#11 Separada mas não sozinha (espiando a mamãe)

Era bem simples, ou pelo menos era o que Eli achava. Ela tinha que se despedir da mãe, sair como se fosse pra escola, só que em vez de ir embora de vez, daria a volta na casa e entraria pela janela do próprio quarto, e depois desceria as escadas até o quarto da mãe. Chegando lá, faria tudo rápido. Roubaria o dinheiro que precisava pra completar a taxa da escola. Tinha gastado tudo saindo com a Alejandra. Quando estava com a sua love, Eli não parava pra pensar direito nas coisas e acabou gastando o dinheiro que não devia. Então era bem simples. Daria tchau no horário de sempre, sairia e voltaria a entrar. O truque era não deixar ela ver, esperar ela entrar no banho pra ir trabalhar e, nesse meio tempo, entrar e roubar o dinheiro que ela tinha na carteira. — Tchau, mãe! Já vou! — Eli se abaixou pra receber o beijo da mãe. — Se cuida, filha. Deu tudo certo. Depois de sair, voltou a entrar sem problemas no quarto. Eli tinha perguntado dias antes pra mãe sobre a rotina dela. Sabia o que ela fazia depois que ela saía. Deixava a porta do quarto aberta. A carteira dela ficava dentro do armário. Ia ter uns quinze minutos antes dela sair do banho. De qualquer forma, se ela fosse pega em casa, diria que esqueceu alguma coisa. Se fosse pega no quarto, teria que mentir de um jeito mais sutil. O barulho de passos subindo as escadas a tirou dos pensamentos. Eli se arriscou a tirar a cabeça pra olhar e viu a mãe subindo de roupão. Esperou alguns segundos e, com cuidado, subiu. as escadas. Ela tirou os sapatos que usava e andou na ponta dos pés com as meias. Não fez nenhum barulho. De fato, a porta do quarto da mãe dela estava aberta, ela deu uma espiada lá dentro e viu a porta do banheiro interno fechada. Chegou aos ouvidos dela o som da água correndo. Ela entrou bem devagar, tentando não fazer barulho. Foi até o guarda-roupa, abriu e encontrou a bolsa pendurada do lado de dentro da porta, abriu o zíper de um bolso e, para sua sorte, a carteira estava bem ali. Tirou o dinheiro que precisava e fechou tudo de novo. Quando ia fechar o guarda-roupa, ouviu a porta do banheiro se abrir. O coração de Eli deu um pulo e, sem pensar, ela entrou dentro do móvel e fechou a porta atrás de si. Pela fresta que tinha na porta, ela viu a mãe. Ela estava com o roupão aberto e dava pra ver o lindo sutiã branco de renda apertando os peitões enormes dela. Também estava usando uma tanga branca de renda, do mesmo conjunto do sutiã. Ela continuou observando. A mãe tirou o roupão e pendurou num cabide. Por um momento, Eli pensou que ela fosse até o guarda-roupa e o coração parou. Mas a mãe dela tinha deixado roupa na cama. Ou pelo menos uma parte, porque ela pegou uma cinta-liga e colocou na cintura e, em seguida, começou a vestir uma meia-calça, também branca. Eli via a bunda linda devorando a tanga e fazendo ela sumir, até quando a mãe se abaixava. O espetáculo tava deixando ela com tesão. mas mal ela tentou bolar uma saída, os pensamentos Elas saíram da cabeça dela. A mãe dela tinha vestido um babydoll, todo branco, até os sapatos de salto alto que ela estava calçando naquele momento. - Deus, você está linda. A voz vinha da porta. Elizabeth não conseguia ver quem era. Só via a mãe dela, que se virou pra encontrar o desconhecido. - Senhor, por favor. Só queria impressionar o senhor. - E consegue, mulher, consegue. Não era um desconhecido. Era o vizinho da frente. Dom Mathias? Ou era Manuel? Eli não lembrava o nome, mas lembrava do homem mais