Despedida de Solteira
Com o Selo de Prazer e Tesão…
Meu nome é “Yamira”, tenho 24 anos, cabelo longo, liso e morena, 1,75 m de altura, 92-63-95, e estava prestes a me casar. Meus amigos, que eram muitos, decidiram fazer minha despedida de solteira — algo estranho, já que a despedida seria organizada pelos amigos, todos homens. Mas claro, como boa amiga, eu dava tudo o que pediam, em poucas palavras, uma puta de marca maior. Claro que meu noivo não sabia. A festinha estava toda planejada: 6 amigos organizaram, e eu iria com duas amigas. Não sabia quem estaria na minha despedida, só que Alejandra e Florencia me acompanhariam. O dia marcado chegou. Nós três iríamos vestidas de putas, e os caras estariam nos esperando. Alejandra passou me pegar com o carro e me avisou que Florencia não poderia vir.
— Bom, azar o dela, ela que perdeu! — falei toda animada, e Alejandra sorriu pra mim.
Chegamos no lugar marcado quase 2 horas depois do planejado — devíamos estar lá às 12h. Alejandra, loira, cabelo não tão comprido, um pouco mais alta que eu, medidas de dar inveja: 94-60-94, olhos azuis, linda demais pra ser tão puta. Com uma saia minúscula vermelha e uma blusinha cruzada combinando vermelho com preto, meia-calça preta e cinta-liga, uma bolsinha combinando e sapatos vermelhos de salto alto. Eu, que de puta entendia bem e pra não desentonar com minha amiga, resolvi manter o tom: minissaia de couro preta, meias vermelhas e pretas com cinta-liga, sapatos pretos de salto agulha e um top branco bem transparente com detalhes em vermelho. Maquiadas como pra um desfile. Entramos e vimos balões e todo tipo de bebida alcoólica que você puder imaginar, alguns sanduíches e uma coisinha ou outra pra comer. Mas pra meu espanto, no meio da mesa, uma bandeja com todo tipo de camisinha. Acho que tinha mais de 40, como pra semana inteira. Não me preocupei, sabia o que esperar. O estranho foi não ver ninguém. Do nada, apareceu Fernando e, com um sutil:
— Chegaram as putas! — foi o que ele disse. aparecendo o resto. —Beleza, galera, que comece a festa que a Yamirra vai casar! —A música começou no talo e fizeram uma roda com a gente. —Mas falta a Florzinha. —Falou o Martín, claro e flor, e a gente em dueto. Falamos que ela não pôde vir, e o Juan, sempre metendo o bedelho, disse pra gente: "suas vadias esfomeadas, querem mais cum pra vocês?" Se tinha suficiente pras três, enquanto a gente dançava, era presa do apalpamento deles. Uns dos caras já tinham dado uns pegas, porque tavam bem altos, as mãos deles não paravam quietas. Sabia que nossa roupinha não ia durar muito, mas como putas a gente tava bem gostosa, talvez a melhor parte da festa se estendesse. Tinham preparado três quartos pra cada uma de nós ficar com dois caras cada, mas graças à Flor não vir, a gente ia ter três caras cada. Enquanto dançávamos, fomos despidas da parte de cima dos conjuntinhos, ficando de topless, nossos peitos começaram a ser chupados e massageados com muito afinco. A Ale sumiu com três dos caras, enquanto os outros iam degustar a anfitriã. Me ajoelharam e aí começou a festa. O trio puxou os paus e comecei a chupar eles. Acho que a separação dos caras foi arbitrária, comigo ficaram os mais dotados. Fernando, o mais avantajado de todos pela natureza, exibia uns 23 cm por 15 cm, que eu já tinha comido antes. Me levaram pro quarto que tinham separado pra mim, me inclinaram pra continuar chupando o pau do Martín, que também tinha o seu. Fernando puxou minha minúscula calcinha vermelha e se