Oi, meu nome é Soledad, atualmente tô grávida e vou contar uma parada que tô vivendo há uns meses. Moro nos arredores de Buenos Aires com minha família numa casa grande, o terreno tem três construções que são ocupadas por diferentes membros da minha família.
Na casa da frente, moro com meus pais, Caro e Andrés.
Na casa do meio, meus tios, Daniel e Clara, e na terceira casa, minha tia Andrea com o pequeno Tomy, de só 6 anos, já que ela se separou faz uns 3 anos.
Como eu disse, me chamo Soledad, 18 anos, tenho 1,72m e um corpo muito bom… como dizem, toda uma égua, olhos escuros, cabelo castanho, 92, 62, 90 são minhas medidas.
Certo dia, acordo e ouço vozes vindo da cozinha, eram minha mãe e meu tio Daniel conversando. Mamãe tava contando que a relação com meu pai não tava bem, que fazia meses que meu pai não era o mesmo. Fiquei ouvindo sem eles perceberem minha presença. Mamãe é uma mulher de 37 anos, mas muito gostosa, e o corpo dela é bem apetitoso pros homens, porque ela se conserva muito bem e é ativa.
Na conversa, ela tava contando que fazia uns três meses que não transavam e que ela precisava daquilo, mas que ele não tava dando bola. Também disse que oportunidades de fazer com outro homem não faltavam, mas que não queria fazer por respeito à família.
Meu tio escutava e disse – Deve ser momentâneo, você sabe como é esse negócio de trabalho, e ele se preocupa com vocês duas.
– É – ela disse – mas você sabe como é, ou será que ele não me acha mais gostosa? Ele riu e disse que não era assim, que ela era muito gostosa e que o corpo dela ainda era muito desejável.
– Você acha mesmo? – perguntou ela.
– Claro – respondeu ele – olha como eu fico só com o que você tá me contando… e se levantou na frente dela e guiou a mão dela até a braguilha dele.
Ela olhou nervosa ao sentir na mão o pau do meu tio, mas não tirou a mão.
– Quer ver? – perguntou ele. Ela não respondeu, só olhou pra ele. Em seguida, ele abaixou o zíper e tirou algo muito… Grande e grosso, mesmo sem estar totalmente duro ainda, levou de novo a mão da minha mãe pro pau dele. Agora ela tocava, acariciava, atônita.
— Vai, prova ele — ele disse, ela olhou pra ele de novo e passou a língua naquele pau de cima a baixo.
— Mmmmmmm — ouvi ela dizer, e deu uma chupada forte na cabeça do pau. Se deixou levar e começou a chupar com gosto. Meu tio fechava os olhos e dizia — Que bem que você chupa, Caroooo — ela continuava mamando aquele pau, agora sem nenhum pudor, tentava engolir o máximo possível, mas era grande demais. Ele parou ela porque disse que se continuasse ia gozar, e queria matar a vontade dele. Sentou ela na mesa, e como ela estava de roupão, abriu deixando os peitos dela de fora. Peitos que ele massageou e chupou com muito prazer pra minha mãe. Depois foi mais pra baixo, tirou a calcinha fio dental dela e começou a comer a buceta dela. Minha mãe não aguentou muito e gozou em segundos, entre gemidos.
— Coloca em mim — ela pediu. Ele se aproximou e enfiou de uma vez. Minha mãe se agarrou nele com as pernas e, entre gemidos, disse — Que pau lindo você tem, Danny, mmmmmmmm —
Ele bombava sem parar, até que num dado momento levantou as pernas da minha mãe nos ombros dele e metia assim, sem parar. Minha mãe soltou o terceiro orgasmo quando ele pediu pra colocar no cu. — Agora não — ela disse — isso fica pra depois, tenho que ir trabalhar.
Ele disse que ia gozar, ela pediu pra não gozar dentro. — Então chupa ele — ele implorou. Minha mãe se ajoelhou e começou a chupar até fazer ele gozar, e pra meu espanto, ela engoliu todo o gozo que meu tio Daniel soltou. Ficaram exaustos. Ela disse — Deixa eu terminar de me arrumar, depois a gente conversa e vê se eu te como do jeito que você pediu agora… jeje — ele olhou pra ela e saiu dali. Minha mãe foi tomar banho e depois foi embora.
Eu tive que me masturbar por tudo que tinha visto, porque fiquei com a buceta melada.
A manhã passou e eu não tinha cruzado com meu tio. Ele trabalha em casa, não importa com quê. Ele saiu ao meio-dia. porque ia buscar minha tia Andrea no centro da cidade, que não fica longe de casa, ela tinha levado o Tomy na escola e passou pra comprar umas coisinhas.
Andrea é a irmã mais nova da minha mãe, tem 25 anos e é realmente linda, com um corpo delicioso e uma bunda que enlouquece todos os homens, até meus amigos, que são bem mais novos que ela.