preto que já tinha visto. Não era racista nem nada, mas não tava acostumada a ver em outro lugar uma pessoa de pele tão escura, tipo uns dois metros de altura e barriga saliente, era um homem difícil de esquecer. Ainda em choque, Eli só conseguiu ficar parada, escondida, vendo a mãe dela, vestida de renda e gostosa, se beijando com o vizinho. Na própria casa dela, no quarto de casal. Não era só beijo. Eles se tocavam o corpo todo. A mãe de Eli não perdeu tempo. Tirou a roupa do cara em segundos enquanto continuava beijando ele. Quando abaixou as calças dele, até Eli levou as mãos à boca. Uma piroca monstruosa, meio mole, pendia entre as pernas do vizinho. Preta, cheia de veias, grande, nem no máximo do potencial. A mãe dela não mostrou tanta surpresa, só um sorriso, pegou com as duas mãos e começou a chupar com gosto. Tentava enfiar tudo, mas era impossível. Até mole, a mãe de Eli só conseguiu enfiar até a metade antes de começar a tossir. sem perceber, Eli levou os dedos entre as pernas. Se surpreendeu ao se sentir molhada. . Pra falar a verdade, Eli não sabia o que pensar, mas o medo de ser descoberta passou um pouco. Ela tava contemplando algo. totalmente incrível. O boquete não durou muito, o vizinho pegou a mãe e jogou ela na cama. A mãe da Eli virou e ficou de quatro. Ela ainda estava com o conjunto todo, com os saltos altos, de cachorrinha na cama. Uma cena erótica completa. - Você não sabe quanto tempo esperei por isso. - Não espere mais - a mãe levantou a bunda e com uma mão puxou a tanga pro lado, deixando à mostra uns lábios vaginais lindos, rosadinhos, depilados e molhados. O homem enfiou o pau na buceta. Deu pra sentir um pouco de desconforto, mas entrou sem mais problemas. Ainda estava meio mole, mas o tamanho era colossal. Quando enfiou tudo, segurou os quadris da mãe e começou a foder ela. - Aaaah! Ooh, meu Deus. É grande! - Tudo pra você, querida. - Ooh. Auch! Não! Não enfia tudo ainda. Espera - a mãe da Eli cuspiu na própria mão e passou na buceta. - Au! Espera, já. O vizinho continuou montando ela. O ritmo aumentou e Eli ouvia a mãe gemendo de prazer. Mas o movimento parava direto. - Que isso! Não enfia tudo, é grande. Então, assim que o vizinho enfiava, a mãe se mexia, arqueava as costas e ia pra frente, fazendo o pau sair. O vizinho enfiava o pau na mãe de novo, segurava ela pela cintura mais uma vez e começava a foder quando ela gritava de novo. - Ai! Espera! Mas o cara não parou, pelo contrário, enfiou mais fundo, quase conseguindo colocar tudo. A enfiada fez a mãe da Eli se jogar pra frente. Ao sentir a pica enorme invadindo ela, se atirou pra frente e deitou. - Aaah! Ei. É muito grande. Quer me partir no meio? - Claro. Assim que disse isso, o homem pegou a mãe da Eli pelos tornozelos, abriu as pernas dela. Tirou a tanga de uma das pernas e deixou na outra. Segurou o próprio pau e começou a se masturbar. O tamanho, inacreditavelmente, aumentou ainda mais. O vizinho, já com a pica dura como um pau preto, ele enfiou mais uma vez a cabeça na buceta linda dela. Quando a cabecinha entrou, ele tirou a mão e segurou as pernas da mãe pelos joelhos. — Não, amor. Por favor, espera... A frase foi interrompida por um gemido. A mãe abriu os olhos azuis no momento em que o vizinho se jogou sobre ela. Meteu a pica de uma vez só e penetrou ela. Na primeira estocada, Eli viu que mesmo assim não entrou toda. Ele tirou um pouco e na segunda também não entrou por completo. Os gemidos da mãe dela quase eram gritos. Teve que passar uma terceira e