preparou pra arrebentar minha bunda. Apoiou todo o arsenal na minha retaguarda e avançou em mim. Um suspiro indicou que meu cuzinho já era dele. Começou a me comer com estocadas, minha bunda ia aguentar tudo que dessem. Essa seria minha primeira orgia. —Mmm que delícia! Esses 23 cm pra começar com tudo, enquanto eu continuava chupando o pau do Martín. Enquanto isso, Claudio, o outro cara, me excitava tocando minha buceta. partes mais sensíveis, meus gemidos se afinavam com os da outra sala, onde estavam dando cock na Alejandra entre Juan, Ariel e Luis, um em cada buraco, a putinha tava levando uma dupla penetração. Eu, enquanto isso, era vítima da primeira gozada, Martin enchia minha boquinha de cum quentinho, engolindo até a última gota. Depois de gozar, Martincho deixou seu lugar pro Claudio e Fernando alternava suas investidas entre meu cu e minha buceta, já tínhamos feito várias vezes e o tamanho dele encaixava maravilhosamente nos dois buracos, aliás, ele nem se preocupou em usar camisinha, há vários meses eu vinha sendo a putinha dele. Enquanto Pablo, meu futuro marido, jogava cartas com o resto dos amigos, eu era ferozmente comida pelo Fernando, era viciada no cock dele e adorava que ele gozasse no meu cuzinho e me obrigasse a limpar o cock dele de qualquer vestígio de porra.
--Aíiiiiiiii simmmmmm assimmmmmmm me come Fer ahaaaaa.
--Sim, sua putinha, e eu gozo do jeito que mais gosto, enchendo teu cu de cum.
Ele tirou o pedaço dele de dentro de mim e, como tantas vezes, me preparei pra chupar o cock dele. Claudio colocou um dos tantos estranhos preservativos que tinha e, enquanto minha língua cuidava da limpeza do obelisco de 23 cm, Clau me comia a buceta, seus dedinhos roçavam meu clitóris e minha excitação crescia, assim como o tamanho do cock do Claudio, que naqueles momentos suas punhetas dominavam meu cu. Adorava ser comida alternando penetrações anais com vaginais, o roçar alternado me enlouquece e eleva minha excitação, tô quase chegando no meu ponto mais alto, não paro de chupar o cock do Fernando, que não perde a ereção e continua disposto a ser usado quando eu precisar. Os gemidos da Alejandra na outra sala, que a faziam gozar aos gritos, estimulavam ainda mais minha excitação, queria ver o que estavam fazendo com ela. Clau me deitou na cama, levantou minhas pernas sobre os ombros dele e eu explodi, pedi pros outros dois caras colocarem os cocks deles na minha boca. enquanto ele gozava. Desesperada, fui até o outro quarto onde minha amiga estava sendo duramente comida pelo Luis. Esperei o fim daquela foda. Minha amiguinha se contorcia entre gemidos e gritos. Luis a segurava com as mãos apoiadas na cama e a bunda cheia de pau. Outro dos caras, Ariel, que até instantes antes lhe dava prazer com seu membro, agora a destruía com a língua, chupando o clitóris dela, enquanto o terceiro, Juancho, recebia a doçura dos lábios dela com uma chupada magnífica, deitado na cama. Eu ali, parada, olhando com inveja, mas por não estar deliciando minha amiga puta, que era sensualemente acariciada por um dos meus... Tive que ficar pasma com a figura escultural da Alejandra. Não notei quem era. Luis gozou e as pernas dela tremiam. Ele tirou o míssil da bunda e não esperei mais: peguei ela pelo braço e levei direto pro quintal. Aquele dia tinha que ser especial em tudo. Assim como nunca tinha participado de uma orgia, jamais tinha pensado em transar com uma mulher, e hoje não só pelo gosto de ter, mas porque me sentia atraída pela Alejandra.
