Sou uma mulher casada, madura, acima dos 40, com meu marido 8 anos mais novo que eu... sim, eu gosto de jovens. Tenho um pequeno negócio e ele tem 2 empregos, então trabalha o dia todo. Com mais de 6 anos de casados, a relação começou a ficar como eu jamais imaginei meu casamento: algo monótono, algo rotineiro. E foi assim que aconteceu. A gente só se via nos fins de semana, quando ele descansava e eu não abria o negócio. Uns dois dias em que a única coisa que ele queria era descansar, o que era lógico depois de trabalhar 5 dias nos 2 empregos. E se a gente tinha intimidade, era porque ele estava a fim. Enfim, como eu disse, virou rotina. Não saíamos para dançar, só algumas festas de amigos ou parentes, mas eu não me sentia no clima, ou pelo menos não no clima que eu queria experimentar.
Então, um dia, depois de tanto insistirem, minhas amigas (vizinhas do negócio) me convenceram a ir a um night club. Eu achava que aquilo era mais pra jovens e, sabendo da minha idade, nem passava pela minha cabeça ir a esses lugares. Mas, com amigas entre 20 e 25 anos e depois de tanta insistência da parte delas, conseguiram me convencer. Então, numa terça-feira, tinha uma promoção num night club muito frequentado pelas minhas amigas, chamada "Terças Latinas". Era um lugar onde vi gente de todas as idades e fiquei um pouco surpresa, mas ao mesmo tempo me relaxei e me senti mais confortável ao ver que não era a única pessoa mais velha comparada às minhas amizades.
Chegamos ao lugar, quase lotado, a maioria mesas com grupos de mulheres e os homens ao redor, como lobos caçando para ver quem seria a próxima vítima. Vale mencionar que, naquela noite, como meu marido não estava em casa quando saí (mas ele sabia que eu sairia com minhas amigas), decidi me vestir do jeito mais gostosa que costumava me vestir quando era mais jovem. Soltei o cabelo, blusa decotada e uma saia que naquela noite transformei em minissaia — sem exagerar, mas pelo menos mostrava um pouco acima dos joelhos. Salto alto e calcinha sexy, com uma fio dental preta. Ao entrar, me senti meio estranha, mas... Ver tanta juventude e tantos homens que, ao ver cada grupo de mina entrar, já nos devoravam e despiam com o olhar. Não vou negar, me senti gostosa, como se estivesse revivendo aquelas noites da minha juventude. A gente sentou numa mesa reservada, éramos quatro. Trouxeram uma garrafa cortesia da casa por sermos um grupo de mulheres. Em 10 minutos, chegaram várias cervejas, e a gente disse que não tinha pedido. O garçom falou que era cortesia de três caras sentados no balcão — acho que eram amigos e tinham vindo juntos. Um deles, quando virei pra agradecer, ficou me encarando, não tirava os olhos dos meus. Não consegui evitar, baixei o olhar, meio sem graça e nervosa. Vão perguntar por quê? Era um cara de uns 25 a 30 anos, alto, magro, muito bonito, sorriso safado e olhar penetrante. Na minha cabeça eu pensava: por que eu, se minhas amigas são as mais gostosas, mais novas e estavam bem provocantes, com corpos maravilhosos? Na hora eles se aproximaram da mesa, se apresentaram, e ELE veio direto falar comigo, se chamava Carlos. Apertou minha mão e beijou, me senti especial porque fazia tempo que ninguém me tratava como uma dama e ninguém tinha sido tão cavalheiro comigo. Enfim. Ele claramente tinha um objetivo: me dar toda a atenção, só pra mim. Fez como se minhas amigas nem estivessem ali. Perguntou meu nome, eu falei, e ele disse que desde que eu entrei não parou de me admirar, que sempre gostou de mulheres mais velhas, por isso estava solteiro, segundo ele. Não acredito totalmente, né, típica mentira de homem. Enfim, começamos a conversar um pouco, e entre cerveja e doses, ele me chamou pra dançar. Já tinha tentado durante uns 20 minutos de conversa, mas eu ainda não me sentia tão à vontade e solta pra sair dançando com alguém que mal conhecia. No fim, já com o álcool na cabeça, criei coragem, e na hora tocou uma bachata, que eu não sei dançar e falei pra ele:
EU: — Ei, desculpa, é que não sei dançar essa música. Até gosto, mas não sei. Melhor a gente esperar, né?
