Isso é uma continuação de "Virgindade Perdida (3)"
Acontece que meu vizinho da frente me viu quando meu padrasto estava me comendo. Fiquei um pouco preocupada com medo de ele contar algo do que viu, passaram dois dias e estava tudo normal.
Mas no terceiro dia encontro uma mensagem e uma solicitação de amizade no Face...
O nome da solicitação era japonês ou algo assim, e no final dizia game,... achei que fosse alguma loja de jogos de anime. Mas a mensagem foi o que me fez sentir um aperto no peito.
- Oi Eli, tudo bem? Não nos conhecemos muito, mas outro dia te vi C:
eu: Oi oi, quem é você?
- Seu vizinho da frente, não se faça, você me conhece de vista
eu: Ahh, acho que sim, não sei seu nome mas te conheço
- E aí, o outro dia?
eu: Quando?
- O outro dia quando te vi num dos cômodos da sua casa :3
eu: Do que você tá falando? Não me enche, tô estudando e faz uma semana que não tô em casa, tava viajando
Tentei disfarçar pra ele não encher o saco e cortar o assunto. Mas ele me mandou uma foto.
Uma foto minha, onde eu tava sendo comida pelo Magro.... por sorte ele não aparece,
só aparece da cintura pra baixo, e não sei que tipo de câmera ele tem, mas saí em HD,
sou eu, você coloca uma foto de perfil minha e a foto que ele tirou, e não tem diferença nenhuma..
Até as mãos..
eu: Olha, vou ser direta... é meu namorado, e seria bom você apagar essa foto pra eu não ter problemas
- Problemas eu, acho que não... mas você??
eu: Meus pais sabem que tenho namorado, não vão falar nada
- Ahh, beleza, pensei que você fosse uma putinha, não tem problema eu mostrar pros meus amigos, né?
eu: Tem, sim, tem. Apaga isso, por favor, te peço
- hahaha, então essa foto custa dinheiro, né?
Não sabia como sair dessa situação, inventei uma história depois disso, dizendo que na verdade eu trabalho um pouco com isso, e que trocava a foto por um boquete.
Ele adorou a ideia, então não tive outra escolha senão fazer isso. Combinamos um dia e um lugar.
Chegou esse dia, lá na Na casa dele, meio-dia, quando não tem ninguém na minha casa nem na dele. Cheguei na casa dele normal, sem maquiagem, sem tomar banho, nada. Assim, na cara e na coragem, com roupa de descanso.
Óbvio que ele não ia ligar, se o que ele queria era um boquete...
Eu: "Beleza, vamos pro banheiro, e quando terminar, você me dá seu celular que eu quero apagar a foto pessoalmente, ok?"
- "Fechou, amiga, tranquilo. Mas melhor aqui no sofá."
Eu: "Não, nem fudendo... No banheiro ou eu vou embora."
Com certeza ele tinha algo armado pra filmar, então garanti que a gente fosse pro banheiro. Sentia que era mais seguro.
Já no banheiro, me ajoelhei num tapetinho pequeno que eles tinham, puxei a calça dele e a cueca pra baixo... perguntei se ele tinha tomado banho ou lavado o pinto pelo menos. Ele deu o ok.
Então encarei sem medo. O pau dele ainda tava dormindo, então comecei a chupar exagerando um pouco na pressa.
Se não ficasse dura ou não excitasse ele, ia ser muito difícil gozar, então comecei a chupar normal, mas como se tivesse com pressa.
Batia uma pra ele e olhava, pedindo a gozada com a língua pra fora.
Dava beijos nas bolas e fazia chupões na ponta da cabeça dele, deixando ela vermelhinha.
Ele começou a ganhar cor, a crescer, e eu comecei a salivar um pouco mais.
O pau dele era meio estranho, mas gostoso... cabeçudo e magro, acho que dava pra ver uma veia só, mas também era esponjoso. Quando eu batia uma e fechava a mão com força, sentia ele bem macio.
Então aproveitei um pouco disso... não era muito grande, mas dava pra manipular e fazer o que quisesse.
Ele chegava até minha garganta, até a campainha, então pratiquei um pouco de sexo oral com o pau dele,
enfando tudo e tentando colocar a língua pra fora e chupar os ovos sem engasgar.
Usei ele como gaita, passando pelos meus lábios, lambuzando ele todo de baba.
Cuspia nele,
chupava aqui,
chupava ali,
batia no meu rosto e na minha língua com o pau cheio de saliva...
Acho que passou um tempinho... não deu mais de 10 minutos e já comecei a notar ele estranho.
Eu: "Não goza na minha boca, hein. Não se atreve, senão eu mordo.
— E onde você quer? Na cara?
Eu: Não, não, termina aí no vaso, depois, se quiser, eu limpo um pouquinho e pronto.
Foi homem de palavra. Gozou no vaso e depois veio até mim pra eu chupar,
mas dei dois beijos, um boquete, e ele já sentiu aquelas cócegas, aquelas cócegas que vêm depois de gozar.
Fica sensível e a excitação dele morre na hora.
Enxaguei a boca, pedi o telefone dele e apaguei a foto. Claro, manjo muito de tecnologia, então rastreei a foto no Face, no Zap — que eram os únicos dois apps que ele tinha — e também na lixeira...
Apaguei tudo. Tinha várias fotos.
Queria ficar com uma, mas pra quê?
Só ia dar problema.
Nos despedimos, e ele perguntou meus preços.
Eu: hahaha, depois te passo.
Por dentro pensava: cai fora, essa foi sua única vez...
Me senti mais livre. Mais segura... e com vontade.
Mas o Magro não estava em casa...
Fim.