Empurrei ela pra piscina e disse que ia purificá-la, que queria ser eu quem a enlouquecesse. Ela hesitou por um instante, também seria algo novo pra ela, mas um beijo nos meus lábios me deu autorização pra fazer dela minha presa. Pedi pra sairmos da água, subimos as escadinhas e meti minha mão na entreperna dela. Saboreei meus dedos e disse que ela estava deliciosa. Ao lado da piscina, nuns colchonetes, nos deitamos, nos beijamos e fui descendo devagar. Chupei os mamilos dela, enfiei meus dedinhos um a um na buceta dela, terminei meu percurso pelo corpo dela direto no clitóris. Era inexperiente nesses assuntos, mas sabia o que eu gostava e ia dar isso a ela. Ela não resistiu à tentação e colocou a cara entre minhas pernas, foi direto na minha xota. Meu primeiro 69 com uma mulher, e o único também, não porque não tenha gostado, mas depois do casamento minha vida foi outra. A linguinha dela era... Do mais suave, eu tava recebendo o melhor boquete que alguém já tinha me dado, comecei a gritar pedindo pra me comerem, pra encherem meu cu, e foi isso que o Fernando fez. Ele montou em mim, eu já na posição de putinha, recebi o melhor pedaço da festa enquanto a Aleja tomava meus sucos. O Fernando me comeu de novo pelo cu, de pica pelada, me deu até gozar. Senti o esperma dele escorrendo pelas minhas pernas e gozei, ouvi minha amiga dizer:
— Que combinação linda de sabores.
— Gostou, putinha? — respondeu o Fer.
— Humm, siiiim, quero tomar a gozada de todo mundo saindo dessa bunda.
O Luís se aproximou e, enquanto enfiava em mim, perguntou:
— Você aguenta a gozada de todo mundo, gostosa?
— Aí sim, quero sentir a pica dos seis no meu cu.
— Beleza, gata, aqui vai a segunda.
Não entendia direito o que tavam falando, mas não demorei pra sacar. A excitação dos caras era tanta que não iam durar muito dentro de mim. O Luís gozou em menos de 5 minutos e, igual ao meu melhor amante, derramou o esperma dele no meu buraco. Só aí entendi que minha bundinha ia ser o banco de porra onde a Alejandra ia beber. Era a vez do Cláudio, mas ele foi o primeiro a decidir dar a gozada dele na minha buceta, enquanto a língua e os lábios da minha amiga roçavam a pica do meu atual cavalo. O Martin não aguentou e encostou o pedaço dele entre meus lábios e a buceta da Ale. Encheu minha cara de esperma e eu amei. A Aleja tava com todos os sucos dela jorrando e eu entendi o que ela dizia sobre a combinação de sabores. Minha desesperação pra tomar cada gota de porra que o Martin tinha descarregado fez a Aleja detonar também, e ela gozou. Minha cara se encontrou com aquele néctar sagrado misturado com esperma.
Meus movimentos fizeram o Cláudio ir embora bem rápido, quase ao mesmo tempo que nós duas. Não aguentava mais a dor nos joelhos e larguei minha amiga depois que ela gozou. Não podia deixar o Ariel na vontade. Sentei na borda da piscina e comecei a chupar ele. A Ale, com um sorriso, disse:
— Precisa de ajuda, amiga?
— Beleza, vamos dar uma força pra esse menino. A melhor boquete que já recebi
— Que honra que as princesas da festa levem meu gozo juntas
— Aproveita, buceta, que esses lábios se despedem da puta hoje à noite
— Esses lábios, porque os outros você vai continuar comendo cada pau
— Não, não, minha vida muda a partir do próximo sábado, vou ficar exclusiva
— Ah, bom, que semana te espera, Yamira, deitada todo dia pra se despedir de todo mundo
— É, vai ter que fazer umas festinhas dessas se quiser se despedir da maioria.
— Bom, daqui a pouco começa a chegar geral, talvez você se despeça de mais alguém.