ELE: — Não se preocupa, eu te ensino. Vem. Não precisa ficar com vergonha de mim, só se solta e rebola no meu ritmo que ninguém vai perceber, vai por mim. EU: humm, não sei não... ELE: anda, vem... Nessa hora ele me pegou pela mão e me puxou pra pista, me colou no corpo dele. Com uma mão segurou a minha e a outra me agarrou na cintura, e a perna dele entre as minhas. E, nossa, surpresa: quando começou a se mexer, ele reboleava tão bem que eu me soltei. Totalmente me deixei levar por ele e o corpo dele movia o meu. Ele me olhava fixo e eu, no começo, desviava ou baixava o olhar, e ele não tirava os olhos de mim. Mas com aqueles movimentos que ele fazia, começou a me seduzir, e aquele bate-bate e a rebolada que eu sentia dele entre minhas pernas estavam me dando um calor, mas não por causa do clima, e sim porque eu gostava que ele tinha o controle total dos nossos movimentos. Quando ele viu que eu me soltei, num instante baixou a mão da minha cintura e eu senti os dedos dele já tocando minha bunda. Na hora, senti um pouco de raiva, mas ao mesmo tempo senti um formigamento, então não falei nada...
EU: ei, você sabe dançar bachata mesmo, hein? onde aprendeu? preciso ir nessa escola pra ter umas aulas kkk
EU: não aprendi, isso vem de dentro, mas se você quiser aprender, eu posso te ensinar e de graça ainda, o que me diz...
EU: kkk sério? então valeu pela oferta, vou pensar. E assim as músicas foram passando, e aos poucos eu ia me soltando mais. No fim, ele já tinha me do jeito que queria, totalmente colada nele, então me deixei levar. No fundo, não senti que tinha nada de errado, era só uma dança.
Assim foram passando os estilos musicais, e eu já tinha virado a parceira de dança dele. Sem perceber, já tinham se passado umas duas horas, e eu precisava chegar em casa antes das 5 da manhã, e já eram 3 da manhã. Então decidi sentar um pouco pra descansar, e claro, ele não se desgrudava de mim. Não vou mentir, naquela altura, mais do que gostar da companhia dele, eu já tava me sentindo atraída. Depois de ver aqueles movimentos de dança, sabia que ele tinha resistência. Aí falei pras minhas amigas que já precisava ir, e elas disseram óbvio que não. Então pedi pra uma delas (a motorista do carro) me levar e depois voltar, já que ela não tinha bebido nada. Na hora, ele ouviu e disse...
ELE: não se preocupa, posso te levar até onde você mora?
EU: ah, muito obrigada, mas prefiro que minha amiga me leve pra evitar problemas (nessa hora ele já sabia que eu era casada). Nisso, toca uma música de reggaeton, e minhas amigas e todo mundo levantaram e começaram a dançar.
ELE: vem, vamos dançar as últimas músicas antes de você ir. Olha suas amigas já tão dançando, deixa elas curtirem um pouco enquanto a gente dança.
EU: obrigada, mas isso eu não sei dançar, e acho que não vou ficar bem dançando essa música de jovem...
ELE: vem que eu te ensino... (e de novo me puxou pra pista). Naquela hora, eu não sabia como me mexer, mas com o álcool já não sentia vergonha. Então comecei a imitar minhas amigas e aprendi a perrear. E olha que dança boa, me soltei totalmente. O álcool já tinha pegado mais forte, ainda consciente do que O que eu fazia, mas já sem vergonha, comecei a dançar pra ele. Me virei e comecei a me esfregar nele...
E aí, que surpresa na hora que ele me pegou pela cintura e me puxou pra grudar nele — senti o duro que ele tava ali, uma adrenalina correu pelo meu corpo e um formigamento lá embaixinho. Não vou negar, naquele momento eu já tava molhada. Não fiz nada, deixei ele me ter do jeito que ele quisesse, porque a verdade é que eu queria continuar sentindo tudo aquilo que eu tava sentindo por cima da calça dele. Cada vez que eu me esfregava nele, sentia ele mais duro e grosso. Sério, naquela hora já comecei a imaginar um monte de coisa, principalmente como ele era por baixo, se o que eu sentia era real ou não. Foram 10 minutos sentindo ele nas minhas nádegas, e sim, eu já tava com um tesão danado. Quando comecei a sentir algo mais lá embaixo, pra não perder o controle, decidi sentar e pegar uma cerveja gelada pra ver se acalmava um pouco a minha calentura. Ele falou: ELE: "O que foi, cê tá bem?" EU: (inventei que tava mal) "Um pouco, é que tô meio tonta e não me sinto muito bem. Acho que vou pedir pra alguém me levar pra casa..." ELE: "Insisto, eu te levo. Além disso, olha suas amigas, tão se divertindo. Acho que seria chato você incomodar elas e depois pode rolar uma briga entre vocês." EU: "É verdade, não quero incomodar elas." ELE: "Então, eu te levo?" EU: "Não sei, é que meu marido pode me ver chegando com você e aí vai dar merda pra mim..." ELE: "Não se preocupa, olha, eu paro do lado da sua casa, só espero você entrar e vou embora. O que acha?" Naquela hora, não sei o que deu em mim, só lembrei daquela sensação que percorreu meu corpo ao sentir o que ele tinha lá embaixo e decidi aceitar que ele me levasse. Já no caminho pra minha casa, que era uns 15 minutos, percebi que tinha deixado