No dia que o Marcos voltou, fui pro aeroporto sozinha. Não foi difícil convencer meu marido a me acompanhar pra buscar o filho "viado" dele. Quando vi ele aparecer, juro que senti minha buceta vibrando de tesão. Ele chegou perto de mim sorrindo e me beijou nas bochechas.Vem, gostosa, vamos pra casa.Ele me disse enquanto, disfarçadamente, passava a mão na minha bunda.- Pensei que a gente podia parar o carro num lugar mais isolado. Tô morrendo de vontade de sentir sua pica de novo.Sussurrei no ouvido dela.- Claro que sim.Ele me disse, pegando na minha mão e começando a andar.Precisamos falar sobre meu presente de Natal.
— E aí? Já te comprei uma coisa.Eu falei, sabendo perfeitamente que ela ia me pedir algo sexual.— Parece bom pra mim. Mas além disso, quero de presente seu corpo inteiramente aos meus desejos por um dia inteiro. Sem perguntas nem reclamações, você só vai obedecer.Sorri para ele enquanto acenava com a cabeça e juntos fomos até o carro para começar um Natal inesquecível.
Ao sair do aeroporto, entreguei as chaves do meu carro para Marcos dirigir. Colocamos os casacos no banco de trás e ligamos o aquecedor. Marcos usava um moletom azul com capuz e uma calça jeans. Eu vestia uma saia preta e uma blusa de lã roxa. Por morar numa cidadezinha nos arredores de Málaga, era fácil encontrar um lugar afastado nas estradas que cortam a serra. Assim que saímos de Málaga, não consegui me segurar e minha mão foi direto pro pau do meu filho.- Nossa, mamãe, você realmente sentiu minha falta, hein?Marcos me disse enquanto se ajeitava pra minha mão sentir bem aquele tesouro.- Mamãe sentiu muita saudade de você, meu anjo. Mamãe sentiu muita falta disso.Eu respondia enquanto apertava o pacote inchado dele.- Por aqui não tem muita gente, você podia tirar ela e brincar com ela.Quase na mesma hora, comecei a lutar com o zíper dele pra soltar a rola. Quando tirei ela, fiquei olhando enquanto minha mão subia e descia pelo tronco daquela pica majestosa.Porra, puta, tua boca tá cheia d'água
- Porra, mãe, você é a melhor.Meu filho dizia enquanto bufava.- Sim? Sou melhor que a Laura na punheta?
- A Laura dá umas punhetas boas, mas você é uma mestra.
- Valeu, gata. Que tal a gente comparar as boquetas agora?
- Tudo bem pra mim. Mas primeiro quero ver sua bucetinha.Desabrochei meu cinto de segurança e me virei, apoiando as costas na porta do carro. Devagar fui levantando a saia sob os olhares de esguelha do meu filho. Quando a saia se enrolou na minha cintura, Marcos soltou um assoio ao ver que eu não estava de calcinha. Abri as pernas o máximo que aquela posição permitia e comecei a acariciar minha bucetinha com uma mão, enquanto com a outra lambia os dedos para provar o gosto da pica do meu filho. Marcos diminuiu um pouco a velocidade para se deliciar com a visão da mãe se tocando para ele, enquanto eu começava a sentir as primeiras gotas dos meus fluidos escorrendo pelo meu cu.- Posso já chupar sua pica, céu? Ou quer olhar mais um pouco?
- Tô prestes a estourar.Marcos me respondeu, já dirigindo o volante com uma mão só.- Deixa eu te ver mais, enquanto procuro onde parar.Um pouco mais adiante, paramos num daqueles espaços pra motorista descansar. Marcos reclinou o banco dele, eu fiquei de quatro no meu e me joguei na pica dele. Comecei a lamber o tronco e a passar meus lábios pelo mastro do meu filho de baixo pra cima devagar, até não aguentar mais e enfiar a pica dele na boca.Porra, que maravilha de pau, nunca vou me cansar desse saborEnquanto eu começava o boquete, meu filho aproveitou que eu ainda tava com a saia arregaçada na cintura pra enfiar uns dedos na minha buceta escorrendo. Comecei a acelerar o boquete, praticamente enfiando a pica do meu filho goela abaixo enquanto o Marcos me comia com os dedos e jorros dos meus fluidos escorriam pelas minhas coxas. Logo, meu filho começou a gemer mais rápido e senti os jatos de porra na minha boca. Comecei a engolir tudo que dava, mas a descarga foi tão violenta que um pouco escapou pelo canto dos lábios. Enquanto isso, meu filho continuava furando minha buceta com os dedos, tirei a pica dele da boca e gritei com as pernas tremendo de tanto orgasmo. Terminei de limpar a pica do meu filho, ajeitamos a roupa e seguimos o caminho pra casa.
Ao entrar em casa, encontramos o Alberto, meu marido, no sofá vendo TV.
—Oi, pai. Como é que tão as coisas? Senti sua falta.Fiquei pasmo ao ouvir o Marcos. Batendo um papo com ele na volta pra casa, percebi como meu filho tinha mudado desde nossas férias. O tom de voz, a confiança, o jeito dele se comportar. Tudo isso sumiu quando entramos em casa. Pra ficar com o pai, ele tinha voltado a adotar aquela personalidade de otário que tinha antes dos nossos encontros sexuais, só pra que o pai continuasse achando que ele era gay.- Oi, Marcos. Tudo na mesma, vendo TV.Ela disse sem nem olhar na cara dele.Por que você não vai largar suas coisas? Daqui a meia hora a gente vai jantar.
Seu maldito babaca. Faz três meses que você não vê seu filho e nem encara ele. Nem um abraço, nem um beijo. Vou dar pra ele todo o amor que ele precisa.Marcos pegou na minha mão, me indicando pra acompanhar ele. Subimos pra cima, onde ficava o quarto dele, e ao entrar, ele fechou a porta e tirou o moletom e a camiseta que tava por baixo. Fiquei olhando aquele torso jovem, aqueles abdominais definidos, e minha buceta vibrou pedindo guerra. Marcos me segurou pela cintura e começou a devorar minha boca com luxúria, me levantou, me sentou na escrivaninha dele e enfiou as mãos por baixo da minha blusa pra tirá-la.- Não, amor. Já te falei, vamos ter que esperar teu pai ir pro bar com os amigos ou algo assim.Marcos se separou de mim sem dizer nada e ficou completamente pelado. Sem tirar os olhos de mim, começou a se masturbar na minha frente. Eu não conseguia desviar o olhar da pica brilhante dele enquanto mordia levemente o lábio de puro tesão.- Mamãe, ou a gente fode agora mesmo ou eu vou bater umas punhetas daqui até ir embora e você nunca mais vai ver essa rola.
Boa, sua puta. Talvez em Tenerife você controlasse a situação, mas agora ele já sabe que tem o controle. Tá esperando o quê, rabuda? Oferece essa buceta pra ele, você já sabe que não vai aguentar ter ele por perto sem ter a chance de dar pra ele.Sorri pro meu filho enquanto tirava o casaco e o sutiã, deixando meus peitos à mostra. Marcos acelerou a punheta ao ver meus peitos e o pau dele ficou no máximo do tesão. Levantei minha saia de novo em volta da cintura e comecei a enfiar dois dedos pra preparar minha buceta.- O que você tá esperando, meu bem? Dá uma boa fodida na mamãe.Marcos se aproximou de mim e começou a esfregar o pau dele na entrada da minha buceta. Eu suspirava enquanto minha buceta ia ficando molhada e meu filho passava a outra mão nos meus peitos. Ele colocou as mãos na minha bunda e me ajeitou na escrivaninha, pegou o pau dele de novo e meteu de uma só vez. Porra, o gemido de surpresa que eu soltei foi enorme. Tampei a boca com a mão enquanto meu filho arrebentava minha buceta. Com certeza as aulas em Tenerife tinham ensinado ele a foder uma mulher. Eu ouvia o som dos ovos dele batendo na minha bunda, o barulho dos meus fluidos quando o pau dele entrava em mim uma e outra vez.- Ah, porra, Marcos, que delícia, continua assim, meu amor, fode a mamãe do jeito que ela gosta.Eu sussurrava pra ele.
Coloquei minhas mãos nos peitorais dele enquanto os gemidos escapavam da minha boca. Sentir os músculos duros do meu filho me deixava a mil. O Marcos acelerou a foda e eu tive que levar as mãos de volta à boca pra não gritar quando o orgasmo me sacudiu. Meu corpo inteiro se tensionou enquanto meus olhos reviravam e eu fazia o impossível pra não gritar de prazer. Meu filho continuou me fodendo brutalmente por mais um tempo até que eu senti os jatos de sêmen inundarem minha buceta. Quando ele tirou o pau de dentro de mim, ouvi parte da porra dele cair no chão. Agarrou meus peitos e voltou a beijar minha boca com o pau dele apoiado na minha barriga.- Porra, mamãe, como eu queria fazer isso.
- Eu também, amor, mas temos que tomar cuidado com o seu pai.
- Parece que o viadinho do filho dela deu uma boa fodida na mulher dele, né?— Me disse, sorrindo pra mim.- Anda, não seja sacana.Falei sem conseguir segurar um sorriso.- Vamos descer pra jantar.
- Esta noite vou estar te esperando.Ela me disse quando se vestiu, antes de sair pela porta.
O jantar foi tranquilo, sem novidades. Meu marido e meu filho trocaram palavras educadas sobre trabalho e estudos. Em certo momento, Marcos nos contou que conheceu um cara na academia e que eles tinham virado grandes amigos. Eu sabia que era mentira, e o olhar que o pai dele me deu confirmou que ele tinha feito aquilo pra dar a entender que estava transando com o tal cara. Meu marido começava a me dar uma certa pena, mas ele tinha procurado por isso por ser homofóbico. Nada disso teria acontecido se ele tivesse tratado meu filho com carinho e respeito e tivesse ido com a gente pra Tenerife.
