**Cadeia de Mulheres**
Com o Selo do Prazer e do Morbo…
Essa palavra pode fazer muita gente tremer no chão, pra mim não, era exatamente o contrário, e vou explicar por quê. Uma cadeia é onde tiram a liberdade de pessoas que cometeram uma falha contra a sociedade. Elas não podem viver em sociedade, são castigadas — essa é a definição. Eu trabalho com isso, castigando quem merece. Então, a palavra "cadeia" pra mim é só isso: mais uma palavra.
Estou contratado, há um tempo, por um Governo, para punir quem merece ser punido, arrancando a liberdade delas. Sou o Diretor de um centro penitenciário de reprodução para o melhoramento da raça, do mundo. Parece estranho, mas é isso mesmo. Localizado numa ilhazinha do Caribe, com a única construção sendo o Centro, e ligado à civilização apenas por um barco que chega toda semana com o que for necessário — o que torna o acesso completamente impossível.
É uma espécie de presídio ou reformatório para onde mandam jovens — sim, jovens. Umas por má conduta, outras capturadas pelo exército do Governo em aldeias e vilarejos perdidos na selva. Com idades por volta dos 24 anos. Essas jovens são desembarcadas regularmente no barco de suprimentos e, no Centro, recebem uma reeducação, tipo reclusas. Mas o objetivo real é serem cobertas por garanhões para a reprodução e melhoria da raça, para as futuras guerras que a nação tem com nossos vizinhos — o que exige um tratamento bem especializado.
Às vezes, também trazem mulheres das nações vizinhas com quem estamos em guerra. Essas, sim, se ferram. Já os garanhões vêm de cadeias ou são marinheiros. São superdotados que ficaram no mínimo seis meses sem ver nenhuma mulher, embora a maioria dos presos esteja há anos sem, e esse ato é um prêmio pela boa conduta. Eles se revezam. Ficam no Centro uns quinze dias, com a ração básica para sobreviver, sob os cuidados dos médicos. Podem continuar por até um mês, depois são substituídos por outros. Eles são muito bem alimentados e descansados até chegar a vez de cobrir as presas, não tendo nenhuma limitação com elas. Uma vez trancados com as fêmeas, podem fazer o que quiserem com elas, bater nelas se recusarem, etc. Não têm nenhuma responsabilidade se deixarem a mulher inutilizada, claro, isso é punido com um castigo severo. A única obrigação deles é cobrir a égua no mínimo 9 a 10 vezes por sessão, senão são considerados inúteis.
Para entender melhor o funcionamento do Centro, vou contar a chegada de um carregamento de novas presas. Elas são trazidas em gaiolas, cobertas totalmente com panos que não deixam ver seus rostos nem seus corpos, para que a tripulação não possa identificá-las nem ter o menor contato com elas, já que, em princípio, nunca mais voltarão às suas origens.
Na chegada, são retiradas das gaiolas, e as matronas fazem a lavagem e desinfecção com mangueiras de água, detergentes e parasiticidas. Depois de ficarem minimamente apresentáveis, passam para o registro: ganham um número no lugar do nome, abre-se uma ficha com seus dados pessoais, procedência, idade, características físicas, e vão para a sala de acolhimento, onde a Chefe das Matronas geralmente decide raspar o cabelo, depilar o corpo e dar uma ajeitada.
Mais tarde, chega a vez dos médicos, que colocam as aspirantes em cadeiras ginecológicas para examinar a fundo a buceta delas, separando cuidadosamente se houver alguma virgem — que só tem o sexo examinado, respeitando ele — enquanto as outras sofrem as primeiras dilatações para completar o relatório sobre sua facilidade reprodutiva. Depois de finalizado o trâmite médico, elas são levadas, uma por uma, para a sala de marcação. Esse é o primeiro ato brutal, mas típico de um Centro desse tipo, que elas recebem: são colocadas de cabeça para baixo, presas entre umas tábuas, como se faz com o gado, que não permite que elas... mover o mínimo que seja e, uma vez imobilizadas, recebem bem no centro do cu o primeiro "presente" do Centro, na forma da Marca dele gravada a fogo pelo carrasco principal. Os gritos, choros e soluços da primeira fazem com que as que esperam comecem a tremer e até a desmaiar. Mas, mesmo assim, no Centro não existe piedade; vão passando uma a uma até todas serem marcadas, porque de agora em diante o tratamento delas será de animais, não de humanas. Um par de baldes de água bem gelada as traz de volta à terra. Os cuidadores colocam algemas, grilhões nos tornozelos e, nas mais barulhentas, boas mordaças, acompanhadas do primeiro gosto do chicote nas bundinhas delas ou um belo socão nos peitos, que faz esquecer a indisciplina. Minha longa experiência comandando presídios femininos me confirma que as reclusas devem ser tratadas com a máxima dureza, sem limites nas torturas aplicadas, inclusive, como se verá, sou a favor de que o castigo não seja aplicado só pelas matronas ou pelos carrascos profissionais, mas por todo o pessoal do Centro que assim desejar ou considerar oportuno, facilitando o trabalho, já que absolutamente todas precisam de um castigo diário e as matronas não dão conta, e, por outro lado, os carrascos só cuidam dos casos de tortura. O mesmo acontece com a monta, que todo o pessoal masculino pode realizar qualquer dia e a qualquer hora, acontecendo até que as fêmeas buscam essa cruza antes de se submeterem aos garanhões. No caso das matronas, todas lésbicas assumidas, depois de foderem uma mulher, podem pedir autorização à direção para injetar nelas o esperma dos garanhões. Elas são levadas para celas individuais, compostas por um catre e um buraco para as necessidades, claro, sem nenhum tipo de roupa, pois ficarão sempre completamente nuas. Enquanto isso, as virgens vão para as dependências da Direção. Na cela, há argolas nas paredes e no chão para prender as reclusas. Na porta da cela tem um quadro onde