Meu filho Marcos tinha começado a faculdade naquele ano. Eu sentia muita falta dele. Amava meu filho e, até ele ter que ir estudar fora, passávamos a maior parte do dia juntos. Íamos às compras juntos, cozinhávamos, víamos filmes, ele pintava minhas unhas, trocávamos massagens, sempre fomos muito unidos.
Meu marido sempre me criticou por isso. Com aquela educação retrógrada dele, não suportava ter um filho gay e me culpava por isso. Nosso filho nunca tinha falado sobre a orientação sexual dele, mas pra gente era óbvio. No fim, obriguei meu marido a deixar o Marcos em paz, porque ele já começava a falar um monte de merda sobre ensinar boxe pra ele, levá-lo pra caçar e até insinuou que, se precisasse, pagaria uma puta pra ele. Depois da briga enorme que tivemos, ele concordou em deixá-lo quieto, mas se já não era um pai muito presente, a partir daí falava com ele como se fosse um vizinho qualquer.
Eu falava quase todo dia com meu filho enquanto ele estava fora. Ele me contava como estava feliz na faculdade, que estava fazendo muitas amigas e passando em tudo, e comecei a planejar uma viagem em família para Tenerife como recompensa pro meu filho. Aquilo virou outra briga com meu marido: "Não vou passar minhas duas semanas de férias vendo meu filho dar pinta". Eu disse que ele era um puta reacionário, que por que se importava tanto do nosso filho ser gay e mais um monte de coisas. No fim, falei que ia sozinha com meu filho, que ele fizesse o que quisesse, e fui numa agência preparar a viagem.
Quando meu filho voltou pra casa, a cena não podia ser mais ridícula. Depois de quase um ano sem ver o filho, vi meu marido estender a mão pra cumprimentar o Marcos, enquanto ele ia abraçá-lo. Meus olhos se encheram de lágrimas. Marcos era um menino doce e sensível, uma pessoa linda, e meu marido começava a dar a entender que sentia nojo dele. Peguei meu filho e fomos Passamos o dia juntos, na verdade, só entrávamos em casa pra dormir até a hora de viajar.
Finalmente chegamos em Tenerife. Pensei muito naqueles dias sobre a viagem e esperava que meu filho finalmente me dissesse que era gay. Doía um pouco aquela falta de confiança em mim, embora eu achasse que era por causa daquele imbecil do pai dele, por isso pensei que, ficando só nós dois, ele finalmente se abriria.
Quando entramos no quarto, vi a cama de casal. Porra, eu estava tão puta quando reservei a viagem que não especifiquei esse detalhe, e aquela lady da agência era meio cretina e não ajudava muito. Pensei em descer na recepção pra ver se dava pra resolver e trocar pra um quarto com duas camas, mas me imaginei naquela cama com meu filho, compartilhando intimidades, e talvez aquela proximidade fizesse ele confiar mais em mim.— Pô, Marcos, fiz merda reservando o quarto. Você se importa de dividir a cama com a sua velha mãe?
- Claro que não, mãe.Ele me disse, me beijando na bochecha.Quer trocar de roupa e descer pra praia? Dá tempo de desfazer as malas depois.
- Claro, filho, como quiser.Ela começou a se despir na minha frente. Observei o corpo dela de 18 anos, era um garoto muito gostoso, magrinho mas com uns abdominais bem definidos. De repente, ela baixou a calça e o pau dela apareceu, porra, que pau enorme que meu filho tinha, fazia tempo que a gente não tomava banho junto porque eu não achava mais apropriado e levei um baita susto. Peguei meu biquíni e fui pro banheiro do quarto, não queria que Marcos me visse com os mamilos duros de tesão. Tentei me acalmar, pensando no quão errado aquilo tinha sido, mas não conseguia tirar da cabeça a imagem do corpo escultural do meu filho e daquele pau maravilhoso. Fui me despindo enquanto me olhava no espelho. Cabelo moreno e olhos castanhos, meu rosto não chamava muita atenção por não ter traços muito diferentes, mas isso se resolvia com meu corpo. Tenho 36 anos, sempre gostei das minhas tetas, umas tetas gordinhas, macias e ainda bem firmes mesmo sendo mãe. Me virei pra olhar minha bunda, redondinha e um pouco molenga pro meu gosto, mas bem chamativa. Satisfeita, vesti meu biquíni azul e fomos pra praia.
O dia estava lindo, com um sol radiante, caminhamos pela praia procurando um lugar que não estivesse tão lotado. Finalmente, colocamos nossas coisas e nos preparamos pra pegar um sol. Enquanto passava protetor solar no meu filho, não consegui evitar morder meu lábio ao sentir os músculos dele enquanto acariciava suas costas.— Marcos, cê tem ido na academia?
- Quê? Ah, sim, não te falei? Tem uma academia no campus e pra quem é matriculado sai bem baratinho.
- Pois te fez muito bem. Você tá com um corpaço.Comentei sem conseguir me segurar.- Pô, já somos duas. Não paro de ver os caras se virando pra te olhar, mãe.
Sim, filho, mas não você.Fiquei triste pensando que meu próprio filho não me olhava daquele jeito. Continuei acariciando o corpo dele, enquanto a excitação crescia em mim. Imaginava cenas na minha mente onde meu filho se virava e eu começava a acariciar o volume dele para depois... mas aquilo não podia ser! Amava tanto meu filho que minha mente não parava de pensar que aquilo era natural, mas não podia ser. Depois, observei ele passando creme naqueles peitorais duros e, principalmente, nos abdominais. Depois foi minha vez: deitei de barriga para baixo e aproveitei as mãos fortes do meu filho massageando minhas costas enquanto passava o creme. Comecei a fantasiar sobre o que aconteceria se eu me virasse, soltasse meu biquíni e pedisse para ele passar creme nos meus peitos enquanto eu sentia o contato nos meus mamilos.Porra, Elena, se controla. Isso tá errado em todos os níveis da imoralidade".Vadia, sua vadiazinha.
Passamos a tarde falando sobre nossas coisas. Claro, meu filho devia ser gay, reparei nos trejeitos afeminados dele ao se expressar e gesticular, e por ali não paravam de passar umas moças com uns corpaços que ele nem ligava. Ele me falava das amigas da faculdade, mas eram só isso, amigas. Eu queria que ele me falasse sobre a homossexualidade dele, não achava que fosse bom ele reprimir esse tipo de coisa na frente dos pais e odiei meu marido por aquilo. Enquanto conversávamos, eu não parava de tocar os braços do meu filho, ou o peito dele enquanto ria exageradamente das piadas dele. Era impossível não dar em cima dele, ele tinha despertado algo em mim. Enquanto comíamos no quiosque, eu apoiava meus peitos descaradamente na mesa ou os juntava com os braços. Mais de uma vez me pareceu que Marcos ficava olhando para eles e depois desviava o olhar. Eu já não sabia se era minha imaginação perturbada ou se ele realmente reparava em mim, e parei de dar em cima dele.
Lá pelas sete da tarde estávamos exaustos. Tínhamos acordado cedo para o voo e tantas horas no sol me deixaram muito cansada. Voltamos para o hotel, jantamos e fomos para o quarto. Tomamos banho um de cada vez e fomos para a cama. Eu me deitei com uma camiseta branca de alças e uma calcinha também branca, e meu filho só de cueca. Abri a janela antes de me deitar, e o ar frio da costa roçou meu corpo, me dando uma sensação muito gostosa. Me deitei ao lado do meu filho e ficamos conversando mais um pouco, eu estava com a pele arrepiada de sentir aquele corpo tão perto de mim e me arrepiei quando ele se apoiou levemente em mim para me dar um beijo de boa noite. Não lembro quando dormi, mas sempre vou lembrar quando acordei.
Abri os olhos aos poucos enquanto sentia aquela mão acariciando minha bunda, eu estava dormindo de costas para o meu filho e fiquei olhando pela janela as vistas maravilhosas que davam para o mar no meio da noite enquanto sentia a Mão do meu filho percorrendo minhas nádegas. Não entendia o que tava rolando, mas deixei ele fazer pra ver o que queria. Enquanto ele acariciava minha bunda, dava pra ouvir o atrito do lençol, sinal claro de que ele tava se masturbando.Meu Deus, isso é culpa sua, Elena. Isso te acontece por se comportar como uma puta com o seu filho.Pensava enquanto sentia seus carinhos.Agora não te resta outra opção senão calar a boca e deixar ele fazer pra aliviar o tesão.
Que desculpa esfarrapada, Promíscua—disse pra mim mesma- Quer ver até onde seu corpo deseja e você sabe disso.Pronto, as mãos do meu filho largaram minha bunda e eu comecei a sentir ele puxar uma alça do meu ombro pra deslizar a mão dentro da minha camiseta, acariciando devagar meu peito.Puxa, querido, parece que nosso filho não é gay, vai bater uma punheta tocando na sua mulherPensei enquanto sorria para mim mesma, pensando no idiota do meu marido e me deixando fazer aquilo como uma espécie de vingança contra ele.
Achava que meu filho só ia acariciar minha bunda como estímulo pra masturbação dele e não sabia se devia deixar ele continuar com as mãos em mim, mas era gostoso saber que meu filho desejava meu corpo. Sem dúvida, a excitação fazia ele ficar mais ousado. Se ele só tocasse minha bunda, dava pra culpar algum movimento involuntário enquanto dormia, mas se eu "acordasse", aquilo ia ser difícil de disfarçar, então continuei fingindo um sono profundo e me deixei levar. Quando a mão dele começou a pegar na minha teta e os dedos roçaram meus mamilos, eu também comecei a ficar excitada. Senti meus mamilos endurecerem e meu filho, ao notar, começou a prestar mais atenção neles enquanto o barulho da masturbação dele ficava mais evidente, com ele aumentando o ritmo.
