Não sei o que tá rolando com meu filho, ele tá me levando à loucura, nunca imaginei que ia cair tão baixo, mas pensando bem, eu também tenho um pouco de culpa no que tá acontecendo com a gente. Como é que dá pra ser feliz assim? No final, tudo terminou muito mal e por isso ele tá afundado no fracasso igual a mim, mas o que os outros não sabem é que nós dois curtimos isso. Ele curte ser um puta viadinho, um perdedor como meu marido fala, e eu curto ser uma esposa puta e ainda mais uma mãe que se submete aos desejos doentios do filho. Não me arrependo de onde isso tudo me levou, pelo contrário, mas é melhor começar pelo começo. Tudo começou no ensino médio. Oscarcito é o filho mimado por mim, ele sempre foi muito delicadinho. Meu marido sempre esteve muito ausente, quase sempre fazendo negócios e viajando pra todo lado. Isso fez com que nossa relação de mãe e filho fosse muito intensa, e assim Oscarcito foi se identificando muito comigo. Já no ensino médio, ele era um garoto desajeitado e eu não percebia que os hormônios dele não se desenvolviam como os de um homem. Ficava preocupada por ele não ter namorada e, quase no fim dos estudos, foi quando começou o inesperado. German se tornou um problema. Ele era um dos colegas de escola que vinha em casa de vez em quando. Esse sim, os hormônios estavam a mil e, claro, percebi na hora como ele me olhava com desejo, aquele desejo que a gente, mulher, conhece muito bem. Fazia anos que meu marido não me olhava mais assim. O que não me agradava em German era como ele tratava Oscar, e isso foi crescendo dentro de mim aos poucos. Oscar começou a me confessar como German o perturbava na escola. Era evidente que ele não aguentava mais, embora eu insistisse pra ele só se afastar de German. Era algo que Oscar não conseguia fazer, ele sempre acabava sendo ridicularizado por German. Foi assim que fiquei sabendo que German se gabava de ser um grande canalha. Oscar me contava as aventuras que ele tinha tido no bairro dele, até com algumas mulheres. casadas e como ele zoava os caras que ele tinha corneado, não dava pra acreditar que uma mulher casada podia ser presa de um moleque, alguma coisa boa o german devia ter entre as pernas, segundo o oscar, o german tinha fama de ser muito safado e por isso todos os amigos admiravam ele, tudo foi muito rápido, não tinha tarde que o oscar não me contasse as coisas que o german fazia com ele, então resolvi pegar o touro pelos chifres, tava cansada de ouvir meu filho reclamar daquele pivete arrogante e falei pro oscar
Agora mesmo vou falar com ele, isso tem que acabar.
Oscar não chupa, não vai, vai ser pior.
Não me diz o que eu tenho que fazer.
Oscar, beleza, tudo bem, mas pelo menos não vai vestida desse jeito.
Por que não? Cê acha que esse pivete pode fazer alguma coisa contra mim?
Oscar, claro que acredito, depois não vem me dizer que não te avisei.
Peguei minha bolsa e fui embora, pouco me importei com meu decote e meu vestido curto, pelo contrário, que o Germán me visse como uma mulher gostosa tornava mais fácil convencê-lo a parar de encher o saco do Oscarcito. Cheguei na casa dele, que parecia uma casa abandonada, bati na porta e lá apareceu o pai dele, com um short sujo e de camiseta. Falei que queria falar com o filho dele e ele mandou eu entrar. Assim que entrei, me fez sentar num futon velho.
Padre, o que que tá rolando com o German?
Queria falar sério com ele, é sobre meu filho.
Padre, qual é o problema que eles têm entre si?
É isso que eu quero saber também. O German fica enchendo o saco dele no colégio, e é isso que me intriga. Ele não é um desconhecido, já veio aqui em casa várias vezes.
Padre e o filho dele é o Oscar?
Isso mesmo, meu filho é o Oscarcito.
Padre, agora tô entendendo, mas não seria melhor falar comigo primeiro?
Você pode resolver isso?
Percebi que aquele homem não parava de olhar pros meus peitos do mesmo jeito que o filho dele olhava. Num momento, notei como o volume do short dele tinha crescido, e olha, fiquei impressionada com o tamanho daquela protuberância.
Padre, claro que posso resolver isso, mas você devia me dar algo em troca. Que tal a gente fazer um trato?
Cada vez ele tava mais perto de mim e quando falou isso, começou a acariciar minha perna.
Ah, não sei, qual seria esse trato? Tô ficando com um pouco de medo, ah não, por favor não, eu não vim pra isso.
Já tava em cima de mim agora acariciando meus peitos, tudo era muito confuso pra mim, por um lado me sentia humilhada, mas ao mesmo tempo me sentia muito molhada, e mais ainda quando ele tirou o pau do short, a verdade é que era o dobro do do meu marido, tanto de comprido quanto de grosso.
Ei, não, não, você se enganou, não, não.
Ele se levantou e enfiou aquela pica enorme na minha cara.
Padre, dá logo, sua puta, chupa ele, se fizer direito o German nunca mais vai te encher o saco.
