Domando a rabuda da minha cunhada 10
Com o Selo de Prazer e Morbo…
A mulher, sem esperar que eu repetisse, se aproximou de onde estava minha cunhada e ajudou a tirar o vestido dela. Enquanto fazia isso, o sorriso que Natalia exibia me informou que ela estava curtindo, então entendi que não estava conseguindo meu objetivo de envergonhá-la. Mas o que nunca esperei foi que, abraçando a negra, ela colocasse os peitos na boca dela e dissesse:
— Meu homem quer me fotografar enquanto você me fode.
Confesso que fiquei alucinado com a reação dessa desconhecida, porque sem nos conhecer nem saber qual seria o destino daquelas fotos, ela meteu na boca os bicos dos peitos da minha cunhada e começou a mamar neles como se não houvesse amanhã. O contraste da pele escura dela contra a brancura de Natalia terminou de elevar minha paranoia e, já sem freio, falei no ouvido dela:
— É toda sua. — A mulher, tendo obtido minha permissão, colou ainda mais o corpo contra o da minha cunhada e, esfregando a buceta dela contra a da outra, me sorriu toda empolgada.
— Assim, continua! — Suplicou ao sentir os dentes da negra nas aréolas dela.
Por um tempo, a mulata se contentou em mamar aqueles peitos que tinham sido postos à disposição dela. Com a habilidade que a experiência dá, chupou aquelas duas delícias sem parar de acariciar a pele da minha cunhada. Vendo que tinha conseguido vencer os receios iniciais e que Natalia estava curtindo, foi descendo pelo corpo dela, deixando um rastro molhado em direção à buceta. Ajoelhando-se na areia, separou com ternura os lábios da vulva dela, e depois a obrigou a abrir as pernas. Incapaz de recusar, Natalia obedeceu, e foi então que ela se apossou da buceta dela. Com suavidade, se concentrou no botãozinho dela.
— Adoro! ohhh hufff Mmmmnn. — Suspirou aliviada ao perceber que a boca daquela mulher agradava ela.
Essa confissão deu à desconhecida coragem suficiente para, com os dentes e com pequenas mordidinhas, levá-la até o primeiro orgasmo dela. De pé, com as mãos no cabelo afro da mulher e me olhando nos olhos, ela gozou na boca da outra. A negra, ao perceber, sorveu o rio que jorrava daquela buceta e, aprofundando na doce tortura, enfiou um dedo na boceta encharcada. Sem se importar que eu estivesse presente, ela gritou de prazer.
— Haaa, haaa, haaaa Mmmmnnn… Por favor! ha, ha, ha, haaaaaay, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh que gostoso, Siiiiii… Quero mais! Haaaaaa, ha, ha, ha, ha Mmnnn, Mmnnnnn…
Intervindo, peguei a toalha da desconhecida e, trazendo-a até o abrigo das rochas, estendi-a na areia. Uma vez lá, ordenei à minha cunhada que se deitasse nela e, olhando para aquela estranha, soltei:
— Fode ela!
A mulher me olhou apavorada, mas cumprindo nosso acordo não escrito, foi se aproximando até onde a outra a esperava. Natália, do chão, esperou que aquela gigante agisse, mas a mulher indecisa não se atrevia.
— O que eu faço? — perguntou assustada.
Agindo como seu mentor, forcei ela a se ajoelhar entre as pernas da minha cunhada e, com uma leve pressão das minhas mãos, aproximei a cabeça dela do seu alvo. Ao sentir a buceta da Natália colada nos seus lábios, ela venceu todos os receios da marombeira e, esticando a língua, reiniciou as carícias.
— Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaaay… — Por sua vez, a irmã da minha mulher berrou como uma puta ao sentir a carícia molhada e, aos gritos, proclamou seu prazer ao vento.
Se eu já estava excitado só de ver as nádegas negras e duras da desconhecida se movendo no ritmo da boca dela, foi algo que não consegui evitar e, me aproximando do par, acariciei elas com minhas mãos. A pele da bunda dela era lisa e macia. Por isso, e tendo ouvido o gemido que saiu da garganta dela ao ser tocada por mim, ganhei coragem suficiente para prolongar e aprofundar meu apalpamento.
— Haaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Mnnnnnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmnnnnn. —Foi aí que, se esquecendo momentaneamente do sexo da minha cunhada, a mulherona se virou e, com a voz trêmula, me disse.
