Por um instante, não entendi do que ele tava falando e não sabia o que responder, mas aí lembrei que de manhã eu tinha dito que precisava resolver uma parada.
— Sim, filho, obrigada. Tá tudo bem — não sabia mais o que fazer. Eu queria chegar perto do lugar dele, dar um beijo, passar a mão, falar que não tava brava com ele, mas isso seria um comportamento estranho demais, então decidi deixar pra amanhã.
Quando fui me deitar, resolvi vestir uma pijama mais sexy, pra exibir na hora do café da manhã.
Quando cheguei na cozinha, ele ainda não tinha chegado, então comecei a preparar rabanadas, que ele adora. Pouco depois, ouvi ele se aproximando e, quando me viu, senti ele dar um susto de surpresa. Me virei e vi que ele tinha ficado me encarando. Obviamente, ele se surpreendeu com a pijama. Era mais um tipo de camisola que batia um pouco acima dos joelhos, de um tecido azulado, bem macio e confortável.
Quando vi ele parado ali, ele percebeu e reagiu. Foi sentar no lugar de sempre na mesa, com o rosto bem vermelho e evitando me olhar. Eu fingi que não tinha notado e só me aproximei pra servir as rabanadas dele. Ao sentir que eu não tinha reparado no susto dele, o rosto dele mudou e pareceu se acalmar. Aí ele começou a comer a comida.
Eu me servi, sentei do lado dele e começamos a comer e conversar animadamente. Notei que o olhar dele descia direto pras minhas tetas, o que me fez desconfiar que algo tava chamando a atenção dele. Mas não liguei muito. Tinha acontecido a mesma coisa no dia do jantar, quando eu tinha desabotoado o segundo botão da blusa.
Quando terminamos de comer, eu levantei pra colocar os pratos sujos na lava-louças, e ele se levantou e começou a andar em direção à porta pra ir embora. Aí eu me virei e falei:
— Não vai se despedir?
Ele parou na hora e começou a voltar com o olhar baixo, como se tivesse vergonha de me encarar.
— Vou, vou sim — disse.
Ele parou. a alguns centímetros de mim, sem ousar me tocar, então decidi tomar a iniciativa e abraçá-lo. Com determinação, passei meus braços ao redor do corpo dele e o puxei para perto. Ele estava usando um calção de algodão, hoje tinha treino, e quando o abracei, percebi o motivo de ele estar tão desconfortável e nervoso: ele estava com uma ereção daquelas!
Senti claramente o pau duro dele contra minha barriga e por um instante fiquei surpresa, mas não soltei o abraço. Depois, sem parar de me apertar contra ele, levantei meu rosto e busquei seus lábios, dando um beijo curto, mas decidido, na boca dele.
O coitado nem respirava, sem resistir, se deixou beijar e abraçar, mas estava tão assustado que não sabia o que fazer. Aproveitei o corpo dele e o beijo por alguns segundos e depois me afastei, dizendo:
— Obrigada, filho. Tenha um bom dia.
Ele gaguejou algo que não entendi, acho que foi tipo: — Não, obrigado a você, mãe — e saiu correndo.
Então me encostei na pia, respirei fundo e soltei o ar.
— Nossa, isso com certeza não estava nos planos — falei comigo mesma, pensando no pau duro dele apertado contra minha barriga.
Não esperava por isso, mas ao mesmo tempo sabia que ele já era um homem de 21 anos, com os hormônios sempre à flor da pele. Quando cheguei ao meu quarto, me olhei no espelho e entendi por que Miguel estava tão estranho: eu estava quase pelada!
Olha, não é que eu não estivesse de pijama, mas ele era tão transparente com a luz do dia. De noite, parecia ótimo, mas com o sol, meus bicos dos peitos apareciam completamente através do tecido. E não só isso: se eu forçasse um pouco a vista, dava pra ver a sombra dos meus pelos da buceta. Não é à toa que Miguel ficou paralisado quando me viu esta manhã!
E além disso, não me ocorreu nada melhor do que abraçá-lo e beijá-lo na boca. Claro, na hora eu não sabia que ele tinha me visto quase nua e que tinha ficado muito excitado. O mais estranho é que não Eu estava me sentindo mal, pelo contrário, estava muito excitada. Meus mamilos estavam durinhos e minha buceta estava toda molhada.
Aí tirei o pijama e me admirei nua no espelho. Ainda tinha um corpão. Meus peitos já não estavam tão empinados e firmes como antes, mas ainda se seguravam bem. Minha barriga lisa estava até mais durinha do que quando jovem, graças aos exercícios. Resumindo, em outras palavras, eu tava gostosa! Apertei meus dois peitos com as mãos e tremi de prazer. Tava claro que era inútil pensar em ir trabalhar daquele jeito.
Então procurei na gaveta e, sem hesitar, tirei o King-Kong. Também um pote de lubrificante, embora estivesse tão molhada que duvidava que precisasse. Primeiro coloquei o King-Kong no chão do banheiro. O dildo tem uma ventosa na base que permite fixá-lo numa superfície lisa. Depois passei uma boa quantidade de lubrificante na mão e espalhei por todo o dildo. Só de deslizar a mão nele, senti meu coração acelerar de antecipação. Aí coloquei uma perna de cada lado e, me segurando na pia e no vaso, fui descendo o corpo até que a ponta do dildo encostou na minha buceta. — Tá frio — pensei, imaginando que o do Miguel estaria quente.
Continuei descendo o corpo devagar agora. A cabeça pressionou primeiro contra minha vagina sem conseguir entrar, mas de repente ela cedeu e se enfiou na minha barriga.
— Aaaaiiii — gemi de prazer.
Sempre tive dificuldade pra meter o King-Kong, ele era tão cheio de conteúdo, tão grande! Mas hoje era diferente. Hoje eu estava tão excitada que ele entou divinamente.
Continuei descendo o corpo até sentir a cabeça pressionando contra meu útero.
— Mmmmmm — gemi de novo.
Então comecei a balançar o quadril pra frente e pra trás. O dildo me remexia as entranhas tão gostoso que não aguentei nem dois minutos. Logo comecei a sentir um orgasmo poderoso no meu útero, bem onde a cabeça do dildo me cutucava.
— SIIIIIM, AAAAAHHHH, SIIIIIM — gemi enquanto me tremia toda. prazer no ritmo dos espasmos do meu corpo.
Uns segundos depois, me deixei cair para frente, deixando o dildo sair um pouco, o que me causou um novo espasmo de prazer.
Quando finalmente me recuperei, recolhi tudo, lavei o dildo cuidadosamente e o guardei na gaveta dele. Tomei banho, me vesti e me arrumei. Às 10 horas, estava no escritório trabalhando com energia, livre de toda preocupação e com a alma e o coração leves.
5.
Lá pelas 5 da tarde, recebi uma mensagem do Miguel perguntando se eu ia para a academia à noite. Respondi que sim, que tinha sessão das 7 às 8 da noite. Então ele me escreveu perguntando se eu podia esperá-lo, que precisava falar algo importante comigo. Obviamente, respondi que não tinha problema, que eu esperaria e que podíamos jantar juntos. Ele recusou o jantar, me disse para comer, que ele precisava comer antes do treino. Assim, combinamos que eu simplesmente o esperaria.