Essa coisa não cabe na minha boca ahhh ahhh ahhh
Tava difícil pra caralho engolir aquela pica toda, não acreditava que tava chupando a pica de um estranho, sendo que isso eu não fazia nem com meu marido, mas eu tava fazendo e o pior é que tava gostando, ele percebeu e tirou a mão da minha cabeça.
Padre, vê só como entra, tu pode ser putinha, continua assim, agora já conheceu um macho de verdade.
Não conseguia responder pra aquela besta, só continuei chupando a pica dele sem me importar com o que ele falava, já era hora de ter uma boa foda. Sem perceber, me vi com a boca cheia de porra dele, pela primeira vez na vida um homem tinha gozado na minha boca. Senti nojo, mas ao mesmo tempo, ao ver a cara de satisfação do macho, me entreguei a ele e obedeci. Engoli tudo que consegui, e ele enfiou de novo pra eu chupar mais um pouco. Na minha boca não cabia mais da metade daquela pica linda. Aí tive um desejo incontrolável de sentir ela dentro de mim, de verdade queria que ele me partisse ao meio. Tirei a boca e falei pra ele: "Mete na minha pussy".
Se o teu filho não vai mais encher o saco do Oscar, enfia tudo pra dentro.
Me deito no futon e, sem dizer nada, ele puxou minha tanga e enterrou o pau em mim. Usa a palavra: buceta. Foi uma explosão de prazer e dor, nunca tinha sido comida assim na minha vida e, mesmo me contorcendo de dor, eu adorava. Aquele pau tinha tomado conta do meu corpo e da minha mente, não conseguia parar de gemer até ter um orgasmo. Foi uma loucura, quase nunca gozava com meu marido. O nojento e sujo pai do inimigo do meu filho estava me partindo ao meio e isso era o que menos me importava naquele momento. Nem percebi quando senti um pau na minha cara, era o German parado do meu lado, me ordenando que chupasse ele. Minha loucura me fez fazer isso. Ele tem um pau igualzinho ao do pai. Ali estava eu, gozando, jogada num futon sujo, sendo comida como uma verdadeira puta, e o pior é que não queria que aquilo acabasse. O pai gozou dentro de mim, me elogiando, dizendo que eu era uma boa puta, enquanto o German disse.
Germano, sai daí, véio. Agora é minha vez.
Eu tava com o pau dele na boca e naquele momento só queria sentir aquele pau tomando conta da minha buceta. Ter o cara por cima de mim me comendo com fúria me fazia sentir mais viva do que nunca, naquele momento o prazer me inundava, finalmente senti aquela dor da primeira vez. Tive outro orgasmo de novo, era incrível o que eu tava vivendo, dois orgasmos no mesmo ato, me sentia no céu e queria mais.
Me come, seu filho da puta, tira essa vontade, seu filho da puta, o que você tá esperandooo, me parte no meiodo, ahhh ahhh ahhhh
Me sentia poderosa, ia mostrar pra aquele cara do que sou capaz, e olha se não fiz acontecer. Ele gozou dentro de mim e eu pedia mais, tava desafiando ele. A verdade é que nem me reconhecia, o grande macho não conseguia me dominar. Terminamos de trepar, os dois exaustos, o pai tinha sumido, e aí eu falei pra ele.
Agora você tá satisfeita, sempre quis me comer, conseguiu. Agora, se quiser continuar me comendo, tem que parar de encher o saco do Oscarcito.
German, a verdade é que você me comeu. De agora em diante, Oscar vai ser meu melhor amigo. Mais ainda, ele tá afim de uma mina e vou dar uma força pra ele. Quem tá atrás dela que se esqueça pra sempre.
Então te espero esse sábado em casa?
German, de tu casa ninguém me tira.
Desde aquela tarde, minha vida mudou pra sempre. Oscar começou a namorar a Adriana, e o Germão passou a ser meu macho — mas isso já é outra história.
Agora mesmo vou falar com ele, isso tem que acabar.
Oscar não chupa, não vai, vai ser pior.
Não me diz o que eu tenho que fazer.
Oscar, beleza, tudo bem, mas pelo menos não vai vestida desse jeito.
Por que não? Cê acha que esse pivete pode fazer alguma coisa contra mim?
Oscar, claro que acredito, depois não vem me dizer que não te avisei.
Peguei minha bolsa e fui embora, pouco me importei com meu decote e meu vestido curto, pelo contrário, que o Germán me visse como uma mulher gostosa tornava mais fácil convencê-lo a parar de encher o saco do Oscarcito. Cheguei na casa dele, que parecia uma casa abandonada, bati na porta e lá apareceu o pai dele, com um short sujo e de camiseta. Falei que queria falar com o filho dele e ele mandou eu entrar. Assim que entrei, me fez sentar num futon velho.
Padre, o que que tá rolando com o German?
Queria falar sério com ele, é sobre meu filho.
Padre, qual é o problema que eles têm entre si?
É isso que eu quero saber também. O German fica enchendo o saco dele no colégio, e é isso que me intriga. Ele não é um desconhecido, já veio aqui em casa várias vezes.
Padre e o filho dele é o Oscar?
Isso mesmo, meu filho é o Oscarcito.