quarta fodida pra que finalmente, na quinta, o pau, depois de aparentemente bater em algo e dobrar levemente pro lado, conseguisse achar caminho e entrar inteiro. As bolas bateram nos lábios rosados da buceta e a mãe de Eli recebeu uns trinta e cinco centímetros de pica na extensão toda. — Aaaaah! — a mãe virou os olhos e virou a cabeça, se contorcendo como um peixe — aaah! É... tá... to...to... toda dentro. — Fazia tempo que não enfiava assim, coração. Tá sentindo? Eli estava tão vidrada que nem percebia que já tinha dois dedos dentro da saia. Pegando as pernas de novo, o homem colocou elas nos ombros dele, sem tirar a pica de dentro da mãe, que só conseguia empurrar ele fraco e se sacudir. Já na nova posição, ele comeu ela, mas agora com controle total da profundidade. Subiu em cima, dobrou ela e começou a pular, subindo e descendo, se apoiando nos braços e pés na cama. — Tá sentindo? — Aaaah! Aaa! Deus! Deus! Aaaaaaah! A pica entrava e saía da buceta. Conseguia sair mais da metade pra, na hora, entrar com força e sumir lá dentro. Os lábios tavam ficando vermelhos de tão abertos e a mãe do Eli só conseguia soltar um tipo de som, entre soluço e gemido. - Tá sentindo?! O homem aumentou a velocidade. A fodida era brutal. A pica saía e entrava enquanto a mãe mal aguentava. Mordia os lábios, balançava a cabeça, cravava as unhas nos braços do homem que tava comendo ela. - Não tá sentindo hein? E agora? O vizinho, com um movimento rápido da mão, pegou a pica quando saiu da buceta da mãe e quando desceu pra penetrar ela de novo, enfiou no buraco, mas no buraco de trás. - Aaaaaa! puta! - a mãe se estremeceu mas com o peso do homem não conseguiu fazer nada Eli de novo levou a mão à boca pra não fazer barulho. A pica preta enorme desceu e penetrou o cu da mãe do Eli. Desceu e foi descendo até as bolas marcarem o fim. Mal desceu tudo, subiu de novo, e desceu. A fodida seguiu o mesmo ritmo brutal. - Agora sente? - o vizinho agarrou a mãe do Eli pela nuca e fez ela olhar como ele tava comendo ela. - Sss..sim.. eu.. sinto - cada palavra era interrompida por uma estocada, ela só conseguia falar quando a pica saía dela. - Cê gosta? - Eu...a...do...ro.. A pica continuava no cu, saindo e entrando. Eli via tudo do armário. Via as costas do vizinho subindo e descendo sobre a mãe dela. Via a pica enorme dele entrando. Via quando saía todo o comprimento que tava dentro e via também o rosto da mãe dela que olhava tudo. Por um momento ela olhou pra ele mas a pica entrou de novo e ela fechou os olhos. As pernas dela começaram a tremer nos ombros do cara. Os pés dela nos saltos altos mexiam no ar. Depois de uns minutos o vizinho se juntou aos gemidos da mãe dela. Gemendo e ao Ao mesmo tempo, empurrando com mais força o pau dele, gozou dentro do cu da mãe. Empurrou mais umas duas vezes. - Aaaah, ufff. No teu cu, gozei dentro do teu cu, amor. A mãe não respondeu. Já não empurrava nem arranhava ele. Só segurava o próprio cabelo e balançava a cabeça. Mal aguentava as fodas. Depois de esperar uns minutos e tirar as pernas dos ombros dele, colocou elas de lado, bem abertas. - Vem aqui. Falta você me encher mais. Agarrou o homem, beijou ele e deitou ele por cima dela. Assim, de papai e mamãe, começou a foder ela de novo. Não chegou a tirar o pau, então continuou comendo ela analmente. Seguiu por um tempo. Uns cinco minutos de tirar e meter. O cu da mãe já não oferecia resistência nenhuma. Até que Eli viu o pau bem duro de novo. O vizinho então, com o mesmo movimento de antes, tirou e