A seriedade do Miguel me assustou um pouco. O que seria que ele queria falar comigo que precisava de tanta seriedade? Assim, fui para casa, me troquei e fui para a academia cada vez mais preocupada. Minuto a minuto, mudava de opinião sobre o que ele queria falar e, em cada mudança, via o cenário cada vez mais preto. Não curti os exercícios e voltei mais cedo para casa.
Ao chegar, tomei banho e pensei em vestir a mesma pijama da noite passada, mas me assustou pensar que talvez o Miguel pudesse se sentir mal por ter me visto assim, então vesti uma das minhas velhas camisetas de algodão brancas e uma calça azul de exercícios. Um pouco feia demais, pensei me olhando no espelho. Troquei a calça, depois a camisa e depois a calça de novo. Assim passei meia hora! Finalmente, me decidi pela camiseta branca e uns shorts.
Estava com o coração na boca quando desci para a cozinha, então só comi um pouco de iogurte e um par de morangos. Depois, sentei no sofá e liguei a televisão para esperar o Miguel chegar. Não conseguia concentrar em nenhum programa e finalmente coloquei um concerto de música clássica do YouTube.
– Oi, mãe. Cheguei – disse Miguel da porta.
– Oi, filho. Estou na sala.
– Ok. Deixa eu deixar minhas coisas no quarto e desço.
– Ok.
Uns minutos depois, ouvi Miguel se aproximando. Mal conseguia respirar.
– Oi, mãe – ele me disse ao se aproximar, mas não fez nenhum movimento para me beijar nem nada, só entrou na sala e sentou na poltrona na minha frente.
– Oi, filho – respondi. Ia perguntar por que ele não tinha sentado do meu lado, mas decidi que era melhor não mudar nada, deixando ele fazer o que fosse mais confortável.
Então percebi que ele estava evitando olhar na minha cara. Ele olhava pra TV, pra parede ou qualquer outra coisa, mas quase não fixava o olhar nos meus olhos. Os alarmes estavam tocando cada vez mais alto.
– Mãe, eu… eu… queria te pedir desculpas pelo que aconteceu hoje de manhã – ele disse, ficando muito vermelho enquanto olhava fixamente pro chão.
– Não tenho certeza de qual é o motivo pelo qual você está me pedindo desculpas, filho, mas posso te garantir que não estou chateada com nada que você tenha feito hoje de manhã – respondi um pouco confusa.
– Não? – ele respondeu, levantando o olhar pro meu rosto pela primeira vez.
– Te garanto que estou bem, filho. Mas me diz o que você acha que está errado.
– É que eu… – respondeu Miguel, baixando o olhar de novo.
– Por que você não senta do meu lado e me conta?
Miguel pareceu hesitar, mas depois se levantou e sentou do meu lado no sofá. Manteve distância, sentando na ponta, mas ainda assim, se eu quisesse, podia tocá-lo.
– Vamos lá – falei de novo – me conta qual é o problema. Aos poucos, estava me convencendo de que era só uma bobagem. Miguel se mexia como se o sofá estivesse queimando a pele dele.
– Hoje… de manhã… quando você me abraçou… hoje de manhã… eu… eu… estava… excitado – disse Miguel finalmente, olhando pro chão de novo.
– Ah, filho! Mas isso não importa. Não tem nada de errado em estar excitado!
– Mas quando eu Você me abraçou, e... meu... meu pau encostou em você—
—Sim, é verdade, mas não tem nada de errado nisso—
—Não te incomodou?— ele perguntou, levantando o rosto de novo com uma expressão de esperança.
—Não, não me incomodou nem um pouco. Pelo contrário. Muitas vezes dá até um certo orgulho—
—Orgulho?— ele perguntou, confuso.
—Sim. A gente se sente orgulhosa por ter provocado aquela reação. É tipo um elogio—
—Tipo um elogio?—
—Uma pergunta, filho— falei, pegando na mão dele —e quero que me responda com sinceridade: você já teve... alguma experiência com garotas?—
—É... bom, já beijei algumas, mas nada sério—
—Na boca? Já abraçou alguma?—
Miguel ficou vermelho e baixou o olhar de novo.
—Não... Bom, eu dei um beijo na boca da Délia, minha melhor amiga da escola, mas não abracei ela—
—Ok. Então vou te contar um pouco sobre as experiências da vida— falei, me preparando pra um discurso longo.
—Olha, filho. A maioria das mulheres sabe como os homens funcionam. Digamos que a gente vai aprendendo desde os 13 anos. Basicamente, a gente sabe, e você também sabe porque eu te contei quando você chegou na puberdade, que homens e mulheres transam pra ter filhos. Lembra?—
—Claro, mãe. Ainda lembro— respondeu Miguel.
—A questão é— continuei —que durante a transa, os homens colocam o pênis deles, o pau, na buceta das mulheres e depois de um tempo eles gozam e o esperma fertiliza o óvulo—
—Claro, e o bebê cresce no útero da mãe e nove meses depois nasce. Tudo isso eu sei, mãe—
—Ok. Então você entende que a gente sabe que vocês têm um pau que normalmente fica relaxado e mole, mas que pra transar fica grande e duro—
—Sim, acho que sim, que as mulheres sabem disso—
—O fato é que quando o pau de um homem endurece ao ver uma mulher, é um sinal de que ele quer transar. Em outras palavras, um sinal de que ele Esse homem gosta daquela mulher—
—Mas…—
—E pra aquela mulher, é meio que um elogio: “Sou gostosa porque agrado aquele homem”, “Tô saudável porque agrado aquele homem”. Entendeu?—
—Sim, mas às vezes… acontece comigo sem eu pensar em mulher nenhuma— respondeu Miguel.
—Com certeza— falei —Principalmente na sua idade. Quando você é jovem e saudável, tem um monte de hormônio no seu corpo gritando que é hora de procriar. É tipo um alarme. Todo animal tem. É algo que diz: “Vai atrás de uma mulher porque você tá na idade de procriar”. Nessa hora, qualquer coisa que lembre sexo pode te dar uma ereção. Até tem uma ereção bem típica de manhã, quando a bexiga cheia aperta a próstata e causa essa reação—
—Mas não é dessa que quero falar— continuei —A ereção que quero discutir é a que você tem quando vê uma mulher que te atrai e, de quebra, a reação dela quando percebe que foi a causa daquela ereção—
Miguel corou de novo e baixou o olhar, envergonhado outra vez.
—Por que você cora?— perguntei, chegando mais perto dele e pegando na mão dele.
—É que… isso quer dizer que… eu te desejo?—
—Siiim! E eu adoro isso! Não precisa ter vergonha— respondi, abraçando ele. Não como de manhã, mas com nós dois sentados lado a lado, passei o braço pelos ombros dele e apertei ele contra meu peito.
—Mas você é minha mãe!— ele disse, sem retribuir o abraço e ainda olhando pro chão.
—Sim, mas também sou uma mulher jovem, com hormônios e desejos—
—Não entendo— ele falou, levantando o olhar.
—É que somos as duas coisas. Somos mãe e filho, mas também somos uma mulher adulta e um homem adulto, e não podemos abrir mão de nenhuma das duas condições—
—Então é normal que…— ele custou a dizer —é normal que eu goste de você?—
—Claro que é normal— respondi. —Você também me atrai!—
—Eu te atraio?—
—Claro que sim! Você é um garoto… não, Você é um homem muito bonito. Tem um corpo espetacular, forte sem ser musculoso. Um sorriso de tirar o fôlego, uns olhos… lindos e, acima de tudo, uma mente ágil e brilhante. Você é inteligente, estudioso e tem um futuro imenso…
- Mas…
- E não vou falar mais porque senão você vai ficar convencido. Hahaha. E me desculpa por ficar te interrompendo toda hora.