Quando todo mundo foi pra cama, meu marido me procurou entre os lençóis. Falei que tava cansada e dei um boquete bem dado pra ele. Virei de costas pra dormir, mas não conseguia parar de pensar no quarto do Marcos.Que putinha você é, tem um marido que te ama e te come, e você só pensa na pica do seu filho
Eu amo meu marido, adoro dar pra ele, mas por que não posso ter duas picas? Também amo meu filho.Enquanto eu acariciava minha buceta, recriando a cena na escrivaninha com meu filho, esperei meu marido dormir. Pouco depois, já estava com a mão na maçaneta da porta do quarto do Marcos.
Quando entrei, meu filho estava completamente nu, olhando pra mim. Fechei a porta e tirei o pijama enquanto Marcos observava atentamente o corpo nu da mãe dele, se masturbando. Caminhei até a cama dele, deitei ao lado e começamos a nos beijar. Meu filho me deitou de costas enquanto devorava minha boca com paixão e a mão dele começou a acariciar meu corpo. Foi descendo enquanto chupava meu pescoço, meus peitos e, ao chegar na minha xereca, começou a lamber de cima a baixo, enfiando a língua lá dentro. Meus bicos ficaram duros como pedra e estendi a mão pra segurar a cabeça do meu filho, mostrando o quanto eu tava gostando. Depois de um tempo, Marcos me virou e continuou me comendo, dessa vez alternando entre minha buceta e meu cu. Ele se ergueu atrás de mim e encostou a pica na entrada do meu cu.- Você não faz ideia de como senti falta dessa buceta, mamãe.Ele sussurrou pra mim.- Então tá na hora, amor. Arrebenta a buceta da mamãe.O pau dele começou a me penetrar devagar, pra depois começar uma boa fodida anal. As bolas do meu filho batiam na minha bunda a cada estocada enquanto eu mordia o travesseiro dele pra abafar meus gemidos e rezava pra que a distância entre o quarto do meu filho e o meu fosse suficiente.- Porra, amor. Continua assim minha vida. Come a bunda da mamãe. Diz pra mamãe que você prefere a bunda dela do que a da Laura.
- A Laura ainda não comi no cu, por enquanto. Mas sei que nada do que fizer com ela vai superar te comer.Voltei a morder o travesseiro enquanto gozava. Passei a mão pra esfregar minha buceta durante o orgasmo e sentia meus fluidos escorrendo na cama. Marcos me deu um tapa forte na bunda e começou a encher ela de porra enquanto eu sentia o corpo dele tenso. Quando o pau dele saiu de dentro de mim, me deixei cair na cama, completamente satisfeita por aquela noite. Ficamos mais um tempinho abraçados e nos beijando, nossas mãos não paravam quietas percorrendo nossos corpos. Finalmente voltei pro meu marido com um sorriso nos lábios, certa de que ia aproveitar muito naquelas férias.
Durante aqueles dias, quase toda noite eu visitava meu filho. No resto do dia, aproveitávamos cada saída do meu marido — pro bar com os amigos ou pra trabalhar — pra que meu filho preenchesse todos os meus buracos. De vez em quando eu também transava com meu marido, não podia deixar ele desatendido por tanto tempo.
Na manhã de Natal, cheguei na sala depois de dormir profundamente após uma puta foda no meio da noite com meu filho. Marcos e o pai dele estavam tomando café, sem se falar, como sempre, e eu sugeri que abríssemos os presentes. Quando abri o presente do Marcos, vi que era um iPad. Beijei ele nas bochechas pra agradecer e ele sussurrou no meu ouvido:- Vai pro banheiro e liga ele.Sentei na privada e liguei a máquina. Tinha uma pasta chamada "mamãe". Nervosa com o que podia ter ali, abri e vi um documento de texto e três arquivos de vídeo. O texto tinha o título "1" e os vídeos iam do 2 ao 4. Cliquei no texto e li:Amanhã é o dia do meu verdadeiro presente, mamãe. Espero que lembre das instruções: sem perguntas, sem reclamações. Tenho visto muito pornô nesse tempo longe de você e baixei esses vídeos para você saber de antemão o que te espera. Amanhã nós duas vamos para a capital, você vai ter que reservar um quarto de hotel. Precisa pensar no que vai dizer pro papai, que vamos passar o dia juntas e que depois você conta pra ele que não vamos dormir em casa. Agora tira a calcinha e bate uma vendo os vídeos. Lembra de assistir na ordem, todos são fantasias que quero realizar com você, mas o último deixo você decidir se quer realizar ou não, mas quero que saiba que é o meu favorito. Te amo, mamãe.Tirei a calça do pijama e a calcinha, e me sentei no vaso. Apoiei o iPad no cesto de roupa suja e cliquei no vídeo "2", deixando o volume bem baixo enquanto enfiava dois dedos na minha bucetinha.
No vídeo, aparecia uma garota chupando a pica do parceiro dela. Era uma pica bonita e a garota chupava muito bem, mas eu não entendia a fantasia do meu filho. Pelo menos não até o cara agarrar a cabeça da mina e começar a foder a boca dela com violência, segurando a cabeça dela com toda aquela pica enorme enfiada na garganta até a garota não aguentar mais, e quando soltou, deu um tapa violento na cara dela, agarrou a cabeça de novo e começou a estuprar a boca dela.Amanhã você vai alcançar um novo nível como putinha, gostosa.Fechei o vídeo e passei pro próximo enquanto me masturbava sem parar.
No vídeo aparecia um cara fodendo analmente uma mina com violência, num dado momento ele tirou a pica e jogou ela no chão de barriga pra cima. O cara aproximou a pica e começou a mijar na cara e nos peitos da mulher, pra depois continuar comendo ela enquanto ela passava as mãos no corpo coberto de mijo e lambia elas.Porra, esse meu filho. Tomara que ele também queira que eu mijasse em cima dele.Quando abri o último vídeo e vi o conteúdo, fiquei tão chocado que parei de me masturbar. Será que meu filho queria mesmo que a gente fizesse aquilo?vadia, lembra das regras. Dá esse presente pro teu filho e vai ter a pica dele pelo resto da sua vidaVoltei a me masturbar enquanto observava a cena. A verdade é que era muito obsceno e excitante, e me imaginar fazendo aquilo com meu filho estava me deixando com muito tesão. Antes do vídeo terminar, gozei entre espasmos, limpei os fluidos das minhas coxas e voltei pra sala. Sorri pro meu filho pelas costas do meu marido e assenti. Meu filho sorriu, se aproximou de mim e me pegou pela mão pra me levar pra cima enquanto meu marido via TV e fumava um dos charutos que Marcos tinha dado de presente. Eu caminhava ao lado do meu filho, observando a ereção enorme que se formava na calça do pijama dele, enquanto me lambia.
Na manhã seguinte, eu estava muito nervosa. Depois do boquete que dei no Marcos quando aceitei realizar as fantasias dele, meu filho me proibiu de gozar pelo resto do dia. O filho da puta me provocava, passando a mão na minha bunda ou nos meus peitos quando meu marido ou o resto dos parentes que vieram em casa nas festas se distraíam um pouco. Na noite anterior, eu tava louca pra transar e, quando meu marido veio me procurar pra uma foda de Natal, tive que dizer que tava com dor de cabeça por causa do álcool que tinha bebido e me contentar em saborear a gozada que consegui chupando o pau dele.
Saímos cedo de casa pra chegar no hotel o mais rápido possível. Eu tinha dito pro meu marido que ia passar o dia com Marcos na cidade, íamos fazer compras, comer fora e talvez ir ao cinema ver um filme. A ideia era dizer que depois do cinema a gente tinha tomado uns drinks e era melhor não dirigir e voltar só na manhã seguinte. Coloquei um vestido preto com decote tomara-que-caia, peguei meu casaco e saí com meu filho pro carro. Assim que fechei a porta, dei um pulo quando senti a mão do Marcos agarrar minha bunda.- Se prepara, puta. Vai ser um dia inesquecível.Ele sussurrou no meu ouvido.
Eu sorri feito uma boba enquanto tentava processar que meu filho tinha me chamado de puta. Supus que a humilhação verbal vinha junto com o acordo que eu tinha aceitado com ele pelo presente dele. Entrei no carro e comecei a dirigir. Pouco depois de sair da cidade e chegar nas estradas desertas que ligavam à capital, Marcos começou a apalpar meus peitos. Depois de passar o dia e a noite anterior toda excitada, o contato logo fez meus bicos ficarem durinhos como pedra.- Puxa, parece que a proibição te deixou igual uma puta no cio, mamãe.Olhei pra ele mordendo meu lábio inferior enquanto continuava curtindo as carícias do meu filho nos meus peitos. Isso e as palavras duras dele já tinham começado a fazer eu sentir minha buceta ficando molhada.- Vamos ver o quanto minha putinha é obediente.Enfiou a mão no meio do meu decote e, com um puxão, baixou ele, deixando meus dois peitos à mostra. Dei um gritinho de surpresa enquanto meu filho beliscava meus mamilos. Fiquei de olhos arregalados, rezando pra nenhum carro cruzar com a gente, pelo menos não um carro com alguém conhecido da cidade. Meu filho ria, se recostou no banco, puxou o pau pra fora e começou a se masturbar na minha frente. A surpresa e um pouco de indignação pela situação acabaram rapidinho, dando lugar ao tesão e à excitação. Soltei a alavanca de câmbio pra pegar no pau do meu filho e bater uma pra ele, enquanto mantinha os olhos fixos na estrada com meus peitões grandes de fora. Finalmente, um carro cruzou com a gente e a buzina do cara que dirigia mostrou que ele tinha curtido uma bela vista dos meus peitos durinhos. Pouco depois desse incidente, Marcos recolocou meu vestido e chegamos na cidade.
