Oi, me chamo Alejo e tenho 27 anos. Vou contar como fui comendo umas putas famosas ao longo da minha vida. A primeira de todas e a que começou esse paraíso foi a vadiazinha da Tali Pellegrino.
Tudo começou quando fui pra viagem de formatura com a minha escola. Eu não tava muito afim de sair pra balada todo dia e acordar todo quebrado depois de uma excursão, mas a simples ideia de pegar umas putinhas de outras escolas me convenceu de vez. Os três primeiros dias foram meio bosta, consegui beijar umas gatinhas, mas nunca passava de passar a mão na bunda. Tava quase desistindo de ir na quarta balada, que era uma festa à fantasia, mas meus amigos insistiram pra eu ir, e graças a deus que foram. Umas três da manhã, um amigo chamou a gente pra ir falar com um grupo de minas todas juntas. Eu não tava muito convencido, até ver quem eram.
Meu pau subiu na hora de ver aquele grupo de putas, de longe já percebi que era a Tali Pellegrino e as amigas dela. Quase me joguei em cima delas pra me apresentar, por sorte um amigo meu tinha uma boa lábia com uma e elas nos deram bola. Eu fui conversando com todo mundo porque, apesar de estar muito afim da Tali, as amigas dela eram tão gostosas que eu comeria todas sem dúvida, mas a vadia da Tali grudou em mim feito cadela no cio, dois minutos depois de me apresentar já tava me abraçando, dando beijo no pescoço e pouco depois a gente se pegou. Tava evitando mencionar que conhecia ela das redes, mas um amigo soltou a bomba e tive que parar de fingir. A: "Então, eu já te conhecia das redes também." T: "Ah é? E você gosta de como eu saio nas minhas fotos?" A: "Sim, mas de perto você é ainda mais gostosa." Nós dois rimos e eu comecei a beijar ela de novo enquanto passava a mão na bunda toda dela, até que lembrei de uma coisa falando de redes sociais. A: "Pera, você não tinha namorado?" T: "Tenho, mas ele é muito virgem, ficou no hotel jogando PlayStation, mas tanto faz, já traí o otário nos outros três dias, hahaha." Eu sorri e sem falar nada beijei ela de novo e fiquei apalpando ela toda, não acreditava que existia alguém tão puta. T: "Por que você não vem comigo pro hotel?" Meu pau ficou duro na hora de ouvir isso e fomos sem pensar duas vezes. Fiquei comendo ela mais um tempo no quarto até que ela tirou a roupa e mostrou o corpo lindo dela de lingerie.
A pica já tava rasgando minha calça, então tirei ela pra fora e ela me fez o melhor boquete que alguém pode fazer na vida, a língua dela se mexia super rápido na minha pica toda, a putinha ficou com a cara e os peitos cheios de saliva. Ela fazia uns barulhos de sexo do caralho, a garganta dela era tão quente e gostosa que era impossível imaginar algo melhor, não aguentei muito e gozei na garganta dela. Depois foi ver a boca dela cheia de porra, foi a melhor imagem que já me deram na vida. Com a pica ainda dura, joguei ela na cama e comecei a chupar os peitos dela, eram bem molinhos e lindos, não eram tão grandes mas o formato era muito bonito, os bicos pareciam duros mas ficavam muito sensíveis quando eu tocava, a putinha gemia muito gostoso. Comecei a tocar a buceta dela enquanto chupava os peitos, era linda ao toque, estava depilada e muito molhada. A- vejo que você não aguenta mais esperar pra eu te comer T- vai, por favor, me come toda, meu amor Não esperei um segundo, puxei a calcinha fio dental dela pro lado, a buceta dela era tão linda que não resisti e chupei um pouquinho, mas já não dava mais pra segurar a vontade de estar dentro daquela mulher incrível. Meti de uma vez e sem camisinha, usando a própria saliva e os sucos vaginais dela como lubrificante, a putinha começou a gemer como se estivessem matando ela, mas isso só me excitou mais e comecei a meter como se fosse a última buceta que eu fosse comer na vida, eu comia ela e os peitos balançavam tudo, comecei a dar tapas naqueles peitos e também na cara, e parece que a putinha adorou. T- siiiim, me enche de porrada enquanto me come siiiim A- puta do caralho Virei ela de quatro e comecei a comer de novo enquanto puxava o cabelo dela, ver aquele rabo enquanto metia era espetacular, obviamente dei uns tapas naquele rabo lindo.
