.............................Eu olhava a cena e era inacreditável, minha esposa sentada no sofá com as pernas bem abertas e Sofia chupando ela inteira. Forcei pra parar de olhar aquilo e ver o que estava rolando ao nosso redor. Guilherme sentado com a pica na mão, movendo ela bem devagar, Tomás fazendo o mesmo, Verônica já nessa altura estava do lado da minha esposa e se masturbava lentamente. Ninguém me viu olhando pra eles, estavam hipnotizados com o que tava acontecendo. Eu também tava com a pica na mão, mas quase não queria mexer. Era como se eu quisesse que o prazer nunca acabasse.
Minha senhora olhava como Sofia chupava a buceta dela e acariciava a cabeça enquanto gemia baixinho. Num momento elas se olham e começam a se beijar, as línguas se entrelaçavam de um jeito muito sensual. Sofia com uma mão começa a tocar a Verônica e enfia um dedo na buceta dela, e ela quase explode de prazer, solta um gemido que quase fez todo mundo gozar ali presente. Se tocavam e se fundiam em beijos, até que minha senhora tira ela da buceta e diz que não queria terminar.
Andrea: Não aguento mais, ela me diz me olhando toda despenteada.
Eu: Acho que ninguém aqui aguenta mais. Falei enquanto pegava na pica e mostrava pra ela.
A gente tava num ponto em que já tinha perdido o controle, minha esposa se aproximou de mim, se ajoelhou e passou a língua na ponta da pica. Ela chupava de um jeito lindo, eu nos primeiros dois movimentos já não aguentava mais, queria logo soltar todo o leite na boca dela, coisa que ela adorava. Olhei pros lados e cada uma das mulheres tava na mesma posição que a minha esposa, fazendo o mesmo com seus maridos. Eu não sabia o que fazer, se deixava ela continuar ou parava porque a qualquer momento o inevitável ia rolar. Mas nessa hora ouvi o Guilherme.
Guilherme: Para, gorda, para porque vou encher tua boca de porra. Tudo isso entre gemidos.
Sofia parecia que tinham disse que era a última vez que ia chupar uma pica, enfiou ela toda na boca e começou a engasgar e cuspir saliva enquanto fazia força pra enfiar o mais fundo que podia, nessa hora o Guillermo não aguentou mais e começou a soltar todo o leite na garganta dela, pegou ela pela cabeça e fez força pra enfiar mais fundo. O Tomas também começou a gozar, mas do jeito dele, tirou da boca da Verônica e, enquanto se masturbava, terminou espalhando por toda a cara dela enquanto ela abria bem a boca. Eu olhei pra minha esposa, que me encarava com os olhos cheios de lágrimas por causa dos engasgos. Fechei os olhos pra aproveitar mais, sentia que não aguentava mais, mas não queria que o prazer que eu tava sentindo parasse. As respirações ofegantes que antes se ouviam agora tinham parado, mas não abri os olhos pra ver o porquê. Minha esposa continuava chupando de um jeito delicioso, com uma mão pegou minhas bolas e ficava massageando, e parecia que minha pica tava esperando esse estímulo porque não aguentei mais e comecei a soltar tudo que tinha, minha pica ardia e eu sentia ela pulsando sem controle, eu gemia e me contorcia de prazer, até não sobrar mais nada. Ela continuou chupando até que num momento parou e soltou. Aí abri os olhos e vi que ela ainda tava de joelhos, mas olhando pro outro lado. Ela se levanta e vai encontrar a Sofia e a Verônica, que estavam de pé uma do lado da outra olhando como ela chupava. Como se estivessem possuídas e se movessem por vontade alheia, as três se juntaram e trocaram um beijo que não sei dizer quanto tempo durou, suas línguas se entrelaçavam e se acariciavam pelo corpo todo. Nós três caras olhávamos atentos pro que elas faziam. Elas pararam de se beijar e sorriram uma pra outra. Os dois casais ajeitaram um pouco as roupas e, sem dizer uma palavra, foram embora. Eu fiquei sentado olhando elas irem embora. Acho que foi demais pra todo mundo, ou que tinha escapado do nosso controle. Minha esposa olhou elas indo embora e, sem me dizer uma palavra, entrou no banheiro e eu ouvi ela... liguei a água pra tomar um banho. Fiquei uns minutos sentado no sofá e fui lá fora fumar um cigarro no pátio, quando voltei minha mulher ainda tava se banhando, então tirei a roupa e me joguei na cama só com uma bermuda de futebol.