- Tudo bem. O que eu queria dizer é que é normal você pensar assim, sou seu filho.
- Sim, você é meu filho, mas também é tudo o que eu falei. Não entendo como não tem um monte de mulher tentando te conquistar.
- Bom… – disse Miguel – até que já teve algumas vezes, mas como eu te falei, eu não gosto de mulheres jovens.
- Isso me encantou. Quando você disse que gostava de mulheres da minha idade, meu coração deu um pulo e hoje de manhã, quando eu senti você… quase morri…
Claro que não ia contar pra ele que eu tinha saído correndo pro meu quarto pra me masturbar igual uma louca. Mas apertei ele de novo contra mim, cada vez mais consciente de que minha teta esquerda estava esmagada no peito dele e meus mamilos duros deviam estar bem visíveis. Ele só se deixava abraçar, mas depois de um tempo, passou o braço direito pelas minhas costas e retribuiu o abraço.
- Você não sabe o quanto eu estava preocupado – ele disse – eu pensei que você podia ter se ofendido, que podia… sei lá, me odiar e me botar pra fora de casa.
- Pelo contrário, filho. Depois que você foi embora, fiquei super feliz. Claro que, quando cheguei no quarto, percebi que a pijama que eu tava usando era um pouco… reveladora.
- Com certeza, hahaha – disse Miguel rindo – Quando te vi entrando na cozinha, não acreditei que tava vendo suas… suas…
- As tetas, filho. Pode falar o nome.
- Isso. Que eu podia ver suas tetas através do tecido.
- Sim. Desculpa. Não percebi que a pijama era tão transparente quando tava na luz do dia.
- Não, não precisa se desculpar por nada… foi uma visão… – ele respirou fundo enquanto procurava a palavra. correta - uma visão celestial -
- hahahaha - respondi - não sei em que céu você tá pensando, onde os anjos andam com os peitos quase de fora -
- hahahaha. cê tem razão. aliás, nem sei se os anjos ou as anjas têm peitos -
- hahahaha - rimos os dois, parando de nos abraçar.
- bom. fico feliz que a gente esclareceu as dúvidas - falei.
- ainda tenho uma dúvida, mãe. não sei se te incomoda responder mais uma coisa -
- não, não, fala, filho -
- já tá claro que quando os homens ficam excitados, sobe o... o... -
- pode falar membro, pênis ou o mais comum, pau -
- isso, que nos homens sobe o... membro e vocês percebem e aceitam, mas quando as mulheres ficam excitadas, como é que a gente sabe? -
- caramba! essa é uma pergunta interessante - respondi - vamos ver... -
- quando a gente, mulher, fica excitada, acontece um monte de coisas, todas bem mais sutis do que a ereção óbvia de vocês - continuei e, aproveitando que a gente tava falando do pau dele, coloquei a mão por cima, sentindo a dureza e fazendo ele quase pular no lugar de susto. mas tirei na hora, não queria passar dos limites.
- geralmente quando a gente tá excitada, as mulheres ficam um pouco coradas e tendem a falar demais -
- hmm. isso não é fácil de perceber -
- outra coisa bem menos visível, pelo menos enquanto a mulher tá vestida, é que a vulva dela fica molhada. começa a soltar fluidos lubrificantes, se preparando pra penetração -
- hmm. então eu não consigo ver isso quando a mulher tá vestida -
- não, mas cê precisa aprender que, se for fazer amor, tem que ter certeza de que a mulher tá excitada e molhada lá embaixo antes de penetrar -
- ok. entendi -
- por último, tem uma coisa que dá pra ver sim. os mamilos ficam duros quando a gente fica excitada - completei.
- os mamilos? - perguntou o miguel.
então me afastei um pouco dele e estiquei a camiseta sobre o peito. meus dois mamilos estavam bem salientes.
- ah! - ele disse Miguel corando profundamente.
—Você tem que tomar cuidado porque o frio também faz eles ficarem duros.
—Você está com frio agora?
—Não…
—Posso tocar neles?
Fiquei pensando um momento e então disse:
—Adoraria, mas tem um problema, filho. Você sabe que existe uma proibição tradicional contra o contato físico entre uma mãe e seu filho. O incesto não é uma coisa com que se pode brincar.
—É verdade — disse Miguel se afastando um pouco de mim no sofá.
—Eu tenho uma… em relação a nós. Você é para mim como um bolo de chocolate para uma pessoa de dieta. Ela pode desejar o bolo de chocolate, mas não pode comê-lo.
—Entendo.
Eu recostei minha cabeça no ombro dele e por uns momentos acariciei seus braços e peito. Ficamos em silêncio por alguns minutos.
Então criei coragem, peguei a mão esquerda dele e coloquei sobre meu peito direito, apertando a mão dele contra a teta. E então disse: De vez em quando você pode tocar o bolo, mas não pode comê-lo.
Ele acariciou minha teta devagar. Primeiro com a mão toda, e depois pegou o mamilo entre o polegar e o indicador e apertou.
—Mmmm — gemi de prazer. Mesmo ele me acariciando através do tecido da minha blusa, o prazer era imenso.
Então coloquei a mão dele de volta entre as pernas, segurando o saco dele. Estava bem grande, igual ao do pai dele. Acariciei por uns momentos e então disse:
—Melhor eu ir pro meu quarto.
—Boa noite, mãe.
—Boa noite, filho — falei me levantando. No último instante, porém, virei para ele e o beijei na boca. Forte. E depois fui pro meu quarto quase correndo.
Lá tirei a roupa e me meti na cama pelada. Procurei na gaveta, peguei o vibrador médio e, depois de ligar, comecei a acariciar meu clitóris. Com a outra mão, comecei a acariciar meus peitos, especialmente o direito, onde ele tinha colocado a mão, mas estava excitada demais, então segurei o vibrador no lugar com Abri as pernas e procurei o king-kong na gaveta.
Quando peguei ele na mão, sem conseguir evitar, comparei com o pau do Miguel. Meu Deus! O Miguel era maior que o king-kong! Lembrei do pai dele. Ele também tinha um pau grande, que me dava muito prazer, mas depois as drogas e o álcool acabaram com a capacidade dele de me dar prazer e menos ainda de sustentar a casa, por isso quando o abandonei. Desde então, eu tinha me mantido livre e nunca tinha tido outros homens. Cuidar do Miguel tinha sido meu norte.
Abri as pernas o máximo que pude e o outro dildo caiu na cama. Peguei o king e, apoiando na entrada da minha buceta, fui enfiando ele. Com toda a excitação que eu tinha, entrou relativamente fácil. Por um instante, pensei no pau do Miguel entrando assim tão fácil e gemi de prazer.
Quando o king chegou no fundo, com a outra mão peguei o dildo, que continuava vibrando loucamente, e apertei ele contra o meu clitóris. Não aguentei nem dois minutos. Comecei a gemer e a tremer no ritmo de um orgasmo poderoso. Tirei o dildo e parei de empurrar o king, que saiu sozinho, enquanto os tremores do meu corpo iam se acalmando.