se anota o número, procedência, capturada ou vinda por má conduta, bem destacado um espaço para menstruações, pois essa parte é um dos objetivos do Centro, a reprodução, além de um calendário onde se anota se receberam o castigo diário obrigatório, já que todo animal é obrigado a ser castigado pelo menos uma vez por dia, seja na hora da revisão matinal com choques elétricos, seja no passeio das necessidades ou ao longo do dia na sala de tortura ou fora dela. Dão comida, bebida e deixam descansar até o dia seguinte, depois da viagem traumática e da marcação. A cada 5 celas tem uma jaula, onde trancam as reclusas rebeldes, esperando para ir para as salas de castigo. Essas ficam no andar de cima, com diferentes etapas, desde amarras, imobilizações, suspensões, açoites, esmagamento de peitos, dilatações até as mais sofisticadas para perfurações de bicos e bucetas. As diferentes seções e pessoal que compõem o Centro são: Enfermaria com dois médicos e outras tantas enfermeiras para atender principalmente as prenhas. Cinco carrascos profissionais com um Chefe de grupo. Vinte matronas para a ordem diária das reclusas. Dez rapazes como ajudantes e cuidadores. Pessoal feminino subalterno de limpeza, jardinagem, cozinha etc., vindo de internas estéreis. Direção do Centro. Atualmente temos um rebanho de cerca de 100 fêmeas, das quais 80% são destinadas a reproduzir e dessas, 30 são estrangeiras de algum país inimigo. Um dia qualquer no Centro segue o seguinte programa: às 7 da manhã, na hora do toque de levantar, todas as reclusas devem estar alinhadas nas portas de suas celas, com as pernas abertas ao máximo, os peitos erguidos, os braços na nuca, para que as matronas as revistem, tanto de frente quanto de costas, e devem mijar na frente delas a Pra verificar a cor e o cheiro delas, se alguma se dilatar na operação, além de levar uma chicotada com o ferrão elétrico na buceta, vai ter que ir pra jaula pra castigo depois. Saída pra floresta guiada pelas matronas, com os consolos, pra meter na buceta e no cu, assim que o rebanho chegar no campo, elas vão ter que fazer as necessidades delas; se perceberem que alguma não faz, também é levada pra jaula correspondente. Volta pro Centro, banho coletivo e revisão minha de todas as presas e exame médico, pra definir os dias pro cruzamento, observar as vulvas das virgens, estado e dilatação dos cuzinhos etc. Até chegar aquele momento crucial e definitivo da existência delas, elas têm que se manter em forma, todo dia com exercícios, caminhadas de vários quilômetros, ginástica etc. Enquanto isso, as presas das jaulas são levadas pras salas de castigo, onde os carrascos têm a obrigação de marcar os corpos delas. As selecionadas entre as mais fortes e robustas são atendidas pela equipe de especialistas médicos, que amarram elas em cadeiras ginecológicas e abrem as vulvas delas com pinças ao máximo pra verificar a saúde, dilatação da buceta e do cu, revisão dos lábios internos e externos e clitóris, com a capacidade e aptidões delas, incluindo testes de resistência à dor e castigo. As selecionadas são levadas pras salas de prenhez, compostas por celas à prova de som, onde os garanhões amarrados esperam, e assim começa o período transcendental de monta; soltam os garanhões e jogam dois ou três garanhões por cabeça pra cobrirem elas. Tem alguns que só usam um, quando o garanhão é tão bem analisado que dá conta sozinho, durante um período de 48 horas seguidas. Depois disso, a equipe de enfermeiras verifica o estado das presas; algumas chegam a morrer e outras ficam inválidas com as investidas dos garanhões. E se estiverem em condições, descansam 12 horas e voltam pras celas. para serem novamente montadas por tantos outros garanhões novos ou o mesmo. Depois do período de monta, são levadas para um pavilhão de descanso, onde esperam para saber se engravidaram. Caso contrário, inicia-se um novo tratamento de monta, não sem antes passar pela sala de castigos, suficientemente terrível para que a grande maioria, com medo disso, peça mais horas de monta ou algum garanhão extra. As parturientes recebem um tratamento bem diferente, sem castigos, e suas grandes obrigações são: parir e dar muito leite, pois precisam tanto para a cria quanto para serem ordenhadas e servirem no café da manhã dos diferentes Chefes do Centro. Os filhotes, após três meses, são enviados aos hospitais centrais da Nação. Enquanto isso, as mães começam outro período de gestação. Quanto às novatas, a equipe médica e eu pessoalmente as classificamos. As virgens são extremamente valorizadas. As altas e fortes, como já dissemos, são destinadas à reprodução. As baixas ou feias são designadas para tarefas auxiliares de limpeza, ajuda etc., ou para serem vendidas aos mercadores árabes de escravas que periodicamente as adquirem em um leilão que o Centro realiza a cada seis meses. Normalmente, eu cuido da desvirginização das virgens, e a única concessão que o Centro dá a elas é que, após a perda do hímen, são entregues ao pessoal masculino do Centro, em vez dos garanhões, para que eles se divirtam com elas, destacando que o uso dos animais pelos homens é total, podendo desde castigá-las até estuprá-las quantas vezes quiserem. Normalmente, a recém-estreada é acorrentada em sua cela e, a qualquer hora do dia ou da noite, usada pelos jovens. No primeiro dia, lê-se e entrega-se o ideário do Centro. A internação no Centro é por tempo indeterminado. Sua estadia ali terá como objetivo: receber castigo e engravidar. Desde a marcação, elas deixaram de ter Nome, personalidade e vontade se tornaram animais cujo único propósito é obedecer. A missão é dupla: por um lado, transformar-se em animais submissos e, por outro, reproduzir, para conseguir uma nova raça com a qual nossa nação, em guerra, sonha.
