Provocando e Iniciando Meu Filho no Sexo Parte 2

No dia em que o Marcos voltou, fui ao aeroporto sozinha. Não foi difícil convencer meu marido a me acompanhar para buscar o filho "gay" dele. Quando o vi aparecer, juro que senti minha buceta vibrar de emoção. Ele se aproximou sorrindo e me beijou nas bochechas.- Vem, mãe, vamos pra casa.Ele disse enquanto discretamente passava a mão pela minha bunda.- Eu estava pensando que a gente podia parar o carro em algum lugar afastado. Tô doida pra sentir seu pau na boca de novo.Sussurrei no seu ouvido.- Claro que sim.Ele disse, pegando minha mão e começando a andar.Precisamos conversar sobre meu presente de Natal.
- E isso? Já te comprei alguma coisa.Eu disse, sabendo perfeitamente que ela ia me pedir algo sexual.- Me parece bem. Mas além disso, quero como presente seu corpo inteiramente à disposição dos meus desejos por um dia inteiro. Sem perguntas nem protestos, você simplesmente obedecerá.Sorri para ele enquanto concordava e juntos fomos até o carro para começar um Natal inesquecível.

Ao sair do aeroporto, entreguei as chaves do meu carro para que Marcos dirigisse. Colocamos os casacos no banco de trás e ligamos o aquecimento. Marcos vestia um moletom azul com capuz e uma calça jeans. Eu usava uma saia preta e um suéter de lã violeta. Por morarmos em uma cidadezinha nos arredores de Málaga, era muito fácil encontrar um lugar isolado pelas estradas que cruzam a serra. Mal saímos de Málaga, não consegui me conter e minha mão foi direto para o pau do meu filho.- Nossa, mãe, você sentiu mesmo a minha falta, hein.Marcos disse enquanto se ajeitava para que minha mão apalpasse bem aquele tesouro.- Mamãe sentiu muito sua falta, meu amor. Mamãe sentiu muita falta disso.Eu respondia enquanto apertava seu pacote inchado.- Por aqui não tem muita gente, você podia tirar ela e brincar com ela.Quase instantaneamente, comecei a lutar com o zíper para libertar o pau dele. Quando tirei para fora, fiquei olhando enquanto minha mão subia e descia pelo tronco daquele pau majestoso.Caralho, putinha, tá ficando com água na boca, né?
- Porra, mamãe, você é a melhor.Meu filho disse, bufando.- É mesmo? Eu me masturbo melhor que a Laura?
- A Laura dá umas belas punhetas, mas você é uma mestra.
- Obrigada, meu bem. Que tal a gente comparar os boquetes agora?
- Tá bom. Mas primeiro quero ver sua bucetinha.Soltei o cinto de segurança e me virei, apoiando as costas na porta do carro. Lentamente, fui levantando a saia sob os olhares disfarçados do meu filho. Quando a saia se enrolou na minha cintura, Marcos soltou um assobio ao ver que eu não estava usando calcinha. Abri as pernas o máximo que aquela posição permitia e comecei a acariciar minha buceta com uma mão, enquanto com a outra lambia meus dedos para sentir o gosto do pau do meu filho. Marcos reduziu um pouco a velocidade para se deliciar com a visão da mãe se tocando para ele, enquanto eu começava a sentir as primeiras gotas dos meus fluidos escorrendo pela minha bunda.- Já posso chupar seu pau, meu bem? Ou você quer dar uma olhada mais um pouco?
- Tô quase estourando.Marcos me respondeu, já dirigindo com uma mão só.- Deixa eu te ver mais, enquanto procuro onde parar.Um pouco mais adiante paramos em um dos espaços para os motoristas descansarem. Marcos reclinou o banco, eu fiquei de quatro no meu e me joguei sobre o pau dele. Comecei a lamber o tronco dele e a passar meus lábios pelo mastro do meu garoto de baixo para cima devagar até que não aguentei mais e enfiei o pau dele na minha boca.Caralho, que maravilha de pau, nunca vou me cansar desse saborEnquanto eu começava o boquete, meu filho aproveitou que eu ainda estava com a saia arregaçada na cintura para enfiar dois dedos na minha buceta encharcada. Comecei a acelerar a mamada, quase enfiando a pica do meu filho na garganta enquanto Marcos me fodia com os dedos e jatos dos meus fluidos escorriam pelas minhas coxas. Logo em seguida, meu filho começou a gemer mais rápido e senti os jatos de porra na minha boca. Comecei a engolir tudo que conseguia, embora a descarga tivesse sido brutal e um pouco escapou pelo canto da minha boca. Enquanto isso, meu filho continuava perfurando minha buceta com os dedos, tirei o pau dele da minha boca e gritei enquanto minhas pernas tremiam, dominada pelo orgasmo. Terminei de limpar a pica do meu filho, arrumamos nossa roupa e seguimos o caminho para casa.

