Ashley [Parte 10]: Comendo a mãe (Real) (fotos)

FALA ASHLEY (Relatado em primeira pessoa)ASHLEY 10: O segredo mais bem guardado é reveladoINTRODUÇÃO

Os acontecimentos relatados a seguir são reais, os nomes dos personagens foram alterados para proteger suas identidades. Vale dizer que este relato foi retocado pela escritora Anig.


A DECLARAÇÃO DA ZUZUKI

Já tinha passado uma semana desde a festa inesquecível dos políticos no hotel Dann. Clarent tinha voltado pra casa com o senhor Temístocles, o marido dela. Ela tava decidida a se divorciar, mas ainda não tinha contado pra ele; parecia que tava fazendo uns esquemas financeiros pra ficar com a maior grana possível. Obviamente, a atitude dela com o marido tinha mudado pra caralho. Por outro lado, a jovem Natalia Buendía ainda não tinha encarado o irmão dela. Tava esperando a Clarent fazer todos os movimentos dela; elas tinham combinado de enfrentar esses no mesmo dia. Enquanto isso, em casa, a gente ainda não tinha decidido a seleção da nova garota do serviço.

Aquele dia era sábado, eu tava indo com meu irmão Zuzuki no carro dele, ele tava dirigindo enquanto eu olhava pela janela pensando nas mudanças que tinham acontecido na minha vida nos últimos dias. A gente tava indo pro sítio pra supervisionar os negócios secretos do nosso pai: o senhor Alonso.
Eu tava com meu camuflado de sempre, suéter preto e boné; o Zuzuki tava bem vestido, estilo clássico, e naquele momento ele interrompeu minha meditação: “Ei!!, você tá bem quieta”
Olhei pra ele enquanto respondi “Não é nada, só pensando nas coisas que aconteceram com a gente ultimamente”
Ele responde “Tá falando do Clarent, da Natalia e da Janeth?”


Ashley [Parte 10]: Comendo a mãe (Real) (fotos)


Fiquei em silêncio por um momento, aumentei a potência do ar-condicionado e fechei os olhos, enquanto meu irmão continuava dirigindo...

Não sei em que momento eu dormi, a viagem era longa, pela estrada que vai de Cartagena a Barranquilla, beirando o mar. De repente, meu irmão me acordou com um carinho na bochecha enquanto falava baixinho, bem perto do meu rosto: “Dorminhoca, acorda... Chegamos!”
Ainda sonolenta, olhei ao redor e percebi que não tínhamos chegado ao sítio. Perguntei: “Onde você me trouxe?”
Ainda estávamos no carro, e ele disse: “Achei que você andava meio estressada esses dias. Clarent não responde nossas mensagens, Janeth também não atende o celular, e a Natalia não quer falar com a gente... Então hoje quero pensar em coisas que não sejam problemas, e por isso te trouxe aqui, pra relaxar.” Enquanto isso, me deu um sorriso lindo. Esse menino estava me fazendo apaixonar!...


Romance


Quando vi bem o lugar, soube que ele tinha me levado pra um hotel, daqueles que ficam à beira da estrada, bem elegante. Então perguntei: “O que você pretende fazer? Tá me dizendo que quer continuar com a nossa relação?”

Meu irmão responde: “Não quero que você veja isso como um compromisso, mas sim como uma relação especial de amor entre irmãos.”

Eu disse: “Adoraria ter uma relação séria com você, ficaria muito feliz se fosse meu namorado, mas no meio do caminho temos nossos pais, e ainda nossas irmãs!”

Ele me diz: “Se ao menos você não pensasse neles por um momento... Olha! Estamos sozinhos aqui, na entrada de um hotel onde podemos aproveitar à vontade nossos desejos e prazeres.”

Então falei: “Se a gente fizer isso, vou dar o meu melhor pra ser sua namorada de verdade. Não quero ser só o consolo de cama do meu próprio irmão.”

Meu irmão me olha, e depois olha pro hotel enquanto aperta o volante com as mãos, sem fazer nada, só pensando, matutando como se estivesse em silêncio, tentando encontrar uma resposta. Ele disse então: “Quero que você tenha uma tarde inesquecível. Hoje queria fazer amor com você. Não como das outras vezes. Todas as vezes anteriores foram só sexo, sem amor, mas hoje quero me dar uma chance, como uma fuga de...”

Meu irmão de repente ficou em silêncio, como se fosse me dizer algo mas se segurou. Então falei: “Se você quer ter essa chance, pode ter, mas vai ter que ser honesto comigo. Transar com você é incrível, todos esses orgasmos que você me arranca, não sei como você faz!, mas me tem muito viciada e me assusta ser só sua boneca sexual. Você me tem completamente atraída pelo seu pau!!, não percebeu?”

Zuzuki ficou pensando, depois diz: “Sinto muito por isso, desculpa, não devia ter te trazido aqui!”

