Doutor Perverso 1
Com O Selo De Prazer e Malícia…
Olá, tudo bem? Meu nome é Vanessa, tenho 21 anos e sou estudante do 4º semestre de Pedagogia. Sou gostosa, tenho 1,63m, 54kg, pele branca, olhos azuis claros, cabelo liso loiro na altura do ombro. Minhas medidas são 90-57-92. Meu status econômico é médio, mas atualmente, por causa da crise, meus pais estavam passando por uma situação financeira meio complicada, então decidi procurar um emprego pra pagar meus próprios estudos.
Procurando nos jornais locais, consegui achar vários empregos que pareciam até atraentes, mas quando investigava mais, todos acabavam na mesma coisa: sexo. Até que, finalmente, um dia percebi que estavam pedindo uma moça pra uma creche perto da minha casa. Decidi ir com meu currículo e solicitação. Lá, fui atendida por uma senhora simpática e me marcaram uma entrevista pro dia seguinte. Fui, consegui cumprir todos os requisitos e já estava quase contratada, mas ainda faltava um exame médico que eu precisava fazer na Secretaria de Saúde, a senhora me disse.
No dia seguinte, fui ao posto de saúde e peguei minha senha. Tava um pouco nervosa, confesso que nunca vou ao médico. Então, naquele dia, me preparei: fui em jejum, caso pedissem exame de sangue. Acordei bem cedo, tomei banho, alisei o cabelo, me arrumei o melhor que pude. Coloquei uma saia rosa, bem curtinha, e um top branco, salto alto. Confesso que geralmente uso fio dental, mas dessa vez, tanto pelo medo quanto pela excitação que aquela situação me causava, decidi não usar calcinha. Nunca imaginei que o médico fosse perceber.
Pois é, eu tava sozinha na sala de espera, sentada, quando finalmente o doutor sai do consultório e chama meu nome.
— Vanessa, pode entrar, por favor.
Nisso, me levanto e entro no consultório. Notei que o médico ficou me encarando. Era um homem de cabelo preto escuro, olhos... café escuro, pele branca meio bronzeada, queixo grande, voz de trovão, devia ter uns 1,89, algo assim, além de enorme e musculoso, e era bonito. Quando entrou, me disse:
— Sente-se, senhorita. — Depois ele sentou.
Devo confessar que, vendo o doutor de perto, ele era mais bonito, melhor dizendo, era atraente, não era nada mal, era lindo aquele homem, uns 73kg, mais ou menos. Ele começou se apresentando e fazendo várias perguntas, sobre meu histórico, se eu era alérgica, doenças na família e minhas, depois começou a fazer perguntas mais íntimas, se eu já transava, respondi que só com meu namorado, aí quantos parceiros eu tive e falei que meu namorado era o único cara com quem estive, se eu me cuidava, respondi que usávamos camisinha, se já tive filhos, falei que nunca. Depois me perguntou com que frequência eu ia ao médico, mas na verdade nunca tinha ido fazer um check-up e deixei claro.
— Hum, que pena, isso não é bom. — Ele comentou. — É preciso fazer exames de rotina, pra ter um controle.
— Ok. — Respondi.
— Bom, Vanessa, como essa é sua primeira consulta médica, vou ter que ser bem minucioso e te examinar detalhadamente. — Ele disse. Isso me deu medo, me deixou nervosa e ao mesmo tempo me excitou.
— Aaaah, tá, tá, tá bom, doutor. — Respondi, e ele disse:
— Por favor. — Falou com a voz forte mas calma. — Sente-se na maca, pra eu te examinar.
Fui pra maca e sentei, o doutor mediu minha pressão, depois com o estetoscópio escutou meu coração, aí pediu pra eu abrir a boca e disse que ia colocar um palitinho na minha boca que ia me dar nojo, pra eu colocar a língua pra fora e engolir, depois disse que ia ver meus reflexos e pegou uma perna, e eu já começava a ficar excitada, ele levantou um pouco e bateu com um martelinho, depois disso pediu pra eu deitar na maca, eu tava com vergonha porque pensei que ele podia perceber que eu não tava usando nada por baixo, e ele comentei que não conseguiria, e ele insistiu.
—Senhorita, se não se deitar, não consigo examinar seu abdômen assim. Eu estava muito nervosa.
—Então não vou poder emitir o atestado médico, ok? A senhora se deita ou paramos o exame, senhorita? Por favor, não me faça perder meu tempo! — ele disse.
—Tá bom, doutor! — falei e me deitei. O médico começou a tocar meu abdômen.
—Está bem rígido, comentei. Por favor, dobre as pernas para relaxar os músculos abdominais.