Ela saiu do banheiro como quem Deus mandou pro mundo e se meteu na cama. E eu entendi o que ela queria. Naquela noite a gente trepou igual uns loucos, dormindo abraçados, suados, com nossos sucos nos corpos.
Começa a semana de trabalho, cada um pro seu lado, com a Andrea a gente quase não falou sobre o que tinha rolado no fim de semana, nós dois sabia que tinha que pelo menos dar um tempo na conversa, mas parecia que não dava, sempre alguma coisa atrapalhava. Entre as três famílias a gente tinha um grupo no WhatsApp que sempre postava alguma coisa, não faltava uma das mulheres desejando boa semana pra todo mundo ou algum vídeo meio doido que a gente mandava. Essa semana ninguém escreveu nem um bom dia. Era um silêncio total. Eu várias vezes quase mandei alguma coisa, mas não sabia o quê. Minhas conversas com o Guillermo e o Tomas eram também por aquele grupo, então não sabia o que fazer. E assim passou uma semana e o grupo morreu. Não teve nem um oi. Não lembro que dia da semana seguinte foi, mas eu tava na cama com a Andrea e a conversa saiu.
Andrea: Que doideira o que rolou esses dias — ela falou sem me olhar, enquanto parecia que tava prestando atenção na TV.
Eu: É, verdade, muito louco — falei, meio na defensiva, o que não adiantou nada porque nem terminei a frase e ela já soltou a próxima pergunta.
Andrea: Você faria de novo? — Agora sim ela me olhou nos olhos.
Foi um daqueles momentos em que, como homem casado e pai de família, você não sabe que merda responder. Se você fala que sim, é porque é um porco degenerado e merece ser levado pelado pra Ushuaia e morrer de frio, e se fala que não, é um careta e tal. Então…
Eu: Olha, gostar, eu gostei, você sabe que eu gosto de experimentar coisas, e sou homem e tarado, então claro que vou te dizer que sim. adoraria repetir, mas uma coisa assim também pode trazer um monte de problema ou não pro casal, e eu nunca faria algo que fizesse mal pra gente.
Resposta bem ambígua pra ver se ela afrouxava.
Andrea: eu faria de novo, sim, a verdade é que fiquei muito tesuda. E quando lembro, fico com tesão de novo, ficamos com vontade de mais.
Eu: ficamos com vontade? Falei surpreso, com quem você falou?
Andrea: com as minas, até criamos um grupo pra gente conversar entre as três e não ter que ficar falando com vocês.
Eu não sabia se ficava puto ou feliz, mas já tinha um formigamento me pegando.
Eu: e aí, o que decidiram?
Andrea: que cada uma ia falar com o marido e a gente ia ver no que dava. Mas que tinha coisas que precisávamos conversar. Regras pra cumprir, limites e tal. Combinamos que não ia ter filtro e já bolamos mil ideias do que fazer.
Ela me olha com uma cara de ser a pessoa mais sincera do mundo.
Andrea: olha, nenhuma das três é puta, mas a gente gosta de sexo igual a vocês, essas coisas são boas desde que seja com cuidado e de comum acordo entre todas as partes. Combinamos entre nós três que se trouxesse algum problema, a gente ia conversar tipo terapia em grupo. Mas não queríamos deixar isso de lado. As três adoraram e ficamos com vontade de brincar com as fantasias, ver coisas e sentir coisas.
Como sempre acontecia com qualquer conversa importante, fomos interrompidos pelos nossos filhos que vieram perguntar alguma coisa. Naquela noite, não tocamos mais no assunto.
No dia seguinte, que era sexta, quando tava no trabalho, o celular tocou e era o grupo, com um som diferente. Pulei pra pegar o telefone.
Sofia: hoje a gente come aqui em casa. 21:00. Seja pontual. Não tragam as crianças.
Quase comecei a chorar de emoção. Todo mundo comentou alguma coisa e disse que ia. Naquela noite, deixamos os pequenos na casa da minha sogra e fomos pra casa da Sofia. Quando chegamos, já tava todo mundo. Batemos na porta e fomos recebidos pela Anfitriã que nos recebe com um sorriso. Estavam todos na sala tomando bebidas diferentes, cumprimentamos e nos sentamos num dos sofás. Todo mundo sentado. A gente se olhava em silêncio, meio que pra ver quem ia dar o primeiro passo, e foi a Sofia, que sempre foi considerada no grupo como a sem filtro.