Nesse momento ele ia dar ré, e eu segurei a mão dele no câmbio do carro, impedindo que ele ligasse o motor. Falei com voz doce: “Eu também quero uma...” oportunidade, mas não nessa vida bagunçada que a gente tá levando, transando com a Janeth, o Clarent, a Natália, não, assim não. Eu te peço honestidade, amor.


mae


Ele me olha enquanto segura minha mão: "Eu gosto de sexo, tirar orgasmos das garotas... mas... quando o assunto é amor, eu me cago. Nesse momento, não posso me apaixonar por ninguém, meu coração tá preso num dilema com alguém que é supostamente proibido pra mim e, mesmo assim, me faz sentir coisas!"
Essa declaração sincera do meu irmão Zuzuki me pegou de surpresa. Perguntei: "Você tá apaixonado por alguém da família?"
Ele solta minha mão enquanto balança a cabeça, confirmando que sim.


incesto


Meu irmão Zuzuki tinha me confessado que estava apaixonado por alguém da família. Na época, eu já desconfiava que ele tinha um caso incestuoso com nossa irmã Anig (Gina). Por outro lado, ele também tinha cometido incesto com nossa mãe, mas ele não sabia que nossa mãe Karoll tinha me contado tudo dias atrás...

Então eu perguntei: "Quer falar sobre isso?"

Por um momento, ele pareceu se despedaçar, os olhos encheram de lágrimas, e ele disse: "Me sinto preso numa relação vergonhosa. Eu gosto de sexo, de transar, mas não sei por que fiz isso com ela. Não consegui dizer não, era como se algo invisível tivesse me envolvido, me dominado."

Com aquela frase, fiquei confusa e perguntei: "De quem você está falando?"

Ele olhou pela janela, do outro lado, como se não quisesse que eu visse ele chorando, e disse: "Estou apaixonado pela minha irmã Anig, mas ela é minha irmã! E perante a sociedade, não posso ter nada com ela. Quero tirar ela do meu coração, mas não consigo!"

As palavras dele foram profundas. Eu perguntei: "Como assim sua irmã te dominou? Como se você não tivesse conseguido dizer não?"

Ele respondeu: "Quando digo que senti que fui dominado, não estou falando da Anig... estou falando de outra pessoa: da nossa mãe Karoll.


Mae e filho


Naquele momento, meu irmão Zuzuki começa a me contar a história que ele teve com a nossa mãe...Abaixo, escrevo nas palavras do meu irmão Zuzuki, como se ele estivesse contando pra alguém que não fosse eu:................................................................................FALA ZUZUKI (Escrito em primeira pessoa pela Ashley e composto pelo Anig)

O COMEÇO DE UMA RELAÇÃO ENTRE UMA MÃE E SEU FILHO

Tudo começou há anos, quando eu ainda era um moleque...
Desde muito pequeno, minha mãe Karoll sempre foi muito atenciosa com a gente: Anig, Zahia, Ashley e eu. Naquela época, a Tania ainda não tinha nascido. Eu era só um garoto, meu pai parecia bem ocupado com o trabalho dele, enquanto minha mãe ficava sozinha com a gente na maioria das vezes. Ela se consolava comigo, talvez por eu ser o filho mais velho, e me dizia um monte de coisas, como se eu pudesse entender tudo o que ela falava... Eu só ficava olhando pra ela e do lado dela. Toda vez que meu pai não voltava pra casa por causa dos negócios dele em Medellín, ou na fazenda que a gente tem perto de Barranquilla, minha mãe dormia comigo, enquanto minhas irmãs iam dormir nos quartos delas. Foi assim que me acostumei a acompanhar ela todas as noites que ela ficava sozinha.


Conforme fui crescendo... No fim de 2004, no dia do meu aniversário de 18 anos, tudo estava perfeito. Tinha convidados, muitos amigos da escola apareceram, mas duas pessoas estavam ausentes: a Ashley e meu pai. Naquele dia, era a semifinal da minha irmã Ashley no torneio de taekwondo que rolava em Barranquilla, e meu pai a levou pra luta. Ele tinha planejado voltar no mesmo dia, mas a luta atrasou, e ele ficou com a minha irmã Ashley pra voltar no dia seguinte de manhã cedo.

Ashley [Parte 10]: Comendo a mãe (Real) (fotos)

Então minha mãe ficou sozinha naquele dia, nessa época minha irmã Tânia já tinha nascido e naquele dia do meu aniversário ela foi cuidada pela minha irmã Anig no quarto dela. Durante a noite, aconteceu algo incrível...

Depois que minha festa de aniversário acabou, deitei com minha mãe, igual quando eu era pequeno. As luzes estavam apagadas, ela estava de camisola, que é meio transparente e tem duas peças: uma blusa e uma bermuda larga bem confortável. Dava pra ver o sutiã e a calcinha através da roupa de dormir dela.

Romance

Naquela noite ela parecia desconfortável, eu estava do lado dela, no meio da escuridão falei: "Mãe, o que você tem? Não consegue dormir? Será que estou te incomodando? Se quiser, vou pro meu quarto."
Ela respondeu: "Não, não se preocupa." Depois sentou na cama e acendeu o abajur da mesinha de cabeceira, enquanto arrumava o cabelo num coque, me disse: "Às vezes eu acho que seu pai me negligencia, eu ainda sou jovem, faz 15 dias que foi meu aniversário de 34 anos e seu pai parece não ligar pra isso."
Eu disse, como pra consolar: "Não se preocupa, ele tá com a Ashley em Barranquilla, lutando a semi-final, queria ter ido ver ela lutar."
Ela respondeu: "Lembra que a Tânia é pequena, e tá com tosse, o médico disse que o ar do ambiente faz mal pra ela, não podemos levar ela pra esse evento, e além disso era seu aniversário de 18 anos." No final da frase, ela sorriu pra mim. Eu sentei na beira da cama dela, do lado dela. Aí ela levantou da cama e pegou um creme de massagem, voltou e sentou do meu lado, então me disse: "Olha, passa esse creme nas minhas costas, sinto que os músculos tão meio moídos, anteontem comecei uma rotina nova de exercícios na academia e isso me deixou com dores nas costas.