Na manhã seguinte, exatamente em poucas horas, já que a gente tinha passado a noite toda consumindo, meu namorado ia chegar com mais amigos e outras minas, entre elas a Florzinha, e mais de um dos caras não ia perdoar ele por não ter vindo na noite anterior. O sol já tava torrando fazia tempo, e nossos amigos foram aparecendo aos poucos. Lá pelas 11h, meu namorado chegou. A gente ia passar o dia inteiro se divertindo na casa de campo, mais de 30 pessoas. Falei pra Fer e pro Claudio me darem uma força com o Agustín, que eu tava afim dele e nunca tinha rolado a oportunidade. A parada ia ser difícil, era de se esperar que o Agustín não recusaria a proposta, mas meu namorado e a namorada dele iam ficar em cima da gente. Os caras iam distrair a Analía, a mina do Agus, e a Florzinha ia segurar meu namorado. De um jeito bem convincente, a Flor levou o Darío, meu namorado, pra um dos quartos, falou que era um presente dos amigos, que ele teria ela por meia hora, se despiu, ajoelhou e mamou o pau dele por uns minutos.
— Se eu tenho que me contentar com meia hora, vira que primeiro quero sua bunda.
Meu namorado era cuck, mas dava conta de satisfazer qualquer mulher, senão eu não casaria com ele. A Florencia esticou o tempo por mais de uma hora e ficou mais que satisfeita. Eu aproveitei pra ficar a sós com o Agustín, que já sabia da minha vontade por ele. Falei que queria realizar uma fantasia, que queria fazer no mato alto, e fomos pra lá. Me joguei. Entre os matos e abri minhas pernas, eu era a puta mais puta que existia. Quantas vezes ouvi "puta, vai se fazer comer no mato" e aqui estava eu. Ela subiu minhas pernas nos ombros dela e me enfiou o instrumento dela. Diziam que ele tinha mais que o Fer, e era verdade. Dava pra notar, sentia quando entrava e quando saía, percebia que a grossura era algo mais apetitoso, e o que percorria na ida e volta, mm que gostoso. Eu tava excitada com o que fazia, ia me casar e tentava ser a puta mais puta de todas, sentia a necessidade de ser comida.
-- Sim, me faz sentir muito puta.
-- Sim, vou te comer como nunca, puta.
-- Ah, que vontade que eu tinha de sentir tudo isso dentro de mim.
-- Quer sentir? Já vai sentir, meu amor.
Colocou o pau no meu cu e meteu de uma vez. Realmente senti. Um gemido, um suspiro e uma pequena mostra de dor fizeram ela entender que eu tinha sentido e que tava gostando. Com minhas pernas nos ombros dela e entre os matos, me sentia confortável. Aquela coisa tava enchendo meu cu e senti ele gozar dentro de mim. Era espetacular, minha bunda bem calçada não deixava escapar nem uma gota do sêmen dele. Continuou me dando e me esquentava mais. Tirou e colocou na minha buceta. Senti o gozo escorrer pela minha perna. Mm que delícia, minha despedida em grande estilo, e bem grande. Gozei e chupei o pau dele, como era meu costume, até secar. Coloquei meu short e saímos pra onde estava o resto. Ao mesmo tempo, Darío chegava com a Flor.
-- E como foi com vocês?
-- A Flor transa maravilhosamente.
-- Que sorte, porque o Agustín tem um pau descomunal, me deixou a bunda bem calçada.
-- E você, Florzinha, o que achou do pau do meu namorado?
Ela me olhou sem saber o que responder, não sabia se falavam sério ou era só conversa. Deu dois passos, me olhou de novo e, sem que ninguém notasse, acariciou minha buceta, sorriu pra mim e foi com o resto. Notei que ela tava satisfeita. Segui ela enquanto o Agus trocava umas palavras com o Darío. Alcancei ela, dei um tapa na bunda dela e agradeci. O agradecimento é mútuo, então quando precisar sair e deixar o pivete com seu maridinho, é só me avisar.
-- Duvido que eu precise desses serviços, a não ser que seja nesta semana.
-- Quando você quiser.
-- Talvez eu precise de uma despedida mais intensa, com tudo que o Agustín tem.
-- Você gostou, putinha, hein?
Chegamos com o resto e a conversa mudou; só contavam piadas e falavam sobre como o dia estava lindo, mas eu pensava em como a noite estava linda.
