Consertando um coração partido parte 2 (caso real) fotos (

Faz um tempo que publiquei um post contando como acabei transando com uma amiga que tinha sido traída. E então... não faz muito tempo, algo parecido aconteceu de novo com outra amiga, e quero compartilhar.

O nome dela é Viridiana, mas eu chamo carinhosamente de Viry. Ela entrou como funcionária temporária no trabalho, na área onde eu estava. Fiquei responsável por dar um pequeno treinamento pra ela, e isso ajudou a conhecê-la e me dar super bem com ela. Ela tinha uma filha, acho que hoje tem uns 5 anos, tem quase a minha idade (25), e na época estava, creio eu, casada ou amigada com o que era o parceiro dela. Depois que conseguiu a contratação 100% pela empresa, com o tempo viramos grandes amigos. Sempre saíamos pra comer juntos, esperávamos um pelo outro pra pegar o transporte depois do trabalho, e até flertávamos de brincadeira, além de falar abertamente sobre sexo sem nenhuma vergonha. Ela é uma mulher muito gostosa, principalmente por causa dos lábios meio grossos que me faziam fantasiar como seria um boquete dela, mas eu não queria nada além com ela, só uma amizade mesmo.

No entanto, um dia comecei a notar ela meio distante, não só comigo, mas também com os outros colegas. Percebia que ela podia estar com algum problema, mas não quis me meter na vida dela, e sempre que podia, dava uma força pra ela, fosse lá o que estivesse incomodando.

Depois de algumas semanas, num dos meus dias de folga, enquanto caminhava pra pegar meu transporte, vi num parquinho uma pessoa sentada, algo que não liguei muito. Mas, por obra do destino, percebi que era minha amiga Viry, que estava chorando. Quando nos vimos, a gente se cumprimentou e conversou um pouco. Ela me contou que há um tempo desconfiava que o parceiro dela tava traindo ela, mas não conseguia provar, até aquele dia em que recebeu uma mensagem anônima com prints de conversas dele com outras mulheres, e até fotos onde ele aparecia. sexo com outras, os dois brigaram e cada um foi pro seu lado

Não conseguia achar palavras pra descrever a situação dela, só soltava xingamentos pro agora ex-parceiro dela e mostrava empatia pelo problema dela. O que ela me disse foi que ia tentar falar com um conhecido pra poder ficar na casa dele aquela noite, porque não queria voltar e se encontrar com ele de novo. Diante disso, ofereci pra ela ficar na minha casa aquela noite sem problema nenhum. No começo ela recusou, dizendo que não queria me envolver, mas depois de insistir, ela acabou aceitando.

Já em casa, ela falava no telefone sobre o que aconteceu com um familiar, pelo que entendi, enquanto eu preparava algo pra jantar e deixar o ambiente mais tranquilo. A Viry, um pouco mais calma na sala, me contou que já tinha planos de ir buscar as coisas dela, pra depois ficar na casa dos pais; mas tinha que esperar eles voltarem da viagem, porque também tinham levado a filha dela junto. Então, ela me pediu, com toda a vergonha do mundo, pra ficar uns dias na minha casa, e bom... como o "bom amigo que sou", aceitei o pedido dela sem problemas.

Não vou negar que me diverti muito tendo ela em casa, principalmente pelo fato de ela se mostrar de cabeça erguida apesar da decepção. Além disso, ela agia de um jeito meio meloso e carinhoso comigo, me abraçando, até subindo em cima de mim enquanto a gente conversava. Sei que é meio estranho, mas não tanto quanto vê-la de lingerie em certas ocasiões, sem nenhuma vergonha de ser vista assim.

Quase mais de uma semana foi o tempo que ela ficou comigo, e não pensem que não tive vontade de fazer algo a mais com ela; digo... esses lábios que ela tem me faziam fantasiar como seria um boquete dela.

No último dia, a Viry me disse que logo iria pra casa dos pais, que já estavam voltando da viagem com a filha dela, e que uma amiga passaria pra buscá-la cedo. Então, já de noite, depois de chegar do trabalho, ajudei ela a arrumar as coisas que tinha trazido e preparei um último jantar como... despedida. Já tava me preparando pra dormir quando minha amiga bate na porta, pedindo pra entrar. Quando vi, ela tava só com uma blusa larga de alcinha, meio comprida, mas dava pra ver que por baixo tava usando uma calcinha rosa tipo fio dental, que mal escondia alguma coisa, como se ela não ligasse que eu visse (como sempre). Nem lembro qual foi a desculpa que ela deu, só me interessou quando ela disse que queria dormir comigo. Quando ela quase terminou a frase, eu falei que sim na hora. Por um instante passou pela minha cabeça a ideia de transar com ela, mas nada disso; a gente se aninhou e rapidamente dormiu, mas não por muito tempo.