Ela abaixou um pouco a blusa, deixando eu ver aquela costa linda dela, soltou o sutiã sem tirar pra deixar as costas livres. Comecei a massagem, ela sentada e eu atrás dela, na cama.

mae

Enquanto passava o creme nas costas dela, por um momento pensei em como minha mãe era gostosa. Era uma mulher de família boa, estudada, bem-sucedida no trabalho, inteligente. Baixei um pouco a blusa dela pra espalhar melhor o creme, sem perceber, continuei pensando nela... Naquela época, não tinha nenhuma mina no horizonte, fazia meses que tinha terminado com minha ex-namorada. O corpo da minha mãe parecia com o da minha ex, mas obviamente o da minha mãe era de uma mulherão: Uma senhora elegante de 34 anos, magra, rosto bonito, cabelo liso preto e sobrancelhas grossas, a pele dela era cheia de pelinhos pretos em quase todo o corpo. Era tipo a versão adulta da minha irmãzinha Anig. Passava um tempão depilando as pernas toda semana.

incesto

Mae e filho


Naquele dia, no quarto escuro, iluminado só pela luz fraca do abajur, a gente tava sentado na cama, eu passava o creme nas costas dela... ela quase com a camisola toda pra baixo, deixando eu esfregar a pele nua dela, era macia, fina, gostosa, sei lá em que merda eu tava pensando quando percebi que meu pau ficou duro...

Naquele momento, parei de massagear ela e me joguei na cama ao lado. Ela me olhou e disse com uma voz doce: “O que foi? Não quer mais massagear minhas costas? Ainda tô sentindo dor, não quer mais me ajudar?”
Respondi meio sem graça: “Quero sim, mãe, mas é que me senti estranho.”
Ela sorriu e perguntou: “Estranho com o quê? Você tá se sentindo mal?”
Aí eu falei: “Não, não é isso. Só me senti , só isso.”
Ela, como se adivinhasse minha excitação: “Ahh, entendi.” Deixou escapar um sorriso enquanto continuava: “Acho que você precisa arrumar uma namorada. Não fique se sentindo mal, é normal um garoto da sua idade ter essas sensações.”





Olhei pro lado meio sem graça, ela falou pra me acalmar: "Você sabe que a gente não é uma família igual às outras que você conheceu. Seu pai é uma pessoa importante nesta cidade, é conhecido de muita gente poderosa, e por isso a gente evita que você saia por aí se misturando com qualquer um. Nossa segurança é o mais importante. Eu também queria sair pra dar um passeio, sem seguranças nem nada, sair pra caminhar com seu pai como os casais normais fazem, mas não dá. Por isso te entendo, nossas relações sociais são muito limitadas, e talvez por isso você não tenha tido tantas namoradas quanto os outros garotos da sua idade. Você é muito simpático, muito bonito, eu sei que qualquer garota da sua idade ficaria mais que feliz em sair com um rapaz tão gostoso quanto você."
As palavras dela me animaram, então falei: "Te amo muito, me dá vergonha sentir essas sensações estranhas, ainda mais agora que a gente tá sozinho e eu tô passando o creme em você.


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Ela sorriu e disse, se acomodando ao meu lado, sem arrumar a camisola de dormir: "Quer falar dessas sensações? Vamos falar, hoje quero ser sua amiga."
Ela se deita na cama, ao meu lado, e eu me virei de lado para olhar pra ela. Minha mãe era realmente linda pra caralho, as curvas espetaculares dela chamavam muita atenção. Eu disse: "Essa sensação de agora há pouco é tipo umas correntes que saem, fluem pelo meu corpo todo, me dão um calor, e me fazem..." Eu me segurei pra não falar que me excitava pra caramba, ela só disse: "Termina sua frase."
Tomei um pouco de ar pra falar: "E me deixam estranho," olhando pro volume que ainda tinha entre minhas pernas. Ela olhou com um sorriso de surpresa e disse: "Não se sinta mal, isso é normal. O que acontece é que não é uma conversa que se tenha em público, mas todas as mães falam disso com seus filhos.


Romance

Depois ela se ajeitou, sentou na cama de pernas cruzadas, o cabelo solto balançando com a brisa leve do ar-condicionado, tava uma gostosa. Falou num tom calmo: “Fica deitado de barriga pra cima, vou te dar uma massagem no corpo todo, fecha os olhos e vai me falando o que cê tá sentindo.”

mae


Naquela época, eu tinha acabado de fazer 18 anos. Achei aquele massagem meio estranha enquanto a gente falava sobre ereções, mas beleza, continuei como se estivesse enfeitiçado pelos carinhos da minha mãe. Sendo sincero, eu a achava linda, em alguns momentos senti vontade de desejá-la como mulher, mas ao mesmo tempo sabia que ela era minha mãe. Apesar da beleza dela e acima de qualquer sensação erótica, eu tinha que cuidar dela, e não queria estragar aquele momento de carinho que estávamos tendo.
Não acho que sou o único a admitir, com sinceridade, que um filho pode sentir atração pela própria mãe. Em algum momento da vida, todos nós já sentimos essas sensações pela nossa mãe — esse era o meu caso naquela noite. Não é o socialmente correto, mas, sendo sincero, é assim mesmo!


incesto


Fechei os olhos e ela me massageava, eu estava de cueca: Ela acariciou meu peito, braços, abdômen, pernas... tudo suavemente, delicadamente, o sono tinha ido embora. Era meia-noite.
Por um momento senti aquele prazer maravilhoso de ser tocado com suavidade pelas mãos delicadas de uma mulher, as mãos dela percorriam meu corpo devagar, cada músculo meu era tocado pelas mãos dela...


