O inesperado da manhã

Vou te contar, tô reciclando a casa que meus avós deixaram. Casa antiga, um monte de coisa pra fazer. Chamei um amigo que manja do assunto pra me recomendar um pedreiro pra começar as mudanças. No dia seguinte, umas 9 da manhã, tocam a campainha. Fui abrir de pijama, achei que era minha mãe. Quem mais teria coragem de aparecer tão cedo?…

Quando abri, dei de cara com um desconhecido: o pedreiro jovem que meu amigo tinha falado. Com a caneca de café com leite numa mão e a outra na porta, mandei ele entrar na cozinha pra contar minhas ideias e ouvir as sugestões dele. Enquanto tomava meu café, prestava atenção nele, e ele não parava de olhar pras minhas tetas (tava sem sutiã) e o pijama é de tecido fino, e verdade, dava pra ver bastante. Nem besta nem nada, comecei a reparar no volume dele. O moreno era gostoso, e se tem uma coisa que me excita é ver gente de uniforme ou roupa de trabalho, como era o caso.

Enquanto ele falava, eu limpava com a ponta da língua a gordura do leite que tinha sobrado do meu café…

Debaixo da calça de sarja, dava pra ver o "monstrinho" crescendo. Mãe de Deus, como aquela besta crescia.

O cara, nem lerdo nem nada, pediu licença e limpou meus lábios com os dedos. Olhei pra ele e falei: "Sou bem porquinha".

Ele levou os dedos até minha boca e os enfiou devagar. Segurei o pulso dele e assumi o controle; num vai e vem, lambi os dedos dele e, assim que ele tirou, me pegou pela cintura e me subiu na bancada.

A gente se beijou de boca aberta, os dois de lábios grossos, imagina o que foi aquilo: "uma cachoeira de saliva". Ele arrancou a parte de cima do meu pijama e, depois de elogiar minhas tetas, amassou elas brutalmente. Sim, o cara era meio bruto, mas bem tarado, do jeito que eu gosto.

Ele baixou minha calça, abriu minhas pernas e afastou a calcinha fio dental. Nessa altura, minha buceta tava encharcada. Enfiou a cabeça no meu "tesouro" e, na hora, a língua dele ganhou vida, enquanto um par… Meus dedos entravam e saíam de forma excitante da minha buceta até eu explodir, lambuzando ele com o mel do meu sexo. Com a língua em forma de pá, ele levantava meu gozo, erguendo a cabeça e abrindo a boca, exibindo o que tinha colhido como o melhor dos troféus.

A cara de satisfação dele foi magistral! Depois de uma chupada daquelas, eu não podia ficar por baixo. Resolvi descer, ficamos cara a cara, ele me olhou e disse: "que puta gostosa você é" e me deu um beijo daqueles que pedem "foda" urgente. Com toda a sensualidade, pus minhas mãos na camisa dele, desabotoando um a um os botões, empurrando-a para trás até que caísse no chão. Apoiei as mãos no peito peludo dele e brinquei por uns segundos com os mamilos, depois me abaixei até ficar de frente para a majestade dele, que naquela altura já pedia pra ser libertada de tanta tortura.

Sem desviar o olhar, soltei o cinto e os botões da calça, libertando a besta que estava presa na própria perversidade. Ele estava de cueca samba-canção preta e branca. Passei a mão no volume dele por cima do pano e senti a pulsação da excitação; estimulei por uns segundos antes de tirar. Não sei se ele tava há muito tempo sem transar ou o quê, mas quando tirei a cueca, o pau dele saltou endemoniado.

Era um pedaço de pau enorme que o filho da puta tinha! Peguei ele com as mãos, fazendo ele sentir a pressão, mas minhas mãos nem conseguiam envolver ele todo, e olha que não é pouco não. De olho, sem medo de errar, chuto que devia ter entre 5,5 e 6 de circunferência, mas o comprimento não era exagerado, era mais padrão. (Pau lindo pra chupar)

Inclinei a cabeça e fui direto mamar, ele enchia minha boca toda. Fazia tempo que não chupava um tão grosso. Dei um boquete que ele nunca vai esquecer de mim. A cara dele, os gestos, transmitiam o prazer que ele tava sentindo. De repente, ele me puxa pelo cabelo e assume o controle dos movimentos; e num vai e vem constante, gozou dentro da minha boca. boca.
O leite escorria pelos cantos da minha boca. Porra violenta! Olhei pra ele e, com um gesto provocante, passei a língua limpando meus lábios e engolindo cada resto de sêmen.
— Nossa, gata, você manda bem no boquete! Você é divina! —
Nós dois caímos na risada.
Me levantei e comecei a vestir o pijama. Nessa hora, ele me olhou e disse:
— Não vai me deixar te comer? Vou te dar uma trepada que você não vai querer que eu vá embora, haha —
Vamos ver quem deixa o outro sem fôlego…
— Fala sério! Eu adoro desafios —
Quando ele disse isso, já estava com o pau duro de novo.
E ali mesmo ele me virou, me apoiei na pia, abri minhas pernas e me preparei pra gozar…

9 comentários - O inesperado da manhã

me gusrria lamertete los pezones mientras te cojo no me cansaria de mamarte
"y me dió un beso de esos que piden “cogida” urgente" 🔥💥🔥💥🔥