Cena entre amigos (2)

.............................Eu olhava a cena e era inacreditável, minha esposa sentada no sofá com as pernas bem abertas e a Sofia chupando ela toda. Fiz força pra parar de olhar aquilo e ver o que estava rolando ao nosso redor. O Guilherme sentado com a pica na mão, movendo ela bem devagar, o Tomás fazendo o mesmo, a Verônica já nessa altura tava do lado da minha esposa e se masturbava lentamente. Ninguém me viu olhando pra eles, estavam hipnotizados com o que tava acontecendo. Eu também tava com a pica na mão, mas quase não queria mexer. É como se eu quisesse que o prazer nunca acabasse.

Minha senhora olhava como a Sofia chupava a buceta dela e acariciava a cabeça dela enquanto gemia baixinho. Num momento elas se olham e começam a se beijar, as línguas se entrelaçavam de um jeito muito sensual. A Sofia com uma mão começa a tocar a Verônica e enfia um dedo na buceta dela, e ela quase explode de prazer, solta um gemido que quase fez todo mundo gozar ali presente. Se tocavam e se fundiam em beijos, até que minha senhora tira ela da buceta e diz que não queria terminar.

Andrea: Não aguento mais, ela me diz me olhando toda descabelada.
Eu: Acho que ninguém aqui aguenta mais. Falei enquanto pegava na minha pica e mostrava pra ela.

A gente tava num momento em que já tinha ido tudo pro caralho, minha esposa se aproximou de mim, se ajoelhou e passou a língua na ponta da pica. Ela chupava de um jeito gostoso, eu nos primeiros dois movimentos já não aguentava mais, já queria soltar todo o leite na boca dela, coisa que ela adorava. Olhei pros lados e cada uma das mulheres tava na mesma posição que a minha esposa, fazendo o mesmo com seus maridos. Eu não sabia o que fazer, se deixava ela continuar ou parava porque a qualquer momento vinha o inevitável. Mas nesse momento ouvi o Guilherme.

Guilherme: Para, gorda, para porque vou encher tua boca de porra. Tudo isso entre gemidos.

A Sofia parecia que tinham disse que era a última vez que ia chupar uma pica, enfiou ela toda na boca e começou a engasgar e cuspir saliva enquanto fazia força pra enfiar o mais fundo que podia. nessa hora, Guillermo não aguentou mais e começou a soltar toda a porra dele na garganta dela, segurou a cabeça dela e fez força pra enfiar mais. Tomas também começou a gozar, mas do jeito dele, tirou a pica da boca da Verônica e, enquanto passeava, terminou de esporrar no rosto dela, enquanto ela abria bem a boca. eu olhei pra minha esposa, que me encarava com os olhos cheios de lágrimas por causa dos engasgos. fechei os olhos pra aproveitar mais, sentia que não aguentava mais, mas não queria que o prazer que eu tava sentindo parasse. as respirações ofegantes que antes se ouviam tinham parado, mas não abri os olhos pra ver o porquê. minha esposa continuava chupando de um jeito delicioso, com uma mão segurava minhas bolas e massageava, e parecia que minha pica tava esperando esse estímulo, porque não aguentei mais e comecei a soltar tudo que tinha. minha pica ardia e eu sentia ela pulsando sem querer, eu me queixava e me contorcia de prazer, até não sobrar mais nada. ela continuou chupando até que num momento parou e soltou. aí eu abri os olhos e vi que ela continuava de joelhos, mas olhando pro outro lado. ela se levanta e vai encontrar a Sofia e a Verônica, que estavam de pé, uma do lado da outra, olhando como ela chupava. como se estivessem possuídas e se movessem por vontade alheia, as três se juntaram e trocaram um beijo que não saberia dizer quanto tempo durou, suas línguas se entrelaçavam e se acariciavam pelo corpo todo. nós, três homens, olhávamos atentos o que elas faziam. elas pararam de se beijar e sorriram. os dois casais ajeitaram um pouco as roupas e, sem dizer uma palavra, foram embora. eu fiquei sentado olhando como elas iam embora. acho que foi demais pra todo mundo, ou que tinha escapado do nosso controle. minha esposa olhou como elas iam embora e, sem me dizer uma palavra, entrou no banheiro e eu ouvi como ela Liguei a água pra tomar um banho. Fiquei uns minutos sentado no sofá e fui lá fora fumar um cigarro no pátio. Quando voltei, minha mulher ainda tava se banhando, então tirei a roupa e me joguei na cama só de calção de futebol.