Oferecer seu corpo e, em geral, seus buracos, de forma voluntária e atraente a todo o pessoal do Centro que o exigir, com o fim de satisfazer seus desejos sexuais e, essencialmente, reproduzir. Ter consciência de que seus corpos poderão estar sujeitos aos castigos mais cruéis pela simples vontade e desejo dos funcionários, mesmo que não tenha havido desobediência prévia e sem necessidade de dar explicações de qualquer tipo sobre o motivo pelo qual é castigada. Preparar-se física e psicologicamente para serem montadas pelos garanhões, sabendo que sua obrigação principal é engravidar. Facilitando o trabalho deles durante a monta, jamais atrapalhando ou, menos ainda, negando-se. Sendo valorizada favoravelmente aquela que quiser repetir a sessão ou solicitar mais horas de garanhões. Tanto a tortura diária quanto a circunstancial deverão ser recebidas como uma obrigação normal, com gratidão, por isso evitarão choros, gritos ou súplicas, suportando-as preferencialmente em silêncio. Os castigos, em qualquer parte do corpo que se decida, não terão limitação nem em tempo, qualidade ou quantidade. Higiene diária, depilação total do corpo, especialmente da buceta, procurar mantê-las sempre molhadas e apetitosas para qualquer macho ou matrona que solicite sua presença sexual, pois isso sempre ajudará na reprodução. Por outro lado, enumeram-se os castigos a receber:
1º Chicotadas geralmente na bunda, tetas e vulva.
2º Socos normalmente nas tetas.
3º Suspensões, penduradas, acorrentamentos.
4º Líquido irritante para injetar na buceta e no cu.
5º Chicote elétrico.
6º Pinças, agulhas, injetáveis e perfurações.
7º Sentadas em cavaletes terminados em ângulo.
Para melhor conhecimento do Centro, relatarei o fato da chegada, com o último carregamento, de uma virgem que ficou reservada nos meus aposentos privados. É uma mulatinha, de boa idade, com um rostinho lindo, olhos vivos, esbelta, com o corpo que caracteriza essas jovens: peitos médios, tão altos quanto duríssimos, redondos, com bico rosado ainda não muito saliente, cintura bem fina, uma bunda preciosa, volumosa, empinada, alta, dura, redonda... daquelas que parecem estar pedindo o chicote aos berros, coxas redondas e grossas. Buceta fechadinha, com lábios externos marcados por pelo preto encaracolado. Uma joia, como nunca tinha visto, que assim que lavei, levei ao serviço médico para que a abrissem e me dissessem se era virgem; a confirmação foi uma das minhas maiores alegrias pessoais, que compensa todos os meus esforços neste Centro. O nome verdadeiro dela, que não vou mudar, é Elianneth: vinda de uma província fronteiriça do sul; e não quis nem marcá-la com as outras, só no primeiro dia, quis saber como ela reage ao castigo, coisa importantíssima pra mim, e pra isso chamei o Carrasco Chefe, que ficou impressionado com a jovem de 17 anos.
Colocamos ela em X na sala de tortura, que esvaziamos antes pra que ela não visse nem ouvisse coisas inadequadas pro primeiro dia, e ordenei que ele quase passasse a vara pelo corpo dela; ele fez isso e apalpou a bunda dela, pra começar a conhecer os limites dela com uma série de golpes secos e bem seguidos. — Me explicava o Carrasco Chefe, e eu ouvia em silêncio. — E, meu senhor, pra alegria de nós dois, tive que indicar por sinais que aumentasse a dose, porque ela responde maravilhosamente ao castigo.
Eu não acreditava no que ouvia. Essa operação se chama "tentativa das fêmeas" pra conhecer a resistência delas ao castigo.
— A presa Elianneth recebeu tudo sem mordaça nenhuma e, tirando algumas exclamações e gemidos, passou no teste maravilhosamente. — Continuou me explicando.
Tão morbidamente excitante quanto ver e ouvir o castigo. de uma mulher, ainda mais com uma tão jovem, com um corpo tão perfeito, uma bunda, alta, dura e empinada que se contrai com o zumbido da vara e quando ela se choca numa superfície tão lisa e apetecível, deixando a lembrança de um sulco rosado, enquanto o carrasco aumenta gradualmente o assobio da vara e o estalo numa carne tão fresca, tudo temperado com uns gemidos maravilhosos e umas lágrimas lindas que escorrem pela carinha, uma delícia para os sentidos, uma excitação para qualquer amante do sadomasoquismo.
Tive que me controlar e não quis continuar, pois prefiro cuidar dela e ir aumentando as doses aos poucos, porque estou convencido de que ela vai se tornar algo muito especial. Mas quando a levei para meus aposentos, ela cometeu a loucura de cuspir na minha cara quando eu ia beijá-la, já que nunca nos meus muitos anos tinha recebido essa resposta, passou pela minha cabeça levá-la ao carrasco principal, aos garanhões. Mas refleti e vou dar a ela uma vingança mais estudada, mais lenta e, portanto, mais terrível.
Vou deixá-la dormir como se nada tivesse acontecido. Quando acordar, já avisei a matrona superior para transferi-la para a sala de castigos, e o carrasco chefe, que tem instruções do que fazer com ela.
— Dormiu bem? Olha, tem uma senhora esperando para te levar a um lugar.
