F é pra foder 5

Vamos, Sue, levanta, amor, trouxe o café da manhã na cama pra você – Sue ouviu, se assustando, mas na mesma hora viu Frank sorrindo pra ela e se perguntando o que tava causando aquele sorriso. Começou a lembrar o que tinha rolado na noite anterior. Depois de saciar os desejos carnais deles, ela e Kevin ficaram deitados na mesma cama só se beijando. Aquilo acendeu Kevin de novo, que, sendo jovem, queria repetir, mas Sue segurou ele e falou sério – Kevin, amor, seu pai vai chegar a qualquer momento, então é melhor você ir pro seu quarto agora, porque se ele nos encontrar aqui, só Deus sabe o que vai fazer.
– Vai, mãe, só mais um pouquinho – ele falou feito um menino pequeno, mas ela não cedeu e, sabendo que o marido podia chegar a qualquer hora, ficou firme e olhou sério pra ele – não tenta a sorte, vai pro seu quarto agora.
Irritado, Kevin pegou a roupa dele e saiu pelo mesmo lugar que entrou, deixando ela sozinha com os pensamentos. Sem saber o que tava fazendo com o próprio filho e sem querer pensar nisso, apoiou a cabeça no travesseiro e, relaxada como não tava há muito tempo, dormiu profundamente.
Acordada, olhou pra Frank e, vendo a bandeja com o café, perguntou pro marido com cara de paisagem – o que foi, Frank?
– Seu pai ligou – mal ouviu isso, Sue já sabia o que vinha a seguir: problema. Mas sem querer se adiantar, escutou o marido dizer – era pra lembrar você que o aniversário dele é esse fim de semana e ele quer que as crianças e você estejam lá.
Agora sabendo o motivo da amabilidade dele, Sue falou enquanto pegava a xícara de café – você não quer ir, né?
– Sue, você sabe que eu e seu pai praticamente não podemos nos ver – comentou Frank, enquanto explicava – além do mais, você sabe o que ele pensa de mim, engravidei a princesinha dos olhos dele, e ainda trabalho esse fim de semana.
Conhecendo a relação entre eles, Sue tentou convencê-lo – vamos, Frank, vai ser só esse fim de semana e com certeza vai ter tanta gente que você nem vai Você vai dar de cara com ele.
Sue – gemeu o marido em forma de protesta, mas sem deixar ele continuar, Sue o ameaçou dizendo – Frank Murphy, ou você vai no aniversário do meu pai ou juro que vai se arrepender.
Encurralado, viu Frank fazer cara feia, mas tentando suavizar, ele acrescentou rápido – faz por mim, Frank.
Droga, odeio quando você faz isso – soltou o marido, sentando-se e repreendendo de mau humor – vou, mas só vai ser na porra do domingo.
Contente por ter vencido, Sue terminou o café da manhã e, levantando-se, disse ao marido – vou preparar as coisas das crianças pra viagem.
Tempo depois, já tinha falado com Billy e Maureen e, indo direto pro porão com dúvidas, quis falar com Kevin, então bateu na porta do quarto dele. Viu a porta se abrir e, notando uma mão puxando ela pra dentro, Kevin não deu chance nenhuma e, envolvendo-a com os braços, deu um beijo que ela não conseguiu desviar.
A emoção só durou uns segundos, porque, recuperando a sanidade, ela conseguiu se afastar dele e, dando um tapa na cabeça dele, disse com raiva – se comporta, Kevin.
Massageando o lugar onde Sue tinha batido, Kevin se desculpou dizendo – desculpa, mãe, é que eu perdi o controle quando te vi chegando.
Você é igual ao seu pai, Kevin – argumentou Sue, acrescentando – precisa tentar controlar esse seu gênio ou vamos ter problemas.
Ouvindo o nome de Frank, Kevin imediatamente fez cara feia e, matando todo o entusiasmo, soltou pra mãe – não sou igual a ele.
Na hora, um silêncio pesado caiu sobre eles, mas tentando sair daquela tensão, Sue comunicou ao filho – seu avô nos convidou pro aniversário dele esse fim de semana e vim te avisar que vamos.
Assentindo, Kevin balançou a cabeça de forma positiva. Ao ver isso, Sue teve a intenção de sair. Mas antes de fazer isso, ouviu o filho dizer – me desculpa, mãe.
Mais calma, mas não querendo que ele a visse ceder tão fácil, Sue repreendeu antes de sair – prepara suas coisas, vamos embora em uma hora.
De volta no O quarto dela viu que o marido já não estava e, entrando no banheiro, tomou um banho rápido. Depois saiu e, dando uma olhada rápida no espelho, se perguntou o que o filho via nela que a achava tão gostosa. Sem saber a resposta, foi se vestir e, depois de arrumar uma malinha, ajudou Billy e Maureen a fazerem a deles. Lá embaixo, encontrou Frank, que franziu a testa e disse com sarcasmo: "Tão prontos pra ir pro suplício?".