Sofia: bom, o assunto é o seguinte, a gente se conhece há muitos anos, todos nós ficamos meio doidos ou não sei que palavra usar. Mas de uma coisa eu tenho certeza: todo mundo gostou, cada uma das mulheres falou com seus maridos e todos chegamos na mesma conclusão. Então, por mim e pelas meninas, acho que a gente devia continuar e ver no que dá. Primeiro, a gente precisa conversar sobre como queremos seguir. A ideia principal é que cada um de nós realize as fantasias que tem ou as coisas que excitam. Pra isso, aqui não tem essa de chifre. Vou dar um exemplo, coisa que conversei com meu marido: eu adoraria ter uma dupla penetração, e não tô falando de enfiar um vibrador na minha buceta e meter a pica no meu cu. Quero uma dupla penetração de verdade, com dois caras, e claro que meu marido tá entre eles.
Num cemitério tinha mais barulho do que naquela sala. Acho que ninguém nem piscava. Parecia que ela tinha anunciado o fim do mundo. Só olhávamos pra ela. Ela faz uma pausa e nos encara.
Sofia: bom, parece que estamos indo bem, porque ninguém fala nada. Outra coisa que a gente pensou: colocar nossas fantasias escritas num papel dentro de um envelope, misturar tudo e depois sortear. A fantasia sorteada é a que a gente realiza naquele dia. Todo mundo participa. E a gente pode ir discutindo os detalhes. Mas outra ideia que tive é que, por exemplo, o anfitrião tira um envelope pro próximo encontro, e durante a semana a gente vai conversando, seja pra colocar algum limite ou pra sugerir algo. Também vão ter propostas não só de coisas que a gente gostaria de realizar, mas também coisas que despertam nossa curiosidade, por exemplo, eu adoraria dar um massagem prostática no meu marido, mas ele não deixa, fala que é coisa de viado e não sei mais o quê. Bom, aí cagou o pau, ele vai ter que se deixar, e as ideias que surgirem durante a semana pra ir enfiando na cabeça dele vão ser consideradas. Todos os meios de mensagem vão ser em grupo e não mensagens privadas. Não pode tirar foto nem nada. Acho que ficou bem claro, só falta definir se todo mundo concorda, o que vamos fazer hoje e o que vamos comer porque tô com uma fome do caralho.
Terminado isso, ela se acomodou no sofá vitoriosa e olhando pra gente.
Eu: concordo com tudo que você falou, gostei da ideia, acho que falo pelos outros caras que a gente curtiria, só que não queremos ter problema com nossas parceiras por causa disso, ou seja, que não role reclamação, nem da nossa parte nem da de vocês.
Todos concordaram e ficamos nos olhando de novo.
Andrea: Bom, o que vamos comer? Falou se fazendo de desentendida.
Verônica: Mas a gente não tinha que dizer o que a gente ia fazer hoje?
Verônica era a mais quietinha de todas, mas dá pra ver que não perdia nada.
Sofia: hoje minha fantasia se realiza, já tá mais que conversado, haaaaaaaa, outra coisa que esqueci, isso também podia ser assim, eu tenho essa fantasia, e adoraria realizar ela, mas talvez a Verônica também tenha mas não falou ou não comentou ou deu vontade de experimentar, bom, ela também participa e a Andrea se quiser também, me expliquei? Não precisa que todas façam o que o dono da fantasia quer fazer, só temos que compartilhar com a presença olhando e se quiser pode participar. Também falta definir quem vai meter na minha bunda e essas coisas.
Falou enquanto se levantava e ia pegar o celular pra pedir comida.
Eu levantei e fui pro quintal, queria fumar, tava com uma ansiedade danada, os outros homens que também fumavam me seguiram…
Estávamos nós três no quintal fumando sem falar nada. Só olhávamos pros lados. Era um momento estranho, mas sabíamos que Tínhamos que nos falar algo.
Eu: bom, não sei o que vai rolar com isso, mas curto a ideia. Acho que se alguém não tiver afim, essa é a hora. Sabemos que vamos dividir as esposas e precisamos deixar claro que tá tudo bem, senão essa é a hora de vazar. Parece que elas conversaram muito sobre isso antes dessa noite e a gente não. Alguém quer cair fora?