Ao chegar no hotel, meu filho foi até o porta-malas e tirou duas malas. Me deu uma e disse que era minha roupa pra noite. Não fazia ideia de quando ele tinha feito isso, mas parecia que ele tinha preparado tudo direitinho. Pegamos a chave na recepção e fomos pro nosso quarto. Ao entrar, meu filho me pegou pelo pescoço e me encostou na parede. Começou a lamber meus lábios enquanto enfiava a mão livre por baixo da minha saia pra começar a acariciar minha bucetinha e sorriu ao perceber que eu não tinha colocado calcinha.- Nossa, vagabunda, parece que você veio bem preparada.
- Meu único desejo é satisfazer meu mestre.Respondi entrando no jogo.
Sem soltar meu pescoço, meu filho começou a me guiar para que eu ficasse de joelhos enquanto desafivelava a calça jeans e colocava pra fora a pica dele.- Abre bem essa boca, rabuda.Obedeci sem reclamar e ele começou a enfiar o pauzão na minha boca devagar. Porra, passei o dia inteiro morrendo de vontade de sentir o pau do meu macho de novo. Ele me agarrou pelo topo do cabelo e começou a foder minha boca com violência. A saliva escorria da minha boca por causa da porra da foda e descia pelo meu rosto até cair no meu decote. Quando não aguentei mais, empurrei um pouco com as mãos nas pernas dele e meu filho me soltou. Mal consegui respirar um pouco de ar e o tapa me acertou em cheio na bochecha.Porra, vagabunda. Aqui está seu primeiro tapa. Reconhece o quanto você deseja que o segundo chegue, rabuda.
- Vadia, cruza as mãos atrás das costas e não faz isso de novo.Ele me ordenou enquanto puxava meu cabelo para que eu olhasse na cara dele e cuspia em mim.
Enfiou o pau dele de novo até minha garganta. A sensação de submissão e abuso que eu estava sofrendo fez minha buceta encharcar na hora. Nunca pensei que fosse gostar tanto de ser usada por um homem daquele jeito. As lágrimas escorriam pelo meu rosto por causa das batidas daquele pedaço de pau na minha garganta. De vez em quando, meu filho tirava o pau da minha boca para me esbofetear e enfiar de novo. Uma das vezes que me soltou, baixei a cabeça para deixar cair uma quantidade enorme de saliva misturada com fluidos no meu corpo e vi meu vestido preto cheio de restos brancos de toda a saliva que tinha escorrido pelo meu rosto. Fiquei louca ao ver minha roupa naquele estado. Depois de mais alguns minutos, meu filho tirou o pau da minha boca, se afastou um pouco e começou a se masturbar na minha cara enquanto eu abria a boca e me oferecia para receber a gozada que vinha. Marcos bufou enquanto meu rosto recebia os jatos de porra do meu filho. Quando terminou, enfiou o pau de novo para eu limpar com minha língua e meus lábios.- Você fez um puta trabalho, sua vadia. Fica aí e não se mexe até eu mandar.Ele me disse depois de ter o pau brilhante e foi se deitar na cama.
Fiquei de joelhos, catando com meus dedos a porra do meu filho que tinha ficado no meu rosto e enfiando na minha boca. Sentia o rosto dolorido, mas cada um dos tapas que tinha levado eu tinha curtido pra caralho. Olhei pro meu vestido, todo cheio de porra e saliva, e sorri ao imaginar minha própria cara de puta ali jogada.Porra, você gozou nesse momento mais do que em qualquer foda que já te deram na vida. Queria poder te foder agora mesmo com meus dedos até você gritar.Pouco depois, ouvi meu filho pedindo comida para o serviço de quarto. Ele apareceu de novo na minha frente, me pegou pelo pescoço e me fez levantar.- Que pintinha você tem, puta.Ele me disse enquanto limpava o sêmen dele do meu vestido e enfiava os dedos na minha boca.- Tira a roupa.Soltou meu pescoço e tirei o vestido. Me agarrou pelo braço e me levou até a cama, onde me deixou de quatro. Começou a enfiar dois dedos na minha buceta e eu comecei a gemer igual uma puta.- Você tá com vontade de gozar, né, putinha?
- Sim, senhor! Quero gozar, quero jorrar pra você.Meu filho tirou os dedos e me deu dois tapas fortes na minha bunda.- Quer mais, puta?
Porra, claro que quero mais. Bate forte na bunda da mamãe
- Sim, amor. Me açoita mais. Castiga sua putinha.Ele continuou batendo com força na minha bunda enquanto eu não parava de gemer, até que ouvimos as batidas na porta.- Vira e bate uma até eu voltar. E nem pense em gozar ou parar.Obedeci ele enquanto meu filho ia buscar a comida. Tava masturbando minha buceta com dois dedos quando vi o garçom aparecer no corredor. Fiquei olhando pra ele surpresa enquanto o cara cravava os olhos na puta que tava em cima da cama se masturbando toda pelada. Me recuperei rápido do susto e continuei me tocando pra não decepcionar meu filho. O cara deixou as bandejas numa mesinha do quarto e saiu envergonhado enquanto meu filho sorria.
Quando o garçom saiu, Marcos se pelou e subiu em cima de mim, enfiando a pica de uma só vez. Começou a me foder com força enquanto segurava meu cabelo.- Porra, puta. Como me deixou excitado ver você se masturbando com o garçom olhando. Você é uma puta muito obediente.
- Só quero te agradar, amor.respondia entre gemidos.- Mamãe tá perto de gozar, meu amor. Continua fodendo mamãe com força.O orgasmo não demorou pra chegar, minhas pernas tremiam enquanto ondas de prazer inundavam meu corpo ao mesmo tempo que o esperma quente do meu filho enchia minha buceta. Exausta, fiquei deitada na cama enquanto Marcos chupava meus peitos.
Depois de comer completamente pelados, ficamos conversando como mãe e filho até que Marcos se recuperou o suficiente e voltou pra cama. Ele se deitou de barriga pra cima e segurou o pau, que já estava voltando a um tamanho bem aceitável.- Vamos, puta, vem pegar a sobremesa.Não precisei ouvir duas vezes. Me aproximei me lambendo, subi na cama e fiquei de quatro na frente dele, comecei a chupar aquela piroca deliciosa. Meu filho colocou as mãos atrás da cabeça enquanto se deliciava com o boquete que a puta da mãe dele fazia. Pouco depois, ele segurou minha cabeça e assumiu o controle. A piroca dele voltou a perfurar minha garganta enquanto minha saliva escorria sobre as bolas dele. Logo em seguida, ele começou a empurrar minha cabeça para baixo enquanto abria as pernas, colocando minha boca na altura do cu dele. Sem pensar duas vezes, comecei a chupar meu primeiro cu.- Ah, porra, gostosa. Isso aí, come minha buceta.Marcos gemia enquanto se masturbava, soltando minha cabeça.
Eu abri o cu do meu filho com as mãos e continuei chupando e lambendo, tentando enfiar minha língua o mais fundo possível. Depois ele se levantou, me deixando naquela posição, e se colocou atrás de mim. Senti a saliva do meu filho escorrendo no meu cu e ele esfregou no meu buraco, antes de apoiar a pica na entrada e começar a me sodomizar. Comecei a gemer enquanto acariciava minha buceta, ao mesmo tempo que o pau dele arrebentava meu cu. Ele ficou de pé sem tirar a pica, colocou as mãos na cama ao lado dos meus quadris e começou a me empurrar com violência. Naquela posição, o pau dele alcançava uma profundidade que eu nunca tinha experimentado antes. Eu gritava sem parar, enquanto minha mão percorria freneticamente minha buceta e eu virava a cabeça para olhar meu filho.- Ah, sim, Marcos. Me fode, tá me enchendo toda, seu safado. Me destrói mais.
- Me chame de mestre, sua puta de merda.E me cuspiu bem na cara.
Isso foi mais do que eu aguentava e, dando um grito, comecei a gozar de um jeito bestial. Meu filho saiu de dentro de mim, me agarrou pelo braço e praticamente me jogou da cama no chão. Fiquei deitada de barriga pra cima, quase sem forças, com a buceta dolorida e o corpo tremendo, ainda sob os efeitos do orgasmo. Meu filho se aproximou e cuspiu na minha cara de novo, se ergueu segurando o pau dele e começou a mijar em cima de mim. Soltei um gritinho de surpresa ao sentir aquele líquido quente caindo nos meus peitos. Depois, meu filho dirigiu o jato pra minha cara e eu abri a boca pra receber a mijada dele. Sentia a boca enchendo e a urina escorrendo pelo meu corpo. Foi uma experiência totalmente humilhante e maravilhosa. Quando ele terminou, me fez ficar de joelhos em cima daquela poça de mijo e meteu o pau na minha boca. Comecei a chupar com paixão e logo senti minha boca se enchendo do leite do meu filho.Em que putinha o teu filho tá te transformando. Tu já não tem mais limite com ele, vadia.
- Caralho, tira essa roupa e limpa tudo isso.Ele me disse, ficando me observando enquanto eu usava minha roupa pra limpar aquela mistura de urina e porra.
Marcos me pegou pela mão e fomos pro chuveiro, onde continuamos nosso dia de sexo selvagem.