— Uai, tomara que o Miguel não tenha me ouvido — pensei quando finalmente minha respiração começou a se acalmar.
Depois me cobri e dormi assim, molhada com meus sucos e acompanhada pelos meus brinquedos fiéis.
6.
Acordei um pouco tarde, tinha esquecido de colocar o despertador. Rapidamente vesti a camiseta e o short da noite passada. Guardei os brinquedos sem lavar na gaveta e, depois de fazer xixi, lavar o rosto e escovar os dentes, desci pra cozinha.
— Bom dia, bela adormecida. Você dormiu até tarde hoje, né? — disse o Miguel com um sorrisão enquanto comia um prato de aveia, sentado na mesa.
— Ah, sim, filho, me perdoa.
— Nada, mãe, não tem o que perdoar. Acho que ontem você dormiu tarde lendo.
— Nada a ver, filho. Só estava muito cansada.
— É, imaginei. Aliás, ouvi uns barulhos estranhos no seu Quarto…
- Barulhos estranhos? Não sei – falei com o rosto vermelho, pensando nos gemidos que soltei quando gozei ontem à noite. – Talvez eu esteja roncando.
- Tá bem – respondeu Miguel – com certeza foram roncos.
Parei na cozinha pra preparar um café quando ouvi Miguel se levantar.
- Vou nessa – ele disse – tenho um dia puxado hoje.
Me virei pra me despedir bem na hora em que ele me abraçou, colando o corpo dele no meu. Dessa vez, no entanto, ele não tava excitado e não senti o pau dele contra mim.
- Aliás – ele falou – ontem eu li sobre incesto. É um assunto muito importante que proíbe o casamento entre pessoas da família.
- É…
- Peraí – ele disse – o caso é que a proibição se baseia no fato de não poderem ter filhos por causa do risco de nascerem com problemas genéticos.
- Isso…
- Mas o que não diz é o que acontece se o casal não tiver filhos. Quer dizer, se os envolvidos não vão ter filhos, se evitam a todo custo. Ainda é proibido?
Ao terminar de falar, Miguel aproximou a boca da minha e me beijou. Um beijo igual ao de ontem, longo e profundo, mas sem língua.
Depois ele se virou e, da porta, se virou e me disse:
- Quer sair comigo hoje à noite pra jantar?
Eu tava impressionada demais pra responder. Primeiro pelo que Miguel tinha sugerido sobre o incesto e depois pelo beijo.
- Não me responde agora. Me manda uma mensagem no celular.
Fiquei parada no lugar. O que foi que Miguel disse? Que se não tivesse filhos numa relação incestuosa, não era errado? Parecia um truque. Não pode ser que tenha uma solução tão… simples.
Bom, no passado não era fácil evitar filhos, se você transasse com alguém, quase certeza que engravidava. Mas agora que os métodos anticoncepcionais tão tão avançados… talvez.
- Não, não pode ser…
Terminei meu café da manhã e me vesti pra ir pro escritório. Não parei de pensar na proposta do Miguel. Porque era uma proposta, né? Ou uma sugestão. Ou seja lá o que for. Em De qualquer forma, liguei pro meu ginecologista e marquei uma consulta. Me deram pra quarta-feira que vem, o que era perfeito porque ia estar menstruada... deixa eu ver o calendário. Sim, minha menstruação tem que descer domingo ou segunda. Eu sou muito regulada. E meu ginecologista gosta que eu vá nos primeiros dias da menstruação.
Aí acendeu uma luz na minha cabeça e tive uma ideia aterrorizante: se eu tava nos dias próximos da menstruação, eu era basicamente estéril!
— Mas o que eu tô pensando?
— Não pode ser que eu esteja seriamente considerando transar com meu filho!
Mais tarde, decidi responder o Miguel e mandei uma mensagem:
“Oi, filho. Não tô com vontade de sair hoje à noite. Você se importa se deixarmos pra amanhã?”
“Sem problema, mãe, mas se a gente for amanhã, queria que você considerasse a gente ir dançar também, além de comer juntos.”
Adorei a proposta. Sempre amei dançar, mas o pai do Miguel não gostava porque não sabia dançar direito. Então, quando a gente casou, praticamente nunca mais dancei.
“Adorei a ideia de sair pra comer e dançar. Que horas você passa me buscar?”
“Que tal às 20h?”
“Perfeito. Às 20h estarei pronta.”
Respondi de novo no tom de “amiga”, e ele já assumiu o papel de conquistador. Vamos ver como ele vai jogar as cartas dele.
No sábado à tarde, fui ao salão de beleza. Lavei o cabelo e fiz um penteado bonito. Também fiz depilação facial, uma limpeza de pele profunda e maquiagem. Na saída, voltei na loja de lingerie e comprei um conjunto novo, mais sexy que o outro.
Quando cheguei em casa, não tinha sinal do Miguel. Tranquila, tomei banho, fiz a barba das pernas, braços e arrumei a área do púbis. Aparei os pelos com uma tesoura e fiz a barba ao redor. Depois, descansei um pouco na cama. Não sei por que tinha me arrumado toda lá embaixo se não pretendia mostrar. Tava decidida que ia ser só jantar e dançar. Toda Outras ideias foram descartadas. Bem, talvez eu deixasse ele me beijar um pouco, pensei sorrindo enquanto descansava. Mal pensei nisso, senti minha buceta ficar molhada. Parecia que meu corpo estava na frente da minha mente.
Meia hora antes das 20h, levantei da cama e terminei de me vestir. Uma saia curta de algodão cor creme, que me permite mostrar minhas pernas, e uma blusa sem mangas, presa por duas alças finas, também cor creme, um pouco mais escura. Me olhei no espelho e por um momento pensei que a saia era curta demais, mas amei como ficou em mim. Já a blusa mostrava só o começo dos meus peitos e não tinha botões para abrir, então não teria a tentação de fazer o Miguel sofrer. Passei um pouco de perfume, retoquei a maquiagem e estava pronta.
Desci para a cozinha, onde servi um copo d'água enquanto esperava o Miguel. Estava um pouco nervosa, mas ao mesmo tempo animada.
Quando a campainha tocou, levantei de repente e quase derrubei o copo d'água. Parei um momento para me acalmar e depois, devagar, fui até a porta.
— Oi, Miguel, boa noite — falei, vendo ele parado na porta segurando um buquê de rosas vermelhas. Quase chorei de emoção. Mais uma vez ele me surpreendeu com sua elegância. Uma linda camisa de manga longa, cinza, e umas calças pretas bem largas. As bochechas perfeitamente barbeadas e um leve cheiro de perfume.
— Oi, Elvira. Boa noite, trouxe umas flores pra você.
— Obrigada. São lindas — respondi pegando o buquê — Entra, por favor, enquanto eu procuro um vaso pra colocar elas.
Fui para a cozinha, peguei um vaso, enchi de água e coloquei as flores dentro. Fiz devagar para aproveitar e me acalmar um pouco. De novo, ver o Miguel vestido e arrumado como um galã me deixava muito animada. Um pouco como mãe, mas mais como parceira dele. Era uma perfeição de homem. Alto, forte, hummm, de dar água na boca.