Eu estava no meu quarto quando o carro do meu tio estacionou na garagem, talvez eles pensassem que não tinha ninguém, mas eu me estiquei pela janela e, surpresa, Andrea estava chupando a pica do meu tio. Eu via a vontade com que ela fazia enquanto ele acariciava tudo que encontrava debaixo da calcinha fio dental da Andy, e isso me excitou de novo, tanto que tirei minha calcinha em segundos e comecei a me tocar de novo, mas tudo acabou rápido, porque Andrea pediu pra continuarem lá dentro. Eles desceram do carro e eu vi meu tio guardar a calcinha da Andy no bolso, minha tia estava pelada e ele aproveitou pra meter a mão debaixo da saia curtinha dela — "já vou te dar o que você tanto deseja" — ela disse, sorrindo safada.
Minha curiosidade era impossível de segurar, queria ver como aquilo continuava, então fui sem ser notada até uma das janelas dos fundos de casa. De lá, eu via minha tia sentada na cara do meu tio, ele chupava ela toda enquanto ela gemia e pedia mais e mais. Num momento, ela se inclinou e começou a chupar a pica dele, aquela pica enorme que o Daniel tem… — "mmmmmmm, papai, vai meter tudo isso na minha bundinha apertada?" — perguntou a Andy — "sim, bebê, tudo, do jeito que essa bunda faminta que você tem gosta" — ele respondeu. Imaginem como eu estava naquela altura, minha buceta não parava de escorrer líquidos. Andrea olhou pra ele e disse — "já é hora, papai" — e, virando de costas, começou a abrir as nádegas, deixando ver o quanto o cu dela estava dilatado, trabalho que a língua e os dedos do Dani fizeram. Ela apoiou a cabeçona na entrada da bunda dele e começou a sentar nela…
Desceu devagar, ofegando, fazendo aquela pica enorme entrar na bunda dela, enquanto Meu tio suspira fundo enquanto observa aquela buceta devorar o pauzão dele.
"Aiiiiiiiiiiiiiiii papai, entrou tudaaaaaao" – ela grita.
– Sim, gata, entrou tudinho, que gulosa que é essa sua bunda pequenininha – ela começou a rebolar aquele rabo que engolia e engolia mais e mais aquele pau, via como entrava e saía com mais ritmo a cada vez. Eu já tinha gozado em silêncio umas duas vezes me tocando, enquanto eles continuavam naquela putaria. Nisso, vejo que a Andrea olha pra ele e começa a girar empalada no meu tio…
– Que delíciaaaaaaaaaa – ela gritou.
– Vou encher essa bunda de leite, bebê – dizia meu tio enquanto metia segurando as nádegas dela;
– Siiiiiiiiiiiiiiim, enche de leite, meu amor – ela dizia, e assim os dois gemeram forte e eu soube que meu tio derramava o leite dentro do cu da minha tia enquanto ela gozava esfregando a buceta depilada com as mãozinhas. Ficaram abraçados um tempão, se beijavam, as línguas se procuravam, devem ter ficado assim umas meia hora. Eu fui embora de lá sem acreditar no que via. Meu tio não só comeu a minha mãe naquele dia, mas também a minha tia, que incrivelmente entregava a bunda com toda a safadeza e tesão.
Aquele dia foi incrível, mas ainda tinha mais.
No dia seguinte, todo mundo saiu cedo pra trabalhar e em casa só ficamos eu e meu tio. Levantei, tomei banho, coloquei uma roupinha bem curta, tava calor e isso ajudava a ficar assim vestida. Fiquei pensando em tudo que tinha rolado no dia anterior, meu namorado fazia uma semana que não vinha por causa de uma briga que tivemos, ficava na minha cabeça a parada da minha mãe e da minha tia. Desci com um biquíni branco e na parte de baixo um pareô, fui ver meu tio, ele tava trabalhando e me aproximei. – Oi, raio de sol – ele disse – que gostosa você tá hoje, vai pegar sol? – perguntou.
Não, na verdade vim te encher o saco – falei… é que o computador não tá funcionando direito, você pode ver o que tem?
– Sim, gostosa, agora a gente vê o que é – ele disse, tava de bermuda e uma camiseta justa que marcava o corpo dele, já que ele tem um físico muito bom pros seus quarenta e poucos anos. Além disso, ele joga futebol e tênis durante a semana. Fomos pro meu quarto, eu ia na frente dele e podia sentir o olhar dele na minha bunda balançando na frente dos olhos dele. Com essa sensação, a gente entrou, a luz do sol entrava pela janela, liguei o computador pra ele ver o que tava rolando, mas antes coloquei uma foto minha de fundo de tela, onde eu tô de fio dental minúsculo. Nela, eu tô de costas e dá pra ver bem a minha bunda pequena. Quando ele viu, meio que se surpreendeu.
— Hummm, que foto linda, bebê — ele falou —, você tá muito gostosa. Eu só olhei pra ele, sorri e falei:
— Você gostou mesmo?
— Claro, mas não é photoshop, né? — ele disse… hahahaha eu ri e falei que não, que era minha mesmo e não tinha nada disso que ele tava falando, que ele queria conferir?