Pouco antes da meia-noite, meu filho abriu minha mala e me deu outro dos meus vestidos. Era um vestido azul que eu amava. Também com decote tomara-que-caia (com meus peitos, era o que mais me favorecia), a saia era um pouco mais curta que a do preto, e as mangas eram de renda. Saímos do hotel rumo ao carro. Dessa vez era ele quem dirigia a caminho de uma balada que ficava quase nos arredores da cidade. Eu tava muito nervosa, já que se aproximava o que eu vi no terceiro vídeo.Sabe que não é nervosismo, puta. É expectativa e ansiedade pra chegar a hora de realizar a fantasia favorita do seu filho.Enquanto a gente caminhava pra entrada da balada, eu via uns moleques me encarando e cochichando entre si, com certeza comentando sobre a coroa gostosa que tinha chegado. Entramos e fomos pro balcão tomar uns drinks, enquanto eu e meu filho nos beijávamos e ele passava a mão em mim por cima do vestido. Depois fomos pro meio da pista dançar.
A parada começou a sair do controle, meu filho tava louco de tesão esfregando o pacote dele na minha bunda no ritmo da música, passava as mãos nos meus peitos por cima do vestido enquanto eu via um monte de adolescente punheteiro nos encarando. Mantive meu papel de puta submissa e não tirava as mãos do meu filho, só ajeitava o vestido pra não aparecer nada toda vez que os amassos do Marcos mexiam ele um pouco. Depois de um tempão dançando, Marcos falou pra eu esperar ali e foi embora. Logo, um adolescente chegou e se apresentou como Lucas. A gente se deu dois beijos e começou a dançar. Eu tava com medo daquele moleque achar que podia meter a mão em mim depois de me ver com meu filho, mas a gente só dançou, mesmo que de vez em quando ele apertava o pau dele na minha bunda, o que não me incomodou e até curti. Pouco depois ele tentou me beijar na boca, mas recusei dando um sorriso e ele foi embora.- Vem, vagabunda, vamos embora que tão nos esperando.Meu filho sussurrou no meu ouvido, se aproximando por trás, enquanto o Lucas se afastava.
Saímos da balada e vi dois caras do lado do meu carro. Quando olhei pra eles, a primeira coisa que veio na minha cabeça é que eram uns otários. Eram uns caras muito magros e mal vestidos, sem estilo nenhum, e o mais provável é que fossem virgens. Deduzi que meu filho tinha escolhido aqueles perdedores pra controlar a situação.- Já contei pros meus "amigos" o que a gente vai fazer.Marcos me disse enquanto me levava até o carro com a mão na minha bunda.
Cumprimentei os dois jovens, cujos nomes nunca cheguei a saber, e me sentei no banco do carona. Meu filho dirigia e os dois caras sentaram atrás. A gente se afastou bastante da balada e meu filho pegou uma estrada de terra que entrava no mato, estacionando numa clareira pequena. Os caras saíram do carro e meu filho me mandou passar pro banco de trás. Pra surpresa dele, comecei a me despir do lado de fora do carro pra que os dois otários não perdessem nada. Depois de ver o vídeo, já sabia o que a gente ia fazer e achei uma idiotice foder com a roupa arregaçada. Olhei pro meu filho enquanto abria a porta e vi o sorriso de aprovação dele. Entrei no carro fechando a porta, abaixei o vidro e apoiei meu corpo pelado na abertura, deixando meus peitos pra fora pra que aqueles dois caras pudessem olhar enquanto babavam. Logo senti a língua do meu filho percorrendo minha buceta pra começar a me lubrificar.Vamos, vadia, dá um bom show pro seu filho. Deixa esses dois otários no clima.
- Ah, gurias, que delícia.Dizia entre gemidos.Gostam das minhas tetas? Por que vocês não mostram suas pirocas pra mim?Os caras não falaram uma palavra a noite toda, mas foram obedientes. Baixaram as calças, pegaram nas pirocas e começaram a bater punheta na minha frente. Não eram do tamanho da pica do meu filho, mas eram bem aceitáveis. Ver aquelas duas rolas na minha frente e os olhos dos caras fixos nas minhas tetas já tava me deixando louca. Percebi meu filho se mexendo e logo senti a pica dele enfiada na minha bucetinha. Meu filho me metia com força e eu gemia escandalosamente pro meu público, enquanto minhas tetas balançavam sem parar, pra alegria daqueles dois otários. Os caras aceleraram a punheta e as pirocas deles chegaram no auge. Eu não parava de gemer enquanto meu filho arrebentava minha xota, sem tirar os olhos daquelas rolas desconhecidas.- Oh, amor. Me come gostoso, isso aí. Arrebenta minha buceta pros meus caras verem como se fode uma puta.Tava com a buceta escorrendo, logo comecei a gozar enquanto olhava na cara da minha plateia e via como eles se esforçavam pra não gozar ainda. Pouco depois, o Marcos tirou o pau de dentro de mim e saiu do carro. Abriu minha porta e me puxou pra fora, me deixando nua e de joelhos no meio do mato enquanto via aqueles três paus se masturbando ao meu redor. Enfiei meus dedos na minha buceta enquanto olhava pra eles implorando pela porra deles.- Ah, porra, vamos. Dê o prêmio dela pra essa puta. Encham bem minha buceta de porra.Um dos caras deu um passo à frente e começou a gozar na minha cara. Tinha uma porra boa, o filho da puta. Abri a boca e alguns jatos caíram dentro enquanto os outros batiam no meu rosto. Quando ele terminou, o próximo moleque ocupou o lugar e começou a me molhar com o leite dele. Tava um monte de soro escorrendo pelo meu corpo e pela minha cara enquanto minha mão se enfiava na minha buceta. Depois chegou a vez do meu filho.- Obrigada, meu amo, por esta noite. Só falta o seu gozo agora. Me dá ele, por favor.Meu filho começou a gozar na minha cara enquanto eu gritava com meu orgasmo.- Você foi incrível, putinha. Fica aí.Vi os caras tirarem a carteira e darem dinheiro pro meu filho. Depois ele mandou eles largarem as calças e entrarem no carro.- Muito bem, putinha.Marcos me disse quando ficamos sozinhos.— Meus amigos nunca estiveram com uma mulher assim, então entra no carro do jeito que tá e dá uma boa punheta pra eles.Entrei no carro e me coloquei entre os dois virgens. Meu filho ficou do lado de fora e se afastou do carro pra nos dar privacidade, enquanto eu pegava uma rola com cada mão e começava a massageá-las.- Beleza, galera, agora quero ser eu quem faz vocês gozarem. Toquem em tudo o que quiserem.Eu falei com a minha cara e peitos cheios de porra.
As picas dos caras ficaram duras quase na hora. Um começou a aproximar a mão da minha buceta. Eu não falei nada, então ele começou a enfiar os dedos de um jeito bem atrapalhado. O outro começou a apertar meus bicos, sem se importar com a porra nos meus peitos, e eu já tava ficando com tesão de novo. Fechei os olhos enquanto batia uma pra eles e, de repente, senti o cara parar de mexer nos meus peitos e começar a chupar um. Abri os olhos e vi ele mamando na minha teta, sem se importar com o sêmen. Segurei a cabeça dele, soltando o pau dele pra ele continuar, enquanto minha buceta começava a ficar molhada.- Ah, porra, sim. Vai, filho da puta, me fode mais forte com a mão.Eu falei pro outro cara enquanto acelerava a punheta dele. O otário me obedeceu e começou a me bater uma mais forte enquanto eu gemia com a chupada de peito do outro cara. Logo, comecei a gozar segurando meus gritos pra que meu filho não ouvisse nada.- Fiquem de joelhos, gurizada.Disse pra eles quando me recuperei do orgasmo.
Quando os coloquei de joelhos, voltei a bater uma pra eles e olhei pelas janelas pra ver se meu filho estava por perto. Não vi ele em lugar nenhum.- Isso fica entre nós, nada de contar nada pro meu dono.
Você já é uma puta completa. Parabéns, rabuda.Comecei a chupar aqueles paus, alternando entre eles sem parar de bater uma pro pau que tava livre. Enquanto chupava o pau do cara que tinha chupado minha teta, levei uma gozada surpresa do outro na cara, sem parar de bater uma pra ele, e logo depois senti minha boca se encher de porra. Chupei aqueles paus até deixar tudo limpinho, e os caras saíram do carro catando as calças. Um deles me passou meu vestido, e eu vesti por cima do meu corpo todo melado de sêmen. Daí a pouco, meu filho apareceu, entrou no carro sem falar nada e começou a dirigir, enquanto eu continuava atrás, entre os dois caras, apalpando os paus deles por cima das calças. Quando chegamos na balada, os caras saíram sem dizer uma palavra, eu passei pro banco da frente com meu filho e fomos pra casa. Lá pelas 5 da manhã, estacionamos na frente de casa. Sem falar nada, meu filho puxou o pau dele e segurou minha cabeça. Eu tava com a boca cansada e a garganta meio dolorida de tanta chupada e tanto leite, mas tinha que obedecer. Aproveitei a última gozada do meu filho na minha boca, na frente do portão de casa, com meu marido dormindo lá dentro, e engoli toda a porra que ele me deu. Depois, ele abriu o porta-luvas, pegou um pacote de lenços e começou a limpar minha cara e meu peito.- Muito obrigado, mãe. Você foi sensacional. Te amo.E começou a me beijar de um jeito muito doce.- Também te quero, céu. Me diverti pra caralho, foi muito excitante. Espero que você domine a mamãe de novo bem rápido.Entramos em casa, meu filho foi pro quarto dele e eu tirei o vestido preto da mala, todo cheio de restos de porra e xixi. Me despi e coloquei uma lavadora. Subi pelada pro chuveiro com o corpo cheio de restos de porra e me masturbei debaixo da água quente, relembrando aquela noite maravilhosa e esperando continuar aproveitando a pica do meu filho pelo resto das férias.
