Relato de un seguidor

@Loloyoloesp ME ESCREVEU ESTE RELATO QUE ME DEIXOU MUITO MOLHADA, ESPERO QUE VOCÊS GOSTEM TANTO QUANTO EU!!









Tudo começou há uns dois meses, eu trabalhava no mesmo prédio de escritórios que você, no departamento de manutenção. O bom desse tipo de cargo é que você costuma passar despercebido, e isso te dá uma certa vantagem para observar as pessoas, já que para os funcionários dos andares você geralmente é invisível. Mas vamos focar na história que nos interessa. Há dois meses entrei para trabalhar e também foi a primeira vez que nos vimos, só que você ainda não tinha reparado em mim – sabe, as vantagens do meu ofício, hehe. Naquele dia, eu tinha que subir até o andar onde a sua empresa tem os escritórios. Era uma visita de rotina para verificar as saídas de refrigeração do ar-condicionado. Parece que naquele dia houve problemas com o transporte público e você estava atrasada para o trabalho. Todos os elevadores estavam ocupados e até tinha fila para conseguir subir. Você percebeu que eu estava subindo pelo elevador de serviço até o seu andar e entrou correndo. Estávamos subindo para o 35º andar. Daquele dia, lembro que você teve que correr para chegar a tempo, então não pude evitar notar que estava com uma blusa branca e uma saia branca bem justas. A blusa tinha grudado no seu corpo, em grande parte por causa do suor, o que também criava transparências – e, além disso, você não estava usando roupa íntima, o que deixava o clima ainda mais quente. Lá dentro do elevador de serviço, por causa do frescor do ar-condicionado, seus mamilos ficaram durinhos. Eu já estava babando de ver como você estava gostosa, e tanto que, sem querer, fiquei de pau duro. Usando minhas habilidades interpessoais, começamos uma conversa enquanto subíamos até o andar dos escritórios, mas de relance você já tinha visto meu pau bem ereto, então não conseguiu disfarçar aquele sorriso de putinha que me deixa tão excitado e que eu adoro. Por sorte ou azar meu, não foram muitos minutos naquela situação, já que você estava com pressa.

Demorei em Demorei alguns dias para perceber, mas logo vi que havíamos alcançado uma situação de cumplicidade. Você costumava subir ao meu andar para fazer pequenos reparos: um computador aqui, uma janela ali, a impressora acolá. Assim, todos os dias, para economizar seu tempo na chegada e na saída, subíamos juntos no elevador de serviço. Percebi que você estava me provocando: um esbarrão com os peitos após tropeços bem convenientes, ou uma pasta que caía e você me mostrava o decote, ou até a calcinha. Isso sempre deixava meu pau bem duro, e você adorava. Com seus modelinhos bem justos, sua roupa íntima, seus toques. Cheguei a me perguntar: o que eu poderia fazer contra isso? Sou apenas um funcionário do prédio, e se eu passar dos limites, poderia ficar sem trabalho. Mas alguns dias atrás, me ocorreu um plano.

Naquele dia, eu me certifiquei de que seu chefe teria que sair mais cedo e deixaria você no comando. Sabia que ele a deixaria sozinha no escritório até mais tarde. Todos os seus colegas saíram no horário, exceto você, que foi a última. Você estava com aquele vestido azul bem colado ao corpo e um fio dental azul escuro bem sexy. Lembro que, ao subir, você tinha brincado comigo, esfregando sua bunda no meu pau bem duro, me mostrando os peitos, e eu sem poder tocá-los. Mas isso ia acabar naquela tarde. Eu ia te comer por todos os cantos, só que você ainda não sabia.

O plano era elaborado, mas pensado até o último detalhe. Eu, como funcionário da manutenção, seria o último a sair e, pelas câmeras, veria quando você sairia e qual elevador ou elevador de serviço usaria. Chegou a hora, e você chama os elevadores. Após alguns minutos de espera pelo elevador de serviço, mas nenhum chega, então você decide ligar para a recepção.

+LAURA: Olá, boa tarde. Alguém poderia subir até o andar 35? Estou esperando um tempinho e parece que os elevadores não estão funcionando.

— EU: Sim, claro. Estamos com alguns problemas no sistema agora. Subo para buscá-la.