—Aiiiiiiiiiiiiii Meu Deeeeeeeeeus!!!!
Não precisei ouvir duas vezes e, sem dar tempo pra ela se arrepender, puxei a parte de baixo do biquíni dela, deixando à mostra uma buceta quase toda depilada. A visão daquela delícia e a certeza de que ela tava toda molhada fizeram o resto, e já com meu pau completamente duro, me despi. Nessa hora, a mulher já tinha se apossado do clitóris da minha cunhada e, mordiscando aquele botãozinho, tinha conseguido levá-la de novo à beira do orgasmo.
—Mmmmm, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ho, ho, ho, haaa Mmm haaaaaaa… —Com a autorização dela, peguei meu pau e, colocando entre as nádegas dela, comecei a esfregar na sua fenda.
—Mmmmnn, ho, ho, ho… haaa Mmm ha… Haaaa, haaaaaaaaa… Haaaaaaaaay… ha, ha, ha, ha, ha, haaaa… ahhhhhhhh hufffffffff Mmmmnn, Mmnnn, haaaaaaaaaaaaaaaay… —A mulata berrou que nem uma louca ao sentir minha vara no cu dela e, sem pedir minha opinião, pegou ele com a mão e levou até a entrada da sua buceta. —Haaaa, haaaaaaaaa, Haaaaaaaaay… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ahhhhhhhh hufffffffff Mmmmnn, Mmnnn, haaaaaaaaaaaaaaaay…
—“Porra, queria ter fodido o cu dela.” —Resmunguei entre os dentes, mas aceitando que ia ficar na vontade, enfiei tudo de uma só vez até o fundo.
Não me surpreendi ao encontrar tudo encharcado, então, sem esperar ela se acostumar, comecei a montar nela enquanto mandava ela usar os dedos pra dar prazer pra minha já amante.
—Haaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Mnnnnnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, haaa Mmm ha… Haaaa, haaaaaaaaa, Haaaaaaaaay… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ahhhhhhhh hufffffffff Mmmmnn, Mmnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ho, ho, ho, haaa Mmm haaaaaaa…
A mulata, talvez estimulada por sentir meu pau dentro dela, deu um grito e, com mais ênfase, voltou a chupar a buceta, enfiando dois dedos na xereca da Natália.
—Adoro ver como você come ela! —Uivou, satisfeita e sem se segurar, beliscou os próprios mamilos enquanto me pedia pra dar um tapa naquele rabão da desconhecida.
Não demorei pra realizar o desejo dela e, com um tapa bem sonoro, acelerei o ritmo da mulherona. Ela, ao sentir minha mão grossa na bunda, apressou a língua no sexo da garota.
—Haaaaaaaaaa, me fode, ai, ha, ai, ha, ai, ha, ai, ha, haa, ha, ha, haaaa, que delícia! Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaaay… —O barulho do meu pau entrando e saindo da boceta da nossa cúmplice me convenceu de que aquela mulher tava adorando o tratamento bruto e, dando mais um tapa na bunda dela, exigi que se mexesse.
—Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa, haaaaaaaaaa… Siiiiiiim! —gritou, dominada pela paixão, a enorme desconhecida. —Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, mais! Mais! Mais! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, mais haaa! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, gostoso haa! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, continua, não para! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaay…
O rosto da minha cunhada me mostrou que ela ia gozar logo, então acelerei o ritmo das minhas metidas pra fazer aquele saco de músculos cumprir o papel dela.
—Haaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaay...
Curiosamente, o canal daquela buceta escura era apertado e, por isso, quando enfiei meu pau lá dentro, achei que ia partir ela ao meio. A pressão que ela fazia no meu pau me fez temer gozar antes da hora, então, pra prolongar a ereção, diminuí o ritmo enquanto começava a acariciar o cuzinho dela com os dedos. Infelizmente, a Natalia não aguentou mais e, soltando um berro, gozou.
— Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay!
Assim que fez isso, percebeu que eu tava estimulando a negra por trás e, puta da vida, partiu pra cima dela e me tirou de perto. Minha cunhada, toda ciumenta, não pensou duas vezes: deu um empurrão nela e, aos berros, pediu pra eu deitar. Com o pau duro, obedeci e, assim que encostei as costas na toalha, ouvi ela dizer:
— Pode foder quem quiser, mas dar o cu é só comigo! — Meio puto pela oportunidade perdida, respondi:
— Fodo o cu de quem eu bem entender! Fica claro, sua puta! É assim porque eu tô dizendo!... Tá esperando o quê?