minha bolsa no carro da minha amiga. E não queria ligar pra ela naquela hora da madrugada, nem que meu marido me visse naquele estado, ainda mais com ele. Então falei pra ele me deixar na casa de uma amiga que morava na quadra seguinte. Mas pra chegar lá, era uma rua meio escura e um terreno baldio. Aí ele disse: ELE: "Ei, mas suas amigas não devem chegar tão cedo, e não posso te deixar sozinha aqui. Melhor a gente esperar aqui no meu carro enquanto sua amiga chega, não acha?... E se eu tava certo, então não tava bêbado nem eu, mas já não tava tão no controle de mim. Falei pra ele que tudo bem, que parasse um pouco mais adiante pra os vizinhos não chamarem a polícia, porque aquela área era meio perigosa de noite e os vizinhos denunciavam qualquer carro ou movimento suspeito. E ele disse... ELE: Melhor eu entrar nesse terreno aqui, assim se a polícia passar não repara na gente, e a gente vê quando sua amiga chegar daqui escondido. EU: Ok, não é má ideia. Na mesma rua, só uns metros da casa da minha amiga, ele entrou no terreno escuro, escondido entre umas árvores pequenas, entrou e desligou o carro. ELE: Ei, obrigado por dançar comigo. EU: Não, obrigada a você por me ensinar a dançar música que eu nunca tinha dançado. Você é muito bom dançando, hein. ELE: Não só dançando, também em muitas outras coisas. EU: Tipo o quê? ELE: Sei cozinhar também... EU: Sério? E cê cozinha gostoso? ELE: Tudo que faço sai gostoso, tudo que eu faço, faço muito gostoso. EU: Pois é, não sei quem diz isso porque não, não tenho prova disso haha. Óbvio que eu tava entrando na brincadeira, queria ver até onde ele ia. Mas até que ele tava me agradando, porque tava se comportando todo cavalheiro, e isso me excitava mais, tava me tratando como não era tratada há muito tempo. ELE: Então quando você quiser eu mostro e você comprova. EU: Claro, por que não? E o que você faria primeiro? (me referindo a comida) E ele disse... ELE: Isso!! Ato contínuo, ele se aproximou do meu lugar e me beijou. Não soube como reagir e só me deixei beijar porque, verdade seja dita, ele beijava gostoso e aqueles lábios me agradaram... EU: O que cê tá fazendo? ELE: O que tava com vontade desde um tempão, e pelo jeito que você respondeu agora no beijo, acho que você também quer. Ou cê acha que não percebi como você tava aproveitando quando eu te apertava bem e você sentia tudo isso?... Nesse momento, ele pegou minha mão direita e colocou no pau dele... Uff, tava duríssimo por cima da calça, o que eu senti. Naquela hora, lembrei como ela se mexia, como eu senti aquela rola nas minhas nádegas rebolando e, pra que mentir, se eu tava curiosa, então ele me beijou de novo, deixou minha mão na rola dele e a mão dele pegou nas minhas pernas...
e aos poucos foi levantando minha saia curta, acariciando minha perna devagar enquanto continuava me beijando, eu só sentia uma corrente de nervosismo e excitação ao mesmo tempo, simplesmente não consegui dizer nada e decidi me deixar levar, então comecei a esfregar o que sentia contra a calça dele e olha, era bem dura e grande, ele chegou na minha buceta e eu dei um pulo, então falei... EU: para!!! ... olha, tudo bem isso vai rolar, mas não aqui, vamos pra outro lugar perto, temos 1 hora... na hora, sem dizer nada, ele ligou o carro, saiu e fomos direto pra um motel que ficava a 3 quadras de onde estávamos. entramos no quarto e, ao fechar a porta, ele começou a beijar minhas costas e me acariciar, descendo a mão devagar...
pronto, abaixo da mão dela, dei um passo à frente e ela levantou minha saia e enfiou os dedos na minha buceta molhada, não tava quente, tava pegando fogo, ufff...
Joguei ele na cama e, aos poucos, tirei minha blusa e saia, pra ele ver que quem mandava era eu. Não sei o que deu em mim naquele momento, me transformei. Nunca tinha acontecido isso antes, porque nunca tinha estado com outro homem que não fosse meu marido. Então ele se despiu, tirei a roupa dele e uau, era melhor do que eu tinha sentido no baile: uma piroca deliciosa, uns 20 centímetros mais ou menos, grossa e duríssima. Então não me restou outra opção senão mostrar pra ele o que eu sabia fazer, apesar da minha idade, e comecei a chupar...
aproveitando tanto quanto eu, que delícia gostosa, comecei a chupar devagarzinho, minha língua percorria de baixo pra cima, lambendo cada centímetro da pica dele, e enfiando tudo até o fundo que eu aguentava, porque antes eu nunca tinha feito isso, não era algo que me agradava, já que com meu marido eu não fazia. Mas com ele, ao ver aquela pica gostosa, automaticamente quis ter ela toda na minha boca. Dei uns boquetes bem dados até ele falar: ELE: para... EU: que foi??? toda confusa perguntei o que tava rolando e ele me perguntou... ELE: já te levaram pro céu alguma vez? EU: como assim, do que cê tá falando? ELE: nisso!!! naquele momento ele se levantou, me abraçou e me jogou na cama, abriu minha roupa e fiquei nua, abriu minhas pernas e começou a lamber minha buceta toda molhada...