— Por que não? — ele respondeu rindo. Claro, ele não sabia o que eu tinha em mente. Peguei na mão dele e falei: — Senta aqui na minha cadeira do computador. Fiquei na frente dele, de costas pra ele, olhei com um sorriso safado e soltei meu pareô na frente dos olhos dele, deixando minha bunda pequena com o fio dental minúsculo que eu tava usando bem na cara dele. Me virei e, olhando pra ele, falei: — Viu que é meu? Ele olhava pra minha bunda com desejo, quase hipnotizado. — Pode tocar pra ter certeza — falei. Ele colocou as mãos nas minhas nádegas e deu um tapinha. — É linda, Solzinho — ele disse —, o Mati deve ser muito feliz com você. Falei que não era bem assim, que a gente tava brigado, que fazia mais de 10 dias que não se via e que ele até se animava com a minha bunda, mas que nunca deixei ele fazer nada.
Ele me olhou surpreso e perguntou: — Você ainda é virgem? Eu ri e falei que não era bem assim, que a gente já tinha transado, mas só de um jeito convencional. Aí sentei no colo dele e pude sentir a dureza do pau dele… — Uiii, que isso, tio? — perguntei inocente, hehe. Ele falou pra eu não ficar brava, mas que não conseguia se segurar, que era melhor ele ir embora e a gente via o computador depois. — Por que não? — falei, enquanto me mexia devagar em cima dele. — Sol, por favor, não faz isso — ele disse. Virei a cabeça e, olhando nos olhos dele... olhei nos olhos dele, dei um beijo suave nos lábios, sem língua, mas nos lábios, senti minha calcinha ficar molhada e, pegando uma das mãos dele, levei até minha barriga, ele só se deixava levar enquanto eu continuava sentindo o pau dele crescer debaixo da minha bunda.
Ele começou a me acariciar bem gostoso, chegando na entrada da minha calcinha, não se animava, mas peguei a mão dele de novo e guiei… — ahhhhhh — suspirei, ele encontrou minha buceta molhada e depilada, bem macia, e começou a me esfregar suave e gostoso, não aguentei muito, os dedos dele brincavam na minha buceta e logo entreguei meu primeiro orgasmo, segurando ele forte pela mão como se quisesse que ele ficasse morando ali, virei a cabeça de novo e dessa vez comi a boca dele, nossas línguas se enroscaram num beijo quente e gostoso, pra depois me afastar e ficar de joelhos na frente dele.
Minhas mãozinhas abaixaram o zíper daquela bermuda maldita que tinha algo delicioso preso, meti a mão e tirei pra fora, era realmente algo lindo, grande, grosso e com os ovos à altura de tanta beleza, além daquele líquido cristalino na ponta que me fazia desejar ele com loucura, então não esperei mais e levei à boca, lambi ele inteiro, acariciei com minha linguinha e depois chupei por um bom tempo, olhava nos olhos dele de vez em quando e via ele gozar da minha boca, tentava engolir aquele pau todo mas não conseguia, num momento ele me pegou pela cabeça e começou a meter na minha boca, soube que ia gozar e queria que fosse na minha boquinha, senti o primeiro jato bater na minha garganta e quase me engasguei, mas me recomponho e esperei o resto, foram mais quatro tiros dentro da minha boca faminta, continuei chupando até não sair mais porra, olhei pra ele com o pau na boca, limpando os restos de gozo, me levantei e ele me deu um beijo como nunca tinha recebido.
Trocamos de lugar, agora eu estava sentada e ele de joelhos na minha frente.
Ele puxou minha calcinha de lado e começou a chupar minha buceta desesperado, que gostoso era tudo aquilo, a sabedoria com que ele fazia, a vivacidade da língua dele. Dois orgasmos me arrancou ali embaixo lambendo, levanto um pouco mais minhas pernas e lambia toda minha bunda, me fazendo tremer a cada lambida. –Solcito, desculpa mas não posso deixar passar essa oportunidade, bebê– ele disse, eu também quero, tio, respondi.
Ele se levantou e apontou o pau enorme dele pra minha buceta pulsante, me inclinei pra ver como aquilo tão grande entrava em mim, batia na minha buceta com o pau, mmmmmmmm
Depois encostou na entrada e começou a meter, tremi toda num orgasmo delicioso que fez eu me jogar de uma vez contra o pau dele, enterrando tudo de uma vez, que prazer imenso senti naquele momento, agarrei ele com minhas pernas e comecei a me mexer, ele aproveitou e me levantou no ar pra bombar bem forte e gostoso. Sentia aquele pau entrando e saindo, arrancando ondas de prazer, assim ele me levou e me apoiou na cama, levantou minhas pernas como tinha feito com a mamãe e me comeu por um bom tempo, num ritmo enlouquecedor, sentia as bolas dele batendo na minha bunda, sinal que tava tudo dentro, depois ele se jogou na cama e eu montei nele, cavalguei possessa enquanto ele enfiava um dedo no meu cu e chupava meus peitos, o que fez meus bicos ficarem duros e pontudos como nunca, sentia e sentia, só isso importava, cada sensação era de arrepiar, o jeito que ele mordia meus bicos, o dedo no meu cu e aquele pau me bombando me deixavam a mil, gozei não sei quantas vezes assim.