A última parte da minha resposta deve ter agradado ela, porque, com um sorriso de orelha a orelha, ela se abaixou de costas, montou em mim e enfiou devagar o próprio cuzinho no meu pau. A lentidão com que meu membro entrou nela me fez sentir minha cabeça abrindo caminho e como aquele canal apertado parecia feito sob medida pro meu pau.
— Que delícia! — Ela uivou ao sentir que tava completamente preenchida e que a base do meu pau batia na bunda dela.
Foi aí que, com a cara descomposta, a negra que tinha assistido tudo de boca aberta começou a chupar os peitos dela. Vendo que minha cunhada não recusava o contato, ela baixou a mão até a virilha e começou a masturbá-la também. A Natalia, sentindo a tripla estimulação, gritou com a voz trêmula:
— Querido, enfia no cu da sua puta!
E, depois disso, começou uma cavalgada desenfreada, me usando de montaria. Bramando de desejo, usei meu pau como se fosse um vibrador. Levantando e descendo a bunda, ela começou uma metida rápida onde minha única função era deixar meu pau à disposição dela.
— Haaaaaaai que delícia! — Exclamou a mulata ao perceber o tamanhão que eu era e, dando uma mordida forte no meu mamilo, recomeçou as carícias. — Nãooo não para! Mmnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, Nãooo! Para por favor! haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ohhhhhhhhh, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai… Mmmmnnn, ha, ha, Não para! Haaaaaaaai que delícia amor, Papi não para de me dar! haaaaaai… Mmmmnn, ho, ho, ho, haaa Mmm ha… Haaaa, haaaaaaaaa, Haaaaaaaaai… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ahhhhhhhh hufffffffff Mmmmnn, Mmnnn, haaaaaaaaaaaaaaai… Haaaaa, ha, ha, ha, haaaa, haaaaa não… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ai, haaaaaa ai, ai duro…. Aiiiiii… Como queria me sentir sua! — gritou satisfeita enquanto o corpo dela ligava um orgasmo no outro. — Haaaaaai, ha, ai, ha, ai, haa, ha, ha, haaaa, Não aguento mais! Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaa… Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… Não… não… não faz isso… aiii… ai, ha, ai, ha, ai, haa, ha, ha, haaaa, Que gostoso! Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaaai…
A entrega da minha cunhada acendeu a paixão e, levando o ritmo a extremos brutais, enfiei dentro dela sem parar. Já estava mais que estimulado, berrei como um touro ao ver que a negra usava a outra mão para satisfazer a própria safadeza e, incapaz de parar, busquei liberar minha tensão pelo prazer. A explosão com que semeei o cu dela se derramou e, escorrendo pelas bordas do rabo, molhou com minha porra branca não só as pernas da Natalia, sem as mãos negras que estavam batendo punheta pra ela. A marombeira, ao perceber que tinha acabado, usou a força dela pra virar minha indefesa cunhada e, colocando ela de quatro, abriu os dois glúteos e começou a catar com a língua meu esperma. A Natalia, que não esperava por isso, curtiu igual uma puta a língua daquela atleta enquanto ela juntava com uma puta vontade a produção do meu pau. A morena, depois de deixar o cu dela sem nenhum vestígio da minha porra, levantou, foi até a bolsa, pegou uma caneta e anotou algo num papel. Voltou, me entregou e falou:
—Esse é meu e-mail. —E, sorrindo, pediu: —Me manda as fotos!
Eu soltei uma gargalhada, prometi que mandaria e, deitado na areia, vi aquela mulher de músculos enormes e buceta pequena sumir em direção à saída. Minha cunhada ainda demorou uns minutos pra se recuperar do esforço e, quando conseguiu, se abraçou em mim e disse:
—Preciso te contar um segredo.
—O que será? —falei com ironia.
Pelo tom meloso, entendi que não ia gostar desse “segredo”, mas mesmo assim a curiosidade falou mais alto que a prudência, e perguntei qual era. Minha cunhada, a irmã linda da minha mulher, se aninhou nos meus braços antes de falar:
—Tô há mais de dois meses sem tomar a pílula!
