—Vamos?—
Ele segurou a porta pra mim enquanto eu passava e depois trancou. Um pequeno erro na nossa comédia, já que ele não deveria ter a chave da "minha" casa, hahaha. Mas tudo bem, a gente pode continuar brincando de "segundo encontro".
Depois ele me acompanhou até a porta do carro e abriu pra mim. Quando sentei, tive a primeira suspeita de que ia sofrer com a minissaia, porque ela subiu tanto que tenho quase certeza de que mostrei a calcinha pro Miguel. Ainda bem que era preta e não tinha muita luz, mas de qualquer forma, enquanto ele dava a volta pra entrar pelo lado dele, aproveitei pra puxar a saia e cobrir as pernas. Bom, pelo menos um pouco das minhas pernas, porque a saia era definitivamente muito curta.
Depois de dirigir um bom trecho, conversando animadamente, chegamos ao destino. Um conjunto de baladas que misturava restaurantes, boates e todo tipo de negócio do tipo.
Entramos num restaurante da escolha dele e logo estávamos sentados numa mesa discreta, num canto meio afastado do lugar.
— O que você quer beber? — ele me perguntou.
— Não tenho certeza... que tal uma taça de vinho branco?
— Parece ótimo. Vou pedir uma garrafa.
— Uma garrafa? Não vai ser demais?
— Vamos jantar e depois dançar. O que eu beber já vai ter passado na hora de dirigir de novo.
— Tem razão. Vamos pedir a carta de vinhos.
Começamos o jantar com um brinde e seguimos com uma entrada deliciosa de patê da casa pra ele e uma sopa de cebola pra mim. Depois pedi um peixe, não lembro o nome do prato, enquanto ele devorava um pedaço enorme de bife. O vinho tinha deixado a gente mais solto e a gente tinha rido pra caramba. Ele contava coisas das aulas dele e eu contava do meu trabalho. Algumas coisas acho que ele já sabia, mas o clima e o vinho faziam a gente rir como se fosse a primeira vez.
Sempre que dava, a gente se pegava pelas mãos. nos acariciando um ao outro como verdadeiros apaixonados. O que certamente parecia que a gente era. De vez em quando, também ficávamos nos olhando nos olhos sem falar, lendo nosso amor nos olhos um do outro.
Não comemos sobremesa porque não queríamos ficar muito cheios. Uma nova travessura nos esperava: sair pra dançar, o que exigia um corpo ágil e não pesado de comida demais. Simplesmente ficamos na mesa conversando e terminando de tomar a garrafa de vinho.
Finalmente, depois de pagar, levantamos e saímos do restaurante, rumo a uma balada a alguns locais dali. Eu tinha bebido muito mais vinho que ele e me sentia leve. Todas as minhas angústias esquecidas e feliz por ter um parceiro que me levava pra comer e dançar.
Entramos num lugar tipo latino, não só pelo nome "Bailaito" mas pelo tipo de música que tocava sem parar: cumbias, merengues, bachata. Ainda não tínhamos terminado de nos acomodar numa mesinha no lado direito do lugar, quando meus pés já coçavam pra sair pra dançar.
Um garçom se aproximou na hora e pedimos uns drinks. Eu pedi uma taça de vinho branco, pra continuar na mesma vibe, enquanto Miguel pediu uma "cuba libre". Eu olhei pra ele preocupada com o limite de álcool e que ele era quem estava dirigindo, mas sorrindo ele me disse que provavelmente não ia beber, mas que precisava manter as aparências.
Os drinks chegaram rápido e enquanto eu bebia um pouco da minha taça, definitivamente um vinho muito pior do que o que a gente tinha curtido no jantar, Miguel colocou muita coca-Booty na cuba libre dele.
Depois ele me puxou pra dançar. Nunca tinha dançado com ele, mas confiava que minhas habilidades não tinham enferrujado e que eu conseguiria me adaptar aos passos dele. Ele passou um braço pelas minhas costas e segurou minha mão direita na dele. Eu fiz o mesmo, apoiando minha mão esquerda no ombro dele e começamos a nos mexer. Pra minha surpresa, depois de uns momentos de dúvida da minha parte, começamos a deslizar pela pista. Sem maiores dificuldades. Tava tocando um merengue, então os movimentos eram bem simples e ele parecia saber direitinho.
Aos poucos, ele foi ganhando confiança e começou a acelerar os movimentos, além de dar passos mais largos. Eu fluía sem problema nenhum e, ao menor sinal do corpo dele se movendo pra algum lado, eu respondia na mesma hora. Dançamos assim por um bom tempo, umas 4 ou 5 músicas. Não dava pra conversar muito porque a música não deixava, mas eu tava cada vez mais feliz, dançando com ele.
— Quer descansar? — ele perguntou, encostando a boca no meu ouvido, o que me fez tremer ao sentir os lábios dele roçando minha orelha.
— Tá bom. Me dá uns minutos. Além disso, preciso ir ao banheiro.
Miguel me levou até a mesa e, depois de dar um gole no meu copo, fui pro banheiro. A balada tava lotada e a pista de dança também. Tinha gente pra todo lado, e muitas não só dançavam, mas algumas se beijavam e se acariciavam nos corredores escuros. Depois de fazer minhas necessidades, me arrumei um pouco no espelho, de onde vi o reflexo de duas garotas se beijando de língua num dos cantinhos que tava aberto. — Tempos modernos — pensei.
Quando voltei pra mesa, Miguel tava distraído olhando o povo dançar, tomando o cuba-libre devagar.
— Tá cheio pra caralho — falei.
— É — respondeu, sorrindo pra mim e me dando um beijo no pescoço que me fez tremer de novo.
— Vi um casal de meninas se beijando no banheiro — falei, encostando minha boca na orelha dele pra ele me ouvir, e depois mordendo o lóbulo.
— Ai — ele disse, rindo, e respondeu na mesma hora, aproximando a boca da minha orelha de novo — É, e eu vi vários casais de homens, ou não sei como chamar.
Ele tinha passado o braço pelas minhas costas pra se aproximar, e eu me deixei levar, ficando colada nele. Minha teta direita encostada no peito dele. Hummm.
— Vamos dançar de novo — ele falou no meu ouvido, enquanto dava um beijinho leve.
A música continuava animada, na mesma vibe. Antes, merengue e essas coisas. Agora a pista me pareceu que tava mais cheia e a gente teve que dançar um pouco mais colados, o que com a prática que a gente já tinha não era problema nenhum. Os passos dele continuavam longos e eu girava contra as pernas dele, fazendo com que de vez em quando minha buceta roçasse nele de um jeito muito gostoso.
Depois, quando essa música acabou, baixaram mais a intensidade das luzes da pista e uma música lenta do Juan Luis Guerra começou a tocar nas caixas de som. Eu soltei a mão que segurava a dele e passei pelo pescoço dele, segurando minha outra mão. Ele fez o mesmo, passando a mão pelas minhas costas, me abraçando pela cintura. Sem chance de escapar, isso fez com que nossos corpos grudassem completamente. Meus peitos se achataram contra o peito dele e minha barriga contra o quadril dele.
