Depois daquela noite com fotos e promessas, passaram umas semanas até que algo bom realmente aconteceu. Tava a 3 semanas de ficar com a casa vazia e, por isso, a 3 semanas de poder foder a Daniela. O rolê foi numa quinta à tarde, como sempre, mas durante esses dias a Alondra continuava dando bons motivos pra eu vê-la. — "Cê tá suando pra caralho, quer ver?" + "Claro, por que cê tá suando? Já não tá mais tão quente.
- "Você não quer suar?" Aquela foto me deixou louco, o único dia que dava pra ir era quinta-feira, então só dava pra bater uma pensando naquelas tetas. Terça-feira: - "Preciso de outro pijama." +"Por quê?
-"Imagina que me escapam os peitos e tu não tá aqui pra lamber eles!? Kkkkkkk"
+"Porra!!! Será que é isso que elas querem?! Deixa eu ver."
-"Até tu vir e me despir você mesmo, senão nada." Ela sabia que isso me deixava louco, sou um amante de peitos e ela sabia bem disso.
Quarta-feira: -"Ei, posso te perguntar uma coisa?"
+"Claro, me pede o que quiser.
-"Esta blusa é muito transparente? E se for, minhas tetas são gordas? :*"
+"Só um pouco e sim, são grandes e lindas!!"
-"Amanhã você vem ou o quê!?"
+"Claro, amanhã eu tô lá."
Assim foi a semana até que quinta-feira chegou. Me arrumei antes da hora do almoço, me depilei até não sobrar um pelo e tomei banho. Não sabia se também veria a Daniela, mas a importante era a Alondra.
Depois de comer, a Daniela chegou e fomos pro meu quarto. Não tava a fim de ser o garoto bonzinho de sempre, então só entrei no quarto, nos abraçamos, começamos a nos beijar e logo comecei a despir ela. Primeiro tirei a camisa dela, depois desabotoei o sutiã, deixando sair os peitos lindos e macios dela. Me afastei um pouco pra admirar, e ela segurou um deles de um jeito provocante.
Continuamos nos beijando, e ela começou a esfregar meu pau por cima da calça. Eu desabotoei a dela; sentei na cama e ela fez o resto, tirou a calça completamente, me beijou de novo e puxou minha calça pra baixo, me deixando nu da cintura pra baixo.
Assim que viu meu pau, ela se jogou como um animal faminto. Eu adorava sentir os lábios molhados dela chupando meu pau. Depois de alguns minutos de prazer, parei ela e a beijei.
+"Hoje eu só quero que você lamba minhas bolas, entendeu?"
Ela concordou com a cabeça e começou a lamber. Ela era muito boa nisso, toda a saliva que escorria ela recolhia de novo.
Logo depois, chegou a hora de ir. Dessa vez eu queria chegar pontual, não pra ela não levar bronca no trabalho, mas pra ter mais tempo com a Alondra. A Daniela se despediu de mim como já era costume, nos beijamos e eu fui direto pra Alondra.
Ela me esperava na garagem dela, vestida com legging de design esportivo e uma blusa meio decotada que deixava ver as tetonas dela. Curiosamente, ela tinha um casaco com ela.
Conversamos uns 5 minutos e depois éramos só saliva e gemidos.