Uau, pra mim foi algo que nunca tinha experimentado daquele jeito. Não tô dizendo que nunca fizeram isso comigo, mas igual ele, nunca. Ele começou a me lamber devagarzinho, sentia a língua dele percorrendo os lábios e enfiando a língua o mais fundo que conseguia. Eu sentia aquela língua dentro de mim, e cada vez que ele fazia isso, sentia meu mel escorrendo aos poucos, até quase chegar ao clímax total...
então, vendo que eu tava doida por ele, ele parou e eu senti aquela pica gostosa entrando devagarinho em mim, uau, um pouco de dor porque nunca tinha provado uma pica tão grande, quando a cabeça entrou eu soltei um gemido de dor gostoso, ele falou... ELE: te machuquei? EU: não, continua, faz o que sabe, me mostra que essa noite valeu a pena... nesse momento ele soltou a pica toda, uff que gostoso, ele metia devagar e fundo enquanto me beijava, eu só gemia de dor e prazer, não acreditava que tava comendo um mais novo e com uma pica grande e gostosa, então agarrei a bunda dele e puxava ele mais pra dentro de mim... EU: ai sim, papai... que gostoso... mmm... ahh quero sentir você todo dentro de mim... hoje eu sou sua putinha... ELE: claro que sim, agora você é minha putinha e vou te dar a melhor foda da sua vida, que você nunca vai esquecer... nesse momento ele começou a meter mais forte e fundo, uau, sentia minha alma subindo, minha respiração super ofegante, minhas pernas tremendo e minha buceta gozando e enchendo a pica dele de porra... EU: sim, gatinho, assim... ui, que gostoso você fode... me dá mais, gatinho, me faz sua... ELE: você gosta da minha pica, né, adora, porra, você é uma putinha, por isso que eu te amo.
não sabia mais o que fazer, era tanta a tesão e o prazer que eu só gritava mais alto de gosto, e isso excitava tanto ele quanto eu, então eu falei... EU: mmm agora é minha vez, papai.. me levantei e joguei ele na cama, montei e comecei a comer ele, uau, finalmente eu tava no controle, eu me mexia do jeito que mais gostoso sentia...
Era uma sensação super gostosa, eu só me deixava levar, ele sabia como me satisfazer e aqueles movimentos de dança não eram à toa, se ele rebolava gostoso dançando, naqueles momentos era um Deus na cama. Então ele saiu de dentro de mim e eu falei... EU: me faz de sua putinha, papai, quero sentir toda a sua força... e eu mesma me coloquei de quatro, sim, eu virei a putinha dele, eu pedia, implorava para ele me fazer de sua putinha, e foi exatamente o que ele fez...
EU: ai, papi... que gostoso assim, pequenininho, mete tudo... assim, aii não para... me dá mais forte... adoro seu pau, quero ele todo dentro de mim, papi... ô, sim, assim, assim, mmmm que gostoso, uii mmmm, eu tinha me entregado completamente pra ele, e como não me entregar se ele tava me fazendo sentir o que nunca senti com ninguém, muito menos com meu marido, então só aproveitei, porque eu sabia que aquela noite ia ser só uma vez e depois como se nunca tivesse acontecido... ELE: sim, mami, que buceta gostosa você tem, você me encanta, tá uma delícia, assim que eu gosto, que você seja minha putinha, minha putinha, então engole tudo, mmm... sem olhar no relógio, já tinha passado uma hora, ao mesmo tempo eu não queria ir embora, mas tinha que ir, então pedi pra ele terminar enquanto continuava metendo, e antes que eu terminasse de falar, ele gozou...
Óbvio que ele trouxe camisinha, então a gente se apressou. Eu troquei de roupa, mas não coloquei minha calcinha fio-dental porque tava toda molhada. Aí ele pegou ela e disse que queria de lembrança, caso a gente nunca mais se visse, que nunca tinha vivido algo tão intenso e excitante. Não soube se acreditei, porque os homens vão pra night club atrás de quem topa, e bom, calhou de ser eu.
E quando voltei pra casa da minha amiga, ela já tava lá. Chamei ela pra sair e me abrir a porta, e antes de eu descer do carro, ele me deu um beijo gostoso e disse... que agradecia por eu ter deixado ele ser quem me fez aproveitar aquela noite. Não falei nada, só fiquei vermelha, sorri e desci. No dia seguinte cedo, minha amiga me deixou em casa e lá estava meu marido, tranquilo. Só me perguntou como tinha sido, e eu só falei que foi muito bom, sem ele saber que foi uma das melhores noites da minha vida.
