Na hora de tomar banho, o interfone tocou várias vezes. Óbvio que eu não ia sair, fosse quem fosse, porque é mais fácil pedir desculpa depois... então não saí. Em resumo, o som insistente ficou chato, coloquei a cabeça pra fora da janela do meu quarto, eu escorrendo água, e vi que eram as pessoas que todo mundo "adora abrir a porta"... Mas pela metade, vi que eram duas mulheres, já sabe, vestido até o tornozelo e um chapéu ridículo enorme, bolsas com seus livrinhos... E tive a maldade de jogar água da minha cabeça nelas, e elas tentavam me fazer ouvir a mensagem delas, coitadas, até fechavam os olhos por causa das gotas d'água... Mas nem assim desistiram. De repente, vi que uma garota mais nova caminhava na direção delas, sorria da minha atitude e da teimosia delas, ficou do lado delas, me olhou e disse: "Se quiser, a gente pode esperar você descer..." Uau, daqui de cima, a vista era demais no decote...
E não bueno, assim "com isso" então não vai ser difícil de atender... só que não sei como não vi minha roupa por perto, e desci só com uma toalha presa na cintura, e outra secando meu cabelo. Ela me olhou e disse pras senhoras que continuassem com a próxima casa. Comecei a tremer tanto por causa dela quanto por causa da porra da temperatura que tava caindo um pouco... Ela comentou que tava um frio do caralho, eu captei a intenção e ofereci pra ela entrar. Levei ela pra sala, e aí começamos a conversar sobre "a mensagem dela"... Quando apareceu só meu cunhado, irmão da minha esposa, e eu notei uma agitação maior nela. Ramíro tava com o torso descoberto, é atlético e trabalha como ferreiro... Ele se juntou à conversa, e logo nós três demos uma guinada de 180° no assunto. Abigaíl... Aby, mostrava a excitação nos olhos com a situação. Fui pra cozinha e dei um copo d'água com limão pra ela, e fiquei em pé, apoiado no encosto do sofá, deixando ver o pulo da minha ereção debaixo da toalha. Aby levou a mão cobrindo com a bolsa, e o bom é que nem Ramíro nem eu percebemos que ela tava acariciando a própria entreperna. Ele ficou me olhando, e a gente aumentou a intensidade do que tava rolando. Ele desabotoou a calça e, abrindo um pouco, reclamou do calorão. Sugeri pra Aby que ela podia fazer algo pra ficar mais fresca. Ela desabotoou a blusa e só ventilou um pouco de ar dentro do peito dela. Ficou me olhando e perguntou se eu não tava com o mesmo calor. Tirei a toalha e falei que assim ela também ia ficar melhor... Meu cunhado tirou a calça, e ela colocou a bolsa de lado e começou a se despir...
Pronto os três estávamos completamente nus. Ela pediu pra eu chegar perto, então fui até lá, beijei a boca dela e acariciei aqueles dois peitões enormes e fervendo. Ela agarrou meu pau, começou a puxar e bater uma punheta ao mesmo tempo. Meu cunhado se posicionou de um lado, passou as mãos pelas pernas dela e foi direto na buceta, se debruçou pra beijar os peitos dela, enquanto ela chupava e engolia meu pau inteiro. Nós a empurramos, deitando ela de costas, me enfiei entre as nádegas dela e esfreguei minha cabeçona entre os lábios da buceta.
Tudo tava rolando muito gostoso, Aby nos enlouquecia com aquele aroma natural típico da pele dela, que exalava todo o prazer que ela sentia, além daquele perfume gostoso que contrastava com sua nudez... Ela nos recebia de olhos fechados, pegou meu pau na mão dele e ficava esfregando no clitóris dela, chegou a hora que parou e jogou a bunda pra trás, encaixou a ponta do meu pau, e eu empurrei meu corpo pra ir até o fundo dela.
Fiquei bombando por um bom tempo, enquanto Ramíro beijava desde os dedos dos pés dela até o bater do meu pau na buceta da Aby. Ela gozava copiosamente, com uma barbaridade de multiorgasmo que molhava ainda mais... nossos corpos e o sofá. Ramíro não se importava de recolher os sucos com a língua entre meu pau e a buceta da Aby na hora de bombar, tudo que podia, ele sugava. Isso me deixou tão excitado que, num instante, joguei meu gozo no fundo da Aby... E Ramíro engoliu o máximo que pôde.. Depois ela se endireitou e começou a chupar meu pau, puxando longos fios de sêmen e me puxou, depositando-os em mim, num beijo longo e gostoso. Aí me deitei de barriga para baixo pra Aby montar em mim...
Comecei a bombar com força e beijava os peitos dela, ela se mexia em círculos, segurei ela pelos quadris e abri as nádegas dela, Ramíro enfiou a cara entre elas, lambendo, chupando e sugando tudo que podia, incluindo minhas partes, o que não me incomodava, e num certo momento, Ele se levantou e foi se aproximando segurando o pau, se ajeitou do melhor jeito que pôde, e foi esfregando a cabeçona dele do meu cu até o cu dela, lubrificou com os sucos misturados dos dois, e focou brincando com os esfíncteres anais da Aby, que foram cedendo pra receber ele conforme ele se empurrava pra entrar... Uma vez dentro, tudo virou uma fogueira do próprio inferno... Cada um manifestava seu ritmo de prazer coordenadamente entre os três... Não era foder, era curtir... Às vezes não sei se é "sorte" ou "vaidade"... O caso é que vocês tinham uma descarga, e em breve se recuperam, haha, coisas estranhas...