Logo senti o pau dele endurecer contra minha barriga, enquanto meus bicos também ficavam duros com o roçar dos nossos corpos se movendo no ritmo da música lenta. Os poucos movimentos laterais que a gente conseguia fazer na pista de dança lotada faziam com que eu me esfregasse divinamente no pau dele, o que me deixava ainda mais excitada. Eu tinha minha cabeça apoiada na bochecha dele, porque a diferença de altura não deixava eu apoiar a minha bochecha, mas aí o Miguel baixou a cabeça e começou a percorrer meu pescoço, me beijando e acariciando com os lábios dele. Eu não conseguia evitar tremer com cada beijo e apertar ele mais contra mim. Finalmente, não aguentei mais e levantei minha cabeça na direção dele, o que ele entendeu como se eu quisesse falar alguma coisa, mas eu não queria falar. Assim que ele ficou ao meu alcance, procurei os lábios dele e comecei a beijá-lo. Mas não bastava, as carícias do corpo dele se esfregando no meu, o calor dos outros corpos esbarrando na gente, o vinho... fez com que eu abrisse a boca e com a língua procurasse a dele. Ele percebeu na hora e abriu os lábios. Minha língua entrou ansiosa na boca dele e comecei a brincar com a dele. Uma brincadeira de Abraços e carícias no fundo da boca dela.
Enquanto isso, as mãos de Miguel tinham encontrado o pequeno espaço entre minha blusa e minha saia, e os dedos da mão direita dele se enfiaram por ali, acariciando a pele nua das minhas costas.
Eu estava derretendo no meio desse ataque erótico aos meus sentidos: minha barriga contra o pau duro dele, meus mamilos contra o peito dele, minhas costas sob os dedos dele e, o mais importante, nossas línguas enroscadas num jogo interminável de carícias.
Perdi a noção do tempo, e a música me balançava de um lado pro outro, sem saber quando uma música terminava e outra começava. No fim, o tum-tum de um merengue novo avisou que o intervalo de música lenta tinha acabado e que os pulos iam voltar.
Relutantes, nos separamos. Com os lábios ardendo de tanto beijo que trocamos e a pele excitada das carícias, cambaleamos até a mesa. Bebi minha taça de vinho de um gole só, enquanto ele tomou apenas um gole do cuba-libre, com medo do nível alcoólico dele.
Por uns momentos ficamos em silêncio, mas depois me aproximei dele, abraçando ele de lado, e, encostando meus lábios na orelha dele, sussurrei:
— Adorei sentir você — terminei com um beijo molhado na orelha dele.
Ele estremeceu e teve que afastar a cabeça pra me olhar com os olhos injetados de amor e desejo. Depois, aproximou os lábios da minha orelha e também sussurrou:
— Eu também adorei e não quero me separar de você nunca — disse, tentando me beijar na orelha de volta, mas eu virei o rosto rápido e busquei a boca dele com a minha, e começamos a nos beijar de novo.
Enquanto fazíamos isso, ele apoiou a mão direita na minha coxa nua, começando a subir devagar. Estremeci de prazer, mas não conseguia decidir parar ele. Só quando os dedos dele começaram a se enfiar por baixo da minha saia, decidi que já era o suficiente, então peguei a mão dele com a minha e levantei, colocando na minha cintura enquanto continuávamos nos beijando.
O pau dele Mano, ela ficou parada por um tempo, mas depois começou a subir. Dessa vez pros meus peitos. Não quis ou não consegui impedir, e quando ele apertou deliciosamente minha teta esquerda com a mão, não pude evitar gemer de prazer.
Continuamos nos beijando por um bom tempo, enquanto ele me acariciava, mas quando a mão dele começou a descer e chegou de novo nas minhas coxas, eu parei e pedi pra gente dançar de novo.
Relutante, ele deixou a mão na minha coxa por uns segundos, bem perto da minha calcinha, depois subiu e passou rapidinho por cima da minha buceta, enquanto se levantava pra ir dançar. Por um instante, não consegui me mexer, com a sensação dos dedos dele no meu corpo me fazendo tremer de prazer. Mas lá estava ele, de pé, esperando por mim, então me recomponho e fui dançar.
Passamos um tempão na pista, dançando ao som da música latina animada. Igual antes, os merengues, as cumbias e outras que não lembro o nome faziam nossos corpos deslizarem pela pista de dança. Uma diferença da vez anterior é que, quando a música permitia, eu colava muito no corpo dele e esfregava minha xota na cintura ou nas coxas dele, o que mandava ondas de prazer direto pro meu clitóris. Eu tava, claro, molhada pra caralho e qualquer coisa que roçasse minha buceta era divino. Obviamente ele continuava duro, e eu fazia questão de manter ele assim, colando em ele toda hora.
Quando não aguentei mais de cansaço, pedi pra pararmos. Então fomos pra nossa mesa, onde vimos que outro casal ocupava a outra parte. A gente cumprimentou eles educadamente e sentou. Aí notei que o casal era meio diferente, era claramente um casal gay, que nos cumprimentou de volta animadamente. Com eles tão perto, me senti meio inibida de continuar com nossos beijos e carícias de antes, então só descansamos, terminando as bebidas que a gente tinha.
— Quer mais um? — Miguel perguntou no meu ouvido, aproveitando como antes. pra me coçar na orelha.
— Kkkkk — eu ri por causa das cócegas que o beijo me deu, mas aí respondi do mesmo jeito no ouvido dele.
— Não, já tô satisfeita. E você? — beijando o pescoço dele depois, da orelha até a borda da camisa.
— Eu também não quero mais — ele respondeu, procurando minha boca pra me beijar.
Eu olhei pro casal na nossa frente, mas eles também estavam na deles, se beijando apaixonadamente, então deixei o Miguel me beijar na boca.
Depois de alguns segundos, senti a mão direita dele subindo de novo pela minha perna e abri os olhos pra ver o casal da frente. Nada a ver, eles continuavam se beijando e se acariciando igual a gente. Então não só deixei o Miguel começar a acariciar minha “coisinha”, como minha mão foi entre as pernas dele e, pela segunda vez, peguei no ovo dele. Agora sem pressa. Assim como da primeira vez, percebi que ele era bem grande e, como eu tinha sentido a noite toda, bem duro. O tecido da calça dele era bem fino, provavelmente de linho, o que me deixou pegar com conforto e apertar. Era tão grosso que não dava pra envolver com a mão, o que me assustou um pouco. Era muito maior que o king-kong! Devagar, subi e desci a mão, masturbando ele, e ele gemeu de prazer. Enquanto isso, ele me acariciava, mas meio sem jeito. Dava pra ver que ele tinha pouca experiência.
A música mudou de novo e ficou lenta. Então chamei ele pra dançar de novo.
— Vamos dançar? — falei no ouvido dele.
— Claro —
Aí, quando ele levantou da cadeira, reclamou um pouco: — Ai! —
— O que foi? — perguntei assustada.
— Sei lá — ele disse — do nada me doeram os testíbulos.
— Doeram as bolas? Bateu em alguma coisa? —
— Não, não bati — respondeu em pé do meu lado — Só doeram do nada. Mas não liga, vamos dançar —
Saímos pra pista e começamos a dançar abraçados como antes, mas dava pra ver o desconforto dele. O ovo dele continuava duro, apertado contra mim. barriga, mas aparentemente o movimento seguindo a música fazia ele roçar as bolas e doía.
De repente me lembrei. O pai dele tinha isso quando a gente tava começando a namorar. Depois de ficar muito tempo excitado, aparentemente dava uma congestão de esperma ou algo assim. Geralmente passava sozinho, mas o melhor jeito de resolver era... deixando o esperma sair. -Ops- pensei -acho que vou ter que fazer alguma coisa pra aliviar ele- o que me fez tomar uma decisão.
-Como cê tá?- perguntei enquanto dançávamos.
Ele me olhou e tentou disfarçar: -Melhor-
Mas dava pra ver que ele tava desconfortável.
-Tá bom. Vamos parar de dançar, que você não tá se divertindo-
-Mas eu quero ficar com você- protestou.
-E eu quero ficar com você, meu amor- respondi beijando ele na boca.
