Acabada pelo desconforto da posição e desfalecendo de tanto esforço, a tortura anal que eu submeti ela, Mili tava jogada contra a pia. Com o vestido reduzido ao mínimo, a minissaia em cima da bunda, o decote abaixo dos peitos, o sutiã torto e a fio dental no meio do caminho entre a buceta e os joelhos…
Ah, e claro, a Mili com o cu entupido pela minha pica e uns fios de porra escorrendo pelas partes íntimas dela, e bom… quem escreve aqui atrás dela empalando ela pelo rabo e segurando na cintura dela pra não se desmanchar.
Essa era a imagem que Javier ia encontrar se entrasse no banheiro feminino… o cara que ele considerava amigo, com o pau enfiado até o talo no cu ainda recentemente virgem da ex-namorada dele, da maior conquista dele…
- No banheiro de homens ou de mulheres?... perguntou uma voz feminina, eu intuía que era a peituda.
Porra... será que nos viram entrar?... são só eles ou o Guille e a Vane também... que importa?... se entrarem, estamos ferrados...
— Acho que no banheiro dos homens, parece que o das mulheres tá ocupado… era a voz do Javier, o que me deu um certo alívio de que não iam entrar pra nos descobrir.
Por precaução, tirei meu pau do cu da Mili bem devagar, ela que tinha ficado pálida de novo, só relaxou, quase como se murchasse quando eu tirei meu pênis. Fui até a porta, que pra variar, na pressa, eu não tinha trancado.
Pra não fazer barulho, só apertei meu corpo contra a porta e impedi que alguém entrasse. Aliviado, ouvi o barulho da porta ao lado, o banheiro masculino, e pela parede dava pra escutar as risadas deles… pensei que a peituda queria fazer as necessidades dela, mas…
- O que você está esperando?... chupa minha pica… ordena Javier bruscamente, bêbado.
Ao ouvir isso, fiz uma cara tipo: "Vai, Mili, como você conseguiu ficar com um cara desses? Que romântico esse babaca..." A expressão da Mili, que já tinha se recuperado, também mudou, meio surpresa, me dizendo: "Comigo ele nunca foi assim..." tipo, cada um age de acordo com o que o outro permite...
- Ei… tudo bem que sua putinha (mili) não tenha te dado bola e você tenha voltado a me procurar, como sempre… mas se acalma aí… porque senão eu te mordo… retrucou a peituda, como se ouvisse o que estávamos pensando.
Quis dar uma gargalhada, mas percebi que a Mili não curtiu muito ser chamada de puta... a expressão dela mudou por um tempo, mas deixa pra lá, bom, também não gostou nada de descobrir que o ex Javier tava metendo chifre nela com a peituda, acho que no fundo ela já desconfiava.
- Tá, tá… que sensível… mas ninguém chupa igual a você e você sabe disso… me faz esse favor… respondeu Javier mais calmo, vendo que a peituda irritada podia deixar ele na mão.
Com cada frase, Javier revelava mais suas traições, Mili obviamente estava distraída pensando nisso, continuava encostada no móvel… eu não sabia se ficava com ciúmes ou dava o espaço dela… optei por fazer um sinal pra gente vazar do banheiro.
Ao perceber, ela balançou a cabeça negativamente... pensei que talvez, como muitas mulheres que gostam de se torturar, ela queria ouvir como terminava toda aquela conversa entre Javier e a peituda... e ver se descobria mais coisas sobre eles.
Felizmente, acho que tinha outra coisa em mente… notei que o olhar perdido dela acabou pousando no meu pau semi ereto e ainda encharcado de fluidos. A Mili sorriu, se recompôs devagar, deixou a calcinha fio dental cair entre as pernas no chão e jogou ela de lado, também se livrou do sutiã que já estava todo puxado.