Saí para a entrada com o vaso para colocá-lo na mesa e mostrar pra ele. como eu apreciava o presente dela. Aí olhei pra ela e falei:
— Sim, filho, obrigada. Tá tudo bem — não sabia mais o que fazer. Eu queria chegar perto do lugar dele, dar um beijo, passar a mão, falar que não tava brava com ele, mas isso seria um comportamento estranho demais, então decidi deixar pra amanhã.
Quando fui me deitar, resolvi vestir uma pijama mais sexy, pra exibir na hora do café da manhã.
Quando cheguei na cozinha, ele ainda não tinha chegado, então comecei a preparar rabanadas, que ele adora. Pouco depois, ouvi ele se aproximando e, quando me viu, senti ele dar um susto de surpresa. Me virei e vi que ele tinha ficado me encarando. Obviamente, ele se surpreendeu com a pijama. Era mais um tipo de camisola que batia um pouco acima dos joelhos, de um tecido azulado, bem macio e confortável.
Quando vi ele parado ali, ele percebeu e reagiu. Foi sentar no lugar de sempre na mesa, com o rosto bem vermelho e evitando me olhar. Eu fingi que não tinha notado e só me aproximei pra servir as rabanadas dele. Ao sentir que eu não tinha reparado no susto dele, o rosto dele mudou e pareceu se acalmar. Aí ele começou a comer a comida.
Eu me servi, sentei do lado dele e começamos a comer e conversar animadamente. Notei que o olhar dele descia direto pras minhas tetas, o que me fez desconfiar que algo tava chamando a atenção dele. Mas não liguei muito. Tinha acontecido a mesma coisa no dia do jantar, quando eu tinha desabotoado o segundo botão da blusa.
Quando terminamos de comer, eu levantei pra colocar os pratos sujos na lava-louças, e ele se levantou e começou a andar em direção à porta pra ir embora. Aí eu me virei e falei:
— Não vai se despedir?
Ele parou na hora e começou a voltar com o olhar baixo, como se tivesse vergonha de me encarar.
— Vou, vou sim — disse.
Ele parou. a alguns centímetros de mim, sem ousar me tocar, então decidi tomar a iniciativa e abraçá-lo. Com determinação, passei meus braços ao redor do corpo dele e o puxei para perto. Ele estava usando um calção de algodão, hoje tinha treino, e quando o abracei, percebi o motivo de ele estar tão desconfortável e nervoso: ele estava com uma ereção daquelas!
Senti claramente o pau duro dele contra minha barriga e por um instante fiquei surpresa, mas não soltei o abraço. Depois, sem parar de me apertar contra ele, levantei meu rosto e busquei seus lábios, dando um beijo curto, mas decidido, na boca dele.
O coitado nem respirava, sem resistir, se deixou beijar e abraçar, mas estava tão assustado que não sabia o que fazer. Aproveitei o corpo dele e o beijo por alguns segundos e depois me afastei, dizendo:
— Obrigada, filho. Tenha um bom dia.
Ele gaguejou algo que não entendi, acho que foi tipo: — Não, obrigado a você, mãe — e saiu correndo.
Então me encostei na pia, respirei fundo e soltei o ar.
— Nossa, isso com certeza não estava nos planos — falei comigo mesma, pensando no pau duro dele apertado contra minha barriga.
Não esperava por isso, mas ao mesmo tempo sabia que ele já era um homem de 21 anos, com os hormônios sempre à flor da pele. Quando cheguei ao meu quarto, me olhei no espelho e entendi por que Miguel estava tão estranho: eu estava quase pelada!
Olha, não é que eu não estivesse de pijama, mas ele era tão transparente com a luz do dia. De noite, parecia ótimo, mas com o sol, meus bicos dos peitos apareciam completamente através do tecido. E não só isso: se eu forçasse um pouco a vista, dava pra ver a sombra dos meus pelos da buceta. Não é à toa que Miguel ficou paralisado quando me viu esta manhã!
E além disso, não me ocorreu nada melhor do que abraçá-lo e beijá-lo na boca. Claro, na hora eu não sabia que ele tinha me visto quase nua e que tinha ficado muito excitado. O mais estranho é que não Eu estava me sentindo mal, pelo contrário, estava muito excitada. Meus mamilos estavam durinhos e minha buceta estava toda molhada.
Aí tirei o pijama e me admirei nua no espelho. Ainda tinha um corpão. Meus peitos já não estavam tão empinados e firmes como antes, mas ainda se seguravam bem. Minha barriga lisa estava até mais durinha do que quando jovem, graças aos exercícios. Resumindo, em outras palavras, eu tava gostosa! Apertei meus dois peitos com as mãos e tremi de prazer. Tava claro que era inútil pensar em ir trabalhar daquele jeito.
Então procurei na gaveta e, sem hesitar, tirei o King-Kong. Também um pote de lubrificante, embora estivesse tão molhada que duvidava que precisasse. Primeiro coloquei o King-Kong no chão do banheiro. O dildo tem uma ventosa na base que permite fixá-lo numa superfície lisa. Depois passei uma boa quantidade de lubrificante na mão e espalhei por todo o dildo. Só de deslizar a mão nele, senti meu coração acelerar de antecipação. Aí coloquei uma perna de cada lado e, me segurando na pia e no vaso, fui descendo o corpo até que a ponta do dildo encostou na minha buceta. — Tá frio — pensei, imaginando que o do Miguel estaria quente.
Continuei descendo o corpo devagar agora. A cabeça pressionou primeiro contra minha vagina sem conseguir entrar, mas de repente ela cedeu e se enfiou na minha barriga.
— Aaaaiiii — gemi de prazer.
Sempre tive dificuldade pra meter o King-Kong, ele era tão cheio de conteúdo, tão grande! Mas hoje era diferente. Hoje eu estava tão excitada que ele entou divinamente.
Continuei descendo o corpo até sentir a cabeça pressionando contra meu útero.
— Mmmmmm — gemi de novo.
Então comecei a balançar o quadril pra frente e pra trás. O dildo me remexia as entranhas tão gostoso que não aguentei nem dois minutos. Logo comecei a sentir um orgasmo poderoso no meu útero, bem onde a cabeça do dildo me cutucava.
— SIIIIIM, AAAAAHHHH, SIIIIIM — gemi enquanto me tremia toda. prazer no ritmo dos espasmos do meu corpo.
Uns segundos depois, me deixei cair para frente, deixando o dildo sair um pouco, o que me causou um novo espasmo de prazer.
Quando finalmente me recuperei, recolhi tudo, lavei o dildo cuidadosamente e o guardei na gaveta dele. Tomei banho, me vesti e me arrumei. Às 10 horas, estava no escritório trabalhando com energia, livre de toda preocupação e com a alma e o coração leves.
5.
Lá pelas 5 da tarde, recebi uma mensagem do Miguel perguntando se eu ia para a academia à noite. Respondi que sim, que tinha sessão das 7 às 8 da noite. Então ele me escreveu perguntando se eu podia esperá-lo, que precisava falar algo importante comigo. Obviamente, respondi que não tinha problema, que eu esperaria e que podíamos jantar juntos. Ele recusou o jantar, me disse para comer, que ele precisava comer antes do treino. Assim, combinamos que eu simplesmente o esperaria.
A seriedade do Miguel me assustou um pouco. O que seria que ele queria falar comigo que precisava de tanta seriedade? Assim, fui para casa, me troquei e fui para a academia cada vez mais preocupada. Minuto a minuto, mudava de opinião sobre o que ele queria falar e, em cada mudança, via o cenário cada vez mais preto. Não curti os exercícios e voltei mais cedo para casa.