E dele? Bom, não soube mais nada, nem saí de novo com minhas amigas. Não por briga, mas porque minha ideia era sair pra me divertir uma noite, e eu fiz isso mil por cento. Queria que ficasse como uma lembrança gostosa, pra que arriscar mais e perder meu casamento por querer reviver só uma aventura? Essa é uma das minhas várias histórias, mas essa é minha favorita, porque até hoje ainda lembro dela perfeitamente. Saudações e espero que tenham gostado. História 100% real.
Então, um dia, depois de tanto insistirem, minhas amigas (vizinhas do negócio) me convenceram a ir a um night club. Eu achava que aquilo era mais pra jovens e, sabendo da minha idade, nem passava pela minha cabeça ir a esses lugares. Mas, com amigas entre 20 e 25 anos e depois de tanta insistência da parte delas, conseguiram me convencer. Então, numa terça-feira, tinha uma promoção num night club muito frequentado pelas minhas amigas, chamada "Terças Latinas". Era um lugar onde vi gente de todas as idades e fiquei um pouco surpresa, mas ao mesmo tempo me relaxei e me senti mais confortável ao ver que não era a única pessoa mais velha comparada às minhas amizades.
Chegamos ao lugar, quase lotado, a maioria mesas com grupos de mulheres e os homens ao redor, como lobos caçando para ver quem seria a próxima vítima. Vale mencionar que, naquela noite, como meu marido não estava em casa quando saí (mas ele sabia que eu sairia com minhas amigas), decidi me vestir do jeito mais gostosa que costumava me vestir quando era mais jovem. Soltei o cabelo, blusa decotada e uma saia que naquela noite transformei em minissaia — sem exagerar, mas pelo menos mostrava um pouco acima dos joelhos. Salto alto e calcinha sexy, com uma fio dental preta. Ao entrar, me senti meio estranha, mas... Ver tanta juventude e tantos homens que, ao ver cada grupo de mina entrar, já nos devoravam e despiam com o olhar. Não vou negar, me senti gostosa, como se estivesse revivendo aquelas noites da minha juventude. A gente sentou numa mesa reservada, éramos quatro. Trouxeram uma garrafa cortesia da casa por sermos um grupo de mulheres. Em 10 minutos, chegaram várias cervejas, e a gente disse que não tinha pedido. O garçom falou que era cortesia de três caras sentados no balcão — acho que eram amigos e tinham vindo juntos. Um deles, quando virei pra agradecer, ficou me encarando, não tirava os olhos dos meus. Não consegui evitar, baixei o olhar, meio sem graça e nervosa. Vão perguntar por quê? Era um cara de uns 25 a 30 anos, alto, magro, muito bonito, sorriso safado e olhar penetrante. Na minha cabeça eu pensava: por que eu, se minhas amigas são as mais gostosas, mais novas e estavam bem provocantes, com corpos maravilhosos? Na hora eles se aproximaram da mesa, se apresentaram, e ELE veio direto falar comigo, se chamava Carlos. Apertou minha mão e beijou, me senti especial porque fazia tempo que ninguém me tratava como uma dama e ninguém tinha sido tão cavalheiro comigo. Enfim. Ele claramente tinha um objetivo: me dar toda a atenção, só pra mim. Fez como se minhas amigas nem estivessem ali. Perguntou meu nome, eu falei, e ele disse que desde que eu entrei não parou de me admirar, que sempre gostou de mulheres mais velhas, por isso estava solteiro, segundo ele. Não acredito totalmente, né, típica mentira de homem. Enfim, começamos a conversar um pouco, e entre cerveja e doses, ele me chamou pra dançar. Já tinha tentado durante uns 20 minutos de conversa, mas eu ainda não me sentia tão à vontade e solta pra sair dançando com alguém que mal conhecia. No fim, já com o álcool na cabeça, criei coragem, e na hora tocou uma bachata, que eu não sei dançar e falei pra ele:
EU: — Ei, desculpa, é que não sei dançar essa música. Até gosto, mas não sei. Melhor a gente esperar, né?
ELE: — Não se preocupa, eu te ensino. Vem. Não precisa ficar com vergonha de mim, só se solta e rebola no meu ritmo que ninguém vai perceber, vai por mim. EU: humm, não sei não... ELE: anda, vem... Nessa hora ele me pegou pela mão e me puxou pra pista, me colou no corpo dele. Com uma mão segurou a minha e a outra me agarrou na cintura, e a perna dele entre as minhas. E, nossa, surpresa: quando começou a se mexer, ele reboleava tão bem que eu me soltei. Totalmente me deixei levar por ele e o corpo dele movia o meu. Ele me olhava fixo e eu, no começo, desviava ou baixava o olhar, e ele não tirava os olhos de mim. Mas com aqueles movimentos que ele fazia, começou a me seduzir, e aquele bate-bate e a rebolada que eu sentia dele entre minhas pernas estavam me dando um calor, mas não por causa do clima, e sim porque eu gostava que ele tinha o controle total dos nossos movimentos. Quando ele viu que eu me soltei, num instante baixou a mão da minha cintura e eu senti os dedos dele já tocando minha bunda. Na hora, senti um pouco de raiva, mas ao mesmo tempo senti um formigamento, então não falei nada...