Tanto que caí exausta no peito dele, ele pediu pra eu ficar de quatro e eu fiz, mas antes coloquei um travesseiro debaixo da minha barriga, tava tipo fora de mim, só obedecia aquele macho fenomenal que é meu tio, logo senti ele chupando minha bunda e minha buceta de novo, a língua dele era uma delícia bem ali, onde eu queria sentir, daqui a pouco ele levou o dedo de novo pro meu cu e enquanto me dedava, chupava minha buceta, logo foram dois dedos no meu rabo e eu sem forças me deixava fazer, só queria gozar.
Ele tirou os dedos e cuspiu no meu cu, olhei pra ele e falei –faz, tio, é todo seu pego no pau dele e encosto no meu buraquinho, tava confiante que conseguiria, aperto e a cabecinha do pau dele entra, -ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, você vai me rasgar, papai- consegui falar e quis fechar a passagem, ele me deu um tapa e disse – já era, bebê, agora você é minha, vamos, amor, abre pra papai-
Meu cu ardia e doía como se estivesse me partindo ao meio, mas me deixei levar, algo me dizia que eu ia acabar gostando, ele começou a empurrar, devagar, bem suave, sentia minha bunda se enchendo do pau dele, cada centímetro que entrava era uma sensação gostosa, dava pra sentir, até que pensei que tinha entrado tudo porque ele parou, eu gemia alto e olhei por cima do ombro –ainda falta metade, bebê- ele disse e eu não acreditei, por isso passei a mão pra trás e vi que ele não tava mentindo, comecei a me mexer com cuidado, tentando dar prazer pra ele e olha se consegui, os gemidos dele ecoavam enquanto ele me incentivava –assim, solzinho, assim, bebê, come tudinho…..mmmmmmmmmm- um calor me tomou por completo e me levou da dor ao prazer, ele percebeu e acelerou as estocadas, de repente me pegou pelas nádegas e me apertou contra ele, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh eu gritei, aí soube que ele tinha entrado tudo, caí como se tivesse desmaiado, mas ainda assim consegui passar a mão por baixo da minha buceta e encontrei as bolas dele coladas nela.
Meu Deus…. o pau inteiro dele tava dentro de mim. Ele me comeu assim por um tempão, de repente tirou de uma vez e senti como se tivesse estourado um balão, ele abriu minhas nádegas e viu meu cu bem aberto, -amor, que lindo e aberto que tá seu cu- ele disse
E enfiou tudo de novo dentro de mim, eu tremia de emoção, de cansaço, de tesão, não sei do quê, mas um arrepio corria pelas minhas costas até minhas pernas que mal me seguravam, ele acelerou os movimentos, senti o pau dele mais duro do que nunca, sentia ele pulsar dentro de mim –Sole, vou gozar, dentro do seu cu, bebê- ele disse e ficou parado, entendi as palavras dele e comecei a rebolar com as poucas forças que tinha, queria agradar ele, ele merecia Eu também estava muito cansada. Rebolando a bunda em círculos, senti ele agarrar meus quadris, soltando uma exclamação ao mesmo tempo em que senti um jato de porra lavar meu reto. Foram três ou quatro jatos de porra quente que pude sentir claramente. Esfreguei minha buceta para gozar pela enésima vez e desabei sobre meus ombros, ele caiu arrastado por cima de mim. Sentia as pulsações do pau dele ainda dentro. Olhei para ele, buscando seus lábios para dar um beijo profundo e molhado. Depois ele beijou meu pescoço, minhas orelhinhas. Tudo foi maravilhoso, quente e, sem dúvida, mais do que eu tinha fantasiado quando o vi comendo minha mãe e minha tia. Ele foi ao banheiro se lavar, eu dormi depois de uma sessão de sexo dessas com meu tio. Ele me acordou para dizer que ia para casa dele. Nos beijamos como dois amantes apaixonados. Perguntei se ele tinha gostado de ficar comigo — "Claro, gostosa" — foi a resposta dele, mas ele me pediu uma coisa: queria que eu terminasse com meu namorado, que ele seria meu amante sempre que eu quisesse, que não aguentava aquele idiota do meu namorado me tocando. ACEITEI. Sim, aceitei o pedido dele. Terminei com meu namorado. Agora sou dele, toda dele.
Desde então, somos amantes. Bom, sou mais uma das amantes dele e mãe do nosso primeiro bebê que estamos esperando. Esses 23 cm por 6,5 de carne me deixam hipnotizada e quero ser só dele e dos nossos filhos.
Tem um homem em casa que todas as mulheres da minha família que moram aqui fazemos feliz, ele merece, é algo único, acho, mas é assim: saber que nosso corpo e nossos ventres férteis são dele.
Se vocês gostaram desse relato, me avisem, tenho mais pra contar, por exemplo, quando vi minha mãe dando o cu pra ele ou quando ele me fez vestir de colegial pra passear comigo em lugares públicos, mas isso fica pra outra oportunidade.