Dito isso, a matrona coloca nela as algemas de pulso, tornozeleiras, a coleira de puta, que ela vai usar sempre, e com ela a arrasta até a sala, lá o imponente carrasco de quase dois metros de altura e mais de 100 quilos, a levanta como uma pluma e sem perceber ela está erguida no alto, os braços abertos ao máximo, pendurada pelas argolas das algemas de pulso, as pernas também abertas com um separador e a boca fechada com uma mordaça de bola vermelha. Depois de imobilizada, cobrem seus olhos com uma venda, por minha ordem para que ela não me veja, e com a ajuda da matrona começam a colocar os eletrodos de um aparelho elétrico, o primeiro, dentro daquela bunda bem fechadinha, que o próprio carrasco abre previamente com os dois dedos e a matrona introduz com cuidado lá dentro, enquanto o outro é colocado inicialmente nos mamilos ainda pouco desenvolvidos dela. O carrasco começa a primeira descarga elétrica, que faz ela se contorcer como uma lagartixa. Dá pra sentir o zumbido da mordaça, ela com certeza sentiu uma sensação nova e inesperada, dá pra ver que fez efeito, que percorreu o corpo inteiro dela, que dói — e esse é o nosso objetivo. E isso que é só a primeira. A gente goza pensando no tanto que ainda vem por aí. Agora a conexão dos eletrodos vai pra aqueles lábios vaginais maravilhosos, combinados com o interior do cu. Uma nova descarga faz ela, mesmo bem imobilizada, pular de dor e se retorcer. A gente fica louco de prazer. Peço pro carrasco aumentar a dose, quero ver ela pular. Eu me assusto comigo mesmo, com a vontade de castigar a virgem. Preciso me controlar. Umas pinças tipo jacaré em cada mamilo, e vem a próxima descarga. A cada pulo que a novinha dá, nossas risadas ficam mais altas. Nós três sentimos um prazer imenso com o castigo. Mais e mais, sempre passando pelos mamilos, pelos lábios vaginais, pelo cu. Meia hora de descargas elétricas consecutivas.
— Chega, já deu por hoje. — falei. — Quero guardar ela pra sofrer mais.
O carrasco solta ela, ela cai no chão como um saco, enquanto a matrona joga um balde de água fria nela e a arrasta até o compartimento dela, perto do meu. Foi um salto enorme do castigo do primeiro dia, que ela recebeu tão bem, pra esse de hoje, de segundo grau, com a eletricidade, mas ela quem quis, com a indisciplina dela. Por fora, ela tá impecável, sem marcas de castigo, mas tá meio desmaiada, sem forças nem pra mudar de posição. E isso é só o começo. Jamais vou esquecer que ela é a primeira escrava que se rebela contra mim. Me excitou tanto que só consegui deixar ela descansar por uma hora. Ordenei que anunciassem uma reunião geral de todo o pessoal na sala principal. Lá, a matrona-chefe trouxe a Elianneth. O carrasco a colocou, sem mordaça, no tronco de joelhos, com a cabeça imobilizada e a bunda exposta para todo o pessoal, chefes e fêmeas. O carrasco enfiou uma quantidade enorme de vaselina naquele cuzinho lindo dela, e eu coloquei meu pau bem na entrada. Pedi silêncio e, com uma estocada forte, enfiei até o talo.
— Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. — Ela gritou.
Deixei ela assim por uns momentos, e comecei a meter e tirar, acompanhado de gritos desesperados de dor da parte da virgemzinha, até depositar todo meu leite quente lá dentro.
— Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Tirei o membro enquanto o carrasco, sem mais preparo, enfiou fundo um consolador enorme até o cabo. Tanto ele quanto meu pau ficaram manchados de sangue daquele cuzinho lindo que acabara de ser arrombado.
— Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai. — Ela se queixava.
Em meio a sussurros e aplausos dos presentes, ele colocou um adesivo para o objeto não sair. Quatro matronas, duas pelas axilas e duas pelas pernas, viraram ela, levantando e colocando-a de bruços, bem em cima de mim, que estava deitado no chão, até posicionar a bucetinha dela em cima do meu pau. Nesse momento, o carrasco-chefe se aproximou com o ferro em brasa da marca do Centro, pressionou contra a bunda da garota, e ela, com a dor, se empurrou para baixo, cravando-se no meu pau.
— Haaaaaaaaaaaaaaaaaa. — Ela gritou.
Depois de empalada assim, ela não conseguia mais se mexer, e seus gritos ficavam cada vez mais fracos, pois não tinha mais forças nem para isso, abafados pelo clamor geral e pelos aplausos dos presentes.
— Ha, ha, haaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaai, ha, ha, hã, hã, hã, Haaaaaaaaaaaaaaai, hã, hã, hã, hã, hã, haaaaaaaaaaaaaaaai, hã, hã, hã, hã, hã, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaai, hã, hã, hã, hã, hã, hã, hã, hã, hã, hã, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaai.
Acho que fui um exemplo completo pros funcionários sobre como tratar o gado e, principalmente, quando uma fêmea sai da linha, pra elas saberem as consequências de quebrar as regras, que eu sempre resumo em três: obediência, submissão e ficar prenha. Mandei levarem ela pros aposentos, onde deixei descansar umas horas, porque ela mal conseguia ficar de pé. Depois de um tempo, levamos ela pra sala dos garanhões, que tão presos por argolas na parede. Colocamos ela de joelhos pra ajudar na ordenha que fazemos neles depois do trabalho. Enfiamos na boca dela a primeira cock imensa, com um diâmetro quase maior que a boca dela, e a matrona, vendo que ela não chupava, empurrou até quase sufocar ela com a cock na garganta. Como a menina não é burra, logo entendeu o que tinha que fazer e, sem muita graça, começou a chupar, enquanto o garanhão urrava de prazer. Tiraram a cock dela, e a matrona ordenhou ele na mão, guardando o cum dele pra uma nova inseminação artificial. Do mesmo jeito, ela chupou os nove garanhões que estavam descansando naquele momento, e todos foram ordenhados. Por um lado, meu desejo seria soltar um garanhão nela, mas com certeza mataria ela, então vamos deixar esse prazer imenso pra mais tarde. Por enquanto, essa peça tão cobiçada, vou ceder pro pessoal do Centro, que bem merece. Dito isso, chamo o Diretor médico e entrego o tesouro pra ele, com a condição de que monte nela quantas vezes quiser e depois ela fique fixa como objeto de uso sexual. E depois disso, eu compraria ela pra mim.