"Frank" – cortou Sue, e, diminuindo o mau humor, ela completou com desdém – "crianças, ignorem o pai de vocês, ele é um idiota e não devem ouvi-lo."

Dito isso, saíram e, vendo que Kevin já estava esperando do lado de fora só com uma mochila, Sue perguntou: "É só isso que você vai levar?".

"Só vai ser um fim de semana idiota, mãe" – sem querer discutir mais, Sue mandou todo mundo subir no carro e, enquanto Billy e Maureen subiam atrás, observou Kevin ocupar o banco do carona. Depois viu o marido aparecer e, tentando soar conciliador, disse com sinceridade: "Sue, dirige com cuidado, e você não dá problema pra sua mãe" – terminou falando, enquanto apontava pra Kevin.

Ainda puta, Sue respondeu: "Claro, Frank. A gente se vê amanhã."

Sem dar tempo pra ele responder, ligou o carro e saiu rapidamente, deixando ele com a palavra na boca.

Três horas de viagem depois, Sue viu pelo retrovisor que os dois filhos menores estavam dormindo, e Kevin aproveitou pra dizer: "Pai é um idiota por te deixar com raiva" – enquanto, timidamente, aproximava a mão da perna da mãe. Mas, vendo que ela não respondia, avançou com suas intenções e, colocando a mão perto da buceta dela, ouviu quando ela disse: "Nem pensa nisso."

Mas, ignorando, Kevin continuou com o jogo e, chegando direto ao alvo, começou a massagear suavemente aquela área. Sue estava tão puta com o marido que precisava descontar e, se deixando levar, começou a soltar gemidos leves, enquanto não tirava os olhos da estrada. Kevin ao ver que tinha permissão pra avançar, foi mais fundo e, desabotoando a calça da mãe, enfiou a mão dentro dela e encontrou o que procurava na calcinha da Sue. Enfiou um dos dedos na buceta da mãe, enquanto começava a brincar com ela.
Sue, sem conseguir evitar, quase perdeu o controle do carro e, assustada, parou no acostamento da estrada, enquanto Kevin, longe de sentir medo por algo tão louco, todo excitado, não queria parar.
Entregue, mas sem desligar o motor do carro, Sue apoiou a cabeça no encosto do banco e se concentrou no próprio prazer por alguns segundos. Aproveitou o que tava fazendo até chegar ao primeiro orgasmo.
Vendo os dedos totalmente molhados, Kevin observou a mãe mergulhar no mundinho de prazer por uns instantes e, quando ela voltou à tona, olhou pra ele e, sem perder tempo, disse — me segue.
Segundos depois, estavam fora do carro e entraram uns metros dentro do mato que tinha do lado, se esconderam atrás de uma árvore grossa, e Sue, beijando o filho com uma puta desespero, sentiu a piroca dele colada no corpo dela.
Igualmente desesperado, Kevin não aguentou mais, baixou a calça junto com a cueca rapidão e, virando Sue, conseguiu encaixar ela contra a árvore frondosa enquanto também tirava toda a roupa dela e, com pressa, metia o pau na boceta da mãe.
Na primeira estocada, Sue sentiu um choque de prazer e, se agarrando na árvore, sentiu Kevin começar a possuir ela com tanta força que parecia querer destruir ela. Enquanto isso, no auge do tesão, Kevin balançava a cintura desesperadamente e, percebendo que tava perto de gozar, começou a foder a mãe com mais força.
Sue, aguentando as porradas fortes que o filho dava e sentindo o orgasmo chegar, gozou enquanto gritava — te amo, querido.
Ouvindo essas palavras saindo da boca da mãe, Kevin se Ficou emocionada e, dando umas últimas e intensas estocadas, chegou ao tão esperado orgasmo. Mas antes de gozar, conseguiu tirar o pau de dentro da mãe e, banhando a cintura e as nádegas dela com seu esperma, pegou o rosto da mãe com alegria enquanto dava um último beijo.
Minutos depois, estavam perto do carro, quando viram que, de repente, uma das portas se abriu e, assustados, observaram Maureen saindo de dentro enquanto perguntava: – O que vocês estavam fazendo no mato?
– Que que você tem com isso, anã? – respondeu Kevin, e Sue, irritada, mandou ele calar a boca enquanto se aproximava da filha e dizia: – Mamãe precisava ir ao banheiro e seu irmão me acompanhou.
A menina concordou, voltou para o carro sem perguntar mais nada, seguida por Kevin e Sue. Mas, assim que entraram, a garota soltou com cara feia: – Que cheiro estranho é esse?
Se olhando, tanto Kevin quanto Sue não responderam nada e, abrindo as janelas do carro, seguiram viagem novamente.

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