Quando o beijo acabou, continuei falando: -Mas não sofrendo assim. Vamos pra casa que eu tenho um remédio pra isso-
-Você tem um remédio?- ele disse se afastando de mim e parando de dançar.
-Sim. Vamos-
Sem nem passar pela nossa mesa, fomos em direção à porta da balada. Cada vez tinha mais gente lá dentro, mas isso já não era problema nosso. Miguel andava meio estranho, provavelmente por causa da dor nas bolas. Eu me apertava contra ele, garantindo de esfregar meus peitos no braço dele, o que com certeza não era o mais adequado pra "congestão" dele.
Sentei no carro e a saia subiu quase até a cintura, mas quando ia arrumar, me senti gostosa e decidi deixar ele ver minhas pernas, o que realmente não ajudava no problema dele, mas me fazia sentir bem. Enquanto dirigia, peguei a mão livre dele e coloquei as duas no meu colo, bem perto da minha barriga, onde minha buceta continuava produzindo um monte de fluidos.
Quando chegamos em casa, ele abriu a porta do carro pra mim e eu saí roçando meu corpo no dele, mal me segurando. Depois caminhamos até a porta.
-Obrigada por essa noite agradável- falei abraçando ele na porta.
Ele ficou meio confuso, tinha esquecido que era um "encontro", mas logo lembrou.
— Não, obrigada a você, Elvira —
Aí a gente se abraçou e se beijou na boca por vários minutos. Eu sentia que ele ainda tava duro e que provavelmente as bolas dele ainda doíam, então não prolonguei muito o beijo.
— Boa noite — falei, olhando nos olhos dele.
— Boa noite —
Passei pela porta e virei de novo pra ele:
— Oi, filho, entra —
Ele ficou um instante na porta, tentando mudar do modo "casal" pro modo "filho", mas aí entrou, me dando um beijo na bochecha.
— Oi, mãe, obrigado por me esperar até tão tarde —
— Entra, entra — falei, fechando a porta atrás dele.
— A Elvira me disse que você tem um probleminha —
— Ah... sim —
— Ok. A gente vai resolver isso. Vamos pra sala —
Caminhei abraçada com ele até a sala, do mesmo jeito que tinha caminhado quando saímos da balada, o que não combinava muito com a mudança de modo, mas era tão gostoso sentir os braços musculosos dele...
— Senta no sofá e fica confortável — falei.
Ele fez o que eu mandei e eu me ajoelhei na frente dele.
— O que você tá fazendo? — perguntou, estranhando.
— Não se preocupa, deixa comigo, que eu sei como aliviar essa dor que tá te incomodando —
Aí comecei a tirar os sapatos e as meias dele. Ele deixou, paciente. Depois tirei meus sapatos, levantando um pouco a saia pra me mexer mais à vontade. Ele me olhava curioso.
Ajoelhada entre as pernas dele, peguei o cinto da calça dele e comecei a abrir.
— O que você tá fazendo? — perguntou de novo.
— Confia em mim — respondi — e deixa eu tirar sua calça... e a cueca também —
Obediente, ele deixou, levantando a bunda pra eu conseguir puxar a calça e a cueca. Meio sem graça, ele colocou as mãos no pau, tapando modestamente.
Aí peguei as mãos dele e tirei.
— O que você tem — falei — é uma congestão. Você tá Seus canais seminais cheios de fluidos, de sêmen especificamente, e até que você expulse…-
Ele me olhava meio assustado, ao mesmo tempo que esperançoso.
Então peguei o pau duro dele com as duas mãos. Como tinha sentido antes, ele era grande, maior que o do pai dele. E duro! Parecia impossível que tivesse ficado tão duro. Não é à toa que as bolas dele doíam.
Empurrei as pernas dele um pouco para os lados pra ter mais espaço e aproximei meus lábios, dando um beijo na ponta.
- Ohhh - ele gemeu.
Movimentei as mãos um pouco pra cima e pra baixo. Era tão grosso que quase não conseguia envolver com os dedos, mas mesmo assim masturbei ele um pouco. Depois voltei a beijar a cabeça dele, que estava vermelha e congestionada.
Abri a boca e enfiei. Tive que abrir mais, porque não era fácil. Passei minha língua por toda a cabeça e agora fui eu que tremi de prazer.
Aos poucos fui ganhando confiança e, enquanto continuava masturbando ele com as duas mãos, ia enfiando mais e mais na boca. Tive muito cuidado pra não encostar nas bolas dele, já que sabia que era ali que mais doía.
Ele gemia devagar, com o corpo jogado pra trás e os olhos fechados, concentrado nas minhas carícias. Eu tentei várias vezes fazer contato visual com ele, mas era inútil, ele estava além desse mundo.
Não levei muito tempo chupando o pau dele e logo percebi que ele estava perto de gozar. Não é à toa que passamos horas nos acariciando e nos beijando.
Me concentrei nas minhas carícias e em passar a língua por toda parte, quando ele começou a ficar rígido e eu me preparei pra receber o sêmen dele na minha boca.
- AAAAAAHHHHHHH - ele gemeu.
O primeiro jato foi tão forte e abundante que me surpreendeu. Caiu direto na minha garganta e quase me engasguei. Imediatamente tirei um pouco e coloquei a língua de um jeito que os próximos jatos batessem nela e me desse tempo de engolir o máximo que podia, embora no final não tenha dado conta de tudo e uma parte escorreu pelo canto da minha boca. Quando o Miguel terminou de gozar, passei a mão no pau dele todo pra limpar e depois me levantei do chão, levantei a saia pra deixar minhas pernas livres e subi no sofá colocando um joelho de cada lado do quadril dele, e então deitei sobre ele. Comecei a dar beijos no rosto dele todo, evitando a boca caso ele se incomodasse com o gosto de porra que eu tinha, mas ele não ligou e segurando meu rosto, me fez beijá-lo na boca.
Nos minutos seguintes a gente continuou se beijando, enquanto eu me esfregava devagar contra o corpo dele. Ele tinha gozado, mas eu não e tava ardendo de tesão.
Então ele me abraçou forte e me segurando, me fez girar até eu ficar debaixo dele. Quando ele ficou por cima, começou também a me beijar por todo lado, e depois foi descendo. Me cobriu de beijos os peitos, sempre por cima da roupa, porque eu não tinha me despido além de levantar a saia.
Depois continuou descendo, me beijando a barriga até ficar ajoelhado entre minhas pernas. De lá, começou com os beijos a percorrer minha pele em volta da calcinha.
— Mmmm — eu gemia, tremendo de prazer com o contato dos lábios dele entre minhas coxas.
Ele subiu os lábios de volta até minha barriga, enquanto com as mãos segurou minha calcinha e começou a puxar pra baixo. Eu tava tão excitada que não consegui adivinhar que tinha que levantar a bunda do sofá, então ele teve que pedir:
— Me ajuda? — disse me olhando. Eu fiquei olhando pra ele sem entender o que queria, mesmo sendo tão óbvio, então ele puxou a calcinha de novo.
— Ah, claro! — respondi com a voz trêmula de tesão.
O Miguel tirou minha calcinha e pela primeira vez fiquei nua na frente dele. Me senti meio estranha, mas tava tão quente que só pensei no calor que sentia e na vontade de que ele me comesse toda.
Quando senti a língua dele na minha buceta, me arrepiei e gemi:
— Aaaaahhhh! Siiiiiiim!
Ele começou a me lamber de um jeito meio sem jeito. Era óbvio que era a primeira vez que ele comia uma buceta. A língua dele percorria meu corpo todo, mas ia rápido demais e superficial demais.