— E aí? Já te comprei uma coisa.Eu falei, sabendo perfeitamente que ela ia me pedir algo sexual.— Parece bom pra mim. Mas além disso, quero de presente seu corpo inteiramente aos meus desejos por um dia inteiro. Sem perguntas nem reclamações, você só vai obedecer.Sorri para ele enquanto acenava com a cabeça e juntos fomos até o carro para começar um Natal inesquecível.
Ao sair do aeroporto, entreguei as chaves do meu carro para Marcos dirigir. Colocamos os casacos no banco de trás e ligamos o aquecedor. Marcos usava um moletom azul com capuz e uma calça jeans. Eu vestia uma saia preta e uma blusa de lã roxa. Por morar numa cidadezinha nos arredores de Málaga, era fácil encontrar um lugar afastado nas estradas que cortam a serra. Assim que saímos de Málaga, não consegui me segurar e minha mão foi direto pro pau do meu filho.- Nossa, mamãe, você realmente sentiu minha falta, hein?Marcos me disse enquanto se ajeitava pra minha mão sentir bem aquele tesouro.- Mamãe sentiu muita saudade de você, meu anjo. Mamãe sentiu muita falta disso.Eu respondia enquanto apertava o pacote inchado dele.- Por aqui não tem muita gente, você podia tirar ela e brincar com ela.Quase na mesma hora, comecei a lutar com o zíper dele pra soltar a rola. Quando tirei ela, fiquei olhando enquanto minha mão subia e descia pelo tronco daquela pica majestosa.Porra, puta, tua boca tá cheia d'água
- Porra, mãe, você é a melhor.Meu filho dizia enquanto bufava.- Sim? Sou melhor que a Laura na punheta?
- A Laura dá umas punhetas boas, mas você é uma mestra.
- Valeu, gata. Que tal a gente comparar as boquetas agora?
- Tudo bem pra mim. Mas primeiro quero ver sua bucetinha.Desabrochei meu cinto de segurança e me virei, apoiando as costas na porta do carro. Devagar fui levantando a saia sob os olhares de esguelha do meu filho. Quando a saia se enrolou na minha cintura, Marcos soltou um assoio ao ver que eu não estava de calcinha. Abri as pernas o máximo que aquela posição permitia e comecei a acariciar minha bucetinha com uma mão, enquanto com a outra lambia os dedos para provar o gosto da pica do meu filho. Marcos diminuiu um pouco a velocidade para se deliciar com a visão da mãe se tocando para ele, enquanto eu começava a sentir as primeiras gotas dos meus fluidos escorrendo pelo meu cu.- Posso já chupar sua pica, céu? Ou quer olhar mais um pouco?
- Tô prestes a estourar.Marcos me respondeu, já dirigindo o volante com uma mão só.- Deixa eu te ver mais, enquanto procuro onde parar.Um pouco mais adiante, paramos num daqueles espaços pra motorista descansar. Marcos reclinou o banco dele, eu fiquei de quatro no meu e me joguei na pica dele. Comecei a lamber o tronco e a passar meus lábios pelo mastro do meu filho de baixo pra cima devagar, até não aguentar mais e enfiar a pica dele na boca.Porra, que maravilha de pau, nunca vou me cansar desse saborEnquanto eu começava o boquete, meu filho aproveitou que eu ainda tava com a saia arregaçada na cintura pra enfiar uns dedos na minha buceta escorrendo. Comecei a acelerar o boquete, praticamente enfiando a pica do meu filho goela abaixo enquanto o Marcos me comia com os dedos e jorros dos meus fluidos escorriam pelas minhas coxas. Logo, meu filho começou a gemer mais rápido e senti os jatos de porra na minha boca. Comecei a engolir tudo que dava, mas a descarga foi tão violenta que um pouco escapou pelo canto dos lábios. Enquanto isso, meu filho continuava furando minha buceta com os dedos, tirei a pica dele da boca e gritei com as pernas tremendo de tanto orgasmo. Terminei de limpar a pica do meu filho, ajeitamos a roupa e seguimos o caminho pra casa.
Ao entrar em casa, encontramos o Alberto, meu marido, no sofá vendo TV.
—Oi, pai. Como é que tão as coisas? Senti sua falta.Fiquei pasmo ao ouvir o Marcos. Batendo um papo com ele na volta pra casa, percebi como meu filho tinha mudado desde nossas férias. O tom de voz, a confiança, o jeito dele se comportar. Tudo isso sumiu quando entramos em casa. Pra ficar com o pai, ele tinha voltado a adotar aquela personalidade de otário que tinha antes dos nossos encontros sexuais, só pra que o pai continuasse achando que ele era gay.- Oi, Marcos. Tudo na mesma, vendo TV.Ela disse sem nem olhar na cara dele.Por que você não vai largar suas coisas? Daqui a meia hora a gente vai jantar.
Seu maldito babaca. Faz três meses que você não vê seu filho e nem encara ele. Nem um abraço, nem um beijo. Vou dar pra ele todo o amor que ele precisa.Marcos pegou na minha mão, me indicando pra acompanhar ele. Subimos pra cima, onde ficava o quarto dele, e ao entrar, ele fechou a porta e tirou o moletom e a camiseta que tava por baixo. Fiquei olhando aquele torso jovem, aqueles abdominais definidos, e minha buceta vibrou pedindo guerra. Marcos me segurou pela cintura e começou a devorar minha boca com luxúria, me levantou, me sentou na escrivaninha dele e enfiou as mãos por baixo da minha blusa pra tirá-la.- Não, amor. Já te falei, vamos ter que esperar teu pai ir pro bar com os amigos ou algo assim.Marcos se separou de mim sem dizer nada e ficou completamente pelado. Sem tirar os olhos de mim, começou a se masturbar na minha frente. Eu não conseguia desviar o olhar da pica brilhante dele enquanto mordia levemente o lábio de puro tesão.- Mamãe, ou a gente fode agora mesmo ou eu vou bater umas punhetas daqui até ir embora e você nunca mais vai ver essa rola.
Boa, sua puta. Talvez em Tenerife você controlasse a situação, mas agora ele já sabe que tem o controle. Tá esperando o quê, rabuda? Oferece essa buceta pra ele, você já sabe que não vai aguentar ter ele por perto sem ter a chance de dar pra ele.Sorri pro meu filho enquanto tirava o casaco e o sutiã, deixando meus peitos à mostra. Marcos acelerou a punheta ao ver meus peitos e o pau dele ficou no máximo do tesão. Levantei minha saia de novo em volta da cintura e comecei a enfiar dois dedos pra preparar minha buceta.- O que você tá esperando, meu bem? Dá uma boa fodida na mamãe.Marcos se aproximou de mim e começou a esfregar o pau dele na entrada da minha buceta. Eu suspirava enquanto minha buceta ia ficando molhada e meu filho passava a outra mão nos meus peitos. Ele colocou as mãos na minha bunda e me ajeitou na escrivaninha, pegou o pau dele de novo e meteu de uma só vez. Porra, o gemido de surpresa que eu soltei foi enorme. Tampei a boca com a mão enquanto meu filho arrebentava minha buceta. Com certeza as aulas em Tenerife tinham ensinado ele a foder uma mulher. Eu ouvia o som dos ovos dele batendo na minha bunda, o barulho dos meus fluidos quando o pau dele entrava em mim uma e outra vez.- Ah, porra, Marcos, que delícia, continua assim, meu amor, fode a mamãe do jeito que ela gosta.Eu sussurrava pra ele.
Coloquei minhas mãos nos peitorais dele enquanto os gemidos escapavam da minha boca. Sentir os músculos duros do meu filho me deixava a mil. O Marcos acelerou a foda e eu tive que levar as mãos de volta à boca pra não gritar quando o orgasmo me sacudiu. Meu corpo inteiro se tensionou enquanto meus olhos reviravam e eu fazia o impossível pra não gritar de prazer. Meu filho continuou me fodendo brutalmente por mais um tempo até que eu senti os jatos de sêmen inundarem minha buceta. Quando ele tirou o pau de dentro de mim, ouvi parte da porra dele cair no chão. Agarrou meus peitos e voltou a beijar minha boca com o pau dele apoiado na minha barriga.- Porra, mamãe, como eu queria fazer isso.
- Eu também, amor, mas temos que tomar cuidado com o seu pai.
- Parece que o viadinho do filho dela deu uma boa fodida na mulher dele, né?— Me disse, sorrindo pra mim.- Anda, não seja sacana.Falei sem conseguir segurar um sorriso.- Vamos descer pra jantar.
- Esta noite vou estar te esperando.Ela me disse quando se vestiu, antes de sair pela porta.
O jantar foi tranquilo, sem novidades. Meu marido e meu filho trocaram palavras educadas sobre trabalho e estudos. Em certo momento, Marcos nos contou que conheceu um cara na academia e que eles tinham virado grandes amigos. Eu sabia que era mentira, e o olhar que o pai dele me deu confirmou que ele tinha feito aquilo pra dar a entender que estava transando com o tal cara. Meu marido começava a me dar uma certa pena, mas ele tinha procurado por isso por ser homofóbico. Nada disso teria acontecido se ele tivesse tratado meu filho com carinho e respeito e tivesse ido com a gente pra Tenerife.