Ao entrar em casa, encontramos Alberto, meu marido, no sofá vendo TV.Oi, pai. Como vão as coisas? Senti sua falta.Fiquei de pedra ao ouvir Marcos. Conversando com ele durante a volta pra casa, eu tinha percebido como meu filho tinha mudado desde nossas férias. O tom de voz, a segurança, o jeito de se comportar. Tudo aquilo sumiu quando entramos em casa. Para ficar com o pai, ele tinha voltado a adotar a personalidade de nerd que tinha antes dos nossos encontros sexuais, para que o pai continuasse pensando que ele era gay.- Oi, Marcos. Tô aqui na mesma, vendo TV.Ela disse sem nem olhar para a cara dele:Por que você não vai largar suas coisas? Em meia hora vamos jantar.
Desgraçado do caralho. Faz três meses que você não vê seu filho e nem olha na cara dele. Nem um abraço, nem um beijo. Eu vou dar todo o amor que ele precisa.Marcos pegou na minha mão, indicando que eu o acompanhasse. Subimos para o andar de cima, onde ficava o quarto dele, e ao entrar ele fechou a porta, tirou o moletom e a camiseta que usava por baixo. Fiquei olhando aquele torso jovem, aqueles abdominais definidos e minha buceta vibrou pedindo guerra. Marcos me segurou pela cintura e começou a me beijar com luxúria, me levantou, me sentou na escrivaninha dele e enfiou as mãos por baixo da minha blusa para tirá-la.- Não, meu bem. Já te falei, vamos ter que esperar seu pai ir pro bar com os amigos ou algo assim.Marcos se afastou de mim sem dizer nada e se despir completamente. Sem parar de me olhar, começou a se masturbar na minha frente. Eu não conseguia desviar os olhos do pau brilhante dele enquanto mordia levemente o lábio de puro desejo.- Mãe, ou a gente transa agora mesmo ou eu vou me masturbar daqui até a hora de ir embora e você nunca mais vai ver esse pau.
Boa, você fez bonito, putinha. Talvez em Tenerife você controlasse a situação, mas agora ele sabe que tem o controle. O que está esperando, gostosa? Oferece sua buceta, você sabe que não vai aguentar tê-lo perto sem a chance de dar pra ele.Sorri para meu filho enquanto ele puxava minha blusa e tirava meu sutiã, deixando meus peitos à mostra. Marcos acelerou a masturbação ao ver meus peitos e seu pau atingiu o máximo esplendor. Enrolei minha saia novamente na cintura e comecei a inserir dois dedos para preparar minha buceta.- O que você está esperando, meu bem? Dá uma boa fodida na mamãe.Marcos se aproximou de mim e começou a esfregar o pau dele na entrada da minha buceta. Eu suspirava enquanto minha buceta ia ficando molhada e meu filho passava a outra mão pelos meus peitos. Ele pôs as mãos na minha bunda e me posicionou na escrivaninha, pegou o pau de novo e enfiou de uma só vez. Porra, o gemido de surpresa que soltei foi enorme. Tampei a boca com a mão enquanto meu filho me arrebentava a buceta. Com certeza as aulas de Tenerife tinham ensinado ele a comer uma mulher. Eu ouvia o som das bolas dele batendo na minha bunda, o barulho dos meus fluidos quando o pau dele entrava em mim de novo e de novo.- Ah, porra, Marcos, que delícia, continua assim, meu amor, come essa mamãe do jeito que ela gosta.Eu sussurrava para ele.
Coloquei minhas mãos sobre seus peitorais enquanto gemidos escapavam da minha boca. Sentir os músculos duros do meu filho me deixou a mil. Marcos intensificou a foda e eu tive que levar as mãos à boca de novo para não gritar quando o orgasmo me sacudiu. Todo o meu corpo ficou tenso enquanto meus olhos reviravam e eu fazia o impossível para não gritar de prazer. Meu filho continuou me fodendo brutalmente por mais um tempo, até que senti os jatos de sêmen inundarem minha buceta. Quando ele tirou o pau de dentro de mim, ouvi parte da porra cair no chão. Ele agarrou meus peitos e voltou a comer minha boca com o pau apoiado no meu abdômen.- Porra, gostosa, como eu queria fazer isso.
- Eu também, meu amor, mas temos que tomar cuidado com seu pai.
- Parece que o viadinho do seu filho deu uma boa fodida na sua mulher, né?- Ele me disse, sorrindo.- Vai, não seja mau.Eu disse sem conseguir conter um sorriso.- Vamos descer para jantar.
- Hoje à noite vou estar te esperando.Ele me contou quando se vestiu, antes de sair pela porta.
O jantar transcorreu sem novidades. Meu marido e meu filho trocaram palavras educadas sobre trabalho e estudos. Em certo momento, Marcos nos contou que conheceu um cara na academia e que tinham ficado bem amigos. Eu sabia que era mentira e o olhar que o pai dele me deu confirmou que ele fez aquilo para deixar claro que estava transando com aquele cara. Meu marido começava a me dar uma certa pena, mas ele mesmo procurou por ser homofóbico. Nada disso teria acontecido se ele tivesse tratado meu filho com carinho e respeito e tivesse nos acompanhado a Tenerife.
Quando fomos todos para a cama, meu marido me procurou entre os lençóis. Disse que estava cansada e lhe dei um bom boquete. Me virei de costas para ele para dormir, mas não conseguia parar de pensar no quarto do Marcos.Que puta você é, tem um marido que te ama e te come, e você só pensa na pica do seu filho.
Eu amo meu marido, adoro transar com ele, mas por que não posso ter dois paus? Também amo meu filho.Enquanto acariciava minha buceta, recriando a cena na escrivaninha com meu filho, esperei meu marido adormecer. Pouco depois, já estava com a mão na maçaneta do quarto de Marcos.