Mae e filho

Enquanto eu continuava de olhos fechados, ela passava aquela creme gostosa no meu abdômen, dando uma atenção especial pra região abaixo do umbigo. Eu não falava nada, só curtia de olhos fechados, as mãos delicadas dela subiam e desciam pelo meu abdômen: subiam até meu umbigo e desciam até pressionar minha cueca, como se fosse baixando um pouco, tudo de um jeito disfarçado.

Ashley [Parte 10]: Comendo a mãe (Real) (fotos)

Eu continuava de olhos fechados enquanto minhas emoções começavam a voar, dentro de mim eu dizia ...
Mas ela me perguntava “O que você está sentindo? Não abre os olhos, não vai abrir. Só me diz o que está sentindo”
Eu disse “Sinto correntes subindo e descendo pelo meu corpo todo”
Ela continuava me acariciando do mesmo jeito, em alguns momentos senti que as massagens dela chegavam até a base do meu pau, ele estava duríssimo, ela disse com calma “Essa massagem fica entre nós, como um segredo bem íntimo entre nós dois. Seu pai não pode saber que a gente se massageia desse jeito. Não me fala nada, só fecha os olhos e aproveita”


Naquele momento, minha mente debatia entre o que era certo e minhas emoções, uma batalha interna diante daquelas sensações tão gostosas que eu estava sentindo através das mãos suaves da minha mãe. Minha pica estava dura, ereta, e minha mãe sabia disso perfeitamente. A gente tava brincando com fogo, e os dois estavam consentindo. Os movimentos das mãos dela perto da minha entreperna e o som da respiração acelerada me indicavam que ela tava considerando na mente dela a possibilidade de o próprio filho.

Romance


Sem abrir os olhos, balancei a cabeça pra mostrar que , ela então me disse “Quero que hoje você seja meu acompanhante, aquele que não me deixa sentir sozinha, pense em mim como uma amiga”
Eu então disse “Mãe, se eu pensar em você como uma que me acaricia desse jeito, acabaria fazendo com essa
Ao terminar minha frase, ouvi um sorriso leve nela, me fez sentir muita confiança no que a gente tava fazendo...


AUMENTANDO O NÍVEL DE LUXÚRIA: A FRICÇÃO SEXUAL MÁXIMA

Naquele momento, uma corrente elétrica forte percorreu tudo dentro de mim, da cabeça aos pés, o pau ficou duro pra caralho. Senti um de excitação, mas fiquei parado, esperando pra ver onde aquilo ia dar.
Ela me disse: “Nunca esteve com uma mulher?”
As mãos dela acariciavam meu abdômen até minhas pernas, com força, quase puxando minha cueca pra baixo quando as mãos deslizavam de cima pra baixo, enquanto que quando as mãos subiam de baixo pra cima, eu não sentia ela puxar a cueca, tudo muito disfarçado, enquanto ela dizia: “Vejo que você já está crescidinho, e já tem idade pra ficar com uma mulher...”


mae

Apressei, respondi como se ela tivesse me feito uma pergunta, erro típico de novato: “Não, ainda não fiquei com nenhuma mulher”
Ela disse “Vou aumentar essas correntes que você tá sentindo um pouco mais, fica quieto e não olha”
Meu pau, que já naquela época tinha o tamanho que tem hoje, tava duro igual pedra.


Eu continuava de olhos fechados, senti que minha cueca tinha descido um pouco com as massagens que minha mãe Karoll estava me dando. Depois senti beijos abaixo do meu umbigo, suaves, carinhosos, lentos e muito gostosos. Senti as bochechas da minha mãe roçarem no meu pau enquanto ela beijava meu abdômen, dava pra sentir as bochechas dela no meu membro e isso me deixou super excitado.

Meu pau ainda virgem estava prestes a explodir, minha mãe com muita ternura levou os beijos dela um pouco mais para baixo, bem perto da base do meu membro, já não tinha mais pele no meu corpo separando os lábios dela da minha rola, os beijos dela estavam quase tocando a base do meu pau. Não podia acreditar!!

Ela pegou na minha mão e apertou forte, enquanto dizia: "Tô feliz de fazer isso com você, isso nunca pode sair desse quarto. O que rolar aqui, fica aqui."
Eu disse, quase sem fôlego: "Não vai sair daqui, mãe. Tô muito excitado!... e eu sei que moralmente isso não é certo."
Ela disse: "Eu sei, dá pra sentir na sua respiração o tesão que você tá, seu calor, só se acalma e continua curtindo esse momento. Somos só eu e você.
 