Fim…
Com o Selo de Prazer e Tesão…
Meu nome é “Yamira”, tenho 24 anos, cabelo longo, liso e morena, 1,75 m de altura, 92-63-95, e estava prestes a me casar. Meus amigos, que eram muitos, decidiram fazer minha despedida de solteira — algo estranho, já que a despedida seria organizada pelos amigos, todos homens. Mas claro, como boa amiga, eu dava tudo o que pediam, em poucas palavras, uma puta de marca maior. Claro que meu noivo não sabia. A festinha estava toda planejada: 6 amigos organizaram, e eu iria com duas amigas. Não sabia quem estaria na minha despedida, só que Alejandra e Florencia me acompanhariam. O dia marcado chegou. Nós três iríamos vestidas de putas, e os caras estariam nos esperando. Alejandra passou me pegar com o carro e me avisou que Florencia não poderia vir.
— Bom, azar o dela, ela que perdeu! — falei toda animada, e Alejandra sorriu pra mim.
Chegamos no lugar marcado quase 2 horas depois do planejado — devíamos estar lá às 12h. Alejandra, loira, cabelo não tão comprido, um pouco mais alta que eu, medidas de dar inveja: 94-60-94, olhos azuis, linda demais pra ser tão puta. Com uma saia minúscula vermelha e uma blusinha cruzada combinando vermelho com preto, meia-calça preta e cinta-liga, uma bolsinha combinando e sapatos vermelhos de salto alto. Eu, que de puta entendia bem e pra não desentonar com minha amiga, resolvi manter o tom: minissaia de couro preta, meias vermelhas e pretas com cinta-liga, sapatos pretos de salto agulha e um top branco bem transparente com detalhes em vermelho. Maquiadas como pra um desfile. Entramos e vimos balões e todo tipo de bebida alcoólica que você puder imaginar, alguns sanduíches e uma coisinha ou outra pra comer. Mas pra meu espanto, no meio da mesa, uma bandeja com todo tipo de camisinha. Acho que tinha mais de 40, como pra semana inteira. Não me preocupei, sabia o que esperar. O estranho foi não ver ninguém. Do nada, apareceu Fernando e, com um sutil:
— Chegaram as putas! — foi o que ele disse. aparecendo o resto. —Beleza, galera, que comece a festa que a Yamirra vai casar! —A música começou no talo e fizeram uma roda com a gente. —Mas falta a Florzinha. —Falou o Martín, claro e flor, e a gente em dueto. Falamos que ela não pôde vir, e o Juan, sempre metendo o bedelho, disse pra gente: "suas vadias esfomeadas, querem mais cum pra vocês?" Se tinha suficiente pras três, enquanto a gente dançava, era presa do apalpamento deles. Uns dos caras já tinham dado uns pegas, porque tavam bem altos, as mãos deles não paravam quietas. Sabia que nossa roupinha não ia durar muito, mas como putas a gente tava bem gostosa, talvez a melhor parte da festa se estendesse. Tinham preparado três quartos pra cada uma de nós ficar com dois caras cada, mas graças à Flor não vir, a gente ia ter três caras cada. Enquanto dançávamos, fomos despidas da parte de cima dos conjuntinhos, ficando de topless, nossos peitos começaram a ser chupados e massageados com muito afinco. A Ale sumiu com três dos caras, enquanto os outros iam degustar a anfitriã. Me ajoelharam e aí começou a festa. O trio puxou os paus e comecei a chupar eles. Acho que a separação dos caras foi arbitrária, comigo ficaram os mais dotados. Fernando, o mais avantajado de todos pela natureza, exibia uns 23 cm por 15 cm, que eu já tinha comido antes. Me levaram pro quarto que tinham separado pra mim, me inclinaram pra continuar chupando o pau do Martín, que também tinha o seu. Fernando puxou minha minúscula calcinha vermelha e se preparou