Cena entre amigos (8)

Com a Andrea a gente se sentia foda, era como se algo tivesse acordado de novo, ou mais forte. A gente passava o dia todo tarado e se pegando. Por outro lado, eu também tinha mudado. A gente, homem, sempre tem essa parada de caçador, quer saber que pode comer ou que ainda tá na ativa, sempre tem alguém com quem a gente troca ideia que não é a patroa, mesmo que não role nada. Por exemplo, no trampo tinha uma mina com quem eu sempre conversava, às vezes ela me provocava ou eu provocava ela, mas quando eu queria partir pra ação, ela recuava e no fim eu é que ficava parecendo sem noção. Desde que a gente começou essa nova fase, não dei mais bola pra ela. Isso mexeu com ela, porque ela ficava doida. Toda hora vinha no meu escritório com qualquer desculpa e tentava puxar assunto, eu respondia educadamente mas não dava a mínima atenção, ela ia embora e voltava logo com outra coisa. Me mandava mensagem e eu não respondia ou respondia seco, só no que pedia. Não era que eu tava fazendo cena, mas era, como explicar sem parecer metido, eu me sentia em outro nível.

Uma noite de semana, acho que era quarta-feira, chega mensagem no grupo.

Sofia: e aí grupo, como foi com os novos candidatos?

Andrea: foda, mas você vai ter concorrência, a Ceci é doida por fluidos, e o Mauri por cheiros, quase morreu cheirando calcinha com corrimento.

Vero: morro de amores, se quiser eu visto uma calcinha minha, uso uns dias e dou de presente pra ele.

Eu: bom, se vocês quiserem, a gente avisa e eles vão.

Tomas: eu, por mim, não tenho problema, mas me avisem porque vou ter que fazer uma pequena modificação, mas nada demais na estrutura.

Guillermo: eu não tenho problema.

Tomas: só que, se ninguém se importar, eu queria fazer um churrasco, e se não for ruim pra ninguém, a gente se junta um pouco mais cedo pra fazer. Chamem esses caras pra se juntar. No máximo, vão vir só uma. vez.

Sofia: bom, a gente faz na sexta em casa. Guardamos umas calcinhas pra esse bonitão que gosta de cheiros?

Todas responderam que sim, seria tipo um presente de boas-vindas.

Na sequência, a Andrea mandou mensagem pra Ceci avisar, e ela não cabia em si de tanta emoção. Já queria que fosse sexta, perguntava um monte de coisas ao mesmo tempo. Já tava tarde e eu virei pra dormir, enquanto elas continuaram conversando.

No outro dia no trabalho, já sendo quinta, tava no escritório conversando com um dos meus colegas quando apareceu a mina que eu tava contando. Ela se chama Florencia. Eu era apaixonado nela, mais ou menos da minha idade, e a típica gatinha bem feminina, que nunca deixa escapar nada, daquelas que te fazem perder a cabeça. Era casada há mais ou menos o mesmo tempo que eu e tinha um filho. Nós três conversamos sobre coisas do trabalho e umas piadas aqui e ali. Meu colega foi embora e fiquei a sós com a Florencia. Do nada ela perguntou:

Florencia: tá acontecendo alguma coisa? Faz um tempo que eu tô notando que você tá diferente comigo.

Eu: não, nada, flor. Falei e fiquei olhando pra ela.

Florencia: sei lá, me parecia que antes a gente tinha mais química, era mais brincalhão, a gente…

Cortei ela na hora.

Eu: é verdade, mas também não vou ficar insistindo tanto quando eu avanço e você recua, e eu fico sendo o sem noção. Você sabe que eu gosto de você, nós dois sabemos que pode ser complicado, mas também não vou ficar atrás de você igual um cachorro vira-lata. Se pra você servia pra te esquentar um pouco e depois ficar de boa em casa, acho ótimo, mas eu não sou um brinquedo. Acho que a gente já tá grande pra ficar perdendo tempo com palhaçada.

Ela ficou me olhando, como se estivesse processando o que eu disse.

Eu: vou lá na contabilidade. Falei, pegando umas pastas e deixando ela parada no meio do escritório.

O dia inteiro ela passou vindo no meu escritório pra um monte de coisa sem sentido, fazia perguntas idiotas e tentava puxar conversa. Da minha parte, continuei na mesma, respondia, mas acho que nem olhava pra ela. respondia olhando pro computador, tava doida e eu tava me divertindo pra caralho.

Chegou sexta-feira, desde cedo eu já tava de pau duro, o Mauri tinha me escrito perguntando o que tinha que levar e tal. O Tomas também tinha mandado mensagem falando que já tinha tudo pronto. A ideia era chegar lá pras 19h em casa pra gente curtir o churrasco.