— Calma, calma — falei, segurando a cabeça dele pra guiar os movimentos — você tem que ir mais devagar. Passando a língua por toda parte, especialmente no meu clitóris.
— Siiiiim — gemi quando, me ouvindo, ele começou a me acariciar ali.
— Mas agora você tem que deixar descansar um pouco e me lamber em outros lugares…
— Aham… assim… — fui dizendo enquanto ele aprendia onde eu mais gostava.
Cedo demais, não consegui mais falar e me concentrei no orgasmo que vinha a passos largos. Então Miguel focou no meu clitóris, deslizando a língua na cabecinha enquanto chupava.
— AAAAAAAHHHHHH — gemi quando meu orgasmo explodiu. O orgasmo mais forte que já tive. Ele continuava me chupando, então tive que empurrar a cabeça dele pra parar, porque tava muito sensível. Enquanto isso, novas ondas de prazer me faziam tremer.
— AAAAAAAHHHHHH — continuei gemendo — SIIIIIIIM
Quando Miguel sentiu que o orgasmo tinha passado, ele se levantou e deitou sobre mim, me beijando o rosto todo e a boca. Eu mal conseguia respirar, mas tava tão feliz que não me importava.
De repente, senti uma pressão na minha vulva e percebi que era o pau de Miguel!
— Não, não, não… — comecei a protestar quando a cabeçona dele já tinha se aberto caminho dentro de mim.
— Nããão… aaaahhh — gemi sentindo o pau dele avançando dentro de mim, me abrindo, me possuindo…
Abri os olhos pra ver ele e vi que ele tava de olhos fechados, concentrado no próprio prazer.
Logo o pau parou e recuou um pouco, pra entrar de novo. Eu não tinha terminado de gozar e agora o pau dele tava me levando de volta ao orgasmo. Em resposta, levantei minhas pernas e enrolei elas atrás das costas dele, o que levantou minha vulva e fez ele me penetrar por completo.
— AAAAAAAHHHHH — gemi ao sentir ele profundamente encaixado dentro.
-ÔÔÔÔÔHHHHH- gemeu ele, inundado de prazer.
Passaram-se alguns segundos sem que a gente se mexesse, mas aos poucos eu comecei a rebolhar a cintura enquanto ele começava a tirar e a meter o pau. Os movimentos eram tímidos no começo, como que experimentando, mas logo ganhamos confiança e ele começou a bombar literalmente com aquele membro enorme. A cabeça chegava tão fundo que meu útero e minha buceta tiveram que se acomodar, mas ao mesmo tempo, o prazer era tão grande que não só não me incomodava, como eu empurrava com a cintura pra fazer ele entrar mais pra dentro.
Nós dois tínhamos gozado poucos minutos antes, então nem ele nem eu sentíamos pressa pra terminar, então a gente se preparou pra foder com toda a calma do mundo. Depois de 10 minutos, no entanto, ele começou a dar sinais de cansaço, então eu falei:
-Vamos virar um pouco pra você se apoiar melhor-
Aí eu soltei minhas pernas das costas dele e ele tirou o pau, o que me deu uma espécie de vazio. Mas na hora me acomodei no sofá de lado e convidei ele a meter de novo.
Ele se ajeitou entre minhas pernas e eu peguei no pau dele pra guiar. Quando ele se inclinou pra frente, eu coloquei a cabeça na minha entrada e ele se deixou cair em cima de mim, empurrando até o fundo de novo. Eu amarrei ele com minhas pernas nas costas dele de novo e a gente retomou o ritmo.
A gente continuava gemendo no compasso de cada estocada:
-ÃÃÃÃHHH- gemia eu e -ÔÔÔÔHHH- gemia ele, cada vez que chegava no fundo.
As bolas dele batiam na minha bunda toda vez e a parte de cima do pau dele roçava no meu clitóris quando apertava contra minha vulva.
Logo senti meu orgasmo começando a se formar ali onde o pau dele batia por dentro, mas queria esperar ele ficar pronto, o que não demorou muito. Os gemidos dele começaram a mudar de tom e os movimentos a perder eficiência, o que me mostrava que ele tava se perdendo no mundo de prazer dele.
-Tô quaasiiii Poucooo— ele disse, arrastando as palavras.
—Dá tudooooo pra mim— respondi —goza dennnntro de miiim— respondi.
—Maaaas—
—Não se preocuuuupa— falei, beijando ele na boca.
Isso foi o suficiente pra ele se decidir e, poucos instantes depois, ele empurrou com toda força e eu senti o esperma dele jorrando dentro da minha barriga. Sentir ele gozar dentro de mim fez com que eu também gozasse, e logo senti meu corpo explodindo de prazer de novo.
Depois de umas 5 ou 6 bombadas do pau dele enchendo minha barriga, o Miguel desabou em cima de mim, e eu aproveitei pra abraçar ele com força enquanto meu orgasmo continuava me fazendo tremer de prazer.
Aos poucos fomos recuperando o fôlego e o cérebro começou a funcionar de novo. Miguel se levantou de cima de mim, onde tinha caído no final da foda, e se deitou de lado no sofá.
—Isso foi… maravilhoso— ele disse, ainda ofegante.
—Sim, meu amor. Foi maravilhoso— respondi, beijando ele nos lábios.
Ele então se inclinou sobre mim e começamos a nos beijar de novo na boca com paixão. Só que sem a pressa de querer transar.
Depois de um tempo, eu falei:
—Melhor eu me levantar porque tem um líquido escorrendo de mim que pode manchar o sofá—
—Falando em líquido… eu ia tirar quando…— ele disse.
—Sim, eu sei, mas não precisa. Minha menstruação deve descer amanhã, então tô protegida agora.
O rosto dele se iluminou e ele falou:
—Você tá protegida agora?—
—Sim. Podemos fazer sem problemas—
—Uhhh… podemos ir pro quarto?—
—Hahaha. Dá pra ver que você só tem 21 anos. Já tá com vontade?—
—Bom… posso esperar um pouco… tipo 5 minutos?—
—Hahaha. Não vai ser mais que isso. Eu preciso me limpar e ir pra um lugar mais confortável— respondi, enquanto cobria minha barriga com a calcinha pra não vazar tudo quando me levantasse.
—Vai se limpar também e a gente se encontra na minha cama—
Quando saí do banheiro, o Miguel estava deitado na minha cama, coberto só com um lençol. Sobre a barriga dele, a O lençol mostrava que ele já tava duro e pronto pra mais uma rodada.
De manhã, a gente transou mais uma vez, mas depois, enquanto eu tomava banho, minha menstruação desceu e tivemos que cancelar os planos de passar o dia na cama trepando. Ele insistia em me comer mesmo menstruada, mas eu convenci ele a não fazer isso porque, no geral, me sinto meio pra baixo nesses dias.
Na terça, fui no ginecologista, que me examinou por completo e me achou em perfeito estado. Aproveitei pra pedir que me receitasse umas pílulas anticoncepcionais porque tava "saindo" com um homem maravilhoso. Ele sorriu e, em vez disso, colocou um dispositivo intrauterino em mim.
Depois que resolvemos esse "probleminha", Miguel e eu viramos amantes fixos. A gente dormia na minha cama e transava todas as noites, e nos fins de semana várias vezes também.
Pra evitar problemas, Miguel aceitou uma bolsa pra continuar os estudos na Inglaterra e, fechando a casa, fomos juntos. Lá, ele se matriculou na universidade e, aproveitando que a gente tinha o mesmo sobrenome, eu virei a "esposa" dele. Já se passaram 20 anos desde então e ainda estamos na Inglaterra, vivendo felizes.