Os dois disseram que tava tudo certo e que queriam continuar. Apagamos nossos cigarros e entramos em casa.
A cena era paradisíaca, as três estavam de lingerie sentadas na sala, batendo papo como se nada tivesse rolando, como se fosse normal.
Andrea: já pedimos pizza, demora uns 30 minutos, então temos um tempinho. Um vai ter que ficar vestido pra receber o entregador, os outros dois já podem ficar ou pelados ou de cueca, como preferirem.
Eu, nem lerdo nem preguiçoso, tirei tudo e fiquei de cueca. Guilherme me seguiu e fez o mesmo. Tomás ria, sacando que era o único que ia ficar vestido.
Sofia: bom, já sabemos o que vamos fazer hoje. Vamos aproveitar que temos tempo e ir um por um até a escrivaninha onde tá o computador, escrever o que quer, imprimir e guardar num envelope lacrado. Depois trazem aqui e deixamos pro próximo encontro. Outra coisa que a gente conversou enquanto vocês fumavam é que nas outras noites cada uma só tocou no marido dela, então agora vocês três sentam um do lado do outro.
Ela falou quase dando ordem, então a gente fez o que ela pediu sem reclamar.
Minha esposa chega perto e dá um lenço pra cada um.
Andrea: vendem os olhos e tirem as ferramentas, disse entre risadas.
Eu, vendo as três de lingerie, todas gostosas pra caralho, já tava meio duro. Vendamos os olhos e baixamos a cueca, deixando as picas de fora. As mulheres riam e comentavam algo. Eu tava no meio, do meu lado direito o Tomás e do meu lado... esquerdaGuilherme.
Sofia: agora cada uma vai pegar na pica dos três pra gente perder a vergonha. Uma, não sei qual foi, agarrou a pica do Tomás, dava pra ouvir risadas, passa um tempo e sinto alguém pegar na minha pica, bater uma punheta umas vezes e soltar. Senti três mãos diferentes tocando na minha pica e batendo uma. Quando a gente ia tirar as vendas, elas falaram que não, e passaram a dar uma chupadinha de leve cada uma, aí senti umas três bocas chupando minha pica, já tava de pau duro pra caralho. Não aguentávamos mais.
Andrea: agora podem tirar as vendas.
Nós três obedecemos sem falar nada.
Sofia: bom, já fomos infiéis uns com os outros, então é isso, as três chuparam a pica dos três, então vocês nos compartilharam e a gente compartilhou vocês. Quem vai escrever primeiro?...........
Minha senhora olhava como Sofia chupava a buceta dela e acariciava a cabeça enquanto gemia baixinho. Num momento elas se olham e começam a se beijar, as línguas se entrelaçavam de um jeito muito sensual. Sofia com uma mão começa a tocar a Verônica e enfia um dedo na buceta dela, e ela quase explode de prazer, solta um gemido que quase fez todo mundo gozar ali presente. Se tocavam e se fundiam em beijos, até que minha senhora tira ela da buceta e diz que não queria terminar.
Andrea: Não aguento mais, ela me diz me olhando toda despenteada.
Eu: Acho que ninguém aqui aguenta mais. Falei enquanto pegava na pica e mostrava pra ela.
A gente tava num ponto em que já tinha perdido o controle, minha esposa se aproximou de mim, se ajoelhou e passou a língua na ponta da pica. Ela chupava de um jeito lindo, eu nos primeiros dois movimentos já não aguentava mais, queria logo soltar todo o leite na boca dela, coisa que ela adorava. Olhei pros lados e cada uma das mulheres tava na mesma posição que a minha esposa, fazendo o mesmo com seus maridos. Eu não sabia o que fazer, se deixava ela continuar ou parava porque a qualquer momento o inevitável ia rolar. Mas nessa hora ouvi o Guilherme.
Guilherme: Para, gorda, para porque vou encher tua boca de porra. Tudo isso entre gemidos.
