Y nos fuimos 3 parte

Nos dias seguintes, pegamos mais leve: fomos ao Mundo Marinho, à praia, à farmácia porque me queimei feio, acompanhamos o Gabriel num rolê, nos despedimos, e na manhã seguinte partimos pra Villa Gesell. O dono do hotel também tinha um por lá, então fomos com hospedagem pelo mesmo preço e bem parecida com a que tínhamos acabado de deixar. O Armando, dono do hotel, sugeriu um lugar pra almoçar quando chegássemos em Gesell — também dele. Chegamos no hotel, nos apresentamos, e o recepcionista avisou que o Armando não estava naquele momento, mas que tinha deixado recado sobre nossa chegada. Subimos, vestimos roupa de praia — eu, meu biquíni, e meu marido, uma sunga curta — e descemos pra praia. Passamos a tarde com chimarrão, bolachas e umas cervejas em lata que compramos num quiosque. Umas oito da noite, subimos pro hotel pra tomar banho; era sexta e queríamos sair. Fomos jantar no restaurante do Armando — só tínhamos visto ele na vez que mostrou o quarto e o hotel, era muito simpático e educado, e não parecia ser mais velho que a gente. Ao entrar, nos acomodaram numa mesa, trouxeram o cardápio e jantamos. Eram onze da noite quando terminamos de comer; não deu pra sobremesa de tão bem que comemos. Levantei pra ir ao banheiro e no caminho encontrei o Armando. Cumprimentei, agradeci pelas atenções, e ele disse que não era nada, que não tinha o que agradecer. Perguntou onde estávamos, apontei e comentei que já íamos embora. Ele disse que ia cumprimentar meu marido, e eu segui pro banheiro. Quando saí, meu marido tava conversando com o Armando, que tinha sentado na nossa mesa. Quando cheguei, os dois me olharam, e meu marido comentou que o Armando nos convidava pra tomar um vinho na varanda do lugar, e depois ia nos acompanhar até uma balada de um amigo dele. É incrível como, só por fazer um favor, ele tava nos ajudando tanto com as férias — como meu marido diz, boas ações todo dia. O Armando indicou uma escada pra subir; eu tava com uma saia preta soltinha e curta e uma blusa. Blanca também se soltou, e com sapatos de plataforma, nos perguntou sobre nosso gosto em vinhos. Sendo de Mendoza, ela achou que era Malbec, mas não gostamos do Chenin Blanc doce. Ela se surpreendeu e, com o celular, pediu para trazerem uma garrafa. Subimos as escadas, meu marido atrás e Armando nos seguiu. O terraço era lindo, com plantas e luzes; ao longe, dava pra ver o brilho do mar. Apoiei meus cotovelos no parapeito e admirei a vista. Meu marido e Armando sentaram pra esperar o vinho e conversavam. Chegou uma mensagem no celular do meu marido dizendo: "Agora sim, a vista está imbatível..." Eu tinha esquecido que a saia estava subindo. Juro que fiquei com vergonha, até fiquei vermelha. Armando ria com meu marido. Chegou a garrafa e a gente se apressou pra tomar. Armando falou de ir pra balada, conversou com o rapaz do caixa e partimos. Era a duas quadras de onde estávamos. Fomos no nosso carro, chegamos e o segurança deixou a gente passar. Procuramos mesa, mas Armando disse que não, que a gente fosse pra cima. Ele me olhou e disse: "Cuidado com o parapeito lá em cima", e ria, filho da puta. Subimos, não tinha quase ninguém, a música estava ótima. Assim que subi, já queria dançar; a gente adora. Meu marido me deixou com Armando, peguei ele pelas mãos e coloquei pra dançar comigo. Meu marido voltou e disse: "Não tinha Chenin, trouxe isso, um champanhe doce..." Ele sabe que isso me mata. Essa história de que champanhe deixa as mulheres mimadas é muito verdade. Servimos as taças e brindamos. Tocaram cumbia, que meu marido adora, e começamos a dançar. Eu ia de umas mãos pra outras, entre os dois, eles me rodavam. Mudou o ritmo e veio o reggaeton. Me apoiei no meu marido e perriei um pouco, e depois fiz o mesmo com Armando. Senti como o pau dele ficou duro e adorei. Tomamos o champanhe e eu já estava tonta. Meu marido passava a mão na minha bunda e puxava a tira da calcinha, e beijava meu pescoço. Nós três estávamos alegres. Meu marido beijava meu pescoço, me tocava enquanto Armando falava com a gente. Eu estava toda molhada. Armando trouxe outro champanhe e a gente... Tomamos umas bitucas. Imagina, pedi desculpa e fui no banheiro. Quando saí, tava toda tonta. Os caras falaram algo, mas não entendi nada e ficaram rindo. Armando me chama: "Vem, olha". Cheguei na grade, o lugar tava explodindo, era mó lindo. Meu marido me olhando e fala: "A vista que deve ter agora", e riu. Tava tão tonta que falei: "Quer que eu melhore?" Ele respondeu: "Dale...". Armando me encarava. Enfiei as mãos por baixo da saia, peguei a calcinha, puxei pra baixo e tirei. Cheguei na grade, abri um pouco as pernas e perguntei: "Melhorou?" Meu marido me beijou, me virei de costas e comecei a rebolar. Os dois me seguiram, passava de um braço pro outro. Armando se animou e começou a passar a mão na minha