Assim, com o vestido todo desarrumado, a buceta de fora, os peitos à mostra, o cabelo bagunçado, a maquiagem borrada, as bochechas coradas, os lábios vermelhos e os olhos com um brilho especial… com tudo isso, ela tava uma gostosa…
Ela se aproximou com olhos sorridentes, quase apaixonados, como se quisesse me mostrar que não ligava pro que rolava ao lado… me pegou pelo pescoço e me beijou com uma mistura de paixão e ternura. Eu abracei ela, retribuí o carinho com afagos nas costas, na cintura, e claro que minhas mãos não pararam por aí… acariciei aquela bunda carnuda dela…
Não sei por quê, mas minha mente voou pra lembrança da Vane e aquele short apertado dela que não deixava nada pra imaginação, era a primeira vez que eu via ela tão gostosa assim, claro que dei um jeito de olhar a bunda dela, que era bem torneada, mas agora tocando a Mili percebi as diferenças entre as duas…
A bunda da Vane era muito chamativa, dava pra ver que era fruto de horas de academia, uma bunda firme e dura, resultado da musculatura desenvolvida pelo exercício… eu tinha praticado atletismo na juventude e vi muitas minas de legging ou shortinho cuja musculatura chamativa nas coxas era parecida com a que eu admirava na Vane…
Por outro lado, a bunda da Mili era natural, herdada, digamos, do próprio biotipo dela e daqueles traços de sangue moreno que ela tinha… o rabo dela era macio e com a consistência daquelas bolinhas antiestresse, eu podia passar horas amassando as coxas dela…
Enquanto fazia essas comparações mentais, as carícias que eu dava na bunda da Mili fizeram os beijos ficarem mais profundos, e eu ia afogando suspiros entre nossas línguas que se entrelaçavam em beijos cada vez mais ofegantes…
Ao mesmo tempo, do lado não se ouvia muito barulho, só umas respirações e gemidos pesados, às vezes parecia o Javier, às vezes a peituda, que com certeza tava chupando a pica dele do jeito que ele tanto queria e que a Mili nunca fez.
Esse pensamento aparentemente também foi compartilhado pela Mili, que largou meus lábios e foi se abaixando devagar, passando as mãos pelo meu pescoço, descendo pelo meu torso, até que finalmente terminou ajoelhada na frente da minha pica, que ela começou a limpar devagar e com carinho…
Os movimentos dela começaram a me excitar de novo, enquanto meu pau ia crescendo devagar na boca dela, o que parecia agradá-la, e cada vez ela me chupava com mais paixão… quase como se estivesse possuída, agarrava meu pênis como se fosse um brinquedo, um pirulito, e se desdobrava em carícias, lambidas, chupões… cheguei a pensar que a Mili, mentalmente, estava competindo com a tal "suga-pau de peitão"… ego feminino, no fim das contas…
Mili, por mais que se vestisse de forma provocante, com roupas apertadas, e que todo mundo na faculdade fantasiava com ela… pra falar a verdade, nunca vi ela dar mole, se oferecer ou insinuar pra nenhum cara, sempre manteve todo mundo no lugar com a atitude dela, não cumprimentava todo mundo com beijo no rosto, só quem ela considerava amigo, o resto ficava de longe mesmo…
Uma coisa era a Mili se sentir confortável com roupas coladas no corpo, talvez até gostar de mostrar seus atributos ou se orgulhar deles… mas outra coisa era a Mili dar suas graças pra qualquer um… Javier conseguiu isso depois de muito tempo seguindo ela e disfarçando sua essência de safado pra enganar ela.
Mas essa coisa de ser provocante e dengosa combinava mais com os costumes da peituda, que claramente era uma dengosa e nada sutil, só pra vocês terem uma ideia, enquanto estava com o Javier, ela chegou a me dar uns olhares mais que insinuantes e provocadores… não vou julgá-la, cada um vive a vida como quer e tá na cara que eu não sou nenhum santo…
- Para com isso já… uff… uff… fica de quatro como sempre, cê sabe que eu gosto… pedia ansioso o Javier do lado.
- Mas não enfia no meu cu rápido, que minha buceta tá molhada... é... avisou a peituda que também queria ser saciada.
