Nosso Primeiro Encontro

Joguei o anzol sem esperar que ela mordesse, e mesmo assim ela mordeu. Devo dizer que trabalhávamos juntos e ela estava muito acima da minha liga, mesmo eu estando numa categoria profissional superior.

E se eu tivesse que descrevê-la, diria que é uma mulher de corpo magro mas com curvas muito boas. Com o uniforme do trabalho, ela ficava simplesmente espetacular. Aproximadamente 1,65m de altura, pele branca como a lua e uns olhos que me faziam me perder neles.

Enfim, ela decidiu pedir demissão e foi quando começamos a sair. "Posso te acompanhar?" "Sim, claro", ela respondeu, "apesar de eu não morar longe". E a acompanhei até sua casa, hesitante e fazendo o maior papelão. Ao deixá-la na soleira da porta, juntei os dois gramas de coragem que tenho e disse: "Quer fazer isso de novo? Quer sair comigo?" "Sim!", ela exclamou. "Sábado está bom?" "Eu... eu... está perfeito para mim", respondi.

No sábado, eu estava morrendo de nervoso. Quando passei para buscá-la, ela estava incrível. Usava um vestido florido com os ombros de fora, que deixavam ver uma tatuagem linda no seu ombro direito: umas gaivotas. Decidimos ir ao cinema e jantar. Confesso que não lembro do filme, só lembro do quão perfeito era o momento. Ela pegou minha mão e se encostou no meu ombro por uma boa parte do filme. Meu coração voava. Depois disso, fomos jantar e chegou a hora de levá-la para casa.

No caminho, começamos a nos beijar. Foi mágico. Estacionamos uma rua antes da casa dela, para não sermos facilmente vistos. Uma rua vazia e uma noite chuvosa, duas bocas cheias de desejo – combinação perigosa. A música, intencionalmente escolhida para parecer um acidente, simplesmente selou uma atmosfera de puro romantismo.

Passaram-se cinco minutos e os beijos viraram respirações ofegantes, mãos cheias de luxúria percorrendo pele com pele no banco dianteiro do carro. Ela se jogou sobre mim. A recebi sem inibições, morrendo de vontade de arrancar aquele vestidinho lindo dela. de flores e fazê-la gritar, queria me fazer dele e que fosse minha, eu disse te desejo, e ela também parecia excitada, seus mamilos marcavam no vestido e de sua boca saiu um "me toma".

este não é o lugar, repliquei, e estamos perto da hora que seus pais pediram que voltasse.

não se preocupe, sussurrou no meu ouvido enquanto mordia suavemente o lóbulo do mesmo, posso chegar algumas horas atrasada. então liguei o carro e nos dirigimos ao hotel mais próximo.

no caminho, ela levantou sua saia, e começou a se tocar no carro enquanto desabotoava minha braguilha e meu pênis ereto emergiu dela, em um movimento ágil ela se jogou no meu colo e começou a chupá-lo como se nunca tivesse tido um, eu dirigia a toda pressa rumo ao hotel para continuar com nosso momento de desejo.

chegamos ao hotel, pedimos uma suíte e mal estávamos fechando a porta da garagem, vi seu vestido no chão, sua silhueta se desenhava magistralmente sobre um lindo conjunto de lingerie, preto com bolinhas cor-de-rosa. a carreguei para a parte superior, onde ficava o quarto, e a coloquei suavemente na cama, me tomei um momento para admirar em todo seu esplendor, sua beleza, aquela pele branca como a lua que havia ficado levemente avermelhada, seus olhos que se perdiam nos meus enquanto mordia brincalhonamente seu lábio e me dizia me faz sua.