Ele segurou a porta pra mim enquanto eu passava e depois trancou. Um pequeno erro na nossa comédia, já que ele não deveria ter a chave da "minha" casa, hahaha. Mas tudo bem, a gente pode continuar brincando de "segundo encontro".
Depois ele me acompanhou até a porta do carro e abriu pra mim. Quando sentei, tive a primeira suspeita de que ia sofrer com a minissaia, porque ela subiu tanto que tenho quase certeza de que mostrei a calcinha pro Miguel. Ainda bem que era preta e não tinha muita luz, mas de qualquer forma, enquanto ele dava a volta pra entrar pelo lado dele, aproveitei pra puxar a saia e cobrir as pernas. Bom, pelo menos um pouco das minhas pernas, porque a saia era definitivamente muito curta.
Depois de dirigir um bom trecho, conversando animadamente, chegamos ao destino. Um conjunto de baladas que misturava restaurantes, boates e todo tipo de negócio do tipo.
Entramos num restaurante da escolha dele e logo estávamos sentados numa mesa discreta, num canto meio afastado do lugar.
— O que você quer beber? — ele me perguntou.
— Não tenho certeza... que tal uma taça de vinho branco?
— Parece ótimo. Vou pedir uma garrafa.
— Uma garrafa? Não vai ser demais?
— Vamos jantar e depois dançar. O que eu beber já vai ter passado na hora de dirigir de novo.
— Tem razão. Vamos pedir a carta de vinhos.
Começamos o jantar com um brinde e seguimos com uma entrada deliciosa de patê da casa pra ele e uma sopa de cebola pra mim. Depois pedi um peixe, não lembro o nome do prato, enquanto ele devorava um pedaço enorme de bife. O vinho tinha deixado a gente mais solto e a gente tinha rido pra caramba. Ele contava coisas das aulas dele e eu contava do meu trabalho. Algumas coisas acho que ele já sabia, mas o clima e o vinho faziam a gente rir como se fosse a primeira vez.
Sempre que dava, a gente se pegava pelas mãos. nos acariciando um ao outro como verdadeiros apaixonados. O que certamente parecia que a gente era. De vez em quando, também ficávamos nos olhando nos olhos sem falar, lendo nosso amor nos olhos um do outro.
Não comemos sobremesa porque não queríamos ficar muito cheios. Uma nova travessura nos esperava: sair pra dançar, o que exigia um corpo ágil e não pesado de comida demais. Simplesmente ficamos na mesa conversando e terminando de tomar a garrafa de vinho.
Finalmente, depois de pagar, levantamos e saímos do restaurante, rumo a uma balada a alguns locais dali. Eu tinha bebido muito mais vinho que ele e me sentia leve. Todas as minhas angústias esquecidas e feliz por ter um parceiro que me levava pra comer e dançar.
Entramos num lugar tipo latino, não só pelo nome "Bailaito" mas pelo tipo de música que tocava sem parar: cumbias, merengues, bachata. Ainda não tínhamos terminado de nos acomodar numa mesinha no lado direito do lugar, quando meus pés já coçavam pra sair pra dançar.
Um garçom se aproximou na hora e pedimos uns drinks. Eu pedi uma taça de vinho branco, pra continuar na mesma vibe, enquanto Miguel pediu uma "cuba libre". Eu olhei pra ele preocupada com o limite de álcool e que ele era quem estava dirigindo, mas sorrindo ele me disse que provavelmente não ia beber, mas que precisava manter as aparências.
Os drinks chegaram rápido e enquanto eu bebia um pouco da minha taça, definitivamente um vinho muito pior do que o que a gente tinha curtido no jantar, Miguel colocou muita coca-Booty na cuba libre dele.
Depois ele me puxou pra dançar. Nunca tinha dançado com ele, mas confiava que minhas habilidades não tinham enferrujado e que eu conseguiria me adaptar aos passos dele. Ele passou um braço pelas minhas costas e segurou minha mão direita na dele. Eu fiz o mesmo, apoiando minha mão esquerda no ombro dele e começamos a nos mexer. Pra minha surpresa, depois de uns momentos de dúvida da minha parte, começamos a deslizar pela pista. Sem maiores dificuldades. Tava tocando um merengue, então os movimentos eram bem simples e ele parecia saber direitinho.
Aos poucos, ele foi ganhando confiança e começou a acelerar os movimentos, além de dar passos mais largos. Eu fluía sem problema nenhum e, ao menor sinal do corpo dele se movendo pra algum lado, eu respondia na mesma hora. Dançamos assim por um bom tempo, umas 4 ou 5 músicas. Não dava pra conversar muito porque a música não deixava, mas eu tava cada vez mais feliz, dançando com ele.
— Quer descansar? — ele perguntou, encostando a boca no meu ouvido, o que me fez tremer ao sentir os lábios dele roçando minha orelha.
— Tá bom. Me dá uns minutos. Além disso, preciso ir ao banheiro.
Miguel me levou até a mesa e, depois de dar um gole no meu copo, fui pro banheiro. A balada tava lotada e a pista de dança também. Tinha gente pra todo lado, e muitas não só dançavam, mas algumas se beijavam e se acariciavam nos corredores escuros. Depois de fazer minhas necessidades, me arrumei um pouco no espelho, de onde vi o reflexo de duas garotas se beijando de língua num dos cantinhos que tava aberto. — Tempos modernos — pensei.
Quando voltei pra mesa, Miguel tava distraído olhando o povo dançar, tomando o cuba-libre devagar.
— Tá cheio pra caralho — falei.
— É — respondeu, sorrindo pra mim e me dando um beijo no pescoço que me fez tremer de novo.
— Vi um casal de meninas se beijando no banheiro — falei, encostando minha boca na orelha dele pra ele me ouvir, e depois mordendo o lóbulo.
— Ai — ele disse, rindo, e respondeu na mesma hora, aproximando a boca da minha orelha de novo — É, e eu vi vários casais de homens, ou não sei como chamar.
Ele tinha passado o braço pelas minhas costas pra se aproximar, e eu me deixei levar, ficando colada nele. Minha teta direita encostada no peito dele. Hummm.
— Vamos dançar de novo — ele falou no meu ouvido, enquanto dava um beijinho leve.
A música continuava animada, na mesma vibe. Antes, merengue e essas coisas. Agora a pista me pareceu que tava mais cheia e a gente teve que dançar um pouco mais colados, o que com a prática que a gente já tinha não era problema nenhum. Os passos dele continuavam longos e eu girava contra as pernas dele, fazendo com que de vez em quando minha buceta roçasse nele de um jeito muito gostoso.
Depois, quando essa música acabou, baixaram mais a intensidade das luzes da pista e uma música lenta do Juan Luis Guerra começou a tocar nas caixas de som. Eu soltei a mão que segurava a dele e passei pelo pescoço dele, segurando minha outra mão. Ele fez o mesmo, passando a mão pelas minhas costas, me abraçando pela cintura. Sem chance de escapar, isso fez com que nossos corpos grudassem completamente. Meus peitos se achataram contra o peito dele e minha barriga contra o quadril dele.