Eu continuava no paraíso com a chupada que a Mili tava me dando, mas voltei ao normal depois de ouvir os caras do lado. A gente tinha que aproveitar a distração deles e vazar dali pra não ser pego… minhas mãos acariciavam os cabelos da Mili ajoelhada, mas resolvi afastar ela, praticamente puxando pelos fios porque a Mili tinha se agarrado no meu pau feito sanguessuga…
Com sinais, fiz ela entender que já era o bastante… que a gente tinha que vazar… mas a Mili recusou, com uma cara de tesão descontrolado, tava puta que nem uma cadela no cio e não ia sair daquele banheiro sem eu satisfazer ela de novo… surpreso com essa atitude, tentei fazer ela cair na real com gestos mais sérios… mas ela pouco se importou…
Só escolho… de joelhos, me afastar um pouco e devagar me inclinar, ficando de quatro, enquanto vou abrindo as pernas e arqueando as costas… pra me deixar à vista uma paisagem magnífica: aquelas bundas gordas e macias, morenas, abertas de par em par, com a buceta molhada e o cu pulsando… submissa como uma puta, entregue de vez, esperando ser dominada…
Porra... também não sou de aço, já tava de saco cheio pra caralho... ao sentir que a Mili não reagia, ela virou o rosto de forma provocativa pra me olhar, passando a língua pelos lábios carnudos e melados, ainda com minha porra impregnada...
Fudeu tudo, pensei, e pouco depois eu ia ter razão… a pouca sanidade que eu tinha foi pro caralho, o medo de sermos pegos foi a última coisa que passou pela minha cabeça… essa mulher era o demônio, eu tinha transformado ela nisso, numa viciada em cu e agora também não conseguia me afastar dela…
Só fico parado, respiro fundo, tiro minha calça e vou devagar atrás dela… deslizo meu pau lentamente pelos lábios da buceta dela, passando de leve, só pra provocar mais arrepio na intimidade dela… isso fez ela tremer dos pés à cabeça, vibrou de prazer…
Mas ela sabia que não queria só aquilo… passou o braço por baixo da barriga dela e com a mão tampou a entrada da buceta molhada… com a cabeça fez um gesto negativo de menina mimada… por ali não me deixou entender… eu sabia o que a safada queria…
Quando encostei meu pau na entrada do cu enrugado dela, um brilho apareceu nos olhos dela, ansiedade nos lábios semiabertos esperando a penetração… que fui fazendo devagar pra não fazer barulho, enquanto meu pau ia abrindo a carne dela, ela semicerrava os olhos, como se estivesse curtindo cada centímetro que se abria caminho no cu apertado dela…
Ao mesmo tempo, no banheiro ao lado, parecia que a peituda tava sendo empalada contra a porta do banheiro, porque dava pra ouvir os gemidos brutos dela, quase de dor, e o barulho estrondoso da porta… parecia que o Javier tava descontando naquele rabo molenga tudo o que não conseguiu fazer no cuzão magnífico da Mili…
Eu comecei a tirar e enfiar devagar minha pica na Mili, que com o treino anal das últimas semanas oferecia menos resistência do que antes. O rosto satisfeito da Mili, que na trepada anterior tinha se apoiado no espelho, agora ela encostava o rosto no chão sem se importar que estivesse sujo, os cabelos bagunçados eram o travesseiro dela…
Longe de estar ajoelhado atrás dela, como é comum na posição de quatro, pela posição que ela adota, só me resta ficar agachado como fazendo agachamento, castigar o cu dela com meu pau empurrando ela para baixo, enquanto ela resistia com os joelhos no chão e as panturrilhas levantadas, a bunda empinada, o tronco e os peitos no chão, assim como seu rosto sofrido mas cheio de prazer…
Eu via ela se contorcendo de prazer, bufando, mordendo os lábios pra não gemer alto, só soltava uns gemidinhos manhosos de tesão… às vezes ela não aguenta e morde o próprio dedo ou tapa a boca quase até se sufocar…
Ao mesmo tempo, a outra mão dele procurava meu tornozelo pra segurar, ora acariciando, ora apertando com força, nos momentos de maior êxtase ele apertava quase cravando as unhas, como se tivesse me passando todo o prazer e a dor dele…
Tava no paraíso vendo a bunda dela se abrir toda... era a melhor foda que já tive com ela, a posição de submissa, o pedido quase implorando pra eu comer o cu dela, a situação excitante quase uma competição com os do lado...