Acontece que meu vizinho da frente me viu quando meu padrasto estava me comendo. Fiquei um pouco preocupada com medo de ele contar algo do que viu, passaram dois dias e estava tudo normal.
Mas no terceiro dia encontro uma mensagem e uma solicitação de amizade no Face...
O nome da solicitação era japonês ou algo assim, e no final dizia game,... achei que fosse alguma loja de jogos de anime. Mas a mensagem foi o que me fez sentir um aperto no peito.
- Oi Eli, tudo bem? Não nos conhecemos muito, mas outro dia te vi C:
eu: Oi oi, quem é você?
- Seu vizinho da frente, não se faça, você me conhece de vista
eu: Ahh, acho que sim, não sei seu nome mas te conheço
- E aí, o outro dia?
eu: Quando?
- O outro dia quando te vi num dos cômodos da sua casa :3
eu: Do que você tá falando? Não me enche, tô estudando e faz uma semana que não tô em casa, tava viajando
Tentei disfarçar pra ele não encher o saco e cortar o assunto. Mas ele me mandou uma foto.
Uma foto minha, onde eu tava sendo comida pelo Magro.... por sorte ele não aparece,
só aparece da cintura pra baixo, e não sei que tipo de câmera ele tem, mas saí em HD,
sou eu, você coloca uma foto de perfil minha e a foto que ele tirou, e não tem diferença nenhuma..
Até as mãos..
eu: Olha, vou ser direta... é meu namorado, e seria bom você apagar essa foto pra eu não ter problemas
- Problemas eu, acho que não... mas você??
eu: Meus pais sabem que tenho namorado, não vão falar nada
- Ahh, beleza, pensei que você fosse uma putinha, não tem problema eu mostrar pros meus amigos, né?
eu: Tem, sim, tem. Apaga isso, por favor, te peço
- hahaha, então essa foto custa dinheiro, né?
Não sabia como sair dessa situação, inventei uma história depois disso, dizendo que na verdade eu trabalho um pouco com isso, e que trocava a foto por um boquete.
Ele adorou a ideia, então não tive outra escolha senão fazer isso. Combinamos um dia e um lugar.
Chegou esse dia, lá na Na casa dele, meio-dia, quando não tem ninguém na minha casa nem na dele. Cheguei na casa dele normal, sem maquiagem, sem tomar banho, nada. Assim, na cara e na coragem, com roupa de descanso.
Óbvio que ele não ia ligar, se o que ele queria era um boquete...
Eu: "Beleza, vamos pro banheiro, e quando terminar, você me dá seu celular que eu quero apagar a foto pessoalmente, ok?"
- "Fechou, amiga, tranquilo. Mas melhor aqui no sofá."
Eu: "Não, nem fudendo... No banheiro ou eu vou embora."
Com certeza ele tinha algo armado pra filmar, então garanti que a gente fosse pro banheiro. Sentia que era mais seguro.
Já no banheiro, me ajoelhei num tapetinho pequeno que eles tinham, puxei a calça dele e a cueca pra baixo... perguntei se ele tinha tomado banho ou lavado o pinto pelo menos. Ele deu o ok.
Então encarei sem medo. O pau dele ainda tava dormindo, então comecei a chupar exagerando um pouco na pressa.
Se não ficasse dura ou não excitasse ele, ia ser muito difícil gozar, então comecei a chupar normal, mas como se tivesse com pressa.
Batia uma pra ele e olhava, pedindo a gozada com a língua pra fora.
Dava beijos nas bolas e fazia chupões na ponta da cabeça dele, deixando ela vermelhinha.
Ele começou a ganhar cor, a crescer, e eu comecei a salivar um pouco mais.
O pau dele era meio estranho, mas gostoso... cabeçudo e magro, acho que dava pra ver uma veia só, mas também era esponjoso. Quando eu batia uma e fechava a mão com força, sentia ele bem macio.
Então aproveitei um pouco disso... não era muito grande, mas dava pra manipular e fazer o que quisesse.
Ele chegava até minha garganta, até a campainha, então pratiquei um pouco de sexo oral com o pau dele,
enfando tudo e tentando colocar a língua pra fora e chupar os ovos sem engasgar.
Usei ele como gaita, passando pelos meus lábios, lambuzando ele todo de baba.
Cuspia nele,
chupava aqui,
chupava ali,
batia no meu rosto e na minha língua com o pau cheio de saliva...
Acho que passou um tempinho... não deu mais de 10 minutos e já comecei a notar ele estranho.
Eu: "Não goza na minha boca, hein. Não se atreve, senão eu mordo.
— E onde você quer? Na cara?
Eu: Não, não, termina aí no vaso, depois, se quiser, eu limpo um pouquinho e pronto.
Foi homem de palavra. Gozou no vaso e depois veio até mim pra eu chupar,
mas dei dois beijos, um boquete, e ele já sentiu aquelas cócegas, aquelas cócegas que vêm depois de gozar.
Fica sensível e a excitação dele morre na hora.
Enxaguei a boca, pedi o telefone dele e apaguei a foto. Claro, manjo muito de tecnologia, então rastreei a foto no Face, no Zap — que eram os únicos dois apps que ele tinha — e também na lixeira...
Apaguei tudo. Tinha várias fotos.
Queria ficar com uma, mas pra quê?
Só ia dar problema.
Nos despedimos, e ele perguntou meus preços.
Eu: hahaha, depois te passo.
Por dentro pensava: cai fora, essa foi sua única vez...
Me senti mais livre. Mais segura... e com vontade.
Mas o Magro não estava em casa...
Fim.
2 comentários - Use mi boca para borrar una Foto (con el vecino)