Olá, escrevo este post pra compartilhar minha experiência no Cine Ideal, caso alguém possa achar interessante.
Vou contar que sou um homem hétero, não curto caras, mas me excito pra caralho com pirocas e adoro chupá-las. Faz um tempo que tô rodando por aí tentando marcar encontros, mas é bem difícil porque não tenho um lugar.
Aqui comentam de vez em quando sobre o Cine Ideal, e como achei uma alternativa interessante, resolvi ir explorar.
O que encontrei quando cheguei foi um cinema velho típico, daqueles com um saguão grande no meio e escadas nas laterais. Uma bilheteria comum desse tipo de cinema, embaixo da escada, e um senhor que corta o ingresso ao lado. A entrada me custou 220 pesos.
Na primeira vez que fui, minha ideia era conhecer o lugar. Tinha bastante gente de todo tipo, todos homens ou travestis. O pessoal fica rondando, procurando quem dê bola, mas se você não olha muito, ninguém chega perto. No começo fiquei meio nervoso, mas ao ver que o clima era tranquilo, me relaxei.
Não vou dar mais detalhes daquele dia porque não rolou nada demais. Já na segunda vez, sabendo como era a parada, fui um pouco mais preparado. Vou contar o que aconteceu:
As salas hétero são em cima. Você sobe uma escada e na metade tem uma porta que dá pra primeira sala, que é maior. Entrei lá, mas não via nada na escuridão. Fui sentar no fundo da sala e fiquei lá um tempão. Enquanto eu olhava pra cá e pra lá, um travesti chegou pra puxar papo. Fiquei conversando um tempo, de boa, e ele percebeu que eu não tava interessado, mas mesmo assim continuamos falando sobre coisas da vida. Depois de um tempo, vendo que não ia rolar nada, ele foi embora. Fiquei mais um pouco onde estava, sempre de olho pra ver quem mordia a isca. De repente, um rapaz sentou na mesma fileira que eu. Fiz sinal pra ele mostrar o pau, mas ele não fez, então entendi que não tava a fim de receber. O cara ficou lá, e daí a pouco chegou outro moleque novo e sentou do meu lado, com um assento no meio. Fingi que ia passar a mão no pau dele por cima da calça, e ele não resistiu; pelo contrário, pegou no meu braço pra eu continuar. Ele mostrou o pau e era super pequenininho. Comecei a tocar nele, e enquanto tentava fazer ele endurecer, o cara de antes se aproximou e começou a tocar no meu pau. Deixei ele fazer porque não me incomodava, e nisso o moleque que eu tava tocando ficou duro e colocou o pau perto da minha cara pra eu chupar.
Comecei a chupar ele, e como o outro insistia, também mostrei o meu e deixei ele se satisfazer — não me arrependo, porque ele chupava muito bem.
Ficamos um tempo assim, e aí bateu vontade de sair. Fui no banheiro me limpar e me mandei pra sala dos fundos, que é menor. Fiquei lá um pouco, e apareceu o cara que eu tinha chupado, e ele começou a me comer. Não sou de levar pica de caras, mas nesse caso não custava nada dar o gosto pra ele. Depois de um tempo, essa sequência acabou e voltei pra sala grande. Dessa vez sentei na fileira do fundo, no meio. Fiquei um tempão lá sentado de olho, mas no começo tinha pouca gente. De repente, um cara veio andando pelo corredorzinho de trás e tava com um volume enorme. Virei a cabeça pra olhar ele sem fazer esforço, e o filho da puta mostrou um pau preto gigante. Me ajoelhei no assento e comecei a chupar ele fundo de todas as maneiras possíveis. Tava espetacular aquele pau grande e cabeçudo, e tinha ficado durasso. Fomos pra trás, onde me ajoelhei e fiquei mamando ele por um bom tempo. O cara me perguntou se eu gostava de ser comido, e eu disse que não, mas que se ele deixasse, eu chupava ele mais um pouco. Continuei mamando ele por um tempão até que, numa hora que senti que não custava engolir ele inteiro, percebi que tinha amolecido, então deixei ele ir.
Já tendo conseguido isso, arranquei pra ir embora porque fiquei satisfeito pelo dia, mas saindo, cruzei com um cara e ele me encarou. me perguntando se eu não queria chupar ela. Isso foi no corredor, então fomos pra um quarto no meio do hall, que é tipo um labirinto com macas, e eu sentei lá, mas quando toquei nela, não tava limpa, então no final não rolou.
A verdade é que foi uma experiência maravilhosa, o lugar super descontraído e se você busca ação, encontra de tudo. Ainda não acredito na pica que eu engoli, bem grande e dura, e com a vontade que ela fodia minha garganta.
Queria compartilhar minhas impressões porque em outras oportunidades li as de outras pessoas e acho que é útil pra quem tiver interesse em saber como é o lugar.