Sofia parecia que tinham disse que era a última vez que ia chupar uma pica, enfiou ela toda na boca e começou a engasgar e cuspir saliva enquanto fazia força pra enfiar o mais fundo que podia, nessa hora o Guillermo não aguentou mais e começou a soltar todo o leite na garganta dela, pegou ela pela cabeça e fez força pra enfiar mais fundo. O Tomas também começou a gozar, mas do jeito dele, tirou da boca da Verônica e, enquanto se masturbava, terminou espalhando por toda a cara dela enquanto ela abria bem a boca. Eu olhei pra minha esposa, que me encarava com os olhos cheios de lágrimas por causa dos engasgos. Fechei os olhos pra aproveitar mais, sentia que não aguentava mais, mas não queria que o prazer que eu tava sentindo parasse. As respirações ofegantes que antes se ouviam agora tinham parado, mas não abri os olhos pra ver o porquê. Minha esposa continuava chupando de um jeito delicioso, com uma mão pegou minhas bolas e ficava massageando, e parecia que minha pica tava esperando esse estímulo porque não aguentei mais e comecei a soltar tudo que tinha, minha pica ardia e eu sentia ela pulsando sem controle, eu gemia e me contorcia de prazer, até não sobrar mais nada. Ela continuou chupando até que num momento parou e soltou. Aí abri os olhos e vi que ela ainda tava de joelhos, mas olhando pro outro lado. Ela se levanta e vai encontrar a Sofia e a Verônica, que estavam de pé uma do lado da outra olhando como ela chupava. Como se estivessem possuídas e se movessem por vontade alheia, as três se juntaram e trocaram um beijo que não sei dizer quanto tempo durou, suas línguas se entrelaçavam e se acariciavam pelo corpo todo. Nós três caras olhávamos atentos pro que elas faziam. Elas pararam de se beijar e sorriram uma pra outra. Os dois casais ajeitaram um pouco as roupas e, sem dizer uma palavra, foram embora. Eu fiquei sentado olhando elas irem embora. Acho que foi demais pra todo mundo, ou que tinha escapado do nosso controle. Minha esposa olhou elas indo embora e, sem me dizer uma palavra, entrou no banheiro e eu ouvi ela... liguei a água pra tomar um banho. Fiquei uns minutos sentado no sofá e fui lá fora fumar um cigarro no pátio, quando voltei minha mulher ainda tava se banhando, então tirei a roupa e me joguei na cama só com uma bermuda de futebol.
Ela saiu do banheiro como quem Deus mandou pro mundo e se meteu na cama. E eu entendi o que ela queria. Naquela noite a gente trepou igual uns loucos, dormindo abraçados, suados, com nossos sucos nos corpos.
Começa a semana de trabalho, cada um pro seu lado, com a Andrea a gente quase não falou sobre o que tinha rolado no fim de semana, nós dois sabia que tinha que pelo menos dar um tempo na conversa, mas parecia que não dava, sempre alguma coisa atrapalhava. Entre as três famílias a gente tinha um grupo no WhatsApp que sempre postava alguma coisa, não faltava uma das mulheres desejando boa semana pra todo mundo ou algum vídeo meio doido que a gente mandava. Essa semana ninguém escreveu nem um bom dia. Era um silêncio total. Eu várias vezes quase mandei alguma coisa, mas não sabia o quê. Minhas conversas com o Guillermo e o Tomas eram também por aquele grupo, então não sabia o que fazer. E assim passou uma semana e o grupo morreu. Não teve nem um oi. Não lembro que dia da semana seguinte foi, mas eu tava na cama com a Andrea e a conversa saiu.
Andrea: Que doideira o que rolou esses dias — ela falou sem me olhar, enquanto parecia que tava prestando atenção na TV.
Eu: É, verdade, muito louco — falei, meio na defensiva, o que não adiantou nada porque nem terminei a frase e ela já soltou a próxima pergunta.
Andrea: Você faria de novo? — Agora sim ela me olhou nos olhos.
Foi um daqueles momentos em que, como homem casado e pai de família, você não sabe que merda responder. Se você fala que sim, é porque é um porco degenerado e merece ser levado pelado pra Ushuaia e morrer de frio, e se fala que não, é um careta e tal. Então…
Eu: Olha, gostar, eu gostei, você sabe que eu gosto de experimentar coisas, e sou homem e tarado, então claro que vou te dizer que sim. adoraria repetir, mas uma coisa assim também pode trazer um monte de problema ou não pro casal, e eu nunca faria algo que fizesse mal pra gente.
Resposta bem ambígua pra ver se ela afrouxava.
Andrea: eu faria de novo, sim, a verdade é que fiquei muito tesuda. E quando lembro, fico com tesão de novo, ficamos com vontade de mais.
Eu: ficamos com vontade? Falei surpreso, com quem você falou?