No meio da noite, senti como se tivessem abaixando um pouco a calça do meu pijama, mas não liguei no começo, até que comecei a sentir meu pau molhado e como se estivessem puxando ele, dando a sensação de que realmente tavam me fazendo um boquete. O som da chupada e o calor da boca me faziam tremer. No escuro, pensei em acender uma das luminárias que tavam do meu lado, queria ver em detalhe como ela tava devorando meu pau. Quando iluminou um pouco o quarto, vi a Viry (quem mais, né?) mamando com satisfação, de olhos fechados. Ela fixou o olhar nos meus por um instante, me deu um sorriso safado sem parar de chupar meu pau como se fosse um pirulito do sabor favorito dela. Não falei uma palavra, nem perguntei "Por quê?". Só me deixei levar pelo momento, acariciando o cabelo dela e tentando ir mais fundo na boca dela, soltando uns gemidinhos pra mostrar que tava gostando.

Tava quase gozando e ela parecia saber. Rápida e meio bruta, puxou meu pau, colocou a cabeça na língua dela, dando a entender que queria provar meu leite. E dito e feito: gozei. Mesmo sentindo que nessa primeira vez não saiu muito, deu pra sujar a boca dela e parte do rosto. Depois ela lambeu os lábios e limpou meu pau, ouvindo ela saborear o gosto da minha porra.

Pouco tempo depois, uma assim que meu pau ficou limpo e continuou duro pra seguir, ela se levanta na cama e com um movimento sensual ela tira primeiro a calcinha dela mostrando uma buceta molhada de cor rosa e um tanto carnuda gotejando levemente, em seguida a blusa que ela tava também tirava devagar mostrando uns peitos firmes um pouco grandes, com uns biquinhos durinhos de cor morena. Mostrando o corpo nu dela se acariciando sensualmente ela desce devagar ficando numa posição de montaria pra me dar um beijo quase de língua; ela dava uns pequenos movimentos roçando meu pau com a pélvis quase tocando a buceta dela, então já era hora. Procurando na gaveta do lado peguei um camisinha mas ela pegou jogando em algum lugar do quarto semi-iluminado. Minha reação foi de surpresa e com um tom baixo perguntei: "Tem certeza?" Ela por sua vez só me beijou do mesmo jeito, logo ela se posiciona mexendo meu pau na posição da buceta dela, aos poucos ela desce o corpo fazendo ele entrar, sentindo o quente e molhada que tava a buceta dela me deixando mais tesudo. Percebi como o corpo dela tremia, gritando um gemido como se já tivesse gozado. "Me desculpa, nem me senti mulher desde que minha filha nasceu, me dá um segundo."

Achei meio estranho, porque das vezes que a gente conversava sobre sexo ela comentava que transava sim, embora não muito frequente, de qualquer forma não ia falar nada, só importava agora aproveitar o momento.

"Me faz esquecer."

Com essas palavras Viry se movia devagar pra frente e pra trás mordendo os lábios e gemendo docemente, eu podia sentir como meu pau se mexia dentro dela, sentindo cada cantinho da buceta dela, também minhas mãos percorriam desde os quadris dela até os peitos acariciando e beliscando levemente os biquinhos duros dela. Daqui a pouco os movimentos dela ficaram mais rápidos dando pequenas sentadas no meu pau deixando a penetração mais gostosa. tentava acompanhar o ritmo dela, mexendo agora meus quadris pra que ela não fizesse tudo sozinha.

Depois de um tempo na mesma posição, consegui colocar minhas mãos nas costas dela, puxando ela pra perto de mim, abraçando com força, girando meu corpo pra ficar por cima dela, na posição de missionário, e ao mesmo tempo consegui tirar a parte de baixo da minha pijama pra entrar nela de novo e comer ela com mais conforto, abrindo o máximo possível as pernas dela; minhas estocadas eram meio brutas, fazendo um barulho de batida entre a pélvis dela e a minha. Ela me prendia com as pernas, enrolando elas no meu corpo, me segurando, mas mesmo assim eu continuava com meus movimentos, dessa vez mais rápidos e mais fundos, fazendo ela gozar.

Tava quase gozando, tava muito tarado, mas queria aproveitar mais, então parei um instante, saí da buceta dela, falei no ouvido dela que queria um 69, e ela topou numa boa, isso me deu uma chance de relaxar e minha mente ficaria focada no gosto da buceta dela... E sim, a pussy dela exalava um calor gostoso e os sucos tinham um sabor delicioso. E apesar das boquetes dela serem yummy, ainda consegui arrumar tempo pra comer a Viry de novo.