Então ela continuou me beijando enquanto abaixava minha cueca até os joelhos, deixando à disposição dela meu pauzão potente e completamente duro.

incesto

Depois senti um frio intenso na ponta da pica, uns lábios molhados chupando a cabecinha, como se estivesse me sugando de cima pra baixo, ela continuava apertando minha mão com força, curti pra caralho aquela mamada gostosa.
Era um boquete suave, cheio de carinho, a língua dela passava na superfície da minha glande e descia até a base do meu pau... Aí repetia aquele mesmo movimento uma vez e outra, tudo isso rolava no quarto dela, a sós, na nossa casa.


Mae e filho

Realmente não dimensionei o que aquilo significava, só tava focado nas emoções que sentia sem pensar no amanhã, era só um garoto experimentando um boquete. Até aquele momento não sabia direito como me masturbar, nunca tinha tido a chance de ficar com uma mulher, todas as minas que eu tinha até então eram amigas que eu sempre visitava com os pais junto, e outras vezes com seguranças acompanhando. Aquele boquete representou um salto enorme na minha vida sexual.

Minha mãe, de temperamento forte, que não treme a mão na hora de castigar, que o que diz é cumprido... Uma mulher que quando vai à fazenda, os subordinados veem nela uma pessoa de respeito, de seriedade, todos sabem que ela é a mão direita do meu pai nos negócios, o caráter dela é muito mais severo que o do meu pai e ela deixava isso claro para todos os trabalhadores da fazenda através de castigos severos. Muitos na fazenda sabiam que: a dona Karoll com um simples poderia qualquer um, e, de fato, vários exemplos de sobra todos eles já tinham presenciado.
As decisões importantes do meu pai sempre passam pelo visto da minha mãe Karoll, ela até aconselha meu pai sobre quais políticos enfrentar ou quem fazer desaparecer.
Aquela mulher magra, amante da academia e da música pop, das comidas leves, aquela mulher executiva de 34 anos, de vestidos elegantes, advogada de profissão com mestrado: Minha mãe, estava me dando um boquete dos bons.


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Quando abri meus olhos, não acreditei no que tava vendo: Karoll, uma mulher cheia de desejo, rendida na minha frente, chupando minha pica gostoso pra caralho, cometendo um incesto de mãe e filho, sozinhos no quarto sem ninguém pra atrapalhar de porta fechada. Aí ela me olha e fala: "Não aguentei a tentação de chupar ela"...
Ela continuava chupando minha pica num boquete delicioso.
(vejam o vídeo do link a seguir pra terem uma ideia)http://www.videospornosos.com/morenaza-espectacular-mamando-polla-con-sus-carnosos-labios/

Ela tava com a camisola de dormir toda desarrumada, o sutiã sem o fecho, e uma calcinha de dormir muito gostosa. Parecia concentrada no que tava fazendo: subia e descia o pescoço devagar, no ritmo perfeito, nem rápido demais nem lento demais. Engolia meu pau com a boca até mais da metade.

Quando pensei que a parada ia ficar só naquele tamanho e tudo ia terminar ali, ela me diz: "Você tá muito tasty". Dava pra perceber na voz dela um certo grau de agitação enquanto ela mordia os lábios de leve, parecendo excitada, sem tirar os olhos do meu pau. Ela falou: "Quero que você passe seu membro por cima da minha buceta sem me penetrar, tô com uma vontade danada de me masturbar e quero fazer isso em cima de você. Só toma cuidado pra não me penetrar, pra gente não consumar o incesto. Tá curtindo?"
Eu respondi entre gemidos: "Sim, demais!"
Depois disso, ela tirou minha cueca, e eu fiquei pelado de barriga pra cima com o pau totalmente duro. Ela, sem tirar o short, que tava bem larguinho, puxou ele pro lado pra mostrar a buceta linda dela enquanto se ajeitava em cima de mim, quase na posição de empalar que hoje em dia eu já sou expert. Ela subiu em cima de mim, com o short virado pro lado sem tirar, e com a mão dela levou meu pau até encostar na buceta extraordinária dela. Assim, nossos sexos se tocaram, pele com pele, sem chegar à penetração.


Romance


Senti a buceta dela no meu pau, pude sentir uns pelinhos pubianos pequenos, ela se rebolava suavemente em cima de mim: Meu pau fazia atrito com a buceta dela, minha glande passava pela fenda dela, rapidamente a buceta dela molhou meu pau.
Karoll, minha mãe, parecia estar curtindo o momento, me olhava direto nos olhos, com a boca entreaberta, claramente tava muito tarada, parecia que tava se masturbando comigo.


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Nessa posição, ela por cima e eu por baixo, ela me diz com uma voz bem sensual: "mexe devagar, tenta acompanhar o ritmo dos meus movimentos".
Obedeci às ordens dela enquanto me ajustava pra continuar esfregando meu pau contra a pussy dela, e falei, sem intenção de tirar a roupa dela: "Tua roupa tá me incomodando um pouco"...
Ela sorri enquanto me dá um beijo bem apaixonado no pescoço, e enquanto me beijava, tirou a calcinha de dormir e a calcinha, ficando nós dois pelados na cama.


incesto

Mae e filho

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Parecíamos dois amantes, minha mãe naquela época era bem jovem, e a beleza dela fazia ela parecer muito mais nova do que era. Na verdade, eu não parecia filho dela, parecia mais uma irmã minha, já que sou mais alto que ela. Mesmo assim, a semelhança entre nós é nítida: tenho cabelo preto liso, um pouco comprido, gosto de pentear pra frente, bem parecido com o penteado da minha mãe (foi ela quem me ensinou a me pentear); sou magro e meio atlético, porque naquela época eu participava dos campeonatos de futebol da escola, que terminei naquele ano.