Mas caralho… com tudo isso, honestamente eu tava cãibra por causa da posição e depois do jogo que moeu minhas pernas… mas tô disposto a aguentar pra levar a Mili naquele orgasmo que ela tanto queria, que era a vingança dela, a revanche por descobrir as galhadas que aguentou…
Por uns momentos eu sentia ela cambaleante, como se fosse estourar num orgasmo, mas se segurando, tentando prolongar a agonia pra aproveitar ao máximo… via ela avermelhada, com gotas de suor que pareciam se misturar com lágrimas de prazer… até que meu corpo e o corpo dela não aguentaram mais…
Meu pau explodiu de novo dentro do cu apertado dela, parecia uma mangueira de bombeiro descontrolada, ela se contraiu bruscamente, depois mais umas duas vezes… o barulhão do lado disfarçou nossos gemidos leves de prazer, porque pelo visto eles também estavam terminando a foda deles…
Apesar das minhas pernas quase dormentes, tive que me virar pra segurar os quadris da Mili, que de novo tinham perdido as forças e queriam cair pro lado com as pernas bambas, mas meu pau impedia, enfiado até o fundo dela…
Só notei um sorriso gostoso nos lábios da Mili, igual quando você tem um sonho bom que não quer acordar, só quer continuar curtindo por um tempão… igualzinho nesses casos, a Mili parecia ter babado no travesseiro, só que no caso, no chão…
- Ahhh… que buceta gostosa você tem, vagabunda… gritava Javier satisfeito.
- Hummm… Uff… exclamei por minha vez a peituda.
Obviamente, o elogio brusco do Javier tinha tudo a ver com o prazer do momento que ele tava sentindo, porque a bunda da Mili era boa mesmo, o resto parecia mais um troço mal embalado... o negócio dos peitões eram as tetonas dela e a cara de provocante safada...
Parece que a Mili tava tão besta, num outro mundo, que nem prestou atenção na exclamação do Javier… ela continuava curtindo cada resto do orgasmo, aquela sensação e respiração gostosa que fica durante os segundos depois de gozar.
Enquanto meus pulmões buscavam ar, eu tava meio tonto, quase tendo um treco, pelo esforço, a satisfação, tentando não fazer barulho, calar os gemidos… ufff… ufff… tentava recuperar o ritmo normal da respiração… uns segundos depois já tinha conseguido… mas não ia durar muito…
A Mili parecia ter reagido, acordado de um sonho que se tornaria pesadelo… ela me olhava de baixo com carinho, com um sorriso de orelha a orelha, eu retribuía o mesmo gesto enquanto acariciava suas bundas apetitosas e bronzeadas…
Aí ouvi o rangido da porta… sim, daquela porta que a gente nunca trancava… Porra… a porta foi se abrindo em câmera lenta enquanto eu virava o rosto com uma cara de surpresa, já que a gente tava meio de lado, com a porta do lado, quem entrasse ia ver a gente quase de perfil…
O rosto da Mili foi mudando de expressão, de satisfação pra horror… os olhos e a cabeça dela, que estavam olhando, se viraram pra porta, enquanto os braços tentavam levantar o corpo sem sucesso, ela não tinha forças e os braços caíram de novo no chão… minhas pernas doloridas e cãibradas não conseguiam reagir…
Meu pau ainda duro continuava ancorado na bunda generosa da Mili, que estava devastada debaixo de mim com a bunda apetitosa pra cima, empinada, escancarada com minha porra lutando pra sair… o vestido vermelho arregaçado na cintura, os peitos inchados contra o chão, igual o rosto dela, agora frio como o chão…
E claro… grotescamente meu traseiro magro e meio peludo no ar, com minhas bolas encolhendo ao máximo, isso mata qualquer tesão… do mesmo jeito, meu pau murchando depois de ter esvaziado toda a porra no cu guloso da Mili…
A luz de fora começou a entrar fraquinha pela porta enquanto, aos poucos, o jardim ia aparecendo… por sorte vazio até agora. Dentro do banheiro, uma sombra foi se formando e crescendo, mas não consegui distinguir direito…
A verdade é que não deu tempo de reagir, de se vestir, não tinha onde se esconder, não tinha pra onde fugir… foi o começo do fim…
— Mas o que é isso…?... foi a exclamação que ouvimos vindo da porta...