meteu na buceta. Os gemidos inundaram o quarto de novo. - Mmmmmmmm aaaaah! Elizabeth agora via o senhor penetrando a buceta da mãe dela. Entrava e saía da vulva dela. Uma vez e outra. Mais pra baixo, via que o cu da mãe ainda estava bem aberto. Não em formato circular, mas sim em semicírculo, rodeando e deformado pela parte de baixo do pau imenso que entrava em cima do buraco. Um fio de esperma branco saía dele e escorria até a cama. O homem abraçava a mãe. Comia ela com força. Depois de um tempo, tirava o pau enorme e alternava de buraco. Da buceta pro cu e vice-versa. Os dois buracos estavam muito abertos e o pau entrava livremente em ambos. O vizinho sempre se esforçava pra meter o pau todo, fodia um por um tempo e voltava a trocar de entrada. A mãe só gemia, rendida completamente. Não demorou pra os gemidos se repetirem e a velocidade aumentar. Dessa vez, a gozada foi dentro da buceta. Depois de uns minutos, o vizinho sentou na cama. O pau estava mole e caía entre as pernas dele. Cheio de esperma e dos fluidos da mãe de Eli. Eli pensava nisso tudo enquanto olhava pros próprios dedos molhados. O vizinho, pra fechar com chave de ouro, pegou a mãe de Eli pela cabeça. Ela não resistiu nem disse nada. Ele levou ela até o pau dele sem falar uma palavra, ela abriu a boca e o cara enfiou o pau, molhado, cheio de porra, nela. Mexeu a cabeça da mãe e fez ela chupar, ou melhor, limpar. O pau, já menor agora, dessa vez conseguiu entrar na boca inteiro. Deixou lá por uns segundos, enquanto pegou o cabelo ruivo da mãe e começou a limpar os restos de porra e fluido que tinha nas bolas e na região toda. Quando terminou de limpar, tirou o pau da boca. Deixou a mãe deitada de barriga pra cima, com o cabelo impregnado de porra. Se arrumou, vestiu e se despediu. - Me liga de novo quando quiser, gostosa. Quando ele saiu, a mãe de Eli continuou lá, deitada, com as pernas abertas. A porra escorria do cu dela e na buceta tinha uma espuma branca grossa. Ficou assim por uns minutos. Depois, finalmente, se levantou. Ao ficar de pé, cambaleou. Tirou os sapatos de salto e foi mancando em direção ao banheiro, mancando a cada passo. Eli notou as expressões de dor dela e as meias, que agora também estavam molhadas, com a porra do vizinho escorrendo por elas, ainda saindo dela. Pegou o roupão de novo. Chegou na porta do banheiro. Elizabeth viu a chance ali. Se preparou, segurou a porta, pronta pra abrir e sair o mais rápido possível pra fora do quarto. No fim, conseguiu o que queria; o dinheiro, não foi descoberta. Embora ainda tivesse o detalhe de ver a mãe sendo fodida selvagemente. E toda a história da traição entre os pais. Ia ter que pensar nisso tudo quando estivesse mais calma. - Eli, filha. A voz da mãe fez ela congelar. ali mesmo. Tava encostada na porta do banheiro, olhando na direção dela. -Pode sair do armário. Valeu a todo mundo pelo apoio e por ler! Isso me motiva a postar mais coisas. Deixa teu comentário, pontos ou mensagem! Leio todo mundo! Alguma sugestão, ideia, experiência ou se só quiser bater um papo. Beijos! Me segue pra mais contos.

4 comentários - #11 Separada mas não sozinha (espiando a mamãe)

ufff tremendo morbo!!
si le van los veteranos, podemos prescindir de la señora madre!
@VoyeaurXVII entonces si. Le harás compañía?
lo que usted mande!
pecasy
Espectacular la paja que me hice leyendo esto tan rico
Vaya! Estos comentarios me encantan leer
Madre mía que rico!!!
Y ahora que hago yo con lo dura que me la has puesto pensando en la progenitora de Eli...😍