pra arrebentar minha bunda. Apoiou todo o arsenal na minha retaguarda e avançou em mim. Um suspiro indicou que meu cuzinho já era dele. Começou a me comer com estocadas, minha bunda ia aguentar tudo que dessem. Essa seria minha primeira orgia. —Mmm que delícia! Esses 23 cm pra começar com tudo, enquanto eu continuava chupando o pau do Martín. Enquanto isso, Claudio, o outro cara, me excitava tocando minha buceta. partes mais sensíveis, meus gemidos se afinavam com os da outra sala, onde estavam dando cock na Alejandra entre Juan, Ariel e Luis, um em cada buraco, a putinha tava levando uma dupla penetração. Eu, enquanto isso, era vítima da primeira gozada, Martin enchia minha boquinha de cum quentinho, engolindo até a última gota. Depois de gozar, Martincho deixou seu lugar pro Claudio e Fernando alternava suas investidas entre meu cu e minha buceta, já tínhamos feito várias vezes e o tamanho dele encaixava maravilhosamente nos dois buracos, aliás, ele nem se preocupou em usar camisinha, há vários meses eu vinha sendo a putinha dele. Enquanto Pablo, meu futuro marido, jogava cartas com o resto dos amigos, eu era ferozmente comida pelo Fernando, era viciada no cock dele e adorava que ele gozasse no meu cuzinho e me obrigasse a limpar o cock dele de qualquer vestígio de porra.
--Aíiiiiiiii simmmmmm assimmmmmmm me come Fer ahaaaaa.
--Sim, sua putinha, e eu gozo do jeito que mais gosto, enchendo teu cu de cum.
Ele tirou o pedaço dele de dentro de mim e, como tantas vezes, me preparei pra chupar o cock dele. Claudio colocou um dos tantos estranhos preservativos que tinha e, enquanto minha língua cuidava da limpeza do obelisco de 23 cm, Clau me comia a buceta, seus dedinhos roçavam meu clitóris e minha excitação crescia, assim como o tamanho do cock do Claudio, que naqueles momentos suas punhetas dominavam meu cu. Adorava ser comida alternando penetrações anais com vaginais, o roçar alternado me enlouquece e eleva minha excitação, tô quase chegando no meu ponto mais alto, não paro de chupar o cock do Fernando, que não perde a ereção e continua disposto a ser usado quando eu precisar. Os gemidos da Alejandra na outra sala, que a faziam gozar aos gritos, estimulavam ainda mais minha excitação, queria ver o que estavam fazendo com ela. Clau me deitou na cama, levantou minhas pernas sobre os ombros dele e eu explodi, pedi pros outros dois caras colocarem os cocks deles na minha boca. enquanto ele gozava. Desesperada, fui até o outro quarto onde minha amiga estava sendo duramente comida pelo Luis. Esperei o fim daquela foda. Minha amiguinha se contorcia entre gemidos e gritos. Luis a segurava com as mãos apoiadas na cama e a bunda cheia de pau. Outro dos caras, Ariel, que até instantes antes lhe dava prazer com seu membro, agora a destruía com a língua, chupando o clitóris dela, enquanto o terceiro, Juancho, recebia a doçura dos lábios dela com uma chupada magnífica, deitado na cama. Eu ali, parada, olhando com inveja, mas por não estar deliciando minha amiga puta, que era sensualemente acariciada por um dos meus... Tive que ficar pasma com a figura escultural da Alejandra. Não notei quem era. Luis gozou e as pernas dela tremiam. Ele tirou o míssil da bunda e não esperei mais: peguei ela pelo braço e levei direto pro quintal. Aquele dia tinha que ser especial em tudo. Assim como nunca tinha participado de uma orgia, jamais tinha pensado em transar com uma mulher, e hoje não só pelo gosto de ter, mas porque me sentia atraída pela Alejandra.