Mandem histórias de incesto pra mim, adoro, e vou responder as mensagens de vocês.
Beijos pra todos
Na casa da frente, moro com meus pais, Caro e Andrés.
Na casa do meio, meus tios, Daniel e Clara, e na terceira casa, minha tia Andrea com o pequeno Tomy, de só 6 anos, já que ela se separou faz uns 3 anos.
Como eu disse, me chamo Soledad, 18 anos, tenho 1,72m e um corpo muito bom… como dizem, toda uma égua, olhos escuros, cabelo castanho, 92, 62, 90 são minhas medidas.
Certo dia, acordo e ouço vozes vindo da cozinha, eram minha mãe e meu tio Daniel conversando. Mamãe tava contando que a relação com meu pai não tava bem, que fazia meses que meu pai não era o mesmo. Fiquei ouvindo sem eles perceberem minha presença. Mamãe é uma mulher de 37 anos, mas muito gostosa, e o corpo dela é bem apetitoso pros homens, porque ela se conserva muito bem e é ativa.
Na conversa, ela tava contando que fazia uns três meses que não transavam e que ela precisava daquilo, mas que ele não tava dando bola. Também disse que oportunidades de fazer com outro homem não faltavam, mas que não queria fazer por respeito à família.
Meu tio escutava e disse – Deve ser momentâneo, você sabe como é esse negócio de trabalho, e ele se preocupa com vocês duas.
– É – ela disse – mas você sabe como é, ou será que ele não me acha mais gostosa? Ele riu e disse que não era assim, que ela era muito gostosa e que o corpo dela ainda era muito desejável.
– Você acha mesmo? – perguntou ela.
– Claro – respondeu ele – olha como eu fico só com o que você tá me contando… e se levantou na frente dela e guiou a mão dela até a braguilha dele.
Ela olhou nervosa ao sentir na mão o pau do meu tio, mas não tirou a mão.
– Quer ver? – perguntou ele. Ela não respondeu, só olhou pra ele. Em seguida, ele abaixou o zíper e tirou algo muito… Grande e grosso, mesmo sem estar totalmente duro ainda, levou de novo a mão da minha mãe pro pau dele. Agora ela tocava, acariciava, atônita.
— Vai, prova ele — ele disse, ela olhou pra ele de novo e passou a língua naquele pau de cima a baixo.
— Mmmmmmm — ouvi ela dizer, e deu uma chupada forte na cabeça do pau. Se deixou levar e começou a chupar com gosto. Meu tio fechava os olhos e dizia — Que bem que você chupa, Caroooo — ela continuava mamando aquele pau, agora sem nenhum pudor, tentava engolir o máximo possível, mas era grande demais. Ele parou ela porque disse que se continuasse ia gozar, e queria matar a vontade dele. Sentou ela na mesa, e como ela estava de roupão, abriu deixando os peitos dela de fora. Peitos que ele massageou e chupou com muito prazer pra minha mãe. Depois foi mais pra baixo, tirou a calcinha fio dental dela e começou a comer a buceta dela. Minha mãe não aguentou muito e gozou em segundos, entre gemidos.
— Coloca em mim — ela pediu. Ele se aproximou e enfiou de uma vez. Minha mãe se agarrou nele com as pernas e, entre gemidos, disse — Que pau lindo você tem, Danny, mmmmmmmm —
Ele bombava sem parar, até que num dado momento levantou as pernas da minha mãe nos ombros dele e metia assim, sem parar. Minha mãe soltou o terceiro orgasmo quando ele pediu pra colocar no cu. — Agora não — ela disse — isso fica pra depois, tenho que ir trabalhar.
Ele disse que ia gozar, ela pediu pra não gozar dentro. — Então chupa ele — ele implorou. Minha mãe se ajoelhou e começou a chupar até fazer ele gozar, e pra meu espanto, ela engoliu todo o gozo que meu tio Daniel soltou. Ficaram exaustos. Ela disse — Deixa eu terminar de me arrumar, depois a gente conversa e vê se eu te como do jeito que você pediu agora… jeje — ele olhou pra ela e saiu dali. Minha mãe foi tomar banho e depois foi embora.
Eu tive que me masturbar por tudo que tinha visto, porque fiquei com a buceta melada.
A manhã passou e eu não tinha cruzado com meu tio. Ele trabalha em casa, não importa com quê. Ele saiu ao meio-dia. porque ia buscar minha tia Andrea no centro da cidade, que não fica longe de casa, ela tinha levado o Tomy na escola e passou pra comprar umas coisinhas.
Andrea é a irmã mais nova da minha mãe, tem 25 anos e é realmente linda, com um corpo delicioso e uma bunda que enlouquece todos os homens, até meus amigos, que são bem mais novos que ela.