Quando todo mundo foi pra cama, meu marido me procurou entre os lençóis. Falei que tava cansada e dei um boquete bem dado pra ele. Virei de costas pra dormir, mas não conseguia parar de pensar no quarto do Marcos.Que putinha você é, tem um marido que te ama e te come, e você só pensa na pica do seu filho
Eu amo meu marido, adoro dar pra ele, mas por que não posso ter duas picas? Também amo meu filho.Enquanto eu acariciava minha buceta, recriando a cena na escrivaninha com meu filho, esperei meu marido dormir. Pouco depois, já estava com a mão na maçaneta da porta do quarto do Marcos.
Quando entrei, meu filho estava completamente nu, olhando pra mim. Fechei a porta e tirei o pijama enquanto Marcos observava atentamente o corpo nu da mãe dele, se masturbando. Caminhei até a cama dele, deitei ao lado e começamos a nos beijar. Meu filho me deitou de costas enquanto devorava minha boca com paixão e a mão dele começou a acariciar meu corpo. Foi descendo enquanto chupava meu pescoço, meus peitos e, ao chegar na minha xereca, começou a lamber de cima a baixo, enfiando a língua lá dentro. Meus bicos ficaram duros como pedra e estendi a mão pra segurar a cabeça do meu filho, mostrando o quanto eu tava gostando. Depois de um tempo, Marcos me virou e continuou me comendo, dessa vez alternando entre minha buceta e meu cu. Ele se ergueu atrás de mim e encostou a pica na entrada do meu cu.- Você não faz ideia de como senti falta dessa buceta, mamãe.Ele sussurrou pra mim.- Então tá na hora, amor. Arrebenta a buceta da mamãe.O pau dele começou a me penetrar devagar, pra depois começar uma boa fodida anal. As bolas do meu filho batiam na minha bunda a cada estocada enquanto eu mordia o travesseiro dele pra abafar meus gemidos e rezava pra que a distância entre o quarto do meu filho e o meu fosse suficiente.- Porra, amor. Continua assim minha vida. Come a bunda da mamãe. Diz pra mamãe que você prefere a bunda dela do que a da Laura.
- A Laura ainda não comi no cu, por enquanto. Mas sei que nada do que fizer com ela vai superar te comer.Voltei a morder o travesseiro enquanto gozava. Passei a mão pra esfregar minha buceta durante o orgasmo e sentia meus fluidos escorrendo na cama. Marcos me deu um tapa forte na bunda e começou a encher ela de porra enquanto eu sentia o corpo dele tenso. Quando o pau dele saiu de dentro de mim, me deixei cair na cama, completamente satisfeita por aquela noite. Ficamos mais um tempinho abraçados e nos beijando, nossas mãos não paravam quietas percorrendo nossos corpos. Finalmente voltei pro meu marido com um sorriso nos lábios, certa de que ia aproveitar muito naquelas férias.
Durante aqueles dias, quase toda noite eu visitava meu filho. No resto do dia, aproveitávamos cada saída do meu marido — pro bar com os amigos ou pra trabalhar — pra que meu filho preenchesse todos os meus buracos. De vez em quando eu também transava com meu marido, não podia deixar ele desatendido por tanto tempo.
Na manhã de Natal, cheguei na sala depois de dormir profundamente após uma puta foda no meio da noite com meu filho. Marcos e o pai dele estavam tomando café, sem se falar, como sempre, e eu sugeri que abríssemos os presentes. Quando abri o presente do Marcos, vi que era um iPad. Beijei ele nas bochechas pra agradecer e ele sussurrou no meu ouvido:- Vai pro banheiro e liga ele.Sentei na privada e liguei a máquina. Tinha uma pasta chamada "mamãe". Nervosa com o que podia ter ali, abri e vi um documento de texto e três arquivos de vídeo. O texto tinha o título "1" e os vídeos iam do 2 ao 4. Cliquei no texto e li:Amanhã é o dia do meu verdadeiro presente, mamãe. Espero que lembre das instruções: sem perguntas, sem reclamações. Tenho visto muito pornô nesse tempo longe de você e baixei esses vídeos para você saber de antemão o que te espera. Amanhã nós duas vamos para a capital, você vai ter que reservar um quarto de hotel. Precisa pensar no que vai dizer pro papai, que vamos passar o dia juntas e que depois você conta pra ele que não vamos dormir em casa. Agora tira a calcinha e bate uma vendo os vídeos. Lembra de assistir na ordem, todos são fantasias que quero realizar com você, mas o último deixo você decidir se quer realizar ou não, mas quero que saiba que é o meu favorito. Te amo, mamãe.Tirei a calça do pijama e a calcinha, e me sentei no vaso. Apoiei o iPad no cesto de roupa suja e cliquei no vídeo "2", deixando o volume bem baixo enquanto enfiava dois dedos na minha bucetinha.
No vídeo, aparecia uma garota chupando a pica do parceiro dela. Era uma pica bonita e a garota chupava muito bem, mas eu não entendia a fantasia do meu filho. Pelo menos não até o cara agarrar a cabeça da mina e começar a foder a boca dela com violência, segurando a cabeça dela com toda aquela pica enorme enfiada na garganta até a garota não aguentar mais, e quando soltou, deu um tapa violento na cara dela, agarrou a cabeça de novo e começou a estuprar a boca dela.Amanhã você vai alcançar um novo nível como putinha, gostosa.Fechei o vídeo e passei pro próximo enquanto me masturbava sem parar.
No vídeo aparecia um cara fodendo analmente uma mina com violência, num dado momento ele tirou a pica e jogou ela no chão de barriga pra cima. O cara aproximou a pica e começou a mijar na cara e nos peitos da mulher, pra depois continuar comendo ela enquanto ela passava as mãos no corpo coberto de mijo e lambia elas.Porra, esse meu filho. Tomara que ele também queira que eu mijasse em cima dele.Quando abri o último vídeo e vi o conteúdo, fiquei tão chocado que parei de me masturbar. Será que meu filho queria mesmo que a gente fizesse aquilo?vadia, lembra das regras. Dá esse presente pro teu filho e vai ter a pica dele pelo resto da sua vidaVoltei a me masturbar enquanto observava a cena. A verdade é que era muito obsceno e excitante, e me imaginar fazendo aquilo com meu filho estava me deixando com muito tesão. Antes do vídeo terminar, gozei entre espasmos, limpei os fluidos das minhas coxas e voltei pra sala. Sorri pro meu filho pelas costas do meu marido e assenti. Meu filho sorriu, se aproximou de mim e me pegou pela mão pra me levar pra cima enquanto meu marido via TV e fumava um dos charutos que Marcos tinha dado de presente. Eu caminhava ao lado do meu filho, observando a ereção enorme que se formava na calça do pijama dele, enquanto me lambia.
Na manhã seguinte, eu estava muito nervosa. Depois do boquete que dei no Marcos quando aceitei realizar as fantasias dele, meu filho me proibiu de gozar pelo resto do dia. O filho da puta me provocava, passando a mão na minha bunda ou nos meus peitos quando meu marido ou o resto dos parentes que vieram em casa nas festas se distraíam um pouco. Na noite anterior, eu tava louca pra transar e, quando meu marido veio me procurar pra uma foda de Natal, tive que dizer que tava com dor de cabeça por causa do álcool que tinha bebido e me contentar em saborear a gozada que consegui chupando o pau dele.
Saímos cedo de casa pra chegar no hotel o mais rápido possível. Eu tinha dito pro meu marido que ia passar o dia com Marcos na cidade, íamos fazer compras, comer fora e talvez ir ao cinema ver um filme. A ideia era dizer que depois do cinema a gente tinha tomado uns drinks e era melhor não dirigir e voltar só na manhã seguinte. Coloquei um vestido preto com decote tomara-que-caia, peguei meu casaco e saí com meu filho pro carro. Assim que fechei a porta, dei um pulo quando senti a mão do Marcos agarrar minha bunda.- Se prepara, puta. Vai ser um dia inesquecível.Ele sussurrou no meu ouvido.
Eu sorri feito uma boba enquanto tentava processar que meu filho tinha me chamado de puta. Supus que a humilhação verbal vinha junto com o acordo que eu tinha aceitado com ele pelo presente dele. Entrei no carro e comecei a dirigir. Pouco depois de sair da cidade e chegar nas estradas desertas que ligavam à capital, Marcos começou a apalpar meus peitos. Depois de passar o dia e a noite anterior toda excitada, o contato logo fez meus bicos ficarem durinhos como pedra.- Puxa, parece que a proibição te deixou igual uma puta no cio, mamãe.Olhei pra ele mordendo meu lábio inferior enquanto continuava curtindo as carícias do meu filho nos meus peitos. Isso e as palavras duras dele já tinham começado a fazer eu sentir minha buceta ficando molhada.- Vamos ver o quanto minha putinha é obediente.Enfiou a mão no meio do meu decote e, com um puxão, baixou ele, deixando meus dois peitos à mostra. Dei um gritinho de surpresa enquanto meu filho beliscava meus mamilos. Fiquei de olhos arregalados, rezando pra nenhum carro cruzar com a gente, pelo menos não um carro com alguém conhecido da cidade. Meu filho ria, se recostou no banco, puxou o pau pra fora e começou a se masturbar na minha frente. A surpresa e um pouco de indignação pela situação acabaram rapidinho, dando lugar ao tesão e à excitação. Soltei a alavanca de câmbio pra pegar no pau do meu filho e bater uma pra ele, enquanto mantinha os olhos fixos na estrada com meus peitões grandes de fora. Finalmente, um carro cruzou com a gente e a buzina do cara que dirigia mostrou que ele tinha curtido uma bela vista dos meus peitos durinhos. Pouco depois desse incidente, Marcos recolocou meu vestido e chegamos na cidade.