A puta gemia e gemia, eu só conseguia ver aquela bunda enorme que agora estava vermelha de tantas palmadas que dei. A- abre sua boquinha, puta do caralho, vou gozar em você. Ela se ajoelha como se fosse um cachorro prestes a ganhar comida e põe a língua pra fora, a puta. A- abre bem, puta. Gozei de novo na boca dela toda, mas dessa vez também deixei a cara dela toda lambuzada com meu leite. Ela me olhou com muito tesão e terminou de limpar meu pau com a boquinha dela, sério, essa puta parecia atriz pornô. T- que delícia que você me comeu, meu namorado nunca na vida conseguiria me comer tão gostoso. A- se acostuma, porque vou te comer muito daqui pra frente. T- é o que eu espero, agora sai que vou tomar banho. A verdade é que fiquei meio broxado porque senti que se eu quisesse, em um tempinho eu poderia comer ela de novo e até uma amiga dela também, mas já tava muito cansado e não queria comer mais do que conseguia mastigar, então decidi voltar pro meu quarto.
Eu teria me despedido com um beijo, mas ela tava com a cara toda cheia do meu gozo, então preferi dar mais um tapão na bunda dela antes de ir. Voltei pro meu quarto e desmaiei na cama de tão cansado. Nos dias seguintes, não vi ela de novo, isso me deixava muito pra baixo, até procurei no quarto dela, mas nunca tinha ninguém. Comecei a achar que foi só uma transa de uma noite, mas no último dia aconteceu um milagre. Não fui na excursão porque tava com muita masturbação e fiquei de boa no hotel, quando no corredor encontrei a Tali tirando uma foto da bunda dela.
A- Tali, fala aí, boluda.
T- ayyy, fala! A gente se cumprimentou com um beijo na boca.
A- Tava te procurando pra todo lado, boluda, por que você não foi na excursão hoje?
T- Ontem tomei pra caralho e tava com muita dor de cabeça.
A- Bom, melhor pra mim. Vamo pro teu quarto.
T- Bora.
A gente ficou um tempinho conversando sobre como tinham sido os dias desde nosso encontro. Mas era óbvio que hoje ia terminar do mesmo jeito. Depois de um tempo, ela subiu em cima de mim e começou a me beijar com muita paixão, eu acompanhei. Fizemos menos preliminares que da outra vez, porque na hora ela já tava com a boca no meu pau. De novo ela me fez um boquete, hoje foi ainda mais rápida e babona que da outra vez — naquela, sob efeito do álcool, ela tava meio mais bruta pra chupar. Mas agora eu não gozei porque queria fazer outra coisa.
Ela se deitou de barriga pra cima na cama, igual da outra vez, esperando que eu comesse a buceta dela. Mas hoje eu decidi fazer diferente.
A- Tali, hoje eu quero te comer o cu.
Ela se surpreendeu um pouco, mas dois segundos depois já tava se pelando e fazendo uma dança na minha frente como se fosse uma puta de puteiro. Ela puxou a tanga na minha frente, deixando eu ver a bunda dela. Eu abro com as mãos e chupo um pouquinho pra lubrificar.
Sinto ela em cima do meu pau e ela começa a descer devagar, o interior dela tava muito quente e apertado, agarrava meu pau com muita força. Segurei ela pela cintura e forcei ela a se mexer mais rápido. Ela gemia igual da outra vez, eu pegava nos peitos dela e apertava os biquinhos pra dar mais prazer. Ela gozou várias vezes enquanto eu comia a bunda dela, e eu não aguentei esperar muito mais, enchi o cu dela de porra. Foi uma experiência mágica, não conseguia acreditar que tinha acabado de comer o cu da Tali Pellegrino, não faria mais sentido continuar vivendo depois daquilo. Depois de um tempo, dormimos juntos pelados e quando acordamos, ela me fez outro daqueles boquetes mágicos, mas tivemos que parar por ali porque as amigas dela já iam voltar. Depois da conversa e da última noite em Bariloche, voltamos pra Buenos Aires. Não cruzei com ela no ônibus porque a gente estuda em colégios diferentes, mas cruzei com ela no terminal, onde depois de me ver e pelas costas do namorado dela que tava do lado, ela piscou o olho pra mim e mandou um beijo, como se a gente fosse dois ladrões experientes que conseguiram enganar a polícia. Voltei conversando com meus amigos sobre as experiências que a gente viveu, eu tinha tido a melhor viagem da minha vida, mas não sabia que era só o começo do que seriam os melhores anos da minha vida.