Depois ele fez algo inesperado: colou nas minhas costas e encaixou o pau dele na minha bunda, pressionando entre minhas nádegas como se estivesse me fodendo. Porra, se eu não tivesse minha calcinha fio dental, sentiria aquele pau roçando na minha buceta já molhada. Enquanto apertava minha teta, ele mexia os quadris esfregando o pau em mim e começou a soltar gemidos abafados. Eu aguentava como podia, desejando que meu filho perdesse completamente a cabeça e puxasse minha calcinha pra roçar o pau diretamente na minha buceta ou até me penetrasse. De repente, ele se levantou da cama e foi pro banheiro. Meu filho, o "gay", tava se masturbando no banheiro pra gozar depois de explorar um pouco o corpo da mãe. Passei a mão na minha bunda, toquei numa área molhada do líquido pré-seminal dele e lambi meus dedos enquanto acariciava minha buceta. Fiquei nessa até ouvir a descarga eliminando as provas da gozada do meu filho, recuperei a compostura e voltei a fingir que dormia enquanto Marcos se deitava na cama pra dormir com a querida mãe dele.
Sorri pra noite de Tenerife enquanto pensava que aquelas duas semanas iam ser muito interessantes...
Na manhã seguinte Em seguida, meu filho agia com total normalidade comigo. Eu estava um pouco cansada por não ter dormido muito. Embora meu filho, depois de se aliviar, tivesse dormido na hora, sua querida mamãe tinha passado o que pareceram horas se debatendo entre o que seu corpo sentiu e o que sua mente ditava. Antes de voltar a dormir, a mente tinha vencido, mas enquanto eu ficava na cama acordando, Marcos se levantou para se vestir e descer para tomar café, e eu fiquei observando aquele torso jovem, e meu corpo tomou a dianteira de novo. Tomei a decisão de que aquela cena noturna se repetiria.
Levantei da cama e peguei no armário meu vestido verde, um vestido lindo com a parte de cima de alças e um decote sugestivo, e na parte de baixo, a saia terminava com um belo balanço. Deixei o vestido em cima da cama e tirei a camiseta com que tinha dormido, deixando meus peitos à mostra. Olhei disfarçadamente para reparar no meu filho e vi ele me olhando de soslaio para os peitos, tentando disfarçar. Coloquei o vestido sem sutiã e falei pro Marcos que já estava pronta.
Quando terminamos de tomar café, saímos para passar o dia fazendo turismo. Eu andava de braço dado com o Marcos e ia me encostando exageradamente nele para apontar qualquer coisa que via, aproveitando para esfregar meus peitos no braço dele. Quando via algo que gostava, pedia pra ele tirar uma foto, e enquanto me afastava para me posicionar onde queria sair, ia rebolando meus quadris enquanto imaginava meu filho olhando pra minha bunda.
Logo meu filho foi ganhando confiança com a minha naturalidade com ele, e de vez em quando passava a mão na minha cintura enquanto observávamos alguma vitrine ou ponto curioso da cidade. Ficava toda arrepiada quando ele fazia isso e dava uma vontade louca de beijá-lo, mas eu precisava ser prudente; meu filho achava que eu não tinha notado o que aconteceu na noite anterior, e eu repetia de vez em quando o quanto que eu estava feliz por passarmos aquelas férias juntos depois de tanto tempo separados, pra ele pensar que minhas aproximações eram por amor de mãe e não tentativas de deixá-lo com tesão e fazer ele criar coragem pra meter a mão em mim de novo naquela noite.
Já no fim da tarde, entramos num bar onde me surpreendi que meu filho tinha começado a beber cerveja. Voltei a assumir meu papel do quiosque do dia anterior, ria exageradamente das histórias dele, balançando pra frente e pra trás pra provocar o movimento dos meus peitos, ou olhava ao redor sem prestar atenção nele enquanto abraçava meu corpo pra que meus seios ficassem bem à mostra na frente dele.
Quando voltamos pro quarto já era bem tarde. Falei pro meu filho que ia tomar banho e me enfiar na cama logo porque tava muito cansada. Usei todo meu autocontrole pra não me masturbar no chuveiro enquanto a água quente escorria pelo meu corpo e os bicos dos peitos endureciam, imaginando as mãos fortes do meu filho me acariciando enquanto ouvia o som da masturbação dele. Finalmente saí do banho, coloquei uma calcinha fio dental enquanto me demorava acariciando minhas pernas e, sem sutiã, vesti uma camiseta também branca, vendo com prazer que meus bicos duros marcavam o tecido.
Quando saí, meu filho já tava deitado na cama só de cueca boxer, admirei o corpo dele enquanto avançava e passei por cima dele pra chegar ao meu lado da cama em vez de contornar, fazendo questão que meus peitos roçassem no rosto dele. Dei um beijo de boa noite bem perto dos lábios dele, virei de costas pra ele e dormi, dessa vez por cima dos lençóis.
Não sei se passou muito ou pouco tempo, mas comecei a sentir de novo a mão do meu filho acariciando minha bunda. Sorri no escuro enquanto sentia a mão dele deslizando por toda minha nádega exposta. Percebi minha bucetinha começando a ficar molhada, esperando que ele continuasse a exploração sobre Mmm. Senti ele se mexer na cama pra virar de lado, e aquela mão começou a subir pela minha cintura até chegar no meu peito. Dessa vez eu não tinha colocado alças, queria que ele sofresse um pouco mais com a vergonha de ser descoberto pra alcançar minha teta nua. Meu filho amassava meu peito, e eu comecei a sentir ele se aproximar pra roçar a porra da pica dele no meu fio dental. Eu mordia o lábio pra não gemer, enquanto sentia ele pressionar minha entrada como se tentasse me penetrar, e a mão dele tentava desajeitadamente passar por baixo da camiseta. Finalmente conseguiu e agarrou minha teta com a mão nua. Passava os dedos pelos meus mamilos enquanto, com a outra mão, deslizava a pica dele por todo o meu fio dental.É agora, raposinha. Essa noite é a nossa vez de gozar juntos.Aquela vozinha imoral sussurrou pra mim.
Devagar, comecei a me virar. Meu filho tirou a mão da minha teta e começou a se virar disfarçadamente pro outro lado. Coloquei minha mão no peito dele e fiz ele deitar de barriga pra cima, depois fui descendo minha mão pelo corpo dele até pegar na pica dele.—Mamãe?Ele me disse com a voz rouca.- Tsss, não fala, meu anjo. Relaxa. Vou te dar o que você veio buscar.Comecei a bater uma pra ele, deitada de lado na direção dele, enquanto observava minha mão subindo e descendo no pau dele sob a luz da lua. Meu filho alternava o olhar entre o que a mãe dele tava fazendo e pra mim. Pouco depois, tirei minha camiseta, soltando meus peitos, e voltei a bater uma pro meu filho.- Amor, pega nos peitos da mamãe igual antes.Logo a mão dele começou a passar a mão na minha teta. Ele tentava pegar ela inteira enquanto eu sorria, olhando os olhos dele fixos no meu peito.- Belisca meu mamilo.Eu me arrepiei e soltei um gemido baixinho quando os dedos do meu filho apertaram meu mamilo. Pouco depois, afastei a mão dele com cuidado e me inclinei, oferecendo minha teta pra boca dele. Meu filho começou a mamar em mim depois de tantos anos, enquanto eu continuava trabalhando na vara dele. Passei meu dedo na ponta do pau dele, pegando um pouco do líquido pré-gozo, e levei à minha boca enquanto me afastava pra tirar minha calcinha fio dental. Meu filho me observava e tirou a cueca boxer de vez, esperando o que a mãe dele queria fazer em seguida. A ideia de montar naquela vara veio na minha cabeça.Relaxa, continua com o plano. Melhor esperar até amanhã, melhor saber como isso vai ter afetado ela quando tiver tido tempo de processar. Uma punheta é mais inocente e menos traumática do que ter comido a própria mãe.Sua putinha moralista de merda.
Me deitei me abrindo, passando uma das minhas pernas por cima da dele, peguei na mão dele e chupei os dedos pra deslizar eles pelo meu corpo até chegar na minha buceta molhada. Soltei a mão dele, curtindo os movimentos inexperientes do meu filho, e peguei no pau dele de novo pra continuar batendo uma pra ele.- Amor, enfia dois dedos dentro da mamãe.Gemi quando senti os dedos do meu filho entrando dentro de mim, comecei a mexer minha bunda pra guiar aqueles dedos inexperientes pras áreas que mais me davam prazer, enquanto acelerava o movimento da minha mão no pau dele. Com a outra mão, eu beliscava meus peitos, ouvindo os gemidos do meu filho. Fechei os olhos, diminuindo um pouco o ritmo da minha mão, querendo gozar antes dele. Tirei a mão dos meus peitos e coloquei por cima da dele pra guiar os movimentos até eu começar a gemer e gozar com os dedos do meu filho dentro da minha bucetinha. Tirei a mão dele e virei de novo de lado, olhando pra ele, e acelerei o ritmo da punheta. Meu filho gemia enquanto amassava meu peito. Ele começou a olhar pro próprio pau esperando a gozada, e eu imitei ele pra não perder nada. Logo, jatos de porra começaram a sair daquele pau fantástico, eu via aquela porra quente caindo na minha mão enquanto continuava batendo uma pra ele, admirando a quantidade de esperma que meu filho tava soltando. Quando parei, tirei a mão e me deitei enquanto meu filho, sem dizer nada, foi pro banheiro limpar a virilha e a barriga dele. Lá, sozinha, comecei a lamber a porra da minha mão, saboreando o gosto do meu filho. Antes dele voltar, retomei a posição do começo da noite e, com uma felicidade imensa, senti meu filho passar o braço por cima de mim pra me abraçar e dormir com o corpo nu colado no meu.
Quando acordei na manhã seguinte, meu filho tava dormindo de barriga pra cima. Virei devagar e comecei a acariciar o peito dele e beijar o rosto dele. Logo ele acordou.— Você gostou da noite passada, gostosa?
- Gostosa pra caralho, e você?
Bom sinal, fala comigo normal
- Eu também curti, gata. E me diz, você já tinha feito algo assim antes com alguma mina?Meu filho começou a ficar vermelho.- Mamãe, eu... eu nem sequer...
- Relaxa, amor. Fala comigo.
- Eu nem sequer beijei uma garota.- Ele me confessou, todo vermelho de vergonha.—Não?Perguntei enquanto beijava a carinha dela.- Nenhuma das minas que você me falou?
— Não, tenho várias amigas, mas elas sempre me tratam como amigo e não se interessam por mim nesse sentido.