Aby ficou tão cheia de porra, e os três dos seus jogos, quando a gente se vestiu, bom, eu só a toalha... Ela checou as mensagens, tinha várias, várias... E respondeu que tinha dado "o recado aberto" e que talvez, precisasse dar outras sessões... E olha se tinha sido aberto... Depois o Ramiro e eu conversamos sobre a atitude dela... Mas, beleza, já conto pra vocês depois...
E não bueno, assim "com isso" então não vai ser difícil de atender... só que não sei como não vi minha roupa por perto, e desci só com uma toalha presa na cintura, e outra secando meu cabelo. Ela me olhou e disse pras senhoras que continuassem com a próxima casa. Comecei a tremer tanto por causa dela quanto por causa da porra da temperatura que tava caindo um pouco... Ela comentou que tava um frio do caralho, eu captei a intenção e ofereci pra ela entrar. Levei ela pra sala, e aí começamos a conversar sobre "a mensagem dela"... Quando apareceu só meu cunhado, irmão da minha esposa, e eu notei uma agitação maior nela. Ramíro tava com o torso descoberto, é atlético e trabalha como ferreiro... Ele se juntou à conversa, e logo nós três demos uma guinada de 180° no assunto. Abigaíl... Aby, mostrava a excitação nos olhos com a situação. Fui pra cozinha e dei um copo d'água com limão pra ela, e fiquei em pé, apoiado no encosto do sofá, deixando ver o pulo da minha ereção debaixo da toalha. Aby levou a mão cobrindo com a bolsa, e o bom é que nem Ramíro nem eu percebemos que ela tava acariciando a própria entreperna. Ele ficou me olhando, e a gente aumentou a intensidade do que tava rolando. Ele desabotoou a calça e, abrindo um pouco, reclamou do calorão. Sugeri pra Aby que ela podia fazer algo pra ficar mais fresca. Ela desabotoou a blusa e só ventilou um pouco de ar dentro do peito dela. Ficou me olhando e perguntou se eu não tava com o mesmo calor. Tirei a toalha e falei que assim ela também ia ficar melhor... Meu cunhado tirou a calça, e ela colocou a bolsa de lado e começou a se despir...
Pronto os três estávamos completamente nus. Ela pediu pra eu chegar perto, então fui até lá, beijei a boca dela e acariciei aqueles dois peitões enormes e fervendo. Ela agarrou meu pau, começou a puxar e bater uma punheta ao mesmo tempo. Meu cunhado se posicionou de um lado, passou as mãos pelas pernas dela e foi direto na buceta, se debruçou pra beijar os peitos dela, enquanto ela chupava e engolia meu pau inteiro. Nós a empurramos, deitando ela de costas, me enfiei entre as nádegas dela e esfreguei minha cabeçona entre os lábios da buceta.
Tudo tava rolando muito gostoso, Aby nos enlouquecia com aquele aroma natural típico da pele dela, que exalava todo o prazer que ela sentia, além daquele perfume gostoso que contrastava com sua nudez... Ela nos recebia de olhos fechados, pegou meu pau na mão dele e ficava esfregando no clitóris dela, chegou a hora que parou e jogou a bunda pra trás, encaixou a ponta do meu pau, e eu empurrei meu corpo pra ir até o fundo dela.
Fiquei bombando por um bom tempo, enquanto Ramíro beijava desde os dedos dos pés dela até o bater do meu pau na buceta da Aby. Ela gozava copiosamente, com uma barbaridade de multiorgasmo que molhava ainda mais... nossos corpos e o sofá. Ramíro não se importava de recolher os sucos com a língua entre meu pau e a buceta da Aby na hora de bombar, tudo que podia, ele sugava. Isso me deixou tão excitado que, num instante, joguei meu gozo no fundo da Aby... E Ramíro engoliu o máximo que pôde.. Depois ela se endireitou e começou a chupar meu pau, puxando longos fios de sêmen e me puxou, depositando-os em mim, num beijo longo e gostoso. Aí me deitei de barriga para baixo pra Aby montar em mim...
Comecei a bombar com força e beijava os peitos dela, ela se mexia em círculos, segurei ela pelos quadris e abri as nádegas dela, Ramíro enfiou a cara entre elas, lambendo, chupando e sugando tudo que podia, incluindo minhas partes, o que não me incomodava, e num certo momento, Ele se levantou e foi se aproximando segurando o pau, se ajeitou do melhor jeito que pôde, e foi esfregando a cabeçona dele do meu cu até o cu dela, lubrificou com os sucos misturados dos dois, e focou brincando com os esfíncteres anais da Aby, que foram cedendo pra receber ele conforme ele se empurrava pra entrar... Uma vez dentro, tudo virou uma fogueira do próprio inferno... Cada um manifestava seu ritmo de prazer coordenadamente entre os três... Não era foder, era curtir... Às vezes não sei se é "sorte" ou "vaidade"... O caso é que vocês tinham uma descarga, e em breve se recuperam, haha, coisas estranhas...
Aby ficou tão cheia de porra, e os três dos seus jogos, quando a gente se vestiu, bom, eu só a toalha... Ela checou as mensagens, tinha várias, várias... E respondeu que tinha dado "o recado aberto" e que talvez, precisasse dar outras sessões... E olha se tinha sido aberto... Depois o Ramiro e eu conversamos sobre a atitude dela... Mas, beleza, já conto pra vocês depois...
0 comentários - Mensagem santa, ou santa mensagem...