O dia não podia estar mais lindo, tava calor, céu limpo. Eu já não aguentava mais, olhava pro relógio toda hora, o tempo não passava. Já queria ir embora. Minha esposa me escrevia direto falando que queria sair do trabalho e que já queria que fosse noite. Lá pelo meio-dia, o Tomas postou uma foto no grupo da estrutura que ele tinha montado. Era tipo uma parede de madeira fina, sustentada pelos lados, com umas divisórias, ou seja, cada um ia ficar naquele cubículo mas sem visão pros lados, e claro, tinha um buraco no meio. Acho que em um minuto a gente mandou mil mensagens no grupo. Todo mundo tava muito animado e ansioso. Nem percebi que a Florencia tava no meu escritório me olhando, mas ela não viu o celular, só me encarava.

Florencia: parece que você tá bem entretido, ia te fazer uma pergunta mas parece que cheguei na hora errada.

Eu: não, nada, fala.

Florencia: não, deixa, continua com o que tava fazendo...

Eu: beleza, então, a gente se vê depois.

Ela saiu batendo a porta que quase quebrou. Pouca atenção eu dei. Daqui a pouco ela me mandou uma mensagem.

"não sei o que tá rolando com você, eu tava me esquentando com as coisas que a gente falava, você me atrai mas sabe que tô com meu marido há muito tempo e tenho um monte de medo, mas não gosto que você seja tão seco comigo, achei que a gente tinha algo especial, mas respeito você ficar distante e entendo." Li a mensagem várias vezes, ela tava na posição de "coitadinha", mas era sexta-feira, me esperava uma tarde-noite de loucura. Não tava a fim de ficar enrolando ela mais. respondi "OK". Isso fez com que ela ficasse louca. O dia inteiro ela não falou mais comigo e, quando nos cruzávamos, me olhava com cara de ódio.

Saí do trabalho voando, e pra piorar, saí mais tarde porque tinha que deixar tudo pronto pro fim de semana. Cheguei em casa e minha esposa estava me esperando pelada, andando pela casa. Fiquei olhando pra ela, perplexo, e ela me encarou com cara de puta.

Andrea: acho que você devia aliviar um pouco, senão vai durar só um tempinho.

E era verdade, se eu chegasse assim muito rápido, ia acabar logo. Passei o dia inteiro com o pau duro, se por qualquer motivo roçasse em mim, já subia. Nem respondi a Andrea e me enfiei nos peitos dela, chupando com voracidade. Depois que matamos a vontade, tomamos banho e fomos pra casa da Sofia. Combinamos com o Mauri que chegaríamos juntos, e foi o que fizemos. O Tomas nos atendeu na porta e entramos, não vimos ninguém, então ele disse que estavam no quintal, era óbvio, a tarde estava linda. A Cecilia e o Mauri estavam nervosos e não diziam nada. Como sempre fazíamos na mesma sala, começamos a tirar a roupa e ficamos pelados.

O Tomas também fez o mesmo, dizendo que tava com muita vontade de ficar pelado, mas que estava nos esperando. Olhei pra Ceci e pro Mauri, que estavam tirando a roupa timidamente, demos tempo pra eles e deixamos eles sozinhos enquanto íamos pro quintal, eu só estava com meu maço de cigarros, vi que os caras vinham atrás.

No quintal, a Sofia estava com a Vero e o Guilherme conversando. O Tomas foi pro lado da churrasqueira, que ficava a uns metros dali, nos juntamos na conversa e servimos algo pra beber, estava tudo pronto, no chão tinha duas caixas térmicas cheias de gelo e muita bebida. Música de fundo. A Cecilia cumprimentou todo mundo e ficou parada do lado da Andrea, dava pra ver que estava nervosa. O Maurício também cumprimentou, mas as minas foram um pouco mais ousadas. Quando cumprimentou a Sofía estendeu a mão, tocou na pica dele e disse "muito prazer", o que fez Mauri dar um pulo. Todo mundo caiu na risada. Eu fui com Tomas, que já tava no fogo, segurando um copo de cerveja, e ajudei ele a arrumar o que faltava — ele já tinha colocado a carne e tava tudo a todo vapor. A gente ficou batendo papo sobre coisas bestas.

Atualizamos um ao outro sobre o trampo e tal, e Mauri e Guille se juntaram na conversa. As mulheres estavam no meio do pátio, falando e rindo, dava pra ver a estrutura que tinham montado, então a gente também comentava sobre isso. Os caras explicaram pra Mauri como é que funciona. Falaram que isso é só sexo, sem mandar mensagem particular pra esposa dos outros, senão a merda tá feita. Ele só concordava e ouvia. Explicaram que aqui vale tudo, sem ciúmes, e mais um monte de coisa que era essencial pra noite rolar bem. Também disseram que se ele se sentisse desconfortável, podia vazar, que tava tudo certo. Mauri só acenava e dizia que tava de acordo.

