clara possível, mas sem precisar dizer uma palavra. Nos beijamos, entrelaçando nossas línguas com muita intensidade. Levantei e, com cara de safada, pisquei o olho pra ele. Aí me ajoelhei na frente dele no carpete da sala, desabotoei o jeans dele e puxei pra baixo. Ele, surpreso, olhou pra todo lado com medo de alguém nos ver, mas a ideia de sermos descobertos só me dava mais vontade de fazer. Comecei a fazer um boquete nele devagar e sem pressa, pra evitar movimentos bruscos e barulhos que chamassem atenção. O pau dele estava duro como uma rocha, gostoso de sentir e cheio de veias. Aquele homem se derretia na poltrona de prazer. Finalmente, ele perdeu o controle e o medo do ambiente. Me sentou, tirou minha roupa e começou a beijar meu pau com uma vontade desesperada. Me beijou com força e sentou no meu colo, ajustando com a mão meu pau de um jeito que entrasse no cu dele de forma letal. Ele suspirava de prazer e cavalgava em cima de mim como uma louca. Enquanto subia e descia, fazendo meu pau entrar e sair do cu trêmulo dele, dava uns pequenos rebolados de vez em quando, balançando suavemente e fazendo eu sentir as paredes da pele deliciosamente. Ele se masturbava com força, apertava minhas pernas com uma força descomunal, expressando o prazer que não podia gritar aos quatro ventos. Quis se virar e, dessa vez, ficamos cara a cara. Colocou meu pau dentro do corpo dele de novo, entrou de uma vez só, dava uns pulinhos mantendo a Discrição que eu adorava, beijava meu pescoço e arranhava minhas costas com força. Coloquei uma quantidade generosa de saliva nas mãos e comecei a masturbá-lo pra ele sentir mais gostoso. Mordia meus lábios com uma vontade indescritível. A cadeira vibrava, e de repente uma chuva sutil molhava nossos corpos, provocando um arrepio gostoso nos dois. Meu corpo ficou tenso, e isso fez o cu dele se contrair, gerando uma pressão no meu pau que não consegui evitar de gozar. O gozo que ele adorava sentir escorrendo quentinho dentro do corpo dele. Continuei masturbando ele e esfregando a glande, quando no meu ouvido ele disse que tava gozando, deixando o esperma cair no meu torso. Não dá pra explicar aquela maravilha, parecia um vulcão em erupção em cima do meu corpo, e não resisti em lamber, com a mesma vontade que lambo uma casquinha de sorvete no verão. Amei o esperma dele, era macio e o sabor intenso, mas com uns toques que puxavam pro doce. Saboreei e engoli cada gota, como manda o figurino, claro! O que mais me apaixonou foi que o pau dele não amoleceu, continuava firme e duro igual ferro, e meu cu pulsava de vontade de sentir ele dentro. Foi aí que ele mandou eu deitar no tapete, e ele com o corpo em cima do meu, levantou minhas pernas e meteu no meu cu com um movimento forte e firme. Senti um pouco de dor, mas os movimentos dele fizeram eu esquecer completamente na hora. Aquele homem se mexia rápido e com estocadas bruscas, sentíamos os cheiros do cinema e isso dava um toque especial. Enquanto ele me comia como nunca, eu esfregava meu pau pra cima e pra baixo, dobrando o prazer. Trocamos de posição, de cabeça pra baixo, ele beijava meu cu e eu beijava o pau dele. Ele dava mordidas curtas mas fortes nas minhas nádegas, e aquela mistura era uma delícia. Ele virou e começou a me beijar enquanto eu metia nele, com os movimentos bruscos dava pra sentir claramente a barriga dele batendo nas minhas bolas e as dele se chocando nas minhas. contra meus glúteos. Eu ficava completamente louco sabendo que aquele homem estava realizando minha fantasia, superando altamente minhas expectativas. Não passaram dez minutos quando pude sentir meu pau dentro dele se contraindo, sem conseguir evitar minha gozada. Comecei a masturbá-lo com mais força e velocidade, beijando-o desenfreadamente, e chegou o momento: ele gozou de novo, dessa vez com menos intensidade, mas igualmente gostoso. Ele me beijou e sorrimos. No carpete, nos vestimos e, em silêncio, sentamos. Naturalmente, prosseguimos para terminar o filme como os outros espectadores. Demos as mãos e aproveitamos os doces que havíamos esquecido completamente durante a ação. O filme terminou e saímos, devolvemos os óculos agradecendo aos funcionários pela excelente experiência sensorial que pudemos curtir na sala 4D.

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