Empurrei ela pra piscina e disse que ia purificá-la, que queria ser eu quem a enlouquecesse. Ela hesitou por um instante, também seria algo novo pra ela, mas um beijo nos meus lábios me deu autorização pra fazer dela minha presa. Pedi pra sairmos da água, subimos as escadinhas e meti minha mão na entreperna dela. Saboreei meus dedos e disse que ela estava deliciosa. Ao lado da piscina, nuns colchonetes, nos deitamos, nos beijamos e fui descendo devagar. Chupei os mamilos dela, enfiei meus dedinhos um a um na buceta dela, terminei meu percurso pelo corpo dela direto no clitóris. Era inexperiente nesses assuntos, mas sabia o que eu gostava e ia dar isso a ela. Ela não resistiu à tentação e colocou a cara entre minhas pernas, foi direto na minha xota. Meu primeiro 69 com uma mulher, e o único também, não porque não tenha gostado, mas depois do casamento minha vida foi outra. A linguinha dela era... Do mais suave, eu tava recebendo o melhor boquete que alguém já tinha me dado, comecei a gritar pedindo pra me comerem, pra encherem meu cu, e foi isso que o Fernando fez. Ele montou em mim, eu já na posição de putinha, recebi o melhor pedaço da festa enquanto a Aleja tomava meus sucos. O Fernando me comeu de novo pelo cu, de pica pelada, me deu até gozar. Senti o esperma dele escorrendo pelas minhas pernas e gozei, ouvi minha amiga dizer:
— Que combinação linda de sabores.
— Gostou, putinha? — respondeu o Fer.
— Humm, siiiim, quero tomar a gozada de todo mundo saindo dessa bunda.
O Luís se aproximou e, enquanto enfiava em mim, perguntou:
— Você aguenta a gozada de todo mundo, gostosa?
— Aí sim, quero sentir a pica dos seis no meu cu.
— Beleza, gata, aqui vai a segunda.
Não entendia direito o que tavam falando, mas não demorei pra sacar. A excitação dos caras era tanta que não iam durar muito dentro de mim. O Luís gozou em menos de 5 minutos e, igual ao meu melhor amante, derramou o esperma dele no meu buraco. Só aí entendi que minha bundinha ia ser o banco de porra onde a Alejandra ia beber. Era a vez do Cláudio, mas ele foi o primeiro a decidir dar a gozada dele na minha buceta, enquanto a língua e os lábios da minha amiga roçavam a pica do meu atual cavalo. O Martin não aguentou e encostou o pedaço dele entre meus lábios e a buceta da Ale. Encheu minha cara de esperma e eu amei. A Aleja tava com todos os sucos dela jorrando e eu entendi o que ela dizia sobre a combinação de sabores. Minha desesperação pra tomar cada gota de porra que o Martin tinha descarregado fez a Aleja detonar também, e ela gozou. Minha cara se encontrou com aquele néctar sagrado misturado com esperma.
Meus movimentos fizeram o Cláudio ir embora bem rápido, quase ao mesmo tempo que nós duas. Não aguentava mais a dor nos joelhos e larguei minha amiga depois que ela gozou. Não podia deixar o Ariel na vontade. Sentei na borda da piscina e comecei a chupar ele. A Ale, com um sorriso, disse:
— Precisa de ajuda, amiga?
— Beleza, vamos dar uma força pra esse menino. A melhor boquete que já recebi
— Que honra que as princesas da festa levem meu gozo juntas
— Aproveita, buceta, que esses lábios se despedem da puta hoje à noite
— Esses lábios, porque os outros você vai continuar comendo cada pau
— Não, não, minha vida muda a partir do próximo sábado, vou ficar exclusiva
— Ah, bom, que semana te espera, Yamira, deitada todo dia pra se despedir de todo mundo
— É, vai ter que fazer umas festinhas dessas se quiser se despedir da maioria.
— Bom, daqui a pouco começa a chegar geral, talvez você se despeça de mais alguém.