Continua…
Com o Selo de Prazer e Morbo…
A mulher, sem esperar que eu repetisse, se aproximou de onde estava minha cunhada e ajudou a tirar o vestido dela. Enquanto fazia isso, o sorriso que Natalia exibia me informou que ela estava curtindo, então entendi que não estava conseguindo meu objetivo de envergonhá-la. Mas o que nunca esperei foi que, abraçando a negra, ela colocasse os peitos na boca dela e dissesse:
— Meu homem quer me fotografar enquanto você me fode.
Confesso que fiquei alucinado com a reação dessa desconhecida, porque sem nos conhecer nem saber qual seria o destino daquelas fotos, ela meteu na boca os bicos dos peitos da minha cunhada e começou a mamar neles como se não houvesse amanhã. O contraste da pele escura dela contra a brancura de Natalia terminou de elevar minha paranoia e, já sem freio, falei no ouvido dela:
— É toda sua. — A mulher, tendo obtido minha permissão, colou ainda mais o corpo contra o da minha cunhada e, esfregando a buceta dela contra a da outra, me sorriu toda empolgada.
— Assim, continua! — Suplicou ao sentir os dentes da negra nas aréolas dela.
Por um tempo, a mulata se contentou em mamar aqueles peitos que tinham sido postos à disposição dela. Com a habilidade que a experiência dá, chupou aquelas duas delícias sem parar de acariciar a pele da minha cunhada. Vendo que tinha conseguido vencer os receios iniciais e que Natalia estava curtindo, foi descendo pelo corpo dela, deixando um rastro molhado em direção à buceta. Ajoelhando-se na areia, separou com ternura os lábios da vulva dela, e depois a obrigou a abrir as pernas. Incapaz de recusar, Natalia obedeceu, e foi então que ela se apossou da buceta dela. Com suavidade, se concentrou no botãozinho dela.
— Adoro! ohhh hufff Mmmmnn. — Suspirou aliviada ao perceber que a boca daquela mulher agradava ela.
Essa confissão deu à desconhecida coragem suficiente para, com os dentes e com pequenas mordidinhas, levá-la até o primeiro orgasmo dela. De pé, com as mãos no cabelo afro da mulher e me olhando nos olhos, ela gozou na boca da outra. A negra, ao perceber, sorveu o rio que jorrava daquela buceta e, aprofundando na doce tortura, enfiou um dedo na boceta encharcada. Sem se importar que eu estivesse presente, ela gritou de prazer.
— Haaa, haaa, haaaa Mmmmnnn… Por favor! ha, ha, ha, haaaaaay, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh que gostoso, Siiiiii… Quero mais! Haaaaaa, ha, ha, ha, ha Mmnnn, Mmnnnnn…
Intervindo, peguei a toalha da desconhecida e, trazendo-a até o abrigo das rochas, estendi-a na areia. Uma vez lá, ordenei à minha cunhada que se deitasse nela e, olhando para aquela estranha, soltei:
— Fode ela!
A mulher me olhou apavorada, mas cumprindo nosso acordo não escrito, foi se aproximando até onde a outra a esperava. Natália, do chão, esperou que aquela gigante agisse, mas a mulher indecisa não se atrevia.
— O que eu faço? — perguntou assustada.
Agindo como seu mentor, forcei ela a se ajoelhar entre as pernas da minha cunhada e, com uma leve pressão das minhas mãos, aproximei a cabeça dela do seu alvo. Ao sentir a buceta da Natália colada nos seus lábios, ela venceu todos os receios da marombeira e, esticando a língua, reiniciou as carícias.
— Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaaay… — Por sua vez, a irmã da minha mulher berrou como uma puta ao sentir a carícia molhada e, aos gritos, proclamou seu prazer ao vento.
Se eu já estava excitado só de ver as nádegas negras e duras da desconhecida se movendo no ritmo da boca dela, foi algo que não consegui evitar e, me aproximando do par, acariciei elas com minhas mãos. A pele da bunda dela era lisa e macia. Por isso, e tendo ouvido o gemido que saiu da garganta dela ao ser tocada por mim, ganhei coragem suficiente para prolongar e aprofundar meu apalpamento.
— Haaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Mnnnnnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmnnnnn. —Foi aí que, se esquecendo momentaneamente do sexo da minha cunhada, a mulherona se virou e, com a voz trêmula, me disse.