Ele comentou, e eu obedeci. Então minha intimidade ficou exposta. O médico pegou minha perna direita com uma das mãos e a virou para cima. Nesse momento, ele percebeu que eu não estava usando calcinha, e isso o excitou muito.
—Muito bem, assim está bom. — ele disse, bem calmo, mas com aquela voz me derreteu. — Estou examinando os movimentos das suas pernas. Ele levantou minhas duas perninhas juntas, depois as dobrou e ficou olhando pra minha coisinha.
—Muuuito bem, Vanessa, assim está bom. — Levantou e abriu minhas pernas, enquanto examinava, mas só olhava pra minha buceta. Depois esticou e disse:
—Bom, agora vamos ver a sensibilidade.
Ele começou a tocar meus pés, me dando cócegas nas solas. Depois foi subindo pelas minhas pernas, e eu achei meio ousado, mas não falei nada, até chegar na minha virilha. Ali ele parou e disse que ia examinar meus músculos adutores. Nisso, ele abriu minhas perninhas. Eu estava molhada. Ele mandou eu me deitar de bruços, e eu obedeci. Depois, separou minhas perninhas e disse que ia me dar uma injeção de vitaminas que eu precisava, porque eu estava pálida. Levantou minha saia e viu minha bunda toda.
—Ops, desculpa. — ele disse. — Pensei que a senhora estivesse de calcinha. Não é nada comum uma mulher vir ao exame médico sem ela. — insinuando que eu era uma puta, mas já não dava pra fazer nada. Depois, ele se virou e me deixou com a bunda exposta.
—Por favor, senhorita, não se mexa. — ele comentou.
Ali estava eu, como uma puta, com as nádegas abertas, e tudo por minha culpa, por... Ir assim no médico, sem calcinha, e deixar ele fazer o que quisesse comigo. Depois ele me aplicou uma injeção que doeu bem pouco e ainda massageou minha bunda.
— Você tá muito gostosa! — comentou, e saiu. — Ainda não se mexe, por favor. — falou. Quando menos esperava, senti algo frio no meu rabo, era um termômetro. Virei pra olhar o médico e ele disse:
— Tô vendo se você não tá com febre.
— Não dava pra colocar na minha axila? — perguntei.
— Dava, mas o anal é mais preciso. Além disso, como você já tava com a bunda de fora, melhor assim. Ou se te incomoda, eu tiro. — falou.
— Não, deixa assim. — respondi. Depois ele disse:
— Bem, senhorita, tá na hora de fazer um exame anal.
Fiquei com medo, mas já que não tinha nada a perder, fiquei calada. O médico colocou luvas e gel, separou minhas nádegas e começou a passar um pouco de gel. Senti frio, medo e tesão.
— Mmmmmmnn...
— Aconteceu alguma coisa, senhorita? — perguntou.
— Não, nada não. Pode continuar, doutor. — falei.
De repente, ele enfiou o dedo e eu só consegui gritar.
— Aiiii! Tá doendo! — mas o médico perguntou:
— Seu cu é virgem, senhorita?
— Sim! Nunca meteram no seu rabo?!
— Não, não, não! Nunca teve hemorroida? Não é constipada?
— Um pouquinho.
— Muito bem.
Respondeu, tirou o dedo e colocou uma coisinha pequena em mim. Acho que era um supositório, porque deu uma vontade enorme de ir ao banheiro.
— Dá, dá, dá pra usar seu banheiro, doutor?
— Não tenho, mas aqui tem uma bacia.
Me colocou de quatro na maca e disse que ia servir pra fazer um exame de fezes. Me fez cagar na frente dele, depois me limpou e me virou.
— Deita de barriga pra cima com as pernas abertas que vou fazer um Papanicolau. — comentou.
— Não, doutor, não precisa.
— Claro que precisa.
— Mas é que...
— Você nunca fez um e já transa. Além disso, já te vi pelada. Tira também o top que vou examinar seus peitos.
Obedeci. Ele enfiou uma parada na minha buceta, começou a mexer e eu gozei.
— Mmm Mmmmnn... Aaaai... ai, ai, ai... haaaaaaaaaa, ahhhhhhhhh, Ahhhhhh ahhhhhhhhh…
—Parece que não sou desagradável pra você. —Comentei. Ele tocou minha buceta, e depois disse: —É só isso, te vejo mês que vem.
Ele me cobrou e me deu um papel que só dizia "pessoa fisicamente apta para trabalhar". Não sei se realmente precisava fazer tudo o que fez pra me dar esse documento. Saí de lá humilhada, feita de puta. Fui pra casa e, à noite, me masturbei pensando no meu Doutor.