Quando entrei, meu filho estava completamente nu, olhando para mim. Fechei a porta e tirei meu pijama enquanto Marcos observava atentamente o corpo nu de sua mãe, ao mesmo tempo que massageava seu pau. Caminhei até sua cama, deitei ao seu lado e começamos a nos beijar. Meu filho me virou de costas enquanto devorava minha boca com paixão, e sua mão começou a acariciar meu corpo. Ele foi descendo enquanto chupava meu pescoço, meus peitos e, ao chegar na minha xota, começou a lambê-la de cima a baixo enquanto enfiava sua língua dentro de mim. Meus mamilos ficaram duros como pedra e estiquei minha mão para segurar a cabeça do meu filho, mostrando o quanto estava gostando. Depois de um tempo, Marcos me virou e continuou me comendo, dessa vez alternando entre minha buceta e meu cu. Ele se ergueu atrás de mim e apoiou seu pau na entrada do meu ânus.- Você não tem ideia de como eu senti falta dessa raba, gata.Ela sussurrou para mim.- Então tá tudo pronto, meu amor. Arrebenta o cu da mamãe.Seu pau começou a me penetrar devagar, para depois começar uma boa fodida anal. As bolas do meu filho batiam na minha bunda a cada enfiada enquanto eu mordia o travesseiro dele para reprimir meus gemidos e rezava para que a separação entre o quarto dele e o meu fosse suficiente.- Porra, amor. Continua assim, minha vida. Come o cu da mamãe. Diz pra mamãe que você prefere o cu dela ao da Laura.
- A Laura eu ainda não comi pelo cu, por enquanto. Mas sei que nada que eu faça com ela vai superar te comer.Voltei a morder o travesseiro enquanto gozava. Deslizei minha mão para esfregar minha buceta durante o orgasmo e sentia meus fluidos escorrendo na cama. Marcos me deu um tapa forte na bunda e começou a encher meu cu de porra enquanto eu sentia seu corpo ficar tenso. Quando o pau dele saiu de dentro de mim, me deixei cair na cama completamente satisfeita por aquela noite. Ficamos mais um tempo abraçados e nos beijando, nossas mãos não paravam quietas percorrendo nossos corpos. Finalmente voltei para o meu marido com um sorriso nos lábios, certa de que iria aproveitar muito aquelas férias.

Durante aqueles dias, quase todas as noites eu fazia uma visita ao meu filho. No resto do dia, aproveitávamos cada saída do meu marido, seja para ir ao bar com os amigos ou para trabalhar, para que meu filho enchesse todos os meus buracos. De vez em quando eu transava também com meu marido, não podia deixá-lo desatendido por tanto tempo.

Na manhã de Natal, cheguei na sala depois de dormir profundamente após uma ótima foda à meia-noite com meu filho. Marcos e seu pai estavam tomando café da manhã, sem se falarem, como de costume, e eu disse que era hora de abrirmos os presentes. Quando abri o presente do Marcos, vi que era um iPad. Beijei suas bochechas para agradecer e ele sussurrou no meu ouvido:- Vá pro banheiro e acende a luz.Sentei na privada e liguei o computador. Tinha uma pasta chamada "mamãe". Nervosa com o que poderia conter, abri e vi um documento de texto e três arquivos de vídeo. O texto se chamava "1" e os vídeos iam do 2 ao 4. Cliquei no texto e li:Amanhã é o dia do meu verdadeiro presente, mamãe. Espero que você lembre das instruções: sem perguntas, sem protestos. Tenho assistido muito pornô durante esse tempo longe de você e baixei esses vídeos para que você saiba de antemão o que te espera. Amanhã você e eu vamos para a capital, você terá que reservar um quarto de hotel. Precisa pensar no que vai dizer pro papai para explicar que passaremos o dia juntos e que depois vai contar pra ele que não dormiremos em casa. Agora abaixa sua calcinha e se masturbe com os vídeos. Lembre-se de assisti-los em ordem, todos são fantasias que quero realizar com você, mas a última deixo pra você decidir se quer realizar ou não, mas quero que saiba que é a minha favorita. Te amo, mamãe.Tirei o pijama e a calcinha e me acomodei no vaso. Apoiei o iPad no cesto de roupa suja e apertei o vídeo "2", deixando o volume bem baixo enquanto enfiava dois dedos na minha bucetinha.