Eu estava no meu quarto quando o carro do meu tio estacionou na garagem, talvez eles pensassem que não tinha ninguém, mas eu me estiquei pela janela e, surpresa, Andrea estava chupando a pica do meu tio. Eu via a vontade com que ela fazia enquanto ele acariciava tudo que encontrava debaixo da calcinha fio dental da Andy, e isso me excitou de novo, tanto que tirei minha calcinha em segundos e comecei a me tocar de novo, mas tudo acabou rápido, porque Andrea pediu pra continuarem lá dentro. Eles desceram do carro e eu vi meu tio guardar a calcinha da Andy no bolso, minha tia estava pelada e ele aproveitou pra meter a mão debaixo da saia curtinha dela — "já vou te dar o que você tanto deseja" — ela disse, sorrindo safada.
Minha curiosidade era impossível de segurar, queria ver como aquilo continuava, então fui sem ser notada até uma das janelas dos fundos de casa. De lá, eu via minha tia sentada na cara do meu tio, ele chupava ela toda enquanto ela gemia e pedia mais e mais. Num momento, ela se inclinou e começou a chupar a pica dele, aquela pica enorme que o Daniel tem… — "mmmmmmm, papai, vai meter tudo isso na minha bundinha apertada?" — perguntou a Andy — "sim, bebê, tudo, do jeito que essa bunda faminta que você tem gosta" — ele respondeu. Imaginem como eu estava naquela altura, minha buceta não parava de escorrer líquidos. Andrea olhou pra ele e disse — "já é hora, papai" — e, virando de costas, começou a abrir as nádegas, deixando ver o quanto o cu dela estava dilatado, trabalho que a língua e os dedos do Dani fizeram. Ela apoiou a cabeçona na entrada da bunda dele e começou a sentar nela…
Desceu devagar, ofegando, fazendo aquela pica enorme entrar na bunda dela, enquanto Meu tio suspira fundo enquanto observa aquela buceta devorar o pauzão dele.
"Aiiiiiiiiiiiiiiii papai, entrou tudaaaaaao" – ela grita.
– Sim, gata, entrou tudinho, que gulosa que é essa sua bunda pequenininha – ela começou a rebolar aquele rabo que engolia e engolia mais e mais aquele pau, via como entrava e saía com mais ritmo a cada vez. Eu já tinha gozado em silêncio umas duas vezes me tocando, enquanto eles continuavam naquela putaria. Nisso, vejo que a Andrea olha pra ele e começa a girar empalada no meu tio…
– Que delíciaaaaaaaaaa – ela gritou.
– Vou encher essa bunda de leite, bebê – dizia meu tio enquanto metia segurando as nádegas dela;
– Siiiiiiiiiiiiiiim, enche de leite, meu amor – ela dizia, e assim os dois gemeram forte e eu soube que meu tio derramava o leite dentro do cu da minha tia enquanto ela gozava esfregando a buceta depilada com as mãozinhas. Ficaram abraçados um tempão, se beijavam, as línguas se procuravam, devem ter ficado assim umas meia hora. Eu fui embora de lá sem acreditar no que via. Meu tio não só comeu a minha mãe naquele dia, mas também a minha tia, que incrivelmente entregava a bunda com toda a safadeza e tesão.
Aquele dia foi incrível, mas ainda tinha mais.
No dia seguinte, todo mundo saiu cedo pra trabalhar e em casa só ficamos eu e meu tio. Levantei, tomei banho, coloquei uma roupinha bem curta, tava calor e isso ajudava a ficar assim vestida. Fiquei pensando em tudo que tinha rolado no dia anterior, meu namorado fazia uma semana que não vinha por causa de uma briga que tivemos, ficava na minha cabeça a parada da minha mãe e da minha tia. Desci com um biquíni branco e na parte de baixo um pareô, fui ver meu tio, ele tava trabalhando e me aproximei. – Oi, raio de sol – ele disse – que gostosa você tá hoje, vai pegar sol? – perguntou.
Não, na verdade vim te encher o saco – falei… é que o computador não tá funcionando direito, você pode ver o que tem?
– Sim, gostosa, agora a gente vê o que é – ele disse, tava de bermuda e uma camiseta justa que marcava o corpo dele, já que ele tem um físico muito bom pros seus quarenta e poucos anos. Além disso, ele joga futebol e tênis durante a semana. Fomos pro meu quarto, eu ia na frente dele e podia sentir o olhar dele na minha bunda balançando na frente dos olhos dele. Com essa sensação, a gente entrou, a luz do sol entrava pela janela, liguei o computador pra ele ver o que tava rolando, mas antes coloquei uma foto minha de fundo de tela, onde eu tô de fio dental minúsculo. Nela, eu tô de costas e dá pra ver bem a minha bunda pequena. Quando ele viu, meio que se surpreendeu.
— Hummm, que foto linda, bebê — ele falou —, você tá muito gostosa. Eu só olhei pra ele, sorri e falei:
— Você gostou mesmo?
— Claro, mas não é photoshop, né? — ele disse… hahahaha eu ri e falei que não, que era minha mesmo e não tinha nada disso que ele tava falando, que ele queria conferir?