Continua…
Com O Selo De Prazer e Malícia…
Olá, tudo bem? Meu nome é Vanessa, tenho 21 anos e sou estudante do 4º semestre de Pedagogia. Sou gostosa, tenho 1,63m, 54kg, pele branca, olhos azuis claros, cabelo liso loiro na altura do ombro. Minhas medidas são 90-57-92. Meu status econômico é médio, mas atualmente, por causa da crise, meus pais estavam passando por uma situação financeira meio complicada, então decidi procurar um emprego pra pagar meus próprios estudos.
Procurando nos jornais locais, consegui achar vários empregos que pareciam até atraentes, mas quando investigava mais, todos acabavam na mesma coisa: sexo. Até que, finalmente, um dia percebi que estavam pedindo uma moça pra uma creche perto da minha casa. Decidi ir com meu currículo e solicitação. Lá, fui atendida por uma senhora simpática e me marcaram uma entrevista pro dia seguinte. Fui, consegui cumprir todos os requisitos e já estava quase contratada, mas ainda faltava um exame médico que eu precisava fazer na Secretaria de Saúde, a senhora me disse.
No dia seguinte, fui ao posto de saúde e peguei minha senha. Tava um pouco nervosa, confesso que nunca vou ao médico. Então, naquele dia, me preparei: fui em jejum, caso pedissem exame de sangue. Acordei bem cedo, tomei banho, alisei o cabelo, me arrumei o melhor que pude. Coloquei uma saia rosa, bem curtinha, e um top branco, salto alto. Confesso que geralmente uso fio dental, mas dessa vez, tanto pelo medo quanto pela excitação que aquela situação me causava, decidi não usar calcinha. Nunca imaginei que o médico fosse perceber.
Pois é, eu tava sozinha na sala de espera, sentada, quando finalmente o doutor sai do consultório e chama meu nome.
— Vanessa, pode entrar, por favor.
Nisso, me levanto e entro no consultório. Notei que o médico ficou me encarando. Era um homem de cabelo preto escuro, olhos... café escuro, pele branca meio bronzeada, queixo grande, voz de trovão, devia ter uns 1,89, algo assim, além de enorme e musculoso, e era bonito. Quando entrou, me disse:
— Sente-se, senhorita. — Depois ele sentou.
Devo confessar que, vendo o doutor de perto, ele era mais bonito, melhor dizendo, era atraente, não era nada mal, era lindo aquele homem, uns 73kg, mais ou menos. Ele começou se apresentando e fazendo várias perguntas, sobre meu histórico, se eu era alérgica, doenças na família e minhas, depois começou a fazer perguntas mais íntimas, se eu já transava, respondi que só com meu namorado, aí quantos parceiros eu tive e falei que meu namorado era o único cara com quem estive, se eu me cuidava, respondi que usávamos camisinha, se já tive filhos, falei que nunca. Depois me perguntou com que frequência eu ia ao médico, mas na verdade nunca tinha ido fazer um check-up e deixei claro.
— Hum, que pena, isso não é bom. — Ele comentou. — É preciso fazer exames de rotina, pra ter um controle.
— Ok. — Respondi.
— Bom, Vanessa, como essa é sua primeira consulta médica, vou ter que ser bem minucioso e te examinar detalhadamente. — Ele disse. Isso me deu medo, me deixou nervosa e ao mesmo tempo me excitou.
— Aaaah, tá, tá, tá bom, doutor. — Respondi, e ele disse:
— Por favor. — Falou com a voz forte mas calma. — Sente-se na maca, pra eu te examinar.
Fui pra maca e sentei, o doutor mediu minha pressão, depois com o estetoscópio escutou meu coração, aí pediu pra eu abrir a boca e disse que ia colocar um palitinho na minha boca que ia me dar nojo, pra eu colocar a língua pra fora e engolir, depois disse que ia ver meus reflexos e pegou uma perna, e eu já começava a ficar excitada, ele levantou um pouco e bateu com um martelinho, depois disso pediu pra eu deitar na maca, eu tava com vergonha porque pensei que ele podia perceber que eu não tava usando nada por baixo, e ele comentei que não conseguiria, e ele insistiu.
—Senhorita, se não se deitar, não consigo examinar seu abdômen assim. Eu estava muito nervosa.
—Então não vou poder emitir o atestado médico, ok? A senhora se deita ou paramos o exame, senhorita? Por favor, não me faça perder meu tempo! — ele disse.
—Tá bom, doutor! — falei e me deitei. O médico começou a tocar meu abdômen.
—Está bem rígido, comentei. Por favor, dobre as pernas para relaxar os músculos abdominais.