- Beleza, calma, já vamos falar desse assunto. Agora vou te ensinar a beijar.
—Você?
- Se você quiser, claro. Se você quiser, posso te ensinar muita coisa nessas férias sobre como lidar com as minas, tanto no romântico quanto no sexual.Meu filho ficou me encarando, sério pra caralho.- Mamãe, não sei, o de ontem foi gostoso pra caralho, mas você é minha mãe. Adoro seu corpo, mas seria errado.
- Também gosto do teu corpo, Marcos. E isso podia ser nosso segredo, sempre fomos muito unidos e adoraria ser eu quem te ensinasse tudo que sei. Você já é adulto e sei que o incesto é malvisto, mas ia ser foda ser eu quem te mostrasse os prazeres do sexo.E aí eu aproximei meu rosto e comecei a beijar os lábios dela. Beijava aqueles lábios doces com amor e, com minha mão, fui procurando a rola dela. Quando peguei, comecei a massagear e a boca do meu filho se abriu, deixando eu enfiar minha língua pra procurar a dele. Nossas línguas começaram a dançar, dando pro meu filho uma aula magistral de como tratar uma mulher. Depois de alguns minutos, a gente se separou.E aí, beleza?
- Isso foi maravilhoso, mamãe.
- Céu, que tal se durante as férias você me chamar de Elena pra isso não ficar tão estranho pra você? Quero que você pense em mim nesse tempo como uma mulher, como uma namorada, não como uma mãe.
- Tá bom, mãe... Elena.
- Bom garoto. Agora relaxa. Deixa sua gostosa fazer e aproveita.Deslizei pela cama até que meu rosto ficasse de frente pro pau dele. Continuei batendo uma punheta pra ele enquanto olhava, e comecei a dar beijinhos e lambidas no tronco. Quando vi que tava tudo certo, abri meus lábios e comecei a enfiar aquele pedaço de carne na boca. Metia e tirava, enquanto mexia a língua acariciando ele. Olhei pro meu filho, que me encarava de volta, completamente alucinado. Sorri pra ele com o pau dele dentro da minha boca e comecei a fazer um boquete bem gostoso. Minha cabeça subia e descia saboreando o pau dele, enquanto com a mão eu acariciava as bolas dele.- Ah, Elena. Vou gozar. Continua assim.Coitadinho, teria que corrigir a pouca resistência que ele teve, mas era normal já que era a primeira mamada dele, ainda mais com o tesão do incesto. Continuei chupando o pau dele até sentir o leite quente do meu filho inundando minha boca. Comecei a engolir enquanto ainda chupava ele de leve, sentindo um pouco do leite escorrendo pelo canto dos lábios dele.Porra, esse garoto solta uma quantidade de porra danada em cada gozadaTirei o pau da minha boca, enquanto lambia pra limpar ele, curtindo a cara do meu filho enquanto fazia isso. Quando terminei, ele deixou a cabeça cair no travesseiro.- Isso foi uma loucura, mãe... Elena.
- Sabe o quê, amor?Eu disse, beijando o peito dela.- Prefiro que me chame de mamãe.E eu beijei ele de novo, feliz por ensinar ao meu filho os prazeres do sexo e pensando em como aquela pica não ia demorar pra estar dentro de mim.
Deixei meu filho deitado na cama enquanto ele curtia relaxado os momentos depois do boquete. Eu andava nua pelo quarto arrumando as coisas pra gente ir pra praia. Passava a mão nas minhas tetas sob o olhar dele e me abaixava sempre que precisava pegar alguma coisa, pra que o Marcos tivesse uma visão bem gostosa da minha buceta. Quando terminei de me preparar, ele já tava de novo com a pica dura que nem uma pedra.Vamos, veste o biquíni e bora pra praia.
Vamos, levanta, me tira essa roupa e me fodeFalei com a minha voz de puta na minha cabeça.
Um pouco decepcionada, fiquei olhando pro meu filho enquanto ele se vestia. Ainda era cedo pra ele começar a tomar a iniciativa, mas já ia ensinar ele a tratar uma mulher.
Quando chegamos na praia, ainda era bem cedo. Fomos caminhando pela beira do mar pra nos afastar do lugar onde o pessoal costuma ficar, procurando um canto mais reservado. Quando já estávamos bem longe da área de sempre, montamos nossas coisas, peguei o protetor solar e me deitei de bruços, pedindo pro Marcos passar nas minhas costas.- Querido, quando eu vi teu pau duro de novo, pensei que você ia querer ficar mais um tempinho no quarto.Falei enquanto sentia as mãos dela massageando minhas costas.- Jo, claro que queria, mas já que você falou pra gente descer...
- Te falei que durante as férias você e eu somos um casal, então presta atenção, amor. A gente, mulher, gosta que os homens tomem a iniciativa, eu adoro sentir que meu homem tá excitado com meu corpo e gosto que ele mostre o quanto tá tarado por mim se jogando em cima de mim e me comendo sem eu pedir.
- Vale, mãe, vou levar em conta.
- E pra chegar numa mina é a mesma coisa. A guria que você gosta precisa ver que você é um cara que sabe o que fazer com ela. Amor, a gente, mulher, gosta de ser tratada com carinho no dia a dia e que nosso homem tenha seu lado dominante na cama.
Vai, porra, começa a passar a mão em mim, não dá pra ser mais clara que isso
- Tá bom, mãe, valeu pelos conselhos. Então a minha mulher gosta que o homem dela domine a situação, né?Respondeu enquanto desafivelava a parte de cima do meu biquíni.- Mmmm, você entendeu direitinho.Ele continuou passando creme nas minhas costas enquanto acariciava as partes dos meus peitos que dava pra alcançar naquela posição. Depois, desceu as mãos acariciando minhas costas até chegar na minha bunda e se deleitou apalpando ela o quanto quis.- Já acabou, mãe. Vira pra cá.Olhei pros lados pra ver se não tinha ninguém perto. Já dava pra ver algumas pessoas, mas tavam bem longe da gente. Me virei e deitei, mostrando minhas tetas pro meu filho enquanto sorria pra ele. Na hora ele jogou um jato de protetor solar no meu peito e começou a passar a mão nas minhas tetas, espalhando tudo pelo meu corpo. Eu soltava uns gemidinhos cada vez que ele beliscava meus bicos. Pouco depois ele falou que já era e se deitou na toalha dele.Esse moleque é burroEstendi a mão e peguei na rola dele por cima da sunga. Meu filho abriu os olhos e ficou olhando pra minha mão, com certeza esperando que eu batesse uma pra ele.- Você gosta quando a mamãe te bate uma punheta, Marcos?Ela balançou a cabeça, dando a entender que sim.E aí, cê gosta que a mamãe chupe sua pica?Mesma resposta.Então mamãe vai parar de fazer tudo isso se você não começar a ouvir o que a mamãe te fala.E soltei o pau dele, coloquei meus óculos escuros e fiquei deitada.
Pelo canto do olho, vi Marcos mordendo o lábio, como se estivesse pensando no que deveria fazer. Finalmente, ele se deitou ao meu lado e começou a apalpar meus peitos e beliscar meus mamilos. Eu continuei sem dizer nada, só gemia de novo enquanto ele fazia isso, e logo sua boca se aproximou do meu peito e ele começou a chupar. Acariciei a cabeça dele pra mostrar que tava gostando do que ele fazia, e, disfarçadamente, comecei a abrir minhas pernas.- amor, enfia os dedos na bucetinha da mamãe.Sussurrei no ouvido dela.
Marcos afastou a tanguinha do meu biquíni e começou a enfiar os dedos na minha racha já molhada, enquanto a boca dele soltava meu mamilo e enfiava a língua na minha boca.Puxa, finalmente o macho que tem no meu filho tá acordandoA mão dela acelerava o ritmo, mas os movimentos eram desajeitados, iguais aos da noite anterior. Parei de beijá-la pra olhar nos olhos dela enquanto pegava a mão dela e tirava de dentro de mim.- Olha a buceta da mamãe, meu bem. Vou te ensinar a masturbar uma mulher.Tirei o fio dental, fiquei pelada naquela praia. Tinha que me apressar, já tinha gente um pouco mais perto do que da última vez que olhei, e uma coisa é mostrar os peitos, outra é deixar a buceta de fora. Abri as pernas e meu filho ficou na minha frente. Comecei a abrir minha buceta enquanto Marcos não perdia um detalhe e ia tocando tudo enquanto eu explicava. Esfregava meu clitóris e depois mandava ele fazer o mesmo, ensinando que, além de meter os dedos, ele tinha que roçar nas paredes pra dar mais prazer. Quando deixei ele fazer, eu já tava louca de tesão e ele tinha anotado tudo direitinho, porque logo tive que colocar a mão na boca pra abafar um grito enquanto gozava. Fiquei deitada na toalha com as pernas tremendo e acariciando meus peitos.- Porra, Marcos, como você aprende rápido.
— Tenho uma boa professora. Relaxa uns minutinhos pra se recuperar, que agora é minha vez.Olhei pra ele com um sorriso. Finalmente tava aprendendo a pegar o que é dele, em vez de ficar esperando ganhar. Coloquei a tanga de novo e me deitei do lado dele, devorando a boca dele. Descobri que transar com meu filho era mais natural do que eu imaginava. Era muito excitante, mas o que mais me deixava com tesão era beijar a boca dele, parecia que aquilo era mais proibido do que bater uma punheta pra ele ou chupar o pau dele, e me deixava a mil ao sentir nossas línguas se misturando. Abaixei um pouco a sunga dele pra liberar aquele pau lindo e comecei a subir e descer a mão enquanto olhava a cabecinha brilhante dele. Meu filho olhava a mão da mãe batendo uma pra ele e começou a gemer enquanto apalpava meus peitos. Tava morrendo de vontade de chupar aquele pau, mas isso ia ficar pra depois. Pouco depois, vi os abdominais do meu filho se contraírem e fiquei olhando os jatos de porra quente saindo da glande dele e caindo na barriga e na minha mão. Continuei massageando devagar pra tirar todo o leite dele e lambi minha mão, saboreando a gozada do meu filho. Peguei um lenço umedecido da minha nécessaire e limpei com carinho a bagunça, pra depois deitarmos um do lado do outro curtindo as férias.