Já era um pouco mais de madrugada e a gente ainda tava transando, eu tinha gozado 3 vezes, uma vez deixei gozar dentro dela, enquanto ela teve só um orgasmo, mesmo assim a gente experimentou de tudo um pouco, mas enquanto eu tava metendo de quatro e puxando leve o cabelo dela, me fez lembrar daquela vez que passei pela mesma situação com outra amiga.

"Assim... Me dá mais tasty... Dá pra essa gostosa a cock que ela merece... Sou sua, me dá tasty... Etc"

Acho que tinha cumprido minha missão de fazer ela esquecer. Só os gemidos dela e as palavras de excitação ecoavam no meu quarto, as palmadas e o movimento da cama batendo na parede. Ouvir minha parte tava bem satisfeito, só pelo fato de ter fodido ela.

Já tava no meu limite e sabia que seria a última gozada, na posição de quatro que eu tava com ela, tirei devagar meu pau pra deitar ela de barriga pra cima, rapidamente subi em cima dela, posicionando meu pau na boca dela; Viry sem eu falar nada, abriu a boca, então comecei a me mexer onde literalmente tava fodendo ela pela boca, ela pra não ficar atrás se dedava tentando também fazer a boca acompanhar meus movimentos. Não durou mais de 6 minutos e joguei minha última carga de porra na boca dela ouvindo como ela se engasgava com minha gozada, além de sentir o corpo dela tremer pra caralho dando a entender que gozou junto com um jato saindo da buceta dela.

Tirei meu pau da boca dela pra cair exausto do lado dela, observava como ela continuava se esfregando e com os dedos saboreando os restinhos de porra que ficaram nas bochechas dela ofegando igual o cansaço e a excitação, embora ela se aninhou comigo e rapidamente dormimos.

Já de manhã, acordamos nos olhando nos olhos, foi momentâneo, pra entrar no banho juntos e tomar café, não tocamos muito no assunto do sexo, só que ela me disse que agradecia por eu ter cuidado dela esses dias, e também por novamente fazer ela se sentir mulher e amada... bom pra isso que servem os amigos, não é mesmo?

Bom, depois disso tudo, nos trocamos e ajudei a preparar as coisas dela pra quando a amiga chegasse ela fosse embora rápido, além disso ela tava com saudade da filha.

Esperamos um bom tempo na sala sentados num dos sofás, conversando de tudo um pouco ouvindo música. Viry recebe uma ligação da amiga dizendo que chegaria em 20 minutos, ao desligar ela vem na minha direção sentando em mim, enquanto me rodeava com os braços.

"E se enquanto ela não chega, você me dá um presente de despedida?"

Obviamente não vinha nada mal essa ideia, uma rapidinha como despedida, demos um beijo apaixonado onde nossas línguas se chocavam uma na outra, depois ela beija meu Pescoço me dando leves chupões enquanto eu massageava as nádegas dela por cima da saia longa branca; descendo mais, ela se afasta de mim e se ajoelha no chão enquanto desabotoava minha calça pra que, assim que eu tirasse meu pau, ela começasse a chupar ele. Eu relaxei vendo como ela saboreava meu pau de novo, colocando minha mão na cabeça dela pra que ela descesse mais na hora de chupar. Quando meu pau já tava durasso, ela subiu de joelhos num dos sofás, olhando como ela tirava a calcinha e empinava o máximo possível as nádegas, se abrindo pra mostrar a buceta dela de novo molhada. Peguei na cintura dela e, de uma só vez, enfiei meu pau na buceta dela; minhas estocadas não demoraram e os gemidos dela aumentavam minha libido, mesmo com o tempo contado, fiz o possível pra que aquela rapidinha fosse gostosa.

Não aguentei mais e gozei fora, espalhando todo meu leite nas nádegas dela, na buceta e em parte da saia. A gente se levantou e ela, de surpresa, tirou a calcinha e me deu de presente, como uma lembrança, segundo ela, pra continuarmos em contato. Aceitei meio estranhado, mas agradecido.

O carro da amiga dela tinha chegado, então ajudei a levar as coisas dela pro carro, não sem antes pedir pra tirar uma foto dela, com a desculpa de que gostava da combinação de roupa. Ela aceitou e eu tirei rapidinho no celular. No final, antes dela entrar no carro, me deu um último beijo. Me despedi dizendo que, de qualquer forma, se precisasse de algo, era só me avisar, que ajudaria no que pudesse.

Vi o carro dela ir embora, voltei pra pegar a calcinha dela e cheirar, esperando que um dia rolasse de novo transar com ela.Consertando um coração partido parte 2 (caso real) fotos (

vadia

fotos

Here are the translations

**Op

sexo

sexo oral

amigaA foto que tirei antes dela ir embora e a calcinha delainfidelidade

caso real

Veja também a primeira parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3190114/Arreglando-un-corazon-roto-caso-real-Fotos-soft.html

Consertando um coração partido parte 2 (caso real) fotos (

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