E foi assim que tudo se fodeu.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Continua…
Ah, e claro, a Mili com o cu entupido pela minha pica e uns fios de porra escorrendo pelas partes íntimas dela, e bom… quem escreve aqui atrás dela empalando ela pelo rabo e segurando na cintura dela pra não se desmanchar.
Essa era a imagem que Javier ia encontrar se entrasse no banheiro feminino… o cara que ele considerava amigo, com o pau enfiado até o talo no cu ainda recentemente virgem da ex-namorada dele, da maior conquista dele…
- No banheiro de homens ou de mulheres?... perguntou uma voz feminina, eu intuía que era a peituda.
Porra... será que nos viram entrar?... são só eles ou o Guille e a Vane também... que importa?... se entrarem, estamos ferrados...
— Acho que no banheiro dos homens, parece que o das mulheres tá ocupado… era a voz do Javier, o que me deu um certo alívio de que não iam entrar pra nos descobrir.
Por precaução, tirei meu pau do cu da Mili bem devagar, ela que tinha ficado pálida de novo, só relaxou, quase como se murchasse quando eu tirei meu pênis. Fui até a porta, que pra variar, na pressa, eu não tinha trancado.
Pra não fazer barulho, só apertei meu corpo contra a porta e impedi que alguém entrasse. Aliviado, ouvi o barulho da porta ao lado, o banheiro masculino, e pela parede dava pra escutar as risadas deles… pensei que a peituda queria fazer as necessidades dela, mas…
- O que você está esperando?... chupa minha pica… ordena Javier bruscamente, bêbado.
Ao ouvir isso, fiz uma cara tipo: "Vai, Mili, como você conseguiu ficar com um cara desses? Que romântico esse babaca..." A expressão da Mili, que já tinha se recuperado, também mudou, meio surpresa, me dizendo: "Comigo ele nunca foi assim..." tipo, cada um age de acordo com o que o outro permite...
- Ei… tudo bem que sua putinha (mili) não tenha te dado bola e você tenha voltado a me procurar, como sempre… mas se acalma aí… porque senão eu te mordo… retrucou a peituda, como se ouvisse o que estávamos pensando.
Quis dar uma gargalhada, mas percebi que a Mili não curtiu muito ser chamada de puta... a expressão dela mudou por um tempo, mas deixa pra lá, bom, também não gostou nada de descobrir que o ex Javier tava metendo chifre nela com a peituda, acho que no fundo ela já desconfiava.
- Tá, tá… que sensível… mas ninguém chupa igual a você e você sabe disso… me faz esse favor… respondeu Javier mais calmo, vendo que a peituda irritada podia deixar ele na mão.
Com cada frase, Javier revelava mais suas traições, Mili obviamente estava distraída pensando nisso, continuava encostada no móvel… eu não sabia se ficava com ciúmes ou dava o espaço dela… optei por fazer um sinal pra gente vazar do banheiro.
Ao perceber, ela balançou a cabeça negativamente... pensei que talvez, como muitas mulheres que gostam de se torturar, ela queria ouvir como terminava toda aquela conversa entre Javier e a peituda... e ver se descobria mais coisas sobre eles.
Felizmente, acho que tinha outra coisa em mente… notei que o olhar perdido dela acabou pousando no meu pau semi ereto e ainda encharcado de fluidos. A Mili sorriu, se recompôs devagar, deixou a calcinha fio dental cair entre as pernas no chão e jogou ela de lado, também se livrou do sutiã que já estava todo puxado.