Ela estava em cima de mim, esfregava a buceta dela no meu pau, passava bem gostoso, a buceta dela tava muito molhada: encharcada. Os fluidos vaginais dela molhavam meu pau e parte da minha barriga. Karoll era uma mulher gostosa, naquele momento parei de ver ela como minha mãe e passei a ver como minha mulher, que eu tava prestes a foder.

Romance

Vi minha barriga toda encharcada com os fluidos vaginais dela, passei meus dedos pela barriga pra pegar aquela lubrificação e sentir o que era o melzinho dela. Ela, vendo minha curiosidade, disse: "Isso se chama fluxo vaginal, serve pra lubrificar o pau e facilitar a penetração."
Respondi quase entre gemidos: "Então meu pau já tá pronto pra meter?"
Enquanto ela se movia em cima de mim, pra frente e pra trás, esfregando a buceta dela no meu pau, ela disse: "Sim, é isso aí, teu pau e minha buceta já tão prontos pra penetração, mas não vamos chegar lá, nosso limite é até aqui." Ela continuava gemendo, como uma mulher cheia de desejo, como uma fêmea no cio...


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Perguntei então: "Como se chama o que estamos fazendo?"
Minha mãe responde: "Nem todas as coisas precisam ter um nome... isso que estamos fazendo é uma forma de masturbação, a gente se esfrega e curte as sensações ao mesmo tempo."
A agitação dela estava muito acelerada, meu pau completamente lubrificado estava sendo esfregado contra a racha da buceta dela, eu via como o corpo do meu pênis se encaixava no meio dos lábios vaginais dela sem chegar a penetrá-la...
Nessa posição, ela se movia pra frente e pra trás, deixando eu ver claramente a buceta dela aberta, com os lábios vaginais de cada lado do meu pau, esfregando com muita emoção sem parar os movimentos de quadril. Minha glande molhada e brilhante, como se estivesse oleada, fazia contato com o clitóris dela...


incesto

AUMENTANDO O NÍVEL DE LUXÚRIA: CONSUMINDO O INCESTO

Naquele momento eu tava muito excitado, já quase rendido aos prazeres que tava sentindo, não dava mais tempo pra hesitar em termos morais de mãe e filho, no que é socialmente correto. Minha mente tava inundada pelas emoções que continuavam crescendo dentro de mim.

Mae e filho

Depois ela, com uma voz sensual e muito mais ofegante, me diz: "Tô que não aguento, a tentação que me invade é enorme."
Ao ouvir isso dela, fiquei curioso pra saber a que tentação ela se referia, e falei, enquanto começava a me mover um pouco mais rápido: "A que... tentações... você tá se referindo?"
Ela, quase gemendo e respirando muito ofegante...
Quer saber que tipo de tentação eu tô falando?de imediato ela começa a se mexer cada vez mais, a cintura dela parecia uma cobra, os gemidos dela me excitavam muito maisahhhhhhhhhh... ayyyyyy... dá pra sentir teu ovo duro e gostosoColoquei minhas mãos na cintura dela pra segurar e dar mais ritmo, mesmo sendo inexperiente na época, meus movimentos eram instintivos, e parecia que eu acertava em fazer as coisas que ela gostava... ela diziaIsso, assim... adoro quando você me pega desse jeito... cê aprende rápido!Suas palavras me animaram a me mexer mais rápido, passava minhas mãos pela cintura dela, acariciava seu abdômen...
Na minha frente, meu pau potente roçava na rachadura dela, minha glande esfregava claramente no clitóris dela, e isso parecia deixá-la ainda mais excitada!...


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Depois, como por curiosidade, como por instinto, coloquei minha mão na buceta dela e com o polegar acariciei o clitóris dela ao mesmo tempo que fazia com a minha glande, ela começou a gemer mais forte, dizendo “Ayyyyyyyy... aaaaaaaaaa... aaaa... que gostoso... esfrega assim, mexe teu dedo no meu clitóris... que gostoso que é”
Naquele momento, uma vontade enorme de penetrar ela me tomou por completo, me dominou. A pouca moral que ainda me restava se desfez totalmente no instante em que ouvi as palavras de safada, aquela mulher tão gostosa era minha mãe.


Eu falei entre ofegos: "Mãe, eu gosto... gosto muito!"
Ela respondeu de boca aberta e gemendo: "Que delícia!... não me chama de 'mãe', me chama de Karoll!" No fim da frase, soltou vários gemidos bem altos...
Ela continuava roçando meu pau com a buceta dela, os movimentos de quadril aumentavam, e por um momento soltou um gemido diferente dos outros, um gemido mais agudo, de puta gostosa no cio: "ahhhhh!!