EU: ei, você sabe dançar bachata mesmo, hein? onde aprendeu? preciso ir nessa escola pra ter umas aulas kkk EU: não aprendi, isso vem de dentro, mas se você quiser aprender, eu posso te ensinar e de graça ainda, o que me diz...
EU: kkk sério? então valeu pela oferta, vou pensar. E assim as músicas foram passando, e aos poucos eu ia me soltando mais. No fim, ele já tinha me do jeito que queria, totalmente colada nele, então me deixei levar. No fundo, não senti que tinha nada de errado, era só uma dança.
Assim foram passando os estilos musicais, e eu já tinha virado a parceira de dança dele. Sem perceber, já tinham se passado umas duas horas, e eu precisava chegar em casa antes das 5 da manhã, e já eram 3 da manhã. Então decidi sentar um pouco pra descansar, e claro, ele não se desgrudava de mim. Não vou mentir, naquela altura, mais do que gostar da companhia dele, eu já tava me sentindo atraída. Depois de ver aqueles movimentos de dança, sabia que ele tinha resistência. Aí falei pras minhas amigas que já precisava ir, e elas disseram óbvio que não. Então pedi pra uma delas (a motorista do carro) me levar e depois voltar, já que ela não tinha bebido nada. Na hora, ele ouviu e disse...
ELE: não se preocupa, posso te levar até onde você mora?
EU: ah, muito obrigada, mas prefiro que minha amiga me leve pra evitar problemas (nessa hora ele já sabia que eu era casada). Nisso, toca uma música de reggaeton, e minhas amigas e todo mundo levantaram e começaram a dançar.
ELE: vem, vamos dançar as últimas músicas antes de você ir. Olha suas amigas já tão dançando, deixa elas curtirem um pouco enquanto a gente dança.
EU: obrigada, mas isso eu não sei dançar, e acho que não vou ficar bem dançando essa música de jovem...
ELE: vem que eu te ensino... (e de novo me puxou pra pista). Naquela hora, eu não sabia como me mexer, mas com o álcool já não sentia vergonha. Então comecei a imitar minhas amigas e aprendi a perrear. E olha que dança boa, me soltei totalmente. O álcool já tinha pegado mais forte, ainda consciente do que O que eu fazia, mas já sem vergonha, comecei a dançar pra ele. Me virei e comecei a me esfregar nele...
E aí, que surpresa na hora que ele me pegou pela cintura e me puxou pra grudar nele — senti o duro que ele tava ali, uma adrenalina correu pelo meu corpo e um formigamento lá embaixinho. Não vou negar, naquele momento eu já tava molhada. Não fiz nada, deixei ele me ter do jeito que ele quisesse, porque a verdade é que eu queria continuar sentindo tudo aquilo que eu tava sentindo por cima da calça dele. Cada vez que eu me esfregava nele, sentia ele mais duro e grosso. Sério, naquela hora já comecei a imaginar um monte de coisa, principalmente como ele era por baixo, se o que eu sentia era real ou não. Foram 10 minutos sentindo ele nas minhas nádegas, e sim, eu já tava com um tesão danado. Quando comecei a sentir algo mais lá embaixo, pra não perder o controle, decidi sentar e pegar uma cerveja gelada pra ver se acalmava um pouco a minha calentura. Ele falou: ELE: "O que foi, cê tá bem?" EU: (inventei que tava mal) "Um pouco, é que tô meio tonta e não me sinto muito bem. Acho que vou pedir pra alguém me levar pra casa..." ELE: "Insisto, eu te levo. Além disso, olha suas amigas, tão se divertindo. Acho que seria chato você incomodar elas e depois pode rolar uma briga entre vocês." EU: "É verdade, não quero incomodar elas." ELE: "Então, eu te levo?" EU: "Não sei, é que meu marido pode me ver chegando com você e aí vai dar merda pra mim..." ELE: "Não se preocupa, olha, eu paro do lado da sua casa, só espero você entrar e vou embora. O que acha?" Naquela hora, não sei o que deu em mim, só lembrei daquela sensação que percorreu meu corpo ao sentir o que ele tinha lá embaixo e decidi aceitar que ele me levasse. Já no caminho pra minha casa, que era uns 15 minutos, percebi que tinha deixado minha bolsa no carro da minha amiga. E não queria ligar pra ela naquela hora da madrugada, nem que meu marido me visse naquele estado, ainda mais com ele. Então falei pra ele me deixar na casa de uma amiga que morava na quadra seguinte. Mas pra chegar lá, era uma rua meio escura e um terreno baldio. Aí ele disse: ELE: "Ei, mas suas amigas não devem chegar tão cedo, e não posso te deixar sozinha aqui. Melhor a gente esperar aqui no meu carro enquanto sua amiga chega, não acha?... E se eu tava certo, então não tava bêbado nem eu, mas já não tava tão