Desde aquele momento, tudo mudou. Meu filho devorava minha boca nos momentos mais inesperados ou acariciava minha virilha. Ele mandou eu ficar de topless e obedeci toda feliz, então de vez em quando sentia a boca dele num dos meus peitos.Você acordou o macho, putinha. Continua esquentando ele e dá uma boa fodida quando vocês voltarem.Logo, o pessoal que descia pra praia chegou perto demais da gente e meu filho teve que começar a se controlar. Pegamos algo pra comer e continuamos deitados enquanto eu sentia as carícias furtivas do Marcos no meu corpo. Depois de um tempo, aquelas carícias já não bastavam, eu precisava sentir as mãos do meu filho abusando do meu corpo e falei pra irmos pra água.
Nós nos afastamos da beira até quase não alcançar o fundo, e meu filho agarrou meus peitos por trás enquanto mordia meu pescoço. Porra, como meu filho aprendeu a excitar a mulher dele. Passei a mão pela sunga dele e agarrei o pau dele enquanto sentia os dedos dele beliscando meus mamilos e minha buceta foi ficando molhada. Tirei o pau dele da sunga e esfreguei contra minha bunda enquanto ele enfiava a mão na minha tanga e acariciava minha xereca.- Mamãe, vamos logo pro quarto. Quero te foder.Me virei pra ficar de frente pra ele e comecei a chupar a boca dele enquanto batia uma punheta pra ele.- Puxa, já não basta mais a mão e a boca da mamãe?Falei safadamente pra provocar ele a me falar umas putarias.Sua mão e sua boca são demais, mamãe. Mas quero meter meu pau na sua bucetinha.Ele me disse enquanto enfiava os dedos de novo dentro de mim.- Ah é? Quer a bucetinha da mamãe? E o meu cu, como fica?Meu filho ficou me encarando meio travado.Tá passando dos limites, putinha. Rápido demais.
- Porra, mamãe. Claro que quero foder essa sua buceta.Beijei ele de novo, peguei na mão dele e voltamos pra praia pra pegar nossas coisas.
Quando chegamos no quarto, meu filho não conseguia tirar as mãos de mim. Ele tirou minha roupa com vontade e começou a chupar meus peitos freneticamente quando me deixou completamente pelada.Nesse estado, ela vai gozar só de meter. Você vai ter que relaxar ela antes de começar.Deitei ele na cama e fui direto pro pau dele. Envolvi com meus lábios e comecei a chupar, soltando uns gemidinhos pra deixar ele mais excitado. Meu filho segurava minha cabeça sem parar de resfolegar, enquanto as bolas dele iam enchendo de saliva que escapava da minha boca.- Porra, mãe, para que vou gozar.Ao ouvir isso, comecei a acelerar o ritmo do boquete, enfiando a pica dele na garganta até ouvir o gemido e sentir os jatos de porra escorrendo pela minha boca. Engoli tudo e lambi bem a pica dele para não deixar nem uma gota.- Agora você vai estar mais preparado para o que vem a seguir.Eu falei sem parar de massagear o pau dele.
Subi pelo corpo dele, deixando minha buceta na altura do pau mole dele, e comecei a chupar a boca dele e dar de mamar minhas tetas pra ele.- Isso é amor, chupa os peitos da mamãe. Você me deixa louca quando faz isso.Logo comecei a sentir o pau dele pressionando contra minha buceta e voltei a descer pra bater uma punheta pra ele enquanto chupava seus ovos pra devolver todo o esplendor ao pau dele. Quando ele tava pronto de novo, subi abrindo as pernas e apontando aquele falo lindo na entrada da minha xota.- Se prepara, amor. Você vai adorar. Segura a bunda da mamãe.Comecei a descer devagar, enfiando aquela pica maravilhosa dentro de mim enquanto via meu filho fechar os olhos, se deixando levar pelo prazer.Porra, finalmente. Já tenho a pica do meu filho remexendo dentro de mim.Comecei uma cavalgada suave enquanto acariciava os peitorais do Marcos e sentia todo o esplendor do pau dele dentro de mim. Porra, que delícia estar desvirgando meu filho. Marcos soltou minha bunda pra massagear meus peitos enquanto olhava pra baixo pra ver o pau dele entrando e saindo da mãe dele.— Cê tá gostando do que vê, gostosa?
- Porra, mãe, isso é foda pra caralho. Adoro ter ela dentro de mim.Sorri enquanto acelerava o ritmo da cavalgada, ao mesmo tempo que punha saliva na minha mão e começava a espalhar pelo meu cu pra começar a dilatar. Marcos soltou um pequeno gemido de protesto quando tirei o pau dele da minha buceta, e depois prendeu a respiração enquanto o membro dele abria caminho pelas minhas entranhas. Quando o pau dele tava completamente dentro do meu cu, me recostei pra trás, apoiando as mãos na cama, enquanto subia e descia meus quadris pra que meu filho tivesse uma visão perfeita do pau dele fodendo o cu da mamãe.-Ahhh, porra mamãe, é isso aí, continua.
- Ahh, porra Marcos, que pauzão você tem, filho. Acaricia minha buceta, enfia seus dedos enquanto fode a bunda da mamãe.Os dedos do meu filho entraram na minha buceta encharcada, provocando uns gemidos escandalosos da minha parte. Comecei a acelerar a foda, sentindo a pica do meu filho arrebentando meu cu.- Aih, porra, meu filho. Continua, a mamãe tá quase gozando.
- Eu também vou gozar, mamãe, vou encher essa buceta de porra.Marcos começou a bufar e eu senti minha buceta recebendo as porradas de leite do meu filho enquanto eu esfregava minha xereca e gozava gritando igual uma louca. Quando meu orgasmo passou, comecei a tirar o pau dele do meu cu e sentia o esperma caindo na barriga e no membro dele. Meu filho se levantou pra se limpar enquanto eu me deitava na cama e enfiava meus dedos de novo na minha buceta.Já conseguiu o que queria, sua vadia. Acabou a desculpa de ensinar seu filho. Aproveita a lembrança desses dias.Minha consciência falava na minha cabeça.E uma merda. Essa rola é minha e, se ele quiser, essa buceta molhada é toda dele.A puta incestuosa que tinha despertado dentro de mim respondeu.
Abri os olhos e vi o Marcos massageando a pica dele enquanto me observava. Era inacreditável que, depois de duas gozadas em tão pouco tempo, a pica do meu filho já estivesse quase pronta pra terceira.- Tá bom, gostosa. Você já sabe como tratar uma mulher e como comê-la direitinho. As aulas da mamãe acabaram.Falei pra ela enquanto não parava de me masturbar na frente dela.Por favor, Marcos, continua fodendo a sua mãe. Acaba com a mamãe durante todas as férias. Preciso continuar aproveitando essa sua pica.
- Nem pensar.— respondeu meu filho enquanto beliscava meu mamilo.As férias não acabaram e eu tenho que continuar satisfazendo a minha mulher.Sorri enquanto meu filho subia em cima de mim e enfiava o pauzão dele de uma só vez.
O resto das férias foi uma sessão de sexo atrás da outra. Achamos uma enseadinha onde pudemos foder ao ar livre e nadar pelados, o resto do tempo a gente passava no quarto aumentando a experiência do meu filho com as mulheres.
No último dia, enquanto estávamos arrumando as coisas, meu filho se aproximou de mim e me beijou.- Mamãe, me diz que isso não acabou.
— Mas, Marcos, eu adorei as férias, você já sabe. Mas tudo isso começou pra você se soltar com as minas e arrumar uma namorada da sua idade. Você não pode passar o resto da vida transando com a sua mãe.
- Vale. Então não vou passar o resto da vida fodendo "só" com a minha mãe.Minha buceta ficou molhada praticamente na hora quando ouvi a resposta dele.Diz que não, puta. Que ele arrume uma namorada e guarde a lembrança dessas semanas, assim como você deveria fazer.
- Tá bom, vamos fazer um trato. Você é uma putaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Arranja uma namorada esse semestre e a gente conversa quando você voltar pra casa nas férias de Natal.
- Feito.Ele me respondeu, enfiando a língua de novo na minha boca.
Durante o semestre, eu e Marcos nos falávamos quase todo dia. Quando o colega de quarto dele não estava, a gente usava o Skype pra se masturbar um na frente do outro. Meu filho continuava indo pra academia e o corpo dele me deixava louca. Adorava ver o pau dele gozando nos abdominais durões enquanto eu gozava também.
Umas semanas antes das férias, ele me disse que tinha conhecido uma mina e que tinham começado a sair juntos.— Ela se chama Laura. É uma mina gostosa pra caralho e muito divertida. Foi incrível como as férias funcionaram, mãe.Eu não sabia se era verdade ou se meu filho só queria me comer no Natal, mas, sinceramente, tava pouco me fodendo. Logo depois que nos separamos, percebi que o sexo com meu marido, embora satisfatório, não me dava tanto tesão quanto a sacanagem do incesto com meu filho.- Olha, vou te mandar uma foto.Resultou que era verdade. A Laura era uma gostosa e na foto tava se beijando com o Marcos.- É uma gostosa, meu bem.Falei meio triste. No fundo, sabia que se ela se apaixonasse, não faria sentido continuar com o trato.- Pois agora quero te lembrar do nosso acordo. Tô louco pra chegar em casa e te foder.Ele me disse enquanto tirava o pau pra fora e começava a se masturbar.- Achava que se arrumasse uma namorada, você não ia seguir com o pacto.Respondi enquanto tirava meus peitos pra fora.- Eu gosto muito de você, mas já te falei que não é por isso que vou deixar sua mãe. Te amo pra caralho e adoro te foder.
- Pra mim também, filho.Falei enquanto acariciava minha bucetinha.Mas quando você vier, seu pai vai estar por aqui.-Meu pai, aquele que quase nem me olha porque acha que o filho é viado? Não conta pra ele que eu tenho namorada, deixa ele continuar pensando que sou gay, enquanto eu como a mulher dele na casa dele mesmo.
Que putaria você arrumou, vagabunda. Já fala com você como se sua opinião não valesse nada. Sabe que te tem totalmente dominada.