—Aiiiiiiiiiiiiii Meu Deeeeeeeeeus!!!!
Não precisei ouvir duas vezes e, sem dar tempo pra ela se arrepender, puxei a parte de baixo do biquíni dela, deixando à mostra uma buceta quase toda depilada. A visão daquela delícia e a certeza de que ela tava toda molhada fizeram o resto, e já com meu pau completamente duro, me despi. Nessa hora, a mulher já tinha se apossado do clitóris da minha cunhada e, mordiscando aquele botãozinho, tinha conseguido levá-la de novo à beira do orgasmo.
—Mmmmm, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ho, ho, ho, haaa Mmm haaaaaaa… —Com a autorização dela, peguei meu pau e, colocando entre as nádegas dela, comecei a esfregar na sua fenda.
—Mmmmnn, ho, ho, ho… haaa Mmm ha… Haaaa, haaaaaaaaa… Haaaaaaaaay… ha, ha, ha, ha, ha, haaaa… ahhhhhhhh hufffffffff Mmmmnn, Mmnnn, haaaaaaaaaaaaaaaay… —A mulata berrou que nem uma louca ao sentir minha vara no cu dela e, sem pedir minha opinião, pegou ele com a mão e levou até a entrada da sua buceta. —Haaaa, haaaaaaaaa, Haaaaaaaaay… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ahhhhhhhh hufffffffff Mmmmnn, Mmnnn, haaaaaaaaaaaaaaaay…
—“Porra, queria ter fodido o cu dela.” —Resmunguei entre os dentes, mas aceitando que ia ficar na vontade, enfiei tudo de uma só vez até o fundo.
Não me surpreendi ao encontrar tudo encharcado, então, sem esperar ela se acostumar, comecei a montar nela enquanto mandava ela usar os dedos pra dar prazer pra minha já amante.
—Haaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Mnnnnnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, haaa Mmm ha… Haaaa, haaaaaaaaa, Haaaaaaaaay… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ahhhhhhhh hufffffffff Mmmmnn, Mmnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ho, ho, ho, haaa Mmm haaaaaaa…
A mulata, talvez estimulada por sentir meu pau dentro dela, deu um grito e, com mais ênfase, voltou a chupar a buceta, enfiando dois dedos na xereca da Natália.
—Adoro ver como você come ela! —Uivou, satisfeita e sem se segurar, beliscou os próprios mamilos enquanto me pedia pra dar um tapa naquele rabão da desconhecida.
Não demorei pra realizar o desejo dela e, com um tapa bem sonoro, acelerei o ritmo da mulherona. Ela, ao sentir minha mão grossa na bunda, apressou a língua no sexo da garota.
—Haaaaaaaaaa, me fode, ai, ha, ai, ha, ai, ha, ai, ha, haa, ha, ha, haaaa, que delícia! Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaaay… —O barulho do meu pau entrando e saindo da boceta da nossa cúmplice me convenceu de que aquela mulher tava adorando o tratamento bruto e, dando mais um tapa na bunda dela, exigi que se mexesse.
—Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa, haaaaaaaaaa… Siiiiiiim! —gritou, dominada pela paixão, a enorme desconhecida. —Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, mais! Mais! Mais! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, mais haaa! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, gostoso haa! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, continua, não para! ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaay…
O rosto da minha cunhada me mostrou que ela ia gozar logo, então acelerei o ritmo das minhas metidas pra fazer aquele saco de músculos cumprir o papel dela.
—Haaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaay...
Curiosamente, o canal daquela buceta escura era apertado e, por isso, quando enfiei meu pau lá dentro, achei que ia partir ela ao meio. A pressão que ela fazia no meu pau me fez temer gozar antes da hora, então, pra prolongar a ereção, diminuí o ritmo enquanto começava a acariciar o cuzinho dela com os dedos. Infelizmente, a Natalia não aguentou mais e, soltando um berro, gozou.
— Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay!
Assim que fez isso, percebeu que eu tava estimulando a negra por trás e, puta da vida, partiu pra cima dela e me tirou de perto. Minha cunhada, toda ciumenta, não pensou duas vezes: deu um empurrão nela e, aos berros, pediu pra eu deitar. Com o pau duro, obedeci e, assim que encostei as costas na toalha, ouvi ela dizer:
— Pode foder quem quiser, mas dar o cu é só comigo! — Meio puto pela oportunidade perdida, respondi:
— Fodo o cu de quem eu bem entender! Fica claro, sua puta! É assim porque eu tô dizendo!... Tá esperando o quê?