Nos beijamos por um bom tempo, eu passava a mão dos quadris dela até... Seios, mas sem tocar em nenhuma pele. A gente tinha que parar a cada 30 min ou mais porque passava alguém, mas só uma pessoa a cada mil anos. Nós dois estávamos sentados na garagem dela, mesmo sendo fechada, qualquer um que olhasse podia nos ver pelas grades do portão. —"Tive uma ideia." Ela colocou o suéter sobre minhas pernas e quase metade do corpo sobre meu quadril. Com o suéter, ela podia meter a mão e me masturbar sem que meu pau ficasse visível, e eu, com a mão esquerda, tinha acesso total aos seios dela. Ela começou com a dela, começou a me masturbar devagar e suave, enquanto ela fazia isso, eu enfiava a mão na blusa dela e começava a estimular os peitos dela. —"Se você continuar assim, vou ter que chupar você aqui mesmo." +"Não me ameaça, putinha, faz logo." Segurei um dos mamilos dela e apertei, ela só gemeu e enfiou meu pau na boca. Ela deixava muita saliva ao lamber, e estava escorrendo, queria que a Daniela estivesse ali pra lamber o excesso de saliva. Sem eu pedir, ela começou a lamber minhas bolas, enfiava uma na boca e brincava com a língua, sem que eu percebesse, já estava com as tetas pra fora. Não demoramos nada pra ficar mais confortáveis. Ela de joelhos na porta, com as tetas de fora, e eu de pé, com a calça no joelho. Enquanto chupava meu pau, com a mão ela esfregava minhas bolas e depois trocava a ordem. Depois de uns 15 minutos, sem nos importarmos se alguém tinha visto. Peguei a cabeça dela e enfiei até o fundo... Ela engoliu como uma profissional, um pouco de saliva escorria e caía nas tetas dela. +"PUTA MERDA!!! Vou gozar!!!" Ao ouvir essas palavras, ela tirou meu pau da boca e segurou ele apontando pra parede enquanto eu me batia. Eu tinha gozado na parede e não estava satisfeito. +"Que porra você acabou de fazer??" —"Você tá muito louco se acha que vou engolir seu leite. Se quer me dar leite (Ela pegou meu pau e começou a esfregar entre os lábios da buceta dela por cima da calcinha) que seja aqui dentro então, me dá litros e litros. +Ainda tá dura, não tem ninguém em casa, né? Ela abriu a porta e me deixou entrar. Quando fechou a porta, ela já não tava mais de blusa nem sutiã. — “Vou te mostrar o que é transar.” A gente caiu no chão da sala e ela começou a se esfregar em mim. Nessa hora, a gente ouviu o portão e o motor do carro. Os pais dela tinham chegado. — “Corre pro banheiro, lá você troca de roupa.” +“Porra, e você?” — “Morde a língua, idiota!!” Limpei a pica com um pouco de água e sabão, me sequei com o rolo, me vesti e saí. Quando saí, ela já tava de suéter e me apresentou pros pais dela. Tudo numa boa, nada suspeito. A gente foi pra garagem, já eram quase 10 horas e eu tinha que correr. — “Na próxima vez que você vier, vou te deixar seco. Então come bem e não goza essa semana.” A gente se despediu com um beijo e eu saí voando pra casa. Tinha fodido numa garagem e a adrenalina me deixou doidão. Chegando em casa, a Alondra me mandou uma mensagem: — “Sei que falei pra não gozar... Mas hoje pode. Vai fundo.”
Naquela noite, gozei como nunca. Aqui termina esse relato, espero que vocês gostem. Vou continuar postando, aos poucos, pra contar minha vida pra vocês. Nos vemos. Tchau.
- "Você não quer suar?" Aquela foto me deixou louco, o único dia que dava pra ir era quinta-feira, então só dava pra bater uma pensando naquelas tetas. Terça-feira: - "Preciso de outro pijama." +"Por quê?
-"Imagina que me escapam os peitos e tu não tá aqui pra lamber eles!? Kkkkkkk"+"Porra!!! Será que é isso que elas querem?! Deixa eu ver."
-"Até tu vir e me despir você mesmo, senão nada." Ela sabia que isso me deixava louco, sou um amante de peitos e ela sabia bem disso.
Quarta-feira: -"Ei, posso te perguntar uma coisa?"
+"Claro, me pede o que quiser.

-"Esta blusa é muito transparente? E se for, minhas tetas são gordas? :*" +"Só um pouco e sim, são grandes e lindas!!"
-"Amanhã você vem ou o quê!?"
+"Claro, amanhã eu tô lá."
Assim foi a semana até que quinta-feira chegou. Me arrumei antes da hora do almoço, me depilei até não sobrar um pelo e tomei banho. Não sabia se também veria a Daniela, mas a importante era a Alondra.
Depois de comer, a Daniela chegou e fomos pro meu quarto. Não tava a fim de ser o garoto bonzinho de sempre, então só entrei no quarto, nos abraçamos, começamos a nos beijar e logo comecei a despir ela. Primeiro tirei a camisa dela, depois desabotoei o sutiã, deixando sair os peitos lindos e macios dela. Me afastei um pouco pra admirar, e ela segurou um deles de um jeito provocante.
Continuamos nos beijando, e ela começou a esfregar meu pau por cima da calça. Eu desabotoei a dela; sentei na cama e ela fez o resto, tirou a calça completamente, me beijou de novo e puxou minha calça pra baixo, me deixando nu da cintura pra baixo.
Assim que viu meu pau, ela se jogou como um animal faminto. Eu adorava sentir os lábios molhados dela chupando meu pau. Depois de alguns minutos de prazer, parei ela e a beijei.