Fim…
Com o Selo do Prazer e do Morbo…
Essa palavra pode fazer muita gente tremer no chão, pra mim não, era exatamente o contrário, e vou explicar por quê. Uma cadeia é onde tiram a liberdade de pessoas que cometeram uma falha contra a sociedade. Elas não podem viver em sociedade, são castigadas — essa é a definição. Eu trabalho com isso, castigando quem merece. Então, a palavra "cadeia" pra mim é só isso: mais uma palavra.
Estou contratado, há um tempo, por um Governo, para punir quem merece ser punido, arrancando a liberdade delas. Sou o Diretor de um centro penitenciário de reprodução para o melhoramento da raça, do mundo. Parece estranho, mas é isso mesmo. Localizado numa ilhazinha do Caribe, com a única construção sendo o Centro, e ligado à civilização apenas por um barco que chega toda semana com o que for necessário — o que torna o acesso completamente impossível.
É uma espécie de presídio ou reformatório para onde mandam jovens — sim, jovens. Umas por má conduta, outras capturadas pelo exército do Governo em aldeias e vilarejos perdidos na selva. Com idades por volta dos 24 anos. Essas jovens são desembarcadas regularmente no barco de suprimentos e, no Centro, recebem uma reeducação, tipo reclusas. Mas o objetivo real é serem cobertas por garanhões para a reprodução e melhoria da raça, para as futuras guerras que a nação tem com nossos vizinhos — o que exige um tratamento bem especializado.
Às vezes, também trazem mulheres das nações vizinhas com quem estamos em guerra. Essas, sim, se ferram. Já os garanhões vêm de cadeias ou são marinheiros. São superdotados que ficaram no mínimo seis meses sem ver nenhuma mulher, embora a maioria dos presos esteja há anos sem, e esse ato é um prêmio pela boa conduta. Eles se revezam. Ficam no Centro uns quinze dias, com a ração básica para sobreviver, sob os cuidados dos médicos. Podem continuar por até um mês, depois são substituídos por outros. Eles são muito bem alimentados e descansados até chegar a vez de cobrir as presas, não tendo nenhuma limitação com elas. Uma vez trancados com as fêmeas, podem fazer o que quiserem com elas, bater nelas se recusarem, etc. Não têm nenhuma responsabilidade se deixarem a mulher inutilizada, claro, isso é punido com um castigo severo. A única obrigação deles é cobrir a égua no mínimo 9 a 10 vezes por sessão, senão são considerados inúteis.
Para entender melhor o funcionamento do Centro, vou contar a chegada de um carregamento de novas presas. Elas são trazidas em gaiolas, cobertas totalmente com panos que não deixam ver seus rostos nem seus corpos, para que a tripulação não possa identificá-las nem ter o menor contato com elas, já que, em princípio, nunca mais voltarão às suas origens.
Na chegada, são retiradas das gaiolas, e as matronas fazem a lavagem e desinfecção com mangueiras de água, detergentes e parasiticidas. Depois de ficarem minimamente apresentáveis, passam para o registro: ganham um número no lugar do nome, abre-se uma ficha com seus dados pessoais, procedência, idade, características físicas, e vão para a sala de acolhimento, onde a Chefe das Matronas geralmente decide raspar o cabelo, depilar o corpo e dar uma ajeitada.
Mais tarde, chega a vez dos médicos, que colocam as aspirantes em cadeiras ginecológicas para examinar a fundo a buceta delas, separando cuidadosamente se houver alguma virgem — que só tem o sexo examinado, respeitando ele — enquanto as outras sofrem as primeiras dilatações para completar o relatório sobre sua facilidade reprodutiva. Depois de finalizado o trâmite médico, elas são levadas, uma por uma, para a sala de marcação. Esse é o primeiro ato brutal, mas típico de um Centro desse tipo, que elas recebem: são colocadas de cabeça para baixo, presas entre umas tábuas, como se faz com o gado, que não permite que elas... mover o mínimo que seja e, uma vez imobilizadas, recebem bem no centro do cu o primeiro "presente" do Centro, na forma da Marca dele gravada a fogo pelo carrasco principal. Os gritos, choros e soluços da primeira fazem com que as que esperam comecem a tremer e até a desmaiar. Mas, mesmo assim, no Centro não existe piedade; vão passando uma a uma até todas serem marcadas, porque de agora em diante o tratamento delas será de animais, não de humanas. Um par de baldes de água bem gelada as traz de volta à terra. Os cuidadores colocam algemas, grilhões nos tornozelos e, nas mais barulhentas, boas mordaças, acompanhadas do primeiro gosto do chicote nas bundinhas delas ou um belo socão nos peitos, que faz esquecer a indisciplina. Minha longa experiência comandando presídios femininos me confirma que as reclusas devem ser tratadas com a máxima dureza, sem limites nas torturas aplicadas, inclusive, como se verá, sou a favor de que o castigo não seja aplicado só pelas matronas ou pelos carrascos profissionais, mas por todo o pessoal do Centro que assim desejar ou considerar oportuno, facilitando o trabalho, já que absolutamente todas precisam de um castigo diário e as matronas não dão conta, e, por outro lado, os carrascos só cuidam dos casos de tortura. O mesmo acontece com a monta, que todo o pessoal masculino pode realizar qualquer dia e a qualquer hora, acontecendo até que as fêmeas buscam essa cruza antes de se submeterem aos garanhões. No caso das matronas, todas lésbicas assumidas, depois de foderem uma mulher, podem pedir autorização à direção para injetar nelas o esperma dos garanhões. Elas são levadas para celas individuais, compostas por um catre e um buraco para as necessidades, claro, sem nenhum tipo de roupa, pois ficarão sempre completamente nuas. Enquanto isso, as virgens vão para as dependências da Direção. Na cela, há argolas nas paredes e no chão para prender as reclusas. Na porta da cela tem um quadro onde se anota