- Porra, Marcos. Como você ficou gostosa com as férias.Eu disse enquanto ouvia os barulhinhos da minha buceta.- Você vai ver quando eu chegar, mamãe.
Meu marido sempre me criticou por isso. Com aquela educação retrógrada dele, não suportava ter um filho gay e me culpava por isso. Nosso filho nunca tinha falado sobre a orientação sexual dele, mas pra gente era óbvio. No fim, obriguei meu marido a deixar o Marcos em paz, porque ele já começava a falar um monte de merda sobre ensinar boxe pra ele, levá-lo pra caçar e até insinuou que, se precisasse, pagaria uma puta pra ele. Depois da briga enorme que tivemos, ele concordou em deixá-lo quieto, mas se já não era um pai muito presente, a partir daí falava com ele como se fosse um vizinho qualquer.
Eu falava quase todo dia com meu filho enquanto ele estava fora. Ele me contava como estava feliz na faculdade, que estava fazendo muitas amigas e passando em tudo, e comecei a planejar uma viagem em família para Tenerife como recompensa pro meu filho. Aquilo virou outra briga com meu marido: "Não vou passar minhas duas semanas de férias vendo meu filho dar pinta". Eu disse que ele era um puta reacionário, que por que se importava tanto do nosso filho ser gay e mais um monte de coisas. No fim, falei que ia sozinha com meu filho, que ele fizesse o que quisesse, e fui numa agência preparar a viagem.
Quando meu filho voltou pra casa, a cena não podia ser mais ridícula. Depois de quase um ano sem ver o filho, vi meu marido estender a mão pra cumprimentar o Marcos, enquanto ele ia abraçá-lo. Meus olhos se encheram de lágrimas. Marcos era um menino doce e sensível, uma pessoa linda, e meu marido começava a dar a entender que sentia nojo dele. Peguei meu filho e fomos Passamos o dia juntos, na verdade, só entrávamos em casa pra dormir até a hora de viajar.
Finalmente chegamos em Tenerife. Pensei muito naqueles dias sobre a viagem e esperava que meu filho finalmente me dissesse que era gay. Doía um pouco aquela falta de confiança em mim, embora eu achasse que era por causa daquele imbecil do pai dele, por isso pensei que, ficando só nós dois, ele finalmente se abriria.
Quando entramos no quarto, vi a cama de casal. Porra, eu estava tão puta quando reservei a viagem que não especifiquei esse detalhe, e aquela lady da agência era meio cretina e não ajudava muito. Pensei em descer na recepção pra ver se dava pra resolver e trocar pra um quarto com duas camas, mas me imaginei naquela cama com meu filho, compartilhando intimidades, e talvez aquela proximidade fizesse ele confiar mais em mim.— Pô, Marcos, fiz merda reservando o quarto. Você se importa de dividir a cama com a sua velha mãe?
- Claro que não, mãe.Ele me disse, me beijando na bochecha.Quer trocar de roupa e descer pra praia? Dá tempo de desfazer as malas depois.
- Claro, filho, como quiser.Ela começou a se despir na minha frente. Observei o corpo dela de 18 anos, era um garoto muito gostoso, magrinho mas com uns abdominais bem definidos. De repente, ela baixou a calça e o pau dela apareceu, porra, que pau enorme que meu filho tinha, fazia tempo que a gente não tomava banho junto porque eu não achava mais apropriado e levei um baita susto. Peguei meu biquíni e fui pro banheiro do quarto, não queria que Marcos me visse com os mamilos duros de tesão. Tentei me acalmar, pensando no quão errado aquilo tinha sido, mas não conseguia tirar da cabeça a imagem do corpo escultural do meu filho e daquele pau maravilhoso. Fui me despindo enquanto me olhava no espelho. Cabelo moreno e olhos castanhos, meu rosto não chamava muita atenção por não ter traços muito diferentes, mas isso se resolvia com meu corpo. Tenho 36 anos, sempre gostei das minhas tetas, umas tetas gordinhas, macias e ainda bem firmes mesmo sendo mãe. Me virei pra olhar minha bunda, redondinha e um pouco molenga pro meu gosto, mas bem chamativa. Satisfeita, vesti meu biquíni azul e fomos pra praia.
O dia estava lindo, com um sol radiante, caminhamos pela praia procurando um lugar que não estivesse tão lotado. Finalmente, colocamos nossas coisas e nos preparamos pra pegar um sol. Enquanto passava protetor solar no meu filho, não consegui evitar morder meu lábio ao sentir os músculos dele enquanto acariciava suas costas.— Marcos, cê tem ido na academia?
- Quê? Ah, sim, não te falei? Tem uma academia no campus e pra quem é matriculado sai bem baratinho.
- Pois te fez muito bem. Você tá com um corpaço.Comentei sem conseguir me segurar.- Pô, já somos duas. Não paro de ver os caras se virando pra te olhar, mãe.
Sim, filho, mas não você.Fiquei triste pensando que meu próprio filho não me olhava daquele jeito. Continuei acariciando o corpo dele, enquanto a excitação crescia em mim. Imaginava cenas na minha mente onde meu filho se virava e eu começava a acariciar o volume dele para depois... mas aquilo não podia ser! Amava tanto meu filho que minha mente não parava de pensar que aquilo era natural, mas não podia ser. Depois, observei ele passando creme naqueles peitorais duros e, principalmente, nos abdominais. Depois foi minha vez: deitei de barriga para baixo e aproveitei as mãos fortes do meu filho massageando minhas costas enquanto passava o creme. Comecei a fantasiar sobre o que aconteceria se eu me virasse, soltasse meu biquíni e pedisse para ele passar creme nos meus peitos enquanto eu sentia o contato nos meus mamilos.Porra, Elena, se controla. Isso tá errado em todos os níveis da imoralidade".Vadia, sua vadiazinha.
Passamos a tarde falando sobre nossas coisas. Claro, meu filho devia ser gay, reparei nos trejeitos afeminados dele ao se expressar e gesticular, e por ali não paravam de passar umas moças com uns corpaços que ele nem ligava. Ele me falava das amigas da faculdade, mas eram só isso, amigas. Eu queria que ele me falasse sobre a homossexualidade dele, não achava que fosse bom ele reprimir esse tipo de coisa na frente dos pais e odiei meu marido por aquilo. Enquanto conversávamos, eu não parava de tocar os braços do meu filho, ou o peito dele enquanto ria exageradamente das piadas dele. Era impossível não dar em cima dele, ele tinha despertado algo em mim. Enquanto comíamos no quiosque, eu apoiava meus peitos descaradamente na mesa ou os juntava com os braços. Mais de uma vez me pareceu que Marcos ficava olhando para eles e depois desviava o olhar. Eu já não sabia se era minha imaginação perturbada ou se ele realmente reparava em mim, e parei de dar em cima dele.
Lá pelas sete da tarde estávamos exaustos. Tínhamos acordado cedo para o voo e tantas horas no sol me deixaram muito cansada. Voltamos para o hotel, jantamos e fomos para o quarto. Tomamos banho um de cada vez e fomos para a cama. Eu me deitei com uma camiseta branca de alças e uma calcinha também branca, e meu filho só de cueca. Abri a janela antes de me deitar, e o ar frio da costa roçou meu corpo, me dando uma sensação muito gostosa. Me deitei ao lado do meu filho e ficamos conversando mais um pouco, eu estava com a pele arrepiada de sentir aquele corpo tão perto de mim e me arrepiei quando ele se apoiou levemente em mim para me dar um beijo de boa noite. Não lembro quando dormi, mas sempre vou lembrar quando acordei.
Abri os olhos aos poucos enquanto sentia aquela mão acariciando minha bunda, eu estava dormindo de costas para o meu filho e fiquei olhando pela janela as vistas maravilhosas que davam para o mar no meio da noite enquanto sentia a Mão do meu filho percorrendo minhas nádegas. Não entendia o que tava rolando, mas deixei ele fazer pra ver o que queria. Enquanto ele acariciava minha bunda, dava pra ouvir o atrito do lençol, sinal claro de que ele tava se masturbando.Meu Deus, isso é culpa sua, Elena. Isso te acontece por se comportar como uma puta com o seu filho.Pensava enquanto sentia seus carinhos.Agora não te resta outra opção senão calar a boca e deixar ele fazer pra aliviar o tesão.
Que desculpa esfarrapada, Promíscua—disse pra mim mesma- Quer ver até onde seu corpo deseja e você sabe disso.Pronto, as mãos do meu filho largaram minha bunda e eu comecei a sentir ele puxar uma alça do meu ombro pra deslizar a mão dentro da minha camiseta, acariciando devagar meu peito.Puxa, querido, parece que nosso filho não é gay, vai bater uma punheta tocando na sua mulherPensei enquanto sorria para mim mesma, pensando no idiota do meu marido e me deixando fazer aquilo como uma espécie de vingança contra ele.
Achava que meu filho só ia acariciar minha bunda como estímulo pra masturbação dele e não sabia se devia deixar ele continuar com as mãos em mim, mas era gostoso saber que meu filho desejava meu corpo. Sem dúvida, a excitação fazia ele ficar mais ousado. Se ele só tocasse minha bunda, dava pra culpar algum movimento involuntário enquanto dormia, mas se eu "acordasse", aquilo ia ser difícil de disfarçar, então continuei fingindo um sono profundo e me deixei levar. Quando a mão dele começou a pegar na minha teta e os dedos roçaram meus mamilos, eu também comecei a ficar excitada. Senti meus mamilos endurecerem e meu filho, ao notar, começou a prestar mais atenção neles enquanto o barulho da masturbação dele ficava mais evidente, com ele aumentando o ritmo.
Depois ele fez algo inesperado: colou nas minhas costas e encaixou o pau dele na minha bunda, pressionando entre minhas nádegas como se estivesse me fodendo. Porra, se eu não tivesse minha calcinha fio dental, sentiria aquele pau roçando na minha buceta já molhada. Enquanto apertava minha teta, ele mexia os quadris esfregando o pau em mim e começou a soltar gemidos abafados. Eu aguentava como podia, desejando que meu filho perdesse completamente a cabeça e puxasse minha calcinha pra roçar o pau diretamente na minha buceta ou até me penetrasse. De repente, ele se levantou da cama e foi pro banheiro. Meu filho, o "gay", tava se masturbando no banheiro pra gozar depois de explorar um pouco o corpo da mãe. Passei a mão na minha bunda, toquei numa área molhada do líquido pré-seminal dele e lambi meus dedos enquanto acariciava minha buceta. Fiquei nessa até ouvir a descarga eliminando as provas da gozada do meu filho, recuperei a compostura e voltei a fingir que dormia enquanto Marcos se deitava na cama pra dormir com a querida mãe dele.