Até hoje não tenho ideia de como me despi tão rápido mas o fiz, e tendo-a na cama sentada na beirada me joguei sobre suas coxas, as lambia e as beijava uma e outra vez, de um lado e do outro, enquanto notava a umidade refletir em sua calcinha. minhas mãos a percorriam desde as panturrilhas até as nádegas, firmes e juvenis, enfiei meu nariz entre suas pernas abertas, e comecei a beijar seus lábios maiores, sentindo sua vulva quente, desejosa de sexo, ela se jogou levemente sobre a cama, parando sobre seus cotovelos com as palmas sobre a cama, e eu não tive mais remédio que arrancar sua calcinha, cheirar, lamber, estava molhada e tinha gosto de êxtase. e comecei devagar a lamber sua vulva, com pequenas lambidas de um lado e do outro para depois lamber a entrada do seu paraíso, tão molhada, tão ardente, e continuei subindo até seu clitóris, inchado, avermelhado, pulsante, comecei a lambê-lo suavemente, um gemido escapou dela apesar de todas as tentativas de segurá-lo, e comecei a comê-lo, saboreá-lo, beijá-lo e chupá-lo, dando mordidinhas bem leves com força suficiente para que parecesse apenas um arrepio, ela começou a gemer e a apertar as pernas, fazendo com as mãos que minha cabeça fosse mais fundo e minha língua trabalhasse melhor, senti sua umidade, senti seu erotismo, e ela disse... me fode agora, quero você dentro. eu estava com uma ereção que pulsava como se fosse explodir, ela tinha tirado o sutiã em algum momento que não percebi e eu só a beijei, beijei apaixonadamente enquanto meu pau ereto e selvagem se posicionava na entrada de sua buceta, tentando entrar no paraíso, a mão dela no meu pau o guiou pelo caminho que devia seguir, e no meio de um beijo apertado suas pernas se enrolaram no meu corpo me fazendo entrar com força e por completo nela, ambos perdemos o fôlego por um instante, meu pau ficava maior e mais largo, mais duro dentro dela enquanto nossos quadris balançavam num vai e vem sem igual. gritos, gemidos, vozes, suor, éramos tudo e nada, éramos um e dois ao mesmo tempo, meu pau entrava e saía de sua vagina que se abria e fechava pulsando em volta dele, num movimento súbito ela me virou na cama, agora ela estava por cima de mim, mordendo meu pescoço e meu peito, enquanto suas unhas arranhavam meu peito, meus braços e minhas coxas, ela se movia para frente e para trás, em círculos, era uma verdadeira loucura, quando de repente senti suas pernas me apertarem e num gemido ela caiu deitada sobre mim, trêmula e exausta, seu primeiro orgasmo comigo, e eu Eu continuava duro, ereto e firme por e para ela, então enquanto ela tremia, eu continuava me movendo dentro dela, entrando e saindo, suave e lentamente, aumentando assim seu tremor e levando-a a um quase imediato segundo orgasmo. Seus olhos não mentiam, suas mãos apertando os lençóis, seus dentes mordendo meus lábios. Saí dela, a coloquei de bruços na cama e a penetrei bruscamente por trás. Sua buceta se abriu seguindo o trajeto do meu pau e comecei a me mover nela, nossos gritos, seu suor e um terceiro e quarto orgasmo que chegaram junto com o meu. Terminamos exaustos, e enquanto ela se deitava sobre mim, com a cabeça no meu peito, eu sentia seus fluidos e meu sêmen escorrendo pela minha perna, bem onde a buceta dela estava apoiada.

"Eu te adoro", sussurrei no seu ouvido, e ela me deu um beijo que eu queria que nunca terminasse.

"É hora de ir para casa, gostosa", eu disse, e nos vestimos às pressas. Ela perguntou pelo vestido, e eu falei: "Você deixou perto do carro". Então, em todo o esplendor de sua nudez recém-bagunçada, descemos até o carro. Ela se vestiu ali e corremos para a casa dela. Tinham sido três horas que deram o clímax perfeito para uma noite sem igual.

Beijei-a na porta, ela entrou e no dia seguinte me ligou para saber quando nos veríamos de novo.

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