No vídeo, uma garota estava chupando o pau do namorado. Era um pau bonito e ela chupava muito bem, mas eu não entendia a fantasia do meu filho. Pelo menos não até o cara agarrar a cabeça da garota e começar a foder a boca dela com violência, segurando a cabeça com todo o seu pau considerável enfiado na garganta até que ela não aguentou mais, e ao soltá-la, deu um tapa enorme no rosto dela, agarrou a cabeça de novo e continuou a violentar a boca dela.Amanhã você vai atingir um novo nível de putaria, gostosa.Fechei o vídeo e passei para o próximo enquanto me masturbava sem parar.

No vídeo aparecia um cara fodendo analmente uma mina com violência, em um dado momento ele tirou o pau e jogou ela no chão de costas. O cara aproximou seu pau e começou a mijar no rosto e nos peitos da mulher, para depois continuar fodendo ela enquanto ela passava as mãos pelo seu corpo coberto de mijo e lambia elas.Caralho, com meu filho. Espero que ele também queira que eu mije nele.Quando abri o último vídeo e vi o conteúdo, o choque fez eu parar minha masturbação. Será que meu filho realmente queria que a gente fizesse aquilo?vadia, lembra das regras. Dá esse presente pro seu filho e você vai ter o pau dele pro resto da vidaVoltei a me masturbar enquanto observava a cena. A verdade é que era muito excitante e imaginarme fazendo aquilo com meu filho estava me deixando muito molhada. Antes que o vídeo terminasse, gozei entre espasmos, limpei os fluidos das minhas coxas e voltei para a sala. Sorri para meu filho às escondidas do meu marido e concordei com a cabeça. Meu filho sorriu, se aproximou e pegou minha mão para me levar para cima enquanto meu marido assistia TV e fumava um dos charutos que Marcos tinha dado de presente. Eu caminhava ao lado do meu filho observando a ereção enorme que se formava no pijama dele enquanto lambia meus lábios.

Na manhã seguinte eu estava muito nervosa. Depois do boquete que dei no Marcos quando aceitei realizar as fantasias dele, meu filho me proibiu de gozar pelo resto do dia. O safado ficava me provocando, apertando minha bunda ou meus peitos quando meu marido ou os outros parentes que vieram para as festas se distraíam um pouco. Na noite anterior eu estava louca para transar e quando meu marido veio me procurar para uma rapidinha de Natal, tive que dizer que estava com dor de cabeça por causa de todo o álcool que tinha bebido e me contentar em saborear a porra que consegui chupando o pau dele.

Saímos cedo de casa para chegar no hotel o mais rápido possível. Tinha dito pro meu marido que ia passar o dia com Marcos na cidade, íamos fazer compras, comer fora e talvez ver um filme no cinema. A ideia era dizer que depois do cinema tomamos uns drinks e era melhor não dirigir, voltando só na manhã seguinte. Coloquei um vestido preto com decote cavado, peguei meu casaco e saí com meu filho em direção ao carro. Assim que fechei a porta, dei um pulo quando senti a mão do Marcos agarrando minha bunda.- Se prepara, puta. Vai ser um dia inesquecível.Ele sussurrou no meu ouvido.
Sorri como uma boba enquanto tentava reagir ao fato de meu filho ter me chamado de puta. Supus que a humilhação verbal vinha junto com o tratamento que aceitei dele como presente. Subi no carro e comecei a dirigir. Pouco depois de sair da cidade e chegar às estradas desertas que ligavam à capital, Marcos começou a apertar meus peitos. Depois de passar o dia e a noite anterior com tesão, o contato logo fez meus mamilos ficarem duros como pedra.- Nossa, parece que a proibição te deixou igual uma puta no cio, mamãe.Olhei para ele mordendo meu lábio inferior enquanto continuava a desfrutar das carícias do meu filho em meus seios. Isso e suas palavras duras já estavam começando a fazer eu perceber como minha buceta ia ficando molhada.- Vamos ver o quão obediente a minha putinha é.Ele enfiou a mão no meio do meu decote e, com um puxão, abaixou-o, deixando meus dois peitos à vista. Dei um pequeno grito de surpresa enquanto meu filho beliscava meus mamilos. Eu estava de olhos arregalados, rezando para que nenhum carro passasse por nós, pelo menos não um carro com algum conhecido da cidade. Meu filho riu, recostou-se e tirou seu pau, começando a se masturbar na minha frente. A surpresa e um pouco de indignação com a situação logo passaram, sendo substituídas pela safadeza e pela excitação. Soltei a alavanca de câmbio para pegar o pau do meu filho e punhetá-lo enquanto mantinha os olhos fixos na estrada, com meus peitões ao ar. Finalmente, um carro passou por nós, e a buzina do motorista indicou que ele tinha curtido uma boa vista dos meus seios túrgidos. Pouco depois desse incidente, Marcos colocou meu vestido de volta e chegamos à cidade.