Sofía chamou todo mundo, rindo.

Sofía: "Bom, acho que a gente tem que dar as boas-vindas pros caras. Vocês já tiveram a conversa de vocês, e a gente também." Todas as mulheres estavam sorrindo e ouvindo ela.

"Então a gente vai sequestrar o Mauri por um tempinho e dar o presentinho que a gente vem preparando há dois dias." Os caras, sabendo de um dos presentes, caíram na risada. A gente viu que Andrea tava segurando um par de calcinhas das mulheres que estavam ali. Mauri olhava pra elas sem entender nada.

Verônica: "Um passarinho contou que você curte cheiros, principalmente das partes íntimas das mulheres. Então, há dois dias a gente tá usando essas calcinhas, e vamos te dar pra você sentir o cheiro da nossa buceta." Dito isso, entregou as calcinhas pra ele. Ele sorriu, pegou elas, olhou pra todo mundo e perguntou:

Mauri: "Posso?"

Todo mundo concordou, sorrindo. Ele levou cada calcinha, uma por uma, até o nariz. Fechando os olhos, ele sentiu o cheiro. Foi um momento de silêncio, todos nós olhávamos como ele aproveitava.

Maurício: sensacional, disse depois de cheirar.

Sofia pegou na mão dele e o levou junto com Andrea e Vero para uma das espreguiçadeiras. Sentaram ele e começaram a apalpar e chupar ele por todos os lados. Ficamos olhando como acontecia aquele sequestro sem poder fazer nada, mas elas tinham deixado a Ceci pra gente, que também olhava a situação.

Tomás: te deixaram sozinha. Ele fala com um sorriso safado na boca. Você também tem que ganhar seu presente de boas-vindas.

Ela se virou, olhava pra gente e sorria.

Guille: e você, do que gosta?

Ceci: de tudo, mas o que mais gosto são os fluidos, o xixi e que me tratem como puta, que falem putarias pra mim.

Eu: bom, acho que hoje você vai tomar muito leite porque foi uma menina muito puta, pelo visto.

Colocamos ela no meio de nós três e começamos a apalpar ela por todos os lados, enfiávamos os dedos, chupávamos os peitos dela, ela ficava parada gemendo, se deixava fazer o que a gente fazia.

Abaixamos ela e colocamos as 3 picas na cara dela, que ela chupava, lambia, passava no rosto, estava em êxtase. Eu fui pra trás dela, levantei a raba dela e lambi a buceta e passei a língua no cu, enquanto chupava ela reclamava do tesão que tava. Não aguentei muito mais e enfiei, ela estremeceu, tava muito molhada. Ela continuava chupando e o Guille veio do meu lado, tirei e deixei o espaço pra ele. Fui pra frente dela.

Eu: limpa ela pra mim, que você deixou cheia da sua buceta.

Ela enfiou na boca e fazia ânsia enquanto chupava com desespero.

Foi a vez do Tomás, que foi pra trás dela, e o Guille veio comigo. Nós comemos a boca dela e ela adorava. O Mauri tava com a Sofia em cima dele, que tava montando nele enquanto a Andrea e a Vero brincavam entre si e acariciavam ele.

Eu já não aguentava mais, então comecei a bater uma. enquanto eu continuava chupando, falei:
Eu: não quero nem uma gotinha pra fora, quero que você engula tudo e deixe bem limpinho. Ela tirou a pica do Guille da boca e colocou a minha. Eu sentia ela engolindo meu gozo enquanto saía, e ela continuou chupando até não sobrar mais nada. Tirei minha pica, e ela, com gozo na boca, começou a chupar a do Guille, que estava esperando a vez. Fez a mesma coisa.

Ceci: tô quase gozando, Deeooosss que gostoso. Ela falava enquanto gemia.

Tomas começou a meter forte nela até que, num momento, parou de bombar e se inclinou pra frente pra ela tirar o gozo. Ela, toda feliz, engoliu e limpou as três picas.

Ela ficou de joelhos na frente das três picas, parecia satisfeita, dava pra ver na cara dela. Eu me aproximei e coloquei minha pica de novo na boca dela e meti.

Eu: agora sim você vai ter que deixar bem limpinho, vai, putinha, que isso aqui tá só começando. Falei e comecei a mijar na boca dela. Parecia que alguém invisível tava comendo ela, porque ela começou a gemer de novo enquanto tinha a pica na boca e o mijo escorria pelos lados. Com uma das mãos, ela começou a se masturbar. Os outros dois esperavam a vez. Quando terminei, fiz ela chupar e deixar bem limpa. Guille e Tomas fizeram a mesma coisa. Ela teve outro orgasmo de novo.