Ao chegar no hotel, meu filho foi até o porta-malas e tirou duas malas. Me deu uma e disse que era minha roupa pra noite. Não fazia ideia de quando ele tinha feito isso, mas parecia que ele tinha preparado tudo direitinho. Pegamos a chave na recepção e fomos pro nosso quarto. Ao entrar, meu filho me pegou pelo pescoço e me encostou na parede. Começou a lamber meus lábios enquanto enfiava a mão livre por baixo da minha saia pra começar a acariciar minha bucetinha e sorriu ao perceber que eu não tinha colocado calcinha.- Nossa, vagabunda, parece que você veio bem preparada.
- Meu único desejo é satisfazer meu mestre.Respondi entrando no jogo.
Sem soltar meu pescoço, meu filho começou a me guiar para que eu ficasse de joelhos enquanto desafivelava a calça jeans e colocava pra fora a pica dele.- Abre bem essa boca, rabuda.Obedeci sem reclamar e ele começou a enfiar o pauzão na minha boca devagar. Porra, passei o dia inteiro morrendo de vontade de sentir o pau do meu macho de novo. Ele me agarrou pelo topo do cabelo e começou a foder minha boca com violência. A saliva escorria da minha boca por causa da porra da foda e descia pelo meu rosto até cair no meu decote. Quando não aguentei mais, empurrei um pouco com as mãos nas pernas dele e meu filho me soltou. Mal consegui respirar um pouco de ar e o tapa me acertou em cheio na bochecha.Porra, vagabunda. Aqui está seu primeiro tapa. Reconhece o quanto você deseja que o segundo chegue, rabuda.
- Vadia, cruza as mãos atrás das costas e não faz isso de novo.Ele me ordenou enquanto puxava meu cabelo para que eu olhasse na cara dele e cuspia em mim.
Enfiou o pau dele de novo até minha garganta. A sensação de submissão e abuso que eu estava sofrendo fez minha buceta encharcar na hora. Nunca pensei que fosse gostar tanto de ser usada por um homem daquele jeito. As lágrimas escorriam pelo meu rosto por causa das batidas daquele pedaço de pau na minha garganta. De vez em quando, meu filho tirava o pau da minha boca para me esbofetear e enfiar de novo. Uma das vezes que me soltou, baixei a cabeça para deixar cair uma quantidade enorme de saliva misturada com fluidos no meu corpo e vi meu vestido preto cheio de restos brancos de toda a saliva que tinha escorrido pelo meu rosto. Fiquei louca ao ver minha roupa naquele estado. Depois de mais alguns minutos, meu filho tirou o pau da minha boca, se afastou um pouco e começou a se masturbar na minha cara enquanto eu abria a boca e me oferecia para receber a gozada que vinha. Marcos bufou enquanto meu rosto recebia os jatos de porra do meu filho. Quando terminou, enfiou o pau de novo para eu limpar com minha língua e meus lábios.- Você fez um puta trabalho, sua vadia. Fica aí e não se mexe até eu mandar.Ele me disse depois de ter o pau brilhante e foi se deitar na cama.
Fiquei de joelhos, catando com meus dedos a porra do meu filho que tinha ficado no meu rosto e enfiando na minha boca. Sentia o rosto dolorido, mas cada um dos tapas que tinha levado eu tinha curtido pra caralho. Olhei pro meu vestido, todo cheio de porra e saliva, e sorri ao imaginar minha própria cara de puta ali jogada.Porra, você gozou nesse momento mais do que em qualquer foda que já te deram na vida. Queria poder te foder agora mesmo com meus dedos até você gritar.Pouco depois, ouvi meu filho pedindo comida para o serviço de quarto. Ele apareceu de novo na minha frente, me pegou pelo pescoço e me fez levantar.- Que pintinha você tem, puta.Ele me disse enquanto limpava o sêmen dele do meu vestido e enfiava os dedos na minha boca.- Tira a roupa.Soltou meu pescoço e tirei o vestido. Me agarrou pelo braço e me levou até a cama, onde me deixou de quatro. Começou a enfiar dois dedos na minha buceta e eu comecei a gemer igual uma puta.- Você tá com vontade de gozar, né, putinha?
- Sim, senhor! Quero gozar, quero jorrar pra você.Meu filho tirou os dedos e me deu dois tapas fortes na minha bunda.- Quer mais, puta?
Porra, claro que quero mais. Bate forte na bunda da mamãe
- Sim, amor. Me açoita mais. Castiga sua putinha.Ele continuou batendo com força na minha bunda enquanto eu não parava de gemer, até que ouvimos as batidas na porta.- Vira e bate uma até eu voltar. E nem pense em gozar ou parar.Obedeci ele enquanto meu filho ia buscar a comida. Tava masturbando minha buceta com dois dedos quando vi o garçom aparecer no corredor. Fiquei olhando pra ele surpresa enquanto o cara cravava os olhos na puta que tava em cima da cama se masturbando toda pelada. Me recuperei rápido do susto e continuei me tocando pra não decepcionar meu filho. O cara deixou as bandejas numa mesinha do quarto e saiu envergonhado enquanto meu filho sorria.
Quando o garçom saiu, Marcos se pelou e subiu em cima de mim, enfiando a pica de uma só vez. Começou a me foder com força enquanto segurava meu cabelo.- Porra, puta. Como me deixou excitado ver você se masturbando com o garçom olhando. Você é uma puta muito obediente.
- Só quero te agradar, amor.respondia entre gemidos.- Mamãe tá perto de gozar, meu amor. Continua fodendo mamãe com força.O orgasmo não demorou pra chegar, minhas pernas tremiam enquanto ondas de prazer inundavam meu corpo ao mesmo tempo que o esperma quente do meu filho enchia minha buceta. Exausta, fiquei deitada na cama enquanto Marcos chupava meus peitos.
Depois de comer completamente pelados, ficamos conversando como mãe e filho até que Marcos se recuperou o suficiente e voltou pra cama. Ele se deitou de barriga pra cima e segurou o pau, que já estava voltando a um tamanho bem aceitável.- Vamos, puta, vem pegar a sobremesa.Não precisei ouvir duas vezes. Me aproximei me lambendo, subi na cama e fiquei de quatro na frente dele, comecei a chupar aquela piroca deliciosa. Meu filho colocou as mãos atrás da cabeça enquanto se deliciava com o boquete que a puta da mãe dele fazia. Pouco depois, ele segurou minha cabeça e assumiu o controle. A piroca dele voltou a perfurar minha garganta enquanto minha saliva escorria sobre as bolas dele. Logo em seguida, ele começou a empurrar minha cabeça para baixo enquanto abria as pernas, colocando minha boca na altura do cu dele. Sem pensar duas vezes, comecei a chupar meu primeiro cu.- Ah, porra, gostosa. Isso aí, come minha buceta.Marcos gemia enquanto se masturbava, soltando minha cabeça.
Eu abri o cu do meu filho com as mãos e continuei chupando e lambendo, tentando enfiar minha língua o mais fundo possível. Depois ele se levantou, me deixando naquela posição, e se colocou atrás de mim. Senti a saliva do meu filho escorrendo no meu cu e ele esfregou no meu buraco, antes de apoiar a pica na entrada e começar a me sodomizar. Comecei a gemer enquanto acariciava minha buceta, ao mesmo tempo que o pau dele arrebentava meu cu. Ele ficou de pé sem tirar a pica, colocou as mãos na cama ao lado dos meus quadris e começou a me empurrar com violência. Naquela posição, o pau dele alcançava uma profundidade que eu nunca tinha experimentado antes. Eu gritava sem parar, enquanto minha mão percorria freneticamente minha buceta e eu virava a cabeça para olhar meu filho.- Ah, sim, Marcos. Me fode, tá me enchendo toda, seu safado. Me destrói mais.
- Me chame de mestre, sua puta de merda.E me cuspiu bem na cara.
Isso foi mais do que eu aguentava e, dando um grito, comecei a gozar de um jeito bestial. Meu filho saiu de dentro de mim, me agarrou pelo braço e praticamente me jogou da cama no chão. Fiquei deitada de barriga pra cima, quase sem forças, com a buceta dolorida e o corpo tremendo, ainda sob os efeitos do orgasmo. Meu filho se aproximou e cuspiu na minha cara de novo, se ergueu segurando o pau dele e começou a mijar em cima de mim. Soltei um gritinho de surpresa ao sentir aquele líquido quente caindo nos meus peitos. Depois, meu filho dirigiu o jato pra minha cara e eu abri a boca pra receber a mijada dele. Sentia a boca enchendo e a urina escorrendo pelo meu corpo. Foi uma experiência totalmente humilhante e maravilhosa. Quando ele terminou, me fez ficar de joelhos em cima daquela poça de mijo e meteu o pau na minha boca. Comecei a chupar com paixão e logo senti minha boca se enchendo do leite do meu filho.Em que putinha o teu filho tá te transformando. Tu já não tem mais limite com ele, vadia.
- Caralho, tira essa roupa e limpa tudo isso.Ele me disse, ficando me observando enquanto eu usava minha roupa pra limpar aquela mistura de urina e porra.
Marcos me pegou pela mão e fomos pro chuveiro, onde continuamos nosso dia de sexo selvagem.