— Por que não? — ele respondeu rindo. Claro, ele não sabia o que eu tinha em mente. Peguei na mão dele e falei: — Senta aqui na minha cadeira do computador. Fiquei na frente dele, de costas pra ele, olhei com um sorriso safado e soltei meu pareô na frente dos olhos dele, deixando minha bunda pequena com o fio dental minúsculo que eu tava usando bem na cara dele. Me virei e, olhando pra ele, falei: — Viu que é meu? Ele olhava pra minha bunda com desejo, quase hipnotizado. — Pode tocar pra ter certeza — falei. Ele colocou as mãos nas minhas nádegas e deu um tapinha. — É linda, Solzinho — ele disse —, o Mati deve ser muito feliz com você. Falei que não era bem assim, que a gente tava brigado, que fazia mais de 10 dias que não se via e que ele até se animava com a minha bunda, mas que nunca deixei ele fazer nada.
Ele me olhou surpreso e perguntou: — Você ainda é virgem? Eu ri e falei que não era bem assim, que a gente já tinha transado, mas só de um jeito convencional. Aí sentei no colo dele e pude sentir a dureza do pau dele… — Uiii, que isso, tio? — perguntei inocente, hehe. Ele falou pra eu não ficar brava, mas que não conseguia se segurar, que era melhor ele ir embora e a gente via o computador depois. — Por que não? — falei, enquanto me mexia devagar em cima dele. — Sol, por favor, não faz isso — ele disse. Virei a cabeça e, olhando nos olhos dele... olhei nos olhos dele, dei um beijo suave nos lábios, sem língua, mas nos lábios, senti minha calcinha ficar molhada e, pegando uma das mãos dele, levei até minha barriga, ele só se deixava levar enquanto eu continuava sentindo o pau dele crescer debaixo da minha bunda.
Ele começou a me acariciar bem gostoso, chegando na entrada da minha calcinha, não se animava, mas peguei a mão dele de novo e guiei… — ahhhhhh — suspirei, ele encontrou minha buceta molhada e depilada, bem macia, e começou a me esfregar suave e gostoso, não aguentei muito, os dedos dele brincavam na minha buceta e logo entreguei meu primeiro orgasmo, segurando ele forte pela mão como se quisesse que ele ficasse morando ali, virei a cabeça de novo e dessa vez comi a boca dele, nossas línguas se enroscaram num beijo quente e gostoso, pra depois me afastar e ficar de joelhos na frente dele.
Minhas mãozinhas abaixaram o zíper daquela bermuda maldita que tinha algo delicioso preso, meti a mão e tirei pra fora, era realmente algo lindo, grande, grosso e com os ovos à altura de tanta beleza, além daquele líquido cristalino na ponta que me fazia desejar ele com loucura, então não esperei mais e levei à boca, lambi ele inteiro, acariciei com minha linguinha e depois chupei por um bom tempo, olhava nos olhos dele de vez em quando e via ele gozar da minha boca, tentava engolir aquele pau todo mas não conseguia, num momento ele me pegou pela cabeça e começou a meter na minha boca, soube que ia gozar e queria que fosse na minha boquinha, senti o primeiro jato bater na minha garganta e quase me engasguei, mas me recomponho e esperei o resto, foram mais quatro tiros dentro da minha boca faminta, continuei chupando até não sair mais porra, olhei pra ele com o pau na boca, limpando os restos de gozo, me levantei e ele me deu um beijo como nunca tinha recebido.
Trocamos de lugar, agora eu estava sentada e ele de joelhos na minha frente.
Ele puxou minha calcinha de lado e começou a chupar minha buceta desesperado, que gostoso era tudo aquilo, a sabedoria com que ele fazia, a vivacidade da língua dele. Dois orgasmos me arrancou ali embaixo lambendo, levanto um pouco mais minhas pernas e lambia toda minha bunda, me fazendo tremer a cada lambida. –Solcito, desculpa mas não posso deixar passar essa oportunidade, bebê– ele disse, eu também quero, tio, respondi.
Ele se levantou e apontou o pau enorme dele pra minha buceta pulsante, me inclinei pra ver como aquilo tão grande entrava em mim, batia na minha buceta com o pau, mmmmmmmm
Depois encostou na entrada e começou a meter, tremi toda num orgasmo delicioso que fez eu me jogar de uma vez contra o pau dele, enterrando tudo de uma vez, que prazer imenso senti naquele momento, agarrei ele com minhas pernas e comecei a me mexer, ele aproveitou e me levantou no ar pra bombar bem forte e gostoso. Sentia aquele pau entrando e saindo, arrancando ondas de prazer, assim ele me levou e me apoiou na cama, levantou minhas pernas como tinha feito com a mamãe e me comeu por um bom tempo, num ritmo enlouquecedor, sentia as bolas dele batendo na minha bunda, sinal que tava tudo dentro, depois ele se jogou na cama e eu montei nele, cavalguei possessa enquanto ele enfiava um dedo no meu cu e chupava meus peitos, o que fez meus bicos ficarem duros e pontudos como nunca, sentia e sentia, só isso importava, cada sensação era de arrepiar, o jeito que ele mordia meus bicos, o dedo no meu cu e aquele pau me bombando me deixavam a mil, gozei não sei quantas vezes assim.