Na manhã seguinte, exatamente em poucas horas, já que a gente tinha passado a noite toda consumindo, meu namorado ia chegar com mais amigos e outras minas, entre elas a Florzinha, e mais de um dos caras não ia perdoar ele por não ter vindo na noite anterior. O sol já tava torrando fazia tempo, e nossos amigos foram aparecendo aos poucos. Lá pelas 11h, meu namorado chegou. A gente ia passar o dia inteiro se divertindo na casa de campo, mais de 30 pessoas. Falei pra Fer e pro Claudio me darem uma força com o Agustín, que eu tava afim dele e nunca tinha rolado a oportunidade. A parada ia ser difícil, era de se esperar que o Agustín não recusaria a proposta, mas meu namorado e a namorada dele iam ficar em cima da gente. Os caras iam distrair a Analía, a mina do Agus, e a Florzinha ia segurar meu namorado. De um jeito bem convincente, a Flor levou o Darío, meu namorado, pra um dos quartos, falou que era um presente dos amigos, que ele teria ela por meia hora, se despiu, ajoelhou e mamou o pau dele por uns minutos.
— Se eu tenho que me contentar com meia hora, vira que primeiro quero sua bunda.
Meu namorado era cuck, mas dava conta de satisfazer qualquer mulher, senão eu não casaria com ele. A Florencia esticou o tempo por mais de uma hora e ficou mais que satisfeita. Eu aproveitei pra ficar a sós com o Agustín, que já sabia da minha vontade por ele. Falei que queria realizar uma fantasia, que queria fazer no mato alto, e fomos pra lá. Me joguei. Entre os matos e abri minhas pernas, eu era a puta mais puta que existia. Quantas vezes ouvi "puta, vai se fazer comer no mato" e aqui estava eu. Ela subiu minhas pernas nos ombros dela e me enfiou o instrumento dela. Diziam que ele tinha mais que o Fer, e era verdade. Dava pra notar, sentia quando entrava e quando saía, percebia que a grossura era algo mais apetitoso, e o que percorria na ida e volta, mm que gostoso. Eu tava excitada com o que fazia, ia me casar e tentava ser a puta mais puta de todas, sentia a necessidade de ser comida.
-- Sim, me faz sentir muito puta.
-- Sim, vou te comer como nunca, puta.
-- Ah, que vontade que eu tinha de sentir tudo isso dentro de mim.
-- Quer sentir? Já vai sentir, meu amor.
Colocou o pau no meu cu e meteu de uma vez. Realmente senti. Um gemido, um suspiro e uma pequena mostra de dor fizeram ela entender que eu tinha sentido e que tava gostando. Com minhas pernas nos ombros dela e entre os matos, me sentia confortável. Aquela coisa tava enchendo meu cu e senti ele gozar dentro de mim. Era espetacular, minha bunda bem calçada não deixava escapar nem uma gota do sêmen dele. Continuou me dando e me esquentava mais. Tirou e colocou na minha buceta. Senti o gozo escorrer pela minha perna. Mm que delícia, minha despedida em grande estilo, e bem grande. Gozei e chupei o pau dele, como era meu costume, até secar. Coloquei meu short e saímos pra onde estava o resto. Ao mesmo tempo, Darío chegava com a Flor.
-- E como foi com vocês?
-- A Flor transa maravilhosamente.
-- Que sorte, porque o Agustín tem um pau descomunal, me deixou a bunda bem calçada.
-- E você, Florzinha, o que achou do pau do meu namorado?
Ela me olhou sem saber o que responder, não sabia se falavam sério ou era só conversa. Deu dois passos, me olhou de novo e, sem que ninguém notasse, acariciou minha buceta, sorriu pra mim e foi com o resto. Notei que ela tava satisfeita. Segui ela enquanto o Agus trocava umas palavras com o Darío. Alcancei ela, dei um tapa na bunda dela e agradeci. O agradecimento é mútuo, então quando precisar sair e deixar o pivete com seu maridinho, é só me avisar.
-- Duvido que eu precise desses serviços, a não ser que seja nesta semana.
-- Quando você quiser.
-- Talvez eu precise de uma despedida mais intensa, com tudo que o Agustín tem.
-- Você gostou, putinha, hein?
Chegamos com o resto e a conversa mudou; só contavam piadas e falavam sobre como o dia estava lindo, mas eu pensava em como a noite estava linda.
Fim…
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