+LAURA: Tudo bem, muito obrigada. Por favor, não demore muito. YO: no máximo serão 15 minutos.

O que você não sabia é que eu tinha parado os elevadores para provocar a situação.

Uma vez lá em cima.

+LAURA: ufff ainda bem que você veio me buscar a essa hora, já é hora de sair do trabalho e relaxar um pouco.
--YO: Pois é, seria bom sair e se você quiser, tomamos uma cerveja e assim nos conhecemos um pouco melhor.
+LAURA: Me parece bem, mas ainda temos que descer para o primeiro andar.
--YO: sim, vamos descer pelo elevador e ir ao bar da esquina.

Sabendo que você já estava saindo, eu já estava preparado, já estava sem o uniforme. Tinha colocado uma camisa azul escura bem justa e um jeans azul com tons desbotados, que também me apertava muito, especialmente na virilha.
Tinha preparado o plano para ficarmos dentro do elevador pelo menos uma hora. O que você não sabia.
Entramos no elevador e no meio da descida, no 14º andar, tudo para.

+LAURA: ahhh o que está acontecendo!!??
--YO: Parece que ficamos presos no elevador, vamos ter que chamar a recepção para nos resgatarem.
+LAURA: Sim, boa ideia, vamos ver se podemos tomar aquela cerveja logo.

Justo quando o telefone de emergência começa a dar sinal, as luzes se apagam.
Quando acendem, a coisa começa a ficar bem quente. Enclausurados em um elevador, só nós dois, sem ar condicionado. Você começa a suar e eu vejo as gotas de suor escorrendo pelos seus peitos. Começo a ficar de pau duro e penso: essa é a minha chance, me jogo em cima de você, te seguro, coloco um braço por trás e o outro na frente, sua bunda encosta no meu pau bem duro.

YO: já que parece que isso vai demorar, pelo menos vamos aproveitar, você me deixou excitado por dias, agora vai me pagar.
LAURA: E o que você pensa em fazer?
YO: agora você vai ver.

Com a mão que está nas suas costas, você começa a tocar no meu pau que já está bem duro.
YO: isso, putinha, acaricia meu pau, esfrega ele para sair o leite.

LAURA: isso é tudo que você consegue fazer?

YO: agora você vai ver.

Fuck you um Eu giro e te coloco contra o espelho, seus peitos perfeitos se esmagam contra ele e eu estou vendo, o que deixa meu pau ainda mais duro, se é que isso ainda é possível.

Te seguro pelos peitos e começo a apertá-los com força, pegando bem firme e massageando gostoso. Começo a perceber que você está ficando excitada, puxo seu vestido para baixo, deixando seus seios contra o espelho. Com os pés firmes, abro suas pernas e afasto sua calcinha com a mão, começando a tocar sua buceta. Começo a ouvir gemidos. Quando você já está bem molhada, eu digo.

EU: Fica de joelhos, putinha.
LAURA: Sim, vou, me faz de puta.
EU: Vou te dar pau, puta.

Você abre o zíper da minha calça e puxa minha cueca para baixo, deixando meu pau bem duro à mostra.

EU: Chupa meu pau, me deixa seco.

Você começa a chupar, eu gosto do jeito que faz, seguro sua nuca e faço você enfiar até o fundo da garganta. Sinto você segurando o engasgo, mas você gosta.

Eu te levanto, te viro, abro suas pernas e começo a te meter com força, minhas bolas batendo na sua bunda enquanto só se ouvem seus gemidos altos e o barulho das minhas bolas contra suas nádegas. Vejo tudo porque estamos refletidos no espelho. Isso te deixa ainda mais safada.

Já estamos transando há uns 20 minutos, entre a chupada e a metida forte, e eu digo que vou gozar.

EU: Fica de joelhos, quero gozar na sua boca.
LAURA: Me dá todo seu leite.
EU: Vou gozar na sua boca.

Sai um jorro forte e abundante de porra, que enche sua boca e acaba também no seu decote. Você engole o leite da boca e com a língua limpa o que caiu no decote e nos peitos.

Justo nesse momento as luzes se acendem e tudo volta ao normal. Quando saímos do elevador, você vai na frente e se vira. Com um piscar de olhos, me diz que temos que repetir. E eu digo "quando quiser", enquanto você vai embora levantando o vestido para me mostrar a bunda com a calcinha.

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