Logo senti o pau dele endurecer contra minha barriga, enquanto meus bicos também ficavam duros com o roçar dos nossos corpos se movendo no ritmo da música lenta. Os poucos movimentos laterais que a gente conseguia fazer na pista de dança lotada faziam com que eu me esfregasse divinamente no pau dele, o que me deixava ainda mais excitada. Eu tinha minha cabeça apoiada na bochecha dele, porque a diferença de altura não deixava eu apoiar a minha bochecha, mas aí o Miguel baixou a cabeça e começou a percorrer meu pescoço, me beijando e acariciando com os lábios dele. Eu não conseguia evitar tremer com cada beijo e apertar ele mais contra mim. Finalmente, não aguentei mais e levantei minha cabeça na direção dele, o que ele entendeu como se eu quisesse falar alguma coisa, mas eu não queria falar. Assim que ele ficou ao meu alcance, procurei os lábios dele e comecei a beijá-lo. Mas não bastava, as carícias do corpo dele se esfregando no meu, o calor dos outros corpos esbarrando na gente, o vinho... fez com que eu abrisse a boca e com a língua procurasse a dele. Ele percebeu na hora e abriu os lábios. Minha língua entrou ansiosa na boca dele e comecei a brincar com a dele. Uma brincadeira de Abraços e carícias no fundo da boca dela.
Enquanto isso, as mãos de Miguel tinham encontrado o pequeno espaço entre minha blusa e minha saia, e os dedos da mão direita dele se enfiaram por ali, acariciando a pele nua das minhas costas.
Eu estava derretendo no meio desse ataque erótico aos meus sentidos: minha barriga contra o pau duro dele, meus mamilos contra o peito dele, minhas costas sob os dedos dele e, o mais importante, nossas línguas enroscadas num jogo interminável de carícias.
Perdi a noção do tempo, e a música me balançava de um lado pro outro, sem saber quando uma música terminava e outra começava. No fim, o tum-tum de um merengue novo avisou que o intervalo de música lenta tinha acabado e que os pulos iam voltar.
Relutantes, nos separamos. Com os lábios ardendo de tanto beijo que trocamos e a pele excitada das carícias, cambaleamos até a mesa. Bebi minha taça de vinho de um gole só, enquanto ele tomou apenas um gole do cuba-libre, com medo do nível alcoólico dele.
Por uns momentos ficamos em silêncio, mas depois me aproximei dele, abraçando ele de lado, e, encostando meus lábios na orelha dele, sussurrei:
— Adorei sentir você — terminei com um beijo molhado na orelha dele.
Ele estremeceu e teve que afastar a cabeça pra me olhar com os olhos injetados de amor e desejo. Depois, aproximou os lábios da minha orelha e também sussurrou:
— Eu também adorei e não quero me separar de você nunca — disse, tentando me beijar na orelha de volta, mas eu virei o rosto rápido e busquei a boca dele com a minha, e começamos a nos beijar de novo.
Enquanto fazíamos isso, ele apoiou a mão direita na minha coxa nua, começando a subir devagar. Estremeci de prazer, mas não conseguia decidir parar ele. Só quando os dedos dele começaram a se enfiar por baixo da minha saia, decidi que já era o suficiente, então peguei a mão dele com a minha e levantei, colocando na minha cintura enquanto continuávamos nos beijando.
O pau dele Mano, ela ficou parada por um tempo, mas depois começou a subir. Dessa vez pros meus peitos. Não quis ou não consegui impedir, e quando ele apertou deliciosamente minha teta esquerda com a mão, não pude evitar gemer de prazer.
Continuamos nos beijando por um bom tempo, enquanto ele me acariciava, mas quando a mão dele começou a descer e chegou de novo nas minhas coxas, eu parei e pedi pra gente dançar de novo.
Relutante, ele deixou a mão na minha coxa por uns segundos, bem perto da minha calcinha, depois subiu e passou rapidinho por cima da minha buceta, enquanto se levantava pra ir dançar. Por um instante, não consegui me mexer, com a sensação dos dedos dele no meu corpo me fazendo tremer de prazer. Mas lá estava ele, de pé, esperando por mim, então me recomponho e fui dançar.
Passamos um tempão na pista, dançando ao som da música latina animada. Igual antes, os merengues, as cumbias e outras que não lembro o nome faziam nossos corpos deslizarem pela pista de dança. Uma diferença da vez anterior é que, quando a música permitia, eu colava muito no corpo dele e esfregava minha xota na cintura ou nas coxas dele, o que mandava ondas de prazer direto pro meu clitóris. Eu tava, claro, molhada pra caralho e qualquer coisa que roçasse minha buceta era divino. Obviamente ele continuava duro, e eu fazia questão de manter ele assim, colando em ele toda hora.
Quando não aguentei mais de cansaço, pedi pra pararmos. Então fomos pra nossa mesa, onde vimos que outro casal ocupava a outra parte. A gente cumprimentou eles educadamente e sentou. Aí notei que o casal era meio diferente, era claramente um casal gay, que nos cumprimentou de volta animadamente. Com eles tão perto, me senti meio inibida de continuar com nossos beijos e carícias de antes, então só descansamos, terminando as bebidas que a gente tinha.
— Quer mais um? — Miguel perguntou no meu ouvido, aproveitando como antes. pra me coçar na orelha.
— Kkkkk — eu ri por causa das cócegas que o beijo me deu, mas aí respondi do mesmo jeito no ouvido dele.
— Não, já tô satisfeita. E você? — beijando o pescoço dele depois, da orelha até a borda da camisa.
— Eu também não quero mais — ele respondeu, procurando minha boca pra me beijar.
Eu olhei pro casal na nossa frente, mas eles também estavam na deles, se beijando apaixonadamente, então deixei o Miguel me beijar na boca.
Depois de alguns segundos, senti a mão direita dele subindo de novo pela minha perna e abri os olhos pra ver o casal da frente. Nada a ver, eles continuavam se beijando e se acariciando igual a gente. Então não só deixei o Miguel começar a acariciar minha “coisinha”, como minha mão foi entre as pernas dele e, pela segunda vez, peguei no ovo dele. Agora sem pressa. Assim como da primeira vez, percebi que ele era bem grande e, como eu tinha sentido a noite toda, bem duro. O tecido da calça dele era bem fino, provavelmente de linho, o que me deixou pegar com conforto e apertar. Era tão grosso que não dava pra envolver com a mão, o que me assustou um pouco. Era muito maior que o king-kong! Devagar, subi e desci a mão, masturbando ele, e ele gemeu de prazer. Enquanto isso, ele me acariciava, mas meio sem jeito. Dava pra ver que ele tinha pouca experiência.
A música mudou de novo e ficou lenta. Então chamei ele pra dançar de novo.
— Vamos dançar? — falei no ouvido dele.
— Claro —
Aí, quando ele levantou da cadeira, reclamou um pouco: — Ai! —
— O que foi? — perguntei assustada.
— Sei lá — ele disse — do nada me doeram os testíbulos.
— Doeram as bolas? Bateu em alguma coisa? —
— Não, não bati — respondeu em pé do meu lado — Só doeram do nada. Mas não liga, vamos dançar —
Saímos pra pista e começamos a dançar abraçados como antes, mas dava pra ver o desconforto dele. O ovo dele continuava duro, apertado contra mim. barriga, mas aparentemente o movimento seguindo a música fazia ele roçar as bolas e doía.
De repente me lembrei. O pai dele tinha isso quando a gente tava começando a namorar. Depois de ficar muito tempo excitado, aparentemente dava uma congestão de esperma ou algo assim. Geralmente passava sozinho, mas o melhor jeito de resolver era... deixando o esperma sair. -Ops- pensei -acho que vou ter que fazer alguma coisa pra aliviar ele- o que me fez tomar uma decisão.
-Como cê tá?- perguntei enquanto dançávamos.
Ele me olhou e tentou disfarçar: -Melhor-
Mas dava pra ver que ele tava desconfortável.
-Tá bom. Vamos parar de dançar, que você não tá se divertindo-
-Mas eu quero ficar com você- protestou.
-E eu quero ficar com você, meu amor- respondi beijando ele na boca.