Ao chegar no hotel, meu filho foi até o porta-malas e pegou duas malas. Ele me deu uma e disse que era minha roupa para a noite. Eu não tinha ideia de quando ele tinha feito isso, mas parece que ele tinha preparado tudo muito bem. Pegamos a chave na recepção e fomos para nosso quarto. Ao entrar, meu filho me pegou pelo pescoço e me encostou na parede. Ele começou a lamber meus lábios enquanto enfiava a mão livre por baixo da minha saia para começar a acariciar minha bucetinha, e sorriu ao perceber que eu não tinha colocado calcinha.- Nossa, putinha, parece que você veio bem preparada.
- Meu único desejo é satisfazer meu senhor.Entrei no jogo. Sem soltar meu pescoço, meu filho começou a me guiar para que eu ficasse de joelhos enquanto desabotoava o jeans e exibia seu pau.- Abre bem a boca, gostosa.Obedeci sem reclamar e ele começou a introduzir seu membro potente na minha boca lentamente. Porra, eu estava o dia todo querendo sentir o gosto do pau do meu macho de novo. Ele me agarrou pelo cabelo e começou a meter na minha boca com violência. A saliva escorria da minha boca pela foda brutal e ia escorrendo pelo meu rosto até cair no meu decote. Quando não aguentei mais, empurrei um pouco com as mãos nas pernas dele e meu filho me soltou. Mal consegui aspirar um pouco de ar e o tapa me acertou em cheio na bochecha.Caralho, puta. Aqui está seu primeiro tapa. Admite o quanto você quer que o segundo chegue, gostosa.
- puta, cruze as mãos atrás das costas e não faça isso de novo.Ele me ordenou enquanto puxava meu cabelo para que eu olhasse em seu rosto e cuspia em mim.
Ele enfiou seu pau na minha garganta novamente. A sensação de submissão e abuso a que estava sendo submetida fez minha buceta ficar encharcada instantaneamente. Nunca imaginei que gostaria tanto de ser usada por um homem daquela maneira. As lágrimas escorriam pelo meu rosto pelos impactos daquele pedaço de membro na minha garganta. De vez em quando, meu filho tirava seu pau da minha boca para me dar um tapa e enfiá-lo novamente. Uma das vezes que ele me soltou, baixei a cabeça e deixei cair uma quantidade enorme de saliva misturada com fluidos no meu corpo, e observei meu vestido preto cheio de restos brancos de toda a saliva que havia escorrido pelo meu rosto. Fiquei a mil ao ver minha roupa naquele estado.
Depois de alguns minutos, meu filho tirou seu pau da minha boca, afastou-se um pouco e começou a se masturbar na frente do meu rosto enquanto eu abria a boca e me oferecia para receber sua gozada iminente. Marcos bufou enquanto meu rosto recebia os jatos de sêmen do meu filho. Quando ele terminou, enfiou seu pau novamente para que eu o limpasse com minha língua e lábios.- Você fez um ótimo trabalho, putinha. Fique aí e não se mexa até eu mandar.Ele disse depois de ter seu pau brilhante e foi se deitar na cama.
Fiquei de joelhos, recolhendo com meus dedos a porra do meu filho que estava na minha cara e colocando na boca. Sentia o rosto dolorido, embora cada uma das porradas que recebi tenha sido enormemente prazerosa. Olhei meu vestido, completamente encharcado de porra e saliva, e sorri ao imaginar minha própria imagem de puta ali jogada no chão.Caralho, você gozou mais nesse momento do que em qualquer foda que já te deram na vida. Queria poder meter meus dedos na sua buceta agora mesmo até você gritar.Logo depois, ouvi meu filho pedindo comida no serviço de quarto. Ele apareceu de novo na minha frente, me pegou pelo pescoço e me levantou.- Que visual é esse, sua puta.Ele disse isso enquanto limpava a porra do meu vestido e enfiava os dedos na minha boca.- Tira a roupa.Ele soltou meu pescoço e eu tirei o vestido. Ele me agarrou pelo braço e me levou até a cama, onde me colocou de quatro. Começou a introduzir dois dedos na minha buceta e eu comecei a gemer como uma putinha.- Tá com vontade de gozar, né, putinha?
- Isso, amor! Eu quero gozar, quero jorrar pra você.Meu filho tirou os dedos e me deu dois tapas fortes na bunda.- Quer mais, putinha?
Porra, claro que quiero mais. Bate forte na bunda da mamãe
- Sim, amor. Me bate mais. Castiga sua putinha.Ele continuou batendo forte na minha bunda enquanto eu não parava de gemer, até que ouvimos as batidas na porta.- Vira de costas e se masturba até eu voltar. E nem pense em gozar ou parar.Obedeci enquanto meu filho foi buscar a comida. Estava masturbando minha buceta com dois dedos quando vi o garçom aparecer no corredor. Fiquei olhando para ele surpresa enquanto o cara fixava os olhos na puta que estava na cama, se masturbando completamente nua. Me recuperei rápido do susto e continuei me tocando para não decepcionar meu filho. O cara deixou as bandejas numa mesinha do quarto e saiu envergonhado enquanto meu filho sorria.