Ele comentou, e eu obedeci. Então minha intimidade ficou exposta. O médico pegou minha perna direita com uma das mãos e a virou para cima. Nesse momento, ele percebeu que eu não estava usando calcinha, e isso o excitou muito.
—Muito bem, assim está bom. — ele disse, bem calmo, mas com aquela voz me derreteu. — Estou examinando os movimentos das suas pernas. Ele levantou minhas duas perninhas juntas, depois as dobrou e ficou olhando pra minha coisinha.
—Muuuito bem, Vanessa, assim está bom. — Levantou e abriu minhas pernas, enquanto examinava, mas só olhava pra minha buceta. Depois esticou e disse:
—Bom, agora vamos ver a sensibilidade.
Ele começou a tocar meus pés, me dando cócegas nas solas. Depois foi subindo pelas minhas pernas, e eu achei meio ousado, mas não falei nada, até chegar na minha virilha. Ali ele parou e disse que ia examinar meus músculos adutores. Nisso, ele abriu minhas perninhas. Eu estava molhada. Ele mandou eu me deitar de bruços, e eu obedeci. Depois, separou minhas perninhas e disse que ia me dar uma injeção de vitaminas que eu precisava, porque eu estava pálida. Levantou minha saia e viu minha bunda toda.
—Ops, desculpa. — ele disse. — Pensei que a senhora estivesse de calcinha. Não é nada comum uma mulher vir ao exame médico sem ela. — insinuando que eu era uma puta, mas já não dava pra fazer nada. Depois, ele se virou e me deixou com a bunda exposta.
—Por favor, senhorita, não se mexa. — ele comentou.
Ali estava eu, como uma puta, com as nádegas abertas, e tudo por minha culpa, por... Ir assim no médico, sem calcinha, e deixar ele fazer o que quisesse comigo. Depois ele me aplicou uma injeção que doeu bem pouco e ainda massageou minha bunda.
— Você tá muito gostosa! — comentou, e saiu. — Ainda não se mexe, por favor. — falou. Quando menos esperava, senti algo frio no meu rabo, era um termômetro. Virei pra olhar o médico e ele disse:
— Tô vendo se você não tá com febre.
— Não dava pra colocar na minha axila? — perguntei.
— Dava, mas o anal é mais preciso. Além disso, como você já tava com a bunda de fora, melhor assim. Ou se te incomoda, eu tiro. — falou.
— Não, deixa assim. — respondi. Depois ele disse:
— Bem, senhorita, tá na hora de fazer um exame anal.
Fiquei com medo, mas já que não tinha nada a perder, fiquei calada. O médico colocou luvas e gel, separou minhas nádegas e começou a passar um pouco de gel. Senti frio, medo e tesão.
— Mmmmmmnn...
— Aconteceu alguma coisa, senhorita? — perguntou.
— Não, nada não. Pode continuar, doutor. — falei.
De repente, ele enfiou o dedo e eu só consegui gritar.
— Aiiii! Tá doendo! — mas o médico perguntou:
— Seu cu é virgem, senhorita?
— Sim! Nunca meteram no seu rabo?!
— Não, não, não! Nunca teve hemorroida? Não é constipada?
— Um pouquinho.
— Muito bem.
Respondeu, tirou o dedo e colocou uma coisinha pequena em mim. Acho que era um supositório, porque deu uma vontade enorme de ir ao banheiro.
— Dá, dá, dá pra usar seu banheiro, doutor?
— Não tenho, mas aqui tem uma bacia.
Me colocou de quatro na maca e disse que ia servir pra fazer um exame de fezes. Me fez cagar na frente dele, depois me limpou e me virou.
— Deita de barriga pra cima com as pernas abertas que vou fazer um Papanicolau. — comentou.
— Não, doutor, não precisa.
— Claro que precisa.
— Mas é que...
— Você nunca fez um e já transa. Além disso, já te vi pelada. Tira também o top que vou examinar seus peitos.
Obedeci. Ele enfiou uma parada na minha buceta, começou a mexer e eu gozei.
— Mmm Mmmmnn... Aaaai... ai, ai, ai... haaaaaaaaaa, ahhhhhhhhh, Ahhhhhh ahhhhhhhhh…
—Parece que não sou desagradável pra você. —Comentei. Ele tocou minha buceta, e depois disse: —É só isso, te vejo mês que vem.
Ele me cobrou e me deu um papel que só dizia "pessoa fisicamente apta para trabalhar". Não sei se realmente precisava fazer tudo o que fez pra me dar esse documento. Saí de lá humilhada, feita de puta. Fui pra casa e, à noite, me masturbei pensando no meu Doutor.
Continua…
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