Tomas: vem cá que eu te mostro onde é o banheiro, que você tá toda bagunçada. Ele falou e acompanhou ela pra tomar um banho. Mauri também foi junto, com uma cara de felicidade que não cabia em si.

A noite foi sensacional. Nós fazendo o churrasco enquanto as mulheres conversavam, riam, se apalpavam. Trocavam uns beijos de vez em quando. Tavam bebendo muito álcool. Nós também. De vez em quando, alguma vinha, fazia uma piada, nos tocava e ia embora. A gente aproveitava, tocava nelas e queria segurar, mas as outras mulheres apareciam e resgatavam. Parecia que esse era o jogo. Uma vinha, nos tocava, a gente ficava perto dela, a começávamos a tocar e elas vinham todas juntas e levavam ela.

Mauri e Ceci tinham se integrado bem. Elas riam e participavam de tudo. O jantar estava pronto e nos sentamos à mesa. Comemos um bom churrasco enquanto continuávamos com a música e a conversa.
Terminando de comer e tendo deixado tudo arrumado, Sofi diz.

Sofi: bom, é hora da sobremesa.

Andrea: de uma das sobremesas, vamos ao que o Tomás fez, vamos provar o glory, mas primeiro se posicionem, ela diz pra gente.

Sem pensar, nós homens fomos até onde estava, entramos no compartimento. Olhei pros lados e só vi madeira, pra trás só tinha o quintal. Só de pensar e estar fazendo, meu pau tinha endurecido, enfiei no buraco, olhando pra frente só tinha madeira. Então era só questão de esperar o que ia rolar. De repente, senti uma mão tocando meu pau, foi uma sensação estranha. Muito prazerosa, mas era estar de olhos abertos e não ver quem te toca e te faz algo. De repente, senti que chupavam e batiam uma punheta com muita saliva. Sensação gostosa pra caralho. Muito sexo oral, mas não sabia quem estava fazendo. Minha cabeça ia a mil. Num momento parou e depois senti de novo que chupavam, parecia que tinham trocado de posição. Só se ouvia gemidos, os homens gemiam pra caramba e do outro lado se ouvia que as mulheres também. Senti que pegavam meu pau, ajustavam e enfiavam na buceta, de novo foi impossível saber quem era. Depois de se mexer um pouco, eu cruzava os dedos dos pés pra não gozar, senti que tiravam. De novo, sentia sexo oral, pegavam e começavam a ajustar. Estavam enfiando no cu. Devagar estava entrando, fazia força e dava pra sentir como o cu ia abrindo pra entrar, faltava lubrificação, então tiraram, encheram de saliva e ajustaram de novo pra dessa vez entrar muito bem, começaram a se mexer, eu sentia aquilo A buceta apertada da Booty, os gemidos foram aumentando da minha acompanhante e era nítido que a qualquer momento ela ia gozar, e foi isso mesmo, os movimentos foram ficando mais lentos, como curtindo o depois do orgasmo, meu pau saiu do cu dela e eu senti sexo oral de novo, dessa vez com muito mais ritmo, o objetivo dela era que eu gozasse assim. E eu não fiz ela esperar, me encostei na parede e comecei a sentir meu leite saindo, que ia direto pra boca da minha acompanhante, que recebia tudo sem dizer nada. Saiu até a última gota, que ela tratou de limpar com a língua. Meu pau tava muito sensível, mas ela continuou chupando bem devagar até que começou a dormir. Senti um movimento atrás de mim, era o Mauri indo pegar bebida. Eu também saí e vi que todo mundo tava saindo do quartinho. As mulheres não estavam à vista. Nós, homens, ficamos juntos até que as quatro apareceram juntas, com sorrisos na boca, vieram nos encontrar e depois foram as quatro juntas pro banheiro. Nós, homens, sentamos na mesa e esperamos elas voltarem, que chegaram com sobremesa. Comemos e conversamos sobre o glory hole.

Andrea: E aí, o que acharam? Eu amei. Foi muito bom.

Ceci: Verdade, sim, é pra repetir.

Todo mundo riu, e também todos concordamos que foi bom pra repetir.

Terminada a noite, cada um foi pra sua casa. Muito relaxados e com aquela sensação de liberdade que era impagável.

6 comentários - Cena entre amigos (8)

muy bueno!!!! que ganas de participar de esas cenas!!! aceptan un solo?
MoscuR
cada vez mas interesantes los encuentros, aunque se hizo.larga la espera
Tremendo relato, muy caliente como todos, me encantaría estar en una de sus reuniones, sería un sueño hecho realidad. Saludos van 10
Follando mis agujeros en la cámara ahora mismo - http://poringa.club 💖💖💖