Andrea: com as minas, até criamos um grupo pra gente conversar entre as três e não ter que ficar falando com vocês.
Eu não sabia se ficava puto ou feliz, mas já tinha um formigamento me pegando.
Eu: e aí, o que decidiram?
Andrea: que cada uma ia falar com o marido e a gente ia ver no que dava. Mas que tinha coisas que precisávamos conversar. Regras pra cumprir, limites e tal. Combinamos que não ia ter filtro e já bolamos mil ideias do que fazer.
Ela me olha com uma cara de ser a pessoa mais sincera do mundo.
Andrea: olha, nenhuma das três é puta, mas a gente gosta de sexo igual a vocês, essas coisas são boas desde que seja com cuidado e de comum acordo entre todas as partes. Combinamos entre nós três que se trouxesse algum problema, a gente ia conversar tipo terapia em grupo. Mas não queríamos deixar isso de lado. As três adoraram e ficamos com vontade de brincar com as fantasias, ver coisas e sentir coisas.
Como sempre acontecia com qualquer conversa importante, fomos interrompidos pelos nossos filhos que vieram perguntar alguma coisa. Naquela noite, não tocamos mais no assunto.
No dia seguinte, que era sexta, quando tava no trabalho, o celular tocou e era o grupo, com um som diferente. Pulei pra pegar o telefone.
Sofia: hoje a gente come aqui em casa. 21:00. Seja pontual. Não tragam as crianças.
Quase comecei a chorar de emoção. Todo mundo comentou alguma coisa e disse que ia. Naquela noite, deixamos os pequenos na casa da minha sogra e fomos pra casa da Sofia. Quando chegamos, já tava todo mundo. Batemos na porta e fomos recebidos pela Anfitriã que nos recebe com um sorriso. Estavam todos na sala tomando bebidas diferentes, cumprimentamos e nos sentamos num dos sofás. Todo mundo sentado. A gente se olhava em silêncio, meio que pra ver quem ia dar o primeiro passo, e foi a Sofia, que sempre foi considerada no grupo como a sem filtro.
Sofia: bom, o assunto é o seguinte, a gente se conhece há muitos anos, todos nós ficamos meio doidos ou não sei que palavra usar. Mas de uma coisa eu tenho certeza: todo mundo gostou, cada uma das mulheres falou com seus maridos e todos chegamos na mesma conclusão. Então, por mim e pelas meninas, acho que a gente devia continuar e ver no que dá. Primeiro, a gente precisa conversar sobre como queremos seguir. A ideia principal é que cada um de nós realize as fantasias que tem ou as coisas que excitam. Pra isso, aqui não tem essa de chifre. Vou dar um exemplo, coisa que conversei com meu marido: eu adoraria ter uma dupla penetração, e não tô falando de enfiar um vibrador na minha buceta e meter a pica no meu cu. Quero uma dupla penetração de verdade, com dois caras, e claro que meu marido tá entre eles.
Num cemitério tinha mais barulho do que naquela sala. Acho que ninguém nem piscava. Parecia que ela tinha anunciado o fim do mundo. Só olhávamos pra ela. Ela faz uma pausa e nos encara.
Sofia: bom, parece que estamos indo bem, porque ninguém fala nada. Outra coisa que a gente pensou: colocar nossas fantasias escritas num papel dentro de um envelope, misturar tudo e depois sortear. A fantasia sorteada é a que a gente realiza naquele dia. Todo mundo participa. E a gente pode ir discutindo os detalhes. Mas outra ideia que tive é que, por exemplo, o anfitrião tira um envelope pro próximo encontro, e durante a semana a gente vai conversando, seja pra colocar algum limite ou pra sugerir algo. Também vão ter propostas não só de coisas que a gente gostaria de realizar, mas também coisas que despertam nossa curiosidade, por exemplo, eu adoraria dar um massagem prostática no meu marido, mas ele não deixa, fala que é coisa de viado e não sei mais o quê. Bom, aí cagou o pau, ele vai ter que se deixar, e as ideias que surgirem durante a semana pra ir enfiando na cabeça dele vão ser consideradas. Todos os meios de mensagem vão ser em grupo e não mensagens privadas. Não pode tirar foto nem nada. Acho que ficou bem claro, só falta definir se todo mundo concorda, o que vamos fazer hoje e o que vamos comer porque tô com uma fome do caralho.
Terminado isso, ela se acomodou no sofá vitoriosa e olhando pra gente.