Ao chegar, tomei banho e pensei em vestir a mesma pijama da noite passada, mas me assustou pensar que talvez o Miguel pudesse se sentir mal por ter me visto assim, então vesti uma das minhas velhas camisetas de algodão brancas e uma calça azul de exercícios. Um pouco feia demais, pensei me olhando no espelho. Troquei a calça, depois a camisa e depois a calça de novo. Assim passei meia hora! Finalmente, me decidi pela camiseta branca e uns shorts.
Estava com o coração na boca quando desci para a cozinha, então só comi um pouco de iogurte e um par de morangos. Depois, sentei no sofá e liguei a televisão para esperar o Miguel chegar. Não conseguia concentrar em nenhum programa e finalmente coloquei um concerto de música clássica do YouTube.
– Oi, mãe. Cheguei – disse Miguel da porta.
– Oi, filho. Estou na sala.
– Ok. Deixa eu deixar minhas coisas no quarto e desço.
– Ok.
Uns minutos depois, ouvi Miguel se aproximando. Mal conseguia respirar.
– Oi, mãe – ele me disse ao se aproximar, mas não fez nenhum movimento para me beijar nem nada, só entrou na sala e sentou na poltrona na minha frente.
– Oi, filho – respondi. Ia perguntar por que ele não tinha sentado do meu lado, mas decidi que era melhor não mudar nada, deixando ele fazer o que fosse mais confortável.
Então percebi que ele estava evitando olhar na minha cara. Ele olhava pra TV, pra parede ou qualquer outra coisa, mas quase não fixava o olhar nos meus olhos. Os alarmes estavam tocando cada vez mais alto.
– Mãe, eu… eu… queria te pedir desculpas pelo que aconteceu hoje de manhã – ele disse, ficando muito vermelho enquanto olhava fixamente pro chão.
– Não tenho certeza de qual é o motivo pelo qual você está me pedindo desculpas, filho, mas posso te garantir que não estou chateada com nada que você tenha feito hoje de manhã – respondi um pouco confusa.
– Não? – ele respondeu, levantando o olhar pro meu rosto pela primeira vez.
– Te garanto que estou bem, filho. Mas me diz o que você acha que está errado.
– É que eu… – respondeu Miguel, baixando o olhar de novo.
– Por que você não senta do meu lado e me conta?
Miguel pareceu hesitar, mas depois se levantou e sentou do meu lado no sofá. Manteve distância, sentando na ponta, mas ainda assim, se eu quisesse, podia tocá-lo.
– Vamos lá – falei de novo – me conta qual é o problema. Aos poucos, estava me convencendo de que era só uma bobagem. Miguel se mexia como se o sofá estivesse queimando a pele dele.
– Hoje… de manhã… quando você me abraçou… hoje de manhã… eu… eu… estava… excitado – disse Miguel finalmente, olhando pro chão de novo.
– Ah, filho! Mas isso não importa. Não tem nada de errado em estar excitado!
– Mas quando eu Você me abraçou, e... meu... meu pau encostou em você—
—Sim, é verdade, mas não tem nada de errado nisso—
—Não te incomodou?— ele perguntou, levantando o rosto de novo com uma expressão de esperança.
—Não, não me incomodou nem um pouco. Pelo contrário. Muitas vezes dá até um certo orgulho—
—Orgulho?— ele perguntou, confuso.
—Sim. A gente se sente orgulhosa por ter provocado aquela reação. É tipo um elogio—
—Tipo um elogio?—
—Uma pergunta, filho— falei, pegando na mão dele —e quero que me responda com sinceridade: você já teve... alguma experiência com garotas?—
—É... bom, já beijei algumas, mas nada sério—
—Na boca? Já abraçou alguma?—
Miguel ficou vermelho e baixou o olhar de novo.
—Não... Bom, eu dei um beijo na boca da Délia, minha melhor amiga da escola, mas não abracei ela—
—Ok. Então vou te contar um pouco sobre as experiências da vida— falei, me preparando pra um discurso longo.
—Olha, filho. A maioria das mulheres sabe como os homens funcionam. Digamos que a gente vai aprendendo desde os 13 anos. Basicamente, a gente sabe, e você também sabe porque eu te contei quando você chegou na puberdade, que homens e mulheres transam pra ter filhos. Lembra?—
—Claro, mãe. Ainda lembro— respondeu Miguel.
—A questão é— continuei —que durante a transa, os homens colocam o pênis deles, o pau, na buceta das mulheres e depois de um tempo eles gozam e o esperma fertiliza o óvulo—
—Claro, e o bebê cresce no útero da mãe e nove meses depois nasce. Tudo isso eu sei, mãe—
—Ok. Então você entende que a gente sabe que vocês têm um pau que normalmente fica relaxado e mole, mas que pra transar fica grande e duro—
—Sim, acho que sim, que as mulheres sabem disso—
—O fato é que quando o pau de um homem endurece ao ver uma mulher, é um sinal de que ele quer transar. Em outras palavras, um sinal de que ele Esse homem gosta daquela mulher—
—Mas…—
—E pra aquela mulher, é meio que um elogio: “Sou gostosa porque agrado aquele homem”, “Tô saudável porque agrado aquele homem”. Entendeu?—
—Sim, mas às vezes… acontece comigo sem eu pensar em mulher nenhuma— respondeu Miguel.
—Com certeza— falei —Principalmente na sua idade. Quando você é jovem e saudável, tem um monte de hormônio no seu corpo gritando que é hora de procriar. É tipo um alarme. Todo animal tem. É algo que diz: “Vai atrás de uma mulher porque você tá na idade de procriar”. Nessa hora, qualquer coisa que lembre sexo pode te dar uma ereção. Até tem uma ereção bem típica de manhã, quando a bexiga cheia aperta a próstata e causa essa reação—
—Mas não é dessa que quero falar— continuei —A ereção que quero discutir é a que você tem quando vê uma mulher que te atrai e, de quebra, a reação dela quando percebe que foi a causa daquela ereção—
Miguel corou de novo e baixou o olhar, envergonhado outra vez.
—Por que você cora?— perguntei, chegando mais perto dele e pegando na mão dele.
—É que… isso quer dizer que… eu te desejo?—
—Siiim! E eu adoro isso! Não precisa ter vergonha— respondi, abraçando ele. Não como de manhã, mas com nós dois sentados lado a lado, passei o braço pelos ombros dele e apertei ele contra meu peito.
—Mas você é minha mãe!— ele disse, sem retribuir o abraço e ainda olhando pro chão.
—Sim, mas também sou uma mulher jovem, com hormônios e desejos—
—Não entendo— ele falou, levantando o olhar.
—É que somos as duas coisas. Somos mãe e filho, mas também somos uma mulher adulta e um homem adulto, e não podemos abrir mão de nenhuma das duas condições—
—Então é normal que…— ele custou a dizer —é normal que eu goste de você?—
—Claro que é normal— respondi. —Você também me atrai!—
—Eu te atraio?—
—Claro que sim! Você é um garoto… não, Você é um homem muito bonito. Tem um corpo espetacular, forte sem ser musculoso. Um sorriso de tirar o fôlego, uns olhos… lindos e, acima de tudo, uma mente ágil e brilhante. Você é inteligente, estudioso e tem um futuro imenso…
- Mas…
- E não vou falar mais porque senão você vai ficar convencido. Hahaha. E me desculpa por ficar te interrompendo toda hora.