Quando o beijo acabou, continuei falando: -Mas não sofrendo assim. Vamos pra casa que eu tenho um remédio pra isso-
-Você tem um remédio?- ele disse se afastando de mim e parando de dançar.
-Sim. Vamos-
Sem nem passar pela nossa mesa, fomos em direção à porta da balada. Cada vez tinha mais gente lá dentro, mas isso já não era problema nosso. Miguel andava meio estranho, provavelmente por causa da dor nas bolas. Eu me apertava contra ele, garantindo de esfregar meus peitos no braço dele, o que com certeza não era o mais adequado pra "congestão" dele.
Sentei no carro e a saia subiu quase até a cintura, mas quando ia arrumar, me senti gostosa e decidi deixar ele ver minhas pernas, o que realmente não ajudava no problema dele, mas me fazia sentir bem. Enquanto dirigia, peguei a mão livre dele e coloquei as duas no meu colo, bem perto da minha barriga, onde minha buceta continuava produzindo um monte de fluidos.
Quando chegamos em casa, ele abriu a porta do carro pra mim e eu saí roçando meu corpo no dele, mal me segurando. Depois caminhamos até a porta.
-Obrigada por essa noite agradável- falei abraçando ele na porta.
Ele ficou meio confuso, tinha esquecido que era um "encontro", mas logo lembrou.
— Não, obrigada a você, Elvira —
Aí a gente se abraçou e se beijou na boca por vários minutos. Eu sentia que ele ainda tava duro e que provavelmente as bolas dele ainda doíam, então não prolonguei muito o beijo.
— Boa noite — falei, olhando nos olhos dele.
— Boa noite —
Passei pela porta e virei de novo pra ele:
— Oi, filho, entra —
Ele ficou um instante na porta, tentando mudar do modo "casal" pro modo "filho", mas aí entrou, me dando um beijo na bochecha.
— Oi, mãe, obrigado por me esperar até tão tarde —
— Entra, entra — falei, fechando a porta atrás dele.
— A Elvira me disse que você tem um probleminha —
— Ah... sim —
— Ok. A gente vai resolver isso. Vamos pra sala —
Caminhei abraçada com ele até a sala, do mesmo jeito que tinha caminhado quando saímos da balada, o que não combinava muito com a mudança de modo, mas era tão gostoso sentir os braços musculosos dele...
— Senta no sofá e fica confortável — falei.
Ele fez o que eu mandei e eu me ajoelhei na frente dele.
— O que você tá fazendo? — perguntou, estranhando.
— Não se preocupa, deixa comigo, que eu sei como aliviar essa dor que tá te incomodando —
Aí comecei a tirar os sapatos e as meias dele. Ele deixou, paciente. Depois tirei meus sapatos, levantando um pouco a saia pra me mexer mais à vontade. Ele me olhava curioso.
Ajoelhada entre as pernas dele, peguei o cinto da calça dele e comecei a abrir.
— O que você tá fazendo? — perguntou de novo.
— Confia em mim — respondi — e deixa eu tirar sua calça... e a cueca também —
Obediente, ele deixou, levantando a bunda pra eu conseguir puxar a calça e a cueca. Meio sem graça, ele colocou as mãos no pau, tapando modestamente.
Aí peguei as mãos dele e tirei.
— O que você tem — falei — é uma congestão. Você tá Seus canais seminais cheios de fluidos, de sêmen especificamente, e até que você expulse…-
Ele me olhava meio assustado, ao mesmo tempo que esperançoso.
Então peguei o pau duro dele com as duas mãos. Como tinha sentido antes, ele era grande, maior que o do pai dele. E duro! Parecia impossível que tivesse ficado tão duro. Não é à toa que as bolas dele doíam.
Empurrei as pernas dele um pouco para os lados pra ter mais espaço e aproximei meus lábios, dando um beijo na ponta.
- Ohhh - ele gemeu.
Movimentei as mãos um pouco pra cima e pra baixo. Era tão grosso que quase não conseguia envolver com os dedos, mas mesmo assim masturbei ele um pouco. Depois voltei a beijar a cabeça dele, que estava vermelha e congestionada.
Abri a boca e enfiei. Tive que abrir mais, porque não era fácil. Passei minha língua por toda a cabeça e agora fui eu que tremi de prazer.
Aos poucos fui ganhando confiança e, enquanto continuava masturbando ele com as duas mãos, ia enfiando mais e mais na boca. Tive muito cuidado pra não encostar nas bolas dele, já que sabia que era ali que mais doía.
Ele gemia devagar, com o corpo jogado pra trás e os olhos fechados, concentrado nas minhas carícias. Eu tentei várias vezes fazer contato visual com ele, mas era inútil, ele estava além desse mundo.
Não levei muito tempo chupando o pau dele e logo percebi que ele estava perto de gozar. Não é à toa que passamos horas nos acariciando e nos beijando.
Me concentrei nas minhas carícias e em passar a língua por toda parte, quando ele começou a ficar rígido e eu me preparei pra receber o sêmen dele na minha boca.
- AAAAAAHHHHHHH - ele gemeu.
O primeiro jato foi tão forte e abundante que me surpreendeu. Caiu direto na minha garganta e quase me engasguei. Imediatamente tirei um pouco e coloquei a língua de um jeito que os próximos jatos batessem nela e me desse tempo de engolir o máximo que podia, embora no final não tenha dado conta de tudo e uma parte escorreu pelo canto da minha boca. Quando o Miguel terminou de gozar, passei a mão no pau dele todo pra limpar e depois me levantei do chão, levantei a saia pra deixar minhas pernas livres e subi no sofá colocando um joelho de cada lado do quadril dele, e então deitei sobre ele. Comecei a dar beijos no rosto dele todo, evitando a boca caso ele se incomodasse com o gosto de porra que eu tinha, mas ele não ligou e segurando meu rosto, me fez beijá-lo na boca.
Nos minutos seguintes a gente continuou se beijando, enquanto eu me esfregava devagar contra o corpo dele. Ele tinha gozado, mas eu não e tava ardendo de tesão.
Então ele me abraçou forte e me segurando, me fez girar até eu ficar debaixo dele. Quando ele ficou por cima, começou também a me beijar por todo lado, e depois foi descendo. Me cobriu de beijos os peitos, sempre por cima da roupa, porque eu não tinha me despido além de levantar a saia.
Depois continuou descendo, me beijando a barriga até ficar ajoelhado entre minhas pernas. De lá, começou com os beijos a percorrer minha pele em volta da calcinha.
— Mmmm — eu gemia, tremendo de prazer com o contato dos lábios dele entre minhas coxas.
Ele subiu os lábios de volta até minha barriga, enquanto com as mãos segurou minha calcinha e começou a puxar pra baixo. Eu tava tão excitada que não consegui adivinhar que tinha que levantar a bunda do sofá, então ele teve que pedir:
— Me ajuda? — disse me olhando. Eu fiquei olhando pra ele sem entender o que queria, mesmo sendo tão óbvio, então ele puxou a calcinha de novo.
— Ah, claro! — respondi com a voz trêmula de tesão.
O Miguel tirou minha calcinha e pela primeira vez fiquei nua na frente dele. Me senti meio estranha, mas tava tão quente que só pensei no calor que sentia e na vontade de que ele me comesse toda.
Quando senti a língua dele na minha buceta, me arrepiei e gemi:
— Aaaaahhhh! Siiiiiiim!
Ele começou a me lamber de um jeito meio sem jeito. Era óbvio que era a primeira vez que ele comia uma buceta. A língua dele percorria meu corpo todo, mas ia rápido demais e superficial demais.
— Calma, calma — falei, segurando a cabeça dele pra guiar os movimentos — você tem que ir mais devagar. Passando a língua por toda parte, especialmente no meu clitóris.