o número, procedência, capturada ou vinda por má conduta, bem destacado um espaço para menstruações, pois essa parte é um dos objetivos do Centro, a reprodução, além de um calendário onde se anota se receberam o castigo diário obrigatório, já que todo animal é obrigado a ser castigado pelo menos uma vez por dia, seja na hora da revisão matinal com choques elétricos, seja no passeio das necessidades ou ao longo do dia na sala de tortura ou fora dela. Dão comida, bebida e deixam descansar até o dia seguinte, depois da viagem traumática e da marcação. A cada 5 celas tem uma jaula, onde trancam as reclusas rebeldes, esperando para ir para as salas de castigo. Essas ficam no andar de cima, com diferentes etapas, desde amarras, imobilizações, suspensões, açoites, esmagamento de peitos, dilatações até as mais sofisticadas para perfurações de bicos e bucetas. As diferentes seções e pessoal que compõem o Centro são: Enfermaria com dois médicos e outras tantas enfermeiras para atender principalmente as prenhas. Cinco carrascos profissionais com um Chefe de grupo. Vinte matronas para a ordem diária das reclusas. Dez rapazes como ajudantes e cuidadores. Pessoal feminino subalterno de limpeza, jardinagem, cozinha etc., vindo de internas estéreis. Direção do Centro. Atualmente temos um rebanho de cerca de 100 fêmeas, das quais 80% são destinadas a reproduzir e dessas, 30 são estrangeiras de algum país inimigo. Um dia qualquer no Centro segue o seguinte programa: às 7 da manhã, na hora do toque de levantar, todas as reclusas devem estar alinhadas nas portas de suas celas, com as pernas abertas ao máximo, os peitos erguidos, os braços na nuca, para que as matronas as revistem, tanto de frente quanto de costas, e devem mijar na frente delas a Pra verificar a cor e o cheiro delas, se alguma se dilatar na operação, além de levar uma chicotada com o ferrão elétrico na buceta, vai ter que ir pra jaula pra castigo depois. Saída pra floresta guiada pelas matronas, com os consolos, pra meter na buceta e no cu, assim que o rebanho chegar no campo, elas vão ter que fazer as necessidades delas; se perceberem que alguma não faz, também é levada pra jaula correspondente. Volta pro Centro, banho coletivo e revisão minha de todas as presas e exame médico, pra definir os dias pro cruzamento, observar as vulvas das virgens, estado e dilatação dos cuzinhos etc. Até chegar aquele momento crucial e definitivo da existência delas, elas têm que se manter em forma, todo dia com exercícios, caminhadas de vários quilômetros, ginástica etc. Enquanto isso, as presas das jaulas são levadas pras salas de castigo, onde os carrascos têm a obrigação de marcar os corpos delas. As selecionadas entre as mais fortes e robustas são atendidas pela equipe de especialistas médicos, que amarram elas em cadeiras ginecológicas e abrem as vulvas delas com pinças ao máximo pra verificar a saúde, dilatação da buceta e do cu, revisão dos lábios internos e externos e clitóris, com a capacidade e aptidões delas, incluindo testes de resistência à dor e castigo. As selecionadas são levadas pras salas de prenhez, compostas por celas à prova de som, onde os garanhões amarrados esperam, e assim começa o período transcendental de monta; soltam os garanhões e jogam dois ou três garanhões por cabeça pra cobrirem elas. Tem alguns que só usam um, quando o garanhão é tão bem analisado que dá conta sozinho, durante um período de 48 horas seguidas. Depois disso, a equipe de enfermeiras verifica o estado das presas; algumas chegam a morrer e outras ficam inválidas com as investidas dos garanhões. E se estiverem em condições, descansam 12 horas e voltam pras celas. para serem novamente montadas por tantos outros garanhões novos ou o mesmo. Depois do período de monta, são levadas para um pavilhão de descanso, onde esperam para saber se engravidaram. Caso contrário, inicia-se um novo tratamento de monta, não sem antes passar pela sala de castigos, suficientemente terrível para que a grande maioria, com medo disso, peça mais horas de monta ou algum garanhão extra. As parturientes recebem um tratamento bem diferente, sem castigos, e suas grandes obrigações são: parir e dar muito leite, pois precisam tanto para a cria quanto para serem ordenhadas e servirem no café da manhã dos diferentes Chefes do Centro. Os filhotes, após três meses, são enviados aos hospitais centrais da Nação. Enquanto isso, as mães começam outro período de gestação. Quanto às novatas, a equipe médica e eu pessoalmente as classificamos. As virgens são extremamente valorizadas. As altas e fortes, como já dissemos, são destinadas à reprodução. As baixas ou feias são designadas para tarefas auxiliares de limpeza, ajuda etc., ou para serem vendidas aos mercadores árabes de escravas que periodicamente as adquirem em um leilão que o Centro realiza a cada seis meses. Normalmente, eu cuido da desvirginização das virgens, e a única concessão que o Centro dá a elas é que, após a perda do hímen, são entregues ao pessoal masculino do Centro, em vez dos garanhões, para que eles se divirtam com elas, destacando que o uso dos animais pelos homens é total, podendo desde castigá-las até estuprá-las quantas vezes quiserem. Normalmente, a recém-estreada é acorrentada em sua cela e, a qualquer hora do dia ou da noite, usada pelos jovens. No primeiro dia, lê-se e entrega-se o ideário do Centro. A internação no Centro é por tempo indeterminado. Sua estadia ali terá como objetivo: receber castigo e engravidar. Desde a marcação, elas deixaram de ter Nome, personalidade e vontade se tornaram animais cujo único propósito é obedecer. A missão é dupla: por um lado, transformar-se em animais submissos e, por outro, reproduzir, para conseguir uma nova raça com a qual nossa nação, em guerra, sonha.