+"Hoje eu só quero que você lamba minhas bolas, entendeu?"
Ela concordou com a cabeça e começou a lamber. Ela era muito boa nisso, toda a saliva que escorria ela recolhia de novo.
Logo depois, chegou a hora de ir. Dessa vez eu queria chegar pontual, não pra ela não levar bronca no trabalho, mas pra ter mais tempo com a Alondra. A Daniela se despediu de mim como já era costume, nos beijamos e eu fui direto pra Alondra.
Ela me esperava na garagem dela, vestida com legging de design esportivo e uma blusa meio decotada que deixava ver as tetonas dela. Curiosamente, ela tinha um casaco com ela.
Conversamos uns 5 minutos e depois éramos só saliva e gemidos.
Nos beijamos por um bom tempo, eu passava a mão dos quadris dela até... Seios, mas sem tocar em nenhuma pele. A gente tinha que parar a cada 30 min ou mais porque passava alguém, mas só uma pessoa a cada mil anos. Nós dois estávamos sentados na garagem dela, mesmo sendo fechada, qualquer um que olhasse podia nos ver pelas grades do portão. —"Tive uma ideia." Ela colocou o suéter sobre minhas pernas e quase metade do corpo sobre meu quadril. Com o suéter, ela podia meter a mão e me masturbar sem que meu pau ficasse visível, e eu, com a mão esquerda, tinha acesso total aos seios dela. Ela começou com a dela, começou a me masturbar devagar e suave, enquanto ela fazia isso, eu enfiava a mão na blusa dela e começava a estimular os peitos dela. —"Se você continuar assim, vou ter que chupar você aqui mesmo." +"Não me ameaça, putinha, faz logo." Segurei um dos mamilos dela e apertei, ela só gemeu e enfiou meu pau na boca. Ela deixava muita saliva ao lamber, e estava escorrendo, queria que a Daniela estivesse ali pra lamber o excesso de saliva. Sem eu pedir, ela começou a lamber minhas bolas, enfiava uma na boca e brincava com a língua, sem que eu percebesse, já estava com as tetas pra fora. Não demoramos nada pra ficar mais confortáveis. Ela de joelhos na porta, com as tetas de fora, e eu de pé, com a calça no joelho. Enquanto chupava meu pau, com a mão ela esfregava minhas bolas e depois trocava a ordem. Depois de uns 15 minutos, sem nos importarmos se alguém tinha visto. Peguei a cabeça dela e enfiei até o fundo... Ela engoliu como uma profissional, um pouco de saliva escorria e caía nas tetas dela. +"PUTA MERDA!!! Vou gozar!!!" Ao ouvir essas palavras, ela tirou meu pau da boca e segurou ele apontando pra parede enquanto eu me batia. Eu tinha gozado na parede e não estava satisfeito. +"Que porra você acabou de fazer??" —"Você tá muito louco se acha que vou engolir seu leite. Se quer me dar leite (Ela pegou meu pau e começou a esfregar entre os lábios da buceta dela por cima da calcinha) que seja aqui dentro então, me dá litros e litros. +Ainda tá dura, não tem ninguém em casa, né? Ela abriu a porta e me deixou entrar. Quando fechou a porta, ela já não tava mais de blusa nem sutiã. — “Vou te mostrar o que é transar.” A gente caiu no chão da sala e ela começou a se esfregar em mim. Nessa hora, a gente ouviu o portão e o motor do carro. Os pais dela tinham chegado. — “Corre pro banheiro, lá você troca de roupa.” +“Porra, e você?” — “Morde a língua, idiota!!” Limpei a pica com um pouco de água e sabão, me sequei com o rolo, me vesti e saí. Quando saí, ela já tava de suéter e me apresentou pros pais dela. Tudo numa boa, nada suspeito. A gente foi pra garagem, já eram quase 10 horas e eu tinha que correr. — “Na próxima vez que você vier, vou te deixar seco. Então come bem e não goza essa semana.” A gente se despediu com um beijo e eu saí voando pra casa. Tinha fodido numa garagem e a adrenalina me deixou doidão. Chegando em casa, a Alondra me mandou uma mensagem: — “Sei que falei pra não gozar... Mas hoje pode. Vai fundo.”
Naquela noite, gozei como nunca. Aqui termina esse relato, espero que vocês gostem. Vou continuar postando, aos poucos, pra contar minha vida pra vocês. Nos vemos. Tchau.
3 comentários - Cochera... Alondra.