no controle de mim. Falei pra ele que tudo bem, que parasse um pouco mais adiante pra os vizinhos não chamarem a polícia, porque aquela área era meio perigosa de noite e os vizinhos denunciavam qualquer carro ou movimento suspeito. E ele disse... ELE: Melhor eu entrar nesse terreno aqui, assim se a polícia passar não repara na gente, e a gente vê quando sua amiga chegar daqui escondido. EU: Ok, não é má ideia. Na mesma rua, só uns metros da casa da minha amiga, ele entrou no terreno escuro, escondido entre umas árvores pequenas, entrou e desligou o carro. ELE: Ei, obrigado por dançar comigo. EU: Não, obrigada a você por me ensinar a dançar música que eu nunca tinha dançado. Você é muito bom dançando, hein. ELE: Não só dançando, também em muitas outras coisas. EU: Tipo o quê? ELE: Sei cozinhar também... EU: Sério? E cê cozinha gostoso? ELE: Tudo que faço sai gostoso, tudo que eu faço, faço muito gostoso. EU: Pois é, não sei quem diz isso porque não, não tenho prova disso haha. Óbvio que eu tava entrando na brincadeira, queria ver até onde ele ia. Mas até que ele tava me agradando, porque tava se comportando todo cavalheiro, e isso me excitava mais, tava me tratando como não era tratada há muito tempo. ELE: Então quando você quiser eu mostro e você comprova. EU: Claro, por que não? E o que você faria primeiro? (me referindo a comida) E ele disse... ELE: Isso!! Ato contínuo, ele se aproximou do meu lugar e me beijou. Não soube como reagir e só me deixei beijar porque, verdade seja dita, ele beijava gostoso e aqueles lábios me agradaram... EU: O que cê tá fazendo? ELE: O que tava com vontade desde um tempão, e pelo jeito que você respondeu agora no beijo, acho que você também quer. Ou cê acha que não percebi como você tava aproveitando quando eu te apertava bem e você sentia tudo isso?... Nesse momento, ele pegou minha mão direita e colocou no pau dele... Uff, tava duríssimo por cima da calça, o que eu senti. Naquela hora, lembrei como ela se mexia, como eu senti aquela rola nas minhas nádegas rebolando e, pra que mentir, se eu tava curiosa, então ele me beijou de novo, deixou minha mão na rola dele e a mão dele pegou nas minhas pernas...
e aos poucos foi levantando minha saia curta, acariciando minha perna devagar enquanto continuava me beijando, eu só sentia uma corrente de nervosismo e excitação ao mesmo tempo, simplesmente não consegui dizer nada e decidi me deixar levar, então comecei a esfregar o que sentia contra a calça dele e olha, era bem dura e grande, ele chegou na minha buceta e eu dei um pulo, então falei... EU: para!!! ... olha, tudo bem isso vai rolar, mas não aqui, vamos pra outro lugar perto, temos 1 hora... na hora, sem dizer nada, ele ligou o carro, saiu e fomos direto pra um motel que ficava a 3 quadras de onde estávamos. entramos no quarto e, ao fechar a porta, ele começou a beijar minhas costas e me acariciar, descendo a mão devagar...
pronto, abaixo da mão dela, dei um passo à frente e ela levantou minha saia e enfiou os dedos na minha buceta molhada, não tava quente, tava pegando fogo, ufff...
Joguei ele na cama e, aos poucos, tirei minha blusa e saia, pra ele ver que quem mandava era eu. Não sei o que deu em mim naquele momento, me transformei. Nunca tinha acontecido isso antes, porque nunca tinha estado com outro homem que não fosse meu marido. Então ele se despiu, tirei a roupa dele e uau, era melhor do que eu tinha sentido no baile: uma piroca deliciosa, uns 20 centímetros mais ou menos, grossa e duríssima. Então não me restou outra opção senão mostrar pra ele o que eu sabia fazer, apesar da minha idade, e comecei a chupar...
aproveitando tanto quanto eu, que delícia gostosa, comecei a chupar devagarzinho, minha língua percorria de baixo pra cima, lambendo cada centímetro da pica dele, e enfiando tudo até o fundo que eu aguentava, porque antes eu nunca tinha feito isso, não era algo que me agradava, já que com meu marido eu não fazia. Mas com ele, ao ver aquela pica gostosa, automaticamente quis ter ela toda na minha boca. Dei uns boquetes bem dados até ele falar: ELE: para... EU: que foi??? toda confusa perguntei o que tava rolando e ele me perguntou... ELE: já te levaram pro céu alguma vez? EU: como assim, do que cê tá falando? ELE: nisso!!! naquele momento ele se levantou, me abraçou e me jogou na cama, abriu minha roupa e fiquei nua, abriu minhas pernas e começou a lamber minha buceta toda molhada...