Tudo começou quando fui pra viagem de formatura com a minha escola. Eu não tava muito afim de sair pra balada todo dia e acordar todo quebrado depois de uma excursão, mas a simples ideia de pegar umas putinhas de outras escolas me convenceu de vez. Os três primeiros dias foram meio bosta, consegui beijar umas gatinhas, mas nunca passava de passar a mão na bunda. Tava quase desistindo de ir na quarta balada, que era uma festa à fantasia, mas meus amigos insistiram pra eu ir, e graças a deus que foram. Umas três da manhã, um amigo chamou a gente pra ir falar com um grupo de minas todas juntas. Eu não tava muito convencido, até ver quem eram.
Meu pau subiu na hora de ver aquele grupo de putas, de longe já percebi que era a Tali Pellegrino e as amigas dela. Quase me joguei em cima delas pra me apresentar, por sorte um amigo meu tinha uma boa lábia com uma e elas nos deram bola. Eu fui conversando com todo mundo porque, apesar de estar muito afim da Tali, as amigas dela eram tão gostosas que eu comeria todas sem dúvida, mas a vadia da Tali grudou em mim feito cadela no cio, dois minutos depois de me apresentar já tava me abraçando, dando beijo no pescoço e pouco depois a gente se pegou. Tava evitando mencionar que conhecia ela das redes, mas um amigo soltou a bomba e tive que parar de fingir. A: "Então, eu já te conhecia das redes também." T: "Ah é? E você gosta de como eu saio nas minhas fotos?" A: "Sim, mas de perto você é ainda mais gostosa." Nós dois rimos e eu comecei a beijar ela de novo enquanto passava a mão na bunda toda dela, até que lembrei de uma coisa falando de redes sociais. A: "Pera, você não tinha namorado?" T: "Tenho, mas ele é muito virgem, ficou no hotel jogando PlayStation, mas tanto faz, já traí o otário nos outros três dias, hahaha." Eu sorri e sem falar nada beijei ela de novo e fiquei apalpando ela toda, não acreditava que existia alguém tão puta. T: "Por que você não vem comigo pro hotel?" Meu pau ficou duro na hora de ouvir isso e fomos sem pensar duas vezes. Fiquei comendo ela mais um tempo no quarto até que ela tirou a roupa e mostrou o corpo lindo dela de lingerie.
A pica já tava rasgando minha calça, então tirei ela pra fora e ela me fez o melhor boquete que alguém pode fazer na vida, a língua dela se mexia super rápido na minha pica toda, a putinha ficou com a cara e os peitos cheios de saliva. Ela fazia uns barulhos de sexo do caralho, a garganta dela era tão quente e gostosa que era impossível imaginar algo melhor, não aguentei muito e gozei na garganta dela. Depois foi ver a boca dela cheia de porra, foi a melhor imagem que já me deram na vida. Com a pica ainda dura, joguei ela na cama e comecei a chupar os peitos dela, eram bem molinhos e lindos, não eram tão grandes mas o formato era muito bonito, os bicos pareciam duros mas ficavam muito sensíveis quando eu tocava, a putinha gemia muito gostoso. Comecei a tocar a buceta dela enquanto chupava os peitos, era linda ao toque, estava depilada e muito molhada. A- vejo que você não aguenta mais esperar pra eu te comer T- vai, por favor, me come toda, meu amor Não esperei um segundo, puxei a calcinha fio dental dela pro lado, a buceta dela era tão linda que não resisti e chupei um pouquinho, mas já não dava mais pra segurar a vontade de estar dentro daquela mulher incrível. Meti de uma vez e sem camisinha, usando a própria saliva e os sucos vaginais dela como lubrificante, a putinha começou a gemer como se estivessem matando ela, mas isso só me excitou mais e comecei a meter como se fosse a última buceta que eu fosse comer na vida, eu comia ela e os peitos balançavam tudo, comecei a dar tapas naqueles peitos e também na cara, e parece que a putinha adorou. T- siiiim, me enche de porrada enquanto me come siiiim A- puta do caralho Virei ela de quatro e comecei a comer de novo enquanto puxava o cabelo dela, ver aquele rabo enquanto metia era espetacular, obviamente dei uns tapas naquele rabo lindo.