Tanto que caí exausta no peito dele, ele pediu pra eu ficar de quatro e eu fiz, mas antes coloquei um travesseiro debaixo da minha barriga, tava tipo fora de mim, só obedecia aquele macho fenomenal que é meu tio, logo senti ele chupando minha bunda e minha buceta de novo, a língua dele era uma delícia bem ali, onde eu queria sentir, daqui a pouco ele levou o dedo de novo pro meu cu e enquanto me dedava, chupava minha buceta, logo foram dois dedos no meu rabo e eu sem forças me deixava fazer, só queria gozar.
Ele tirou os dedos e cuspiu no meu cu, olhei pra ele e falei –faz, tio, é todo seu pego no pau dele e encosto no meu buraquinho, tava confiante que conseguiria, aperto e a cabecinha do pau dele entra, -ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, você vai me rasgar, papai- consegui falar e quis fechar a passagem, ele me deu um tapa e disse – já era, bebê, agora você é minha, vamos, amor, abre pra papai-
Meu cu ardia e doía como se estivesse me partindo ao meio, mas me deixei levar, algo me dizia que eu ia acabar gostando, ele começou a empurrar, devagar, bem suave, sentia minha bunda se enchendo do pau dele, cada centímetro que entrava era uma sensação gostosa, dava pra sentir, até que pensei que tinha entrado tudo porque ele parou, eu gemia alto e olhei por cima do ombro –ainda falta metade, bebê- ele disse e eu não acreditei, por isso passei a mão pra trás e vi que ele não tava mentindo, comecei a me mexer com cuidado, tentando dar prazer pra ele e olha se consegui, os gemidos dele ecoavam enquanto ele me incentivava –assim, solzinho, assim, bebê, come tudinho…..mmmmmmmmmm- um calor me tomou por completo e me levou da dor ao prazer, ele percebeu e acelerou as estocadas, de repente me pegou pelas nádegas e me apertou contra ele, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh eu gritei, aí soube que ele tinha entrado tudo, caí como se tivesse desmaiado, mas ainda assim consegui passar a mão por baixo da minha buceta e encontrei as bolas dele coladas nela.
Meu Deus…. o pau inteiro dele tava dentro de mim. Ele me comeu assim por um tempão, de repente tirou de uma vez e senti como se tivesse estourado um balão, ele abriu minhas nádegas e viu meu cu bem aberto, -amor, que lindo e aberto que tá seu cu- ele disse
E enfiou tudo de novo dentro de mim, eu tremia de emoção, de cansaço, de tesão, não sei do quê, mas um arrepio corria pelas minhas costas até minhas pernas que mal me seguravam, ele acelerou os movimentos, senti o pau dele mais duro do que nunca, sentia ele pulsar dentro de mim –Sole, vou gozar, dentro do seu cu, bebê- ele disse e ficou parado, entendi as palavras dele e comecei a rebolar com as poucas forças que tinha, queria agradar ele, ele merecia Eu também estava muito cansada. Rebolando a bunda em círculos, senti ele agarrar meus quadris, soltando uma exclamação ao mesmo tempo em que senti um jato de porra lavar meu reto. Foram três ou quatro jatos de porra quente que pude sentir claramente. Esfreguei minha buceta para gozar pela enésima vez e desabei sobre meus ombros, ele caiu arrastado por cima de mim. Sentia as pulsações do pau dele ainda dentro. Olhei para ele, buscando seus lábios para dar um beijo profundo e molhado. Depois ele beijou meu pescoço, minhas orelhinhas. Tudo foi maravilhoso, quente e, sem dúvida, mais do que eu tinha fantasiado quando o vi comendo minha mãe e minha tia. Ele foi ao banheiro se lavar, eu dormi depois de uma sessão de sexo dessas com meu tio. Ele me acordou para dizer que ia para casa dele. Nos beijamos como dois amantes apaixonados. Perguntei se ele tinha gostado de ficar comigo — "Claro, gostosa" — foi a resposta dele, mas ele me pediu uma coisa: queria que eu terminasse com meu namorado, que ele seria meu amante sempre que eu quisesse, que não aguentava aquele idiota do meu namorado me tocando. ACEITEI. Sim, aceitei o pedido dele. Terminei com meu namorado. Agora sou dele, toda dele.
Desde então, somos amantes. Bom, sou mais uma das amantes dele e mãe do nosso primeiro bebê que estamos esperando. Esses 23 cm por 6,5 de carne me deixam hipnotizada e quero ser só dele e dos nossos filhos.

Tem um homem em casa que todas as mulheres da minha família que moram aqui fazemos feliz, ele merece, é algo único, acho, mas é assim: saber que nosso corpo e nossos ventres férteis são dele.
Se vocês gostaram desse relato, me avisem, tenho mais pra contar, por exemplo, quando vi minha mãe dando o cu pra ele ou quando ele me fez vestir de colegial pra passear comigo em lugares públicos, mas isso fica pra outra oportunidade.
Mandem histórias de incesto pra mim, adoro, e vou responder as mensagens de vocês.
Beijos pra todos
2 comentários - Nosso garanhão