Ela saiu do banheiro como se Deus a tivesse mandado pro mundo e se enfiou na cama. Eu entendi o que ela queria. Naquela noite a gente trepou como loucos, e acabamos dormindo abraçados, suados, com nossos sucos nos corpos.

Começou a semana de trabalho, cada um na sua. Com a Andrea a gente quase não falou sobre o que tinha rolado no fim de semana. Os dois sabíamos que precisávamos dar um tempo na conversa, mas parecia que não conseguíamos, sempre alguma coisa atrapalhava. Entre as três famílias, a gente tinha um grupo no WhatsApp onde sempre postava alguma coisa. Não faltava uma das mulheres desejando boa semana pra todo mundo ou algum vídeo meio doido que a gente mandava. Naquela semana, ninguém escreveu nem um "bom dia". Era um silêncio absoluto. Eu várias vezes pensei em postar algo, mas não sabia o quê. Minhas conversas com o Guillermo e o Tomás também eram por aquele grupo, então não sabia o que fazer. E assim passou uma semana, e o grupo morreu. Não teve nem um "oi". Não lembro que dia da semana seguinte foi, mas a Andrea e eu estávamos na cama e ela puxou assunto.

Andrea: "Que doideira o que rolou esses dias", ela disse sem me olhar, enquanto parecia prestar atenção na TV.

Eu: "É, verdade, muito louco", falei com cuidado, mas não adiantou nada porque não terminei a frase e ela já soltou a próxima pergunta.

Andrea: "Você faria de novo?" Agora sim ela me olhava nos olhos.

Foi um daqueles momentos em que, como homem casado e pai de família, você não sabe que merda responder. Se você diz que sim, é porque é um porco degenerado e merece ser levado pelado pra Ushuaia e morrer de frio. E se você diz que não, é um careta e tal. Então...

Eu: "Olha, gostar, eu gostei. Você sabe que eu gosto de experimentar coisas, e sou homem e tarado, então óbvio que vou te dizer que sim. Gostaria de repetir, mas uma parada dessas também pode trazer um monte de problema ou não pro casal, e eu nunca faria algo que fizesse mal pra gente.
Resposta bem ambígua pra ver se ela afrouxava.

Andrea: Eu faria de novo, sim, verdade, fiquei com muito tesão. E quando lembro, fico com tesão de novo, ficamos com vontade de mais.

Eu: Ficamos com vontade? Falei surpreso, com quem você falou?

Andrea: Com as minas, até criamos um grupo pra gente conversar entre as três e não ter que ficar falando com vocês.

Eu não sabia se ficava puto ou feliz, mas já tava com um frio na barriga.

Eu: E aí, o que decidiram?

Andrea: Que cada uma ia falar com o marido e a gente ia ver no que dava. Mas que tinha umas paradas que a gente precisava conversar. Regras a seguir, limites e tal. Combinamos que não ia ter filtro e já bolamos mil ideias do que fazer.

Ela me olha com uma cara de quem tá sendo a pessoa mais sincera do mundo.

Andrea: Olha, nenhuma de nós três é puta, mas a gente gosta de sexo igual a vocês, essas paradas são boas desde que seja com cuidado e de comum acordo entre todas as partes. Combinamos entre as três que, se trouxesse algum problema, a gente ia conversar, tipo terapia em grupo. Mas não queríamos deixar isso de lado. As três amaram e ficaram com vontade de brincar com as fantasias, ver coisas e sentir coisas.

Como sempre acontecia com qualquer conversa importante, fomos interrompidos pelos nossos filhos, que vieram perguntar alguma coisa. Naquela noite, não tocamos mais no assunto.