A puta gemia e gemia, eu só conseguia ver aquela bunda enorme que agora estava vermelha de tantas palmadas que dei. A- abre sua boquinha, puta do caralho, vou gozar em você. Ela se ajoelha como se fosse um cachorro prestes a ganhar comida e põe a língua pra fora, a puta. A- abre bem, puta. Gozei de novo na boca dela toda, mas dessa vez também deixei a cara dela toda lambuzada com meu leite. Ela me olhou com muito tesão e terminou de limpar meu pau com a boquinha dela, sério, essa puta parecia atriz pornô. T- que delícia que você me comeu, meu namorado nunca na vida conseguiria me comer tão gostoso. A- se acostuma, porque vou te comer muito daqui pra frente. T- é o que eu espero, agora sai que vou tomar banho. A verdade é que fiquei meio broxado porque senti que se eu quisesse, em um tempinho eu poderia comer ela de novo e até uma amiga dela também, mas já tava muito cansado e não queria comer mais do que conseguia mastigar, então decidi voltar pro meu quarto.
Eu teria me despedido com um beijo, mas ela tava com a cara toda cheia do meu gozo, então preferi dar mais um tapão na bunda dela antes de ir. Voltei pro meu quarto e desmaiei na cama de tão cansado. Nos dias seguintes, não vi ela de novo, isso me deixava muito pra baixo, até procurei no quarto dela, mas nunca tinha ninguém. Comecei a achar que foi só uma transa de uma noite, mas no último dia aconteceu um milagre. Não fui na excursão porque tava com muita masturbação e fiquei de boa no hotel, quando no corredor encontrei a Tali tirando uma foto da bunda dela.
A- Tali, fala aí, boluda. T- ayyy, fala! A gente se cumprimentou com um beijo na boca.
A- Tava te procurando pra todo lado, boluda, por que você não foi na excursão hoje?
T- Ontem tomei pra caralho e tava com muita dor de cabeça.
A- Bom, melhor pra mim. Vamo pro teu quarto.
T- Bora.
A gente ficou um tempinho conversando sobre como tinham sido os dias desde nosso encontro. Mas era óbvio que hoje ia terminar do mesmo jeito. Depois de um tempo, ela subiu em cima de mim e começou a me beijar com muita paixão, eu acompanhei. Fizemos menos preliminares que da outra vez, porque na hora ela já tava com a boca no meu pau. De novo ela me fez um boquete, hoje foi ainda mais rápida e babona que da outra vez — naquela, sob efeito do álcool, ela tava meio mais bruta pra chupar. Mas agora eu não gozei porque queria fazer outra coisa.
Ela se deitou de barriga pra cima na cama, igual da outra vez, esperando que eu comesse a buceta dela. Mas hoje eu decidi fazer diferente.
A- Tali, hoje eu quero te comer o cu.
Ela se surpreendeu um pouco, mas dois segundos depois já tava se pelando e fazendo uma dança na minha frente como se fosse uma puta de puteiro. Ela puxou a tanga na minha frente, deixando eu ver a bunda dela. Eu abro com as mãos e chupo um pouquinho pra lubrificar.
Sinto ela em cima do meu pau e ela começa a descer devagar, o interior dela tava muito quente e apertado, agarrava meu pau com muita força. Segurei ela pela cintura e forcei ela a se mexer mais rápido. Ela gemia igual da outra vez, eu pegava nos peitos dela e apertava os biquinhos pra dar mais prazer. Ela gozou várias vezes enquanto eu comia a bunda dela, e eu não aguentei esperar muito mais, enchi o cu dela de porra. Foi uma experiência mágica, não conseguia acreditar que tinha acabado de comer o cu da Tali Pellegrino, não faria mais sentido continuar vivendo depois daquilo. Depois de um tempo, dormimos juntos pelados e quando acordamos, ela me fez outro daqueles boquetes mágicos, mas tivemos que parar por ali porque as amigas dela já iam voltar. Depois da conversa e da última noite em Bariloche, voltamos pra Buenos Aires. Não cruzei com ela no ônibus porque a gente estuda em colégios diferentes, mas cruzei com ela no terminal, onde depois de me ver e pelas costas do namorado dela que tava do lado, ela piscou o olho pra mim e mandou um beijo, como se a gente fosse dois ladrões experientes que conseguiram enganar a polícia. Voltei conversando com meus amigos sobre as experiências que a gente viveu, eu tinha tido a melhor viagem da minha vida, mas não sabia que era só o começo do que seriam os melhores anos da minha vida.
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