A última parte da minha resposta deve ter agradado ela, porque, com um sorriso de orelha a orelha, ela se abaixou de costas, montou em mim e enfiou devagar o próprio cuzinho no meu pau. A lentidão com que meu membro entrou nela me fez sentir minha cabeça abrindo caminho e como aquele canal apertado parecia feito sob medida pro meu pau.
— Que delícia! — Ela uivou ao sentir que tava completamente preenchida e que a base do meu pau batia na bunda dela.
Foi aí que, com a cara descomposta, a negra que tinha assistido tudo de boca aberta começou a chupar os peitos dela. Vendo que minha cunhada não recusava o contato, ela baixou a mão até a virilha e começou a masturbá-la também. A Natalia, sentindo a tripla estimulação, gritou com a voz trêmula:
— Querido, enfia no cu da sua puta!
E, depois disso, começou uma cavalgada desenfreada, me usando de montaria. Bramando de desejo, usei meu pau como se fosse um vibrador. Levantando e descendo a bunda, ela começou uma metida rápida onde minha única função era deixar meu pau à disposição dela.
— Haaaaaaai que delícia! — Exclamou a mulata ao perceber o tamanhão que eu era e, dando uma mordida forte no meu mamilo, recomeçou as carícias. — Nãooo não para! Mmnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, Nãooo! Para por favor! haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ohhhhhhhhh, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai… Mmmmnnn, ha, ha, Não para! Haaaaaaaai que delícia amor, Papi não para de me dar! haaaaaai… Mmmmnn, ho, ho, ho, haaa Mmm ha… Haaaa, haaaaaaaaa, Haaaaaaaaai… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ahhhhhhhh hufffffffff Mmmmnn, Mmnnn, haaaaaaaaaaaaaaai… Haaaaa, ha, ha, ha, haaaa, haaaaa não… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ai, haaaaaa ai, ai duro…. Aiiiiii… Como queria me sentir sua! — gritou satisfeita enquanto o corpo dela ligava um orgasmo no outro. — Haaaaaai, ha, ai, ha, ai, haa, ha, ha, haaaa, Não aguento mais! Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaa… Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… Não… não… não faz isso… aiii… ai, ha, ai, ha, ai, haa, ha, ha, haaaa, Que gostoso! Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaaai…
A entrega da minha cunhada acendeu a paixão e, levando o ritmo a extremos brutais, enfiei dentro dela sem parar. Já estava mais que estimulado, berrei como um touro ao ver que a negra usava a outra mão para satisfazer a própria safadeza e, incapaz de parar, busquei liberar minha tensão pelo prazer. A explosão com que semeei o cu dela se derramou e, escorrendo pelas bordas do rabo, molhou com minha porra branca não só as pernas da Natalia, sem as mãos negras que estavam batendo punheta pra ela. A marombeira, ao perceber que tinha acabado, usou a força dela pra virar minha indefesa cunhada e, colocando ela de quatro, abriu os dois glúteos e começou a catar com a língua meu esperma. A Natalia, que não esperava por isso, curtiu igual uma puta a língua daquela atleta enquanto ela juntava com uma puta vontade a produção do meu pau. A morena, depois de deixar o cu dela sem nenhum vestígio da minha porra, levantou, foi até a bolsa, pegou uma caneta e anotou algo num papel. Voltou, me entregou e falou:
—Esse é meu e-mail. —E, sorrindo, pediu: —Me manda as fotos!
Eu soltei uma gargalhada, prometi que mandaria e, deitado na areia, vi aquela mulher de músculos enormes e buceta pequena sumir em direção à saída. Minha cunhada ainda demorou uns minutos pra se recuperar do esforço e, quando conseguiu, se abraçou em mim e disse:
—Preciso te contar um segredo.
—O que será? —falei com ironia.
Pelo tom meloso, entendi que não ia gostar desse “segredo”, mas mesmo assim a curiosidade falou mais alto que a prudência, e perguntei qual era. Minha cunhada, a irmã linda da minha mulher, se aninhou nos meus braços antes de falar:
—Tô há mais de dois meses sem tomar a pílula!
Continua…
0 comentários - Domando a la Zorra de mi Cuñada 10