Eu: concordo com tudo que você falou, gostei da ideia, acho que falo pelos outros caras que a gente curtiria, só que não queremos ter problema com nossas parceiras por causa disso, ou seja, que não role reclamação, nem da nossa parte nem da de vocês.
Todos concordaram e ficamos nos olhando de novo.
Andrea: Bom, o que vamos comer? Falou se fazendo de desentendida.
Verônica: Mas a gente não tinha que dizer o que a gente ia fazer hoje?
Verônica era a mais quietinha de todas, mas dá pra ver que não perdia nada.
Sofia: hoje minha fantasia se realiza, já tá mais que conversado, haaaaaaaa, outra coisa que esqueci, isso também podia ser assim, eu tenho essa fantasia, e adoraria realizar ela, mas talvez a Verônica também tenha mas não falou ou não comentou ou deu vontade de experimentar, bom, ela também participa e a Andrea se quiser também, me expliquei? Não precisa que todas façam o que o dono da fantasia quer fazer, só temos que compartilhar com a presença olhando e se quiser pode participar. Também falta definir quem vai meter na minha bunda e essas coisas.
Falou enquanto se levantava e ia pegar o celular pra pedir comida.
Eu levantei e fui pro quintal, queria fumar, tava com uma ansiedade danada, os outros homens que também fumavam me seguiram…
Estávamos nós três no quintal fumando sem falar nada. Só olhávamos pros lados. Era um momento estranho, mas sabíamos que Tínhamos que nos falar algo.
Eu: bom, não sei o que vai rolar com isso, mas curto a ideia. Acho que se alguém não tiver afim, essa é a hora. Sabemos que vamos dividir as esposas e precisamos deixar claro que tá tudo bem, senão essa é a hora de vazar. Parece que elas conversaram muito sobre isso antes dessa noite e a gente não. Alguém quer cair fora?
Os dois disseram que tava tudo certo e que queriam continuar. Apagamos nossos cigarros e entramos em casa.
A cena era paradisíaca, as três estavam de lingerie sentadas na sala, batendo papo como se nada tivesse rolando, como se fosse normal.
Andrea: já pedimos pizza, demora uns 30 minutos, então temos um tempinho. Um vai ter que ficar vestido pra receber o entregador, os outros dois já podem ficar ou pelados ou de cueca, como preferirem.
Eu, nem lerdo nem preguiçoso, tirei tudo e fiquei de cueca. Guilherme me seguiu e fez o mesmo. Tomás ria, sacando que era o único que ia ficar vestido.
Sofia: bom, já sabemos o que vamos fazer hoje. Vamos aproveitar que temos tempo e ir um por um até a escrivaninha onde tá o computador, escrever o que quer, imprimir e guardar num envelope lacrado. Depois trazem aqui e deixamos pro próximo encontro. Outra coisa que a gente conversou enquanto vocês fumavam é que nas outras noites cada uma só tocou no marido dela, então agora vocês três sentam um do lado do outro.
Ela falou quase dando ordem, então a gente fez o que ela pediu sem reclamar.
Minha esposa chega perto e dá um lenço pra cada um.
Andrea: vendem os olhos e tirem as ferramentas, disse entre risadas.
Eu, vendo as três de lingerie, todas gostosas pra caralho, já tava meio duro. Vendamos os olhos e baixamos a cueca, deixando as picas de fora. As mulheres riam e comentavam algo. Eu tava no meio, do meu lado direito o Tomás e do meu lado... esquerdaGuilherme.
Sofia: agora cada uma vai pegar na pica dos três pra gente perder a vergonha. Uma, não sei qual foi, agarrou a pica do Tomás, dava pra ouvir risadas, passa um tempo e sinto alguém pegar na minha pica, bater uma punheta umas vezes e soltar. Senti três mãos diferentes tocando na minha pica e batendo uma. Quando a gente ia tirar as vendas, elas falaram que não, e passaram a dar uma chupadinha de leve cada uma, aí senti umas três bocas chupando minha pica, já tava de pau duro pra caralho. Não aguentávamos mais.
Andrea: agora podem tirar as vendas.
Nós três obedecemos sem falar nada.
Sofia: bom, já fomos infiéis uns com os outros, então é isso, as três chuparam a pica dos três, então vocês nos compartilharam e a gente compartilhou vocês. Quem vai escrever primeiro?...........
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