Uau, pra mim foi algo que nunca tinha experimentado daquele jeito. Não tô dizendo que nunca fizeram isso comigo, mas igual ele, nunca. Ele começou a me lamber devagarzinho, sentia a língua dele percorrendo os lábios e enfiando a língua o mais fundo que conseguia. Eu sentia aquela língua dentro de mim, e cada vez que ele fazia isso, sentia meu mel escorrendo aos poucos, até quase chegar ao clímax total...
então, vendo que eu tava doida por ele, ele parou e eu senti aquela pica gostosa entrando devagarinho em mim, uau, um pouco de dor porque nunca tinha provado uma pica tão grande, quando a cabeça entrou eu soltei um gemido de dor gostoso, ele falou... ELE: te machuquei? EU: não, continua, faz o que sabe, me mostra que essa noite valeu a pena... nesse momento ele soltou a pica toda, uff que gostoso, ele metia devagar e fundo enquanto me beijava, eu só gemia de dor e prazer, não acreditava que tava comendo um mais novo e com uma pica grande e gostosa, então agarrei a bunda dele e puxava ele mais pra dentro de mim... EU: ai sim, papai... que gostoso... mmm... ahh quero sentir você todo dentro de mim... hoje eu sou sua putinha... ELE: claro que sim, agora você é minha putinha e vou te dar a melhor foda da sua vida, que você nunca vai esquecer... nesse momento ele começou a meter mais forte e fundo, uau, sentia minha alma subindo, minha respiração super ofegante, minhas pernas tremendo e minha buceta gozando e enchendo a pica dele de porra... EU: sim, gatinho, assim... ui, que gostoso você fode... me dá mais, gatinho, me faz sua... ELE: você gosta da minha pica, né, adora, porra, você é uma putinha, por isso que eu te amo.
não sabia mais o que fazer, era tanta a tesão e o prazer que eu só gritava mais alto de gosto, e isso excitava tanto ele quanto eu, então eu falei... EU: mmm agora é minha vez, papai.. me levantei e joguei ele na cama, montei e comecei a comer ele, uau, finalmente eu tava no controle, eu me mexia do jeito que mais gostoso sentia...
Era uma sensação super gostosa, eu só me deixava levar, ele sabia como me satisfazer e aqueles movimentos de dança não eram à toa, se ele rebolava gostoso dançando, naqueles momentos era um Deus na cama. Então ele saiu de dentro de mim e eu falei... EU: me faz de sua putinha, papai, quero sentir toda a sua força... e eu mesma me coloquei de quatro, sim, eu virei a putinha dele, eu pedia, implorava para ele me fazer de sua putinha, e foi exatamente o que ele fez...
EU: ai, papi... que gostoso assim, pequenininho, mete tudo... assim, aii não para... me dá mais forte... adoro seu pau, quero ele todo dentro de mim, papi... ô, sim, assim, assim, mmmm que gostoso, uii mmmm, eu tinha me entregado completamente pra ele, e como não me entregar se ele tava me fazendo sentir o que nunca senti com ninguém, muito menos com meu marido, então só aproveitei, porque eu sabia que aquela noite ia ser só uma vez e depois como se nunca tivesse acontecido... ELE: sim, mami, que buceta gostosa você tem, você me encanta, tá uma delícia, assim que eu gosto, que você seja minha putinha, minha putinha, então engole tudo, mmm... sem olhar no relógio, já tinha passado uma hora, ao mesmo tempo eu não queria ir embora, mas tinha que ir, então pedi pra ele terminar enquanto continuava metendo, e antes que eu terminasse de falar, ele gozou...
Óbvio que ele trouxe camisinha, então a gente se apressou. Eu troquei de roupa, mas não coloquei minha calcinha fio-dental porque tava toda molhada. Aí ele pegou ela e disse que queria de lembrança, caso a gente nunca mais se visse, que nunca tinha vivido algo tão intenso e excitante. Não soube se acreditei, porque os homens vão pra night club atrás de quem topa, e bom, calhou de ser eu.E quando voltei pra casa da minha amiga, ela já tava lá. Chamei ela pra sair e me abrir a porta, e antes de eu descer do carro, ele me deu um beijo gostoso e disse... que agradecia por eu ter deixado ele ser quem me fez aproveitar aquela noite. Não falei nada, só fiquei vermelha, sorri e desci. No dia seguinte cedo, minha amiga me deixou em casa e lá estava meu marido, tranquilo. Só me perguntou como tinha sido, e eu só falei que foi muito bom, sem ele saber que foi uma das melhores noites da minha vida.
E dele? Bom, não soube mais nada, nem saí de novo com minhas amigas. Não por briga, mas porque minha ideia era sair pra me divertir uma noite, e eu fiz isso mil por cento. Queria que ficasse como uma lembrança gostosa, pra que arriscar mais e perder meu casamento por querer reviver só uma aventura? Essa é uma das minhas várias histórias, mas essa é minha favorita, porque até hoje ainda lembro dela perfeitamente. Saudações e espero que tenham gostado. História 100% real.
0 comentários - Festa, bebida e um estranho... 100% Real