Pouco antes da meia-noite, meu filho abriu minha mala e me deu outro dos meus vestidos. Era um vestido azul que eu amava. Também com decote tomara-que-caia (com meus peitos, era o que mais me favorecia), a saia era um pouco mais curta que a do preto, e as mangas eram de renda. Saímos do hotel rumo ao carro. Dessa vez era ele quem dirigia a caminho de uma balada que ficava quase nos arredores da cidade. Eu tava muito nervosa, já que se aproximava o que eu vi no terceiro vídeo.Sabe que não é nervosismo, puta. É expectativa e ansiedade pra chegar a hora de realizar a fantasia favorita do seu filho.Enquanto a gente caminhava pra entrada da balada, eu via uns moleques me encarando e cochichando entre si, com certeza comentando sobre a coroa gostosa que tinha chegado. Entramos e fomos pro balcão tomar uns drinks, enquanto eu e meu filho nos beijávamos e ele passava a mão em mim por cima do vestido. Depois fomos pro meio da pista dançar.
A parada começou a sair do controle, meu filho tava louco de tesão esfregando o pacote dele na minha bunda no ritmo da música, passava as mãos nos meus peitos por cima do vestido enquanto eu via um monte de adolescente punheteiro nos encarando. Mantive meu papel de puta submissa e não tirava as mãos do meu filho, só ajeitava o vestido pra não aparecer nada toda vez que os amassos do Marcos mexiam ele um pouco. Depois de um tempão dançando, Marcos falou pra eu esperar ali e foi embora. Logo, um adolescente chegou e se apresentou como Lucas. A gente se deu dois beijos e começou a dançar. Eu tava com medo daquele moleque achar que podia meter a mão em mim depois de me ver com meu filho, mas a gente só dançou, mesmo que de vez em quando ele apertava o pau dele na minha bunda, o que não me incomodou e até curti. Pouco depois ele tentou me beijar na boca, mas recusei dando um sorriso e ele foi embora.- Vem, vagabunda, vamos embora que tão nos esperando.Meu filho sussurrou no meu ouvido, se aproximando por trás, enquanto o Lucas se afastava.
Saímos da balada e vi dois caras do lado do meu carro. Quando olhei pra eles, a primeira coisa que veio na minha cabeça é que eram uns otários. Eram uns caras muito magros e mal vestidos, sem estilo nenhum, e o mais provável é que fossem virgens. Deduzi que meu filho tinha escolhido aqueles perdedores pra controlar a situação.- Já contei pros meus "amigos" o que a gente vai fazer.Marcos me disse enquanto me levava até o carro com a mão na minha bunda.
Cumprimentei os dois jovens, cujos nomes nunca cheguei a saber, e me sentei no banco do carona. Meu filho dirigia e os dois caras sentaram atrás. A gente se afastou bastante da balada e meu filho pegou uma estrada de terra que entrava no mato, estacionando numa clareira pequena. Os caras saíram do carro e meu filho me mandou passar pro banco de trás. Pra surpresa dele, comecei a me despir do lado de fora do carro pra que os dois otários não perdessem nada. Depois de ver o vídeo, já sabia o que a gente ia fazer e achei uma idiotice foder com a roupa arregaçada. Olhei pro meu filho enquanto abria a porta e vi o sorriso de aprovação dele. Entrei no carro fechando a porta, abaixei o vidro e apoiei meu corpo pelado na abertura, deixando meus peitos pra fora pra que aqueles dois caras pudessem olhar enquanto babavam. Logo senti a língua do meu filho percorrendo minha buceta pra começar a me lubrificar.Vamos, vadia, dá um bom show pro seu filho. Deixa esses dois otários no clima.
- Ah, gurias, que delícia.Dizia entre gemidos.Gostam das minhas tetas? Por que vocês não mostram suas pirocas pra mim?Os caras não falaram uma palavra a noite toda, mas foram obedientes. Baixaram as calças, pegaram nas pirocas e começaram a bater punheta na minha frente. Não eram do tamanho da pica do meu filho, mas eram bem aceitáveis. Ver aquelas duas rolas na minha frente e os olhos dos caras fixos nas minhas tetas já tava me deixando louca. Percebi meu filho se mexendo e logo senti a pica dele enfiada na minha bucetinha. Meu filho me metia com força e eu gemia escandalosamente pro meu público, enquanto minhas tetas balançavam sem parar, pra alegria daqueles dois otários. Os caras aceleraram a punheta e as pirocas deles chegaram no auge. Eu não parava de gemer enquanto meu filho arrebentava minha xota, sem tirar os olhos daquelas rolas desconhecidas.- Oh, amor. Me come gostoso, isso aí. Arrebenta minha buceta pros meus caras verem como se fode uma puta.Tava com a buceta escorrendo, logo comecei a gozar enquanto olhava na cara da minha plateia e via como eles se esforçavam pra não gozar ainda. Pouco depois, o Marcos tirou o pau de dentro de mim e saiu do carro. Abriu minha porta e me puxou pra fora, me deixando nua e de joelhos no meio do mato enquanto via aqueles três paus se masturbando ao meu redor. Enfiei meus dedos na minha buceta enquanto olhava pra eles implorando pela porra deles.- Ah, porra, vamos. Dê o prêmio dela pra essa puta. Encham bem minha buceta de porra.Um dos caras deu um passo à frente e começou a gozar na minha cara. Tinha uma porra boa, o filho da puta. Abri a boca e alguns jatos caíram dentro enquanto os outros batiam no meu rosto. Quando ele terminou, o próximo moleque ocupou o lugar e começou a me molhar com o leite dele. Tava um monte de soro escorrendo pelo meu corpo e pela minha cara enquanto minha mão se enfiava na minha buceta. Depois chegou a vez do meu filho.- Obrigada, meu amo, por esta noite. Só falta o seu gozo agora. Me dá ele, por favor.Meu filho começou a gozar na minha cara enquanto eu gritava com meu orgasmo.- Você foi incrível, putinha. Fica aí.Vi os caras tirarem a carteira e darem dinheiro pro meu filho. Depois ele mandou eles largarem as calças e entrarem no carro.- Muito bem, putinha.Marcos me disse quando ficamos sozinhos.— Meus amigos nunca estiveram com uma mulher assim, então entra no carro do jeito que tá e dá uma boa punheta pra eles.Entrei no carro e me coloquei entre os dois virgens. Meu filho ficou do lado de fora e se afastou do carro pra nos dar privacidade, enquanto eu pegava uma rola com cada mão e começava a massageá-las.- Beleza, galera, agora quero ser eu quem faz vocês gozarem. Toquem em tudo o que quiserem.Eu falei com a minha cara e peitos cheios de porra.
As picas dos caras ficaram duras quase na hora. Um começou a aproximar a mão da minha buceta. Eu não falei nada, então ele começou a enfiar os dedos de um jeito bem atrapalhado. O outro começou a apertar meus bicos, sem se importar com a porra nos meus peitos, e eu já tava ficando com tesão de novo. Fechei os olhos enquanto batia uma pra eles e, de repente, senti o cara parar de mexer nos meus peitos e começar a chupar um. Abri os olhos e vi ele mamando na minha teta, sem se importar com o sêmen. Segurei a cabeça dele, soltando o pau dele pra ele continuar, enquanto minha buceta começava a ficar molhada.- Ah, porra, sim. Vai, filho da puta, me fode mais forte com a mão.Eu falei pro outro cara enquanto acelerava a punheta dele. O otário me obedeceu e começou a me bater uma mais forte enquanto eu gemia com a chupada de peito do outro cara. Logo, comecei a gozar segurando meus gritos pra que meu filho não ouvisse nada.- Fiquem de joelhos, gurizada.Disse pra eles quando me recuperei do orgasmo.
Quando os coloquei de joelhos, voltei a bater uma pra eles e olhei pelas janelas pra ver se meu filho estava por perto. Não vi ele em lugar nenhum.- Isso fica entre nós, nada de contar nada pro meu dono.
Você já é uma puta completa. Parabéns, rabuda.Comecei a chupar aqueles paus, alternando entre eles sem parar de bater uma pro pau que tava livre. Enquanto chupava o pau do cara que tinha chupado minha teta, levei uma gozada surpresa do outro na cara, sem parar de bater uma pra ele, e logo depois senti minha boca se encher de porra. Chupei aqueles paus até deixar tudo limpinho, e os caras saíram do carro catando as calças. Um deles me passou meu vestido, e eu vesti por cima do meu corpo todo melado de sêmen. Daí a pouco, meu filho apareceu, entrou no carro sem falar nada e começou a dirigir, enquanto eu continuava atrás, entre os dois caras, apalpando os paus deles por cima das calças. Quando chegamos na balada, os caras saíram sem dizer uma palavra, eu passei pro banco da frente com meu filho e fomos pra casa. Lá pelas 5 da manhã, estacionamos na frente de casa. Sem falar nada, meu filho puxou o pau dele e segurou minha cabeça. Eu tava com a boca cansada e a garganta meio dolorida de tanta chupada e tanto leite, mas tinha que obedecer. Aproveitei a última gozada do meu filho na minha boca, na frente do portão de casa, com meu marido dormindo lá dentro, e engoli toda a porra que ele me deu. Depois, ele abriu o porta-luvas, pegou um pacote de lenços e começou a limpar minha cara e meu peito.- Muito obrigado, mãe. Você foi sensacional. Te amo.E começou a me beijar de um jeito muito doce.- Também te quero, céu. Me diverti pra caralho, foi muito excitante. Espero que você domine a mamãe de novo bem rápido.Entramos em casa, meu filho foi pro quarto dele e eu tirei o vestido preto da mala, todo cheio de restos de porra e xixi. Me despi e coloquei uma lavadora. Subi pelada pro chuveiro com o corpo cheio de restos de porra e me masturbei debaixo da água quente, relembrando aquela noite maravilhosa e esperando continuar aproveitando a pica do meu filho pelo resto das férias.
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