Sorri pra noite de Tenerife enquanto pensava que aquelas duas semanas iam ser muito interessantes...
Na manhã seguinte Em seguida, meu filho agia com total normalidade comigo. Eu estava um pouco cansada por não ter dormido muito. Embora meu filho, depois de se aliviar, tivesse dormido na hora, sua querida mamãe tinha passado o que pareceram horas se debatendo entre o que seu corpo sentiu e o que sua mente ditava. Antes de voltar a dormir, a mente tinha vencido, mas enquanto eu ficava na cama acordando, Marcos se levantou para se vestir e descer para tomar café, e eu fiquei observando aquele torso jovem, e meu corpo tomou a dianteira de novo. Tomei a decisão de que aquela cena noturna se repetiria.
Levantei da cama e peguei no armário meu vestido verde, um vestido lindo com a parte de cima de alças e um decote sugestivo, e na parte de baixo, a saia terminava com um belo balanço. Deixei o vestido em cima da cama e tirei a camiseta com que tinha dormido, deixando meus peitos à mostra. Olhei disfarçadamente para reparar no meu filho e vi ele me olhando de soslaio para os peitos, tentando disfarçar. Coloquei o vestido sem sutiã e falei pro Marcos que já estava pronta.
Quando terminamos de tomar café, saímos para passar o dia fazendo turismo. Eu andava de braço dado com o Marcos e ia me encostando exageradamente nele para apontar qualquer coisa que via, aproveitando para esfregar meus peitos no braço dele. Quando via algo que gostava, pedia pra ele tirar uma foto, e enquanto me afastava para me posicionar onde queria sair, ia rebolando meus quadris enquanto imaginava meu filho olhando pra minha bunda.
Logo meu filho foi ganhando confiança com a minha naturalidade com ele, e de vez em quando passava a mão na minha cintura enquanto observávamos alguma vitrine ou ponto curioso da cidade. Ficava toda arrepiada quando ele fazia isso e dava uma vontade louca de beijá-lo, mas eu precisava ser prudente; meu filho achava que eu não tinha notado o que aconteceu na noite anterior, e eu repetia de vez em quando o quanto que eu estava feliz por passarmos aquelas férias juntos depois de tanto tempo separados, pra ele pensar que minhas aproximações eram por amor de mãe e não tentativas de deixá-lo com tesão e fazer ele criar coragem pra meter a mão em mim de novo naquela noite.
Já no fim da tarde, entramos num bar onde me surpreendi que meu filho tinha começado a beber cerveja. Voltei a assumir meu papel do quiosque do dia anterior, ria exageradamente das histórias dele, balançando pra frente e pra trás pra provocar o movimento dos meus peitos, ou olhava ao redor sem prestar atenção nele enquanto abraçava meu corpo pra que meus seios ficassem bem à mostra na frente dele.
Quando voltamos pro quarto já era bem tarde. Falei pro meu filho que ia tomar banho e me enfiar na cama logo porque tava muito cansada. Usei todo meu autocontrole pra não me masturbar no chuveiro enquanto a água quente escorria pelo meu corpo e os bicos dos peitos endureciam, imaginando as mãos fortes do meu filho me acariciando enquanto ouvia o som da masturbação dele. Finalmente saí do banho, coloquei uma calcinha fio dental enquanto me demorava acariciando minhas pernas e, sem sutiã, vesti uma camiseta também branca, vendo com prazer que meus bicos duros marcavam o tecido.
Quando saí, meu filho já tava deitado na cama só de cueca boxer, admirei o corpo dele enquanto avançava e passei por cima dele pra chegar ao meu lado da cama em vez de contornar, fazendo questão que meus peitos roçassem no rosto dele. Dei um beijo de boa noite bem perto dos lábios dele, virei de costas pra ele e dormi, dessa vez por cima dos lençóis.
Não sei se passou muito ou pouco tempo, mas comecei a sentir de novo a mão do meu filho acariciando minha bunda. Sorri no escuro enquanto sentia a mão dele deslizando por toda minha nádega exposta. Percebi minha bucetinha começando a ficar molhada, esperando que ele continuasse a exploração sobre Mmm. Senti ele se mexer na cama pra virar de lado, e aquela mão começou a subir pela minha cintura até chegar no meu peito. Dessa vez eu não tinha colocado alças, queria que ele sofresse um pouco mais com a vergonha de ser descoberto pra alcançar minha teta nua. Meu filho amassava meu peito, e eu comecei a sentir ele se aproximar pra roçar a porra da pica dele no meu fio dental. Eu mordia o lábio pra não gemer, enquanto sentia ele pressionar minha entrada como se tentasse me penetrar, e a mão dele tentava desajeitadamente passar por baixo da camiseta. Finalmente conseguiu e agarrou minha teta com a mão nua. Passava os dedos pelos meus mamilos enquanto, com a outra mão, deslizava a pica dele por todo o meu fio dental.É agora, raposinha. Essa noite é a nossa vez de gozar juntos.Aquela vozinha imoral sussurrou pra mim.
Devagar, comecei a me virar. Meu filho tirou a mão da minha teta e começou a se virar disfarçadamente pro outro lado. Coloquei minha mão no peito dele e fiz ele deitar de barriga pra cima, depois fui descendo minha mão pelo corpo dele até pegar na pica dele.—Mamãe?Ele me disse com a voz rouca.- Tsss, não fala, meu anjo. Relaxa. Vou te dar o que você veio buscar.Comecei a bater uma pra ele, deitada de lado na direção dele, enquanto observava minha mão subindo e descendo no pau dele sob a luz da lua. Meu filho alternava o olhar entre o que a mãe dele tava fazendo e pra mim. Pouco depois, tirei minha camiseta, soltando meus peitos, e voltei a bater uma pro meu filho.- Amor, pega nos peitos da mamãe igual antes.Logo a mão dele começou a passar a mão na minha teta. Ele tentava pegar ela inteira enquanto eu sorria, olhando os olhos dele fixos no meu peito.- Belisca meu mamilo.Eu me arrepiei e soltei um gemido baixinho quando os dedos do meu filho apertaram meu mamilo. Pouco depois, afastei a mão dele com cuidado e me inclinei, oferecendo minha teta pra boca dele. Meu filho começou a mamar em mim depois de tantos anos, enquanto eu continuava trabalhando na vara dele. Passei meu dedo na ponta do pau dele, pegando um pouco do líquido pré-gozo, e levei à minha boca enquanto me afastava pra tirar minha calcinha fio dental. Meu filho me observava e tirou a cueca boxer de vez, esperando o que a mãe dele queria fazer em seguida. A ideia de montar naquela vara veio na minha cabeça.Relaxa, continua com o plano. Melhor esperar até amanhã, melhor saber como isso vai ter afetado ela quando tiver tido tempo de processar. Uma punheta é mais inocente e menos traumática do que ter comido a própria mãe.Sua putinha moralista de merda.
Me deitei me abrindo, passando uma das minhas pernas por cima da dele, peguei na mão dele e chupei os dedos pra deslizar eles pelo meu corpo até chegar na minha buceta molhada. Soltei a mão dele, curtindo os movimentos inexperientes do meu filho, e peguei no pau dele de novo pra continuar batendo uma pra ele.- Amor, enfia dois dedos dentro da mamãe.Gemi quando senti os dedos do meu filho entrando dentro de mim, comecei a mexer minha bunda pra guiar aqueles dedos inexperientes pras áreas que mais me davam prazer, enquanto acelerava o movimento da minha mão no pau dele. Com a outra mão, eu beliscava meus peitos, ouvindo os gemidos do meu filho. Fechei os olhos, diminuindo um pouco o ritmo da minha mão, querendo gozar antes dele. Tirei a mão dos meus peitos e coloquei por cima da dele pra guiar os movimentos até eu começar a gemer e gozar com os dedos do meu filho dentro da minha bucetinha. Tirei a mão dele e virei de novo de lado, olhando pra ele, e acelerei o ritmo da punheta. Meu filho gemia enquanto amassava meu peito. Ele começou a olhar pro próprio pau esperando a gozada, e eu imitei ele pra não perder nada. Logo, jatos de porra começaram a sair daquele pau fantástico, eu via aquela porra quente caindo na minha mão enquanto continuava batendo uma pra ele, admirando a quantidade de esperma que meu filho tava soltando. Quando parei, tirei a mão e me deitei enquanto meu filho, sem dizer nada, foi pro banheiro limpar a virilha e a barriga dele. Lá, sozinha, comecei a lamber a porra da minha mão, saboreando o gosto do meu filho. Antes dele voltar, retomei a posição do começo da noite e, com uma felicidade imensa, senti meu filho passar o braço por cima de mim pra me abraçar e dormir com o corpo nu colado no meu.
Quando acordei na manhã seguinte, meu filho tava dormindo de barriga pra cima. Virei devagar e comecei a acariciar o peito dele e beijar o rosto dele. Logo ele acordou.— Você gostou da noite passada, gostosa?
- Gostosa pra caralho, e você?
Bom sinal, fala comigo normal
- Eu também curti, gata. E me diz, você já tinha feito algo assim antes com alguma mina?Meu filho começou a ficar vermelho.- Mamãe, eu... eu nem sequer...
- Relaxa, amor. Fala comigo.
- Eu nem sequer beijei uma garota.- Ele me confessou, todo vermelho de vergonha.—Não?Perguntei enquanto beijava a carinha dela.- Nenhuma das minas que você me falou?
— Não, tenho várias amigas, mas elas sempre me tratam como amigo e não se interessam por mim nesse sentido.
- Beleza, calma, já vamos falar desse assunto. Agora vou te ensinar a beijar.
—Você?