Assim, com o vestido todo desarrumado, a buceta de fora, os peitos à mostra, o cabelo bagunçado, a maquiagem borrada, as bochechas coradas, os lábios vermelhos e os olhos com um brilho especial… com tudo isso, ela tava uma gostosa…
Ela se aproximou com olhos sorridentes, quase apaixonados, como se quisesse me mostrar que não ligava pro que rolava ao lado… me pegou pelo pescoço e me beijou com uma mistura de paixão e ternura. Eu abracei ela, retribuí o carinho com afagos nas costas, na cintura, e claro que minhas mãos não pararam por aí… acariciei aquela bunda carnuda dela…
Não sei por quê, mas minha mente voou pra lembrança da Vane e aquele short apertado dela que não deixava nada pra imaginação, era a primeira vez que eu via ela tão gostosa assim, claro que dei um jeito de olhar a bunda dela, que era bem torneada, mas agora tocando a Mili percebi as diferenças entre as duas…
A bunda da Vane era muito chamativa, dava pra ver que era fruto de horas de academia, uma bunda firme e dura, resultado da musculatura desenvolvida pelo exercício… eu tinha praticado atletismo na juventude e vi muitas minas de legging ou shortinho cuja musculatura chamativa nas coxas era parecida com a que eu admirava na Vane…
Por outro lado, a bunda da Mili era natural, herdada, digamos, do próprio biotipo dela e daqueles traços de sangue moreno que ela tinha… o rabo dela era macio e com a consistência daquelas bolinhas antiestresse, eu podia passar horas amassando as coxas dela…
Enquanto fazia essas comparações mentais, as carícias que eu dava na bunda da Mili fizeram os beijos ficarem mais profundos, e eu ia afogando suspiros entre nossas línguas que se entrelaçavam em beijos cada vez mais ofegantes…
Ao mesmo tempo, do lado não se ouvia muito barulho, só umas respirações e gemidos pesados, às vezes parecia o Javier, às vezes a peituda, que com certeza tava chupando a pica dele do jeito que ele tanto queria e que a Mili nunca fez.
Esse pensamento aparentemente também foi compartilhado pela Mili, que largou meus lábios e foi se abaixando devagar, passando as mãos pelo meu pescoço, descendo pelo meu torso, até que finalmente terminou ajoelhada na frente da minha pica, que ela começou a limpar devagar e com carinho…
Os movimentos dela começaram a me excitar de novo, enquanto meu pau ia crescendo devagar na boca dela, o que parecia agradá-la, e cada vez ela me chupava com mais paixão… quase como se estivesse possuída, agarrava meu pênis como se fosse um brinquedo, um pirulito, e se desdobrava em carícias, lambidas, chupões… cheguei a pensar que a Mili, mentalmente, estava competindo com a tal "suga-pau de peitão"… ego feminino, no fim das contas…
Mili, por mais que se vestisse de forma provocante, com roupas apertadas, e que todo mundo na faculdade fantasiava com ela… pra falar a verdade, nunca vi ela dar mole, se oferecer ou insinuar pra nenhum cara, sempre manteve todo mundo no lugar com a atitude dela, não cumprimentava todo mundo com beijo no rosto, só quem ela considerava amigo, o resto ficava de longe mesmo…
Uma coisa era a Mili se sentir confortável com roupas coladas no corpo, talvez até gostar de mostrar seus atributos ou se orgulhar deles… mas outra coisa era a Mili dar suas graças pra qualquer um… Javier conseguiu isso depois de muito tempo seguindo ela e disfarçando sua essência de safado pra enganar ela.
Mas essa coisa de ser provocante e dengosa combinava mais com os costumes da peituda, que claramente era uma dengosa e nada sutil, só pra vocês terem uma ideia, enquanto estava com o Javier, ela chegou a me dar uns olhares mais que insinuantes e provocadores… não vou julgá-la, cada um vive a vida como quer e tá na cara que eu não sou nenhum santo…
- Para com isso já… uff… uff… fica de quatro como sempre, cê sabe que eu gosto… pedia ansioso o Javier do lado.
- Mas não enfia no meu cu rápido, que minha buceta tá molhada... é... avisou a peituda que também queria ser saciada.