- Tudo bem. O que eu queria dizer é que é normal você pensar assim, sou seu filho.
- Sim, você é meu filho, mas também é tudo o que eu falei. Não entendo como não tem um monte de mulher tentando te conquistar.
- Bom… – disse Miguel – até que já teve algumas vezes, mas como eu te falei, eu não gosto de mulheres jovens.
- Isso me encantou. Quando você disse que gostava de mulheres da minha idade, meu coração deu um pulo e hoje de manhã, quando eu senti você… quase morri…
Claro que não ia contar pra ele que eu tinha saído correndo pro meu quarto pra me masturbar igual uma louca. Mas apertei ele de novo contra mim, cada vez mais consciente de que minha teta esquerda estava esmagada no peito dele e meus mamilos duros deviam estar bem visíveis. Ele só se deixava abraçar, mas depois de um tempo, passou o braço direito pelas minhas costas e retribuiu o abraço.
- Você não sabe o quanto eu estava preocupado – ele disse – eu pensei que você podia ter se ofendido, que podia… sei lá, me odiar e me botar pra fora de casa.
- Pelo contrário, filho. Depois que você foi embora, fiquei super feliz. Claro que, quando cheguei no quarto, percebi que a pijama que eu tava usando era um pouco… reveladora.
- Com certeza, hahaha – disse Miguel rindo – Quando te vi entrando na cozinha, não acreditei que tava vendo suas… suas…
- As tetas, filho. Pode falar o nome.
- Isso. Que eu podia ver suas tetas através do tecido.
- Sim. Desculpa. Não percebi que a pijama era tão transparente quando tava na luz do dia.
- Não, não precisa se desculpar por nada… foi uma visão… – ele respirou fundo enquanto procurava a palavra. correta - uma visão celestial -
- hahahaha - respondi - não sei em que céu você tá pensando, onde os anjos andam com os peitos quase de fora -
- hahahaha. cê tem razão. aliás, nem sei se os anjos ou as anjas têm peitos -
- hahahaha - rimos os dois, parando de nos abraçar.
- bom. fico feliz que a gente esclareceu as dúvidas - falei.
- ainda tenho uma dúvida, mãe. não sei se te incomoda responder mais uma coisa -
- não, não, fala, filho -
- já tá claro que quando os homens ficam excitados, sobe o... o... -
- pode falar membro, pênis ou o mais comum, pau -
- isso, que nos homens sobe o... membro e vocês percebem e aceitam, mas quando as mulheres ficam excitadas, como é que a gente sabe? -
- caramba! essa é uma pergunta interessante - respondi - vamos ver... -
- quando a gente, mulher, fica excitada, acontece um monte de coisas, todas bem mais sutis do que a ereção óbvia de vocês - continuei e, aproveitando que a gente tava falando do pau dele, coloquei a mão por cima, sentindo a dureza e fazendo ele quase pular no lugar de susto. mas tirei na hora, não queria passar dos limites.
- geralmente quando a gente tá excitada, as mulheres ficam um pouco coradas e tendem a falar demais -
- hmm. isso não é fácil de perceber -
- outra coisa bem menos visível, pelo menos enquanto a mulher tá vestida, é que a vulva dela fica molhada. começa a soltar fluidos lubrificantes, se preparando pra penetração -
- hmm. então eu não consigo ver isso quando a mulher tá vestida -
- não, mas cê precisa aprender que, se for fazer amor, tem que ter certeza de que a mulher tá excitada e molhada lá embaixo antes de penetrar -
- ok. entendi -
- por último, tem uma coisa que dá pra ver sim. os mamilos ficam duros quando a gente fica excitada - completei.
- os mamilos? - perguntou o miguel.
então me afastei um pouco dele e estiquei a camiseta sobre o peito. meus dois mamilos estavam bem salientes.
- ah! - ele disse Miguel corando profundamente.
—Você tem que tomar cuidado porque o frio também faz eles ficarem duros.
—Você está com frio agora?
—Não…
—Posso tocar neles?
Fiquei pensando um momento e então disse:
—Adoraria, mas tem um problema, filho. Você sabe que existe uma proibição tradicional contra o contato físico entre uma mãe e seu filho. O incesto não é uma coisa com que se pode brincar.
—É verdade — disse Miguel se afastando um pouco de mim no sofá.
—Eu tenho uma… em relação a nós. Você é para mim como um bolo de chocolate para uma pessoa de dieta. Ela pode desejar o bolo de chocolate, mas não pode comê-lo.
—Entendo.
Eu recostei minha cabeça no ombro dele e por uns momentos acariciei seus braços e peito. Ficamos em silêncio por alguns minutos.
Então criei coragem, peguei a mão esquerda dele e coloquei sobre meu peito direito, apertando a mão dele contra a teta. E então disse: De vez em quando você pode tocar o bolo, mas não pode comê-lo.
Ele acariciou minha teta devagar. Primeiro com a mão toda, e depois pegou o mamilo entre o polegar e o indicador e apertou.
—Mmmm — gemi de prazer. Mesmo ele me acariciando através do tecido da minha blusa, o prazer era imenso.
Então coloquei a mão dele de volta entre as pernas, segurando o saco dele. Estava bem grande, igual ao do pai dele. Acariciei por uns momentos e então disse:
—Melhor eu ir pro meu quarto.
—Boa noite, mãe.
—Boa noite, filho — falei me levantando. No último instante, porém, virei para ele e o beijei na boca. Forte. E depois fui pro meu quarto quase correndo.
Lá tirei a roupa e me meti na cama pelada. Procurei na gaveta, peguei o vibrador médio e, depois de ligar, comecei a acariciar meu clitóris. Com a outra mão, comecei a acariciar meus peitos, especialmente o direito, onde ele tinha colocado a mão, mas estava excitada demais, então segurei o vibrador no lugar com Abri as pernas e procurei o king-kong na gaveta.
Quando peguei ele na mão, sem conseguir evitar, comparei com o pau do Miguel. Meu Deus! O Miguel era maior que o king-kong! Lembrei do pai dele. Ele também tinha um pau grande, que me dava muito prazer, mas depois as drogas e o álcool acabaram com a capacidade dele de me dar prazer e menos ainda de sustentar a casa, por isso quando o abandonei. Desde então, eu tinha me mantido livre e nunca tinha tido outros homens. Cuidar do Miguel tinha sido meu norte.
Abri as pernas o máximo que pude e o outro dildo caiu na cama. Peguei o king e, apoiando na entrada da minha buceta, fui enfiando ele. Com toda a excitação que eu tinha, entrou relativamente fácil. Por um instante, pensei no pau do Miguel entrando assim tão fácil e gemi de prazer.
Quando o king chegou no fundo, com a outra mão peguei o dildo, que continuava vibrando loucamente, e apertei ele contra o meu clitóris. Não aguentei nem dois minutos. Comecei a gemer e a tremer no ritmo de um orgasmo poderoso. Tirei o dildo e parei de empurrar o king, que saiu sozinho, enquanto os tremores do meu corpo iam se acalmando.
— Uai, tomara que o Miguel não tenha me ouvido — pensei quando finalmente minha respiração começou a se acalmar.