No dia seguinte, que era sexta, quando tava no trabalho, o celular tocou e era o grupo. Tava com um som diferente, pulei pra pegar o telefone.

Sofia: Hoje a gente come aqui em casa. 21:00h. Seja pontual. Não tragam as crianças.

Quase comecei a chorar de emoção. Todo mundo comentou alguma coisa e confirmou que ia. Naquela noite, deixamos os pequenos na casa da minha sogra e fomos pra casa da Sofia. Quando chegamos, já tava todo mundo lá. Batemos na porta e fomos recebidos pela Anfitriã que nos recebe com um sorriso. Estavam todos na sala tomando bebidas diferentes, cumprimentamos e nos sentamos num dos sofás. Todo mundo sentado. Nos olhamos uns pros outros em silêncio, meio que pra ver quem ia dar o primeiro passo, e foi a Sofia, que sempre foi considerada no grupo como a sem filtro.
Sofia: bom, o assunto é o seguinte, a gente se conhece há muitos anos, todos nós ficamos meio doidos ou não sei que palavra usar. Mas de uma coisa eu tenho certeza: todo mundo gostou, cada uma das mulheres falou com seus maridos e todos chegamos à mesma conclusão. Então, por mim e pelas meninas, acho que a gente deve continuar e ver no que dá. Primeiro, a gente precisa conversar sobre como queremos seguir. A ideia principal é que cada um de nós realize as fantasias que tem ou as coisas que excitam a gente. Pra isso, aqui não tem essa de chifre. Vou dar um exemplo, conversei com meu marido: eu queria ter uma dupla penetração, e não me refiro a enfiar um vibrador na buceta e meter a pica no cu, quero uma dupla penetração de verdade, com dois homens, e claro que meu marido tá entre eles.

Num cemitério tinha mais barulho do que naquela sala. Acho que ninguém nem piscava. Parecia que ela tinha anunciado o fim do mundo. Só olhávamos pra ela, ela faz um silêncio e nos encara.
Sofia: bom, parece que estamos indo bem, porque ninguém fala nada. Outra coisa que a gente pensou. É colocar nossas fantasias escritas num papel dentro de um envelope, misturar tudo e depois sortear. A fantasia que sair é a que a gente realiza naquele dia. Todo mundo participa. E a gente pode ir discutindo os detalhes, mas outra ideia que tive é que, por exemplo, o anfitrião tira um envelope pro próximo encontro, e durante a semana a gente vai conversando, seja pra colocar algum limite ou pra sugerir algo. Também vão ter propostas não só de coisas que a gente gostaria de realizar, mas também que despertam nossa curiosidade, por Por exemplo, eu adoraria dar um massagem prostática no meu marido, mas ele não deixa, fala que é coisa de viado e não sei o quê. Bom, aí você se ferrou, ele vai ter que se deixar. E as ideias que surgirem durante a semana pra ir plantando na cabeça dele vão ser consideradas. Todas as mensagens vão ser em grupo, nada de mensagens privadas. Não pode tirar foto nem nada. Acho que ficou bem claro, só falta a gente definir se todo mundo concorda, o que vamos fazer hoje e o que vamos comer porque tô com uma fome do caramba.

Terminando isso, ela se acomodou no sofá, vitoriosa, e ficou olhando pra gente.

Eu: concordo com tudo que você disse, gostei da ideia, acho que falo pelos outros caras também, a gente curte, só não queremos ter problema com nossas minas por causa disso, ou seja, sem reclamação, nem da nossa parte nem da de vocês.

Todo mundo concordou e ficou se olhando de novo.

Andrea: Bom, o que vamos comer? Falou se fazendo de desentendida.

Verônica: Mas a gente não tinha que decidir o que fazer hoje?

Verônica era a mais quietinha de todas, mas dá pra ver que não perdia nada.