Eu continuava no paraíso com a chupada que a Mili tava me dando, mas voltei ao normal depois de ouvir os caras do lado. A gente tinha que aproveitar a distração deles e vazar dali pra não ser pego… minhas mãos acariciavam os cabelos da Mili ajoelhada, mas resolvi afastar ela, praticamente puxando pelos fios porque a Mili tinha se agarrado no meu pau feito sanguessuga…
Com sinais, fiz ela entender que já era o bastante… que a gente tinha que vazar… mas a Mili recusou, com uma cara de tesão descontrolado, tava puta que nem uma cadela no cio e não ia sair daquele banheiro sem eu satisfazer ela de novo… surpreso com essa atitude, tentei fazer ela cair na real com gestos mais sérios… mas ela pouco se importou…
Só escolho… de joelhos, me afastar um pouco e devagar me inclinar, ficando de quatro, enquanto vou abrindo as pernas e arqueando as costas… pra me deixar à vista uma paisagem magnífica: aquelas bundas gordas e macias, morenas, abertas de par em par, com a buceta molhada e o cu pulsando… submissa como uma puta, entregue de vez, esperando ser dominada…
Porra... também não sou de aço, já tava de saco cheio pra caralho... ao sentir que a Mili não reagia, ela virou o rosto de forma provocativa pra me olhar, passando a língua pelos lábios carnudos e melados, ainda com minha porra impregnada...
Fudeu tudo, pensei, e pouco depois eu ia ter razão… a pouca sanidade que eu tinha foi pro caralho, o medo de sermos pegos foi a última coisa que passou pela minha cabeça… essa mulher era o demônio, eu tinha transformado ela nisso, numa viciada em cu e agora também não conseguia me afastar dela…
Só fico parado, respiro fundo, tiro minha calça e vou devagar atrás dela… deslizo meu pau lentamente pelos lábios da buceta dela, passando de leve, só pra provocar mais arrepio na intimidade dela… isso fez ela tremer dos pés à cabeça, vibrou de prazer…
Mas ela sabia que não queria só aquilo… passou o braço por baixo da barriga dela e com a mão tampou a entrada da buceta molhada… com a cabeça fez um gesto negativo de menina mimada… por ali não me deixou entender… eu sabia o que a safada queria…
Quando encostei meu pau na entrada do cu enrugado dela, um brilho apareceu nos olhos dela, ansiedade nos lábios semiabertos esperando a penetração… que fui fazendo devagar pra não fazer barulho, enquanto meu pau ia abrindo a carne dela, ela semicerrava os olhos, como se estivesse curtindo cada centímetro que se abria caminho no cu apertado dela…
Ao mesmo tempo, no banheiro ao lado, parecia que a peituda tava sendo empalada contra a porta do banheiro, porque dava pra ouvir os gemidos brutos dela, quase de dor, e o barulho estrondoso da porta… parecia que o Javier tava descontando naquele rabo molenga tudo o que não conseguiu fazer no cuzão magnífico da Mili…
Eu comecei a tirar e enfiar devagar minha pica na Mili, que com o treino anal das últimas semanas oferecia menos resistência do que antes. O rosto satisfeito da Mili, que na trepada anterior tinha se apoiado no espelho, agora ela encostava o rosto no chão sem se importar que estivesse sujo, os cabelos bagunçados eram o travesseiro dela…
Longe de estar ajoelhado atrás dela, como é comum na posição de quatro, pela posição que ela adota, só me resta ficar agachado como fazendo agachamento, castigar o cu dela com meu pau empurrando ela para baixo, enquanto ela resistia com os joelhos no chão e as panturrilhas levantadas, a bunda empinada, o tronco e os peitos no chão, assim como seu rosto sofrido mas cheio de prazer…
Eu via ela se contorcendo de prazer, bufando, mordendo os lábios pra não gemer alto, só soltava uns gemidinhos manhosos de tesão… às vezes ela não aguenta e morde o próprio dedo ou tapa a boca quase até se sufocar…
Ao mesmo tempo, a outra mão dele procurava meu tornozelo pra segurar, ora acariciando, ora apertando com força, nos momentos de maior êxtase ele apertava quase cravando as unhas, como se tivesse me passando todo o prazer e a dor dele…
Tava no paraíso vendo a bunda dela se abrir toda... era a melhor foda que já tive com ela, a posição de submissa, o pedido quase implorando pra eu comer o cu dela, a situação excitante quase uma competição com os do lado...