- Se você quiser, claro. Se você quiser, posso te ensinar muita coisa nessas férias sobre como lidar com as minas, tanto no romântico quanto no sexual.Meu filho ficou me encarando, sério pra caralho.- Mamãe, não sei, o de ontem foi gostoso pra caralho, mas você é minha mãe. Adoro seu corpo, mas seria errado.
- Também gosto do teu corpo, Marcos. E isso podia ser nosso segredo, sempre fomos muito unidos e adoraria ser eu quem te ensinasse tudo que sei. Você já é adulto e sei que o incesto é malvisto, mas ia ser foda ser eu quem te mostrasse os prazeres do sexo.E aí eu aproximei meu rosto e comecei a beijar os lábios dela. Beijava aqueles lábios doces com amor e, com minha mão, fui procurando a rola dela. Quando peguei, comecei a massagear e a boca do meu filho se abriu, deixando eu enfiar minha língua pra procurar a dele. Nossas línguas começaram a dançar, dando pro meu filho uma aula magistral de como tratar uma mulher. Depois de alguns minutos, a gente se separou.E aí, beleza?
- Isso foi maravilhoso, mamãe.
- Céu, que tal se durante as férias você me chamar de Elena pra isso não ficar tão estranho pra você? Quero que você pense em mim nesse tempo como uma mulher, como uma namorada, não como uma mãe.
- Tá bom, mãe... Elena.
- Bom garoto. Agora relaxa. Deixa sua gostosa fazer e aproveita.Deslizei pela cama até que meu rosto ficasse de frente pro pau dele. Continuei batendo uma punheta pra ele enquanto olhava, e comecei a dar beijinhos e lambidas no tronco. Quando vi que tava tudo certo, abri meus lábios e comecei a enfiar aquele pedaço de carne na boca. Metia e tirava, enquanto mexia a língua acariciando ele. Olhei pro meu filho, que me encarava de volta, completamente alucinado. Sorri pra ele com o pau dele dentro da minha boca e comecei a fazer um boquete bem gostoso. Minha cabeça subia e descia saboreando o pau dele, enquanto com a mão eu acariciava as bolas dele.- Ah, Elena. Vou gozar. Continua assim.Coitadinho, teria que corrigir a pouca resistência que ele teve, mas era normal já que era a primeira mamada dele, ainda mais com o tesão do incesto. Continuei chupando o pau dele até sentir o leite quente do meu filho inundando minha boca. Comecei a engolir enquanto ainda chupava ele de leve, sentindo um pouco do leite escorrendo pelo canto dos lábios dele.Porra, esse garoto solta uma quantidade de porra danada em cada gozadaTirei o pau da minha boca, enquanto lambia pra limpar ele, curtindo a cara do meu filho enquanto fazia isso. Quando terminei, ele deixou a cabeça cair no travesseiro.- Isso foi uma loucura, mãe... Elena.
- Sabe o quê, amor?Eu disse, beijando o peito dela.- Prefiro que me chame de mamãe.E eu beijei ele de novo, feliz por ensinar ao meu filho os prazeres do sexo e pensando em como aquela pica não ia demorar pra estar dentro de mim.
Deixei meu filho deitado na cama enquanto ele curtia relaxado os momentos depois do boquete. Eu andava nua pelo quarto arrumando as coisas pra gente ir pra praia. Passava a mão nas minhas tetas sob o olhar dele e me abaixava sempre que precisava pegar alguma coisa, pra que o Marcos tivesse uma visão bem gostosa da minha buceta. Quando terminei de me preparar, ele já tava de novo com a pica dura que nem uma pedra.Vamos, veste o biquíni e bora pra praia.
Vamos, levanta, me tira essa roupa e me fodeFalei com a minha voz de puta na minha cabeça.
Um pouco decepcionada, fiquei olhando pro meu filho enquanto ele se vestia. Ainda era cedo pra ele começar a tomar a iniciativa, mas já ia ensinar ele a tratar uma mulher.
Quando chegamos na praia, ainda era bem cedo. Fomos caminhando pela beira do mar pra nos afastar do lugar onde o pessoal costuma ficar, procurando um canto mais reservado. Quando já estávamos bem longe da área de sempre, montamos nossas coisas, peguei o protetor solar e me deitei de bruços, pedindo pro Marcos passar nas minhas costas.- Querido, quando eu vi teu pau duro de novo, pensei que você ia querer ficar mais um tempinho no quarto.Falei enquanto sentia as mãos dela massageando minhas costas.- Jo, claro que queria, mas já que você falou pra gente descer...
- Te falei que durante as férias você e eu somos um casal, então presta atenção, amor. A gente, mulher, gosta que os homens tomem a iniciativa, eu adoro sentir que meu homem tá excitado com meu corpo e gosto que ele mostre o quanto tá tarado por mim se jogando em cima de mim e me comendo sem eu pedir.
- Vale, mãe, vou levar em conta.
- E pra chegar numa mina é a mesma coisa. A guria que você gosta precisa ver que você é um cara que sabe o que fazer com ela. Amor, a gente, mulher, gosta de ser tratada com carinho no dia a dia e que nosso homem tenha seu lado dominante na cama.
Vai, porra, começa a passar a mão em mim, não dá pra ser mais clara que isso
- Tá bom, mãe, valeu pelos conselhos. Então a minha mulher gosta que o homem dela domine a situação, né?Respondeu enquanto desafivelava a parte de cima do meu biquíni.- Mmmm, você entendeu direitinho.Ele continuou passando creme nas minhas costas enquanto acariciava as partes dos meus peitos que dava pra alcançar naquela posição. Depois, desceu as mãos acariciando minhas costas até chegar na minha bunda e se deleitou apalpando ela o quanto quis.- Já acabou, mãe. Vira pra cá.Olhei pros lados pra ver se não tinha ninguém perto. Já dava pra ver algumas pessoas, mas tavam bem longe da gente. Me virei e deitei, mostrando minhas tetas pro meu filho enquanto sorria pra ele. Na hora ele jogou um jato de protetor solar no meu peito e começou a passar a mão nas minhas tetas, espalhando tudo pelo meu corpo. Eu soltava uns gemidinhos cada vez que ele beliscava meus bicos. Pouco depois ele falou que já era e se deitou na toalha dele.Esse moleque é burroEstendi a mão e peguei na rola dele por cima da sunga. Meu filho abriu os olhos e ficou olhando pra minha mão, com certeza esperando que eu batesse uma pra ele.- Você gosta quando a mamãe te bate uma punheta, Marcos?Ela balançou a cabeça, dando a entender que sim.E aí, cê gosta que a mamãe chupe sua pica?Mesma resposta.Então mamãe vai parar de fazer tudo isso se você não começar a ouvir o que a mamãe te fala.E soltei o pau dele, coloquei meus óculos escuros e fiquei deitada.
Pelo canto do olho, vi Marcos mordendo o lábio, como se estivesse pensando no que deveria fazer. Finalmente, ele se deitou ao meu lado e começou a apalpar meus peitos e beliscar meus mamilos. Eu continuei sem dizer nada, só gemia de novo enquanto ele fazia isso, e logo sua boca se aproximou do meu peito e ele começou a chupar. Acariciei a cabeça dele pra mostrar que tava gostando do que ele fazia, e, disfarçadamente, comecei a abrir minhas pernas.- amor, enfia os dedos na bucetinha da mamãe.Sussurrei no ouvido dela.
Marcos afastou a tanguinha do meu biquíni e começou a enfiar os dedos na minha racha já molhada, enquanto a boca dele soltava meu mamilo e enfiava a língua na minha boca.Puxa, finalmente o macho que tem no meu filho tá acordandoA mão dela acelerava o ritmo, mas os movimentos eram desajeitados, iguais aos da noite anterior. Parei de beijá-la pra olhar nos olhos dela enquanto pegava a mão dela e tirava de dentro de mim.- Olha a buceta da mamãe, meu bem. Vou te ensinar a masturbar uma mulher.Tirei o fio dental, fiquei pelada naquela praia. Tinha que me apressar, já tinha gente um pouco mais perto do que da última vez que olhei, e uma coisa é mostrar os peitos, outra é deixar a buceta de fora. Abri as pernas e meu filho ficou na minha frente. Comecei a abrir minha buceta enquanto Marcos não perdia um detalhe e ia tocando tudo enquanto eu explicava. Esfregava meu clitóris e depois mandava ele fazer o mesmo, ensinando que, além de meter os dedos, ele tinha que roçar nas paredes pra dar mais prazer. Quando deixei ele fazer, eu já tava louca de tesão e ele tinha anotado tudo direitinho, porque logo tive que colocar a mão na boca pra abafar um grito enquanto gozava. Fiquei deitada na toalha com as pernas tremendo e acariciando meus peitos.- Porra, Marcos, como você aprende rápido.
— Tenho uma boa professora. Relaxa uns minutinhos pra se recuperar, que agora é minha vez.Olhei pra ele com um sorriso. Finalmente tava aprendendo a pegar o que é dele, em vez de ficar esperando ganhar. Coloquei a tanga de novo e me deitei do lado dele, devorando a boca dele. Descobri que transar com meu filho era mais natural do que eu imaginava. Era muito excitante, mas o que mais me deixava com tesão era beijar a boca dele, parecia que aquilo era mais proibido do que bater uma punheta pra ele ou chupar o pau dele, e me deixava a mil ao sentir nossas línguas se misturando. Abaixei um pouco a sunga dele pra liberar aquele pau lindo e comecei a subir e descer a mão enquanto olhava a cabecinha brilhante dele. Meu filho olhava a mão da mãe batendo uma pra ele e começou a gemer enquanto apalpava meus peitos. Tava morrendo de vontade de chupar aquele pau, mas isso ia ficar pra depois. Pouco depois, vi os abdominais do meu filho se contraírem e fiquei olhando os jatos de porra quente saindo da glande dele e caindo na barriga e na minha mão. Continuei massageando devagar pra tirar todo o leite dele e lambi minha mão, saboreando a gozada do meu filho. Peguei um lenço umedecido da minha nécessaire e limpei com carinho a bagunça, pra depois deitarmos um do lado do outro curtindo as férias.