Quando o garçom saiu, Marcos se despiu e se posicionou em cima de mim, enfiando o pau de uma só vez. Começou a me foder com força enquanto segurava meu cabelo.- Caralho, putinha. Como você me deixou excitado vendo você se masturbando com o garçom olhando. Você é uma putinha muito obediente.
- Eu só quero te satisfazer, amor.respondia entre gemidos.- Mamãe está quase gozando, meu amor. Continua me comendo com força.O orgasmo não demorou a chegar, minhas pernas tremiam enquanto ondas de prazer inundavam meu corpo ao mesmo tempo que o sêmen quente do meu filho enchia minha buceta. Exausta, fiquei deitada na cama enquanto Marcos chupava meus peitos.

Depois de comer totalmente pelados, ficamos conversando como mãe e filho até que Marcos se recuperou o suficiente e voltou para a cama. Deitou-se de costas e agarrou o pau, que já estava recuperando um tamanho bastante aceitável.- Vamos, putinha, vem pegar a sobremesa.Ele não precisou repetir. Me aproximei lambendo os lábios, subi na cama me colocando de quatro na frente dele e comecei a chupar aquela rola deliciosa. Meu filho colocou as mãos atrás da cabeça enquanto se deliciava com a chupada que a puta da sua mãe estava dando. Pouco depois, ele agarrou minha cabeça e assumiu o controle. Sua pica voltou a perfurar minha garganta enquanto minha saliva escorria sobre suas bolas. Em seguida, ele começou a empurrar minha cabeça para baixo enquanto abria as pernas, posicionando minha boca na altura do seu cu. Sem pensar duas vezes, comecei a lamber meu primeiro cu.- Ah, porra, gata. Isso mesmo, come minha bunda.Gemendo, Marcos se masturbava enquanto soltava minha cabeça. Abri a bunda do meu filho com minhas mãos e continuei chupando e lambendo, tentando fazer minha língua chegar o mais fundo possível. Depois, ele se levantou, me deixando naquela posição, e se posicionou atrás de mim. Senti a saliva do meu filho escorrendo na minha bunda, e ele a esfregou no meu cuzinho antes de apoiar o pau na entrada e começar a me sodomizar. Comecei a gemer enquanto acariciava minha bucetinha, ao mesmo tempo que o pau dele arrombava meu cu. Ele ficou de pé sem tirar, colocou as mãos na cama ao lado dos meus flancos e começou a me enfiar com violência. Naquela posição, o pau dele alcançava uma profundidade que eu ainda não tinha experimentado. Eu gritava sem parar, enquanto minha mão percorria freneticamente minha xota e eu virava a cabeça para observar meu filho.- Ah, sim, Marcos. Me fode, você está me enchendo toda, seu safado. Me destrói mais.
- Me chama de senhor, sua vadia imunda.E ele cuspiu bem na minha cara.
Isso foi demais para eu aguentar e, soltando um grito, comecei a gozar de um jeito animal. Meu filho saiu de mim, me agarrou pelo braço e praticamente me jogou da cama para o chão. Fiquei deitada de costas quase sem forças, com a bunda dolorida e o corpo tremendo, ainda dominada pelos efeitos do orgasmo. Meu filho se aproximou e cuspiu na minha cara de novo, se endireitou segurando o pau dele e começou a mijar em cima de mim. Soltei um gritinho de surpresa ao sentir aquele líquido quente cair nos meus peitos. Depois, meu filho direcionou o jato para o meu rosto e eu abri a boca para receber a mijada do meu filho. Sentia a boca enchendo e a urina escorrendo pelo meu corpo. Foi uma experiência totalmente humilhante e incrível. Quando ele terminou, me fez ficar de joelhos naquela poça de urina e enfiou o pau na minha boca. Comecei a chupar com paixão e logo senti minha boca se enchendo com a porra do meu filho.Em que putinha safada seu filho está te transformando. Você já não tem limites com ele, puta.
- foda-se seu vestido e limpa tudo isso.Ele ficou me observando enquanto eu usava minha roupa para limpar aquela mistura de urina e porra.
Marcos me pegou pela mão e fomos para o chuveiro, onde continuamos nosso dia de sexo selvagem.
Pouco antes da meia-noite, meu filho abriu minha mala e me deu outro dos meus vestidos. Era um vestido azul que eu adorava. Também com decote palavra de honra (com meus peitos, eram os que mais me favoreciam), a saia era um pouco mais curta que a do preto, e as mangas eram de renda. Saímos do hotel em direção ao carro. Dessa vez era ele quem dirigia, a caminho de uma boate que ficava quase nos arredores da cidade. Eu estava muito nervosa, pois se aproximava o que vi no terceiro vídeo.Sabe que não são nervos, putinha. É expectativa e ânsia para que chegue o momento de realizar a fantasia favorita do seu filho.Enquanto nos dirigíamos à entrada da boate, observei alguns jovens que ficavam me olhando e cochichando entre si, certamente falando da madura gostosa que tinha chegado. Entramos e fomos ao bar tomar uns drinks, enquanto meu filho e eu nos beijávamos e ele me acariciava por cima do vestido. Depois fomos para o centro da pista dançar.