bunda toda vez que podia. Me colocaram no meio, meu marido beijava meu pescoço e Armando meu ombro do outro lado. Tava apertada entre eles, sentia mãos nos meus peitos, na minha bunda. Abri os olhos e beijei meu marido, perguntei: "O que vocês tão fazendo comigo, vida?" E escapou um gemido porque um dos dois enfiou um dedo na minha pussy. Me virei e beijei Armando, senti um dedo na minha bunda começando a entrar. Gozei entre os dois e falei pra eles. Armando disse pra gente ir embora, e nós topamos. Chegamos no hotel e subimos, Armando com a gente. No elevador, me chuparam os peitos. Quando saí do elevador, tava com a saia na cintura e os peitos de fora. Entramos no quarto e me levaram pra cama. Entre os dois, me despiraram e enquanto faziam isso, chupavam toda a minha pussy e os peitos. Caí na cama de barriga pra cima, e Armando enfiou a cabeça entre minhas pernas. Meu marido chupava meus peitos e me beijava. Eles se despiraram e eu pude ver a cock do Armando. Era muito parecida com a do meu marido, mas menos cabeçuda, mas ainda assim grande. Ele fez eu descer a bunda na borda da cama, chupou mais um pouco minha pussy e meteu com tudo. Começou a me comer ajoelhado no chão. Meu marido aproximou a cock pra eu chupar enquanto Armando me comia. Senti tudo. de vez em quando eu tirava o pau da minha boca pra gemer ou gritar de prazer. Armando me comia com tudo, tava me dando forte, levantou minhas pernas, colocou nos ombros dele e eu senti ele na garganta, por deus como ele comia. Pedi pra trocar e deitei ele, sentei no pau dele. Armando agarrou minhas tetas e chupava elas, tava desesperado. Ele me olhou e disse: "quero te comer desde que subimos as escadas no restaurante, que tetas gostosas você tem... E sua bunda me deixa louco." Falei: "minhas tetas hoje à noite são suas também, aproveita..." Meu marido tava atrás de mim, se ajeitou, colocou o pau dele na entrada da minha buceta e entrou com o Armando. Me serraram igual, nenhum dos dois afrouxou até gozarem e me encherem de porra. Caímos exaustos na cama. Eu levantei pra ir no banheiro e quando voltei, os dois tavam fumando na janela pelados no escuro. Me aproximei, abracei meu marido e eles perguntaram como eu tava. Falei que bem. Beijei meu marido e me abaixei entre eles. Peguei nos paus deles e comecei a meter na boca. Eles começaram a endurecer, terminaram o cigarro e eu levantei. Agora eles me comiam. Armando desceu e chupou minha buceta, meu marido com as mãos abria pra ele chupar melhor e me beijava o pescoço. Fomos pra cama e meu marido me colocou de conchinha e meteu por trás enquanto Armando me punhetava, me beijava e chupava minhas tetas. Eu pegava no pau dele e punhetava ele. Meu marido tirou e eu virei rápido, dei a bunda pro Armando que meteu de uma vez. Meu marido ficou de 69 enquanto me comiam e chupava minha buceta. Me comeram até clarear o dia, gozaram de novo. Caímos no sono, eu entre os dois. Umas oito e meia o celular do Armando tocou, acordei e ele atendeu. Meu marido me beijou e perguntou como eu tava. Falei: "tô bem pra caralho." Ele perguntou: "gostou, vida?" Respondi: "me comeram gostosíssimo." Armando desligou e disse que precisava levantar, perguntou o que a gente achava de fazer. Dissemos que não tínhamos pensado em nada enquanto conversávamos, ele passava a mão nos meus peitos, na minha barriga e descia até a minha buceta. Aí ele disse: "Querem ir comigo pra Mar de las Pampas?" Olhei pro meu marido e falei que sim. Armando começou a me beijar, subiu em cima de mim e começou a me comer enquanto meu marido olhava. Ele chupava meus peitos, me beijava, metia fundo. Com a mão, procurei a vara do meu marido e comecei a punhetar ele. Armando continuava me comendo, tirou a pica, me virou, colocou um travesseiro embaixo e meteu de novo naquela posição. Fez eu sentir cada centímetro até que o celular dele tocou de novo. Meu marido colocou a pica na minha boca e Armando disse: "Preciso atender", enquanto ainda estava enfiado em mim e me comia. Atendeu... "Oi, amor... Tô sim, tô aqui em Gesell, você como tá?" (e nisso ele não parava de meter). "Fica tranquila, tá tudo bem..." Vocês não têm ideia do tesão que foi ouvir ele falar com a esposa enquanto me comia. Comecei a gozar e tive que tampar a boca pra abafar o grito. Armando desligou e começou a gozar também, tirou a pica e meu marido tomou o lugar dele. Me encheu de porra também, mas eu já não aguentava mais, tava sem leite. Armando tomou banho e saiu do quarto. A gente tomou banho junto, ele se vestiu, meu marido também. Eu me troquei, coloquei roupa na mochila, tomei banho e desci pra tomar café com meu marido. Armando tava nos esperando. Mas o que vem depois eu conto na próxima. Amamos vocês. Se gostaram, deixem comentários, pontos ou um saludo.

3 comentários - Y nos fuimos 3 parte

Mmm cuanta pija comiste ,cada vez mas caliente el relato