Desde aquele momento, tudo mudou. Meu filho devorava minha boca nos momentos mais inesperados ou acariciava minha virilha. Ele mandou eu ficar de topless e obedeci toda feliz, então de vez em quando sentia a boca dele num dos meus peitos.Você acordou o macho, putinha. Continua esquentando ele e dá uma boa fodida quando vocês voltarem.Logo, o pessoal que descia pra praia chegou perto demais da gente e meu filho teve que começar a se controlar. Pegamos algo pra comer e continuamos deitados enquanto eu sentia as carícias furtivas do Marcos no meu corpo. Depois de um tempo, aquelas carícias já não bastavam, eu precisava sentir as mãos do meu filho abusando do meu corpo e falei pra irmos pra água.
Nós nos afastamos da beira até quase não alcançar o fundo, e meu filho agarrou meus peitos por trás enquanto mordia meu pescoço. Porra, como meu filho aprendeu a excitar a mulher dele. Passei a mão pela sunga dele e agarrei o pau dele enquanto sentia os dedos dele beliscando meus mamilos e minha buceta foi ficando molhada. Tirei o pau dele da sunga e esfreguei contra minha bunda enquanto ele enfiava a mão na minha tanga e acariciava minha xereca.- Mamãe, vamos logo pro quarto. Quero te foder.Me virei pra ficar de frente pra ele e comecei a chupar a boca dele enquanto batia uma punheta pra ele.- Puxa, já não basta mais a mão e a boca da mamãe?Falei safadamente pra provocar ele a me falar umas putarias.Sua mão e sua boca são demais, mamãe. Mas quero meter meu pau na sua bucetinha.Ele me disse enquanto enfiava os dedos de novo dentro de mim.- Ah é? Quer a bucetinha da mamãe? E o meu cu, como fica?Meu filho ficou me encarando meio travado.Tá passando dos limites, putinha. Rápido demais.
- Porra, mamãe. Claro que quero foder essa sua buceta.Beijei ele de novo, peguei na mão dele e voltamos pra praia pra pegar nossas coisas.
Quando chegamos no quarto, meu filho não conseguia tirar as mãos de mim. Ele tirou minha roupa com vontade e começou a chupar meus peitos freneticamente quando me deixou completamente pelada.Nesse estado, ela vai gozar só de meter. Você vai ter que relaxar ela antes de começar.Deitei ele na cama e fui direto pro pau dele. Envolvi com meus lábios e comecei a chupar, soltando uns gemidinhos pra deixar ele mais excitado. Meu filho segurava minha cabeça sem parar de resfolegar, enquanto as bolas dele iam enchendo de saliva que escapava da minha boca.- Porra, mãe, para que vou gozar.Ao ouvir isso, comecei a acelerar o ritmo do boquete, enfiando a pica dele na garganta até ouvir o gemido e sentir os jatos de porra escorrendo pela minha boca. Engoli tudo e lambi bem a pica dele para não deixar nem uma gota.- Agora você vai estar mais preparado para o que vem a seguir.Eu falei sem parar de massagear o pau dele.
Subi pelo corpo dele, deixando minha buceta na altura do pau mole dele, e comecei a chupar a boca dele e dar de mamar minhas tetas pra ele.- Isso é amor, chupa os peitos da mamãe. Você me deixa louca quando faz isso.Logo comecei a sentir o pau dele pressionando contra minha buceta e voltei a descer pra bater uma punheta pra ele enquanto chupava seus ovos pra devolver todo o esplendor ao pau dele. Quando ele tava pronto de novo, subi abrindo as pernas e apontando aquele falo lindo na entrada da minha xota.- Se prepara, amor. Você vai adorar. Segura a bunda da mamãe.Comecei a descer devagar, enfiando aquela pica maravilhosa dentro de mim enquanto via meu filho fechar os olhos, se deixando levar pelo prazer.Porra, finalmente. Já tenho a pica do meu filho remexendo dentro de mim.Comecei uma cavalgada suave enquanto acariciava os peitorais do Marcos e sentia todo o esplendor do pau dele dentro de mim. Porra, que delícia estar desvirgando meu filho. Marcos soltou minha bunda pra massagear meus peitos enquanto olhava pra baixo pra ver o pau dele entrando e saindo da mãe dele.— Cê tá gostando do que vê, gostosa?
- Porra, mãe, isso é foda pra caralho. Adoro ter ela dentro de mim.Sorri enquanto acelerava o ritmo da cavalgada, ao mesmo tempo que punha saliva na minha mão e começava a espalhar pelo meu cu pra começar a dilatar. Marcos soltou um pequeno gemido de protesto quando tirei o pau dele da minha buceta, e depois prendeu a respiração enquanto o membro dele abria caminho pelas minhas entranhas. Quando o pau dele tava completamente dentro do meu cu, me recostei pra trás, apoiando as mãos na cama, enquanto subia e descia meus quadris pra que meu filho tivesse uma visão perfeita do pau dele fodendo o cu da mamãe.-Ahhh, porra mamãe, é isso aí, continua.
- Ahh, porra Marcos, que pauzão você tem, filho. Acaricia minha buceta, enfia seus dedos enquanto fode a bunda da mamãe.Os dedos do meu filho entraram na minha buceta encharcada, provocando uns gemidos escandalosos da minha parte. Comecei a acelerar a foda, sentindo a pica do meu filho arrebentando meu cu.- Aih, porra, meu filho. Continua, a mamãe tá quase gozando.
- Eu também vou gozar, mamãe, vou encher essa buceta de porra.Marcos começou a bufar e eu senti minha buceta recebendo as porradas de leite do meu filho enquanto eu esfregava minha xereca e gozava gritando igual uma louca. Quando meu orgasmo passou, comecei a tirar o pau dele do meu cu e sentia o esperma caindo na barriga e no membro dele. Meu filho se levantou pra se limpar enquanto eu me deitava na cama e enfiava meus dedos de novo na minha buceta.Já conseguiu o que queria, sua vadia. Acabou a desculpa de ensinar seu filho. Aproveita a lembrança desses dias.Minha consciência falava na minha cabeça.E uma merda. Essa rola é minha e, se ele quiser, essa buceta molhada é toda dele.A puta incestuosa que tinha despertado dentro de mim respondeu.
Abri os olhos e vi o Marcos massageando a pica dele enquanto me observava. Era inacreditável que, depois de duas gozadas em tão pouco tempo, a pica do meu filho já estivesse quase pronta pra terceira.- Tá bom, gostosa. Você já sabe como tratar uma mulher e como comê-la direitinho. As aulas da mamãe acabaram.Falei pra ela enquanto não parava de me masturbar na frente dela.Por favor, Marcos, continua fodendo a sua mãe. Acaba com a mamãe durante todas as férias. Preciso continuar aproveitando essa sua pica.
- Nem pensar.— respondeu meu filho enquanto beliscava meu mamilo.As férias não acabaram e eu tenho que continuar satisfazendo a minha mulher.Sorri enquanto meu filho subia em cima de mim e enfiava o pauzão dele de uma só vez.
O resto das férias foi uma sessão de sexo atrás da outra. Achamos uma enseadinha onde pudemos foder ao ar livre e nadar pelados, o resto do tempo a gente passava no quarto aumentando a experiência do meu filho com as mulheres.
No último dia, enquanto estávamos arrumando as coisas, meu filho se aproximou de mim e me beijou.- Mamãe, me diz que isso não acabou.
— Mas, Marcos, eu adorei as férias, você já sabe. Mas tudo isso começou pra você se soltar com as minas e arrumar uma namorada da sua idade. Você não pode passar o resto da vida transando com a sua mãe.
- Vale. Então não vou passar o resto da vida fodendo "só" com a minha mãe.Minha buceta ficou molhada praticamente na hora quando ouvi a resposta dele.Diz que não, puta. Que ele arrume uma namorada e guarde a lembrança dessas semanas, assim como você deveria fazer.
- Tá bom, vamos fazer um trato. Você é uma putaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Arranja uma namorada esse semestre e a gente conversa quando você voltar pra casa nas férias de Natal.
- Feito.Ele me respondeu, enfiando a língua de novo na minha boca.
Durante o semestre, eu e Marcos nos falávamos quase todo dia. Quando o colega de quarto dele não estava, a gente usava o Skype pra se masturbar um na frente do outro. Meu filho continuava indo pra academia e o corpo dele me deixava louca. Adorava ver o pau dele gozando nos abdominais durões enquanto eu gozava também.
Umas semanas antes das férias, ele me disse que tinha conhecido uma mina e que tinham começado a sair juntos.— Ela se chama Laura. É uma mina gostosa pra caralho e muito divertida. Foi incrível como as férias funcionaram, mãe.Eu não sabia se era verdade ou se meu filho só queria me comer no Natal, mas, sinceramente, tava pouco me fodendo. Logo depois que nos separamos, percebi que o sexo com meu marido, embora satisfatório, não me dava tanto tesão quanto a sacanagem do incesto com meu filho.- Olha, vou te mandar uma foto.Resultou que era verdade. A Laura era uma gostosa e na foto tava se beijando com o Marcos.- É uma gostosa, meu bem.Falei meio triste. No fundo, sabia que se ela se apaixonasse, não faria sentido continuar com o trato.- Pois agora quero te lembrar do nosso acordo. Tô louco pra chegar em casa e te foder.Ele me disse enquanto tirava o pau pra fora e começava a se masturbar.- Achava que se arrumasse uma namorada, você não ia seguir com o pacto.Respondi enquanto tirava meus peitos pra fora.- Eu gosto muito de você, mas já te falei que não é por isso que vou deixar sua mãe. Te amo pra caralho e adoro te foder.
- Pra mim também, filho.Falei enquanto acariciava minha bucetinha.Mas quando você vier, seu pai vai estar por aqui.-Meu pai, aquele que quase nem me olha porque acha que o filho é viado? Não conta pra ele que eu tenho namorada, deixa ele continuar pensando que sou gay, enquanto eu como a mulher dele na casa dele mesmo.
Que putaria você arrumou, vagabunda. Já fala com você como se sua opinião não valesse nada. Sabe que te tem totalmente dominada.
- Porra, Marcos. Como você ficou gostosa com as férias.Eu disse enquanto ouvia os barulhinhos da minha buceta.- Você vai ver quando eu chegar, mamãe.
5 comentários - Provocando e Iniciando Meu Filho no Sexo Parte 1