Romance

mae


Minha cabeça só pensava na minha mãe como minha mulher, via ela como a mulher que eu queria comer. Por um momento, senti aquele desejo incontrolável de penetrar ela, e rapidamente esse desejo tomou conta de mim: eu continuei esfregando o clitóris da minha mãe, minha mulher naquele momento, queria que ela curtisse. Consegui descobrir qual era o movimento de cintura que ela gostava... na hora percebi que quanto mais rápido eu esfregava meu pau no clitóris dela, maior era a excitação dela... e mais forte ela gemia... Ela não parava de gemer, de olhos fechados e entregue completamente à luxúria, à paixão. Ela era muito gostosa, era uma mistura de muitas coisas, sentimentos, emoções, sentir que a gente tava fazendo algo proibido, algo errado, algo que não deveria estar rolando, mas já era tarde: a gente tava entregue à paixão por completo. Na cara dela, vi que ela tava prestes a gozar...

incesto

Enquanto ela continuava de olhos fechados e, se movendo pra frente e pra trás, entregue de corpo e alma à paixão, com o orgasmo prestes a explodir, criei coragem e, com uma das mãos, fiz meu pau esfregar mais forte na buceta dela... enquanto ela se mexia, meu pau parecia abrir caminho entre os dois lábios da buceta dela sem ainda penetrar... Aproveitei que ela ainda tava de olhos fechados e gemendo, como se estivesse curtindo o prazer que sentia, usei minha mão de novo pra pressionar meu pau na fenda dela e dessa vez meu pau potente ficou bem na entrada, ela se mexia e minha cabeça do pau tava apontada direto pro fundo da buceta dela... mas ainda não enfiei.

Mae e filho

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Karoll parecia não perceber minha intenção, já com meu pau na posição e com a lubrificação que nossas bucetas tinham... segurei Karoll pelos ombros e, com a ajuda dos movimentos de cintura que eu fazia: pra frente e pra trás... consegui enfiar a cabeça do meu pau... ufff...
Tomei forças, apertei os ombros dela, e dessa vez puxei ela com força pra mim... senti meu pau entrar naquela buceta encharcada até a metade, ela arregalou os olhos enquanto levantava a voz: "Zuzuki!!, o que você está fazendo? Você me penetrou!!... eu falei pra não me penetrar!!


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incesto

Eu, sem soltar ela pelos ombros, apertei mais uma vez pra puxar ela com mais força contra mim. O corpinho magro e frágil dela veio com violência pro meu, nossas pelves se chocaram forte enquanto eu via minha pica sumir entre as pernas dela... Ela gemeu num tom diferente, era um gemido de puta surpresa enquanto falava: “Ahhhhh!!, não esperava por isso!, tira ela!!... você enfiou muito fundo!!... aiii não!!... ahhhhhhhh!!” No fim da frase, ela gemeu de novo naquele tom agudo de cadela no cio, aquele som me deixou doido, fiquei super tarado, no máximo!!
Por um momento, senti que ela ia se levantar, mas segurei ela firme e movi minha cintura com força de novo pra fazer minha pica sair um pouco e se cravar com violência ainda mais fundo.


Mae e filho

Ela gemia como se estivesse surpresa “ahhhh!!” os gemidos dela já pareciam os gemidos das putas que você encontra no xvideos, a boca dela aberta deixava claro que ela tava adorando, que tava louca pra comigo, com o filho dela...

Ashley [Parte 10]: Comendo a mãe (Real) (fotos)

Ela dizia entre gemidos: “Zuzuki, você tá me metendo... bem fundo!!...., tira, por favor!... aiii!!, eu não queria que você me metesse!” no final da frase, soltou outro gemido mais forte que todos os anteriores, tava muito excitada.

Romance

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Rapidamente ela enxugou com seus líquidos toda a minha pica, naquele momento eu segurei ela forte pela cintura pra puxar ela pra mim com mais ímpeto, fazendo a enfiada ser completa, percebi que minha pica tava quase toda enfiada na buceta rosada dela... Nessa hora ela continuou de boca aberta mas notei que já não fazia mais força pra escapar dos meus braços, foi então que aproveitei pra me mover forte pra frente e pra trás, me mexi pela primeira vez de forma acelerada, rápida enquanto ela tava de olhos fechados e boca aberta gemendo, parada... eu ainda tava debaixo dela... a boca aberta dela feito uma puta começou a deixar escapar um pouco de saliva, mostrava que ela tava gostando, os gemidos dela ficaram mais agudos...

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Ela ficava parada, como se estivesse fazendo força com as pernas pra segurar o orgasmo... por um momento, era eu quem me mexia, ela com o quadril um pouco levantado me deixava ver como meu pau entrava e saía de dentro da buceta dela... Nessa posição que minha mãe tava, facilitou muito eu enfiar tudo e me mover bem rápido ao mesmo tempo... eu me mexia na velocidade que ela gostava pra fazer ela gozar, meu pau inteiro entrava e saía, nossos sexos completamente lubrificados... Aprendi que o segredo pra fazer ela gemer igual uma puta no cio tava na velocidade da minha cintura...

Mae e filho

Depois de alguns breves instantes, ela, de olhos fechados, também começou a se mexer em cima de mim enquanto dizia: "Que pau gostoso você tem, aiii... que delícia de enfiada! Ninguém pode saber disso!!" Os gemidos dela foram bem altos, então eu disse: "Karoll, sinto o calor da sua buceta, sinto que você tá quente e molhada.