Padre, agora tô entendendo, mas não seria melhor falar comigo primeiro?
Você pode resolver isso?
Percebi que aquele homem não parava de olhar pros meus peitos do mesmo jeito que o filho dele olhava. Num momento, notei como o volume do short dele tinha crescido, e olha, fiquei impressionada com o tamanho daquela protuberância.
Padre, claro que posso resolver isso, mas você devia me dar algo em troca. Que tal a gente fazer um trato?
Cada vez ele tava mais perto de mim e quando falou isso, começou a acariciar minha perna.
Ah, não sei, qual seria esse trato? Tô ficando com um pouco de medo, ah não, por favor não, eu não vim pra isso.
Já tava em cima de mim agora acariciando meus peitos, tudo era muito confuso pra mim, por um lado me sentia humilhada, mas ao mesmo tempo me sentia muito molhada, e mais ainda quando ele tirou o pau do short, a verdade é que era o dobro do do meu marido, tanto de comprido quanto de grosso.
Ei, não, não, você se enganou, não, não.
Ele se levantou e enfiou aquela pica enorme na minha cara.
Padre, dá logo, sua puta, chupa ele, se fizer direito o German nunca mais vai te encher o saco.
Essa coisa não cabe na minha boca ahhh ahhh ahhh
Tava difícil pra caralho engolir aquela pica toda, não acreditava que tava chupando a pica de um estranho, sendo que isso eu não fazia nem com meu marido, mas eu tava fazendo e o pior é que tava gostando, ele percebeu e tirou a mão da minha cabeça.
Padre, vê só como entra, tu pode ser putinha, continua assim, agora já conheceu um macho de verdade.
Não conseguia responder pra aquela besta, só continuei chupando a pica dele sem me importar com o que ele falava, já era hora de ter uma boa foda. Sem perceber, me vi com a boca cheia de porra dele, pela primeira vez na vida um homem tinha gozado na minha boca. Senti nojo, mas ao mesmo tempo, ao ver a cara de satisfação do macho, me entreguei a ele e obedeci. Engoli tudo que consegui, e ele enfiou de novo pra eu chupar mais um pouco. Na minha boca não cabia mais da metade daquela pica linda. Aí tive um desejo incontrolável de sentir ela dentro de mim, de verdade queria que ele me partisse ao meio. Tirei a boca e falei pra ele: "Mete na minha pussy".
Se o teu filho não vai mais encher o saco do Oscar, enfia tudo pra dentro.
Me deito no futon e, sem dizer nada, ele puxou minha tanga e enterrou o pau em mim. Usa a palavra: buceta. Foi uma explosão de prazer e dor, nunca tinha sido comida assim na minha vida e, mesmo me contorcendo de dor, eu adorava. Aquele pau tinha tomado conta do meu corpo e da minha mente, não conseguia parar de gemer até ter um orgasmo. Foi uma loucura, quase nunca gozava com meu marido. O nojento e sujo pai do inimigo do meu filho estava me partindo ao meio e isso era o que menos me importava naquele momento. Nem percebi quando senti um pau na minha cara, era o German parado do meu lado, me ordenando que chupasse ele. Minha loucura me fez fazer isso. Ele tem um pau igualzinho ao do pai. Ali estava eu, gozando, jogada num futon sujo, sendo comida como uma verdadeira puta, e o pior é que não queria que aquilo acabasse. O pai gozou dentro de mim, me elogiando, dizendo que eu era uma boa puta, enquanto o German disse.
Germano, sai daí, véio. Agora é minha vez.
Eu tava com o pau dele na boca e naquele momento só queria sentir aquele pau tomando conta da minha buceta. Ter o cara por cima de mim me comendo com fúria me fazia sentir mais viva do que nunca, naquele momento o prazer me inundava, finalmente senti aquela dor da primeira vez. Tive outro orgasmo de novo, era incrível o que eu tava vivendo, dois orgasmos no mesmo ato, me sentia no céu e queria mais.
Me come, seu filho da puta, tira essa vontade, seu filho da puta, o que você tá esperandooo, me parte no meiodo, ahhh ahhh ahhhh
Me sentia poderosa, ia mostrar pra aquele cara do que sou capaz, e olha se não fiz acontecer. Ele gozou dentro de mim e eu pedia mais, tava desafiando ele. A verdade é que nem me reconhecia, o grande macho não conseguia me dominar. Terminamos de trepar, os dois exaustos, o pai tinha sumido, e aí eu falei pra ele.
Agora você tá satisfeita, sempre quis me comer, conseguiu. Agora, se quiser continuar me comendo, tem que parar de encher o saco do Oscarcito.
German, a verdade é que você me comeu. De agora em diante, Oscar vai ser meu melhor amigo. Mais ainda, ele tá afim de uma mina e vou dar uma força pra ele. Quem tá atrás dela que se esqueça pra sempre.
Então te espero esse sábado em casa?
German, de tu casa ninguém me tira.
Desde aquela tarde, minha vida mudou pra sempre. Oscar começou a namorar a Adriana, e o Germão passou a ser meu macho — mas isso já é outra história.
3 comentários - Por culpa do meu filho virei uma puta