Sofia: Hoje minha fantasia vai se realizar, já tá mais que conversado. Aaaaaa, outra coisa que esqueci, isso também podia ser assim: eu tenho essa fantasia, e adoraria realizar, mas talvez a Verônica também tenha, só que não fala ou não comenta, ou deu vontade de experimentar. Bom, ela também participa, e a Andrea, se quiser, também. Entendeu? Não precisa todo mundo fazer o que o dono da fantasia quer, a gente só precisa compartilhar, olhando, e se quiser, pode participar. Também falta definir quem vai meter na minha bunda e essas coisas.

Falou enquanto se levantava e ia pegar o celular pra pedir comida.

Eu levantei e fui pro quintal, queria fumar, tava com uma ansiedade danada. Os outros caras que também fumavam vieram atrás...

Estávamos nós três no quintal fumando sem falar nada. Só olhando pros lados. Era um momento estranho, mas a gente sabia que... Tínhamos que nos dizer algo.
Eu: bom, não sei o que vai rolar com isso, mas eu curto a ideia. Acho que se alguém não tá afim, esse é o momento. Sabemos que vamos compartilhar as esposas e precisamos deixar claro que tá tudo bem, senão essa é a hora de cair fora. Parece que elas conversaram muito sobre isso antes dessa noite e a gente não. Alguém quer vazar?

Os dois disseram que tava tudo bem e que queriam seguir. Apagamos nossos cigarros e entramos na casa.

A imagem era paradisíaca, as três estavam de lingerie sentadas na sala, batendo papo como se nada tivesse acontecendo, como se fosse normal.

Andrea: já pedimos pizza, demora uns 30 minutos, então temos um tempinho. Um vai ter que ficar vestido pra receber o entregador, os outros dois já podem ficar pelados ou de cueca, como preferirem. Eu, nem lerdo nem preguiçoso, tirei tudo e fiquei só de cueca, Guilherme me seguiu e fez o mesmo. Tomás ria, sacando que era o único que ia ficar vestido.

Sofia: bom, já sabemos o que vamos fazer hoje. Vamos aproveitar que temos tempo e vamos um por um até a escrivaninha onde tá o computador, escrever o que quiser, imprimir e guardar num envelope lacrado. Depois trazem aqui e deixamos pro próximo encontro. Outra coisa que a gente tava falando enquanto vocês fumavam é que nas outras noites cada uma só tocou no próprio marido, então agora vocês três sentam um do lado do outro.

Ela falou quase dando ordem, então a gente fez o que ela pediu sem resistir.

Minha esposa se aproxima e dá um lenço pra cada um.

Andrea: vendem os olhos e tirem as ferramentas, disse entre risadas.

Eu, vendo as três de lingerie, todas gostosas pra caralho, já tava meio duro. Vendamos os olhos e baixamos a cueca, deixando as picas de fora. As mulheres riam e comentavam algo. Eu tava no meio, do meu lado direito o Tomás e do meu lado... esquerdaGuilherme.
Sofia: agora cada uma vai pegar na pica dos três pra gente se soltar. Uma não sei qual foi, pegou na pica do Tomás, dava pra ouvir risada, passa um tempo e sinto alguém pegar na minha pica e bater uma punheta umas vezes e soltar. Assim senti 3 mãos diferentes tocando na minha pica e batendo uma. Quando a gente ia tirar as vendas, elas disseram que não, e passaram a dar uma chupadinha de leve cada uma, então senti umas 3 bocas chupando minha pica, já tava de pau duro pra caralho. A gente não aguentava mais.
Andrea: agora podem tirar as vendas.
Nós três obedecemos sem falar nada.
Sofia: bom, já fomos infiéis entre todo mundo, então é isso, as três chuparam a pica dos três, então vocês nos dividiram e a gente dividiu vocês. Quem vai escrever primeiro?...........

6 comentários - Cena entre amigos (2)

Que buen grupo se armo espero saber como sigue
Ufff que hermoso relato quedé te al palo espero ver cómo sigue esto. Van 10
Pero para ser justos ellas se debieron sentar y los chicos comerles el coño 😅 jajajaja.. Muy bueno la verdad...