Oferecer seu corpo e, em geral, seus buracos, de forma voluntária e atraente a todo o pessoal do Centro que o exigir, com o fim de satisfazer seus desejos sexuais e, essencialmente, reproduzir. Ter consciência de que seus corpos poderão estar sujeitos aos castigos mais cruéis pela simples vontade e desejo dos funcionários, mesmo que não tenha havido desobediência prévia e sem necessidade de dar explicações de qualquer tipo sobre o motivo pelo qual é castigada. Preparar-se física e psicologicamente para serem montadas pelos garanhões, sabendo que sua obrigação principal é engravidar. Facilitando o trabalho deles durante a monta, jamais atrapalhando ou, menos ainda, negando-se. Sendo valorizada favoravelmente aquela que quiser repetir a sessão ou solicitar mais horas de garanhões. Tanto a tortura diária quanto a circunstancial deverão ser recebidas como uma obrigação normal, com gratidão, por isso evitarão choros, gritos ou súplicas, suportando-as preferencialmente em silêncio. Os castigos, em qualquer parte do corpo que se decida, não terão limitação nem em tempo, qualidade ou quantidade. Higiene diária, depilação total do corpo, especialmente da buceta, procurar mantê-las sempre molhadas e apetitosas para qualquer macho ou matrona que solicite sua presença sexual, pois isso sempre ajudará na reprodução. Por outro lado, enumeram-se os castigos a receber:
1º Chicotadas geralmente na bunda, tetas e vulva.
2º Socos normalmente nas tetas.
3º Suspensões, penduradas, acorrentamentos.
4º Líquido irritante para injetar na buceta e no cu.
5º Chicote elétrico.
6º Pinças, agulhas, injetáveis e perfurações.
7º Sentadas em cavaletes terminados em ângulo.
Para melhor conhecimento do Centro, relatarei o fato da chegada, com o último carregamento, de uma virgem que ficou reservada nos meus aposentos privados. É uma mulatinha, de boa idade, com um rostinho lindo, olhos vivos, esbelta, com o corpo que caracteriza essas jovens: peitos médios, tão altos quanto duríssimos, redondos, com bico rosado ainda não muito saliente, cintura bem fina, uma bunda preciosa, volumosa, empinada, alta, dura, redonda... daquelas que parecem estar pedindo o chicote aos berros, coxas redondas e grossas. Buceta fechadinha, com lábios externos marcados por pelo preto encaracolado. Uma joia, como nunca tinha visto, que assim que lavei, levei ao serviço médico para que a abrissem e me dissessem se era virgem; a confirmação foi uma das minhas maiores alegrias pessoais, que compensa todos os meus esforços neste Centro. O nome verdadeiro dela, que não vou mudar, é Elianneth: vinda de uma província fronteiriça do sul; e não quis nem marcá-la com as outras, só no primeiro dia, quis saber como ela reage ao castigo, coisa importantíssima pra mim, e pra isso chamei o Carrasco Chefe, que ficou impressionado com a jovem de 17 anos.
Colocamos ela em X na sala de tortura, que esvaziamos antes pra que ela não visse nem ouvisse coisas inadequadas pro primeiro dia, e ordenei que ele quase passasse a vara pelo corpo dela; ele fez isso e apalpou a bunda dela, pra começar a conhecer os limites dela com uma série de golpes secos e bem seguidos. — Me explicava o Carrasco Chefe, e eu ouvia em silêncio. — E, meu senhor, pra alegria de nós dois, tive que indicar por sinais que aumentasse a dose, porque ela responde maravilhosamente ao castigo.
Eu não acreditava no que ouvia. Essa operação se chama "tentativa das fêmeas" pra conhecer a resistência delas ao castigo.
— A presa Elianneth recebeu tudo sem mordaça nenhuma e, tirando algumas exclamações e gemidos, passou no teste maravilhosamente. — Continuou me explicando.
Tão morbidamente excitante quanto ver e ouvir o castigo. de uma mulher, ainda mais com uma tão jovem, com um corpo tão perfeito, uma bunda, alta, dura e empinada que se contrai com o zumbido da vara e quando ela se choca numa superfície tão lisa e apetecível, deixando a lembrança de um sulco rosado, enquanto o carrasco aumenta gradualmente o assobio da vara e o estalo numa carne tão fresca, tudo temperado com uns gemidos maravilhosos e umas lágrimas lindas que escorrem pela carinha, uma delícia para os sentidos, uma excitação para qualquer amante do sadomasoquismo.
Tive que me controlar e não quis continuar, pois prefiro cuidar dela e ir aumentando as doses aos poucos, porque estou convencido de que ela vai se tornar algo muito especial. Mas quando a levei para meus aposentos, ela cometeu a loucura de cuspir na minha cara quando eu ia beijá-la, já que nunca nos meus muitos anos tinha recebido essa resposta, passou pela minha cabeça levá-la ao carrasco principal, aos garanhões. Mas refleti e vou dar a ela uma vingança mais estudada, mais lenta e, portanto, mais terrível.
Vou deixá-la dormir como se nada tivesse acontecido. Quando acordar, já avisei a matrona superior para transferi-la para a sala de castigos, e o carrasco chefe, que tem instruções do que fazer com ela.
— Dormiu bem? Olha, tem uma senhora esperando para te levar a um lugar.