Mas caralho… com tudo isso, honestamente eu tava cãibra por causa da posição e depois do jogo que moeu minhas pernas… mas tô disposto a aguentar pra levar a Mili naquele orgasmo que ela tanto queria, que era a vingança dela, a revanche por descobrir as galhadas que aguentou…
Por uns momentos eu sentia ela cambaleante, como se fosse estourar num orgasmo, mas se segurando, tentando prolongar a agonia pra aproveitar ao máximo… via ela avermelhada, com gotas de suor que pareciam se misturar com lágrimas de prazer… até que meu corpo e o corpo dela não aguentaram mais…
Meu pau explodiu de novo dentro do cu apertado dela, parecia uma mangueira de bombeiro descontrolada, ela se contraiu bruscamente, depois mais umas duas vezes… o barulhão do lado disfarçou nossos gemidos leves de prazer, porque pelo visto eles também estavam terminando a foda deles…
Apesar das minhas pernas quase dormentes, tive que me virar pra segurar os quadris da Mili, que de novo tinham perdido as forças e queriam cair pro lado com as pernas bambas, mas meu pau impedia, enfiado até o fundo dela…
Só notei um sorriso gostoso nos lábios da Mili, igual quando você tem um sonho bom que não quer acordar, só quer continuar curtindo por um tempão… igualzinho nesses casos, a Mili parecia ter babado no travesseiro, só que no caso, no chão…
- Ahhh… que buceta gostosa você tem, vagabunda… gritava Javier satisfeito.
- Hummm… Uff… exclamei por minha vez a peituda.
Obviamente, o elogio brusco do Javier tinha tudo a ver com o prazer do momento que ele tava sentindo, porque a bunda da Mili era boa mesmo, o resto parecia mais um troço mal embalado... o negócio dos peitões eram as tetonas dela e a cara de provocante safada...
Parece que a Mili tava tão besta, num outro mundo, que nem prestou atenção na exclamação do Javier… ela continuava curtindo cada resto do orgasmo, aquela sensação e respiração gostosa que fica durante os segundos depois de gozar.
Enquanto meus pulmões buscavam ar, eu tava meio tonto, quase tendo um treco, pelo esforço, a satisfação, tentando não fazer barulho, calar os gemidos… ufff… ufff… tentava recuperar o ritmo normal da respiração… uns segundos depois já tinha conseguido… mas não ia durar muito…
A Mili parecia ter reagido, acordado de um sonho que se tornaria pesadelo… ela me olhava de baixo com carinho, com um sorriso de orelha a orelha, eu retribuía o mesmo gesto enquanto acariciava suas bundas apetitosas e bronzeadas…
Aí ouvi o rangido da porta… sim, daquela porta que a gente nunca trancava… Porra… a porta foi se abrindo em câmera lenta enquanto eu virava o rosto com uma cara de surpresa, já que a gente tava meio de lado, com a porta do lado, quem entrasse ia ver a gente quase de perfil…
O rosto da Mili foi mudando de expressão, de satisfação pra horror… os olhos e a cabeça dela, que estavam olhando, se viraram pra porta, enquanto os braços tentavam levantar o corpo sem sucesso, ela não tinha forças e os braços caíram de novo no chão… minhas pernas doloridas e cãibradas não conseguiam reagir…
Meu pau ainda duro continuava ancorado na bunda generosa da Mili, que estava devastada debaixo de mim com a bunda apetitosa pra cima, empinada, escancarada com minha porra lutando pra sair… o vestido vermelho arregaçado na cintura, os peitos inchados contra o chão, igual o rosto dela, agora frio como o chão…
E claro… grotescamente meu traseiro magro e meio peludo no ar, com minhas bolas encolhendo ao máximo, isso mata qualquer tesão… do mesmo jeito, meu pau murchando depois de ter esvaziado toda a porra no cu guloso da Mili…
A luz de fora começou a entrar fraquinha pela porta enquanto, aos poucos, o jardim ia aparecendo… por sorte vazio até agora. Dentro do banheiro, uma sombra foi se formando e crescendo, mas não consegui distinguir direito…
A verdade é que não deu tempo de reagir, de se vestir, não tinha onde se esconder, não tinha pra onde fugir… foi o começo do fim…
— Mas o que é isso…?... foi a exclamação que ouvimos vindo da porta...
E foi assim que tudo se fodeu.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Continua…
2 comentários - Mili de rabo 15