Abraços!
Vou contar que sou um homem hétero, não curto caras, mas me excito pra caralho com pirocas e adoro chupá-las. Faz um tempo que tô rodando por aí tentando marcar encontros, mas é bem difícil porque não tenho um lugar.
Aqui comentam de vez em quando sobre o Cine Ideal, e como achei uma alternativa interessante, resolvi ir explorar.
O que encontrei quando cheguei foi um cinema velho típico, daqueles com um saguão grande no meio e escadas nas laterais. Uma bilheteria comum desse tipo de cinema, embaixo da escada, e um senhor que corta o ingresso ao lado. A entrada me custou 220 pesos.
Na primeira vez que fui, minha ideia era conhecer o lugar. Tinha bastante gente de todo tipo, todos homens ou travestis. O pessoal fica rondando, procurando quem dê bola, mas se você não olha muito, ninguém chega perto. No começo fiquei meio nervoso, mas ao ver que o clima era tranquilo, me relaxei.
Não vou dar mais detalhes daquele dia porque não rolou nada demais. Já na segunda vez, sabendo como era a parada, fui um pouco mais preparado. Vou contar o que aconteceu:
As salas hétero são em cima. Você sobe uma escada e na metade tem uma porta que dá pra primeira sala, que é maior. Entrei lá, mas não via nada na escuridão. Fui sentar no fundo da sala e fiquei lá um tempão. Enquanto eu olhava pra cá e pra lá, um travesti chegou pra puxar papo. Fiquei conversando um tempo, de boa, e ele percebeu que eu não tava interessado, mas mesmo assim continuamos falando sobre coisas da vida. Depois de um tempo, vendo que não ia rolar nada, ele foi embora. Fiquei mais um pouco onde estava, sempre de olho pra ver quem mordia a isca. De repente, um rapaz sentou na mesma fileira que eu. Fiz sinal pra ele mostrar o pau, mas ele não fez, então entendi que não tava a fim de receber. O cara ficou lá, e daí a pouco chegou outro moleque novo e sentou do meu lado, com um assento no meio. Fingi que ia passar a mão no pau dele por cima da calça, e ele não resistiu; pelo contrário, pegou no meu braço pra eu continuar. Ele mostrou o pau e era super pequenininho. Comecei a tocar nele, e enquanto tentava fazer ele endurecer, o cara de antes se aproximou e começou a tocar no meu pau. Deixei ele fazer porque não me incomodava, e nisso o moleque que eu tava tocando ficou duro e colocou o pau perto da minha cara pra eu chupar.
Comecei a chupar ele, e como o outro insistia, também mostrei o meu e deixei ele se satisfazer — não me arrependo, porque ele chupava muito bem.
Ficamos um tempo assim, e aí bateu vontade de sair. Fui no banheiro me limpar e me mandei pra sala dos fundos, que é menor. Fiquei lá um pouco, e apareceu o cara que eu tinha chupado, e ele começou a me comer. Não sou de levar pica de caras, mas nesse caso não custava nada dar o gosto pra ele. Depois de um tempo, essa sequência acabou e voltei pra sala grande. Dessa vez sentei na fileira do fundo, no meio. Fiquei um tempão lá sentado de olho, mas no começo tinha pouca gente. De repente, um cara veio andando pelo corredorzinho de trás e tava com um volume enorme. Virei a cabeça pra olhar ele sem fazer esforço, e o filho da puta mostrou um pau preto gigante. Me ajoelhei no assento e comecei a chupar ele fundo de todas as maneiras possíveis. Tava espetacular aquele pau grande e cabeçudo, e tinha ficado durasso. Fomos pra trás, onde me ajoelhei e fiquei mamando ele por um bom tempo. O cara me perguntou se eu gostava de ser comido, e eu disse que não, mas que se ele deixasse, eu chupava ele mais um pouco. Continuei mamando ele por um tempão até que, numa hora que senti que não custava engolir ele inteiro, percebi que tinha amolecido, então deixei ele ir.
Já tendo conseguido isso, arranquei pra ir embora porque fiquei satisfeito pelo dia, mas saindo, cruzei com um cara e ele me encarou. me perguntando se eu não queria chupar ela. Isso foi no corredor, então fomos pra um quarto no meio do hall, que é tipo um labirinto com macas, e eu sentei lá, mas quando toquei nela, não tava limpa, então no final não rolou.
A verdade é que foi uma experiência maravilhosa, o lugar super descontraído e se você busca ação, encontra de tudo. Ainda não acredito na pica que eu engoli, bem grande e dura, e com a vontade que ela fodia minha garganta.
Queria compartilhar minhas impressões porque em outras oportunidades li as de outras pessoas e acho que é útil pra quem tiver interesse em saber como é o lugar.
Abraços!
5 comentários - Chupando rola no cinema Ideal