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Romance

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Ela me respondeu enquanto mantinha os olhos fechados: "Você vai me fazer gozar, tô quase chegando lá... Tô tentando segurar, mas acho que não vou conseguir parar esse orgasmo por mais tempo... Você tá fazendo isso deliciosamente!!... Tô consumando o incesto... aii!!"
Ela continuava fodendo comigo, nós dois aceleramos o ritmo, ela me abraçou, ainda estava por cima de mim...
Pela primeira vez, minha mãe me abraçou com luxúria, paixão, com desejo, os peitos dela apertados contra o meu peito...


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Mae e filho


Tava metendo nela nessa posição, lembro que tava suando, tava colocando muita energia nessas enfiadas porque a posição era meio desconfortável pra mim... depois de um tempo metendo na buceta da minha mãe, os gemidos dela aumentaram enquanto ela me disseNão aguento mais!!!, TÁ VINDO O ORGASMO!!... ahhhhh!!... que gostoso... que gostosa você fode!!, aiii... eu vou gozar!! Ahhh!!... sente meu leite!!... ahhhh!!As palavras dela me enlouqueceram, rapidamente aqueles gritos dela me fizeram acelerar até gozar, me derramei dentro dela!!.
Depois ela foi parando os movimentos devagar e ficou nua em cima de mim.
Aquele doze de dezembro foi inesquecível pra mim.


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Foi assim que transei com a minha mãe pela primeira vez. Depois disso, nossa relação continuou quase igual. Mas por dentro eu me sentia péssimo, não deixei ela perceber pra não fazer ela se sentir mal, me senti sujo, me senti muito mal. Aos poucos fui assimilando o que tinha acontecido.
Embora minha mãe Karoll me tratasse do mesmo jeito de sempre na frente dos outros, e na hora de me dar bronca fazia com a mesma energia. Mas quando estávamos sozinhos, a gente se entregava de novo às nossas paixões, e assim fizemos muitas vezes em casa, aproveitando que minhas irmãs ainda eram pequenas e que meu pai demorava pra voltar do trabalho ou viajava sozinho.
A gente transava na cozinha, no banheiro, no quarto dela, no meu... em quase todos os cantos da casa. Vivemos um caso de amantes incestuosos.
Minha mãe e eu ficamos entregues à paixão e à luxúria sem ninguém em casa perceber.


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Com o tempo, eu e minha mãe fomos transando cada vez mais sem vergonha. Uma vez a gente fez no escritório dela, onde ela trabalha, sem se importar que meu pai trabalhasse no mesmo prédio, na mesma empresa. Eu ela de quatro na cadeira do escritório dela, na mesa dela, ela me chupava a piroca sem se importar com nada; Claro que ela trancava a porta do escritório e mandava a secretária não deixar ninguém entrar, que ia conversar com o filho dela. Ninguém imaginava que eu e minha mãe nessas reuniões particulares no escritório dela.

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De 2005 até 2010, minha irmã Ashley foi mandada pra estudar na Ásia, Rússia e países vizinhos... Nessa época, meu pai viajava pra Rússia pra visitar minha irmã, deixando minha mãe sozinha. Foi aí que nossa relação esquentou naqueles anos. Toda vez que meu pai ia embora, eu minha mãe. Minha outra irmã, Anig, começou a crescer, e então eu e minha mãe precisamos inventar coisas mais elaboradas pra transar sem sermos incomodados.

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FALA ASHLEY (Relatado em primeira pessoa)

Quando meu irmão terminou de me contar como as coisas começaram entre ele e minha mãe adotiva Karoll, eu o vi olhando para longe, com o olhar perdido. Como se estivesse vendo a vida dele desde aquele tempo. Naquele momento, entendi que a vida dele não foi fácil — eu achava que minha estadia na Rússia tinha sido difícil, mas meu irmão na Colômbia vivia a própria história dele.

Me aproximei e dei um beijo na bochecha dele, enquanto sussurrava no ouvido: “Vou te agradar numa coisa: agora sou eu quem quer ”.
Ele ficou me olhando enquanto eu abria o zíper e desabotoava a calça dele pra depois chupar aquela piroca gostosa.


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Mae e filho

Chupei o pau dele por um bom tempo até fazer ele gozar. Naquele dia, engoli todo o esperma dele, sem deixar cair uma gota e sem tirar o pau da minha boca até não sair mais nada. Ele ficou de pau duro, mas eu falei: "Já podemos ir, só quis te fazer pensar em outra coisa."
Demos ré e fomos cuidar dos negócios na fazenda. Naquele dia, passamos como dois namorados, mesmo sem ter dito nada concreto. Os trabalhadores da fazenda perceberam nosso tratamento carinhoso, mas ninguém suspeitaria de nada, já que Zuzuki é meu irmão.


Esperem o próximo capítulo dessa história gostosa :)

5 comentários - Ashley [Parte 10]: Comendo a mãe (Real) (fotos)

Riddo
Hola Anig. Creo que seria mejor menos fotos y mas texto, el cual me gustó y creo que es el atractivo principal de todo relatos.
Muchas gracias por comentar... En este relato me esforcé por ser muy clara en los detalles, ya que son muy importantes para las siguientes partes, por ese motivo quise (de alguna manera) que el lector se concentrase mucho en lo que leía
Muchas gracias por comentar... En este relato me esforcé por ser muy clara en los detalles, ya que son muy importantes para las siguientes partes, por ese motivo quise (de alguna manera) que el lector se concentrase mucho en lo que leía