Dito isso, a matrona coloca nela as algemas de pulso, tornozeleiras, a coleira de puta, que ela vai usar sempre, e com ela a arrasta até a sala, lá o imponente carrasco de quase dois metros de altura e mais de 100 quilos, a levanta como uma pluma e sem perceber ela está erguida no alto, os braços abertos ao máximo, pendurada pelas argolas das algemas de pulso, as pernas também abertas com um separador e a boca fechada com uma mordaça de bola vermelha. Depois de imobilizada, cobrem seus olhos com uma venda, por minha ordem para que ela não me veja, e com a ajuda da matrona começam a colocar os eletrodos de um aparelho elétrico, o primeiro, dentro daquela bunda bem fechadinha, que o próprio carrasco abre previamente com os dois dedos e a matrona introduz com cuidado lá dentro, enquanto o outro é colocado inicialmente nos mamilos ainda pouco desenvolvidos dela. O carrasco começa a primeira descarga elétrica, que faz ela se contorcer como uma lagartixa. Dá pra sentir o zumbido da mordaça, ela com certeza sentiu uma sensação nova e inesperada, dá pra ver que fez efeito, que percorreu o corpo inteiro dela, que dói — e esse é o nosso objetivo. E isso que é só a primeira. A gente goza pensando no tanto que ainda vem por aí. Agora a conexão dos eletrodos vai pra aqueles lábios vaginais maravilhosos, combinados com o interior do cu. Uma nova descarga faz ela, mesmo bem imobilizada, pular de dor e se retorcer. A gente fica louco de prazer. Peço pro carrasco aumentar a dose, quero ver ela pular. Eu me assusto comigo mesmo, com a vontade de castigar a virgem. Preciso me controlar. Umas pinças tipo jacaré em cada mamilo, e vem a próxima descarga. A cada pulo que a novinha dá, nossas risadas ficam mais altas. Nós três sentimos um prazer imenso com o castigo. Mais e mais, sempre passando pelos mamilos, pelos lábios vaginais, pelo cu. Meia hora de descargas elétricas consecutivas.
— Chega, já deu por hoje. — falei. — Quero guardar ela pra sofrer mais.
O carrasco solta ela, ela cai no chão como um saco, enquanto a matrona joga um balde de água fria nela e a arrasta até o compartimento dela, perto do meu. Foi um salto enorme do castigo do primeiro dia, que ela recebeu tão bem, pra esse de hoje, de segundo grau, com a eletricidade, mas ela quem quis, com a indisciplina dela. Por fora, ela tá impecável, sem marcas de castigo, mas tá meio desmaiada, sem forças nem pra mudar de posição. E isso é só o começo. Jamais vou esquecer que ela é a primeira escrava que se rebela contra mim. Me excitou tanto que só consegui deixar ela descansar por uma hora. Ordenei que anunciassem uma reunião geral de todo o pessoal na sala principal. Lá, a matrona-chefe trouxe a Elianneth. O carrasco a colocou, sem mordaça, no tronco de joelhos, com a cabeça imobilizada e a bunda exposta para todo o pessoal, chefes e fêmeas. O carrasco enfiou uma quantidade enorme de vaselina naquele cuzinho lindo dela, e eu coloquei meu pau bem na entrada. Pedi silêncio e, com uma estocada forte, enfiei até o talo.
— Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. — Ela gritou.
Deixei ela assim por uns momentos, e comecei a meter e tirar, acompanhado de gritos desesperados de dor da parte da virgemzinha, até depositar todo meu leite quente lá dentro.
— Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Tirei o membro enquanto o carrasco, sem mais preparo, enfiou fundo um consolador enorme até o cabo. Tanto ele quanto meu pau ficaram manchados de sangue daquele cuzinho lindo que acabara de ser arrombado.
— Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai. — Ela se queixava.
Em meio a sussurros e aplausos dos presentes, ele colocou um adesivo para o objeto não sair. Quatro matronas, duas pelas axilas e duas pelas pernas, viraram ela, levantando e colocando-a de bruços, bem em cima de mim, que estava deitado no chão, até posicionar a bucetinha dela em cima do meu pau. Nesse momento, o carrasco-chefe se aproximou com o ferro em brasa da marca do Centro, pressionou contra a bunda da garota, e ela, com a dor, se empurrou para baixo, cravando-se no meu pau.
— Haaaaaaaaaaaaaaaaaa. — Ela gritou.
Depois de empalada assim, ela não conseguia mais se mexer, e seus gritos ficavam cada vez mais fracos, pois não tinha mais forças nem para isso, abafados pelo clamor geral e pelos aplausos dos presentes.
— Ha, ha, haaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaai, ha, ha, hã, hã, hã, Haaaaaaaaaaaaaaai, hã, hã, hã, hã, hã, haaaaaaaaaaaaaaaai, hã, hã, hã, hã, hã, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaai, hã, hã, hã, hã, hã, hã, hã, hã, hã, hã, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaai.
Acho que fui um exemplo completo pros funcionários sobre como tratar o gado e, principalmente, quando uma fêmea sai da linha, pra elas saberem as consequências de quebrar as regras, que eu sempre resumo em três: obediência, submissão e ficar prenha. Mandei levarem ela pros aposentos, onde deixei descansar umas horas, porque ela mal conseguia ficar de pé. Depois de um tempo, levamos ela pra sala dos garanhões, que tão presos por argolas na parede. Colocamos ela de joelhos pra ajudar na ordenha que fazemos neles depois do trabalho. Enfiamos na boca dela a primeira cock imensa, com um diâmetro quase maior que a boca dela, e a matrona, vendo que ela não chupava, empurrou até quase sufocar ela com a cock na garganta. Como a menina não é burra, logo entendeu o que tinha que fazer e, sem muita graça, começou a chupar, enquanto o garanhão urrava de prazer. Tiraram a cock dela, e a matrona ordenhou ele na mão, guardando o cum dele pra uma nova inseminação artificial. Do mesmo jeito, ela chupou os nove garanhões que estavam descansando naquele momento, e todos foram ordenhados. Por um lado, meu desejo seria soltar um garanhão nela, mas com certeza mataria ela, então vamos deixar esse prazer imenso pra mais tarde. Por enquanto, essa peça tão cobiçada, vou ceder pro pessoal do Centro, que bem merece. Dito isso, chamo o Diretor médico e entrego o tesouro pra ele, com a condição de que monte nela quantas vezes quiser e depois ela fique fixa como objeto de uso sexual. E depois disso, eu compraria ela pra mim.
Fim…
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