Depois me cobri e dormi assim, molhada com meus sucos e acompanhada pelos meus brinquedos fiéis.
6.
Acordei um pouco tarde, tinha esquecido de colocar o despertador. Rapidamente vesti a camiseta e o short da noite passada. Guardei os brinquedos sem lavar na gaveta e, depois de fazer xixi, lavar o rosto e escovar os dentes, desci pra cozinha.
— Bom dia, bela adormecida. Você dormiu até tarde hoje, né? — disse o Miguel com um sorrisão enquanto comia um prato de aveia, sentado na mesa.
— Ah, sim, filho, me perdoa.
— Nada, mãe, não tem o que perdoar. Acho que ontem você dormiu tarde lendo.
— Nada a ver, filho. Só estava muito cansada.
— É, imaginei. Aliás, ouvi uns barulhos estranhos no seu Quarto…
- Barulhos estranhos? Não sei – falei com o rosto vermelho, pensando nos gemidos que soltei quando gozei ontem à noite. – Talvez eu esteja roncando.
- Tá bem – respondeu Miguel – com certeza foram roncos.
Parei na cozinha pra preparar um café quando ouvi Miguel se levantar.
- Vou nessa – ele disse – tenho um dia puxado hoje.
Me virei pra me despedir bem na hora em que ele me abraçou, colando o corpo dele no meu. Dessa vez, no entanto, ele não tava excitado e não senti o pau dele contra mim.
- Aliás – ele falou – ontem eu li sobre incesto. É um assunto muito importante que proíbe o casamento entre pessoas da família.
- É…
- Peraí – ele disse – o caso é que a proibição se baseia no fato de não poderem ter filhos por causa do risco de nascerem com problemas genéticos.
- Isso…
- Mas o que não diz é o que acontece se o casal não tiver filhos. Quer dizer, se os envolvidos não vão ter filhos, se evitam a todo custo. Ainda é proibido?
Ao terminar de falar, Miguel aproximou a boca da minha e me beijou. Um beijo igual ao de ontem, longo e profundo, mas sem língua.
Depois ele se virou e, da porta, se virou e me disse:
- Quer sair comigo hoje à noite pra jantar?
Eu tava impressionada demais pra responder. Primeiro pelo que Miguel tinha sugerido sobre o incesto e depois pelo beijo.
- Não me responde agora. Me manda uma mensagem no celular.
Fiquei parada no lugar. O que foi que Miguel disse? Que se não tivesse filhos numa relação incestuosa, não era errado? Parecia um truque. Não pode ser que tenha uma solução tão… simples.
Bom, no passado não era fácil evitar filhos, se você transasse com alguém, quase certeza que engravidava. Mas agora que os métodos anticoncepcionais tão tão avançados… talvez.
- Não, não pode ser…
Terminei meu café da manhã e me vesti pra ir pro escritório. Não parei de pensar na proposta do Miguel. Porque era uma proposta, né? Ou uma sugestão. Ou seja lá o que for. Em De qualquer forma, liguei pro meu ginecologista e marquei uma consulta. Me deram pra quarta-feira que vem, o que era perfeito porque ia estar menstruada... deixa eu ver o calendário. Sim, minha menstruação tem que descer domingo ou segunda. Eu sou muito regulada. E meu ginecologista gosta que eu vá nos primeiros dias da menstruação.
Aí acendeu uma luz na minha cabeça e tive uma ideia aterrorizante: se eu tava nos dias próximos da menstruação, eu era basicamente estéril!
— Mas o que eu tô pensando?
— Não pode ser que eu esteja seriamente considerando transar com meu filho!
Mais tarde, decidi responder o Miguel e mandei uma mensagem:
“Oi, filho. Não tô com vontade de sair hoje à noite. Você se importa se deixarmos pra amanhã?”
“Sem problema, mãe, mas se a gente for amanhã, queria que você considerasse a gente ir dançar também, além de comer juntos.”
Adorei a proposta. Sempre amei dançar, mas o pai do Miguel não gostava porque não sabia dançar direito. Então, quando a gente casou, praticamente nunca mais dancei.
“Adorei a ideia de sair pra comer e dançar. Que horas você passa me buscar?”
“Que tal às 20h?”
“Perfeito. Às 20h estarei pronta.”
Respondi de novo no tom de “amiga”, e ele já assumiu o papel de conquistador. Vamos ver como ele vai jogar as cartas dele.
No sábado à tarde, fui ao salão de beleza. Lavei o cabelo e fiz um penteado bonito. Também fiz depilação facial, uma limpeza de pele profunda e maquiagem. Na saída, voltei na loja de lingerie e comprei um conjunto novo, mais sexy que o outro.
Quando cheguei em casa, não tinha sinal do Miguel. Tranquila, tomei banho, fiz a barba das pernas, braços e arrumei a área do púbis. Aparei os pelos com uma tesoura e fiz a barba ao redor. Depois, descansei um pouco na cama. Não sei por que tinha me arrumado toda lá embaixo se não pretendia mostrar. Tava decidida que ia ser só jantar e dançar. Toda Outras ideias foram descartadas. Bem, talvez eu deixasse ele me beijar um pouco, pensei sorrindo enquanto descansava. Mal pensei nisso, senti minha buceta ficar molhada. Parecia que meu corpo estava na frente da minha mente.
Meia hora antes das 20h, levantei da cama e terminei de me vestir. Uma saia curta de algodão cor creme, que me permite mostrar minhas pernas, e uma blusa sem mangas, presa por duas alças finas, também cor creme, um pouco mais escura. Me olhei no espelho e por um momento pensei que a saia era curta demais, mas amei como ficou em mim. Já a blusa mostrava só o começo dos meus peitos e não tinha botões para abrir, então não teria a tentação de fazer o Miguel sofrer. Passei um pouco de perfume, retoquei a maquiagem e estava pronta.
Desci para a cozinha, onde servi um copo d'água enquanto esperava o Miguel. Estava um pouco nervosa, mas ao mesmo tempo animada.
Quando a campainha tocou, levantei de repente e quase derrubei o copo d'água. Parei um momento para me acalmar e depois, devagar, fui até a porta.
— Oi, Miguel, boa noite — falei, vendo ele parado na porta segurando um buquê de rosas vermelhas. Quase chorei de emoção. Mais uma vez ele me surpreendeu com sua elegância. Uma linda camisa de manga longa, cinza, e umas calças pretas bem largas. As bochechas perfeitamente barbeadas e um leve cheiro de perfume.
— Oi, Elvira. Boa noite, trouxe umas flores pra você.
— Obrigada. São lindas — respondi pegando o buquê — Entra, por favor, enquanto eu procuro um vaso pra colocar elas.
Fui para a cozinha, peguei um vaso, enchi de água e coloquei as flores dentro. Fiz devagar para aproveitar e me acalmar um pouco. De novo, ver o Miguel vestido e arrumado como um galã me deixava muito animada. Um pouco como mãe, mas mais como parceira dele. Era uma perfeição de homem. Alto, forte, hummm, de dar água na boca.
Saí para a entrada com o vaso para colocá-lo na mesa e mostrar pra ele. como eu apreciava o presente dela. Aí olhei pra ela e falei:
3 comentários - Meu Filho, o Chocolate que Posso Desejar, Mas Não Comer Par