A coisa começou a ficar descontrolada, meu filho estava excitadíssimo esfregando o pacote dele na minha bunda no ritmo da música, passava as mãos pelos meus peitos por cima do vestido enquanto eu via vários adolescentes punheteiros nos encarando. Mantive meu papel de putinha submissa e não tirava as mãos do meu filho, só arrumava o vestido para não mostrar nada cada vez que as mãos do Marcos o deslocavam um pouco. Depois de bastante tempo dançando, Marcos me disse para esperar ali e foi embora. Logo, um adolescente se aproximou e se apresentou como Lucas. Nos cumprimentamos com dois beijos e começamos a dançar. Tinha medo que aquele garoto pensasse que podia me tocar depois de me ver com meu filho, mas apenas dançamos, embora de vez em quando ele pressionasse o pau dele contra minha bunda, o que não me incomodou e até gostei. Pouco depois ele tentou me beijar na boca, mas recusei sorrindo e ele foi embora.- Vamos, putinha, vamos que estão nos esperando.Meu filho sussurrou no meu ouvido, se aproximando por trás enquanto Lucas se afastava. Saímos da boate e vi dois jovens do lado do meu carro. Quando os vi, a primeira coisa que me veio à cabeça foi que eram dois otários. Eram uns caras muito magros e mal vestidos, sem estilo nenhum e o mais provável é que fossem virgens. Deduzi que meu filho tinha escolhido aqueles otários para controlar a situação.- Já contei aos meus "amigos" o que vamos fazer.O Marcos me disse enquanto me levava até o carro com a mão na minha bunda.
Cumprimentei os dois jovens, cujos nomes nunca cheguei a saber, e entrei no banco do passageiro. Meu filho estava dirigindo e os dois garotos sentaram atrás. Nos afastamos bastante da boate e meu filho entrou numa estrada de terra que adentrava o mato, estacionando numa pequena clareira. Os garotos saíram do carro e meu filho me pediu para ir para o banco de trás. Para surpresa dele, comecei a me despir do lado de fora do carro, para que aqueles dois bobões não perdessem nada. Depois de ver o vídeo, eu já sabia o que íamos fazer e achei uma besteira foder com a roupa arregaçada. Olhei para meu filho enquanto ele abria a porta e vi seu sorriso de aprovação. Entrei no carro fechando a porta, abaixei o vidro e apoiei meu corpo nu na abertura, deixando meus peitos para fora para que aqueles dois garotos pudessem observá-los enquanto babavam. Logo senti a língua do meu filho percorrendo minha buceta para começar a me lubrificar.Vamos, putinha, dá um bom show pro seu filho. Deixa esses dois trouxas com tesão.
- Ah, caras, que delícia.Ela disse entre gemidos.Vocês gostam dos meus peitos? Por que não mostram suas picas pra mim?Os caras não soltaram uma palavra a noite toda, mas eram obedientes. Deixaram as calças cair e pegaram em seus paus, começando a se masturbar na minha frente. Não tinham o pau do meu filho, mas eram bem aceitáveis. Ver aqueles dois paus na minha frente e os olhos dos caras fixos nos meus peitos estava me deixando a mil. Percebi meu filho se mexendo e logo senti o pau dele enfiado na minha bucetinha. Meu filho me fodia com força e eu gemia escandalosamente para minha plateia, enquanto meus peitos balançavam sem parar para o deleite daqueles dois trouxas. Os caras aceleraram a masturbação e seus paus chegaram ao máximo esplendor. Eu não parava de gemer enquanto meu filho arrebentava minha boceta, sem deixar de observar aqueles paus desconhecidos.- Ah, amor. Me fode com força, isso mesmo. Arrebenta minha buceta pros meus caras verem como se fode uma puta.Eu tinha a buceta toda melada, logo comecei a gozar enquanto encarava meu público e via como eles se esforçavam para não gozar ainda. Pouco depois, Marcos tirou o pau de dentro de mim e saiu do carro. Abriu minha porta e me puxou para fora, me deixando nua e de joelhos no meio do mato enquanto via aqueles três caras se masturbando ao meu redor. Enfiei meus dedos na buceta enquanto olhava para eles, implorando pela porra deles.- Ah, porra, vamos. Dê o prêmio dela a essa vadia. Enche ela de porra.Um dos caras deu um passo à frente e começou a gozar na minha cara. Tinha uma boa porra, o filho da puta. Abri a boca e uns jatos caíram dentro enquanto os outros acertavam meu rosto. Quando ele terminou, o próximo rapaz ocupou o lugar dele e começou a me molhar com a porra dele. Tinha uma quantidade enorme de sêmen escorrendo pelo meu corpo e rosto enquanto minha mão cutucava minha buceta. Depois foi a vez do meu filho.