— Siiiiim — gemi quando, me ouvindo, ele começou a me acariciar ali.
— Mas agora você tem que deixar descansar um pouco e me lamber em outros lugares…
— Aham… assim… — fui dizendo enquanto ele aprendia onde eu mais gostava.
Cedo demais, não consegui mais falar e me concentrei no orgasmo que vinha a passos largos. Então Miguel focou no meu clitóris, deslizando a língua na cabecinha enquanto chupava.
— AAAAAAAHHHHHH — gemi quando meu orgasmo explodiu. O orgasmo mais forte que já tive. Ele continuava me chupando, então tive que empurrar a cabeça dele pra parar, porque tava muito sensível. Enquanto isso, novas ondas de prazer me faziam tremer.
— AAAAAAAHHHHHH — continuei gemendo — SIIIIIIIM
Quando Miguel sentiu que o orgasmo tinha passado, ele se levantou e deitou sobre mim, me beijando o rosto todo e a boca. Eu mal conseguia respirar, mas tava tão feliz que não me importava.
De repente, senti uma pressão na minha vulva e percebi que era o pau de Miguel!
— Não, não, não… — comecei a protestar quando a cabeçona dele já tinha se aberto caminho dentro de mim.
— Nããão… aaaahhh — gemi sentindo o pau dele avançando dentro de mim, me abrindo, me possuindo…
Abri os olhos pra ver ele e vi que ele tava de olhos fechados, concentrado no próprio prazer.
Logo o pau parou e recuou um pouco, pra entrar de novo. Eu não tinha terminado de gozar e agora o pau dele tava me levando de volta ao orgasmo. Em resposta, levantei minhas pernas e enrolei elas atrás das costas dele, o que levantou minha vulva e fez ele me penetrar por completo.
— AAAAAAAHHHHH — gemi ao sentir ele profundamente encaixado dentro.
-ÔÔÔÔÔHHHHH- gemeu ele, inundado de prazer.
Passaram-se alguns segundos sem que a gente se mexesse, mas aos poucos eu comecei a rebolhar a cintura enquanto ele começava a tirar e a meter o pau. Os movimentos eram tímidos no começo, como que experimentando, mas logo ganhamos confiança e ele começou a bombar literalmente com aquele membro enorme. A cabeça chegava tão fundo que meu útero e minha buceta tiveram que se acomodar, mas ao mesmo tempo, o prazer era tão grande que não só não me incomodava, como eu empurrava com a cintura pra fazer ele entrar mais pra dentro.
Nós dois tínhamos gozado poucos minutos antes, então nem ele nem eu sentíamos pressa pra terminar, então a gente se preparou pra foder com toda a calma do mundo. Depois de 10 minutos, no entanto, ele começou a dar sinais de cansaço, então eu falei:
-Vamos virar um pouco pra você se apoiar melhor-
Aí eu soltei minhas pernas das costas dele e ele tirou o pau, o que me deu uma espécie de vazio. Mas na hora me acomodei no sofá de lado e convidei ele a meter de novo.
Ele se ajeitou entre minhas pernas e eu peguei no pau dele pra guiar. Quando ele se inclinou pra frente, eu coloquei a cabeça na minha entrada e ele se deixou cair em cima de mim, empurrando até o fundo de novo. Eu amarrei ele com minhas pernas nas costas dele de novo e a gente retomou o ritmo.
A gente continuava gemendo no compasso de cada estocada:
-ÃÃÃÃHHH- gemia eu e -ÔÔÔÔHHH- gemia ele, cada vez que chegava no fundo.
As bolas dele batiam na minha bunda toda vez e a parte de cima do pau dele roçava no meu clitóris quando apertava contra minha vulva.
Logo senti meu orgasmo começando a se formar ali onde o pau dele batia por dentro, mas queria esperar ele ficar pronto, o que não demorou muito. Os gemidos dele começaram a mudar de tom e os movimentos a perder eficiência, o que me mostrava que ele tava se perdendo no mundo de prazer dele.
-Tô quaasiiii Poucooo— ele disse, arrastando as palavras.
—Dá tudooooo pra mim— respondi —goza dennnntro de miiim— respondi.
—Maaaas—
—Não se preocuuuupa— falei, beijando ele na boca.
Isso foi o suficiente pra ele se decidir e, poucos instantes depois, ele empurrou com toda força e eu senti o esperma dele jorrando dentro da minha barriga. Sentir ele gozar dentro de mim fez com que eu também gozasse, e logo senti meu corpo explodindo de prazer de novo.
Depois de umas 5 ou 6 bombadas do pau dele enchendo minha barriga, o Miguel desabou em cima de mim, e eu aproveitei pra abraçar ele com força enquanto meu orgasmo continuava me fazendo tremer de prazer.
Aos poucos fomos recuperando o fôlego e o cérebro começou a funcionar de novo. Miguel se levantou de cima de mim, onde tinha caído no final da foda, e se deitou de lado no sofá.
—Isso foi… maravilhoso— ele disse, ainda ofegante.
—Sim, meu amor. Foi maravilhoso— respondi, beijando ele nos lábios.
Ele então se inclinou sobre mim e começamos a nos beijar de novo na boca com paixão. Só que sem a pressa de querer transar.
Depois de um tempo, eu falei:
—Melhor eu me levantar porque tem um líquido escorrendo de mim que pode manchar o sofá—
—Falando em líquido… eu ia tirar quando…— ele disse.
—Sim, eu sei, mas não precisa. Minha menstruação deve descer amanhã, então tô protegida agora.
O rosto dele se iluminou e ele falou:
—Você tá protegida agora?—
—Sim. Podemos fazer sem problemas—
—Uhhh… podemos ir pro quarto?—
—Hahaha. Dá pra ver que você só tem 21 anos. Já tá com vontade?—
—Bom… posso esperar um pouco… tipo 5 minutos?—
—Hahaha. Não vai ser mais que isso. Eu preciso me limpar e ir pra um lugar mais confortável— respondi, enquanto cobria minha barriga com a calcinha pra não vazar tudo quando me levantasse.
—Vai se limpar também e a gente se encontra na minha cama—
Quando saí do banheiro, o Miguel estava deitado na minha cama, coberto só com um lençol. Sobre a barriga dele, a O lençol mostrava que ele já tava duro e pronto pra mais uma rodada.
De manhã, a gente transou mais uma vez, mas depois, enquanto eu tomava banho, minha menstruação desceu e tivemos que cancelar os planos de passar o dia na cama trepando. Ele insistia em me comer mesmo menstruada, mas eu convenci ele a não fazer isso porque, no geral, me sinto meio pra baixo nesses dias.
Na terça, fui no ginecologista, que me examinou por completo e me achou em perfeito estado. Aproveitei pra pedir que me receitasse umas pílulas anticoncepcionais porque tava "saindo" com um homem maravilhoso. Ele sorriu e, em vez disso, colocou um dispositivo intrauterino em mim.
Depois que resolvemos esse "probleminha", Miguel e eu viramos amantes fixos. A gente dormia na minha cama e transava todas as noites, e nos fins de semana várias vezes também.
Pra evitar problemas, Miguel aceitou uma bolsa pra continuar os estudos na Inglaterra e, fechando a casa, fomos juntos. Lá, ele se matriculou na universidade e, aproveitando que a gente tinha o mesmo sobrenome, eu virei a "esposa" dele. Já se passaram 20 anos desde então e ainda estamos na Inglaterra, vivendo felizes.
2 comentários - Mi Hijo el Chocolate que Puedo Desear, Pero no comer Parte 3
Un saludo a ti tambien desde Argentina, SF.