- Obrigado, amo, por esta noite. Só falta seu leitinho. Me dá, por favor.Meu filho começou a gozar na minha cara enquanto eu gritava de tesão.- Você foi incrível, putinha. Fica aí.Vi os caras tirarem a carteira e darem dinheiro pro meu filho. Aí ele mandou eles largarem as calças e entrarem no carro.- Muito bem, putinha.O Marcos me disse quando ficamos sozinhos.- Meus amigos nunca estiveram com uma mulher, então entra no carro assim mesmo e faz uma boa punheta pra eles.Entrei no carro e me posicionei entre os dois virgens. Meu filho ficou do lado de fora e se afastou do carro para nos dar privacidade, enquanto eu pegava um pau com cada mão e começava a massageá-los.- Bom, pessoal, agora quero ser eu quem faça vocês gozarem. Toquem à vontade em tudo que quiserem.Eu disse com meu rosto e peitos cheios de porra.
Os paus dos caras ficaram duros quase na hora. Um começou a aproximar a mão da minha buceta. Eu não disse nada, então ele começou a enfiar os dedos de um jeito bem desajeitado. O outro começou a tocar meus mamilos sem se importar com o sêmen nos meus peitos, e eu comecei a ficar excitada de novo. Fechei os olhos enquanto batia uma pra eles e, de repente, notei que o cara parou de tocar meus peitos e começou a chupar um deles. Abri os olhos e olhei como ele mamava na minha teta sem ligar pro sêmen, segurei a cabeça dele, soltando o pau dele pra que continuasse, enquanto minha buceta começava a ficar molhada.- Ah, porra, sim. Vai, seu safado, me fode mais forte com a mão.Falei pro outro cara enquanto ele acelerava a punheta.
O otário me obedeceu e começou a me masturbar mais forte enquanto eu gemia com a chupada de peito do outro cara. Logo, comecei a gozar, segurando meus gritos pra que meu filho não ouvisse nada.- Fiquem de joelhos, meninos.Eu disse a eles quando me recuperei do orgasmo.
Quando os tive de joelhos, voltei a punhetá-los e olhei pelas janelas para ver se meu filho estava por perto. Não o vi em lugar nenhum.- Isso fica entre a gente, não conta nada pro meu patrão.
Você já é uma puta completa. Parabéns, gostosa.Comecei a chupar aqueles paus, alternando entre eles sem parar de punhetar o pau que estava livre. Enquanto chupava o pau do cara que tinha chupado meu peito, recebi de surpresa a porra do outro cara na cara, sem parar de punhetá-lo, para momentos depois sentir minha boca se enchendo de porra. Chupei aqueles paus para deixá-los limpos e os caras saíram do carro procurando suas calças. Um deles me passou meu vestido e eu o coloquei sobre meu corpo coberto de sêmen. Pouco depois, meu filho apareceu, entrou no carro sem dizer uma palavra e começou a dirigir enquanto eu continuava atrás, entre os dois caras, apalpando seus paus por cima das calças. Ao chegar na balada, os caras saíram sem dizer nada, eu passei para o banco da frente com meu filho e fomos para casa. Por volta das 5 da manhã, estacionamos em frente de casa. Sem dizer uma palavra, meu filho tirou o pau dele e agarrou minha cabeça. Minha boca estava cansada e minha garganta um pouco dolorida de tanto chupar e tanto sêmen, mas eu tinha que obedecer. Aproveitei a última porra do meu filho na minha boca em frente à porta de casa, com meu marido dormindo lá dentro, e engoli todo o sêmen que ele me deu. Depois ele abriu o porta-luvas, pegou um pacote de lenços e começou a limpar meu rosto e meu peito.- Muito obrigado, mamãe. Você foi incrível. Te amo.E começou a me beijar de um jeito muito doce.- Eu também te amo, meu bem. Me diverti muito, foi muito excitante. Espero que você domine a mamãe de novo muito em breve.Entramos em casa, meu filho foi para o quarto dele e eu tirei o vestido preto da mala, completamente cheio de restos de porra e urina. Fiquei pelada e coloquei uma roupa para lavar. Subi nua para o chuveiro, com o corpo ainda com vestígios de porra, e me masturbei debaixo da água quente, relembrando aquela noite maravilhosa e esperando continuar aproveitando a rola do meu filho pelo resto das férias.

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